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FLÁVIO DINO

STF

Primeira Turma do STF tem 2 votos a 0 para manter X suspenso no Brasil

por Redação 2 de setembro de 2024

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta segunda-feira (2) se mantém ou não a decisão do ministro Alexandre de Moraes que suspendeu o funcionamento do X no Brasil.

A análise é feita no plenário virtual, e os ministros têm 24 horas para inserirem seus votos no sistema eletrônico da Corte, isto é, até as 23h59 desta segunda.

A tendência é a de que a maioria do colegiado confirme o bloqueio. Além de Moraes, que referendou sua decisão em plenário virtual logo no início da madrugada, também votou a favor da suspensão o ministro Flávio Dino. Faltam votar Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin.

Voto de Moraes
Em seu voto, o ministro Alexandre de Moraes confirmou os termos da decisão individual e propôs o referendo da suspensão do X e da multa de R$ 50 mil para pessoas e empresas que utilizarem “subterfúgios tecnológicos” para manter o uso da rede social, como o uso de VPN. A multa foi questionada pela OAB.

Sobre as multas, o ministro vota para que sejam destinadas “às pessoas naturais e jurídicas que incorrerem em condutas para fraudar a decisão judicial, com a utilização de subterfúgios tecnológicos (como, por exemplo, o VPN) para a continuidade de utilização e comunicações pelo ‘X’, enquanto durar a suspensão, sem prejuízo das demais sanções civis e criminais, na forma da lei”.

Dino acompanha voto de Moraes
No início da manhã, o ministro Flávio Dino votou e acompanhou a decisão de Moraes. Em seu voto, Dino disse que “o poder econômico e o tamanho da conta bancária não fazem nascer uma esdrúxula imunidade de jurisdição”.

O ministro falou ainda que, ao descumprir a decisão do Poder Judiciário, a empresa “parece considerar-se acima do império da lei”.

“Esta seletividade arbitrária amplia a reprovabilidade da conduta empresarial, pois a afasta da esfera do empreendedorismo e a coloca no plano da pura politicagem e demagogia. Diante de tudo isso, é poder-dever do juiz atuar para garantir a incontrastável força do sistema legal” diz em outro trecho.

Suspensão do X
A restrição do funcionamento do X no Brasil vale até que a plataforma pague as multas determinadas por descumprimento de ordem judicial e indique representante legal no país.

Desde abril, o bilionário Elon Musk, dono do X, tem descumprido várias ordens do ministro Alexandre de Moraes de bloquear contas de investigados pelo STF, acusados de afrontar a democracia e a legislação brasileira.

Musk também não pagou as multas, que somam, até agora, R$ 18,35 milhões por descumprir ordens judiciais.

O dono do X postou imagens com sátiras ao ministro no próprio X e acabou incluído como investigado no inquérito das milícias digitais, do qual Moraes é relator.

A suspensão do X foi determinada até a rede cumprir ordens judiciais, pagar multas e indicar um representante no país.

O X fechou o escritório no Brasil no dia 17 de agosto, alegando que Moraes ameaçou prender a então representante legal da empresa no país.

‘Liberdade de expressão’
Na decisão desta sexta-feira (30), o ministro disse que, quando intimada, a referida plataforma incorreu em desobediência judicial e resolveu, criminosamente, divulgar mensagem incitando o ódio contra a Suprema Corte.

Moraes afirmou ainda que Elon Musk confunde liberdade de expressão com uma inexistente liberdade de agressão, confunde deliberadamente censura com proibição constitucional ao discurso de ódio e de incitação a atos antidemocráticos.

O ministro disse ainda que “a instrumentalização criminosa de diversas redes sociais, em especial a rede X, também vem sendo investigada em outros países”. E citou um trecho do parecer do Procurador-geral Paulo Gonet, que concordou com a decisão de suspender o X.

Fonte: G1

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Brasil

Lewandowski tem prerrogativa de montar equipe, mas vai discutir ‘quem entra, quem sai’, diz Lula

por Redação 11 de janeiro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que Ricardo Lewandowski, anunciado nesta quinta-feira (11) como o futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, vai tomar posse do cargo em 1º de fevereiro e que Flávio Dino permanece no posto até a data. O futuro titular da pasta vai ter a prerrogativa de montar sua equipe, mas vai discutir os nomes para ver “quem entra, quem sai”, declarou o petista.

“Normalmente, eu tenho por hábito cultural não indicar ninguém para nenhum ministério. Eu quero que as pessoas montem o time que ele vai jogar. Eu, se fosse técnico de futebol, não permitiria que o presidente do meu time, por mais importante que fosse, fosse escalar o meu time. O meu time sou eu que escalo. Se eu perder, me tirem, se eu ganhar, eu continuo… Dia 1º vamos fazer a posse do nosso querido Lewandowski como ministro da Justiça, e aí já vai ter equipe montada. Ele vai conversar comigo e vamos discutir quem fica, quem sai, quem entra, quais são as novidades”, disse Lula.

O anúncio de Lewandowski como futuro ministro da Justiça foi feito na manhã desta quinta-feira (11), no Palácio do Planalto, em Brasília. Lula estava acompanhado de Dino e da primeira-dama, Rosângela da Silva, mais conhecida como Janja. Na agenda, o presidente da República contou uma história sobre o convite feito ao ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Eu tinha conversado com o ministro Lewandowski, tinha feito uma proposta e sabia das naturezas privadas dele. Eu conheço a família dele, conheço a mulher dele, e achava que ela ia colocar dificuldades dizendo para ele ‘meu amor, vamos viver a nossa vida agora, deixa para lá esse negócio de política’. E, graças a Deus, a Iara teve a compreensão de falar ao Lewandowski que ‘eu sei que você quer ir, então vá, meu amor’. E ele ontem me comunicou que aceita ser o novo ministro da Justiça deste país.”.

Lula relatou estar feliz com as duas escolhas – Lewandowski na Justiça e Dino no STF. “Eu acho que ganha o Ministério da Justiça, a Suprema Corte e o povo brasileiro com essa dupla que está ao meu lado, cada um na sua função”. Em outro momento, o presidente falou que as medidas tomadas “coroam” seu primeiro ano do mandato à frente do Palácio do Planalto.

Uma das questões de impasse no Ministério da Justiça se trata da secretaria-executiva, atualmente ocupada por Ricardo Cappelli, que afirmou aos interlocutores que só fica na pasta se continuar no atual cargo. Ele foi o braço-direito de Dino e ganhou prestígio por sua atuação como interventor federal na segurança pública do Distrito Federal depois dos atos extremistas do 8 de Janeiro.

Nesta quinta-feira, Cappelli usou as redes sociais para afirmar que não pediu demissão do cargo. “Vou sair de férias com a minha família e voltar para colaborar com a transição no Ministério da Justiça e Segurança Pública. União e Reconstrução”, escreveu o secretário-executivo. A reportagem apurou que Lewandowski tem o desejo de designar o jurista Manoel Carlos de Almeida Neto para o posto.

Após o anúncio, durante o momento de fotografias, Lula afirmou que Janja tem a expectativa que Lewandowski coloque muitas mulheres no ministério. “Certamente”, respondeu o futuro ministro da Justiça. As declarações não foram transmitidas e foram dadas fora dos microfones. Ao assumir o Planalto, o petista tinha 11 ministras entre as 37 pastas. Agora, tem apenas nove mulheres entre 38 ministérios.

Fonte: r7

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Política

Lula convida Lewandowski para Ministério da Justiça e espera resolver impasse nesta semana

por Redação 9 de janeiro de 2024

No dia do aniversário dos ataques golpistas de 8 de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou Ricardo Lewandowski, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública. O petista espera resolver ainda nesta semana o impasse sobre a definição do substituto de Flávio Dino, que vai assumir uma das 11 cadeiras do STF em 22 de fevereiro.

Lula e Lewandowski almoçaram juntos. Foi nesse momento que o presidente fez o convite e também impôs algumas condições, como a manutenção de determinados secretários da pasta. A reportagem apurou que o ministro aposentado do STF tem o desejo de designar o jurista Manoel Carlos para o cargo de secretário-executivo do ministério, caso venha a assumir de fato.

Há, portanto, outro eventual impasse, uma vez que o atual secretário-executivo da pasta, Ricardo Cappelli, afirmou aos interlocutores que só fica no Ministério da Justiça se continuar no atual cargo. Ele é braço-direito de Dino e ganhou prestígio por sua atuação como interventor federal na segurança pública do Distrito Federal na época pós-ataques golpistas de 8 de Janeiro.

O atual ministro deve sair do posto nesta quarta-feira (10). “Creio que nesta semana essa transição se conclui. Espero que até o final desta semana o presidente possa chegar à sua escolha. Eu continuo no ministério, garantindo a continuidade das atividades, junto com a minha equipe. E qualquer que seja o homem ou a mulher escolhido pelo presidente da República, terá em mim toda a transparência”, afirmou Dino nesta segunda-feira (8).

Ao ser questionado se gostaria de ser ministro da Justiça, Cappelli se limitou a dizer que está fazendo o trabalho dele e comentou que não foi chamado para reuniões no Planalto sobre a sucessão na pasta. “Essa atribuição é de competência do presidente da República. O importante é a continuidade do trabalho”, comentou o secretário-executivo.

Lewandowski é considerado o favorito para o posto, mas Lula avaliou outros nomes, como Wellington César Lima e Silva, subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, e Marco Aurélio Carvalho, presidente do Grupo Prerrogativas. A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, também teve seu nome analisado pelo chefe do Executivo, mas fontes informaram que ela recusou o convite para se dedicar ao comando do partido e às eleições de 2024.

Segundo pessoas próximas, Lula quer alguém de confiança para suceder a Dino no cargo. Para além da Justiça, o presidente tinha expressado a intenção de fazer uma reforma ministerial no início de 2024, mas o tema perdeu força. Entre os nomes que podem ser alterados estão Silvio Almeida (Direitos Humanos e Cidadania), Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome) e Jean Paul Prates (Petrobras).

Fonte: r7

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Brasil

Sucessão do ministro da Justiça, desgaste com o Congresso e evento no 8/1 esperam Lula após recesso

por Redação 3 de janeiro de 2024

Depois de um recesso de oito dias na praia de Restinga de Marambaia, no Rio de Janeiro, a volta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Brasília está prevista para esta quarta-feira (3).

Ao voltar ao trabalho, Lula terá de escolher um novo ministro da Justiça – com a saída do ministro Flávio Dino, para ocupar em 22 de fevereiro uma das 11 cadeiras do Supremo Tribunal Federal.

O presidente terá de lidar também com o desgaste com o Congresso Nacional causado pela medida provisória que retoma gradualmente a tributação da folha de pagamento de empresas dos 17 setores que mais empregam no país.

Sucessor de Flávio Dino
Lula disse no final de 2023 que o ministro da Justiça, Flávio Dino, ficará no governo até a primeira semana de 2024 para participar da cerimônia de um ano dos atos de vandalismo do 8 de Janeiro do ano passado, em Brasília. O presidente da República quer reunir os chefes dos Três Poderes, além de governadores no evento.

O ministro aposentado do STF Ricardo Lewandowski é cogitado, mas existem grupos divergentes na Esplanada dos Ministérios que tentam convencer Lula a indicar nomes como o da ministra do Planejamento, Simone Tebet, a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, ou o presidente do Grupo Prerrogativas, Marco Aurélio Carvalho.

MP da desoneração da folha de pagamento
A medida provisória (MP) desenhada pela equipe do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para retomar a tributação gradual da folha de pagamento das empresas foi mal recebida pelo Congresso. Senadores prometeram resistir às mudanças feitas pela equipe econômica do governo e garantem que o Palácio do Planalto sofrerá resistência. A reoneração da folha é mais uma das medidas formuladas pela equipe de Haddad para aumentar a arrecadação em busca do déficit zero neste ano.

Parlamentares que defendem a prorrogação da desoneração da folha de pagamento aos 17 setores que mais empregam no país preparam uma ofensiva à medida provisória. O objetivo é garantir a derrubada da matéria até 1º de abril, data em que os efeitos da medida começam a valer.

O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que vai analisar o teor dessa alternativa com os líderes, o que deve ocorrer nos próximos dias. “Para além da estranheza sobre a desconstituição da decisão recente do Congresso Nacional sobre o tema, há a necessidade da análise técnica sobre os aspectos de constitucionalidade da MP”, disse Pacheco.

A reação negativa se deve, dentre outros motivos, ao fato de os parlamentares terem editado um projeto de lei que manteve o benefício aos setores que mais empregam até 2027 e ainda terem derrubado o veto de Lula à medida. Com esse clima de tensão instalado, o presidente deverá se juntar a Haddad nas tentativas de negociar com o Congresso.

Evento do 8 de Janeiro
O ato em defesa da democracia marcado para 8 de janeiro, dia em que a depredação às sedes dos Três Poderes completará um ano, vai reunir autoridades no Salão Negro do Senado. No último dia 20, em reunião ministerial, Lula afirmou que estarão presentes os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Supremo, Luís Roberto Barroso. Ele também pediu a presença de ministros do governo.

No entanto, o presidente Lula terá de lidar com o esvaziamento do evento por parte de governadores ligados à oposição. Alguns deles já adiantaram que não vão conseguir participar do ato.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), já avisou ao Planalto que estará de férias no início de janeiro e, por isso, não conseguirá comparecer ao evento. A assessoria de imprensa do governo do Distrito Federal informou, em nota, que a vice-governadora Celina Leão (PP) comparecerá ao evento com Lula.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também não vai comparecer ao evento organizado por Lula. O Palácio dos Bandeirantes informou que o governador está na Europa e não retorna ao país antes do ato. O vice Felício Ramuth (PSD) também não estará no Brasil no próximo dia 8. Tarcísio criticou publicamente os atos golpistas no início de 2023. Em publicação nas redes sociais em 8 de janeiro deste ano, ele afirmou que “manifestações perdem a legitimidade e a razão a partir do momento em que há violência”.

Filiados ao mesmo partido de Bolsonaro, os governadores do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, Cláudio Castro e Jorginho Mello, respectivamente, informaram, por meio das assessorias, que ainda não sabem se vão conseguir comparecer ao evento. Já a assessoria do governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), declarou que o convite para o ato não foi feito. O Governo de Minas Gerais, comandado por Romeu Zema (Novo), também foi procurado pela reportagem, mas não retornou.

Calendário para pagamento de emendas
Lula sancionou com vetos a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024, que baliza a Lei Orçamentária Anual (LOA), que é o Orçamento da União. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (2). Para 2024, a maior parte dos gastos federais continua sendo com o refinanciamento da dívida pública, cerca de R$ 1,7 trilhão.

O Orçamento da União para 2024 havia sido aprovado pelo Congresso Nacional em 22 de dezembro de 2023 e prevê receitas e despesas de R$ 5,5 trilhões. No texto, por exemplo, estava previsto que o salário mínimo nacional passaria dos atuais R$ 1.320 para R$ 1.412 neste ano, entre outras medidas. O texto aprovado pelo Congresso prevê também déficit zero nas contas públicas – mantida pelo presidente -, regras para destinação de emendas parlamentares e fundo eleitoral de R$ 4,9 bilhões.

O Orçamento previa o valor de R$ 53 bilhões destinados para emendas parlamentares. Além de impor um cronograma de pagamento para aquelas que são obrigatórias, caso das emendas individuais, deram prioridade para as áreas de saúde e assistência social. Lula vetou os trechos que obrigava o pagamento das emendas em até 30 dias após a divulgação das propostas e os pagamentos em outras áreas deveriam ser feitos até 30 de junho de 2024.

“Além de aumentar a rigidez na gestão orçamentária e financeira e dificultar a gestão das finanças públicas, com impacto potencial na eficiência, eficácia e efetividade da administração, tal dispositivo seria incompatível com o artigo 8º da Lei de Responsabilidade Fiscal, segundo a qual compete ao Poder Executivo Federal estabelecer a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso”, diz o texto publicado por Lula.

Fonte: r7

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Segurança

Projeto que torna obrigatório uso de câmeras corporais por policiais está na Casa Civil, afirma Dino

por Redação 21 de dezembro de 2023

O texto de um projeto de lei que torna obrigatório o uso de câmeras corporais por agentes de segurança pública no Brasil está sob análise da Casa Civil da Presidência, informou nesta quinta-feira (21) o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. Ele não disse, porém, quando a medida deve ser encaminhada ao Congresso Nacional para análise dos parlamentares.

“Câmera não é só botar na farda. É preciso ter protocolo, tecnologia e inteligência artificial — sem isso não funciona. Nós optamos por uma tecnologia. Houve consultas, protocolos e seminários o ano inteiro e elaboramos um projeto de lei, que está na Casa Civil, tornando obrigatório o uso de câmeras corporais. Esperamos que o tema evolua em 2024”, declarou Dino.

Segundo o ministro, o texto vai propor alterações na lei que implementou o Sistema Único de Segurança Pública (Susp). A ideia é exigir que os entes federados coloquem câmeras corporais nos policiais para receber recursos do fundo nacional de segurança e participar do Susp.

“O projeto está em análise [na Casa Civil], mandamos há poucas semanas. Estamos avançando, com passos seguros, porque um projeto nacional é um pouco mais complicado — mesmo os projetos estaduais enfrentam dificuldade. Fizemos workshop sobre tecnologia, buscamos integração com Estados Unidos e China, porque o problema não é filmar, é analisar o que foi filmado. E é inteligência artificial para poder fazer isso, catalogar e classificar. Manualmente, é impossível em um projeto nacional. É preciso ter uma solução tecnológica de armazenamento dessas imagens com segurança”, explicou Dino.

No início de outubro, o governo federal anunciou o uso por policiais da Bahia de 200 câmeras corporais doadas pelos Estados Unidos. O projeto no estado é tido como piloto pelo ministério.

“Também trabalhamos a doação de algumas câmeras para implementação, ainda neste ano, com uso, pioneiramente no Brasil, de tecnologia usada pelos Estados Unidos. Os itens foram doados pelo governo dos Estados Unidos ao governo federal, e vamos colocar à disposição da Bahia, para proteger profissionais e facilitar investigações”, declarou o ministro à época.

Flávio Dino, recém-aprovado para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), fica à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública até, pelo menos, 8 de janeiro do ano que vem, como informou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta (20). O governo organiza um ato em defesa da democracia para o dia, data em que as ações de extremistas que culminaram na invasão das sedes dos Três Poderes completam um ano.

Fonte: r7

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Segurança

Crimes letais intencionais caíram em 2023 por causa da redução do número de armas, diz Dino

por Redação 21 de dezembro de 2023

Em um balanço da gestão à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino relacionou nesta quinta-feira (21) a queda no número de crimes violentos letais intencionais no Brasil em 2023 à redução da quantidade de novas armas em circulação no país. Ainda sem os dados de dezembro consolidados, Dino prevê redução de até 6% desse tipo de crime — que inclui homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte, latrocínio e feminicídio.

Entre janeiro e novembro deste ano, a quantidade de registro de novos armamentos caiu 79% em comparação com 2022.

“A redução é muito significativa e muito acima da redução do ano passado. Temos vidas salvas. Isso se deu com a redução do armamentismo, e é possível compreender o debate melhor, porque em 2022 tivemos 135.915 novas armas registradas e, em 2023, 28.304”, afirmou o ministro.

“É uma redução muito pronunciada do armamentismo irresponsável que havia anteriormente. Com isso, mostramos que não há correlação lógica entre crescimento de armas e redução de mortes violentas ou homicídios. Durante anos, foi repetida essa ideologia, que se revelou definitivamente desconforme com a realidade”, completou.

O número de registros de crimes violentos letais intencionais chegou a 42.721, segundo o ministério, em 2021, e alcançou 42.620 no ano passado. De janeiro a novembro de 2023, foram informados 36.854 crimes do tipo, com previsão de chegar a cerca de 40,1 mil até dezembro.

Flávio Dino, recém-aprovado para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), fica à frente do Ministério da Justiça até, pelo menos, 8 de janeiro do ano que vem, como informou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta (20). O governo organiza um ato em defesa da democracia para a data em que as ações de extremistas que culminaram na invasão às sedes dos Poderes completam um ano.

Fonte: r7

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STF

‘Conseguimos colocar na Suprema Corte um ministro comunista’, diz Lula sobre Dino no STF; veja o vídeo

por Redação 15 de dezembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, na noite desta quinta-feira (14), que está feliz por “colocar na Suprema Corte um ministro comunista”. (veja o vídeo acima) Flávio Dino, o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, foi indicado por Lula no fim de novembro e recebeu o aval do Senado nesta quarta (13).

“Vocês não sabem como estou feliz hoje. Pela primeira vez na história deste país nós conseguimos colocar na Suprema Corte um ministro comunista, um companheiro da qualidade do Flávio Dino”, declarou Lula em um discurso.

A declaração do presidente ocorreu durante a 4ª Conferência Nacional de Juventude, ocasião em que o presidente assinou um decreto que dobra a quantidade de integrantes no Conselho Nacional de Juventude (Conjuve). Com a medida, o grupo, atualmente composto de 30 conselheiros, passará a ter 60 membros — dos quais 20 são do poder público e 40 da sociedade civil.

Lula recebeu o futuro ministro do STF no Palácio do Planalto na tarde desta quinta, ao lado de Paulo Gonet, que será o novo procurador-geral da República (PGR). Gonet também foi aprovado pelo Senado nesta quarta-feira.

Lula indicou Dino para o STF e Gonet para a PGR, em 27 de novembro. As vagas foram abertas no fim de setembro, quando Rosa Weber se aposentou do Supremo e Augusto Aras terminou o mandato à frente da Procuradoria-Geral da República.

Dino deixará o posto de ministro da Justiça e Segurança Pública para integrar o Supremo. Ele declarou que a posse pode ser em 22 de fevereiro. A afirmação foi feita nesta quinta (14), depois de uma reunião com o presidente do STF, o ministro Luís Roberto Barroso, e membros da Corte.

O ministro da Justiça agradeceu ao Senado pelo “aprendizado”. “Debate democrático engrandece. Houve uma convergência entre a manifestação do Lula e o Legislativo.”

Gonet deve assumir a PGR na próxima segunda-feira (18), como informou a procuradora-geral interina, Elizeta Ramos, no plenário do Supremo.

Aprovações
O plenário do Senado aprovou o nome de Flávio Dino na noite desta quarta-feira (13) — com 47 votos favoráveis, 31 contrários e duas abstenções. Gonet recebeu 65 “sim” e 11 “não”, e houve uma abstenção.

Antes do plenário, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Gonet foi aprovado por 23 votos a 4, enquanto Dino teve 17 posicionamentos favoráveis e 10 contrários.

Dino usou a sabatina na CCJ para defender sua experiência não só jurídica, mas política. Ele criticou decisões monocráticas em julgamentos que declarem leis inconstitucionais, tema debatido no Senado em uma proposta de emenda à Constituição que conta com o amplo apoio dos parlamentares.

O futuro ministro do STF foi juiz federal (1994-2006), deputado federal (2007-2011), presidente da Embratur (2011-2014) e governador do Maranhão (2014-2022) e, atualmente, é ministro da Justiça e Segurança Pública e senador licenciado.

O futuro procurador-geral da República é bacharel e doutor em direito pela Universidade de Brasília (UnB), além de mestre em direitos humanos pela Universidade de Essex, na Inglaterra. Ele já passou pelos cargos de assessor do ministro do STF Francisco Rezek, procurador-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e conselheiro superior do Centro de Altos Estudos em Controle e Administração Pública do Tribunal de Contas da União (TCU). Membro efetivo do Ministério Público Federal (MPF), foi promovido em 2012 ao cargo de subprocurador-geral da República.

Para Lula, ‘é preciso mais ministros’
Lula, cujo governo tem 38 ministérios, também afirmou que a quantidade de pastas é pequena.

“É preciso parar de acreditar quando a imprensa fala que tem muito ministro. Tem pouco ministro, porque é preciso mais ministros para cuidar de mais assuntos. Por que as mulheres, os direitos humanos, a pesca, cidades não podem ter ministério? Ainda falta construir mais coisas”, afirmou.

“A coisa mais barata do mundo é ter ministros envolvidos com os movimentos sociais, para trazer para dentro das reuniões do governo o sentimento de quem mora nas periferias e no interior, que muitas vezes nasce e morre sem ter chance de dar um único palpite.”

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STF

Senado aprova indicação de Flávio Dino para o Supremo Tribunal Federal

por Redação 14 de dezembro de 2023

O plenário do Senado aprovou o nome de Flávio Dino, na noite desta quarta-feira (13) — com 47 votos favoráveis, 31 contrários e duas abstenções —, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Dino foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o posto em novembro. Ele assumirá a vaga aberta com a aposentadoria de Rosa Weber. Ainda não há uma definição de quem substituirá o jurista no comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Dino usou a sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), mais cedo, para defender sua experiência não só jurídica, mas política, para ocupar uma das cadeiras do Supremo. Ele foi aprovado na comissão por 17 votos a 10. O indicado criticou decisões monocráticas em julgamentos que declarem leis inconstitucionais, tema debatido no Senado em uma proposta de emenda à Constituição que conta com o amplo apoio dos parlamentares.

“Se a lei é aprovada neste Parlamento, de forma colegiada, o desfazimento, salvo em situações excepcionalíssimas, não pode se dar por decisões monocráticas”, afirmou. Ele também garantiu que atuará para que o Judiciário não enfraqueça a legalidade de atos administrativos. “Fui gestor, e por isso considero que essa experiência ilumina o cumprimento dessa segunda presunção.”

No relatório apresentado à CCJ sobre a indicação de Dino, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) destacou o currículo de Dino em cargos públicos. “Trata-se de uma figura reconhecida e admirada nos mundos jurídico e político. Ex-professor de duas universidades federais (UFMA e UnB), mestre em direito, ex-juiz, senador, ministro de Estado, ex-governador, alguém que teve experiências exitosas no exercício de funções dos três poderes da República”, justificou o parlamentar.

O futuro ministro do STF foi juiz federal (1994-2006), deputado federal (2007-2011), presidente da Embratur (2011-2014) e governador do Maranhão (2014-2022) e, atualmente, é ministro da Justiça e Segurança Pública e senador licenciado.

Fonte: r7

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Brasil

Destaques da semana: sabatina de Dino no Senado, CPI da Braskem e licença-paternidade de 120 dias

por Redação 11 de dezembro de 2023

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar a atuação da Braskem em Maceió deve ser instalada nesta terça (12) ou quarta-feira (13). As datas foram apontadas pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), autor do pedido de criação, após o colegiado atingir o número mínimo de integrantes. Com as indicações concluídas, os membros devem se reunir nesta semana para decidir quem será o presidente da comissão, que terá 11 membros titulares. Eles devem começar os trabalhos em 2024.

Até o momento, entre os nomes indicados ou que devem ser designados, mas ainda não foram oficializados, estão, além de Renan Calheiros, Efraim Filho (União-PB), Omar Aziz (PSD-AM) e Jorge Kajuru (PSB-GO).

Nos últimos dias agravou-se o afundamento do solo da área de mina no bairro do Mutange. O afundamento do solo na região da mina 18 da Braskem tem avançado de forma acelerada, segundo a Defesa Civil do município. Ao todo, já foram 2,02 m desde 30 de novembro, com velocidade de afundamento de 0,21 cm por hora, ou 5,04 cm por dia.

A cidade permanece em alerta máximo diante do risco iminente de colapso. A área foi evacuada, e a orientação é que a população não transite na região, em razão do deslocamento do subsolo causado pela extração de sal-gema, substância utilizada na produção de soda cáustica e policloreto de vinila (PVC).

Flávio Dino e Paulo Gonet sabatinados no Senado

As sabatinas do ministro da Justiça, Flávio Dino, e do vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, para os cargos de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e de procurador-geral da República, respectivamente, estão previstas para ocorrer nesta quarta-feira (13), no Senado.

Os relatórios sobre as indicações de ambos foram apresentados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na última quarta (6), e ambos receberam parecer favorável às respectivas nomeações.

A data da sabatina foi marcada pelo presidente da CCJ do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Na comissão, Dino e Gonet devem enfrentar as perguntas de senadores governistas e de oposição, que vão decidir em votação secreta se aprovam ou não o nome de cada um. Depois, o parecer é encaminhado para análise do plenário do Senado, onde pode haver nova discussão. A votação também é secreta.

Licença-paternidade pode chegar a 120 dias

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar nesta semana se há omissão do Congresso Nacional por deixar de estabelecer regras para a licença-paternidade no país. Os ministros vão analisar uma ação apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) que pede ao Supremo que fixe um prazo para os parlamentares aprovarem a regulamentação do direito.

Caso o período termine sem que isso seja feito, a entidade solicita que a licença concedida aos pais seja equiparada à licença-maternidade, com duração de pelo menos 120 dias.

O julgamento começou em novembro, quando ocorreram a leitura do relatório e a realização das sustentações orais. No plenário virtual, o STF já tinha formado maioria para reconhecer a omissão do Congresso e fixar um prazo de 18 meses para o Legislativo regulamentar o tema, mas agora o julgamento será reiniciado.

Votação da reforma tributária na Câmara

A votação do texto da reforma tributária na Câmara deve ocorrer ao longo desta semana, segundo o relator da matéria na Casa, o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). A intenção do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), é fazer um esforço concentrado entre esta segunda (11) e a sexta-feira (15), com sessões todos os dias, para votar as propostas que estão pendentes, como a reforma tributária e o Orçamento de 2024.

Ribeiro também disse que ainda avalia a retirada de exceções acrescentadas ao texto pelos senadores, pois, durante a discussão no Senado, o número de produtos e serviços que podem ter tratamento favorecido foi ampliado para 42. A Câmara tinha dado o aval para 33 exceções à regra geral da reforma.

A reforma tributária foi votada e aprovada pela Câmara no primeiro semestre do ano. No entanto, como foi modificada pelo Senado, precisa voltar à análise dos deputados. A intenção de Lira e Pacheco é que o texto seja promulgado ainda em 2023.

Fonte: r7

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Brasil

Imagens do 8 de Janeiro em inquérito foram escolhidas pela PF, afirma Dino a parlamentares

por Redação 25 de outubro de 2023

O Ministro da Justiça, Flávio Dino, disse que as imagens dos atos extremistas de 8 de janeiro captadas pelo circuito de segurança do ministério e enviadas ao Congresso foram escolhidas pela Polícia Federal pela sua relevância, não pela pasta. Segundo o ministro, as imagens foram enviadas somente após autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), porque fazem parte de inquérito sigiloso na Corte.

A afirmação foi dada em resposta ao questionamento de parlamentares na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (25) sobre a demora e o não envio de todas as imagens.

“Após o 8 de Janeiro, a Polícia Federal foi lá e recolheu as imagens relevantes ao inquérito policial, e quem fez esse juízo não foi o ministro ou funcionário, foi um delegado da PF que recolheu as imagens e levou ao inquérito”, declarou.

Dino explicou que as câmaras do ministério funcionam de dois modos: as que gravam o tempo todo (externas) e as que gravam de acordo com a captação de movimento nos corredores do prédio. “O 8 de Janeiro foi no domingo, não havia ninguém no Ministério da Justiça. Por conta da tecnologia, a imensa maioria das câmeras sequer foi acionada”, disse.

Dino negou, também, cortes de orçamento para 2024. “O orçamento não foi votado, por isso não é possível dizer se haverá ou não redução sem um item fundamental, que são as emendas parlamentares. [No entanto], fizemos uma comparação sem levar em conta as emendas, e especificamente em 2022 o orçamento foi de R$ 4,3 bilhões, e em 2023 é de R$ 5,1 bilhões. A proposta orçamentária para o próximo ano é exatamente neste valor [de 2023]. Não há redução. Se compararmos ao ano de 2022, no governo passado, há um incremento de 17% dos recursos da segurança pública”, afirmou.

Entenda
O ministro atendeu ao convite do colegiado — quando o requisitado pode rejeitar o pedido —, após faltar a duas convocações que exigiam a presença dele. À Comissão de Fiscalização, o ministro foi demandado a responder sobre assuntos como o não envio ao Congresso das imagens de segurança do Palácio do Planalto durante a depredação ocorrida no dia 8 de janeiro e “cortes orçamentários para 2024 em ações de prevenção, de enfrentamento da criminalidade e de desenvolvimento de políticas de segurança pública”.

Nas redes sociais, o ministro disse que já recebeu “cerca de cem convites para comparecer à Câmara neste ano” e que já acatou diversos deles, mas que tem “muitas tarefas e emergências a atender”.

Dino reiterou ainda a solicitação de comparecimento a uma sessão conjunta no plenário da Câmara, “para que, simultaneamente, eu possa atender a todos os pedidos de esclarecimento com a devida segurança”. A demanda já foi feita ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em um ofício anterior, quando o ministro faltou a outra reunião da Comissão de Segurança.
Como reação à ausência, parlamentares do colegiado elaboraram uma representação contra Flávio Dino por crime de responsabilidade e pedem o impeachment do ministro.

Fonte: r7

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