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gasolina

Economia

Gasolina deve chegar a R$ 5,05 nos postos, com redução nas refinarias a partir de hoje

por Redação 17 de maio de 2023

O litro da gasolina fica R$ 0,40 mais barato nas refinarias a partir desta quarta-feira (17). A redução é de 12,6%. O anúncio foi feito pela Petrobras, após a divulgação de mudança na política de preços. A queda no diesel é de R$ 0,44 (-12,8%). No GLP, o gás de cozinha, a baixa foi de R$ 8,97 no botijão de 13 kg (-21,3%). Mas a redução não é repassada de imediato ao consumidor.

A estimativa, segundo analistas, é que, nos próximos dias, o preço da gasolina nas bombas tenha queda de até 8% (R$ 0,44), em média. Ou seja, passará dos atuais R$ 5,49 por litro, segundo levantamento da ANP, para R$ 5,05. Já o botijão de gás deve recuar até 15%, de R$ 108,84 para R$ 92,50 em média (R$ 16,34).

Com isso, o alívio no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial, será de 0,3 ponto percentual em maio e 0,3 em junho. Mas a trégua no bolso do consumidor pode acabar em julho, com o reajuste das alíquotas do ICMS sobre a gasolina e etanol anidro. De acordo com economistas, a redução não altera a previsão da inflação do ano de 2023, prevista em torno de 6,2%.

“Vai ser uma baita contribuição para segurar a inflação nesses dois meses. Em julho, a gente não pode esquecer que tem um novo aumento da gasolina pelo nivelamento do ICMS, que terá um reajuste em todos os estados e esse aumento pode ser na casa de 10% a 12%”, afirma o economista André Braz, coordenador dos Índices de Preços do FGB/Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

Embora o GLP tenha a maior redução, ele compromete 1,3% do orçamento familiar. “Então digamos que no consumidor chegue a uma queda de aproximadamente 15%. Isso significa que o IPCA dos próximos 30 dias vai ser impactado mais ou menos em 0,17 ponto percentual. Só que esse 0,17 é só por conta do GLP, metade disso fica no mês de maio, e metade no mês de junho”, explica.

A mesma coisa vale para a gasolina, só que o impacto dela é muito maior, porque compromente cerca de 5% do orçamento familiar. “Na refinaria, o preço caiu 12,6%, na bomba deve chegar a uma queda de 8%. Isso vai gerar um impacto no IPCA de 0,40 ponto percentual. Desse índice, 0,20 fica no mês de maio e 0,20 em junho. Então esses impactos serão divididos”, diz.

Já o diesel tem peso muito pequeno no orçamento familiar. Ele compromete cerca de 0,3% do orçamento. Mas é um combustível que influencia o preço do frete, do transporte público urbano e das máquinas na agricultura. “O efeito dele não vai ser percebido na inflação neste mês ou no próximo. O efeito dele é mais espalhado. Mas pode ser tão importante como o da gasolina.”

No entanto, uma parte dessa queda pode voltar em julho por causa do impacto do reajuste do ICMS. “Então isso não altera a expectativa de inflação para o fim do ano, porque ela cai agora e volta a subir em julho. Isso meio que neutraliza esse efeito. Por isso, a gente mantém uma estimativa de IPCA em torno de 6,2% no fim de 2023”, ressalta Braz.

Para o economista Bruno Imaizumi, da LCA Consultores, a volta do ICMS também deverá neutralizar a redução de preços da Petrobras. Ele avalia um impacto de 0,4 ponto percentual na inflação com o recuo dos combustíveis.

“A gente vai começar a observar os efeitos no IPCA de maio. Só que tem uma perspectiva de volta de ICMS. Então não vai ver um impacto tão grande no IPCA. Hoje a LCA prevê uma inflação de 6% para 2023. E essa medida, na verdade, fez com que a gente adotasse um viés de baixa para esse IPCA de 6%”, afirma.

Mudança na política de preços
O anúncio de redução no preço dos combustíveis ocorreu horas depois de a Petrobras alterar sua política de preços. Com a decisão, a companhia abandona o PPI (Preço de Paridade de Importação) como base principal para os reajustes. A medida atrelava os valores dos combustíveis ao mercado internacional de petróleo.

O PPI tinha o objetivo de evitar que as substâncias tivessem baixa nos valores de forma artificial — ou seja, que os preços ficassem menores sem que o barril de petróleo em todo o mundo tivesse redução também.

A ferramenta estava em vigor desde 2016. Naquele ano, ela foi implementada pelo chefe da estatal indicado por Michel Temer, o então presidente da República.

Logo no primeiro ano, mudanças foram estabelecidas, e foi definido que os reajustes poderiam acontecer diariamente.

“Os ajustes que vinham sendo praticados, desde o anúncio da nova política, em outubro de 2016, não têm sido suficientes para acompanhar a volatilidade crescente da taxa de câmbio e das cotações de petróleo e derivados”, disse a Petrobras ao alterar a recém-anunciada política de preços.

Por mais que o PPI agradasse à maior parte do mercado e dos analistas, ele foi alvo de críticas de Jair Bolsonaro e Lula da Silva.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Senadores querem ouvir presidente da Petrobras sobre mudança na política de preços da estatal

por Redação 16 de maio de 2023

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, deve ir à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para explicar o fim da paridade dos preços do petróleo com o dólar e o mercado internacional (veja evolução abaixo). A medida foi anunciada pela estatal nesta terça-feira (16). A audiência pública não teve data definida.

O requerimento foi proposto pelo senador Alessandro Vieira (PSDB-SE). Segundo ele, nenhuma empresa pode funcionar nem à base de preços excessivos, que arrochem o consumidor, muito menos com preços subdimensionados, que destruam a companhia. “O Brasil já vivenciou os dois extremos. O que queremos é confirmar que a intenção da Petrobras agora é funcionar como uma empresa eficiente e qualificada”, afirmou o parlamentar.

A política de preço de paridade internacional (PPI) estava vigente havia mais de seis anos. Com a mudança, a Petrobras deixa de ter referências externas como base principal para os reajustes. A medida atrelava os valores dos combustíveis ao mercado internacional de petróleo.

Dessa forma, a gasolina ficará R$ 0,40 por litro mais barata nas refinarias a partir desta quarta-feira (17). A redução é de 12,6%. Por sua vez, a queda no diesel será de R$ 0,44 por litro (-12,8%). No gás de cozinha, a diminuição é de R$ 8,97 por botijão de 13 kg (-21,3%).

O senador Sergio Moro (União-PR) afirmou que foi “surpreendido” pelo anúncio da Petrobras, mas ressaltou que o convite a Prates para ir à comissão não tem caráter “punitivo”.

“É uma audiência informativa, e a CAE precisa se informar sobre a política econômica do país. Não coloco essa audiência como alguma medida punitiva. Pelo contrário, apenas informativa”, afirmou.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Preço médio da gasolina comum cai até R$ 1,81 em um ano nos postos

por Redação 16 de maio de 2023

O preço médio da gasolina comum variou até 23,4% nos últimos 12 meses nos postos do país. Para abastacer o carro, o motorista pagou R$ 5,49 por litro do combustível na última semana, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural). Ou seja, R$ 1,81 a menos do que o valor cobrado em maio de 2022, quando chegou a bater o

O movimento de queda atinge também o diesel S-10, que recuou de preço pela 14ª semana consecutiva e atingiu R$ 5,57 por litro entre os dias 7 e 13 de maio. No mesmo período do ano passado, o litro chegou a R$ 7,07, uma queda de 21,2% nos últimos 12 meses.

A queda dos preços dos combustíveis é um reflexo do recuo das cotações internacionais do petróleo e da redução do dólar, explica o economista Robson Gonçalves, professor de MBAs da FGV (Fundação Getulio Vargas). A moeda americana fechou nesta segunda-feira (15) a R$ 4,88, o menor nível desde 7 de junho de 2022.

“Apesar de alguns cortes que foram promovidos recentemente, os preços do petróleo não estão se sustentanto muito acima da faixa de US$ 70 o barril. Se nós voltarmos para meados de janeiro deste ano, esse preço era da ordem de US$ 84 e R$ 85. Ele chegou a subir a esse patamar em meados de abril por conta do corte da Arábia Saudita, mas voltou a cair, e está hoje em torno de US$ 72 e US$ 73. Essa queda é importante e é uma queda tendencial, porque a economia mundial está crescendo menos que o esperado”, afirma o economista.

“Ao mesmo tempo a taxa de câmbio vem recuando no Brasil nas últimas semanas a partir de um patamar bastante alto, que chegou durante a pandemia se aproximando dos R$ 6. Hoje, está abaixo dos R$ 4,90. Como a Petrobras segue com sua política de paridade com os preços internacionais, essa somatória de queda dos preços internacionais e queda do dólar no Brasil explica o recuo do preço da gasolina”, acrescenta Gonçalves.

Segundo dados dos importadores, a gasolina vendida pela Petrobras está atualmente R$ 0,39 por litro acima da paridade de importação, e o diesel, R$ 0,28 mais caro. O que abre espaço para mais redução de preço. Na úlima sexta-feira, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que a empresa poderá reajustar os valores nesta semana.

“Acredito que, como a taxa de juros americana não deve continuar subindo, tudo indica que, por conta da crise bancária, o banco central dos EUA vai parar de elevar as taxas. Com isso, como a taxa de juros de brasileira permanece muito alta, a gente tende a atrair mais capitais estrangeiros. Isso tende a aumentar a oferta de dólares no Brasil. A tendência são novos recuos do dólar, que vão abir espaço para novos cortes dos preços dos combustíveis pela Petrobras”, avalia o economista da FGV.

Em março, o preço da gasolina teve reflexo da volta da cobrança dos impostos federais PIS/Cofins sobre os valores do combustível nas refinarias. Esses tributos são repassados ao consumidor final na ponta da cadeia de consumo.

Para Brendon Rodrigues, head de inovação e portfólio na ValeCard, outro fator que também tem impactado o preço da gasolina é o repasse pelos postos da redução do etanol anidro registrada nas usinas produtoras de São Paulo desde 24 de abril. “Para as próximas semanas, visualizo que ainda há espaço para que essa redução continue sendo repassada para o consumidor”, avalia Brendon.

O etanol anidro é misturado à gasolina comum, representando 27% de sua fórmula. Por isso, a variação de preços do combustível renovável tem influência no preço da gasolina. Segundo o indicador Cepea/Esalq, o preço do etanol anidro nas usinas produtoras de São Paulo caiu 11,92% desde o dia 24 de abril.

Os dados da inflação oficial divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na semana passada mostraram que o preço dos combustíveis recuou 0,44% no mês de abril, a primeira queda desde dezembro do ano passado (-0,9%).

A variação negativa apurada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foi puxada pelos valores mais baixos cobrados pelo óleo diesel (-2,25%), pelo gás veicular (-0,83%) e pela gasolina (-0,52%). Por outro lado, o etanol está 0,92% mais caro.

Política de preços
A Petrobras informou no domingo (14) que está discutindo internamente alterações em suas políticas de preço para diesel e gasolina, que serão analisadas pela diretoria executiva da companhia nesta semana e poderão resultar em uma nova estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina.

Atualmente, a política de preços da estatal é atrelada ao mercado estrangeiro. Ou seja, se o óleo encarece ou o dólar (principal moeda no exterior) se valoriza em relação ao real, a Petrobras dá a ordem, em forma de reajuste, para que fique mais caro encher o tanque no Brasil. Essa política é chamada de PPI (preço de paridade internacional).

“Nesse sentido, a companhia esclarece que eventuais mudanças estarão pautadas em estudos técnicos, em observância às práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis”, afirmou em nota.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Gasolina é o combustível que mais subiu em SP e RJ com a volta da cobrança de impostos

por Redação 5 de abril de 2023

Um mês após a volta da cobrança dos impostos federais sobre os combustíveis, a gasolina foi o item que mais encareu na cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Sem Parar, que levou em consideração informações dos clientes da solução de abastecimento da companhia.

Desde o dia 1º de março, o governo federal reonerou os combustíveis em todo o país. Na capital paulista, o preço médio do litro de gasolina saltou de R$ 4,91 para R$ 5,27. O aumento de R$ 0,36 equivale a 7,3%.

No RJ, a elevação do preço foi ainda maior: R$ 0,71. No local, a média do litro passou de R$ 4,82 para R$ 5,54. Isso representa aumento de 14,8% nas bombas fluminenses.

Em segundo lugar entre os produtos com as maiores altas, em São Paulo, quem assume a posição é a gasolina aditivada, com preço que saltou de R$ 5,32 para R$ 5,61. O aumento foi de 5,45%, um crescimento de R$ 0,29 por litro.

Na ‘Cidade Maravilhosa’, o valor médio pago pela gasolina aditivada foi de R$ 5,39 para R$ 5,82, alta de 8%, e um acréscimo de R$ 0,43 no preço.

Tanque cheio de gasolina
Entre 1º de janeiro e 28 de fevereiro, os paulistanos gastavam, em média, R$ 146,07 para encher o tanque do carro com gasolina. Com a volta dos encargos, o valor médio subiu 6,4%, e o gasto passou a ser de R$ 155,40.

De forma semelhante, os fluminenses, que desembolsavam R$ 140,07 para ter o tanque cheio, agora gastam R$ 149,55 (+6,8%).

Na capital do estado de São Paulo, o ticket médio das transações com gasolina aditivada saltou de R$ 160,73 para R$ 171,08, com o mesmo aumento de 6,4% da comum. No RJ, foi de R$ 153,56 para R$ 160,94, (+4,8%).

Etanol
O etanol, em compensação, ficou levemente mais barato na capital paulista. A queda foi de R$ 0,02 por litro, que custava R$ 3,73 e foi para R$ 3,71, ou seja, uma redução de 0,54%.

Por outro lado, o custo para ter o tanque cheio com álcool aumentou 2,3%, passando de R$ 107,87 para R$ 110,34.

Esse movimento não ocorreu no Rio. O valor médio do litro de etanol comum subiu 8,3%. O combustível foi de R$ 4,16 para R$ 4,50, um acréscimo de R$ 0,34.

Quem optou pelo álcool comum percebeu aumento de 2,1%, com o abastecimento passando de R$ 96,51 para R$ 98,56 por tanque médio.

Vale lembrar que esse combustível polui menos que a gasolina. Por isso, teve tributação menor por parte do governo federal.

Fonte: r7

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São PauloTransporte

Operação identifica posto que não entrega combustível pago pelo consumidor na zona leste

por Redação 17 de março de 2023

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo) e a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) iniciaram, às 8h30 desta sexta-feira (17), a ‘Operação Olhos de Lince’, com o objetivo de combater fraudes em bombas medidoras de combustíveis.

A ação, que ocorre na Semana do Consumidor, tem o objetivo de proteger e alertar os motoristas sobre possíveis fraudes praticadas por postos de combustível, referentes à quantidade do produto nas bombas.

De acordo Taís Borges, porta-voz do Ipem-SP, um posto de gasolina localizado na rua General Porfírio da Paz, no bairro Sapopemba, na zona leste da capital paulista, tem duas das quatro bombas de combustíveis irregulares.

Na primeira bomba testada, a cada 20 litros de combustível abastecidos, 1,8 não chegou no tanque dos consumidores. Na segunda, a cada 20 litros, 1,5 foram retidos.

Fiscalização – Operação Olhos de Lince
Em 2022, o Ipem-SP fiscalizou 104 postos de combustíveis no Estado de São Paulo, verificou 1.543 bombas de combustíveis com 242 reprovações. Sendo emitidos 242 autos de infração.

Em 2021, o Ipem-SP fiscalizou 297 postos de combustíveis no Estado de São Paulo, verificou 3.759 bombas de combustíveis com 976 reprovações. Sendo emitidos 1.030 autos de infração.

Em 2020, o Ipem-SP fiscalizou 382 postos de combustíveis no Estado de São Paulo, verificou 6.012 bombas de combustíveis com 1.042 reprovações. Sendo emitidos 839 autos de infração.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Gasolina sobe 6,1% e atinge R$ 5,57 nos postos, mais do que o previsto após volta de impostos

por Redação 13 de março de 2023

O preço médio do litro da gasolina saltou 6,1% nos postos do país nesta semana, após a volta dos impostos federais, em 1º de março. O valor passou de R$ 5,25 para R$ 5,57, mesmo patamar de julho de 2022.

A informação é do levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) realizado entre os dias 5 e 10 de março e divulgado nesta sexta-feira (10).

O etanol também registrou aumento de 2,06%, passando de R$ 3,88 para R$ 3,96 — alta de R$ 0,08, ou 2,37%. Já o diesel recuou pela quarta semana seguida, indo de R$ 6,02 para R$ 6 — queda de 0,33%.

Na semana anterior, o aumento gasolina havia sido de 3,35%, ou R$ 0,17, abaixo da previsão do governo, de R$ 0,34. Mas, com a nova alta, de R$ 0,32, o valor total de reajuste já ultrapassa a estimativa inicial, chegando a R$ 0,49 em dez dias. O etanol teve avanço de R$ 0,17 no mesmo período.

Os dois combustíveis voltaram a ter cobrança das alíquotas de PIS e Cofins no dia 1º de março. A reoneração foi de R$ 0,47 na gasolina e de R$ 0,02 no etanol. Já o diesel e o gás de cozinha continuam com os tributos zerados até dezembro deste ano.

Em 1º de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) havia editado uma MP para prorrogar a desoneração. A medida foi adotada inicialmente por seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), em 2022, na tentativa de conter a escalada de preços nas bombas em ano eleitoral. A desoneração expirou no dia 28 de fevereiro.

A gasolina mais cara do país foi encontrada em São Paulo, a R$ 7,19 o litro, e a mais barata, em Vitória de Santo Antão (PE), a R$ 4,58 por litro, de acordo com o levantamento da ANP.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Gasolina fica mais barata nas distribuidoras e mais cara nos postos; entenda

por Redação 1 de março de 2023

Enquanto a gasolina fica R$ 0,13 mais barata nas distribuidoras a partir desta quarta-feira (1º), os impostos federais (PIS/Confins) sobre os combustíveis voltam a vigorar, de R$ 0,47. Com isso, o preço do litro nos postos deve aumentar cerca de R$ 0,25, segundo cálculo da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis).

Como a Petrobras anunciou a redução do valor do combustível em 3,9%, o saldo líquido do aumento ficou em R$ 0,34 por litro nas refinarias. Uma vez que a gasolina do tipo A representa 73% da mistura (os outros 23% são etanol anidro), o aumento nas bombas é menor, de R$ 0,25 por litro, explica o presidente da Abicom, Sergio Araújo.

No entanto, a cadeia de distribuição tem liberdade para definir os preços que serão cobrados nos estabelecimentos. Por isso, o valor ao consumidor final poderá variar. No último levantamento da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), entre 19 e 25 de fevereiro, o preço médio da gasolina nos postos era de R$ 5,08 por litro.

Fim da desoneração
A gasolina e o etanol terão a volta da combrança de alíquotas de PIS e Cofins a partir desta quarta-feira (1º). O governo federal anunciou a reoneração de R$ 0,47 na gasolina e de R$ 0,02 no etanol. Já o diesel e o gás de cozinha continuam com os tributos zerados até dezembro deste ano.

Em 1º de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou uma MP para prorrogar a desoneração. A medida foi adotada inicialmente por seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), em 2022, na tentativa de conter a escalada de preços nas bombas em ano eleitoral.

O fim da desoneração sobre gasolina e etanol ameniza o impacto nas contas públicas e recupera a arrecadação em R$ 28,9 bilhões neste ano, segundo cálculos do governo.

“Essa reoneração é inevitável, não tem outro jeito”, avalia Sergio Araújo, da Abicom. “Lembrando que a origem de todo esse problema foi a desoneração feita no ano passado, num período eleitoral, que impactou muito a receita do governo.”

Araújo acredita que o efeito para o consumidor não será muito grande, porque a Petrobras tinha uma defasagem e conseguiu fazer a redução dentro da sua política de preço, sem interferência governamental. Com isso, ele espera que o aumento na bomba seja de R$ 0,25 ou no máximo de R$ 0,26.

“Acho que o governo foi feliz ao encontrar uma solução e não repassar 100% do PIS e Cofins que era cobrado antes. Com isso, mantém o estímulo previsto para a transição energética, favorecendo o biocombustível em relação ao combustível fóssil. Acho que isso foi uma medida possível”, acrescenta.

Recuo nas distribuidoras
A partir de hoje, o preço médio de venda de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,31 para R$ 3,18 por litro. Já para o diesel A, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,10 para R$ 4,02 por litro, uma redução de R$ 0,08 por litro, ou 1,9%.

“Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, de R$ 2,32 por litro vendido na bomba”, disse a companhia em nota.

Mas o impacto da redução do preço nas distribuidoras não é imediato nas bombas de gasolina. Para consumidor, o efeito costuma demorar cerca de duas semanas.

Contas públicas
Para Francisco Raeder, doutorando em economia da UFF (Universidade Federal Fluminense), o fim da desoneração dos combustíveis, no curto prazo, deve contribuir com o aumento da inflação. No entanto, será positivo para as contas do governo.

“No curto prazo, então, o efeito pode ser negativo por causa do impacto na inflação. No entanto, no médio prazo, o fim da desoneração pode ser benéfico para as contas públicas, já que aumenta a arrecadação. Essa melhoria nas contas públicas pode, inclusive, provocar reduções na taxa de juros da economia, o que é benéfico. Então, embora seja negativo no curto prazo, o fim da desoneração pode ser positivo no longo prazo”, avalia Raeder.

Segundo o economista Bruno Imaizumi, da LCA Consultores, a volta dos impostos, principalmente na gasolina, vai gerar um impacto de aproximadamente R$ 13 bilhões nos próximos dez meses.

“A medida é correta, em linha com o que o mercado financeiro esperava. O principal problema do país hoje são as expectativas fiscais. A gente precisa corrigir a questão das receitas dos governos. E essa reoneração dos tributos federais, sobretudo da gasolina, vai gerar um impacto de aproximadamente R$ 13 bilhões nos próximos dez meses. É uma medida bastante positiva”, afirma Imaizumi.

Ele também destaca o efeito positivo em relação ao meio ambiente, por causa do etanol. “Essa medida está alinhada não só do ponto de vista econômico, mas também do ponto de vista do meio ambiente”, conclui o economista.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Petrobras reduz preços de gasolina e diesel para as distribuidoras

por Redação 28 de fevereiro de 2023

A Petrobras anunciou que, a partir de quarta-feira (01), o preço médio de venda do litro da gasolina A para as distribuidoras passará de R$ 3,31 para R$ 3,18, redução de R$ 0,13 por litro. De acordo com a petrolífera, a parcela que cabe a ela no preço médio do litro vendido nos postos de abastecimento é de R$ 2,32, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e de 27% de etanol anidro para a composição da gasolina que vai para o carro do consumidor.

Para o litro do diesel A, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,10 para R$ 4,02, o que corresponde a uma redução de R$ 0,08 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e de 10% de biodiesel na composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será de R$ 3,62, em média, a cada litro vendido na bomba.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Governo é pressionado a manter isenção de tributos federais sobre gasolina e etanol

por Redação 27 de fevereiro de 2023

A desoneração de impostos federais sobre gasolina e etanol termina nesta terça-feira (28), e o Palácio do Planalto ainda não decidiu se vai prorrogar a medida. Há uma pressão da ala política do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que a isenção continue, mas o Ministério da Fazenda resiste à ideia.

No dia da posse, Lula assinou uma medida provisória determinando que PIS/Cofins e Cide-Combustíveis seriam zerados por dois meses em operações envolvendo gasolina e etanol. A desoneração dos dois tributos tinha sido estabelecida, também, durante parte do mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A equipe econômica de Lula avalia que o retorno da cobrança dos impostos pode significar um acréscimo de ao menos R$ 28 bilhões aos cofres públicos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e outros integrantes da pasta consideram o valor significativo e são favoráveis à volta dos tributos federais.

No entanto, o presidente da República tem sido alertado de que a reoneração pode impactar a avaliação da sociedade sobre a gestão dele. Dessa forma, há ministros que defendem que Lula ou renove a isenção ou passe a cobrar os impostos de forma gradual, para que o impacto aos consumidores não aconteça de forma imediata.

Aliados de Lula no Congresso Nacional dizem que não prorrogar a isenção é uma escolha equivocada. Segundo a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), “não somos contra taxar combustíveis, mas fazer isso agora é penalizar o consumidor, gerar mais inflação e descumprir compromisso de campanha”.

Na última sexta-feira (24), Lula teve uma reunião com o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, para discutir o tema, mas não encontrou um acordo. Nesta segunda (27), o chefe do Executivo deve ter novas conversas com ministros para buscar uma solução.

Segundo cálculos da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), caso PIS/Cofins e Cide-Combustíveis voltem a ser cobrados na sua totalidade, o preço do litro da gasolina deverá subir R$ 0,68 nos postos e o do etanol, R$ 0,24.

No momento, de acordo com a associação, o preço médio da gasolina no mercado brasileiro está acima do praticado no exterior, apesar de a Petrobras adotar a PPI (política de paridade internacional) para definir o preço de comercialização dos combustíveis no Brasil.

Até a última sexta, os preços do combustível nas refinarias da estatal estavam 6% mais caros em relação ao mercado internacional, o que significa uma diferença de R$ 0,20 por litro, nos cálculos da Abicom.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Petrobras sobe preço da gasolina em R$ 0,23 nas refinarias

por Redação 24 de janeiro de 2023

A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (24), que vai reajustar o preço da gasolina para as distribuidoras em 7,5%. Com isso, a partir de quarta-feira (25), o preço médio do litro nas refinarias ficará R$ 0,23 maior.

A decisão implica na venda do combustível a R$ 3,31 por litro, segundo comunicado da petroleira — até hoje, o preço do litro praticado pela Petrobras é de R$ 3,08. Os donos dos postos compram a gasolina mais cara e decidem quando vão revender com o novo preço.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos do país, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,42 por cada litro vendido na bomba.

Em nota, a empresa explicou que o reajuste segue a paridade internacional. “Esse aumento acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática da Petrobras, que busca o equilíbrio com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, informou.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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