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GAZA

Política

Em meio à crise causada por fala de Lula, Brasil critica Israel em corte internacional em Haia

por Redação 20 de fevereiro de 2024

O Brasil pediu nesta terça-feira (20) à CIJ (Corte Internacional de Justiça), em Haia, na Holanda, que declare como ilegal a ocupação dos territórios palestinos pelas forças militares de Israel. “O Brasil espera que o tribunal reafirme que a ocupação israelense dos territórios palestinos é ilegal e viola obrigações internacionais por meio de uma série de ações e omissões de Israel”, afirmou a representante do Brasil em Haia, Maria Clara de Paula Tusco. A diplomata brasileira pediu a adoção de medidas que alteram a composição demográfica dos territórios.

O pedido veio em meio a uma crise diplomática causada por declarações feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que comparou a ação do exército de Israel contra o grupo terrorista Hamas ao Holocausto dos judeus pela Alemanha nazista.

A declaração de Lula foi dada durante entrevista coletiva realizada no último domingo (18), depois da participação do presidente na 37ª Cúpula de Chefes de Estado e Governo da União Africana, em Adis Abeba, capital da Etiópia. “O que está acontecendo na Faixa de Gaza, com o povo palestino, não existiu em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu. Quando Hitler decidiu matar os judeus”, afirmou o petista na ocasião.

Após as declarações, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, criticou o presidente e descreveu suas palavras como vergonhosas e graves. Lula passou a ser considerado “persona non grata” em Israel até se desculpar pelo comentário. Isso quer dizer que o presidente brasileiro não é bem-vindo em Israel até se retratar.

Após uma reunião com diversos membros do governo no Palácio da Alvorada, Lula decidiu chamar de volta na segunda-feira (19) o embaixador do Brasil em Tel Aviv, Frederico Meyer, para consultas. Ainda na segunda-feira, O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, convocou o embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zonshine, para um encontro.

O presidente de Israel, Isaac Herzog, foi às redes sociais para dizer que condena veementemente a declaração de Lula. Herzog disse que há uma “distorção imoral da história” e apela “a todos os líderes mundiais para que se juntem a mim na condenação inequívoca de tais ações”.

Entidades e organizações também criticaram a declaração de Lula. A Conib (Confederação Israelita do Brasil) repudiou a fala. A instituição classificou a afirmação como “distorção perversa da realidade que ofende a memória das vítimas do Holocausto e de seus descendentes”.

“Os nazistas exterminaram 6 milhões de judeus indefesos na Europa somente por serem judeus. Já Israel está se defendendo de um grupo terrorista que invadiu o país, matou mais de mil pessoas, promoveu estupros em massa, queimou pessoas vivas e defende em sua Carta de fundação a eliminação do Estado judeu”, diz a Conib.

O presidente do Yad Vashem (o memorial do Holocausto em Jerusalém), Dani Dayan, afirmou que a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ações de Israel em resposta ao grupo terrorista Hamas ao nazismo é uma “escandalosa combinação de ódio e ignorância”. Dayan disse que, segundo a definição da IHRA (Aliança Internacional para a Memória do Holocausto), as falas do chefe do Executivo brasileiro são “clara expressão antissemita”.

“Comparar um país que luta contra uma organização terrorista assassina com as ações dos nazis no Holocausto merece toda a condenação. É triste que o presidente do Brasil desça a um ponto tão baixo de extrema distorção do Holocausto”, escreveu nas redes sociais.

Especialistas condenam declarações de Lula
“Cada vez que o presidente Lula viaja ao exterior, traz estragos e prejuízos em termos de política externa. E são episódios tristes para os brasileiros, que compõem tradicionalmente um povo pacífico, aberto e amigo com as demais nações. No caso de Israel, os gestos parecem fechar as portas aos israelenses e desrespeitam os judeus que em solo brasileiro estão. É uma tremenda ofensa”, avalia a professora de direito da Universidade de São Paulo (USP) Maristela Basso.

“Por outro lado, acirra também a polarização no país, uma vez que, aqueles que seguem o pensamento ideológico-partidário de Lula, se sentem autorizados à revanche antissemita. É extremamente prejudicial nas relações internacional e interna, porque serve de combustível para a eventual prática de crime”, acrescenta.

Para o diplomata e diretor de Relações Internacionais do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, Paulo Roberto de Almeida, as declarações do presidente podem prejudicar a política externa brasileira.

“A declaração de Lula é absolutamente equivocada nos planos histórico, diplomático e político. Não há equiparação possível ao Holocausto, que foi organizado por um Estado contra uma determinada população. Foi um massacre. Não há precedentes na história”, avalia.

“Temos duas questões que caracterizam o [mandato] Lula 3, que deveria ser mais maduro pelas experiências dos mandatos anteriores. O que a gente repara é que tem havido tensões internas e externas que derivam das posturas típicas do PT. No campo econômico, o intervencionismo que vimos em casos como a Vale e a Petrobras. No campo da política externa, o que se nota são posições mais próximas do partido [PT] que as da diplomacia brasileira,” explicou.
Parlamentares evangélicos repudiaram as palavras de Lula

As Frentes Parlamentares Evangélicas (FPE) do Congresso Nacional e do Senado Federal
repudiaram as palavras de Lula. Em nota, os parlamentares disseram que comparar os ataques de Israel ao Hamas com o nazismo, que vitimou seis milhões de judeus, é provocar um conflito ideológico desnecessário.

“Com a ressalva do respeito às pessoas que inocentemente morrem, Israel, ao contrário de Hitler, está exercendo o seu direito de sobreviver diante de um grupo com o objetivo de eliminar os judeus”, diz o documento.

Para a FPE, “não é justo exigir que uma nação se mantenha passiva diante de um ataque covarde que estupra e mata jovens, idosos e crianças das formas mais horríveis e continua com a política de se esconder atrás de reféns (civis inocentes)”.

Ainda de acordo com a nota, as verbalizações do presidente “não representam o pensamento da maioria dos brasileiros e comprometem a política internacional de forma desnecessária”.

Fonte: r7

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Mundo

Ao menos dez reféns libertados pelos terroristas do Hamas foram abusados sexualmente

por Redação 7 de dezembro de 2023

Pelo menos dez civis israelenses libertados pelo Hamas, tanto homens quanto mulheres, foram agredidos ou abusados sexualmente enquanto estavam em um cativeiro do grupo terrorista palestino Hamas, segundo as informações publicadas pelo jornal The Times of Israel.

A informação, documentada em um relatório, foi dada à agência de notícias por um médico que tratou mais de cem reféns que foram soltos de cativeiros na Faixa de Gaza. Ele não forneceu mais detalhes, e nenhuma vítima teve a identidade revelada.

Os relatos do médico reforçam testemunhos compartilhados em uma reunião entre reféns libertados, familiares de pessoas que ainda estão detidas em Gaza e o gabinete de guerra israelense.

Na ocasião, foram relatados casos de abuso sexual durante os mais de 50 dias sob o poder dos terroristas.

Aviva Siegel, que foi libertada na semana passada e cujo marido, um cidadão americano, ainda é refém, teria dito durante a reunião que algumas das mulheres estavam “sendo tocadas”. Outros disseram que tanto homens quanto mulheres foram abusados sexualmente.

A trégua temporária entre Israel e o Hamas terminou na última sexta-feira (1º). Ao longo de uma semana, 105 civis foram libertados de cativeiros do Hamas em Gaza: 81 israelenses, 23 tailandeses e um filipino. Antes da pausa nos combates, outros quatro reféns foram soltos, e uma militar israelense foi resgatada.

Acredita-se que 138 reféns ainda permaneçam em Gaza, incluindo cerca de 20 mulheres. Israel afirma que o Hamas teve a oportunidade de prolongar a pausa, mas se recusou a libertar todas as mulheres detidas, como o acordo implicava.

O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Matthew Miller, afirmou na última segunda-feira (4) que o Hamas está retendo as reféns porque não quer que elas testemunhem sobre o abuso sexual que sofreram no cativeiro.

“A razão pela qual a pausa fracassou é que eles [os terroristas do Hamas] não querem que essas mulheres possam falar sobre o que aconteceu com elas durante seu tempo sob custódia”, afirmou Miller.

Relatos obtidos pela Associated Press, juntamente com as primeiras avaliações de um grupo de direitos humanos israelense, mostram que a agressão sexual fez parte da violência perpetrada pelo Hamas no ataque do dia 7 de outubro, quando cerca de 1.200 israelenses foram assassinados.

Enquanto investigadores tentam determinar a extensão das agressões, Israel acusa as organizações de direitos humanos, em especial a ONU, de agir com negligência em relação à dor das vítimas israelenses.

“Eu digo às organizações de direitos das mulheres, às organizações de direitos humanos: vocês já ouviram falar de estupro de mulheres israelenses, de atrocidades horríveis, de mutilação sexual? Onde diabos vocês estão?”, questionou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em entrevista coletiva na última terça-feira (5).

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu que se condene “energicamente e de forma inequívoca a violência sexual dos terroristas do Hamas”.

“Os terroristas do Hamas infligiram tanta dor e sofrimento a mulheres e meninas como puderam e depois as assassinaram. Isto é devastador”, disse Biden.

“Nas últimas semanas, sobreviventes e testemunhas dos ataques compartilharam relatos terríveis de uma crueldade inimaginável”, incluindo estupros, mutilação e profanação de cadáveres, acrescentou.

Fonte: r7

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Mundo

Reféns de terroristas do Hamas ficaram 50 dias sem tomar banho e dividiram remédio para dormir

por Redação 28 de novembro de 2023

Os reféns libertados nos últimos quatro dias pelo Hamas ficaram 50 dias sem tomar banho e dividiram remédio para dormir. A pouca comida disponível no cativeiro do grupo terrorista palestino, na Faixa de Gaza, fez com que todos eles perdessem peso. Alguns chegaram a emagrecer mais de 10 quilos.

Os relatos foram compartilhados com profissionais de saúde, que analisaram as condições de saúde dos reféns logo após a chegada deles a Israel. A médica Margarita, responsável pelo departamento que recebeu essas pessoas no Centro Médico Wolfson, ficou abalada com as histórias que ouviu. Após terem sido levados pelos terroristas e separados de suas famílias de forma traumática, os prisioneiros passaram a viver em condições insalubres em túneis subterrâneos.

“Uma refém idosa contou que eles não tomaram banho por 50 dias. Não tinham água suficiente. Triste, triste ouvir isso”, afirmou Margarita em entrevista ao jornal israelense Yedioth Ahronoth.

“Nos primeiros dias, era difícil para eles conseguirem dormir à noite por causa do estresse e do medo, e isso é compreensível. E então os terroristas do Hamas deram a eles um medicamento para dormir, e eles dividiram a pílula em quatro pedaços para permitir que o maior número de pessoas pudesse descansar. A qualidade do sono não era boa. Eles dormiam em camas próximas uma da outra, e era apertado”, acrescentou.

A refém contou que os prisioneiros não foram maltratados nem sofreram privações graves. Apesar disso, recebiam o mínimo para se manterem vivos e em condições razoáveis de saúde. A comida era principalmente arroz, conserva de homus e feijão. Em raras vezes, os terroristas ofereciam também pão e queijo, mas não mais que isso. Sem frutas, sem legumes, sem ovos. A prisioneira idosa que conversou com Margarita chegou a perder 12 quilos.

“Pelo que eu entendi da conversa, ela e todos os outros tentaram evitar comer muito, porque o feijão e o homus causavam prisão de ventre. Eles tinham medo de complicar as coisas e de não conseguir se cuidar, e não queriam que lhes dessem comprimidos para dores de estômago. Então, eles se certificaram de beber muito. Eles tinham água”, disse a médica.

Merav Raviv, que teve três parentes libertados pelo Hamas na sexta-feira (24), revelou à agência de notícias AP (Associated Press) que sua prima e sua tia, Keren e Ruth Munder, perderam cerca de 7 quilos cada uma ao longo dos 50 dias em que estiveram no cativeiro. A essa mesma agência, a refém Yocheved Lipschitz, de 85 anos, contou que os prisioneiros faziam uma refeição diária. A neta de Yocheved, Adva Adar, afirmou que a avó perdeu peso e está visivelmente mais magra.

A maioria dos reféns libertados parecia estar em boas condições físicas, capaz de andar e falar normalmente. Mas ao menos dois precisavam de cuidados médicos mais sérios. Alma Avraham, de 84 anos, libertada no domingo (26), foi levada às pressas, em estado crítico, para o Centro Médico Soroka de Israel, na cidade de Be’er Sheva, no sul do país. O diretor do hospital disse que ela tinha uma doença preexistente que não havia sido tratada adequadamente em cativeiro. Outra refém teve que ser conduzida para fora do cativeiro com o uso de muletas. A condição de saúde dela não ficou clara.

Dias intermináveis e escuridão
Dentro dos túneis, era difícil saber quando era dia e quando era noite. Segundo a doutora Margarita, os reféns relataram que passavam a maior parte do dia no escuro, com uma brecha de duas horas diárias para um banho de sol. A falta de noção sobre o tempo fazia os dias parecerem intermináveis. Mas esse não foi o único problema.

Segundo a AP, houve indicações iniciais de que os reféns recentemente libertados estavam sendo mantidos em subsolo até que se adaptassem novamente à luz do sol. Eyal Nouri, sobrinho de Adina Moshe, de 72 anos, revelou que a tia andava com os olhos baixos. Os médicos temiam que a claridade repentina pudesse causar danos à visão dela.

“Ela andava com os olhos abaixados, porque estava em túnel. Ela não estava acostumada com a luz do dia. Durante o cativeiro, ela esteve desconectada de todo o mundo exterior”, afirmou Nouri.

Para além dos raros momentos em que tomavam banho de sol, os reféns passavam as horas conversando entre si. Essa era a única atividade que lhes restava. Eles não podiam assistir à televisão, ler, nem mesmo escrever em um pedaço de papel. Os terroristas temiam que eles usassem lápis e canetas para escrever alguma informação que pudesse comprometê-los.

“O poder deles [dos reféns] vinha do fato de que estavam juntos e cuidavam uns dos outros. Uma delas contou que, no primeiro dia, eles se sentaram e compartilharam as terríveis experiências que tiveram. Cada um contribuiu com o que podia”, disse Margarita.

“Por exemplo, havia um que conhecia muito bem a história de Israel, então eles se sentaram por duas ou três horas por dia, e ele deu uma palestra interessante sobre a história do país. Havia aqueles que cozinhavam e cuidavam da comida. Uma delas abordou os terroristas em árabe e disse a eles ‘nos traga óleo’, para lidar com a prisão de ventre. Essa preocupação mútua os manteve juntos”, acrescentou.

Fonte: r7

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Mundo

Israel ataca mais de 300 alvos do Hamas e mata terrorista que organizou invasão por parapentes

por Redação 31 de outubro de 2023

Uma das cenas mais marcantes do ataque-surpresa a Israel em 7 de outubro foram as dezenas de terroristas em parapentes motorizados para invadir vilas e praticar assassinatos e sequestros. Nesta terça-feira (31), o Exército informou ter matado um dos terroristas do Hamas responsável por organizar essa parte da ofensiva.

Em comunicado, as FDI (Forças de Defesa de Israel) afirmam ter eliminado o comandante do Batalhão Beit Lahia, da Brigada Norte do Hamas, Nasim Abu Ajina, que também dirigiu os massacres no kibutz Erez e no moshav Netiv HaAsara.

O Exército israelense atacou aproximadamente 300 alvos nas últimas 24 horas, incluindo túneis na Faixa de Gaza usados pelo Hamas, além de locais de lançamento de mísseis.

As forças terrestres, que intensificaram as ações na sexta-feira (27), “tiveram vários confrontos com células terroristas que dispararam tanto mísseis antitanque quanto tiros de metralhadora”.

Em comunicado às tropas, o comandante do sul de Israel, major-general Yaron Finkelman, afirmou que “não importa quão longa ou difícil seja a luta, não há outro resultado além da vitória”.

“Lutaremos em vielas, lutaremos em túneis, lutaremos onde for necessário. Eliminaremos o inimigo abominável diante de nós”, acrescentou.

Líbano
Os combates aos terroristas do Hezbollah no Líbano continuaram nesta terça-feira. Sirenes de ataques aéreos foram acionadas na cidade fronteiriça de Metula.

Segundo as FDI, ocorreram “dois lançamentos malsucedidos identificados” no Líbano, mas que não chegaram a cruzar para Israel. A artilharia israelense respondeu com ataques em direção ao território libanês.

Mísseis antitanque foram disparados contra dois postos militares das FDI perto da fronteira com o Líbano, ataques que também foram revidados, de acordo com o Exército.

Foguetes lançados pelo Hezbollah caíram em áreas abertas em Tel Hai, no norte de Israel.

Mar Vermelho
Mais cedo, a Força Aérea Israelense conseguiu interceptar um míssil e dois drones lançados a partir do mar Vermelho, provavelmente do Iêmen, em direção ao sul do país.

Esta foi a primeira vez que o sistema de defesa antiaérea Arrow foi usado desde o início da guerra contra os terroristas do Hamas.

Os drones foram derrubados por caças da Força Aérea, que afirmou em nota que “todas as ameaças aéreas foram interceptadas fora do território israelense. Não foram identificadas infiltrações no território israelense”.

A autoria dos ataques foi reivindicada pela milícia rebelde Houthi, do Iêmen, que é apoiada pelo Irã.

“Esses drones pertencem ao Estado do Iêmen”, afirmou à agência de notícias AFP Abdelaziz bin Habtour, primeiro-ministro designado pelos rebeldes, que controlam parte do país e enfrentam o governo reconhecido pela comunidade internacional.

Os houthis, assim como o Hezbollah, a Jihad Islâmica e a Resistência Islâmica no Iraque, recebem dinheiro, treinamento e armas da Guarda Revolucionária Iraniana, um braço do Exército iraniano que estrutura milícias na região para defender as suas ideologias e interesses.

Fonte: r7

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