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golpe

Brasil

Veja três pontos que Mauro Cid terá de esclarecer em depoimento à PF nesta segunda-feira

por Redação 11 de março de 2024

Em setembro do ano passado, o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), saiu da prisão após fechar acordo de delação premiada com a PF (Polícia Federal). O depoimento dele serviu de base para a operação Tempus Veritatis, deflagrada em fevereiro deste ano. Mas, nas últimas semanas, as investigações trouxeram novos detalhes que precisam ser abordados pelo delator, caso ele queira manter o acordo que o permitiu ficar em liberdade. Três principais pontos podem ser questionados pela PF nesta segunda-feira (11), quando ele presta novo depoimento.

O novo depoimento de Mauro Cid ocorre depois de a Polícia Federal ouvir os ex-comandantes do Exército, o general Freire Gomes; e da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro Baptista Júnior. Um dos pontos que Mauro Cid deverá esclarecer aos policiais nesta segunda-feira diz respeito justamente ao depoimento do general.

O militar foi ouvido por quase oito horas no dia 1º de março na sede da PF em Brasília. Freire Gomes disse à PF que Bolsonaro não só sabia da “minuta do golpe” como lhe apresentou o documento pessoalmente, e disse que o plano da minuta seria implementado. Bolsonaro nega envolvimento com a preparação do documento.

A versão apresentada por Freire Gomes é contraditória com a delação de Cid, ou pelo menos com os trechos já conhecidos dela. Segundo o ex-ajudante de ordens, Bolsonaro teria recebido a tal minuta do então assessor para assuntos internacionais Filipe G. Martins, mas não externou sua opinião sobre o documento, e muito menos disse a alguém que ia levar adiante o plano previsto na minuta. A PF investiga se é a mesma versão do texto encontrado na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres. Esse é um ponto a ser esclarecido por Cid.

A “minuta do golpe” era o rascunho de um decreto a ser editado pela Presidência da República instaurando o “estado de defesa” especificamente na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o pretexto de investigar supostos casos de abuso de poder e reestabelecer a “lisura e correição da eleição de 2022”.

O segundo ponto que Mauro Cid poderá ter de explicar aos policiais é a reunião ministerial de julho de 2022, na qual Bolsonaro antevê a possibilidade de ser derrotado nas eleições daquele ano e pede a seus ministros que acionem o “plano B”.

No encontro no Palácio do Planalto, Bolsonaro diz ao grupo que não pode “deixar chegar as eleições e acontecer o que está pintando”. “Vocês estão vendo agora que… eu acho que chegaram à conclusão. A gente vai ter que fazer alguma coisa antes”, diz ele, insinuando a possibilidade de fraude nas eleições daquele ano.

O vídeo da reunião foi encontrado pela Polícia Federal a partir do computador de Mauro Cid, em um serviço de armazenamento na nuvem. No entanto, a defesa do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro disse que ele nem sequer sabia da existência do encontro

Finalmente, Cid também poderá ser chamado a explicar uma suposta “contrariedade” com a interpretação que a Polícia Federal vem fazendo dos seus depoimentos. Segundo a revista Veja, Cid tem dito a interlocutores próximos que seus depoimentos nunca implicaram Bolsonaro numa tentativa de golpe de Estado. Segundo a revista, o delator insiste na tese de que tudo o que houve foram especulações sobre que ações tomar caso ficasse comprovada a fraude nas eleições de 2022, e que como a “fraude” nunca foi comprovada, nada foi feito.

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Brasil

PF ouve simultaneamente Bolsonaro, Torres, Heleno, Braga Netto e Valdemar na quinta-feira

por Redação 20 de fevereiro de 2024

A PF (Polícia Federal) vai ouvir simultaneamente nesta quinta-feira (22) o ex-presidente da República Jair Bolsonaro e seus ex-ministros Anderson Torres, da Justiça e Segurança Pública, Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, e Walter Braga Netto, da Defesa, além do presidente do PL (Partido Liberal), Valdemar Costa Neto. O grupo é investigado por associação criminosa para a tentativa de um suposto golpe de Estado. Os depoimentos estão marcados para 14h30, na sede da Polícia Federal, em Brasília.

A estratégia de marcar os depoimentos para o mesmo horário já foi usada outras vezes pela PF em casos que envolvem o ex-presidente. Nos bastidores, a informação é que dessa forma alguém sempre entra em contradição, por dificultar o acesso ao que foi dito por outros investigados.

A PF já tem informações sobre uma reunião que aconteceu no Palácio do Planalto, na qual os alvos das investigações estariam tratando sobre uma minuta que estabeleceria um estado de sítio no país.

As informações foram obtidas por meio da delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, coronel Mauro Cid, e confirmadas pelos investigadores por meio de dados dos dispositivos moveis dos investigados.

Agora, a PF quer esclarecer detalhes da participação de cada um nas ações de planejamento para uma suposta tentativa de golpe.

Relembre o caso

A Polícia Federal cumpriu 33 mandados de busca e apreensão e 4 de prisão preventiva em nove estados e no Distrito Federal no dia 8 de fevereiro. A Operação Tempus Veritatis investiga a suposta organização de um golpe de Estado em 2022 em prol do candidato derrotado e ex-presidente Jair Bolsonaro, com a participação de ex-assessores, militares e do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

Veja os principais pontos da operação

  • O coronel Marcelo Costa Câmara e Filipe Martins, ex-assessores diretos de Bolsonaro, foram presos. A PF também prendeu Rafael Martins de Oliveira, major do Exército.
  • O coronel Bernardo Romão Corrêa Neto estava em missão em Washington, nos Estados Unidos, quando a sua prisão foi autorizada pelo ST. Ele se entregou às autoridades brasileiras no país e retornou ao Brasil.
  • Não havia mandado de prisão contra Valdemar Costa Neto, presidente do PL, mas ele foi detido em flagrante por posse irregular de arma de fogo.
  • O papel de Valdemar Costa Neto era de “principal fiador dos questionamentos” ao processo eleitoral, segundo aponta a investigação da PF. Ele seria peça-chave do chamado “Núcleo de Desinformação e Ataques ao Sistema Eleitoral” do grupo criminoso.
  • A arma encontrada com Valdemar seria do filho dele. A PF achou também uma pepita de ouro, que a PF acredita ser originária de garimpo.
  • O PL, segundo apontam as investigações da Polícia Federal, foi “instrumentalizado” para financiar e comandar a estrutura de apoio à suposta tentativa de golpe de Estado.
  • O partido repassou R$ 1.225.000 ao instituto “Instituto Voto Legal” no segundo semestre de 2022. A organização foi responsável pela elaboração do “Relatório Técnico — Logs Inválidos de Urnas Eletrônicas”, divulgado em 15 de novembro de 2022, que questionava a segurança das urnas eletrônicas, especialmente as fabricadas até 2020.
  • Com base nesse relatório, foi apresentada pelo PL uma “representação eleitoral para verificação extraordinária” em 22 de novembro de 2022 ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

o, divulgação e amplificação de notícias falsas quanto à segurança das eleições de 2022 para estimular seguidores a permanecerem na frente de quartéis e instalações das Forças Armadas.

  • O segundo ponto de atuação dos militares investigados pela PF seria de apoio às ações golpistas, reuniões e planejamento para manter os atos em frente aos quartéis, incluindo mobilização, logística e financiamento para auxiliar os manifestantes.
  • Havia ainda o “Núcleo de Inteligência Paralela”, que seria formado pelos militares Augusto Heleno, Marcelo Camara e Mauro Cid. Esse grupo faria a coleta de dados e informações que auxiliassem a tomada de decisões do então presidente da República na consumação do golpe.

Indícios contra Jair Bolsonaro

  • O ex-presidente Bolsonaro teria pressionado os ministros do governo, durante reunião realizada em 5 de julho de 2022, para que promovessem e replicassem “desinformações e notícias fraudulentas” quanto à confiança do sistema eleitoral brasileiro, revela o processo.
  • “Vou entrar em campo usando o meu exército, meus 23 ministros”, afirmou o ex-chefe do Executivo federal na ocasião. É o que consta no relatório enviado pela Polícia Federal para embasar a operação realizada nessa quinta-feira. Os agentes obtiveram relatos da reunião com a apreensão de um computador na residência de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro que assinou, em 2023, um acordo de colaboração premiada com a PF.
  • Além disso, uma minuta de golpe de Estado foi encontrada no escritório de Bolsonaro na sede do PL. O rascunho previa uma declaração de estado de sítio e um decreto de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) no país.
  • Segundo a PF, o ex-presidente chegou a solicitar alterações à minuta de golpe de Estado antes de apresentá-la a comandantes das forças militares.
  • Na segunda versão, as ordens de prisão do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), teriam sido retiradas a pedido de Bolsonaro. Apenas o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), continuou na mira.
  • As mudanças teriam sido solicitadas ao ex-assessor Filipe Martins, “tendo o mesmo retornado alguns dias depois ao Palácio do Alvorada e alterado o documento conforme solicitado”, segundo o processo.
  • O documento teria sido apresentado aos comandantes do Exército e da Marinha e ao então ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira, em 7 de dezembro de 2022.
  • Ainda não se sabe se os documentos eram os mesmos encontrados na casa do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres em 2023.
  • As investigações da Polícia Federal apontam ainda que Moraes foi monitorado por assessores de Bolsonaro. O monitoramento incluía deslocamento e localização do ministro entre 14 e 31 de dezembro de 2022.
  • Outro núcleo ligado a Bolsonaro seria o “Núcleo Jurídico”, composto por pelo menos cinco integrantes: o ex-assessor Filipe Martins; o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres; o advogado Amauri Saad; o padre Jose Eduardo de Oliveira e Silva e o militar do Exército e ex-ajudante de ordens Mauro Cid.
  • Esse núcleo seria o responsável por entregar o “rascunho do golpe” e fazer alterações a pedido de Bolsonaro. O documento teria sido originalmente entregue pelo ex-presidente justamente por Filipe Martins e Amauri Saad.
  • Nessa quinta-feira (8), a PF foi à casa do ex-presidente em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, onde apreendeu o celular de Tércio Arnaud, um dos assessores que estava com ele no local. O passaporte do ex-presidente não estava na residência. A defesa de Bolsonaro entregou o documento no fim da manhã, em Brasília, à PF.
  • Bolsonaro está proibido de sair do país e de manter contato com outros investigados, inclusive, por meio de advogados.

Oposição reclama de parcialidade

  • O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, disse em entrevista coletiva que “qualquer estudante de direito” sabe que uma possível vítima não tem imparcialidade suficiente para conduzir uma investigação. Por isso, segundo ele, o ministro Alexandre de Moraes deveria ser afastado do inquérito.
  • Sobre a minuta de golpe, o parlamentar disse que “é um processo claro de se requentar uma situação com outra roupagem”. “É um contorcionismo jurídico para inibir a oposição brasileira”, declarou.
  • Carlos Portinho (RJ), líder do PL no Senado, disse que não houve nada concreto. Teria havido “cogitação”, o que não seria crime, na visão dele. “Não houve execução” pelo governo ou “autorização do presidente Bolsonaro” para qualquer ato, disse.
  • O senador Jorge Seif (PL-SC) afirmou que “o PL tem uma previsão de fazer muitos prefeitos em todo o Brasil, muitos vereadores [neste ano eleitoral]”. Por isso, estaria sendo feita uma “espetacularização do uso da Justiça, esse consórcio do Executivo com o Judiciário para enfraquecer [o partido]”.

Fonte: r7

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Brasil

Entenda a operação da PF que investiga tentativa de golpe de Estado em prol de Bolsonaro

por Redação 9 de fevereiro de 2024

A Polícia Federal cumpriu 33 mandados de busca e apreensão e 4 de prisão preventiva em nove estados e no Distrito Federal nessa quinta-feira (8). A Operação Tempus Veritatis investiga a suposta organização de um golpe de Estado em 2022 em prol do candidato derrotado e ex-presidente Jair Bolsonaro, com a participação de ex-assessores, militares e do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

Entenda os principais pontos da operação:

  • O coronel Marcelo Costa Câmara e Filipe Martins, ex-assessores diretos de Bolsonaro, foram presos. A PF também prendeu Rafael Martins de Oliveira, major do Exército.
  • Apesar de ter mandado de prisão contra ele, o coronel Bernardo Romão Corrêa Neto está em missão em Washington, nos Estados Unidos. Ele já se apresentou às autoridades brasileiras no país e aguarda providências.
  • Não havia mandado de prisão contra Valdemar Costa Neto, presidente do PL, mas ele foi detido em flagrante por posse irregular de arma de fogo.
  • O papel de Valdemar Costa Neto era de “principal fiador dos questionamentos” ao processo eleitoral, segundo aponta a investigação da PF. Ele seria peça-chave do chamado “Núcleo de Desinformação e Ataques ao Sistema Eleitoral” do grupo criminoso.
  • A arma encontrada com Valdemar seria do filho dele. A PF achou também uma pepita de ouro, que será rastreada.
  • O PL, segundo apontam as investigações da Polícia Federal, foi “instrumentalizado” para financiar e comandar a estrutura de apoio à suposta tentativa de golpe de Estado.
  • O partido repassou R$ 1.225.000 ao instituto “Instituto Voto Legal” no segundo semestre de 2022. A organização foi responsável pela elaboração do “Relatório Técnico — Logs Inválidos de Urnas Eletrônicas”, divulgado em 15 de novembro de 2022, que questionava a segurança das urnas eletrônicas, especialmente as fabricadas até 2020.
  • Com base nesse relatório, foi apresentada pelo PL uma “representação eleitoral para verificação extraordinária” em 22 de novembro de 2022 ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
  • Mesmo os investigados tendo ciência da chance remota de sucesso no TSE, a estratégia adotada “teve a finalidade de servir de fundamento para a tentativa de execução do golpe de Estado, que estava em curso”, segundo o processo.
  • O partido ainda manteria uma casa no Lago Sul, região rica de Brasília, utilizada como comitê de campanha do Jair Bolsonaro e que, depois, teria começado a ser frequentada por entusiastas e articuladores do suposto golpe de Estado. O local foi chamado pela PF de “QG do Golpe”.

Envolvimento de militares

  • Segundo a PF, inicialmente, 16 militares são investigados por pelo menos três formas de atuação.
  • A primeira é a produção, divulgação e amplificação de notícias falsas quanto à segurança das eleições de 2022 para estimular seguidores a permanecerem na frente de quartéis e instalações das Forças Armadas.
  • O segundo ponto de atuação dos militares investigados pela PF seria de apoio às ações golpistas, reuniões e planejamento para manter os atos em frente aos quartéis, incluindo mobilização, logística e financiamento para auxiliar os manifestantes.
  • Havia ainda o “Núcleo de Inteligência Paralela”, que seria formado pelos militares Augusto Heleno, Marcelo Camara e Mauro Cid. Esse grupo faria a coleta de dados e informações que auxiliassem a tomada de decisões do então presidente da República na consumação do golpe.

Indícios contra Jair Bolsonaro

  • O ex-presidente Bolsonaro teria pressionado os ministros do governo, durante reunião realizada em 5 de julho de 2022, para que promovessem e replicassem “desinformações e notícias fraudulentas” quanto à confiança do sistema eleitoral brasileiro, revela o processo.
  • “Vou entrar em campo usando o meu exército, meus 23 ministros”, afirmou o ex-chefe do Executivo federal na ocasião. É o que consta no relatório enviado pela Polícia Federal para embasar a operação realizada nessa quinta-feira. Os agentes obtiveram relatos da reunião com a apreensão de um computador na residência de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro que assinou, em 2023, um acordo de colaboração premiada com a PF.
  • Além disso, uma minuta de golpe de Estado foi encontrada no escritório de Bolsonaro na sede do PL. O rascunho previa uma declaração de estado de sítio e um decreto de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) no país.
  • Segundo a PF, o ex-presidente chegou a solicitar alterações à minuta de golpe de Estado antes de apresentá-la a comandantes das forças militares.
  • Na segunda versão, as ordens de prisão do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), teriam sido retiradas a pedido de Bolsonaro. Apenas o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), continuou na mira.
  • As mudanças teriam sido solicitadas ao ex-assessor Filipe Martins, “tendo o mesmo retornado alguns dias depois ao Palácio do Alvorada e alterado o documento conforme solicitado”, segundo o processo.
  • O documento teria sido apresentado aos comandantes do Exército e da Marinha e ao então ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira, em 7 de dezembro de 2022.
  • Ainda não se sabe se os documentos eram os mesmos encontrados na casa do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres em 2023.
  • As investigações da Polícia Federal apontam ainda que Moraes foi monitorado por assessores de Bolsonaro. O monitoramento incluía deslocamento e localização do ministro entre 14 e 31 de dezembro de 2022.
  • Outro núcleo ligado a Bolsonaro seria o “Núcleo Jurídico”, composto por pelo menos cinco integrantes: o ex-assessor Filipe Martins; o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres; o advogado Amauri Saad; o padre Jose Eduardo de Oliveira e Silva e o militar do Exército e ex-ajudante de ordens Mauro Cid.
  • Esse núcleo seria o responsável por entregar o “rascunho do golpe” e fazer alterações a pedido de Bolsonaro. O documento teria sido originalmente entregue pelo ex-presidente justamente por Filipe Martins e Amauri Saad.
  • Nessa quinta-feira (8), a PF foi à casa do ex-presidente em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, onde apreendeu o celular de Tércio Arnaud, um dos assessores que estava com ele no local. O passaporte do ex-presidente não estava na residência. A defesa de Bolsonaro entregou o documento no fim da manhã, em Brasília, à PF.
  • Bolsonaro está proibido de sair do país e de manter contato com outros investigados, inclusive, por meio de advogados.

Oposição reclama de parcialidade

  • O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, disse em entrevista coletiva que “qualquer estudante de direito” sabe que uma possível vítima não tem imparcialidade suficiente para conduzir uma investigação. Por isso, segundo ele, o ministro Alexandre de Moraes deveria ser afastado do inquérito.
  • Sobre a minuta de golpe, o parlamentar disse que “é um processo claro de se requentar uma situação com outra roupagem”. “É um contorcionismo jurídico para inibir a oposição brasileira”, declarou.
  • Carlos Portinho (RJ), líder do PL no Senado, disse que não houve nada concreto. Teria havido “cogitação”, o que não seria crime, na visão dele. “Não houve execução” pelo governo ou “autorização do presidente Bolsonaro” para qualquer ato, disse.
  • O senador Jorge Seif (PL-SC) afirmou que “o PL tem uma previsão de fazer muitos prefeitos em todo o Brasil, muitos vereadores [neste ano eleitoral]”. Por isso, estaria sendo feita uma “espetacularização do uso da Justiça, esse consórcio do Executivo com o Judiciário para enfraquecer [o partido]”.

Fonte: r7

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Brasil

Brasileiro suspeito de integrar quadrilha internacional de golpes financeiros é preso

por Redação 2 de fevereiro de 2024

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu o primeiro integrante de uma suposta quadrilha internacional que teria faturado milhões de reais com golpes de falsos investimentos. O suspeito é brasileiro e foi extraditado de Lisboa, capital de Portugal, onde o grupo estava sediado. Os investigadores brasileiros contaram com a ajuda da INTERPOL. Outros presos ainda esperam o processo de extradição. A prisão aconteceu no aeroporto de Brasília, e o preso foi conduzido para o complexo penitenciário da Papuda.

Segundo as investigações, o chefe da quadrilha é David Suckoup, da República Checa. O grupo tinha uma empresa laranja por onde o dinheiro chegava em Portugal, via criptomoedas. ” Não conseguimos recuperar todos os ativos desviados das milhares de vítimas espalhadas por todo o Brasil, as que pelo menos elas possam ter um pouco de paz e a satisfação de que algo foi feito. Os responsáveis não saíram ilesos”, explicou o delegado responsável pelo caso, Erick Sallum.

Suckoup chegou a fugir de Portugal, mas foi preso em Frankfurt, na Alemanha. As autoridades do país estão em contato com os investigadores brasileiros para saber os critérios de prisão se adequam aos padrões europeus. Outros seis brasileiros aguardam a autorização de extradição. Os processos são intermediados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Algumas pessoas chegaram a perder mais de R$ 1 milhão com os falsos investimentos. O delegado também alerta a população para os golpes cada vez mais articulados e modernos. “Jamais acreditem em promessas de rentabilidades milagrosas. Depois que o dinheiro é entregue aos criminosos, a recuperação é sempre complicada”, ressaltou.

“A PCDF e a Lei brasileira demonstraram que tem capacidade técnica para alcançar mesmo aqueles que se achavam intocáveis por estarem aplicando os golpes fora do país”, concluiu.

Fonte: r7

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Segurança

Polícia prende quadrilha após sequestro e tortura de reféns em SP

por Redação 31 de agosto de 2023

Um homem foi preso e dois menores apreendidos suspeitos de integrarem uma quadrilha especializada em sequestros, no Itaim Paulista, zona leste de São Paulo, na tarde desta quarta-feira (30).

A Polícia Militar foi informada sobre a participação de um carro, de cor cinza, em diversos sequestros na região.

Os agentes iniciaram investigações e souberam que o veículo geralmente fica estacionado na rua Barão de Almeida Galeão, próximo a uma garagem e um prédio de moradia popular.

Na quarta-feira, os policiais foram informados que quatro suspeitos sequestraram duas pessoas na região.

Nada foi encontrado no endereço. Porém, suspeitando da participação do veículo cinza, os PMs se direcionaram para a rua onde o veículo ficava.

No local, eles encontraram dois suspeitos, que fugiram para uma área de mata quando notaram a aproximação dos agentes.

Reféns libertados
Na garagem, os policiais encontraram dois homens sendo mantidos reféns desde às 8h. Ambas foram libertadas ilesas.

Durante as buscas, os agentes abordaram diversas pessoas e abordaram três rapazes, na rua Eugênio Grieco, que afirmaram conhecer a dupla foragida, e confessaram que participam de uma quadrilha responsável por realizar sequestros.

O trio, um maior e outros adolescentes, foram reconhecidos pelas vítimas na delegacia.

Vítima atraída por anúncio de moto
A vítima conversou com a equipe da Record TV e afirmou ter sido atraída por um anúncio de uma moto na noite anterior (29). O golpista combinou o ponto de encontro e deixou o “comprador” confortável.

O homem se deslocou até o endereço mencionado acompanhado de um colega e foi sequestrado por quatro homens e colocado no carro cinza.

No cativeiro, os suspeitos ameaçaram matar e até cortar os dedos da mão das vítimas. Após torturar os reféns, eles disponibilizaram as senhas das contas bancárias e do cartão. Ao todo, cerca de 25 mil reais foram roubados.

Ainda de acordo com a corporação, no mesmo endereço usado como ponto de encontro uma outra pessoa foi atraída por anúncio de venda de celular do modelo iPhone, com valor atrativo.

Ao notar que se tratava de um sequestro tentou correr do quarteto, mas foi atingido por um disparo de arma de fogo na região do tórax. O ferido foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Tide Setúbal, onde permanece internado e estável.

O caso foi registrado no 50° DP (Itaim Paulista).

Fonte: r7

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Segurança

Falso policial que tentou entrar em prédio de luxo em SP é preso

por Redação 20 de julho de 2023

Um homem foi preso na noite de quarta-feira (19) suspeito de se passar por um policial e tentar invadir um condomínio residencial de alto padrão no bairro dos Jardins, área nobre de São Paulo.

O caso aconteceu no início de julho, quando dois supostos policiais civis se apresentaram na portaria de um edifício de luxo com um mandado de busca e apreensão.

O porteiro desconfiou da ação, impediu a entrada dos falsos agentes e informou que iria chamar uma pessoa do condomínio para acompanhar a visita. Os homens, então, foram embora em uma viatura clonada da Polícia Civil.

O veículo falsificado foi localizado abandonado na região de Heliópolis, na zona sul da capital paulista.

Segundo informações da Record TV, os porteiros da região passaram por um treinamento contra este tipo de golpe anos atrás, época em que houve um boom de ações como essa.

De acordo com o conselho de segurança do bairro dos Jardins, os porteiros do bairro foram instruídos a chamar o síndico para acompanhar visitas de agentes da lei. Os funcionários também devem exigir todas as credenciais de quem deseja entrar no prédio.

Fonte: r7

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CidadeGuarulhos

Procon alerta sobre golpe de empresa fornecedora de equipamentos de energia solar

por Redação 19 de maio de 2023

O Procon Guarulhos alerta a população sobre a empresa Helux Energia Sustentável, com sede no município de São José dos Campos, que foi multada por suspeita de aplicar golpes em consumidores de cidades paulistas como Guarulhos, Taubaté, Ilhabela, Caraguatatuba e São Paulo.

A prática consiste na visita de representantes da empresa em residências para ofertar a instalação de painéis solares a fim de reduzir o consumo de energia elétrica. Entretanto, após a assinatura do contrato e o pagamento por transferência bancária, os equipamentos não são entregues e o serviço de instalação contratado não é executado. Há relatos de consumidores que sofreram prejuízos de mais de R$ 175 mil.

A Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor de Guarulhos informa que em razão das irregularidades multou a empresa pelo não cumprimento do contrato (entrega do produto e instalação), por obter vantagem manifestamente excessiva, por cláusulas do contrato consideradas abusivas que colocam o consumidor em desvantagem exagerada e pelo contrato redigido com o tamanho da letra menor do que o recomendado pela legislação.

Nos últimos meses, de acordo com a coordenadora do Procon Guarulhos, Vera Tulher, constatou-se o aumento substancial de golpes contra os consumidores, os quais são abordados em suas residências por falsos comerciantes que oferecem a suposta venda de filtros, colchões magnéticos, entre outros produtos, e até motoboys se passando por mensageiros de bancos.

“A população deve redobrar a atenção e desconfiar das facilidades oferecidas. As vítimas desses golpes devem denunciar à polícia para a lavratura de boletim de ocorrência e ao Procon para a abertura de reclamação administrativa”, orienta a coordenadora.

O Procon Guarulhos apurou ainda que a empresa possui diversas reclamações em outros Procons municipais, bem como em sites de defesa do consumidor.

Canais de atendimento

O Procon Guarulhos atende pelo telefone 151, do Disque-Denúncia, pelo site procon.guarulhos.sp.gov.br e de forma presencial de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, nas seguintes unidades:

Procon Central: rua Sete de Setembro, 164, Centro.

Procon São João: rua Mesquita, 161, Jardim São João – Telefone: 2408-4315.

Procon Pimentas: estrada do Capão Bonito, 53, Conjunto Marcos Freire (prédio do CIC) – Telefone: 2484-1070.

Arte: Comunicação / PMG

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MundoSegurança

Três funcionários da ONU morrem em confrontos em Darfur, no Sudão

por Redação 16 de abril de 2023

Três funcionários da ONU (Organização das Nações Unidas) no Sudão foram mortos na região da cidade de Darfur, neste domingo (16), informou o chefe da missão da ONU no país africano.

Desde a manhã de sábado (15), os confrontos entre o exército e as forças paramilitares ficaram mais acirrados, o que incluiu ações como a tomada do Palácio Presidencial e do aeroporto internacional pelas FAR (Forças de Apoio Rápido), comandadas pelo general Mohamed Hamdan Daglo.

“Três funcionários do Programa Alimentar Mundial foram mortos em confrontos que eclodiram em Kabkabiya, no norte de Darfur”, disse Volker Perthes, representante especial da ONU, em comunicado.

Fonte: r7

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GuarulhosTecnologia

‘Era muito real’: novo golpe utiliza deepfake para imitar imagens e voz de pessoas nas redes sociais

por Redação 23 de março de 2023

Os golpes cibernéticos se tornaram extremamente comuns na atualidade, mas com o desenvolvimento contínuo de novas tecnologias, mesmo os esquemas mais manjados enganam muita gente. Uma nova maneira mais complexa e sofisticada de golpe envolve as chamadas deepfakes.

Com a tecnologia avançada, criminosos falsificam vídeos e vozes de pessoas para pedir dinheiro para parentes e contatos próximos.

O advogado Victor Del Vecchio é uma das milhões de pessoas no Brasil que já sofreram com golpes digitais. No caso dele, um número desconhecido se passou por ele, colocando sua foto no perfil, e enviou mensagens ao pai e a mãe.

Em busca de dinheiro, os criminosos explicam que aquele é um número temporário, enquanto o oficial está em conserto, e solicitam dinheiro para os familiares. “Solicitaram Pix em tom de empréstimo a ser quitado em breve. Quando meus pais demoram a responder, os golpistas ligam e desligam na hora que atendem, para dar um tom de urgência”, explicou Victor Del Vecchio, em entrevista ao R7.

Mas o que realmente surpreendeu o advogado, de 31 anos, foi o golpe sofrido por uma amiga, no dia 10 de março. Ela avisou para Victor que o perfil dela no Instagram havia sido hackeado, e que ele ficasse atento com mensagens suspeitas.

Quando ele visualizou os stories da conta, percebeu o famoso golpe do Pix — aquele que induz os seguidores a enviar uma quantia em dinheiro à uma determinada chave para receber o dobro de volta.

O que chocou Victor foi que, além dos stories, um vídeo postado no feed mostrava a amiga supostamente incentivando a iniciativa.

“Era o rosto e a voz dela falando e atestando que aquele esquema era muito bom, garantindo: Nossa gente, é fantástico isso! Vocês não acreditam, eu achei que não funcionava, mas eu já ganhei muito dinheiro. Estou impressionada!”, explicou ele.

Acontece que as imagens não eram reais, e haviam sido manipuladas com deepfake. “A tecnologia de deepfake pode ser usada para criar vídeos ou áudios falsos que parecem muito reais, fazendo com que as pessoas sejam enganadas”, explica Cleber Marques, executivo na empresa de qualidade de software Inmetrics, em entrevista ao R7.

A qualidade da gravação que envolveu a amiga impressionou Victor, que teve trabalho para perceber os rastros de falsificação.

“Era muito real. Eu olhei o vídeo muitas vezes até detectar alguma imperfeição. Não era perceptível que era uma montagem. A única parte que eu consegui identificar que não era ela foi quando apareceu a mão, diferente da dela, provavelmente de uma pessoa em quem o vídeo foi feito em cima”, lembra ele.

O vídeo também tinha a voz da amiga do advogado, o que o deixou mais realista. “A voz era muito parecida. Isso eu não sei identificar se é um programa que simula ou se deram a sorte de ter uma voz parecida com a dela”, relembra Victor.

Na verdade, existem programas baratos que simulam vozes a partir de pequenas amostras, encontradas em posts de redes sociais. Softwares do tipo começaram a ser usados em golpes telefônicos nos Estados Unidos.

Segundo Victor, a dona da conta não havia acessado nenhum link ou se inscrito em nada suspeito que poderia ter causado violação de segurança.

“Tudo indica que foi um ataque hacker, o que me deixou mais assustado ainda, porque aparentemente é uma coisa a que todos nós estamos sujeitos”, completa ele.

Segundo Cleber Marques, o desenvolvimento de “inteligências artificiais mais avançadas pode tornar mais fácil para os golpistas enganarem as pessoas”, e por isso é preciso estar atento.

O especialista destaca alguns cuidados que devem ser tomados: “Verificar a autenticidade da solicitação, manter senhas e informações pessoais seguras, usar softwares de segurança, não clicar em links suspeitos, ficar atento aos sinais de fraude e aprender sobre as novas tecnologias de segurança. Lembre-se, é sempre melhor ser cauteloso e verificar a autenticidade de uma solicitação antes de fornecer informações pessoais ou financeiras”.

Apesar de existirem ferramentas que identificam se conteúdos foram produzidos por IA, elas ainda tem um índice baixo de sucesso.

A amiga de Victor não conseguiu recuperar a conta, mesmo após diversas tentativas. “Ela teve um suporte super ruim da Meta, que cuida do Instagram, não conseguiu recuperar a conta e teve que abrir um perfil novo. Fez boletim de ocorrência, mas não conseguiu recuperar até hoje”, completa o advogado.

Fonte: r7

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Golpistas usam inteligência artificial para clonar vozes e extorquir dinheiro de vítimas

por Redação 10 de março de 2023

Golpistas começaram a utilizar inteligência artificial para enganar vítimas e ganhar milhares de dólares. Em um dos casos mais assustadores, criminosos utilizaram um software avançado para imitar a voz do neto de uma senhora de 73 anos e quase conseguiram extorquir dinheiro dela.

A canadense Ruth Card recentemente recebeu a ligação de alguém que dizia ser Brandon, um neto dela, que contou estar preso e precisava de dinheiro para fiança. Quase sem pensar, ela e o marido Greg correram para o banco.

Conseguiram sacar 3.000 dólares canadenses (R$ 11,2 mil, na cotação atual) de uma agência de Regina, no Canadá, e só não tiraram mais porque o gerente de uma segunda agência havia falando com um cliente que dissera ter recebido uma ligação semelhante, mas percebera que a voz era falsificada a tempo.

“Estávamos realmente convencidos de que conversamos com Brandon”, disse Ruth Card, em entrevista ao jornal Washington Post.

Assim como no Brasil, golpes que usam identidade de conhecidos são comuns nos Estados Unidos e Canadá. Mas, recentemente, eles começaram a ficar mais sofisticados graças ao uso de inteligência artificial generativa.

Programas relativamente baratos permitem imitar vozes com pequenas amostras de áudio que podem ser obtidas de vídeos publicados online. A IA identifica características únicas da voz, como sotaque e entonação, e o que não consegue estabelecer com precisão, é preenchido com vozes semelhantes pesquisadas em imensos bancos de dados que alimentam tais programas.

Em uma ligação, basta ao golpista digitar que o programa “fala” com a vítima.

Uma dessas ferramentas mais famosas, criada pela startup EvenLabs, foi criticada por não criar formas de coibir o mau uso da ferramenta. No fim de fevereiro, um jornalista da Vice testou uma versão de 5 dólares da ferramenta e conseguiu acessar a própria conta bancária.

No fim de janeiro, a empresa afirmou no Twitter que vai criar ferramentas para identificar vozes criadas por IA.

Advogados e bitcoins
Alguns não têm tanta sorte quanto Ruth. O Washington Post relatou o caso de Benjamin Perkin, cujos pais idosos foram roubados em 21 mil dólares canadenses (R$ 78,4 mil, na cotação atual).

Os pais dele receberam a ligação de alguém que disse ser advogado e informou que Benjamin tinha se envolvido em um acidente de carro e precisava de dinheiro para pagar advogados e evitar ficar preso.

O advogado disse que Benjamin falaria ao telefone e a voz soou igual à dele, segundo o depoimento. Isso convenceu os pais a transferirem o dinheiro, por meio de bitcoins — o que torna quase impossível rastrear o destino dos fundos e investigar o caso.

Como golpistas geralmente usam criptomoedas e podem ligar de telefones em praticamente qualquer país do mundo, rastreá-los é extremamente difícil. O pânico do momento também dificulta perceber o golpe: os pais de Benjamin afirmaram que a ligação parecia estranha, mas era convincente o bastante.

A saída, segundo alguns juristas, é criminalizar as fabricantes de softwares do tipo. Mas isso só ocorrerá quando casos como esses forem julgados, e para isso são necessários processos.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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