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GOVERNO FEDERAL

Economia

Com aumento real, previsão do salário mínimo atinge R$ 1.418 para 2024

por Redação 10 de agosto de 2023

Com a política de valorização, a previsão de reajuste do salário mínimo para 2024 é de 7,4%. Com isso, o piso nacional passará dos atuais R$ 1.320 para R$ 1.418, um incremento de R$ 98.

A mudança do salário mínimo afeta aposentadorias, abono salarial e benefícios sociais. O valor será referência para a proposta de Orçamento que será entregue pelo governo federal ao Congresso até o dia 31 de agosto.

Segundo o Ministério da Fazenda, o governo já trabalha com a previsão incluindo a política de valorização do piso nacional. Além de levar em consideração a inflação do ano anterior medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), o reajuste do salário mínimo será atrelado ao crescimento da economia, ou seja, do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos anteriores ao aumento.

O cálculo soma a última projeção do INPC, que estava em 4,48%, mais 2,9% do PIB de 2022. “Conforme os últimos dados da Grade de Parâmetros divulgados em julho/2023 pelo Ministério da Fazenda, a projeção do INPC acumulado para 2023 é de 4,48%. Esse índice, somado ao percentual de crescimento do PIB de dois anos anteriores ao reajuste (no caso 2022), conforme política de valorização do salário mínimo em vigência, resulta na previsão de salário mínimo para o próximo ano”, afirma a pasta em nota.

Na última terça-feira (8), a comissão mista do Congresso Nacional que analisa a medida provisória que estabelece o valor do salário mínimo em R$ 1.320 deste ano aprovou, por unanimidade, o texto do relator, deputado Merlong Solano (PT-PI), que incluiu a política permanente de correção do piso.

A proposta, que havia sido enviada pelo governo federal em maio, retoma os critérios vigentes entre 2007 e 2019. Nos anos do governo Bolsonaro, o ganho real deixou de ser repassado ao piso.

O último reajuste do piso foi em 1º de maio, de R$ 1.302 para R$ 1.320, um aumento de R$ 18, ou 1,38%. Neste ano, em 1º de janeiro, o piso já havia aumentado R$ 90, quando passou de R$ 1.212 para R$ 1.302, com impacto de R$ 69,3 bilhões na economia.

O reajuste leva em consideração o aumento do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), indicador da inflação das famílias com renda de até cinco salários mínimos, usado como referência para o valor do salário mínimo.

Veja os últimos reajustes do salário mínimo
2023 – R$ 1.320,00 (8,91%)
2022 – R$ 1.212,00 (10,04%)
2021 – R$ 1.100,00 (5,2%)
2020 – R$ 1.045,00 (4,7%)
2019 – R$ 998,00 (4,6%)
2018 – R$ 954,00 (1,8%)
2017 – R$ 937,00 (6,48%)
2016 – R$ 880,00 (11,6%)

Impacto
Segundo estimativas do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo é a base da remuneração de 60,3 milhões de trabalhadores e beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Essa política de valorização do salário mínimo tem impacto fiscal e orçamentário estimado em R$ 18,1 bilhões para 2024, R$ 25,2 bilhões para 2025 e R$ 39,1 bilhões para 2026.

Histórico
A Constituição determina que a remuneração mínima paga aos trabalhadores deve garantir a manutenção do poder de compra das famílias. O repasse apenas do INPC no cálculo do novo valor do piso nacional não repõe as perdas decorrentes da inflação, principalmente para a população mais carente.

Entre 2015 e 2019, o salário mínimo foi calculado, por lei, com base na expectativa para o INPC do ano e a taxa de crescimento real do PIB — a soma de todos os bens e serviços produzidos no país — de dois anos antes. A determinação buscava garantir uma reposição real da renda dos profissionais remunerados com o mínimo.

De 2019 a 2022, o piso salarial passou a ser corrigido apenas pelo INPC, a fim de preservar o poder de compra do mínimo. A decisão, no entanto, não traz ganho real à remuneração dos profissionais. Estimativas do governo mostram que cada R$ 1 a mais no salário mínimo eleva as despesas públicas em R$ 351,1 milhões. O mínimo voltou a ter aumento real em 2023.

O Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário, baseado no custo da cesta básica. Em junho de 2023, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 6.578,41, ou 4,98 vezes o mínimo atual, de R$ 1.320.

Fonte: r7

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Economia

Prazo para sacar cota do PIS/Pasep de R$ 25,5 bilhões termina neste sábado

por Redação 5 de agosto de 2023

Os trabalhadores com saldo de cotas do PIS/Pasep têm até este sábado (5) para realizar o saque dos valores. São 10,4 milhões de pessoas com saldo disponível, no total de R$ 25,5 bilhões. Os valores devem ser obtidos pelo aplicativo FGTS, sem a necessidade de comparecer às agências do banco.

Tem direito às cotas do PIS/Pasep quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada ou como servidor público no período de 1971 a 1988 e ainda não efetuou o saque. O saldo de trabalhadores que já morreram pode ser sacado pelos parentes.

Se o saque não for realizado no período, os recursos serão transferidos do FGTS para o Tesouro Nacional. Nesse caso, os interessados terão até cinco anos para fazer uma nova solicitação de retirada à União.

A incorporação foi autorizada pelo Congresso Nacional por meio da PEC do Estouro, aprovada no fim de 2022. A data-limite para saque foi estabelecida em atendimento ao edital de chamamento público feito pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O valor das cotas do PIS/Pasep repassado ao Tesouro será considerado ingresso de receita primária e, como tal, ficará à disposição do Poder Executivo.

Desde a publicação da medida provisória 946/2020, que transferiu os recursos para o FGTS, o saque integral das cotas do PIS/Pasep estava disponível aos titulares ou, em caso de trabalhador falecido, aos beneficiários legais.

Migração para o FGTS e para a União
Desde a migração das cotas do PIS/Pasep para o FGTS até o dia 30 de abril deste ano, a Caixa realizou mais de 513 mil pagamentos, totalizando R$ 745 milhões até 30 de junho.

Após o prazo de 5 de agosto, os valores não sacados serão transferidos para o Tesouro Nacional, e os interessados ainda poderão solicitá-los à União no prazo de até cinco anos.

O que são as cotas do PIS/Pasep?
Diferentemente do abono salarial, que é pago todos os anos, o saque integral do saldo de cotas de titulares de conta individual do PIS/Pasep foi liberado em 2019.

Em 2020, o Fundo PIS/Pasep foi extinto, e seu patrimônio, transferido para o FGTS, mas foram mantidas as contas individuais e a sua livre movimentação a qualquer tempo, até 1º de junho de 2025.

Dessa forma, as contas de titularidade dos participantes do Fundo PIS/Pasep passaram a estar vinculadas ao FGTS.

Quem tem direito
Tem direito às cotas quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada ou como servidor público no período de 1971 a 1988 e ainda não as sacou. Parentes podem sacar o saldo de trabalhadores que já morreram.

Como consultar e sacar

  • A consulta é feita por meio do aplicativo FGTS, que informará o saldo disponível para saque.
  • Para solicitar o saque, basta abrir o aplicativo, selecionar a mensagem “Você possui saque disponível” e, depois, clicar em “Solicitar o saque do PIS/Pasep”.
  • O trabalhador deverá escolher a forma de saque (crédito em conta ou presencial), verificar seus dados e selecionar “Confirmar saque”.
  • O saldo pode ser creditado em conta bancária de qualquer instituição indicada pelo trabalhador, sem custo nenhum.

Em caso de trabalhador falecido

  • Em caso de trabalhador falecido, o beneficiário pode acessar o próprio aplicativo FGTS e solicitar o saque na opção “Meus saques”, depois “Outras situações de saque” e, em seguida, escolher a opção “PIS/Pasep — Falecimento do trabalhador”; depois, deve juntar os documentos necessários e confirmar a solicitação.
  • Caso o trabalhador se enquadre em qualquer hipótese de saque FGTS e tenha conta PIS/Pasep, o saldo dessa conta é liberado em conjunto com o FGTS.
  • Em caso de dúvida, os trabalhadores podem acessar o aplicativo FGTS ou ligar para o telefone 4004-0104 (para capitais e regiões metropolitanas) ou para 0800 104 0104 (para demais regiões).

Fonte: r7

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Economia

Desenrola renegocia R$ 2,5 bi e limpa 3,5 mi de nomes em duas semanas

por Redação 1 de agosto de 2023

Nas segunda semana do programa Desenrola Brasil, a renegociação de dívidas com instituições financeiras já supera R$ 2,5 bilhões.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o valor representa quatro vezes mais do que na primeira semana do programa, lançado em 17 de julho, pelo governo federal.

Foram renegociados mais de 400 mil contratos de dívidas. A adesão ao programa vai até o dia 31 de dezembro.

Nesse mesmo período, apenas as instituições financeiras retiraram as anotações negativas (desnegativaram) de cerca de 3,5 milhões de registros de clientes que tinham dívidas bancárias de até R$ 100. Esse balanço não inclui baixas de registros de outros credores não bancários.

A primeira fase contempla somente dívidas com bancos. Pessoas físicas que devem até R$ 100 vão ficar automaticamente com o nome limpo nas instituições. Assim, os beneficiados poderão voltar a ter crédito ou fazer contrato de aluguel se não tiverem outras restrições. Mas o não pagamento das parcelas renegociadas leva a uma nova negativação.

“Consideramos que o programa cumpre o papel essencial nesse momento delicado das finanças das famílias brasileiras, ao procurar reduzir dívidas da maior quantidade possível de pessoas”, avalia o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

“Os bancos estão dando sua contribuição para que o Desenrola reduza o número de consumidores negativados e ajude milhões de cidadãos a diminuir seu endividamento”, acrescenta.

Como funciona
O programa, que vai estar vigente até 31 de dezembro de 2023, tem duas faixas de beneficiados. Ele começou pela faixa 2, destinada a pessoas físicas com renda acima de dois salários míninos (R$ 2.640) até R$ 20 mil e dívidas em banco sem limite de valor.

Nessa primeira fase, os bancos vão oferecer a possibilidade de renegociação diretamente em seus canais com os clientes, e as condições mudam de uma instituição para outra.

Já a faixa 1, voltada para pessoas físicas com renda mensal de até dois salários mínimos ou que constem no CadÚnico (Cadastro Único dos beneficiários dos programas sociais do governo federal) com dívidas de até R$ 5.000, deverá ser incluída ao longo do segundo semestre. O governo está desenvolvendo uma plataforma específica para esse público.

Ao todo, a expectativa é criar condições especiais para facilitar a renegociação de aproximadamente 70 milhões de pessoas.

A Febraban esclarece que cada banco tem sua estratégia de negócios, adotando políticas próprias para a adesão ao programa. As condições para a renegociação das dívidas, nessa etapa, serão diferenciadas, e caberá a cada instituição financeira que aderir ao programa defini-las.

Fonte: r7

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Economia

Desenrola Brasil: entenda como renegociar dívidas; programa começa nesta segunda

por Redação 17 de julho de 2023

O governo federal começa nesta segunda-feira (17) as operações do Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas que pode beneficiar até 70 milhões de pessoas.

As renegociações poderão ser feitas diretamente entre os clientes e as instituições financeiras em que os débitos existem. Com o nome limpo, é possível voltar a comprar a prazo, pegar empréstimos ou mesmo fechar contratos de aluguel.

Como participar

A renegociação das dívidas será feita por meio da plataforma do programa. Para participar, é preciso se cadastrar no site do governo federal (www.gov.br) e seguir as instruções para obter o nível de certificação “prata” ou “ouro”. Na plataforma, os cidadãos terão acesso à lista de dívidas que poderão ser negociadas no programa e a situação de cada uma delas.

Os beneficiários serão incentivados a realizar um curso de educação financeira, que estará disponível no momento da habilitação ao programa. A iniciativa atenderá devedores em três faixas. A terceira será iniciada em setembro.

Faixa 1
Na faixa 1, serão enquadradas pessoas físicas com renda bruta mensal de até dois salários mínimos, o equivalente a R$ 2.640, ou que estejam inscritas no Cadastro Único para programas sociais do governo federal (CadÚnico). Poderão ser renegociadas dívidas financeiras e de consumo, como contas de água, luz, telefone ou varejo, negativadas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022 e que não ultrapassem o valor total de R$ 5.000.

Nesta faixa, não podem ser financiadas:

  • dívidas de crédito rural;
  • dívidas de financiamento imobiliário;
  • créditos com garantia real; e
  • operações com funding ou risco de terceiros.

As dívidas renegociadas poderão ser quitadas à vista ou parceladas em até 60 vezes, com pagamento mínimo de R$ 50,00 e juros de até 1,99% ao mês.

Faixa 2
Na faixa 2, podem participar pessoas físicas com renda mensal de até R$ 20.000 e que tenham dívidas em cadastros de inadimplentes até 31 de dezembro de 2022. Nesse caso, a renegociação dos débitos pode ser feita de forma direta entre os devedores e as instituições financeiras, por meio de seus próprios canais de atendimento, com um prazo mínimo de 12 meses para o pagamento.

Nesta faixa, não podem ser financiadas:

  • dívidas de crédito rural;
  • que possuam garantia da União ou de entidade pública;
  • que não tenham o risco de crédito integralmente assumido pelos agentes financeiros;
  • que tenham qualquer tipo de previsão de aporte de recursos públicos; e
  • que tenham qualquer equalização de taxa de juros por parte da União.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Vendas de carros com desconto surpreendem concessionárias, que veem fim de estoque em 1 mês

por Redação 13 de junho de 2023

Um fim de semana com feriado prolongado não costuma ser visto como uma boa oportunidade de vendas, ainda mais no setor automotivo, que tem apresentado quedas seguidas de desempenho. Mas, ao contrário das experiências anteriores, desta vez concessionárias de veículos registraram aumento nos negócios, algumas com o dobro de vendas fechadas em dois dias, ante o número habitual.

“Desde o anúncio do pacote do governo e com o início dos descontos, o incremento nas vendas foi surpreendente. O destaque foi o fim de semana, que teria um movimento fraco, por ser de feriado prolongado; porém, as vendas foram 60% maiores que as de um fim de semana normal”, conta Marcos Leite, diretor de vendas da rede de concessionárias Amazon Fuji, da Volkswagen, que tem cinco lojas na cidade de São Paulo.

No mês passado, o segmento teve o pior maio desde 2016, com 166.361 carros novos vendidos, informou a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). A queda foi de 5% em relação ao mesmo mês de 2022.

A melhora do cenário se deve ao “mecanismo de desconto patrocinado na aquisição de veículos sustentáveis”, medida do governo federal que entrou em vigor na terça-feira (6), com a publicação da MP (medida provisória) nº 1.175 no DOU (Diário Oficial da União). Ela estabelece reduções entre R$ 2.000 e R$ 8.000 nos preços de tabela dos veículos zero-quilômetro que custam menos de R$ 120 mil. Elas serão aplicadas até o limite de R$ 500 milhões, que serão repassados às montadoras.

Para Marcos Leite, até o momento, o programa está cumprindo seu objetivo. “Muita gente tinha convicção de que não ia atingir [o objetivo]. A medida trouxe de volta o público que não estava comprando carro e, além disso, atraiu também o comprador dos veículos de mais de R$ 120 mil, que estão fora do pacote de descontos. Correspondeu bem ao que o governo pretendia. Os carros que mais saíram foram Polo, Gol e T-Cross, do estoque 2022-2023”, avalia.

Corrida às lojas
Fábio Varela, gerente-geral de veículos novos das quatro unidades da Renault R-Point na capital, diz que o movimento e as vendas praticamente triplicaram. “Normalmente são vendidos de oito a dez carros em uma semana. Nessa, só de quinta a sábado, com o alto volume de clientes, foram 44 automóveis comercializados”, diz.

A Renault é, ao lado da Fiat (com o Mobi), a marca que tem o carro mais barato do mercado, o Kwid Zen, que, com o desconto, sai por R$ 58.990. Talvez por isso, o público que esteve nessas lojas nos últimos dias, com idade entre 28 e 42 anos, tenha sido um pouco diferente da clientela frequente, que se concentra na faixa etária de 35 a 50 anos, como relata o gerente.

Para Varela, a corrida dos consumidores às concessionárias no primeiro fim de semana do programa de descontos pode ser explicada pela limitação dos recursos do programa. “Os clientes sabem que esse dinheiro deve acabar logo. A indústria calcula que vá ser suficiente para subsidiar 62 mil carros, e isso não dá para quatro meses. Além disso, pode faltar estoque de veículos, já que as montadoras ainda enfrentam a crise de componentes, que começou na pandemia.”

A “urgência” para quem quer aproveitar os descontos, aliás, é uma observação feita por todos os gestores de concessionárias ouvidos pela reportagem do R7, que têm a mesma opinião sobre os recursos de R$ 500 milhões, destinados pelo governo ao pacote de descontos para carros: não deve durar um mês.

Ney Faustini, diretor da concessionária Chevrolet Absoluta, afirma que os clientes têm a percepção do prazo curto. “O movimento foi muito grande, teve gente que passou pelas lojas só para conferir se tinha o desconto mesmo e ainda não fechou [negócio], mas já está voltando nesta semana para comprar. Hoje, segunda [antes das 17h], já fizemos cinco vendas. Sexta e sábado, vendemos mais que o dobro de um dia normal”, comemora.

A concessionária Hyundai Grand Brasil registrou um crescimento de 40% nas vendas no fim de semana, segundo o gerente Jonas Lopes. “Esperávamos um pouco mais, mas a alta taxa de juros e a restrição no crédito pesam muito na decisão dos clientes, e por isso estamos perdendo muitas vendas”, diz.

Ele afirma que não vão faltar carros da marca, que está com toda a linha HB20 e HB20S no programa. Além do desconto do governo, a montadora e a concessionária oferecem bônus aos clientes. “Esses R$ 500 milhões de incentivo não vão durar um mês”, prevê.

Uma diferença observada por ele nos últimos dias foi a visita de um maior número de casais, na faixa etária de 30 a 40 anos.

Estoques
Na concessionária da Volkswagen, a maior procura no fim de semana foi pelos carros da linha Polo. “São os mais baratos e, normalmente, os veículos de passeio mais procurados”, afirma Marcos Leite. Para o diretor de vendas, o que contribuiu para atrair os clientes, além do programa de descontos, foram as taxas promocionais de 0,99% oferecidas pela montadora. “E a concessionária também deu um desconto a mais, entre R$ 2.000 e R$ 5.000”, completa.

“Agora estamos fazendo os cálculos de estoque, porque temos uma limitação, e as pessoas que retornaram da viagem do feriado já vieram procurar automóveis. O movimento continua grande hoje”, afirma.

Em relação ao público que esteve nas lojas nos últimos dias, ele diz ter chamado sua atenção o aumento de pessoas em busca do primeiro carro, o que estava mais raro.

Recompor o estoque pode ser um desafio também para Faustini, da Chevrolet Absoluta, que praticamente liquidou o que tinha da linha Onix, graças à concessão de mais R$ 3.000 de redução, além do desconto previsto no pacote de incentivos do governo. O modelo mais simples desse carro, que custava R$ 85.290, agora sai por R$ 75.290. “Temos poucas unidades, e hoje passei o dia tentando repor meu estoque”, conta.

Enquanto uma parcela da população aproveita a oportunidade para, finalmente, comprar um carro zero-quilômetro, há pessoas que ainda duvidam dos descontos da medida do governo federal. A elas, Marcos, da Amazon Fuji, manda um recado: “Acreditem na redução, pois ela existe mesmo. Tive que mostrar a alguns clientes os anúncios das semanas anteriores, porque eles não acreditavam que os preços eram maiores”, finaliza.

Fonte: r7

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FeminicidioGuarulhos

Governo altera Lei Maria da Penha para garantir medidas protetivas de urgência a partir da denúncia

por Redação 20 de abril de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou mudanças na Lei Maria da Penha. A partir de agora, as medidas protetivas de urgência serão concedidas no momento em que a mulher que for vítima de violência fizer a denúncia a autoridades policiais. A medida foi publicada nesta quinta-feira (20) no Diário Oficial da União.

O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no mês passado. Segundo o texto, as medidas protetivas ficarão em vigor enquanto houver riscos à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da vítima ou de seus dependentes.

A lei também prevê que a proteção será concedida independentemente da tipificação penal da violência, do ajuizamento de ação penal ou cível, da existência de inquérito policial ou do registro de boletim de ocorrência.

A mudança na legislação também garante que a Lei Maria da Penha seja aplicada em todos os casos de violência doméstica e familiar “independentemente da causa ou da motivação” e da condição do agressor ou da vítima.

Violência doméstica
A Lei Maria da Penha, que completou 16 anos em agosto de 2022, tipifica a violência doméstica contra a mulher e abrange violações que vão desde lesões, sofrimento físico, sexual ou psicológico, dano moral ou patrimonial, até a morte, motivada pelo gênero da vítima.

Em outubro do ano passado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou o balanço da Operação Maria da Penha, realizada no ano passado em todo o país. A ação, que tinha o objetivo de combater a violência doméstica, terminou com 12.855 suspeitos presos por agressões e casos de feminicídio.

A operação ocorreu entre agosto e setembro de 2022, com 220 mil agentes de segurança envolvidos nas ações. Nesse período, 58.340 boletins de ocorrência com denúncias do tipo foram registrados e motivaram a concessão de 41,6 mil medidas protetivas às vítimas ameaçadas.

Fonte: r7

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EntretenimentoGuarulhos

Cerca de 1,5 milhão de brasileiros de baixa renda deve receber kit da nova parabólica digital

por Redação 6 de março de 2023

Famílias de baixa renda de 439 municípios podem solicitar o agendamento e a instalação de uma parabólica digital. O serviço é gratuito para pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais do governo federal e que têm a parabólica tradicional funcionando em casa. Segundo o Ministério das Comunicações, cerca de 1,5 milhão de pessoas devem ser beneficiadas.

A troca da parabólica tradicional pela digital tem o objetivo de garantir que não haja interferência (chuvisco, chiado e imagem travada) nos canais abertos de TV por satélite com a chegada do 5G, já que o sinal é transmitido pela mesma frequência, segundo a pasta.

Além disso, a parabólica digital oferece som e imagem com mais qualidade e cem canais gratuitos. De acordo com o ministério, São Paulo é o estado com mais municípios com kits de instalação (163). Em seguida, aparecem Santa Catarina (36) e Paraná (33).

Como fazer o agendamento
Para agendar a instalação da antena de TV parabólica digital, a família deve entrar em contato pelo telefone 0800 729 2404 ou pelo site sigaantenado.com.br. É preciso informar dados pessoais, CPF e o NIS.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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