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governo

Economia

Congressistas querem derrubar MP da reoneração até 1º de abril

por Redação 3 de janeiro de 2024

Congressistas defensores da prorrogação da desoneração da folha de pagamento aos 17 setores que mais empregam no país preparam uma ofensiva à medida provisória (MP) que reonera as empresas. O objetivo é garantir a derrubada da matéria até 1º de abril, data em que os efeitos da medida começam a valer. Na outra ponta, o governo federal quer usar o período para construir um acordo com o parlamento. A ideia é chegar em um texto capaz de garantir mais arrecadação aos cofres públicos para perseguir as metas fiscais.

Uma possibilidade é garantir a permanência da desoneração aos 17 setores atualmente contemplados, mas revisar a concessão dada aos municípios com até 142 mil habitantes que reduz para 8% a alíquota da contribuição previdenciária sobre a folha dos municípios, atualmente de 20%. A alternativa ainda precisa ser discutida entre os parlamentares e há resistência em restringir a medida das prefeituras, sobretudo em ano de eleições municipais.

O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que vai analisar o teor dessa alternativa com os líderes, o que deve ocorrer nos próximos dias. “Para além da estranheza sobre a desconstituição da decisão recente do Congresso Nacional sobre o tema, há a necessidade da análise técnica sobre os aspectos de constitucionalidade da MP”, disse Pacheco.

Parlamentares já se organizam para derrubar a matéria ou até mesmo fazer com que ela seja devolvida ao Planalto, sem nem sequer ter a tramitação iniciada. O presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), sustenta que o Congresso já decidiu a questão por meio do projeto de lei e derrubou o veto presidencial que barrava a matéria. “Uma MP não deve ser feita para passar por cima da lei, contrariando toda a decisão majoritária do parlamento. É desgastoso e desrespeitoso.”

O autor do texto no Senado, Efraim Filho (União Brasil-PB), disse ser “clara a intenção do governo em tentar impor uma agenda, via MP, que ele não conseguiu sustentar em plenário, principalmente na votação da derrubada do veto”. Na avaliação da deputada federal Any Ortiz (Cidadania-RS), relatora da medida na Câmara dos Deputados, o governo foi “omisso” ao editar a MP, o que estremece a relação de negociação entre os poderes.

“O ministro [Fernando Haddad] vinha falando em apresentar uma proposta, que iria conversar com os setores, mas em momento algum fez isso. Às vésperas do final do ano, apresenta a MP, que causa grande instabilidade no processo. Estamos há mais de dez meses fazendo a discussão, nas duas casas, e em momento algum o governo nos procurou para discutir uma solução alternativa”, disse Ortiz.

A reportagem apurou que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), não gostou do gesto feito pelo governo por duas razões: a primeira é que o Congresso Nacional acabou de derrubar os vetos assinados por Lula à lei que prorrogou a desoneração da folha; e, segundo, porque a proposta foi enviada via medida provisória, e não por projeto de lei.

Governo
A ideia é que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, lidere as conversas em torno da MP. A equipe econômica quer reduzir a resistência ao longo dos próximos três meses para garantir a manutenção da medida, ainda que com alterações. Se o texto sofrer mudanças na Câmara ou no Senado, a matéria é aprovada na forma de um projeto de lei de conversão e enviada para sanção ou veto do presidente da República.

Questionado sobre as negociações em torno da medida provisória, Haddad respondeu, na entrevista em que anunciou a edição da MP, que “tudo vai depender de conversa”. “As pessoas vão lá fazer pressão setorial, nós vamos explicar. Quem vai ganhar o debate eu não sei. O que eu tenho observado é muita sensibilidade aos argumentos que estão sendo apresentados pela Fazenda. Eu sou muito grato até aqui pela maneira como o Congresso está tratando os assuntos da Fazenda. Não tenho queixa”, disse.

O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o movimento do governo e apostou na negociação com o Congresso. “Acredito no diálogo. Lula é o presidente do diálogo. Não era fácil resolver dois problemas de uma vez, como arcabouço e reforma”, disse Alckmin, justificando o motivo pelo qual o governo não conseguiu focar da discussão do projeto da desoneração.

A negociação só deve se intensificar após o recesso parlamentar, que termina em 1º de fevereiro. Além de Haddad, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, fará a ponte entre o governo e o Congresso durante as discussões.

O que diz a MP

A desoneração beneficia os 17 setores que mais empregam, responsáveis por 9 milhões de empregos. Em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia, conforme o setor, de 1% a 4,5%.

Com a nova medida, agora, o imposto volta a incidir sobre a folha de pagamento, mas de forma parcial. O texto determina que o tributo será aplicado apenas sobre o salário mínimo. A remuneração que ultrapassar o salário mínimo vai pagar normalmente.

Lula editou uma medida provisória que contém várias propostas para aumentar a arrecadação da União e alcançar a meta do déficit zero. O texto, que também é assinado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi publicado na última sexta-feira (29) no Diário Oficial da União (D.O.U.).

Confira o escalonamento feito pelo governo, em dois grupos, da reoneração da folha:

  • o primeiro grupo engloba atividades como transporte, comunicação e tecnologia da informação, cuja tributação vai funcionar da seguinte forma: 10% em 2024, 12,5% em 2025, 15% em 2026 e 17,5% em 2027;
  • o segundo grupo inclui atividades como engenharia civil, indústria têxtil e editorial, cuja tributação vai funcionar da seguinte forma: 15% em 2024, 16,25% em 2025, 17,5% em 2026 e 18,75% em 2027.
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Economia

Haddad anuncia reoneração gradual da folha e teto para compensação de tributos

por Redação 28 de dezembro de 2023

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira (28) que o governo vai encaminhar ainda neste ano ao Congresso Nacional uma medida provisória com três matérias que visam substituir a perda de arrecadação federal. São elas: limite para compensações judiciais, programa voltado para a retomada do setor de eventos e reoneração parcial das empresas. Não há um valor bruto do impacto de todas, mas o titular garantiu que as duas últimas são na ordem de R$ 6 bilhões.

A reoneração da folha deve provocar um embate com o Congresso Nacional. A proposta de prorrogação da desoneração foi aprovada por 84% dos deputados e por aclamação no Senado. Apesar disso, o projeto foi vetado integralmente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O veto, entretanto, foi derrubado pelos parlamentares.

Haddad vai propor que haja uma medida para regular as compensações judiciais acima de R$ 10 milhões. Durante coletiva de imprensa, o ministro informou que foram devolvidos cerca de R$ 500 bilhões para as empresas. “A União foi condenada a devolver, não para o consumidor, mas para a empresa que recolheu o imposto que cobrou do trabalhador”, disse.

Inicialmente, a ideia é limitar a compensação em 30% do montante. Entretanto, isso ainda depende de regulamentação. “É fazer um escalonamento, mas limitado a cinco anos. Se o crédito for menor, pode compensar mais rapidamente. Se for maior, pode se estender. Os 30% acabam sendo um valor médio”, ressaltou o secretário da Receita, Robinson Barreirinhas. Os integrantes da Fazenda não souberam detalhar o impacto dessa medida.

Haddad anunciou outras duas matérias que vão ser incluídas na medida provisória. Uma delas diz respeito a uma solução alternativa à desoneração da folha de pagamento. O texto, que será encaminhado ao Congresso Nacional, prevê uma reoneração gradual. Nesse momento, o texto não abrange os 17 setores da economia, mas por atividade principal e pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

“Não necessariamente volta para os 20% da cota patronal, pode ficar abaixo e ficará abaixo disso em alguns casos”, disse Haddad. “A ideia é isentar de pagamento de cota patronal o primeiro salário mínimo que o trabalhador recebe. Então, se ele ganhar um salário mínimo, não paga cota patronal. Se ele receber dois salários, a cota será a metade. Se ele ganha dez salários mínimos, vai pagar um salário”, completou.

A desoneração da folha de pagamento foi vetada de forma integral pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida, porém, foi derrubada pelo Congresso Nacional e continua vigente até 2027. Pela medida, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia, conforme o setor, de 1% a 4,5%.

Por fim, a última matéria trata do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), que prevê o parcelamento de dívidas de empresas da área relativas a tributos federais para compensar a perda de receita em razão da pandemia de Covid-19.

“Decidiu-se prorrogar por cinco anos. Isso está na exposição de motivos da lei, que esse programa ficaria limitado. A projeção era de R$ 4 bilhões de renúncia fiscal ao ano, e estamos fechando o primeiro ano com mais de R$ 16 bilhões de renúncia fiscal. Essa é a parte informada pelo contribuinte. Nós não temos noção do que não foi informado e eventualmente não foi pago”, argumentou Haddad.

“Estamos mudando o Perse para o ano que vem, em que volta a se pagar alguns tributos, outros vão voltar [a ser recolhidos] em 2025, mas o pacote de R$ 20 bilhões, que era o combinado, será compensado em dois anos: 2023 e 2024”, acrescentou.

Fonte: r7

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Economia

Prazo para adesão ao Desenrola é prorrogado até março de 2024

por Redação 12 de dezembro de 2023

O Ministério da Fazenda oficializou a prorrogação da Faixa 1 do programa de renegociação de dívidas Desenrola Brasil até o dia 31 de março de 2024. A extensão, já sinalizada na semana passada, foi confirmada nesta terça-feira (12) por publicação no DOU (Diário Oficial da União).

A ideia de ampliar o prazo para a adesão ao programa envolve a inclusão de consumidores que apresentaram dificuldade com o sistema de renegociação, afirmou o secretário Marcos Barbosa Pinto, do Ministério da Fazenda, ao divulgar os resultados parciais do programa.

Segundo Pinto, outra mudança estimada pelo secretário é a autorização das negociações por cidadãos que não tenham conta gov.br nos níveis ouro ou prata, determinação necessária para aderir ao Desenrola.

“Queremos eliminar esse requisito. Não achamos que seja o principal empecilho para as negociações, mas é um ponto que pode causar entrave para algumas pessoas”, analisou o secretário.

Na Faixa 1, responsável pelo novo prazo, os consumidores com dívidas de até R$ 5.000 podem repactuar débitos com bancos, varejistas, companhias de água, luz e telefone. As negociações envolvem o pagamento do valor reduzido à vista ou do financiamento em até 60 meses, com taxa de juros de até 1,99% ao mês.

Lançado no mês de julho para a Faixa 2, o programa beneficiou 10,7 milhões de pessoas, com a renegociação de R$ 29 bilhões, de acordo com balanço apresentado pelo Ministério da Fazenda na semana passada.

Fonte: r7

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Economia

Deputados avaliam fatiar reforma tributária aprovada no Senado para garantir aprovação até o fim do ano

por Redação 10 de novembro de 2023

Com a missão de garantir a promulgação da reforma tributária ainda neste ano, deputados avaliam fatiar o texto aprovado na quarta-feira (8) pelos senadores. A manobra divide opiniões dentro do Congresso e da própria equipe do governo, mas aparece como uma alternativa diante da previsão de novas mudanças a serem feitas na Câmara e do tempo curto para cumprir o prazo estipulado.

A aprovação da reforma tributária ainda em 2023 é pretensão tanto do governo federal quanto dos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). No entanto, a matéria só deve começar a ser rediscutida pelos deputados na semana de 20 de novembro — após o feriado de Proclamação da República, em 15 de novembro — e dividirá espaço com as análises do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e dos vetos durante sessão do Congresso agendada para 23 de novembro.

Mesmo com as restrições, Lira prevê a promulgação ainda neste mês, mas, para isso, considera fatiar a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma. “A Câmara terá que se pronunciar sobre o que o Senado fez. Isso é um fato. O que não impede que, se 90% do texto for comum, esses 90% sejam promulgados, e a gente fica a decidir se esses 10%, se a Câmara aceita”, disse o presidente, na terça (6).

Após a fala de Lira, o relator da proposta no Senado, senador Eduardo Braga (MDB-AM), sinalizou ser contra o fatiamento, ao avaliar que a medida “vai depender muito do tamanho do consenso que acontecer, sob pena de termos uma inviabilidade da aplicação do sistema tributário”.

Por ser uma PEC, o texto deve ficar indo e voltando de uma Casa a outra até que haja consenso. O fatiamento, portanto, serve como uma estratégia para validar apenas a parte em comum entre o Senado e a Câmara.

A análise do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é que não será necessário o fatiamento, mas ele alertou para o fato de que, se isso ocorrer, é preciso manter a “espinha dorsal” da proposta, que seria a simplificação da tributação brasileira, a não acumulação de impostos, além da desoneração do investimento, da exportação e da cesta básica.

“Eu não acredito que vai precisar”, disse Haddad após a aprovação da matéria no Senado. No entanto, afirmou que a Câmara tem autonomia para mudar o texto. “Aquilo que for comum às duas Casas pode ser promulgado. Aquilo que não for comum fica para outra oportunidade”, admitiu.

Já o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, avaliou que o mecanismo “é uma hipótese que sempre existiu, já foi feita em outros momentos”.

“Estávamos muito dedicados a concluir a votação da reforma tributária no Senado”, disse Padilha, ao afirmar que as alterações feitas pelos senadores “foram as necessárias” para garantir votos suficientes para a aprovação.

A articulação de Padilha está voltada agora para a Câmara e será feita em conjunto com o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da matéria na Casa. Ribeiro admitiu a possibilidade de fatiamento, mas disse que é necessário, primeiro, fazer uma avaliação do texto aprovado no Senado.

Líderes ligados ao centrão com quem a reportagem conversou não descartam a possibilidade de fatiamento, mas ponderam a necessidade de estudar esse cenário. A avaliação é que deixar parte importante da reforma tributária para uma análise posterior pode prejudicar a tramitação de outras pautas com interesses voltados às eleições municipais, que ocorrem em 2024.

Para garantir que não haja conflito nas prioridades, o grupo deve atuar para aprovar todos os pontos relevantes da PEC ainda neste ano.

A PEC é uma proposição legislativa que altera a Constituição Federal e não precisa de sanção do presidente da República. A reforma tributária é discutida no Brasil há pelo menos 40 anos.

Ponto a ponto

  • A reforma simplifica a tributação brasileira, transformando cinco impostos (ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins) em três: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e Imposto Seletivo (IS).
  • As novas alíquotas serão totalmente implementadas apenas em 2033.
  • O texto prevê uma trava para a carga tributária, além de um regime diferenciado para profissionais liberais, como advogados, engenheiros, contadores e médicos.
  • A proposta destina R$ 60 bilhões até 2043 para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR). Pelo texto, 70% do FNDR seria repartido entre estados com menor renda per capita, e os outros 30%, entre os mais populosos.
  • A reforma prevê ainda instrumentos de combate à desigualdade de desenvolvimento regional e econômico entre os estados. Um desses pontos — que gerou divergências entre os parlamentares — é a prorrogação de benefícios fiscais do IPI para empresas automobilísticas no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste até dezembro de 2032.
  • O relator, Eduardo Braga (MDB-AM), retomou o trecho que foi retirado na Câmara, mas incluiu a restrição do benefício apenas para automóveis “verdes”, como veículos elétricos ou movidos a biocombustíveis. O benefício, estabelecido na forma de crédito presumido da CBS, será reduzido em 20% ao ano entre 2029 e 2032.
  • Ao buscar o apoio do Centro-Oeste, Braga propôs prorrogar até 2043 a extinção de privilégios fiscais a estados dessa região, para compensar possíveis perdas de arrecadação. Na prática, essas unidades federativas estariam autorizadas a cobrar tributos sobre exportações de grãos, produtos primários e semielaborados até 2043.
  • Também houve alteração em relação ao regime automotivo do Nordeste e do Centro-Oeste, com “compromisso de investimento para além do prazo dos incentivos fiscais, de 2032”. Em relação à compra de automóveis, Braga também acatou uma emenda que mantém a taxa de isenção de tributos para pessoas com deficiência ou portadoras do espectro autista e para taxistas.
  • Outra mudança acatada foi a inclusão de cashback (dinheiro de volta) na compra de botijão de gás. A medida beneficia famílias de baixa renda.
  • Um dos pilares da reforma é a tributação apenas no local de consumo, e não mais no local de produção e de consumo, como ocorre atualmente.
  • O Imposto Seletivo (IS), que substituirá o IPI sobre armas e munições (exceto para a administração pública), por exemplo, será obrigatório. A taxa será usada como desincentivo à compra de produtos e serviços prejudiciais à segurança pública e à saúde, como bebidas e cigarros, e à “sustentabilidade ambiental e redução das emissões de carbono”.

Fonte: r7

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Brasil

Governo aumenta imposto de arma, spray de pimenta e munição de 29,25% para até 55%

por Redação 1 de novembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou, nesta terça-feira (31), um decreto que aumenta de 29,25% para até 55% as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre a venda de revólveres, pistolas, espingardas, carabinas, spray de pimenta e outros equipamentos, além de aumentar o tributo de munições.

O governo federal informou que estimativas apontam que a medida tem potencial de arrecadação da ordem de R$ 342 milhões em 2024, R$ 377 milhões em 2025 e R$ 414 milhões em 2026, totalizando R$ 1,1 bilhão.

“A medida se alinha com uma perspectiva conceitual de desarmamento da população civil, de recadastramento das armas em circulação e de combate à criminalidade. A política de recadastramento de armas permitidas e de uso restrito contabilizou em cinco meses 939 mil armas recadastradas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, 99% do total”, informou o governo.

Revogação de normas do governo anterior
No início do ano, Lula revogou as normas do governo de Jair Bolsonaro (PL) que ampliavam o acesso a armas de fogo e munições.

O decreto foi assinado por Lula durante a cerimônia de posse, em 1º de janeiro, e, entre outras medidas, suspendeu novos registros de armas por caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) e por particulares, reduziu o limite para a compra de armas e munições de uso permitido e suspendeu novos registros de clubes e escolas de tiro.

O documento ainda prevê que todas as armas compradas desde maio de 2019 sejam recadastradas pelos proprietários em até 60 dias.

Fonte: r7

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Brasil

Governo federal reconhece estado de emergência em mais cidades do AM; ministros visitam a região

por Redação 4 de outubro de 2023

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu estado de emergência em mais quatro municípios do Amazonas. Com isso, as regiões de Envira, Juará, Uarini e Tabatinga foram incluídas na lista de locais prejudicados pela estiagem. A publicação foi feita no Diário Oficial da União desta quarta-feira (4), data em que uma comitiva ministerial visita a região com o objetivo de traçar um plano para amenizar os impactos do fenômeno climático. O grupo é liderado pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB).

Segundo boletim do governo do Amazonas, 23 municípios estão em estado de emergência, 35 em estado de alerta, 2 em atenção e 2 em normalidade (veja a lista completa abaixo). As autoridades regionais calculam que 200 mil pessoas tenham sido afetadas pela estiagem prolongada. Os dados foram divulgados na última segunda-feira. O Corpo de Bombeiros do Amazonas combateu 14.897 focos de calor na região entre 1º de janeiro e 1º de outubro deste ano. A região sul do estado concentra a maior parte dos focos, 56,59%.

Confira as regiões mais afetadas pela seca no Amazonas
Cidades em emergência (23)
Maués, Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Amaturá, São Paulo de Olivença, Santo Antônio do Içá, Tonantins, Tabatinga, Manaus, Manaquiri, Iranduba, Envira, Itamarati, Eirunepé, Ipixuna, Tefé, Coari, Jutaí, Maraã, Uarini, Alvarães, Fonte Boa e Pauini.

Cidades em alerta (35)
Anamã, Anori, Caapiranga, Careiro, Careiro da Várzea, Codajás, Manacapuru, Novo Airão, São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro, Barcelos, Boca do Acre, Tapauá, Beruri, Humaitá, Manicoré, Novo Aripuanã, Nova Olinda do Norte, Borba, Guajará, Carauari, Juruá, Japurá, Barreirinha, Boa Vista do Ramos, Nhamundá, Urucará, São Sebastião do Uatumã, Parintins, Rio Preto da Eva, Itacoatiara, Silves, Itapiranga, Urucurituba e Autazes.

Cidades em atenção (2)
Lábrea e Canutama.

Cidades em normalidade (2)
Presidente Figueiredo e Apuí.

De acordo com a lei, o estado de emergência é reconhecido quando uma situação anormal, provocada por desastres, causa danos que dificultem parcialmente a capacidade de resposta do poder público estadual. Essa situação acontece na iminência de impactos na saúde e serviços públicos.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), vai visitar as áreas afetadas pela seca no Norte do país nesta quarta-feira (4). Até o momento, seis ministros vão participar da visita. São eles:

  • Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima);
  • Waldez Góes (Desenvolvimento Regional);
  • Sílvio Costa Filho (Portos e Aeroportos);
  • Alexandre Silveira (Minas e Energia);
  • José Múcio Monteiro (Defesa); e
  • Sônia Guajajara (Povos Indígenas).

Além disso, a secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, e representantes dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, da Secretaria de Relações Institucionais e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) vão estar presentes.

Os representantes do governo federal vão se reunir com autoridades locais para discutir medidas para amenizar os impactos da estiagem na região. A reunião está prevista para as 11h.

Fonte: r7

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Política

Governo conta com apoio de Republicanos e Progressistas em pautas econômicas

por Redação 20 de setembro de 2023

A articulação política do governo agiu, depois de um primeiro semestre de dificuldades na Câmara dos Deputados. Fechou acordo com as bancadas na Câmara de dois grandes partidos ligados ao centro, o Republicanos e o Progressistas.

O Republicanos tem 41 deputados, e o Progressistas, 49. Foi esse acordo que levou dois deputados para a função de ministros do governo do presidente Lula. Silvio Costa Filho assumiu o Ministério de Portos e Aeroportos, e André Fufuca, o Ministério do Esporte. Os dois partidos estiveram com o ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições do ano passado.

Mas qual foi o objetivo do governo ao ceder espaços tão importantes? O Blog conversou com um dos principais articuladores, e ele disse que o objetivo principal é aprovar pautas econômicas. Por exemplo, novos trechos da reforma tributária. Pautas de costumes não são prioridade.

O acordo político com os partidos se limita à relação na Câmara dos Deputados. O Palácio do Planalto não conta com os votos desses partidos no Senado Federal, como o dos senadores General Mourão e Damares Alves, que são do Republicanos.

Por outro lado, com mais acesso às políticas públicas e ao Orçamento, os deputados dos dois partidos conseguem levar mais verbas e obras para suas bases eleitorais. Isso será muito importante nas eleições municipais do ano que vem.

A posição oficial do Republicanos é que o partido é independente. Silvio Costa Filho teve até que se afastar das funções do partido em Pernambuco.

Integrantes relevantes dessa negociação me disseram que é hora de fazer política, e não de pensar nas diferenças ideológicas, que ficam para as eleições. É assim que os homens que decidem os rumos do país decidem, quer você goste, quer não, enquanto deixam os menos experientes brigando na sala.

Fonte: r7

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Economia

Ministro espera apresentar projeto que muda regras para saque do FGTS nesta semana

por Redação 13 de setembro de 2023

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta quarta-feira (13) que espera o envio ao Congresso Nacional ainda nesta semana do projeto de lei que vai mudar as regras para o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com a proposta formulada pelo governo, o trabalhador que optar pela modalidade de saque-aniversário terá a possibilidade de sacar o saldo da conta caso seja demitido sem justa causa.

De acordo com as regras atuais, quem se cadastra na modalidade de saque-aniversário fica impedido de receber o saldo que tem no FGTS se for demitido sem justa causa, tendo direito apenas ao valor da multa rescisória. Segundo Marinho, essa proibição é “inconstitucional” e vai contra os princípios que basearam a criação do FGTS.

“A essência do fundo, que era criar uma proteção de socorrer o trabalhador no infortúnio do desemprego, ele não pode acessar por conta que aderiu ao saque-aniversário. Olha a contradição que tem e, na minha opinião, é inconstitucional. Não sei por que nenhum advogado ainda patrocinou um processo arguindo a inconstitucionalidade desta proibição do trabalhador acessar seu direito”, afirmou Marinho, em entrevista à Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“O fundo é do trabalhador. Como que pode, em um momento que a constituição do fundo diz que é para socorrer no infortúnio do desemprego, nesse momento ele não pode acessar o seu saldo?”, acrescentou o ministro.

Marinho destacou, ainda, que o governo não vai propor o fim do saque-aniversário, que permite ao trabalhador realizar o saque de parte do saldo de sua conta do FGTS, anualmente, no mês de seu aniversário. Segundo ele, cabe ao Congresso decidir se essa modalidade deve ser extinta.

“Não está em debate o fim do saque-aniversário, igual muita gente se preocupa. Mas está em debate, sim, o desejo de milhões de pessoas que estão nessa situação, que foram demitidos e não puderam sacar o saldo de garantia. Devemos essa semana despachar com os ministérios envolvidos junto ao presidente da República para poder submeter ao Congresso Nacional. O Congresso pode tomar outras iniciativas, como pensar o fim do saque-aniversário. Aí, é outro debate.”

Fonte: r7

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Economia

Presidente Lula diz que vai criar Ministério da Pequena e Média Empresa

por Redação 29 de agosto de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta terça-feira (29) que vai criar um ministério para cuidar das pequenas e médias empresas, de cooperativas e empreendedores individuais. “Nós vamos criar. Estou propondo a criação do ministério da pequena e média empresa, das cooperativas e dos empreendedores individuais, para que a gente tenha um ministério específico para cuidar dessa gente que precisa de crédito e de oportunidade, disse o presidente em live semanal.

Ainda durante a live, o presidente destacou o papel do Estado. “Esse é o papel do Estado, criar as condições para as pessoas poderem participar”, afirmou.

Segundo Lula, o objetivo da nova pasta é valorizar o trabalho de empreendedores. “Tem gente que prefere trabalhar em casa, na rua, abrir uma salinha para produzir alguma coisa e vender. Nós precisamos entender que essa gente tem importância e precisamos dar condições de essas pessoas terem acesso a crédito para dar o pontapé inicial. Quando essa pessoa tiver ganhando dinheiro, ela vai pagar o crédito do empréstimo”, comentou.

“Por isso, quero valorizar muito os empreendedores individuais, as cooperativas e a pequena e média empresa, porque ela gera 60% ou 70% do emprego desse país. E, quanto melhor estiver a pequena empresa, melhor está o salário e a vida do povo. É um ciclo vicioso que não tem muito milagre”, acrescentou.

De acordo com o presidente, o governo precisa estimular a criação de postos de trabalho não apenas no regime de carteira assinada. “O empreendedor, o cara que quer empreender é um trabalhador. Ele tem que ser levado em conta, porque ele vai cuidar da sua família, ele quer progredir. Isso é muito bom para o país.”

O anúncio do presidente ocorreu em meio às negociações do governo federal com o centrão para acomodar mais partidos políticos na Esplanada dos Ministérios. No início deste mês, Lula definiu que os deputados Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) e André Fufuca (PP-MA) serão ministros. Até agora, no entanto, ele não decidiu quais pastas eles vão comandar.

Caso a criação do Ministério da Pequena e Média Empresa, das Cooperativas e dos Empreendedores Individuais seja concretizada, o presidente deve entregar a nova pasta a um dos parlamentares.

Fonte: r7

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Política

GSI deve fazer mudanças para ter secretaria exclusiva da segurança presidencial

por Redação 28 de agosto de 2023

O governo federal prepara mudanças no Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República para ter uma secretaria que fique responsável apenas pela segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Atualmente, o órgão que cuida da proteção do chefe do Executivo é a Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial, subordinada ao GSI. A alteração em estudo prevê retirar a palavra “coordenação” do nome da secretaria para fazer com que a atribuição exclusiva dela seja a de segurança presidencial.

Com a alteração, a secretaria deve deixar de exercer algumas funções que desempenha atualmente, como planejar viagens presidenciais ao país e ao exterior e atividades relacionadas ao cerimonial militar nos palácios presidenciais ou em local determinado pelo presidente.

A ideia é que o órgão fique a cargo apenas da segurança pessoal de Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos familiares de cada um deles, bem como cuide da segurança dos palácios presidenciais e das residências do presidente e do vice.

Segundo integrantes do GSI, essa mudança deve “melhorar a funcionalidade” do serviço de proteção a Lula. A atuação de militares da pasta na segurança do presidente tem sido questionada desde o início do ano. No primeiro semestre, a função ficou a cargo da Polícia Federal, mas o Gabinete de Segurança Institucional passou a conduzir o serviço em julho.

A presença de militares na segurança do presidente é motivo de desconfiança para alguns integrantes do governo, em especial pelos episódios de vandalismo em Brasília registrados em 8 de janeiro. Recentemente, o governo demitiu um tenente-coronel do Exército que fez parte da Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial após ter descoberto que ele estava em um grupo de mensagens que estimulava e defendia um golpe de Estado no Brasil.

Fonte: r7

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