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GUERRA

Mundo

Itamaraty inicia retirada do terceiro grupo de brasileiros e familiares da Faixa de Gaza

por Redação 21 de dezembro de 2023

O Itamaraty iniciou nesta quinta-feira (21) a operação de retirada do terceiro grupo de brasileiros e familiares da Faixa de Gaza. Segundo fontes ouvidas pela RECORD, 33 brasileiros estão no Egito e serão trazidos de volta ao Brasil em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que saiu do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

A ação acontece duas semanas após o governo brasileiro retirar a segunda leva de pessoas do território palestino.

No último dia 9, um grupo de 47 brasileiros e familiares próximos deixou Gaza. Dos 78 previstos na lista autorizada, cruzaram a fronteira de Rafah em direção ao Egito 11 binacionais brasileiro-palestinos e 36 palestinos; 27 menores; 16 mulheres (duas idosas) e quatro homens adultos.

Em novembro, após mais de um mês de espera, 32 pessoas deixaram a Faixa de Gaza com destino ao Brasil. No grupo estavam 22 brasileiros e dez palestinos.

O grupo estava dividido em duas cidades ao sul de Gaza: Rafah e Khan Younis. Rafah fica na fronteira do Egito com Gaza e é por onde passaram os caminhões com ajuda humanitária. Nela, pelo menos 18 pessoas aguardavam repatriação: nove crianças, cinco mulheres e quatro homens.

Em Khan Younis, havia 16 pessoas à espera da repatriação para o Brasil: nove crianças, cinco mulheres e dois homens. Na ocasião, o Itamaraty alugou uma casa na cidade para hospedá-los até que a passagem de Rafah fosse aberta.

Fonte: r7

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Mundo

Unidade 504: conheça a agência de espionagem mais secreta de Israel

por Redação 21 de novembro de 2023

Muitos países mantêm agências de espionagem: os Estados Unidos têm a CIA (Agência de Inteligência Central), o Reino Unido tem o SIS (Serviço Secreto de Inteligência, em português, também conhecido pelo código MI-6).

Israel tem duas agências “famosas” mundialmente: o Mossad e o Shin Bet. Um fato pouco divulgado fora de Israel, no entanto, é que as FDI (Forças de Defesa de Israel) também contam com um serviço secreto: a Unidade 504, que tem ajudado a capturar inimigos de Israel e a salvar civis palestinos na guerra contra os terroristas do Hamas na Faixa de Gaza.

A principal diferença da Unidade 504 é que ela faz parte do Exército de Israel, enquanto o Mossad e o Shin Bet são agências civis. E, na guerra contra o terrorismo, esse serviço de espionagem tem sido vital em desmascarar o terror perpetrado pelo Hamas em hospitais, conforme reportagem publicada no site israelense The Jerusalem Post.

Essa informação foi previamente fornecida a um grupo fechado de repórteres militares, mas foi mantida censurada devido a considerações operacionais.

Al-Shifa
Em uma gravação de um interrogatório da Unidade 504 de um palestino que esteve no hospital Al-Shifa, ele disse que havia muitas forças terroristas do Hamas lá, o que perturbava a equipe médica, que sabia de sua presença.

O palestino interrogado estimou que ele mesmo tinha visto entre 80 e 100 terroristas (provavelmente apenas uma parte do Hamas, considerando que Al-Shifa é um complexo grande com muitas instalações).

Ele acrescentou que os terroristas do Hamas e da Jihad Islâmica estavam “camuflados” na vestimenta de vários tipos de auxiliares médicos, inclusive usando a sala de emergência para suas atividades.

Outro palestino, Hamdoah Riad Assad Samlah, contou como os terroristas do Hamas estavam usando 50 mil civis palestinos no grande prédio da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino em Gaza como escudos humanos.

Ele disse que ninguém resistiria ao Hamas ou poderia ser morto. Além disso, ele acrescentou que os terroristas embrulhavam seus foguetes em cobertores civis para escondê-los das forças israelenses e frequentemente atiravam contra soldados das FDI dos arredores do prédio.

Outro palestino disse à Unidade 504 que viu mais de cem terroristas do Hamas controlando o Hospital Rantisi em Gaza, divididos em tendas com cerca de cinco a seis homens em cada uma.

Ele disse que também estava em um hospital conhecido como Hospital Suécia, onde viu pelo menos sete terroristas do Hamas. Embora estivessem vestidos como civis, ele disse que conhecia um deles pessoalmente e que o restante estava armado.

Terroristas interrogados
Até o início da guerra, em 7 de outubro, a Unidade 504 estava mais focada em Líbano, Síria e outros países do Oriente Médio. Desde o ataque, no entanto, a Unidade 504 interrogou mais de 500 palestinos e prendeu e interrogou mais de 300 terroristas.

“Até agora, prendemos mais de 300 terroristas como parte da invasão, que foram levados para interrogatório prolongado em Israel. As informações obtidas dos interrogatórios desses prisioneiros foram de tremendo valor, levando à eliminação de outros terroristas e ao aumento da segurança de nossas forças”, disse um comandante sênior da Unidade 504 que, como era de se esperar, não teve sua identidade revelada.

Ajuda palestina
O oficial superior acrescentou que sua unidade também recebeu milhares de chamadas de palestinos em Gaza querendo ajudá-los com inteligência ou cooperar de outra forma contra os terroristas do Hamas. “Foi de uma magnitude que nunca tínhamos visto antes. Parece que os residentes de Gaza estão insatisfeitos com a conduta bárbara do Hamas.”

Para realizar essas muitas missões, dezenas de interrogadores de campo que falam árabe estão espalhados pelas áreas de batalha em Gaza nos níveis de divisão, brigada e batalhão.

O pessoal de interrogatório de campo da Unidade 504 não está apenas trazendo de volta terroristas para Israel para interrogatório, mas também interrogando terroristas frequentemente em campo em tempo real para ajudar as FDI com suas manobras de batalha imediatas, bem como encontrar locais sensíveis do Hamas nas ruas próximas de Gaza.

Além desses detidos interrogados fornecerem à Unidade 504 informações sobre locais sensíveis de terror em geral, eles foram especialmente úteis na localização da rede de túneis do Hamas.
A Unidade 504 também teve papel principal para convencer milhares de palestinos no norte de Gaza a se deslocarem em direção ao sul do território.

Isso foi feito por uma mistura de mais de 10 milhões de mensagens eletrônicas, 9 milhões de mensagens gravadas e mais de 30 mil chamadas telefônicas de oficiais treinados não apenas em árabe, mas em se conectar culturalmente com os palestinos. Além disso, cerca de 4 milhões de panfletos foram lançados pressionando civis palestinos a fugir para o sul.

Em um caso, as FDI descobriram, com a ajuda de civis palestinos, um posto do Hamas que estava impedindo a movimentação para o sul de Gaza. ) O Exército foi capaz de usar essa informação para remover as forças do Hamas, levando civis palestinos para longe da região de confronto e para áreas mais seguras.

Fonte: r7

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Mundo

Comunidade judaica repudia nova fala de Lula que classifica ações de Israel como ‘terroristas’

por Redação 14 de novembro de 2023

Representantes da comunidade judaica voltaram a criticar nesta terça-feira (14) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após nova declaração em que ele compara as ações de Israel na guerra com o grupo terrorista Hamas. Ao defender a criação do Estado da Palestina, o petista disse não ser justo nem correto Israel ocupar a Faixa de Gaza e expulsar os palestinos de lá e que a atitude do Exército israelense é “igual ao terrorismo”.

Para o rabino Rav Sany, diretor do Olami Faria Lima, a insistência de Lula revela a necessidade de “conhecer melhor o assunto”. “O presidente insiste em comparar o incomparável: uma organização terrorista como o Hamas, que usa seus próprios cidadãos como escudo humano, com um estado democrático e pluralista, como Israel, que só quer se defender do ataque bárbaro e selvagem, além do desejo de resgatar reféns. Lamento profundamente”. O rabino também sustentou que, ao contrário do que alega Lula, Israel não está atacando os hospitais, “está entregando combustível para funcionar e o Hamas o confisca”.

A nova comparação foi feita nesta terça-feira (14), durante o programa Conversa com o Presidente, nas redes sociais. “É verdade que houve ataque terrorista do Hamas, mas o comportamento de Israel fazendo o que está fazendo com criança, hospital, com mulheres […] é igual ao terrorismo”, declarou Lula.

Em nota, o Instituto Brasil Israel (IBI) manteve a posição contra a avaliação feita por Lula. “É uma pena que o governo do Brasil, diante da tragédia da guerra, perca o equilíbrio e a ponderação, reduzindo a possibilidade de contribuir de maneira decisiva e propositiva com negociações entre as várias partes no conflito”, declarou, completando que a acusação feita pelo presidente “reforça os extremistas de ambos os lados e enfraquece as partes que lutam por um futuro de coexistência para israelenses e palestinos”.

O presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib), Claudio Lottenberg, classificou como “equivocadas e perigosas” as falas de Lula. “Além de equivocadas e injustas, falas como essa do presidente da República são também perigosas. Estimulam entre seus muitos seguidores uma visão distorcida e radicalizada do conflito, no momento em que os próprios órgãos de segurança do governo brasileiro atuam com competência para prender rede terrorista que planejava atentados contra judeus no Brasil”, disse Lottenberg. “A comunidade judaica brasileira espera equilíbrio das nossas autoridades e uma atuação serena que não importe ao Brasil o terrível conflito no Oriente Médio”, acrescentou.

Nesta segunda-feira (13), lideranças políticas e religiosas também rebateram a declaração do presidente. A fala foi classificada por autoridades como equivocada e “fruto de desconhecimento” sobre a “selvageria” do Hamas, que causou mortes de civis e crianças em atentados.

Representantes da comunidade israelita no Brasil reagiram à declaração de Lula. O líder do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel, deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), definiu o comentário como “equivocado”. Ao R7, ele disse que Lula sabe e conhece a situação de conflito na Faixa de Gaza, “mas não admite a realidade dos fatos”.

O parlamentar também afirmou que os movimentos de Israel e do Hamas são “completamente distintos”. “O Hamas, quando atacou Israel, em nenhum momento avisou civis ou quem quer que seja do ataque, que foi premeditado para atacar civis. Israel, por outro lado, pediu para que os civis palestinos saíssem da Faixa de Gaza. O que percebemos é que o próprio grupo Hamas é que faz as pessoas de escudo humano”, completou.

Durante o programa Conversa com o Presidente desta segunda-feira, Lula insistiu nas críticas a Israel. “Estou percebendo que Israel parece que quer ocupar a Faixa de Gaza e expulsar palestinos de lá; isso não é correto, não é justo. Temos que garantir a criação do Estado da Palestina”, disse.

O presidente executivo do grupo StandWithUs Brasil, André Lajst, disse que as falas de Lula são graves.

“O presidente brasileiro equiparou Israel, um Estado democrático, com um grupo terrorista com intentos abertamente genocidas que massacrou cerca de 1.200 pessoas — dentre elas, três brasileiros — e sequestrou 240 pessoas”, disse a entidade. “Israel não mata ‘inocentes sem nenhum critério’”, acrescentou. O grupo afirma ainda que todas as vidas perdidas nesse conflito são de igual valor, palestinas e israelenses. “E é lastimável que tantos civis inocentes estejam morrendo. Justamente por causa disso, é necessário compreender corretamente as causas dessa tragédia e os verdadeiros responsáveis por ela”, concluiu.

Chegada de brasileiros e familiares
Os 32 brasileiros resgatados da Faixa de Gaza chegaram a Brasília, onde foram recebidos por Lula. O pouso, na noite desta segunda-feira (13), encerrou a longa espera pela repatriação do grupo que ficou mais de um mês retido no enclave onde Israel trava uma guerra contra o grupo terrorista Hamas.

Após a chegada do grupo de 32 pessoas ao Brasil, o petista afirmou que o governo tem responsabilidade de procurar mais brasileiros e parentes de brasileiros que estão no conflito. “O Brasil vai continuar brigando pela paz”, comentou.

ONU
Lula classificou ser “inadmissível” que ainda não tenha sido encontrada uma solução para o conflito. Em sua avaliação, o Brasil fez um trabalho “extraordinário” à frente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) em outubro. Nesse sentido, ele voltou a criticar o direito de veto dos integrantes permanentes do órgão. “A ONU precisa mudar”, comentou. “A ONU de 1945 não vale mais nada em 2023.”

Fonte: r7

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Mundo

Voo com brasileiros que estavam em Gaza deixa o Egito com destino ao Brasil

por Redação 13 de novembro de 2023

O voo com as 32 pessoas, entre brasileiros e familiares, que deixaram a Faixa de Gaza neste fim de semana decolou do aeroporto do Cairo, no Egito, na manhã desta segunda-feira (13), com destino ao Brasil. O VC-2 (Embraer 190), cedido pela Presidência da República, decolou às 6h51 (horário de Brasília) com 17 crianças, nove mulheres e seis homens.

A aeronave seguirá diretamente para Las Palmas, na Espanha, onde fará a primeira parada técnica. O outro pouso será na Base Aérea do Recife. A previsão é que o avião chegue por volta das 23h30 desta segunda-feira (13) em Brasília. Anteriormente, o Planalto havia informado que seriam três paradas técnicas, mas a primeira, que seria em Roma, na Itália, foi cancelada.

Desde que cruzou a fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito após uma espera de mais de três semanas pela permissão das autoridades envolvidas na guerra, o grupo fez a imigração e foi transportado em vans fretadas pela embaixada brasileira no Egito até Al-Arish. Eles chegaram ao Cairo na noite deste domingo (12).

Em postagem em uma rede social, a Presidência da República afirmou que o Brasil aguarda o grupo.

Os brasileiros e familiares foram autorizados a deixar a Faixa de Gaza, pela cidade de Rafah, na fronteira com o Egito, nas primeiras horas deste domingo (12), no horário de Brasília. Da primeira relação, com 34 nomes, houve duas desistências.

Quase metade dos brasileiros que conseguiram cruzar a fronteira entre Gaza e o Egito vai para uma cidade do interior de São Paulo, ainda não divulgada, dois dias após o desembarque em Brasília (DF).

O grupo estava dividido em duas cidades no sul de Gaza — Rafah e Khan Younis — desde 14 de outubro. Rafah fica na fronteira do Egito com Gaza e é por onde passam os caminhões com ajuda humanitária.

Palestinos parentes de brasileiros terão apoio para emitir documentos
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, declarou neste domingo (12) que os palestinos parentes de brasileiros que deixaram a Faixa de Gaza em direção ao Brasil serão acolhidos em ação conjunta dos ministérios da Justiça e Segurança Pública e do Desenvolvimento Social e da Casa Civil, além das pastas das Relações Exteriores e da Defesa, que coordenaram a operação de repatriação.

“Na chegada, também teremos participação do MJSP e do MDS, na parte de apoio a todos esses brasileiros. O Ministério do Desenvolvimento Social tem, junto à Casa Civil, esse sistema de apoio e acolhimento. Será disponibilizada identidade, permissão de trabalho, acesso ao SUS e a toda a rede de apoio social para refugiados, inclusive com opções de pedido de refúgio e de regularização da situação de cada um”, afirmou Vieira.

De acordo com o ministro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou vontade de se reunir com os brasileiros e parentes próximos vindos da Faixa de Gaza. Lula registrou, neste domingo (12), em uma rede social a saída dos brasileiros da zona de conflito. “Os brasileiros já atravessaram a fronteira e se encontram no Egito, de onde virão, em segurança, para o Brasil, na operação Voltando em Paz”, escreveu Lula, que elogiou a atuação dos órgãos do governo federal.

Fonte: r7

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Mundo

Israel diz aos Estados Unidos que guerra contra Hamas ‘será longa’, mas ‘bem-sucedida’

por Redação 16 de outubro de 2023

O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, disse nesta segunda-feira (16) ao chefe da diplomacia americana, Antony Blinken, que visita Israel, que a guerra contra o grupo terrorista Hamas será longa, mas bem-sucedida.

“Deixe-me dizer: será uma guerra longa, o preço será alto, mas venceremos, por Israel, pelo povo judeu e pelos valores em que nossos povos acreditam”, afirmou Gallant a Blinken no Ministério da Defesa, em Tel Aviv.

A declaração foi feita após uma suposta crítica do governo dos Estados Unidos. Neste domingo (15), o presidente americano, Joe Biden, disse que “seria um grande erro [apoiar uma ocupação de Gaza], porque o Hamas não representa todo o povo palestino”.

Mas invadir e “eliminar os extremistas” é um “requisito necessário”, completou Biden, durante entrevista que foi dada ao programa de notícias 60 Minutes, da emissora CBS.

A Faixa de Gaza é controlada pelos terroristas do Hamas e é o principal alvo da ofensiva de Israel — foi a partir desta região que os extremistas islâmicos lançaram, em 7 de setembro, o ataque que deixou mais de 1.400 israelenses mortos e capturou mais de 150 reféns.

Dedicação total
A Casa Branca anunciou, nesta segunda-feira (16), o cancelamento de uma viagem que o presidente Joe Biden deveria fazer ainda hoje ao estado do Colorado, em um momento em que vários veículos da imprensa falam sobre uma possível visita a Israel nesta semana.

Biden permanecerá em Washington para “participar de reuniões sobre questões de segurança nacional”, afirmou um breve comunicado do Executivo americano.

“Houve um convite do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu”, disse nesta segunda-feira a uma rede de televisão americana o porta-voz da Casa Branca, John Kirby. Porém, “não há nenhuma viagem da qual eu possa falar agora”, acrescentou.

A intenção de Biden é “permanecer focado no que está acontecendo entre Israel e o Hamas”, completou o porta-voz. O democrata, de 80 anos, tinha uma viagem prevista ao Colorado para visitar uma fábrica de torres eólicas.

A imprensa americana garante que autoridades de Israel e dos Estados Unidos conversam sobre uma possível visita de Biden, que prometeu apoio “inabalável” depois dos ataques terroristas do Hamas no dia 7 de outubro.

Essa não seria a primeira viagem de Biden a um país em guerra, já que, em fevereiro, ele esteve na Ucrânia depois de uma preparação para a visita, mantida em absoluto segredo. O presidente americano também já foi a Israel em julho de 2022.

Fonte: r7

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Brasil

Avião da Força Aérea Brasileira com 211 brasileiros repatriados de Israel pousa em Brasília

por Redação 11 de outubro de 2023

O voo da Força Aérea Brasileira (FAB) com os primeiros 211 brasileiros repatriados de Israel para o Brasil pousou na Base Aérea de Brasília na madrugada desta quarta-feira (11), por volta das 4h10. O processo de repatriação começou depois dos ataques do grupo terrorista Hamas ocorridos no último sábado (7). O conflito já deixou mais de 1.300 mortos em Israel e Gaza. Estão previstos mais cinco voos até o próximo domingo (15).

A Embaixada do Brasil em Tel Aviv continua a receber, por meio de formulário online, os dados de brasileiros interessados na repatriação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou as redes sociais para informar o embarque. Segundo ele, o governo federal está atento e trabalhando para trazer de volta todos os brasileiros que solicitarem. Lula disse também que o governo vai “fazer todo o possível para o processo de paz na região”.

Segundo o Itamaraty, os candidatos à repatriação estão sendo acomodados em listas de prioridade. “O Ministério das Relações Exteriores [MRE] reitera a orientação no sentido de que todos os nacionais que possuam passagens aéreas, ou condições de adquiri-las, embarquem em voos comerciais a partir do Aeroporto Ben-Gurion, que continua a operar”, disse o MRE em nota.

Ainda de acordo com a pasta, o Escritório de Representação em Ramallah está em contato com os brasileiros na Faixa de Gaza e com as autoridades responsáveis na região. “A Embaixada do Brasil no Cairo, por sua vez, segue em contato com as autoridades egípcias para verificar a viabilidade da passagem segura para o Egito dos nacionais interessados em ser retirados da Faixa de Gaza”, diz o MRE. O governo brasileiro reitera a recomendação de evitar quaisquer deslocamentos não essenciais para a região.

Itamaraty lamenta morte de jovens brasileiros
O Ministério das Relações Exteriores lamentou nesta terça-feira (10) a morte dos brasileiros Bruna Valeanu e Ranani Nidejelski Glazer, ambos de 24 anos. Os jovens participavam de um festival de música eletrônica que foi alvo dos terroristas do Hamas no último sábado (7). Os corpos dos dois foram encontrados na terça (10).

A morte de Ranani Glazer, de 24 anos, foi a primeira a ser confirmada entre os brasileiros que estavam em Israel no dia do ataque do Hamas. A brasileira Karla Stelzer Mendes, de 41 anos, continua desaparecida. Os três estavam no festival Universo Paralello, realizado em Re’im, a cerca de 2 km da Faixa de Gaza.

Os terroristas invadiram o local com paragliders motorizados e abriram fogo contra milhares de jovens que se divertiam.

Entenda

O grupo palestino Hamas lançou no sábado (7) mais de 5.000 foguetes em direção a Israel e sequestrou corpos de soldados israelenses mortos em confrontos na fronteira, afirmou a ala militar da organização islâmica, enquanto Israel declarava estado de alerta de guerra.

O Departamento de Estado dos EUA classifica, desde 1997, o Hamas como uma organização terrorista. Militantes do Hamas conseguiram se infiltrar no país, inclusive com o uso de parapentes. Eles mataram e sequestraram civis e militares.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu uma forte resposta ao Hamas por sua ofensiva militar de surpresa. “Estamos em guerra. Isso não é uma simples operação. […] O inimigo pagará um preço sem precedentes”, disse Netanyahu, em uma mensagem de vídeo em que reconheceu que o Hamas lançou “um ataque-surpresa criminoso” e anunciou ter ordenado “uma extensa mobilização” de reservistas.

Fonte: r7

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Mundo

Universo Paralello: conheça a rave brasileira criada pelo pai de Alok que foi atacada em Israel

por Redação 9 de outubro de 2023

A Universo Paralello, festa de música eletrônica criada no Brasil, acabou virando, em uma de suas edições internacionais, alvo da invasão de Israel pelo Hamas no último sábado (7). Foi o maior ataque ao país nas últimas décadas.

Juarez Petrillo, pai de Alok e criador do evento, e fãs brasileiros presentes relataram o desespero com os mísseis explodindo durante a festa e a fuga dramática enquanto os militantes do Hamas entravam pela fronteira com a Faixa de Gaza, próxima ao local escolhido para a rave.

Mas o que é a Universo Paralello?
Universo Paralello é o nome de um festival de música eletrônica nascido no ano 2000. Um dos fundadores é Juarez Petrillo, também conhecido como DJ Swarup. As primeiras edições foram realizadas em Goiás. O evento cresceu e se tornou uma das marcas mais conhecidas da música eletrônica brasileira, em especial do subgênero chamado de psytrance.

Na virada do ano de 2003 para 2004, a Universo Paralello saiu do Centro-Oeste e passou a ser realizada na Bahia, onde é sediada até hoje, na praia de Pratigi. Em geral, o evento acontece a cada dois anos. Durante a pandemia, ele foi interrompido, mas agora aumentou a frequência, com edições no fim de 2022 e outra marcada para 2023.

A Universo Paralello é uma rave — festa de música eletrônica, geralmente em locais a céu aberto e afastados, que acontecem ao longo de um ou mais dias. Com sua popularização, ela passou a assinar também eventos fora do Brasil. No ano passado, por exemplo, foram anunciadas no perfil oficial do evento teaser parties da Universo Paralello no México, Portugal e Espanha.

Edição de Israel da turnê mundial da Universo Paralello
O perfil oficial da Universo Paralello também fez, em agosto de 2023, um post para divulgar o evento chamado Israel Edition — Universo Paralello — World Tour (em português, Edição de Israel — Universo Paralello — Turnê Mundial). O evento estava marcado para a madrugada de sexta-feira (6) para sábado (7). Na véspera, foi divulgada a programação de Djs.

Diversos fãs brasileiros foram à festa. Um deles, a gaúcha Gabriela Barbosa, de 33 anos, contou que foi justamente o fato de a Universo Paralello ser um evento brasileiro que a fez querer comparecer à rave.

“Eu estou aqui em Israel desde o final de agosto para conhecer a família do meu namorado e conhecer o país. Meu namorado é israelense. A edição pocket da Universo Paralello aqui em Israel tinha sido a única festa que gente tinha planejado de ir com certeza com nossos amigos, inclusive porque a gente ama muito ir à Universo Paralello lá no Brasil, e uma festa aqui ia ser muito especial (…) A festa foi organizada em um campo aberto, mas que eles cercaram, muito perto da Faixa de Gaza, dentro do Estado de Israel. Eram cerca de 3 mil pessoas na estimativa das autoridades daqui”, ela disse.

“Todo mundo estava dançando, muito feliz da vida. Aí, de manhã, meu namorado olhou para o céu e falou: ‘São mísseis vindo de Gaza’. Eu fiquei chocada porque eu nunca tinha visto isso desde que eu estava aqui. E nesse momento as pessoas começaram a gritar e se desesperar. Porque veio um, depois vieram vários. Eles explodem no ar por causa do sistema antibomba (…) As pessoas começaram a se desesperar, querer sair da festa correndo. Eles desligaram a música e anunciaram no microfone para a gente deitar no chão e cobrir a cabeça por cerca de 10, 15 minutos”, relatou Gabriela.

Ela afirmou que os fãs ficaram sob fogo cruzado na fuga e que ela teve sorte de ter saído rápido e não ter ido na direção de Tel Aviv. Segundo Gabriela, quem foi na direção da cidade atacada correu mais riscos — e, ainda mais, quem decidiu ficar no local da rave, que chegou a ser invadido pelos militantes do Hamas.

Alok diz que o pai apenas vendeu a marca e não era organizador
Alok disse na noite do último sábado (7) que seu pai estava “seguro em um bunker aguardando direcionamento para retornar ao Brasil”. Mais cedo, Juarez publicou em suas redes sociais vídeos do evento, quando bombardeios do conflito com o Hamas começaram. Ele relatou: “Guerra, mano, fala sério (…) Estou em choque até agora. E as bombas não param de explodir”.

Segundo Alok, Juarez apenas licenciou os direitos da marca Universo Paralello a produtores israelenses e não foi organizador da festa no local.

“O meu pai foi contratado a se apresentar em um evento que licenciou os direitos de uso do nome do festival, como já aconteceu em diversos outros países. O produtor israelense licenciou o uso da marca e produziu o evento por conta própria, sendo o meu pai uma das atrações.”

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Mundo

Combates seguem em ‘7 ou 8’ lugares de Israel ao redor da Faixa de Gaza, diz militar israelense

por Redação 9 de outubro de 2023

Os confrontos entre o Exército israelense e combatentes palestinos em território de Israel continuam nesta segunda-feira (9) em “sete ou oito” locais ao redor da Faixa de Gaza, informou um porta-voz militar israelense 48 horas depois do início da ofensiva do movimento Hamas.

“Continuamos lutando. Há sete ou oito lugares em terreno liberado ao redor” da Faixa de Gaza, “onde ainda temos guerreiros lutando contra terroristas”, disse o tenente-coronel Richard Hecht à imprensa.

“Ontem pensamos que teríamos o controle total. Espero que o tenhamos no fim do dia”, disse Hecht.

Durante a noite, Israel lançou mais de 500 ataques aéreos e de artilharia contra grupos militantes do Hamas e da Jihad Islâmica no enclave palestino governado pelo movimento terrorista Hamas.

Em dois dias de guerra, desde o início da ofensiva do Hamas na madrugada de sábado, mais de 1.100 pessoas morreram — 700 em solo israelense, e mais de 400 na Faixa de Gaza.

Além disso, os terroristas do Hamas e da Jihad Islâmica capturaram cerca de cem israelenses, tanto militares quanto civis.

Fonte: r7

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Brasil

Lula sugere a Zelensky encontrar ‘grupo de países amigos’ capaz de propor fim à guerra na Ucrânia

por Redação 21 de setembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na noite desta quarta-feira (20) que sugeriu ao presidente ucraniano, Volodmir Zelensky, “encontrar um grupo de países amigos” capaz de propor um fim à guerra entre a Rússia e a Ucrânia. O conflito começou em fevereiro do ano passado. A declaração foi dada nos Estados Unidos, pouco antes de embarcar de volta para Brasília, onde chega na manhã desta quinta (21).

“Eu acho que foi a reunião que devia acontecer e precisava acontecer. Eu ouvi a história do Zelensky. Eu disse ao Zelensky a necessidade de a gente trabalhar para construir a paz”, afirmou Lula.

Durante o encontro, que ocorreu no hotel Lotte Palace, onde o brasileiro se hospedou, Lula e Putin falaram sobre manter “diálogos abertos para a paz”. “Tivemos uma boa conversa sobre a importância dos caminhos para a construção da paz e de mantermos sempre o diálogo aberto entre nossos países”, afirmou o presidente brasileiro.

Zelensky classificou o encontro como “importante”. “Depois de uma discussão honesta e construtiva, instruímos as nossas equipes diplomáticas a trabalhar nos próximos passos de nossas relações bilaterais e nos esforços de paz. O representante brasileiro continuará participando das reuniões da Fórmula da Paz”, declarou.

De acordo com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, a reunião ocorreu “em um ambiente tranquilo e amigável”. Segundo Vieira, Lula ressaltou ao presidente ucraniano que condena a invasão russa da Ucrânia.

Na declaração que fez depois da reunião, na noite desta quarta (20), Lula disse também que “ninguém vai ter 100% numa guerra”.

Lula foi aos Estados Unidos para discursar na 78ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Durante a fala, o presidente criticou a desigualdade entre países e mecanismos internacionais, cobrou repasse de países ricos para nações em desenvolvimento e defendeu ampliação do Conselho de Segurança da ONU.

Além disso, o chefe do Executivo brasileiro disse que a guerra na Ucrânia “escancara a incapacidade coletiva” de fazer prevalecer os propósitos e princípios da Carta da ONU.

Com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, Lula lançou uma parceria inédita para a promoção do trabalho digno. A iniciativa busca estimular empregos de qualidade, proteger trabalhadores que atuam nas plataformas digitais e promover o conhecimento sobre direitos trabalhistas.

Fonte: r7

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Mundo

Líder paramilitar afirma que tomou a base russa ‘sem nenhum disparo’

por Redação 24 de junho de 2023

O líder do grupo paramilitar Wagner, Yevgueni Prigozhin, afirmou neste sábado (24) que tomou a base militar do Exército russo em Rostov, localizada no sul do país, sem precisar efetuar disparos.

“Entramos em Rostov e, sem um único tiro, tomamos o prédio da sede”, revelou Prigozhin após a rebelião motivada por uma disputa pelo poder com os comandos militares russos.

Ele garante ainda ter o apoio da população. “Por que o país nos apoia? Porque estamos realizando uma marcha por justiça”, disse o chefe do Wagner, a quem o presidente russo, Vladimir Putin, acusou de “traição”, em uma mensagem de áudio transmitida pelo Telegram.

Em várias ocasiões, Prigozhin acusou o Exército russo de não equipar suficientemente seus mercenários ou de dificultar seus avanços com trâmites burocráticos, além de atribuir a si vitórias que, na verdade, foram obtidas graças aos combatentes do Wagner.

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Neste sábado, Prigozhin acusou o comando militar russo de ordenar bombardeios contra as bases de seu grupo paramilitar e de ter matado muitos de seus combatentes. O líder do grupo Wagner afirmou que é preciso “frear” as lideranças militares russas e prometeu “ir até o final”.

Fonte: r7

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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

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