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hacker

Brasil

Moraes dá 15 dias para Zambelli e Delgatti se manifestarem sobre denúncia

por Redação 23 de abril de 2024

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu 15 dias para que a a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e o hacker Walter Delgatti Neto se manifestem após a Procuradoria-Geral da República apresentar denúncia sobre invasões nos sistemas do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), com o objetivo de inserir um mandado de prisão falso contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e 11 alvarás de soltura falsos. O ministro também tirou o sigilo dos documentos.

“No caso dos autos, embora a necessidade de cumprimento das diligências determinadas exigisse, em princípio, a imposição de sigilo à totalidade dos autos, é certo que, diante da finalização da investigação e oferecimento da denúncia pela PGR, não há necessidade de manutenção da total restrição de publicidade. Determino, ainda, a notificação dos investigados para apresentação de resposta a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral”, disse Moraes.

A denúncia é pela prática de 10 crimes, sendo sete sobre do Código Penal sobre invasão de dispositivo informático e três crimes ligados à falsidade ideológica. A reportagem entrou em contato com a defesa de Zambelli e aguarda manifestação.

Segundo a PGR, Zambelli, “de maneira livre, consciente e voluntária, comandou a invasão a sistemas institucionais utilizados pelo Poder Judiciário, mediante planejamento, arregimentação e comando de pessoa com aptidão técnica e meios necessários ao cumprimento de tal mister, com o fim de adulterar informações, sem autorização expressa ou tácita de quem de direito”.

“Walter Delgatti, de maneira livre. O a consciente e voluntária, sob o comando de Carla Zambelli, ao menos no período entre agosto de 2022 e janeiro de 2023, invadiu dispositivos informáticos utilizados pelo Poder Judiciário, com o fim de adulterar informações, sem autorização expressa ou tácita de quem de direito”, disse a PGR.

Para a PGR, Zambelli “exerceu papel central na prática dos delitos relatados. Ela arregimentou o executor dos delitos, Walter Delgatti, mediante promessa de benefícios, com o objetivo de gerar ambiente de desmoralização da Justiça Brasileira, para obter vantagem de ordem política, propondo-se, desde o princípio, à invasão a dispositivo informático, que, afinal, determinou, participando ativamente de produção de ordem judicial ideologicamente falsa”.

“A ação de Carla Zambelli é elemento central na prática delituosa descrita. Walter Delgatti agiu em conformidade com o direcionamento da denunciada, no intuito de assegurar os benefícios por ela prometidos, materializando a conduta delitiva com a sua aprovação. Está demonstrada a materialidade dos fatos bem como, e fartamente, a sua autoria pela senhora Carla Zambelli e pelo senhor Walter Delgatti. Mediante colaboração recíproca, promoveram a invasão a dispositivos informáticos e a emissão de documentos ideologicamente falsos, com o fim de prejudicar a credibilidade e o regular funcionamento do Poder Judiciário, com vistas a gerar vantagens de ordem política para a denunciada e vantagens econômicas e pessoais para o denunciado”.

A deputada e o hacker foram alvo de uma operação da PF em agosto do ano passado. Na época, Zambelli negou ter contratado Delgatti para fazer trabalhos criminosos e afirmou que os pagamentos feitos a ele se referem a serviços que ela contratou para o seu site, pelo valor de R$ 3 mil.

Delgatti ficou conhecido pelo episódio da “Vaza Jato”, quando invadiu telefones de autoridades envolvidas com a Operação Lava Jato e vazou conversas entre integrantes da força-tarefa. Em depoimento à PF, ele disse que Zambelli o teria contratado pelo valor de R$ 40 mil para fraudar urnas eletrônicas e inserir um mandado de prisão contra Moraes no sistema do CNJ.

A deputada também admitiu à PF que mediou um encontro entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o hacker. No entanto, a parlamentar inocentou Bolsonaro de qualquer ligação criminosa com Delgatti.

Fonte: r7

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Segurança

Conta da primeira-dama Janja em rede social é bloqueada a pedido da PF após invasão hacker

por Redação 12 de dezembro de 2023

A Polícia Federal investiga a invasão do perfil da primeira-dama Janja Lula da Silva em uma rede social. O ataque hacker ocorreu na noite desta segunda-feira (11), e a conta foi bloqueada a pedido da corporação. Entre as publicações falsas, que começaram às 21h37 e incluem xingamentos e mensagens de cunho sexual, há frases como “Eu apoio o mensalão” e “Alexandre de Moraes é bandido”, em referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Duvido muito que o Lula tenha a coragem de me chamar após descobrir quem eu sou, ou a Janja perguntar os motivos da minha invasão à conta dela. Por isso, eu não ligo para essa gente, pois não se importam comigo de verdade. Eu odeio políticos”, afirma outra publicação no perfil da primeira-dama.

Em outra postagem, foi escrito: “O Alexandre de Moraes é bandido e logo vai sofrer impeachment. Nada que ele faça vai impedir a gente de falar a verdade, enquanto tenho tempo falarei mais e mais”.

A Secom (Secretaria de Comunicação Social), da Presidência da República, informou que “repudia veementemente o ataque hacker à conta da senhora Janja Lula da Silva” e que “a Polícia Federal e a plataforma X (antigo Twitter) foram acionadas”. Também afirma que “todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas. Não serão tolerados crimes, discursos misóginos, o ódio e a intolerância nas redes sociais”.

Na mesma rede social, o ministro-chefe da Secom, Paulo Pimenta, afirmou que os criminosos “serão identificados e responderão” pelo crime.

Hacker envia áudio: ‘Não estou nem aí’
Por meio de um áudio publicado no perfil da primeira-dama, o invasor da página disse que está “ciente de que a Polícia Federal está investigando” o caso, que “não estou nem aí” e que “isso acontece só com gente honesta, que está aqui zoando um pouco na rede social”. Confira a íntegra da mensagem de voz:

“Eu quero avisar que estou ciente de que a Polícia Federal está investigando isso aqui. Eu não estou nem aí. Eu sei que vai dar em alguma coisa, talvez não dê, talvez dê, depende do sistema judiciário deste país, que é quebrado, por sinal. Eu sou um cara que julga muito que as leis deste país são frágeis, são uma porcaria e que só tem político roubando”, afirma.

“Então, se eu for preso, eu quero avisar a vocês que… Não acredito que eu vá ser preso, talvez, sim, consequências jurídicas, mas eu quero avisar a vocês que isso acontece só com gente honesta, que está aqui zoando um pouco na rede social. Agora, com bandido, Lula, corrupto, essas pessoas do grande poder, do sistema, nada acontece”, continua o hacker.

“Então, antes de vocês me julgarem, questionem esses políticos [em] que vocês votaram. Se vocês apoiam ele, continuem apoiando quem você considera útil para o país, mas, pelo menos, saiba que, se você votou em alguém, você tem que cobrar essa pessoa politicamente”, conclui.

Fonte: r7

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Brasilia

CPMI do 8 de Janeiro deve acabar sem o depoimento de peças-chave

por Redação 5 de outubro de 2023

Quatro meses após ter sido instalada, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro deve encerrar os trabalhos sem ouvir personagens que são considerados peças-chave do episódio que terminou com a depredação dos prédios públicos da praça dos Três Poderes. Havia a expectativa de que os parlamentares ouvissem, nesta quinta-feira (5), o subtenente Beroaldo José de Freitas Júnior, do Batalhão de Policiamento de Choque da Polícia Militar do Distrito Federal. No entanto, a reunião foi cancelada diante da expectativa de baixo quórum para a oitiva.

A decisão de cancelar a audiência partiu do presidente da comissão, deputado Arthur Maia (União-BA). Além disso, há a expectativa de que os gabinetes se dediquem nos próximos dias à preparação do relatório final e dos votos em separado. A previsão é que o parecer elaborado pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA) seja apresentado em 17 de outubro e submetido à votação do colegiado no dia 18.

Segundo Maia, após a leitura do parecer, os parlamentares de oposição terão 40 minutos para apresentar um voto em separado. O presidente da CPMI anunciou que não haverá pedido de vista, ou seja, não vai acatar mais tempo para analisar o relatório e não vai votar requerimentos durante a reunião de 18 de outubro.

Por enquanto, Eliziane tem um esboço do que deve ser o texto do relatório e trabalha para definir quais serão os indiciamentos feitos a partir dos depoimentos na comissão e de análise de documentos. Nos bastidores, há a expectativa de que a senadora inclua no relatório o indiciamento de pessoas ligadas ao governo Bolsonaro, mesmo que não tenham prestado depoimento à CPMI.

É o caso, por exemplo, do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro. O militar chegou a ter a oitiva agendada duas vezes, mas o depoimento não aconteceu. Na última tentativa, o presidente do colegiado, Arthur Maia, decidiu cancelar a reunião que ouviria o ex-ministro. Ainda assim, parlamentares da base governista acreditam que os depoimentos aos quais a comissão teve acesso são suficientes para ligar os atos de vandalismo ao grupo do ex-presidente.

Já pela parte da oposição, houve a tentativa de convocação de personagens do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como o ministro da Justiça, Flávio Dino, e o coronel Sandro Augusto de Sales Queiroz, que era chefe do Batalhão de Pronto Emprego da Força Nacional no dia 8 de janeiro. Os requerimentos de convocação, no entanto, foram derrotados em votações.

A oposição também articula a apresentação de um relatório paralelo, elaborado pelo ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e agora deputado federal, Alexandre Ramagem (PL-RJ). A intenção é pedir o indiciamento de Dino e do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Gonçalves Dias por supostas omissões durante a invasão das sedes dos Três Poderes.

Depoimentos e documentos da CPMI
No início do trabalho, a senadora Eliziane Gama alegou que a comissão reconstituiria a cronologia dos atos de vandalismo. Assim, o primeiro depoimento foi o do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, em que ele falou sobre as operações da corporação que obstruíram rodovias no segundo turno das eleições de 2022.

Também foram ouvidos o delegado da Polícia Civil do Distrito Federal Leonardo de Castro; George Washington de Oliveira Sousa, um dos condenados por planejar a explosão de uma bomba perto do aeroporto de Brasília; o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid; e o ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e ex-ministro da Justiça Anderson Torres.

Fonte: r7

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Política

Governo diz à CPMI não ter imagens de reuniões de hacker com Bolsonaro e ex-ministro da Defesa

por Redação 4 de setembro de 2023

O governo federal informou à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro que não tem imagens das câmeras de segurança do Palácio da Alvorada que mostrem um encontro que teria acontecido no ano passado entre o hacker Walter Delgatti Neto e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no qual Bolsonaro teria apresentado a ele um plano para questionar a segurança do sistema eleitoral brasileiro. Além disso, o Executivo informou não ter as gravações que mostrem Delgatti Neto no Ministério da Defesa, onde o hacker diz que teve cinco reuniões com o ex-ministro Paulo Sérgio Nogueira para tratar do suposto plano de Bolsonaro.

O colegiado pediu acesso às gravações após o depoimento de Delgatti Neto à CPMI, em agosto. O hacker disse que Bolsonaro teria pedido a ele que fraudasse uma urna com o objetivo de pôr em dúvida o processo eleitoral. Delgatti Neto afirmou também que o ex-presidente queria que ele “autenticasse a lisura das eleições, das urnas” e que foi aconselhado a criar um “código-fonte falso” para mostrar a possibilidade de invadir uma urna e fraudar as eleições.

A CPMI solicitou acesso às imagens das câmeras de segurança do Palácio da Alvorada dos dias 1º de julho de 2022 a 31 de dezembro de 2022. Na resposta, elaborada pelo Gabiente de Segurança Institucional (GSI), o governo explica ao colegiado que “o sistema de videomonitoramento existente nas dependências do Palácio da Alvorada possui capacidade limitada de armazenamento de dados” e que as gravações ficam disponíveis por um período máximo de 14 dias.

“Diante dessa limitação, este Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República não dispõe de registro e gravações das imagens das câmeras de videomonitoramento daquela instalação, internas ou externas, referentes ao período de 1° de julho de 2022 a 31 de julho de 2022”, afirmou o GSI.

Segundo o GSI, a limitação se deve ao fato de a capacidade de armazenamento ser definida por variáveis, como: quantidade de câmeras existentes; qualidade da captação das imagens; e capacidade de armazenamento de dados do sistema, entre outras.

“Portanto, diante dessas variáveis, com a atual configuração, as imagens do sistema permanecem disponíveis em média de 12 a 14 dias, sendo, depois desse período, sobrescritas por novas imagens geradas pelas câmeras”, afirmou o órgão.

Resposta do Ministério da Defesa
A CPMI também quis as imagens das câmeras de segurança do Ministério da Defesa de 1º de julho de 2022 a 31 de dezembro de 2022. A pasta, no entanto, informou que é impossível enviar as gravações porque “o tempo de retenção das imagens geradas por meio do Sistema de Circuito Fechado de Televisão [CFTV] é de 30 dias”.

“Ainda sobre o tempo de retenção das imagens, é necessário ressaltar que a capacidade de armazenamento tem sofrido redução, tendo em vista a quantidade de imagens e a qualidade das imagens, que atualmente estão consumindo maior espaço de armazenamento, exigindo que o sistema seja reiniciado a cada 15 ou 20 dias”, detalhou o ministério.

No depoimento à CPMI, Delgatti Neto disse que esteve cinco vezes no Ministério da Defesa, a mando do ex-presidente Bolsonaro, com o objetivo de pôr em prática um plano de divulgar à população questionamentos sobre a segurança do sistema eleitoral brasileiro.

Segundo Delgatti, a ideia de questionar a segurança do sistema eleitoral era falar da “lisura das urnas e das eleições”. “O presidente disse: ‘A parte técnica eu não entendo, vou te enviar ao Ministério da Defesa'”, afirmou ele à CPMI.

Nas idas à Defesa, o hacker disse ter sido recebido pelo ex-ministro Paulo Sérgio Nogueira e se encontrado com a equipe técnica da pasta. Ele afirmou que orientou o relatório feito pelo ministério sobre o sistema de votação.

O referido relatório sugere dúvidas sobre o sistema eleitoral, já que diz não ser possível atestar a “isenção” das urnas. Essa foi a primeira vez que a pasta fez um documento do tipo. Até então, as Forças Armadas apenas participavam da logística do processo eleitoral.

À Polícia Federal, Delgatti Neto disse que, nas idas ao Ministério da Defesa, era orientado a entrar pelas portas dos fundos e usando máscara de proteção para evitar ser identificado.

Fonte: r7

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Política

Expectativa da PF é que hacker da ‘Vaza Jato’ faça delação premiada

por Redação 15 de agosto de 2023

A Polícia Federal (PF) trabalha com a expectativa de que o hacker Walter Delgatti Neto feche um acordo de delação premiada antes de seu depoimento à CPMI do 8 de Janeiro, marcado para a próxima quinta-feira (17). Ele foi preso na investigação que apura a invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo o R7 apurou, os investigadores esperam que, em uma delação, o hacker dê detalhes do que foi acordado entre ele e a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).

A convocação para a CPMI foi um pedido da ala governista, que alega que Delgatti tem “envolvimento na promoção dos atos criminosos contra a democracia e as instituições públicas brasileiras”. Por se tratar de uma convocação, Delgatti é obrigado a comparecer à comissão.

No mesmo dia em que a prisão do hacker foi decretada, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Zambelli, suspeita de ter contratado o hacker para executar crimes.

A operação teve o objetivo de esclarecer a atuação de indivíduos na invasão dos sistemas do CNJ e na inserção de documentos e alvarás de soltura falsos no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP). A suspeita da PF é que a deputada tenha efetuado pagamentos a Delgatti para que ele invadisse o sistema.

Os crimes apurados ocorreram entre 4 e 6 de janeiro de 2023, quando teriam sido inseridos no sistema do CNJ e, possivelmente, de outros tribunais, 11 alvarás de soltura de indivíduos presos por motivos diversos e um falso mandado de prisão em desfavor do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

As inserções fraudulentas ocorreram após a invasão criminosa aos sistemas do CNJ, segundo a PF, com a utilização de credenciais falsas obtidas de forma ilícita. Os fatos investigados configuram, em tese, os crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.

Fonte: r7

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Política

Destaques da semana: depoimento de hacker na CPMI, porte de drogas no STF e Lula no Paraguai

por Redação 14 de agosto de 2023

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para esta segunda-feira (14) o início do julgamento que decidirá se outros 70 denunciados pelos atos extremistas do 8 de Janeiro, em Brasília, se tornarão réus. Neste novo bloco de denúncias apreciadas pelos ministros estão envolvidas também pessoas presas em dezembro por atos de vandalismo.

O líder indígena José Acácio Serere Xavante é uma das pessoas que serão julgadas. Ele foi detido pela Polícia Federal em Brasília e é acusado de liderar manifestações que questionaram o resultado das eleições presidenciais e criticaram os ministros do Supremo.

Outro caso conhecido que será analisado é o de “Fátima de Tubarão”, de 67 anos, que foi alvo de uma operação que cumpriu mandados contra pessoas envolvidas na organização dos atos e que participaram deles.

O julgamento será feito de forma virtual, sem discussão entre os ministros. Se houver um pedido de vista, o julgamento será suspenso. Caso ocorra um pedido de destaque, a decisão será levada ao plenário físico do tribunal.

Lula em evento no Paraguai
Nesta terça (15), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai participar da cerimônia de posse do presidente eleito do Paraguai, Santiago Peña. O evento será realizado em Assunção, capital do país vizinho.

Ainda neste mês, o petista pretende fazer um giro pelo continente africano. Ele vai participar, entre 22 e 24, da Cúpula dos Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, em Joanesburgo. O presidente também avalia visitar oficialmente Angola e São Tomé e Príncipe.

Julgamento sobre porte de drogas no STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes sugeriu marcar o julgamento da ação que questiona a criminalização do porte de drogas para uso pessoal a partir desta quarta (16). Agora, cabe à presidente da Corte, ministra Rosa Weber, marcar a data.

Na semana passada, após o voto do ministro Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, relator do caso, pediu o adiamento da votação para analisar a tese do colega. Moraes votou pela descriminalização do porte de maconha para consumo próprio. Ele ainda propôs que seja considerado usuário, pela Justiça, quem estiver portando entre 25 g e 60 g da planta.

Até o momento, há quatro votos pela descriminalização, mas ainda sem definição se ela abrangeria apenas a maconha ou incluiria outras drogas ilícitas.

Depoimento do hacker da ‘Vaza Jato’ na CPMI
O hacker Walter Delgatti Neto, conhecido por ter dado origem à operação “Vaza Jato”, vai prestar depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro nesta quinta (17). A oitiva havia sido marcada inicialmente para o dia 10, mas foi adiada.

A convocação foi um pedido da ala governista, que alega que Delgatti tem “envolvimento na promoção dos atos criminosos contra a democracia e as instituições públicas brasileiras”. Por se tratar de uma convocação, ele é obrigado a comparecer à comissão.

Para o deputado Rogério Correia (PT-MG), vice-líder do governo na Câmara e autor do requerimento de convocação, o hacker precisa ser interrogado pela comissão para explicar a afirmação feita à Polícia Federal de que, no ano passado, Bolsonaro perguntou se ele conseguiria invadir as urnas eletrônicas caso tivesse o código-fonte dos equipamentos.

Fonte: r7

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Política

Zambelli diz que Bolsonaro teria perguntado a hacker da ‘Vaza Jato’ se urnas eletrônicas são confiáveis

por Redação 2 de agosto de 2023

A deputada federal Carla Zambelli afirmou nesta quarta-feira (2) que, durante uma suposta reunião entre ela, Jair Bolsonaro e o hacker Walter Delgatti Neto, preso pela Polícia Federal, o ex-presidente teria questionado o hacker sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas. Segundo a parlamentar, Delgatti teria respondido que “nenhum sistema tecnológico é confiável”.

“A conversa foi privada, mas a pergunta que o [então] presidente fez foi se as urnas eram confiáveis, e ele [Delgatti] respondeu que nenhum sistema tecnológico é confiável. A partir dali, não houve mais qualquer contato com o [ex] presidente [Jair] Bolsonaro”, disse.

A afirmação foi dada durante coletiva de imprensa na Câmara dos Deputados no fim da manhã desta quarta-feira (2). Zambelli não passou detalhes sobre a data nem o lugar onde a reunião teria ocorrido, mas disse que Bolsonaro não deu continuação às tratativas de contratação do hacker.

A deputada afirmou que se encontrou com Delgatti Neto poucas vezes e que ele teria oferecido uma “espécie de auditoria” das urnas eletrônicas durante o primeiro e o segundo turno das eleições do ano passado.

“Foram poucos encontros, três no máximo, em que a gente conversou sobre tecnologia. […] Depois disso, ele foi conhecer o [ex] presidente Bolsonaro porque disse que teria muitas informações sobre tecnologia”, declarou.

Fonte: r7

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Segurança

Hacker que invadiu celular de Moro é preso pela PF por descumprir medidas judiciais

por Redação 29 de junho de 2023

O juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, mandou prender novamente o hacker Walter Delgatti Neto, denunciado na Operação Spoofing e acusado de invadir celulares do ex-juiz Sergio Moro e de procuradores da Lava Jato. A decisão é por descumprimento de medidas cautelares, como a proibição de usar a internet. A prisão foi efetuada pela Polícia Federal em Campinas (SP).

Delgatti Neto havia sido preso preventivamente em julho de 2019 e denunciado como mentor dos crimes cibernéticos, ao lado de outras quatro pessoas. Além dos hackeamentos, o grupo é acusado por fraudes bancárias, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

No ano passado, a campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), então candidato à reeleição, se encontrou com o hacker para saber a opinião dele sobre a segurança das urnas eletrônicas.

Fonte: r7

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GuarulhosTecnologia

‘Era muito real’: novo golpe utiliza deepfake para imitar imagens e voz de pessoas nas redes sociais

por Redação 23 de março de 2023

Os golpes cibernéticos se tornaram extremamente comuns na atualidade, mas com o desenvolvimento contínuo de novas tecnologias, mesmo os esquemas mais manjados enganam muita gente. Uma nova maneira mais complexa e sofisticada de golpe envolve as chamadas deepfakes.

Com a tecnologia avançada, criminosos falsificam vídeos e vozes de pessoas para pedir dinheiro para parentes e contatos próximos.

O advogado Victor Del Vecchio é uma das milhões de pessoas no Brasil que já sofreram com golpes digitais. No caso dele, um número desconhecido se passou por ele, colocando sua foto no perfil, e enviou mensagens ao pai e a mãe.

Em busca de dinheiro, os criminosos explicam que aquele é um número temporário, enquanto o oficial está em conserto, e solicitam dinheiro para os familiares. “Solicitaram Pix em tom de empréstimo a ser quitado em breve. Quando meus pais demoram a responder, os golpistas ligam e desligam na hora que atendem, para dar um tom de urgência”, explicou Victor Del Vecchio, em entrevista ao R7.

Mas o que realmente surpreendeu o advogado, de 31 anos, foi o golpe sofrido por uma amiga, no dia 10 de março. Ela avisou para Victor que o perfil dela no Instagram havia sido hackeado, e que ele ficasse atento com mensagens suspeitas.

Quando ele visualizou os stories da conta, percebeu o famoso golpe do Pix — aquele que induz os seguidores a enviar uma quantia em dinheiro à uma determinada chave para receber o dobro de volta.

O que chocou Victor foi que, além dos stories, um vídeo postado no feed mostrava a amiga supostamente incentivando a iniciativa.

“Era o rosto e a voz dela falando e atestando que aquele esquema era muito bom, garantindo: Nossa gente, é fantástico isso! Vocês não acreditam, eu achei que não funcionava, mas eu já ganhei muito dinheiro. Estou impressionada!”, explicou ele.

Acontece que as imagens não eram reais, e haviam sido manipuladas com deepfake. “A tecnologia de deepfake pode ser usada para criar vídeos ou áudios falsos que parecem muito reais, fazendo com que as pessoas sejam enganadas”, explica Cleber Marques, executivo na empresa de qualidade de software Inmetrics, em entrevista ao R7.

A qualidade da gravação que envolveu a amiga impressionou Victor, que teve trabalho para perceber os rastros de falsificação.

“Era muito real. Eu olhei o vídeo muitas vezes até detectar alguma imperfeição. Não era perceptível que era uma montagem. A única parte que eu consegui identificar que não era ela foi quando apareceu a mão, diferente da dela, provavelmente de uma pessoa em quem o vídeo foi feito em cima”, lembra ele.

O vídeo também tinha a voz da amiga do advogado, o que o deixou mais realista. “A voz era muito parecida. Isso eu não sei identificar se é um programa que simula ou se deram a sorte de ter uma voz parecida com a dela”, relembra Victor.

Na verdade, existem programas baratos que simulam vozes a partir de pequenas amostras, encontradas em posts de redes sociais. Softwares do tipo começaram a ser usados em golpes telefônicos nos Estados Unidos.

Segundo Victor, a dona da conta não havia acessado nenhum link ou se inscrito em nada suspeito que poderia ter causado violação de segurança.

“Tudo indica que foi um ataque hacker, o que me deixou mais assustado ainda, porque aparentemente é uma coisa a que todos nós estamos sujeitos”, completa ele.

Segundo Cleber Marques, o desenvolvimento de “inteligências artificiais mais avançadas pode tornar mais fácil para os golpistas enganarem as pessoas”, e por isso é preciso estar atento.

O especialista destaca alguns cuidados que devem ser tomados: “Verificar a autenticidade da solicitação, manter senhas e informações pessoais seguras, usar softwares de segurança, não clicar em links suspeitos, ficar atento aos sinais de fraude e aprender sobre as novas tecnologias de segurança. Lembre-se, é sempre melhor ser cauteloso e verificar a autenticidade de uma solicitação antes de fornecer informações pessoais ou financeiras”.

Apesar de existirem ferramentas que identificam se conteúdos foram produzidos por IA, elas ainda tem um índice baixo de sucesso.

A amiga de Victor não conseguiu recuperar a conta, mesmo após diversas tentativas. “Ela teve um suporte super ruim da Meta, que cuida do Instagram, não conseguiu recuperar a conta e teve que abrir um perfil novo. Fez boletim de ocorrência, mas não conseguiu recuperar até hoje”, completa o advogado.

Fonte: r7

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São PauloTransporte

Ataque hacker invade sistema da SPTrans, e 13 milhões de usuários têm dados expostos

por Redação 23 de dezembro de 2022

A SPTrans sofreu um ataque cibernético, sobre o qual tomou conhecimento nesta quinta-feira (22), e 13 milhões de usuários cadastrados no Bilhete Único até abril de 2020 tiveram seus dados expostos.

A empresa informa que o cartão das pessoas vítimas do ‘ataque hacker’ continua ativo e com saldo ativo, portanto não há necessidade de ir a postos de atendimento verificar os créditos.

Os dados contêm informações de cadastros como nome, nome social, data de nascimento, CPF, RG, endereço, número de telefone, filiação, PIS, matrícula de aluno, estado civil, naturalidade, sexo, e-mail, além de login e a senha do portal de serviços da SPTrans na internet.

A ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) e a DCCIBER (Divisão de Crimes Cibernéticos), do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) da Polícia Civil paulista, já foram notificados.

A SPTrans informa que requereu a abertura de um procedimento de investigação criminal para apurar como se deu o vazamento de dados.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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