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HAMAS

Mundo

Ao menos dez reféns libertados pelos terroristas do Hamas foram abusados sexualmente

por Redação 7 de dezembro de 2023

Pelo menos dez civis israelenses libertados pelo Hamas, tanto homens quanto mulheres, foram agredidos ou abusados sexualmente enquanto estavam em um cativeiro do grupo terrorista palestino Hamas, segundo as informações publicadas pelo jornal The Times of Israel.

A informação, documentada em um relatório, foi dada à agência de notícias por um médico que tratou mais de cem reféns que foram soltos de cativeiros na Faixa de Gaza. Ele não forneceu mais detalhes, e nenhuma vítima teve a identidade revelada.

Os relatos do médico reforçam testemunhos compartilhados em uma reunião entre reféns libertados, familiares de pessoas que ainda estão detidas em Gaza e o gabinete de guerra israelense.

Na ocasião, foram relatados casos de abuso sexual durante os mais de 50 dias sob o poder dos terroristas.

Aviva Siegel, que foi libertada na semana passada e cujo marido, um cidadão americano, ainda é refém, teria dito durante a reunião que algumas das mulheres estavam “sendo tocadas”. Outros disseram que tanto homens quanto mulheres foram abusados sexualmente.

A trégua temporária entre Israel e o Hamas terminou na última sexta-feira (1º). Ao longo de uma semana, 105 civis foram libertados de cativeiros do Hamas em Gaza: 81 israelenses, 23 tailandeses e um filipino. Antes da pausa nos combates, outros quatro reféns foram soltos, e uma militar israelense foi resgatada.

Acredita-se que 138 reféns ainda permaneçam em Gaza, incluindo cerca de 20 mulheres. Israel afirma que o Hamas teve a oportunidade de prolongar a pausa, mas se recusou a libertar todas as mulheres detidas, como o acordo implicava.

O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Matthew Miller, afirmou na última segunda-feira (4) que o Hamas está retendo as reféns porque não quer que elas testemunhem sobre o abuso sexual que sofreram no cativeiro.

“A razão pela qual a pausa fracassou é que eles [os terroristas do Hamas] não querem que essas mulheres possam falar sobre o que aconteceu com elas durante seu tempo sob custódia”, afirmou Miller.

Relatos obtidos pela Associated Press, juntamente com as primeiras avaliações de um grupo de direitos humanos israelense, mostram que a agressão sexual fez parte da violência perpetrada pelo Hamas no ataque do dia 7 de outubro, quando cerca de 1.200 israelenses foram assassinados.

Enquanto investigadores tentam determinar a extensão das agressões, Israel acusa as organizações de direitos humanos, em especial a ONU, de agir com negligência em relação à dor das vítimas israelenses.

“Eu digo às organizações de direitos das mulheres, às organizações de direitos humanos: vocês já ouviram falar de estupro de mulheres israelenses, de atrocidades horríveis, de mutilação sexual? Onde diabos vocês estão?”, questionou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em entrevista coletiva na última terça-feira (5).

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu que se condene “energicamente e de forma inequívoca a violência sexual dos terroristas do Hamas”.

“Os terroristas do Hamas infligiram tanta dor e sofrimento a mulheres e meninas como puderam e depois as assassinaram. Isto é devastador”, disse Biden.

“Nas últimas semanas, sobreviventes e testemunhas dos ataques compartilharam relatos terríveis de uma crueldade inimaginável”, incluindo estupros, mutilação e profanação de cadáveres, acrescentou.

Fonte: r7

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Mundo

Primeiro grupo de reféns é solto após acordo entre Israel e terroristas do Hamas

por Redação 24 de novembro de 2023

O primeiro grupo de reféns sequestrados por terroristas do Hamas chegou ao Egito por volta das 17h (12h, no horário de Brasília) desta sexta-feira (24), segundo informações da emissora de TV estatal de Israel Kan 11. A libertação faz parte de um acordo firmado entre o governo israelense a organização extremista palestina.

As 13 mulheres, algumas idosas, e crianças foram levadas pela entidade de ajuda humanitária Cruz Vermelha até o posto fronteiriço de Rafah, na fronteira com o Egito, onde foram recebidas por militares israelenses. Também foram soltos 12 cidadãos tailandeses, como parte de um acordo paralelo do governo da Tailândia com a organização terrorista.

De acordo com a Kan 11, pouco depois das 17h, os reféns soltos se encontraram com agentes da Shin Bet, a agência de segurança interna de Israel.

Depois, o grupo segue para a base aérea de Hatzerim, no sul de Israel — os reféns libertados entrarão pela passagem de Kerem Shalom —, onde passará por avaliação física e psicológica. Caso algum integrante do grupo precise de atendimento médico imediato, seguirá diretamente da fronteira para um hospital israelense.

Na base aérea, os reféns poderão falar com familiares pelo telefone e serão posteriormente encaminhados para hospitais, por meio de helicópteros ou de ônibus.

O acordo para a libertação dos reféns envolve, inicialmente, a soltura de 50 indivíduos capturados em Israel durante os ataques terroristas de 7 de outubro, em troca de pelo menos 150 presos palestinos — Israel chegou a divulgar uma lista prévia com 300 nomes — e uma trégua de quatro dias, que entrou em vigor às 7h (2h, em Brasília) de hoje.

Até agora, apenas quatro reféns haviam sido libertados: duas cidadãs americanas (mãe e filha) e duas idosas israelenses. Israel também resgatou uma soldado que havia sido levada pelos terroristas.

Fonte: r7

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Mundo

Unidade 504: conheça a agência de espionagem mais secreta de Israel

por Redação 21 de novembro de 2023

Muitos países mantêm agências de espionagem: os Estados Unidos têm a CIA (Agência de Inteligência Central), o Reino Unido tem o SIS (Serviço Secreto de Inteligência, em português, também conhecido pelo código MI-6).

Israel tem duas agências “famosas” mundialmente: o Mossad e o Shin Bet. Um fato pouco divulgado fora de Israel, no entanto, é que as FDI (Forças de Defesa de Israel) também contam com um serviço secreto: a Unidade 504, que tem ajudado a capturar inimigos de Israel e a salvar civis palestinos na guerra contra os terroristas do Hamas na Faixa de Gaza.

A principal diferença da Unidade 504 é que ela faz parte do Exército de Israel, enquanto o Mossad e o Shin Bet são agências civis. E, na guerra contra o terrorismo, esse serviço de espionagem tem sido vital em desmascarar o terror perpetrado pelo Hamas em hospitais, conforme reportagem publicada no site israelense The Jerusalem Post.

Essa informação foi previamente fornecida a um grupo fechado de repórteres militares, mas foi mantida censurada devido a considerações operacionais.

Al-Shifa
Em uma gravação de um interrogatório da Unidade 504 de um palestino que esteve no hospital Al-Shifa, ele disse que havia muitas forças terroristas do Hamas lá, o que perturbava a equipe médica, que sabia de sua presença.

O palestino interrogado estimou que ele mesmo tinha visto entre 80 e 100 terroristas (provavelmente apenas uma parte do Hamas, considerando que Al-Shifa é um complexo grande com muitas instalações).

Ele acrescentou que os terroristas do Hamas e da Jihad Islâmica estavam “camuflados” na vestimenta de vários tipos de auxiliares médicos, inclusive usando a sala de emergência para suas atividades.

Outro palestino, Hamdoah Riad Assad Samlah, contou como os terroristas do Hamas estavam usando 50 mil civis palestinos no grande prédio da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino em Gaza como escudos humanos.

Ele disse que ninguém resistiria ao Hamas ou poderia ser morto. Além disso, ele acrescentou que os terroristas embrulhavam seus foguetes em cobertores civis para escondê-los das forças israelenses e frequentemente atiravam contra soldados das FDI dos arredores do prédio.

Outro palestino disse à Unidade 504 que viu mais de cem terroristas do Hamas controlando o Hospital Rantisi em Gaza, divididos em tendas com cerca de cinco a seis homens em cada uma.

Ele disse que também estava em um hospital conhecido como Hospital Suécia, onde viu pelo menos sete terroristas do Hamas. Embora estivessem vestidos como civis, ele disse que conhecia um deles pessoalmente e que o restante estava armado.

Terroristas interrogados
Até o início da guerra, em 7 de outubro, a Unidade 504 estava mais focada em Líbano, Síria e outros países do Oriente Médio. Desde o ataque, no entanto, a Unidade 504 interrogou mais de 500 palestinos e prendeu e interrogou mais de 300 terroristas.

“Até agora, prendemos mais de 300 terroristas como parte da invasão, que foram levados para interrogatório prolongado em Israel. As informações obtidas dos interrogatórios desses prisioneiros foram de tremendo valor, levando à eliminação de outros terroristas e ao aumento da segurança de nossas forças”, disse um comandante sênior da Unidade 504 que, como era de se esperar, não teve sua identidade revelada.

Ajuda palestina
O oficial superior acrescentou que sua unidade também recebeu milhares de chamadas de palestinos em Gaza querendo ajudá-los com inteligência ou cooperar de outra forma contra os terroristas do Hamas. “Foi de uma magnitude que nunca tínhamos visto antes. Parece que os residentes de Gaza estão insatisfeitos com a conduta bárbara do Hamas.”

Para realizar essas muitas missões, dezenas de interrogadores de campo que falam árabe estão espalhados pelas áreas de batalha em Gaza nos níveis de divisão, brigada e batalhão.

O pessoal de interrogatório de campo da Unidade 504 não está apenas trazendo de volta terroristas para Israel para interrogatório, mas também interrogando terroristas frequentemente em campo em tempo real para ajudar as FDI com suas manobras de batalha imediatas, bem como encontrar locais sensíveis do Hamas nas ruas próximas de Gaza.

Além desses detidos interrogados fornecerem à Unidade 504 informações sobre locais sensíveis de terror em geral, eles foram especialmente úteis na localização da rede de túneis do Hamas.
A Unidade 504 também teve papel principal para convencer milhares de palestinos no norte de Gaza a se deslocarem em direção ao sul do território.

Isso foi feito por uma mistura de mais de 10 milhões de mensagens eletrônicas, 9 milhões de mensagens gravadas e mais de 30 mil chamadas telefônicas de oficiais treinados não apenas em árabe, mas em se conectar culturalmente com os palestinos. Além disso, cerca de 4 milhões de panfletos foram lançados pressionando civis palestinos a fugir para o sul.

Em um caso, as FDI descobriram, com a ajuda de civis palestinos, um posto do Hamas que estava impedindo a movimentação para o sul de Gaza. ) O Exército foi capaz de usar essa informação para remover as forças do Hamas, levando civis palestinos para longe da região de confronto e para áreas mais seguras.

Fonte: r7

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Mundo

Fattah 2: Irã revela míssil hipersônico que pode escapar de radares e carregar ogiva nuclear

por Redação 21 de novembro de 2023

O governo do Irã revelou, neste domingo (19), o míssil hipersônico Fattah 2, produzido pela Força Aeroespacial do Corpo da Guarda da Revolução Islâmica (IRGC), divisão de pesquisa da Força Aérea Iraniana.

O míssil foi exibido durante uma exposição realizada na Universidade de Ciência e Tecnologia Aeroespacial de Ashura, na qual foram apresentados os últimos avanços na tecnologia aeroespacial do Irã.

Segundo a Irna (agência de notícias oficial do Irã), o Fattah 2 é um míssil teleguiado de última geração, classificado como arma hipersônica. O Irã é um dos quatro países no mundo capazes de fabricar esse tipo de arma.

O governo iraniano é um dos apoiadores políticos e financeiros do Hamas, grupo terrorista palestino que deflagrou um novo conflito na região em 7 de outubro, quando invadiu Israel e matou 1.200 pessoas, além de sequestrar outras 240, que hoje se encontram mantidas em cativeiro na Faixa de Gaza.

O que é um míssil hipersônico?
Um míssil hipersônico é um tipo de míssil capaz de viajar a velocidades extremamente altas, geralmente definidas como Mach 5 ou mais, o que significa cinco vezes a velocidade do som ou mais rápido. Essa velocidade excepcionalmente alta torna os mísseis hipersônicos muito difíceis de ser detectados e interceptados pelos sistemas de defesa atuais.

Esses mísseis podem ser projetados para transportar ogivas convencionais ou nucleares e ser lançados a partir de aviões, navios, submarinos ou de bases terrestres. A combinação de sua velocidade extremamente alta, capacidade de manobra e trajetórias de voo variáveis ​​os torna uma ameaça significativa em conflitos modernos.

Além de seu uso militar, a tecnologia hipersônica também tem potenciais aplicações civis, como em sistemas de transporte rápido e na exploração espacial. No entanto, o desenvolvimento e o uso desses mísseis também levantam questões de segurança e estabilidade global, dadas as dificuldades em controlar tais armas e se defender delas.

Fonte: r7

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Mundo

Comunidade judaica repudia nova fala de Lula que classifica ações de Israel como ‘terroristas’

por Redação 14 de novembro de 2023

Representantes da comunidade judaica voltaram a criticar nesta terça-feira (14) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após nova declaração em que ele compara as ações de Israel na guerra com o grupo terrorista Hamas. Ao defender a criação do Estado da Palestina, o petista disse não ser justo nem correto Israel ocupar a Faixa de Gaza e expulsar os palestinos de lá e que a atitude do Exército israelense é “igual ao terrorismo”.

Para o rabino Rav Sany, diretor do Olami Faria Lima, a insistência de Lula revela a necessidade de “conhecer melhor o assunto”. “O presidente insiste em comparar o incomparável: uma organização terrorista como o Hamas, que usa seus próprios cidadãos como escudo humano, com um estado democrático e pluralista, como Israel, que só quer se defender do ataque bárbaro e selvagem, além do desejo de resgatar reféns. Lamento profundamente”. O rabino também sustentou que, ao contrário do que alega Lula, Israel não está atacando os hospitais, “está entregando combustível para funcionar e o Hamas o confisca”.

A nova comparação foi feita nesta terça-feira (14), durante o programa Conversa com o Presidente, nas redes sociais. “É verdade que houve ataque terrorista do Hamas, mas o comportamento de Israel fazendo o que está fazendo com criança, hospital, com mulheres […] é igual ao terrorismo”, declarou Lula.

Em nota, o Instituto Brasil Israel (IBI) manteve a posição contra a avaliação feita por Lula. “É uma pena que o governo do Brasil, diante da tragédia da guerra, perca o equilíbrio e a ponderação, reduzindo a possibilidade de contribuir de maneira decisiva e propositiva com negociações entre as várias partes no conflito”, declarou, completando que a acusação feita pelo presidente “reforça os extremistas de ambos os lados e enfraquece as partes que lutam por um futuro de coexistência para israelenses e palestinos”.

O presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib), Claudio Lottenberg, classificou como “equivocadas e perigosas” as falas de Lula. “Além de equivocadas e injustas, falas como essa do presidente da República são também perigosas. Estimulam entre seus muitos seguidores uma visão distorcida e radicalizada do conflito, no momento em que os próprios órgãos de segurança do governo brasileiro atuam com competência para prender rede terrorista que planejava atentados contra judeus no Brasil”, disse Lottenberg. “A comunidade judaica brasileira espera equilíbrio das nossas autoridades e uma atuação serena que não importe ao Brasil o terrível conflito no Oriente Médio”, acrescentou.

Nesta segunda-feira (13), lideranças políticas e religiosas também rebateram a declaração do presidente. A fala foi classificada por autoridades como equivocada e “fruto de desconhecimento” sobre a “selvageria” do Hamas, que causou mortes de civis e crianças em atentados.

Representantes da comunidade israelita no Brasil reagiram à declaração de Lula. O líder do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel, deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), definiu o comentário como “equivocado”. Ao R7, ele disse que Lula sabe e conhece a situação de conflito na Faixa de Gaza, “mas não admite a realidade dos fatos”.

O parlamentar também afirmou que os movimentos de Israel e do Hamas são “completamente distintos”. “O Hamas, quando atacou Israel, em nenhum momento avisou civis ou quem quer que seja do ataque, que foi premeditado para atacar civis. Israel, por outro lado, pediu para que os civis palestinos saíssem da Faixa de Gaza. O que percebemos é que o próprio grupo Hamas é que faz as pessoas de escudo humano”, completou.

Durante o programa Conversa com o Presidente desta segunda-feira, Lula insistiu nas críticas a Israel. “Estou percebendo que Israel parece que quer ocupar a Faixa de Gaza e expulsar palestinos de lá; isso não é correto, não é justo. Temos que garantir a criação do Estado da Palestina”, disse.

O presidente executivo do grupo StandWithUs Brasil, André Lajst, disse que as falas de Lula são graves.

“O presidente brasileiro equiparou Israel, um Estado democrático, com um grupo terrorista com intentos abertamente genocidas que massacrou cerca de 1.200 pessoas — dentre elas, três brasileiros — e sequestrou 240 pessoas”, disse a entidade. “Israel não mata ‘inocentes sem nenhum critério’”, acrescentou. O grupo afirma ainda que todas as vidas perdidas nesse conflito são de igual valor, palestinas e israelenses. “E é lastimável que tantos civis inocentes estejam morrendo. Justamente por causa disso, é necessário compreender corretamente as causas dessa tragédia e os verdadeiros responsáveis por ela”, concluiu.

Chegada de brasileiros e familiares
Os 32 brasileiros resgatados da Faixa de Gaza chegaram a Brasília, onde foram recebidos por Lula. O pouso, na noite desta segunda-feira (13), encerrou a longa espera pela repatriação do grupo que ficou mais de um mês retido no enclave onde Israel trava uma guerra contra o grupo terrorista Hamas.

Após a chegada do grupo de 32 pessoas ao Brasil, o petista afirmou que o governo tem responsabilidade de procurar mais brasileiros e parentes de brasileiros que estão no conflito. “O Brasil vai continuar brigando pela paz”, comentou.

ONU
Lula classificou ser “inadmissível” que ainda não tenha sido encontrada uma solução para o conflito. Em sua avaliação, o Brasil fez um trabalho “extraordinário” à frente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) em outubro. Nesse sentido, ele voltou a criticar o direito de veto dos integrantes permanentes do órgão. “A ONU precisa mudar”, comentou. “A ONU de 1945 não vale mais nada em 2023.”

Fonte: r7

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Mundo

Após grande expectativa, brasileiros ficam fora da 6ª lista de estrangeiros que vão deixar Gaza

por Redação 8 de novembro de 2023

Apesar da grande expectativa, o grupo de 34 pessoas (entre brasileiros e seus familiares) que está na Faixa de Gaza não faz parte da sexta lista de estrangeiros que vão cruzar a fronteira de Rafah, em direção ao Egito. A informação foi confirmada pelo embaixador do Brasil na Palestina, Alessandro Candeas.

A nova relação de estrangeiros autorizados a deixar Gaza conta com 601 nomes, de seis nacionalidades: Ucrânia (228 pessoas), Filipinas (107), Estados Unidos (100), Alemanha (75), Romênia (51) e Canadá (40).

Na última sexta-feira (3), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse que a volta para o país ocorreria até esta quarta (8). O Itamaraty afirmou, em 1º de novembro, que “confia que em breve [os brasileiros] serão contemplados com autorização para passagem por Rafah”, conforme um comunicado oficial.

“Os nomes foram informados desde 9 de outubro às chancelarias egípcia e israelense e às autoridades responsáveis na Faixa de Gaza”, escreveu o Ministério das Relações Exteriores. De acordo com a pasta, o governo tem mantido contato permanente com as autoridades locais para retirar os brasileiros que estão na zona de conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas.

Segundo o Itamaraty, os brasileiros e os familiares próximos continuam abrigados perto da fronteira com o Egito, em Khan Younis e em Rafah.

Fonte: r7

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Mundo

Sobe para 67 o número de funcionários da ONU mortos na guerra entre Israel e Hamas

por Redação 1 de novembro de 2023

Um total de 67 funcionários da ONU (Organização das Nações Unidas) morreu em 25 dias de guerra entre Israel e os terroristas do Hamas. O número é o mais alto já registrado pela organização em um período tão curto de tempo, segundo o boletim diário do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU divulgado nesta quarta-feira (1º).

Profissionais que atuam na cobertura da guerra para veículos de imprensa de vários países também estão entre as vítimas do confronto. No último levantamento, 31 jornalistas perderam a vida na Faixa de Gaza.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde do Hamas, 8.796 pessoas morreram na Faixa de Gaza desde o início da guerra, em 7 de outubro.

No lado de Israel, foram contabilizadas mais de 1.400 mortes. Quase todos os registros são da invasão do território israelense pelos terroristas do Hamas.

O Itamaraty confirmou a morte de três cidadãos do Brasil que estavam na rave invadida por terroristas do Hamas no dia 7 de outubro. Uma israelense filha de brasileira também teve a morte confirmada.

Fonte: r7

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Mundo

Primeiro grupo de estrangeiros deixa Gaza com destino ao Egito; lista não inclui brasileiros

por Redação 1 de novembro de 2023

O primeiro grupo de pessoas com passaporte estrangeiro vindo da Faixa de Gaza cruzou o posto fronteiriço de Rafah com destino ao Egito nesta quarta-feira (1º). A lista divulgada tem 450 estrangeiros, 90 palestinos feridos e não inclui brasileiros.

Canais de televisão egípcios mostraram imagens ao vivo de uma fila de ambulâncias entrando no território palestino para dar os primeiros atendimentos médicos e auxiliar na transferência de pessoas para hospitais no Egito.

Reféns devem ser libertados
Também existe a expectativa de que reféns sejam libertados pelos Hamas. Pelo menos 239 pessoas, entre israelenses e cidadãos de outros países, foram sequestradas no ataque do dia 7 de outubro que desencadeou a guerra.

O porta-voz das Brigadas Al-Qassam, braço armado do Hamas, Abu Ubaida, já havia afirmado que vários reféns serão soltos, mas não citou um número nem deu um prazo.

“Informamos aos mediadores que liberaremos vários estrangeiros nos próximos dias de acordo com nossa vontade de não mantê-los em Gaza”, afirmou.

Fonte: r7

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Mundo

Israel ataca mais de 300 alvos do Hamas e mata terrorista que organizou invasão por parapentes

por Redação 31 de outubro de 2023

Uma das cenas mais marcantes do ataque-surpresa a Israel em 7 de outubro foram as dezenas de terroristas em parapentes motorizados para invadir vilas e praticar assassinatos e sequestros. Nesta terça-feira (31), o Exército informou ter matado um dos terroristas do Hamas responsável por organizar essa parte da ofensiva.

Em comunicado, as FDI (Forças de Defesa de Israel) afirmam ter eliminado o comandante do Batalhão Beit Lahia, da Brigada Norte do Hamas, Nasim Abu Ajina, que também dirigiu os massacres no kibutz Erez e no moshav Netiv HaAsara.

O Exército israelense atacou aproximadamente 300 alvos nas últimas 24 horas, incluindo túneis na Faixa de Gaza usados pelo Hamas, além de locais de lançamento de mísseis.

As forças terrestres, que intensificaram as ações na sexta-feira (27), “tiveram vários confrontos com células terroristas que dispararam tanto mísseis antitanque quanto tiros de metralhadora”.

Em comunicado às tropas, o comandante do sul de Israel, major-general Yaron Finkelman, afirmou que “não importa quão longa ou difícil seja a luta, não há outro resultado além da vitória”.

“Lutaremos em vielas, lutaremos em túneis, lutaremos onde for necessário. Eliminaremos o inimigo abominável diante de nós”, acrescentou.

Líbano
Os combates aos terroristas do Hezbollah no Líbano continuaram nesta terça-feira. Sirenes de ataques aéreos foram acionadas na cidade fronteiriça de Metula.

Segundo as FDI, ocorreram “dois lançamentos malsucedidos identificados” no Líbano, mas que não chegaram a cruzar para Israel. A artilharia israelense respondeu com ataques em direção ao território libanês.

Mísseis antitanque foram disparados contra dois postos militares das FDI perto da fronteira com o Líbano, ataques que também foram revidados, de acordo com o Exército.

Foguetes lançados pelo Hezbollah caíram em áreas abertas em Tel Hai, no norte de Israel.

Mar Vermelho
Mais cedo, a Força Aérea Israelense conseguiu interceptar um míssil e dois drones lançados a partir do mar Vermelho, provavelmente do Iêmen, em direção ao sul do país.

Esta foi a primeira vez que o sistema de defesa antiaérea Arrow foi usado desde o início da guerra contra os terroristas do Hamas.

Os drones foram derrubados por caças da Força Aérea, que afirmou em nota que “todas as ameaças aéreas foram interceptadas fora do território israelense. Não foram identificadas infiltrações no território israelense”.

A autoria dos ataques foi reivindicada pela milícia rebelde Houthi, do Iêmen, que é apoiada pelo Irã.

“Esses drones pertencem ao Estado do Iêmen”, afirmou à agência de notícias AFP Abdelaziz bin Habtour, primeiro-ministro designado pelos rebeldes, que controlam parte do país e enfrentam o governo reconhecido pela comunidade internacional.

Os houthis, assim como o Hezbollah, a Jihad Islâmica e a Resistência Islâmica no Iraque, recebem dinheiro, treinamento e armas da Guarda Revolucionária Iraniana, um braço do Exército iraniano que estrutura milícias na região para defender as suas ideologias e interesses.

Fonte: r7

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Mundo

Terroristas do Hamas bloqueiam estrada e atiram em quem tenta sair da zona de guerra em Gaza

por Redação 26 de outubro de 2023

Os terroristas do Hamas fecharam uma estrada e atiram em que tenta sair da zona de guerra no norte da Faixa de Gaza, relatou um palestino a um militar das Forças de Defesa de Israel.

A gravação da conversa foi divulgada nesta quinta-feira (26) nas redes sociais e mostra que o homem está preocupado em buscar um abrigo, mas não consegue sair do local onde está.

O militar pede ao palestino que fuja para o sul da Faixa de Gaza. No início da guerra, Israel chegou a espalhar panfletos em árabe para orientar a população a se dirigir à fronteira com o Egito.

“Eu peço, pela sua segurança pessoal, que você vá urgentemente para Khan Younis”, orienta o israelense.

O civil reconhece que está em perigo, mas explica que não consegue sair de onde está.

“Todas as estradas estão bloqueadas. E onde estamos não é seguro”, diz.

O militar pergunta mais de uma vez para ter certeza de quem está bloqueando a passagem, e o palestino confirma que os terroristas do Hamas estão impedido a saída de civis.

“Eles estão mandando as pessoas voltarem”, diz o homem, e acrescenta: “Estão atirando nas pessoas”.

Segundo o relato, a estrada bloqueada é a Salah al-Din, que é a mais importante da Faixa de Gaza. Esse é o principal caminho até Khan Younis e cruza toda a região, de norte a sul.

Israel acusa os terroristas de barrar a fuga da população civil, para usar essas pessoas como um escudo nos ataques.

Fonte: r7

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