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INFLUENZA

Saúde

Ministério da Saúde antecipa vacinação da gripe para março

por Redação 29 de fevereiro de 2024

O Ministério da Saúde decidiu antecipar o início da campanha de vacinação contra a gripe em todo o Brasil devido ao aumento da circulação de vírus respiratórios. Tradicionalmente realizada entre abril e maio, a campanha deste ano começará em 25 de março. As vacinas serão distribuídas a partir de 20 de março para as regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Em 2023, a estratégia foi alterada para a região Norte, onde a imunização ocorreu entre novembro e dezembro, considerando as particularidades climáticas da região. A imunização visa proteger contra os vírus que geralmente circulam nos meses de maio, junho e julho.

Ethel Maciel, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, destaca a antecipação da campanha para proteger a população, especialmente idosos, gestantes e profissionais de saúde, antes da chegada do inverno.

A vacina trivalente, contendo três cepas de vírus, protege contra os principais vírus em circulação no Brasil. Estima-se que 75 milhões de pessoas serão imunizadas, podendo a vacina contra a influenza ser administrada simultaneamente com outras do Calendário Nacional de Vacinação.

Em 2024, a vacinação ocorrerá no primeiro semestre nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, enquanto no Norte será no segundo semestre, considerando o início do inverno amazônico. A estratégia busca atender às particularidades climáticas da região.

O Ministério da Saúde, em conjunto com estados e municípios, adota o microplanejamento como ferramenta de planejamento contínuo das ações de vacinação. Esta estratégia visa ampliar o acesso à vacinação, respeitando as diversidades regionais e direcionando esforços para alcançar a cobertura vacinal. Dentre as estratégias adotadas estão a realização do Dia D de vacinação, busca ativa de não vacinados, vacinação em escolas e áreas indígenas, entre outras.

Fonte: r7

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Saúde

A Gripe Espanhola ainda circula entre nós?

por Redação 29 de novembro de 2023

Cada vez mais, podemos ver que a Covid-19, após cerca de dois anos pandêmicos e algumas doses de vacinas, está se tornando uma doença que, embora ainda cause mortes, deixa de ser uma emergência e passa a ser uma enfermidade que faz parte do dia-a-dia das pessoas. O vírus segue o mesmo curso de outra pandemia, considerada uma das mais mortais da história: a Gripe Espanhola.

Em 1918, um vírus de gripe — a Influenza A, provocada pelo vírus do H1N1 — passou a se disseminar nos Estados Unidos.

Em meio à Primeira Guerra Mundial, a Europa optou por não divulgar informações da enfermidade, que já matava mais pessoas do que o próprio combate, de modo a não minar a moral das tropas. Assim, a Espanha, que não fazia parte do conflito, se encarregou de noticiar a doença, originando, então, o nome de gripe espanhola. A pandemia teve fim em 1919.

De acordo com o portal da Câmara Municipal de São Paulo, estima-se que a gripe espanhola tenha afetado um terço da população mundial e matado de 20 a 50 milhões, com estudos recentes citando 100 milhões de mortos — enquanto a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) levou quatro anos para matar 8 milhões de pessoas.

“A Gripe Espanhola foi causada por um vírus da Influenza A, o H1N1, e é interessante se pararmos para pensar que, em 2009, tivemos novamente um alerta [pelo H1N1]. O vírus pode até ter partes da cepa de 1918 mas, ao conviver com a comunidade e circulando pelo mundo, acaba sofrendo mutações e incorporando DNAs diferentes. Inclusive, o vírus que temos atualmente, deve ter coisas em comum com o de 1918, mas que, com certeza passou por muitas mutações, com um grande vai e vem”, explica o infectologista João Prats, da BP -A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

A infectologista do Hospital Nove de Julho, Sumire Sakabe, afirma que, no século 20, houve a ocorrência de três pandemias causadas pela influenza: a da Gripe Espanhola, em 1918, com o H1N1; a Gripe Asiática, em 1957, com o H2N2; e a Gripe de Hong Kong, em 1968, com a H3N2.

Vírus descendentes do H1N1 circularam até 1957, quando foram substituídos pelo H2N2. O primeiro voltaria a aparecer, então, no final da década de 70, e seguindo como responsáveis por boa parte dos casos de influenza sazonal ainda hoje.

Sumire ressalta, no entanto, que a cepa circulante do H1N1 que causou a Gripe Espanhola já não circula mais, na atualidade. O fato foi comprovado a partir do sequenciamento de amostras do vírus coletadas no tecido pulmonar de vítimas da época.

Máscaras, isolamento e o combate atual
A otorrinolaringologista Maura Neves, da ABORL-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial), alega que a contenção da Gripe Espanhola se deu por meio do uso de máscaras, isolamento social e incentivo a quarentena por ter sido identificada como uma doença contagiosa — mesmas estratégias adotadas no início da pandemia de Covid-19, quando ainda não havia vacina.

Ela complementa que, parte da alta mortalidade relacionada ao vírus se deu por conta de complicações do H1N1, que levaram à pneumonias bacterianas, em uma época em que não havia antibióticos para tal combate.

Maura diz que o vírus influenza H1N1 tem mutações sazonais, podendo, eventualmente apresentar uma nova mutação mais virulenta.

Porém, por já fazer parte das vacinas das campanhas de gripe anuais (que contém as cepas mais recentes, circulantes no ano anterior) e com os avanços médicos, é possível um enfrentamento mais rápido, além de remédios eficazes.

“A vacina influenza é produzida a partir de vírus inativados e fragmentados, o que significa que contém somente vírus mortos, não podendo causar a doença. Ela estimula a produção de anticorpos contra uma proteína expressa na cepa. Dessa forma, quando o vírus penetra o corpo, o organismo detecta sua presença e os anticorpos o neutralizam, prevenindo a infecção. A resposta imunológica ocorre em até duas semanas depois da vacinação”, finaliza a otorrinolaringologista Roberta Pilla, da ABORL-CCF.

Fonte: r7

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GuarulhosSaúde

Vacina da gripe começa a ser aplicada hoje no SUS em todo o país; veja quem pode tomá-la

por Redação 10 de abril de 2023

A campanha de vacinação contra a gripe começa nesta segunda-feira (10) em todo o Brasil. O objetivo do Ministério da Saúde neste ano é imunizar 81,7 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos prioritários e estão aptas a receber a vacina no SUS.

A vacinação foi antecipada na região Norte, onde começou em março, devido ao período de chuva e aumento dos casos de influenza a partir de abril.

Com a aproximação do inverno no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, é esperado também um crescimento do número de infecções pelo vírus da gripe, daí a importância da vacinação neste momento.

Podem se vacinar nos postos de saúde indivíduos que se encaixem nos seguintes grupos:

  • pessoas com mais de 60 anos;
  • crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias);
  • gestantes e puérperas;
  • pessoas com deficiência;
  • pessoas com comorbidades;
  • povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
  • trabalhadores da saúde;
  • integrantes das Forças Armadas;
  • profissionais das forças de segurança e salvamento;
  • caminhoneiros;
  • professores;
  • profissionais de transporte coletivo;
  • profissionais portuários;
  • profissionais do sistema de privação de liberdade;
  • população privada de liberdade;
  • adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas.

Em relação aos bebês e crianças, o ministério diz que aqueles que já receberam pelo menos uma dose nos anos anteriores devem tomar somente uma injeção neste ano.

Para crianças indígenas ou com comorbidades, é possível a vacinação até 9 anos incompletos.

Crianças que serão vacinadas pela primeira vez devem tomar o esquema de duas doses, com intervalo de 30 dias entre elas.

No informe técnico da vacinação, a pasta ressalta que os grupos prioritários são “atores sociais importantes no processo de prevenção e controle da influenza”.

A meta do governo é vacinar 90% de cada um desses grupos, mas é algo que tem sido difícil de atingir nos últimos anos. Em 2022, a cobertura média para todos eles foi de 68,1%.

A sobra de vacinas em muitos locais faz com que os municípios as ofereçam para quem não faz parte dos grupos prioritários, o que normalmente ocorre na metade do ano.

Até lá, quem não faz parte do público-alvo e deseja se vacinar deve fazê-lo na rede privada.

Para o pediatra infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), a percepção de risco sobre a gripe é o que influencia na adesão à vacina anualmente.

“Em geral, como a maioria das temporadas não é tão grave, na maior parte das vezes atingir a cobertura vacinal não é tão fácil. […] O grande desafio é conseguir comunicação e convencimento da população a se vacinar, mesmo com essa percepção de risco baixa. Para todas as vacinas é assim. Com a gripe não é diferente”, explica.

Porém, o médico lembra que já houve anos, como 2016, em que o grande número de hospitalizações por gripe levou a uma corrida aos postos de saúde de pessoas em busca da vacina.

“Aí você tem busca exagerada por vacinas, a campanha é concretizada em quatro, seis semanas. As clínicas privadas vendem muitas vacinas, filas nas portas…”

A vacina

Anualmente, a vacina contra a gripe é atualizada, conforme orientação da OMS (Organização Mundial da Saúde) para incluir as cepas do vírus influenza que devem predominar na estação.

Neste ano, o imunizante trivalente produzido pelo Instituto Butantan oferece proteção contra duas cepas de influenza A – A/Sydney/5/2021 (H1N1) pdm09 e A/Darwin/9/2021 (H3N2 – e outra de influenza B – B/Áustria/1359417/2021 (linhagem B/Victoria).

“A vacina influenza pode ser administrada na mesma ocasião de outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação e também com outros medicamentos, procedendo-se às administrações com seringas e agulhas diferentes em locais anatômicos distintos”, salienta o Ministério da Saúde.

Quem precisar tomar também a vacina contra a Covid-19 ou outra pode fazê-lo no mesmo dia.

Indivíduos com alergia grave a ovo devem receber a vacina sob supervisão médica. Quem estiver com sintomas de Covid-19 ou febre deve esperar a melhora do quadro para se vacinar.

Risco
A gripe continua a ser uma doença que preocupa em todo o mundo, principalmente quando ela afeta pessoas mais vulneráveis, como idosos, crianças e indivíduos que tenham o sistema imunológico comprometido por doenças ou tratamentos de saúde.

Em 2022, o Ministério da Saúde contabilizou mais de 10,5 mil internações por síndrome respiratória aguda grave causada pelo vírus influenza. No mesmo período, 1.348 óbitos por complicação respiratória foram associados à gripe.

Os idosos são os mais vulneráveis, segundo os dados do governo, representando quase metade de todos os registros de influenza no ano passado. Ainda assim, a cobertura vacinal desse grupo ficou em torno de 70% em 2022.

“Tradicionalmente, quase na média de todos os últimos anos, de 70% a 75% dos óbitos por influenza que temos no país ocorrem nesses grupos elegíveis para a vacinação”, alerta Kfouri.

Gripe
Os quadros de gripe têm início subitamente e se manifestam com sintomas como febre, calafrios, dores no corpo e de cabeça, tosse, coriza, dor de garganta e mal-estar geral.

Segundo o Manual MSD de Diagnóstico e Tratamento, “a maioria dos sintomas melhora depois de dois ou três dias. No entanto, às vezes a febre pode durar até cinco dias. Os sintomas de tosse, fraqueza, suores e cansaço prolongam-se durante vários dias ou ocasionalmente semanas”.

“Em algumas circunstâncias, principalmente nos grupos de maior risco, a doença pode evoluir para complicações respiratórias — a exemplo da pneumonia viral ou bacteriana —, levar à descompensação da doença de base, no caso de pessoas com condições crônicas, e até mesmo ao óbito. Além da saúde individual e coletiva, estudos realizados nos Estados Unidos demonstram que a gripe causa prejuízos econômicos na casa dos bilhões de dólares anuais, não apenas pelos custos com hospitalização, mas pela perda de vidas e a queda de produtividade devido à falta ao trabalho”, afirma em nota a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

A vacinação é a melhor forma de prevenir o agravamento. Ainda assim, algumas pessoas com a saúde mais fragilizada podem precisar tomar antiviral. O oseltamivir (Tamiflu) está disponível no SUS mediante prescrição médica.

É importante ficar atento aos sinais de complicação da gripe, como falta de ar e persistência da febre, que podem indicar um quadro de pneumonia, o que requer atendimento médico imediato.

Fonte: r7

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BrasilSaúde

Anvisa autoriza teste de vacina do Butantan com proteção ampliada contra a gripe

por Redação 1 de março de 2023

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou, na terça-feira (28), o Instituto Butantan a iniciar os testes finais em humanos de uma nova vacina (tetravalente) contra a gripe. O imunizante confere uma proteção adicional contra um tipo do vírus influenza.

O objetivo dessa fase da pesquisa é avaliar a segurança, a imunogenicidade (capacidade de estimular a produção de anticorpos) e a consistência da resposta imune.

O Instituto Butantan é o único fornecedor das vacinas contra a gripe que são usadas pelo SUS em todo o Brasil.

As vacinas são trivalentes. A formulação varia de acordo com os vírus que circulam a cada ano, mas, basicamente, inclui duas cepas do influenza A e uma cepa do influenza B. A definição é feita pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Atualmente, é composta do vírus influenza fragmentado e inativado, com a cepa A (H1N1 e H3N2) e a cepa B (linhagem Victoria e Yamagata).

O Butantan quer agora uma vacina nos moldes das que já são usadas na rede privada, com duas cepas de influenza A e outras duas de influenza B.

A nova formulação inclui também o vírus influenza B (linhagem Victoria – TIV-V-IB).

“Dessa forma, espera-se obter uma vacina análoga à trivalente, mas com uma proteção adicional contra uma segunda cepa B, determinada sazonalmente pela Organização Mundial da Saúde”, diz a Anvisa em comunicado.

Na campanha do ano passado, o Ministério da Saúde distribuiu 80 milhões de doses.

Neste ano, o calendário de imunização contra a gripe para os grupos prioritários deve ter início em abril, porém ainda com a vacina trivalente.

O estudo atual da vacina tetravalente pretende incluir cerca de 7.000 participantes em São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Ceará, Sergipe e Pernambuco.

Esta última fase do estudo, antes do pedido de registro na Anvisa, deve durar 12 meses, podendo ser prorrogada.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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