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Tag:

INSS

Economia

Governo antecipa pagamento do ’13º do INSS’ para aposentados e pensionistas; confira datas

por Redação 13 de março de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antecipou o pagamento do abono anual devido aos aposentados e pensionistas da Previdência Social, mais conhecido como o “13º do INSS”. A medida foi publicada nesta quarta-feira (13) e abrange pessoas que tenham recebido alguns auxílios do órgão em 2024 (veja lista e calendário abaixo). Os pagamentos começam em abril, e vão ser feitos de acordo com o último número NIS (Número de Identificação Social).

Entre os auxílios que vão direito a receber o benefício estão:

  • Aposentadoria;
  • Pensão por morte;
  • Auxílio por incapacidade temporária;
  • Auxílio-acidente,
  • Auxílio-reclusão da Previdência Social.

Segundo o texto, o abono será pago em duas parcelas:

  • 1ª Parcela: vai ser depositada em abril, junto com o pagamento do benefício
  • 2ª Parcela: vai ser depositada em maio, junto com o pagamento do benefício

O R7 entrou em contato com o ministério da Previdência Social para saber quantas pessoas vão ser impactadas com a medida, e aguarda a resposta do governo.

Veja calendário de pagamentos:

Justificativa
O blog Contas em Dia já havia antecipado a informação no dia 6 de março. Segundo a publicação, a antecipação do abono ocorreu nos últimos quatro anos, para aliviar os impactos da pandemia de Covid-19 e estimular a economia do país. O abono é normalmente pago no segundo semestre de cada ano, em agosto e novembro.

O piso nacional atual de R$ 1.412 é o valor mínimo para aposentadorias, pensões por morte e auxílios-doença em 2024. Já o teto do INSS, que estabelece o valor máximo de qualquer benefício pago pelo instituto, é de R$ 7.786,02.

Fonte: r7

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Brasil

Déficit da previdência cresce 17,2%, com recorde de concessões e precatórios

por Redação 7 de março de 2024

O déficit da previdência atingiu R$ 306 bilhões em 2023. O número equivale a um aumento de 17,2% em relação a 2022, e se refere ao RGPS (Regime Geral de Previdência Social), sistema voltado para os trabalhadores do setor privado.

A alta coincide com o recorde de concessões de novas aposentadorias e pensões do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e com pagamento de precatórios, títulos de dívidas da União com sentenças definitivas da Justiça.

No ano passado, foram concedidos 5,9 milhões de novos benefícios, maior número da série histórica, desde 2006, no valor total de R$ 10 bilhões. Os dados constam do Boletim Estatístico da Previdência Social, de dezembro, publicado na última semana.

O Ministério da Previdência Social afirma que o pagamento extraordinário de R$ 27,6 bilhões em precatórios no mês de dezembro aumentou a despesa estimada para o ano. “Isso repercutiu na NFPS (Necessidade de Financiamento da Previdência Social). Desconsiderando os precatórios extraordinários, a NFPS de 2023 foi de cerca de R$ 278,7 bilhões”, explica a pasta em nota.

Para o professor Luís Eduardo Afonso, da FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade) da USP, ao mesmo tempo que aumentou a arrecadação líquida em 10,6% no ano passado em relação a 2022, o total de benefícios subiu 12,79%, mais de dois pontos percentuais, o que levou ao aumento do rombo.

“A despesa subiu mais que a receita. Obviamente, o déficit aumentou. Tem um ponto importante que é o número de novas concessões no ano, além do aumento expressivo no total de benefícios emitidos, que superou 39 milhões, maior alta desde 2017. Entraram muito mais benefícios no sistema em 2023 do que nos anos anteriores. Isso fez subir o estoque e aumentar a despesa de uma maneira geral”, afirma Afonso.

Para reduzir a espera, que atualmente tem 1,5 milhão de pedidos em análise, foi implementado o Programa de Enfrentamento à Fila da Previdência Social. O tempo médio de concessão dos benefícios chegou a cair para 50 dias. A meta do INSS é chegar a 30 dias até o fim deste ano.

Além disso, começou a vigorar em setembro do ano passado o Atestmed, que substitui a perícia médica presencial pela análise documental eletrônica nos casos de benefícios de curta duração, além da adoção de inteligência artificial para detectar fraudes. Com isso, a expectativa é que a previdência consiga reduzir os gastos.

O outro ponto citado pelo professor da FEA se refere ao valor médio dos benefícios, que tiveram aumento superior à inflação do ano, de 4,62%.

Segundo o Ministério da Previdência Social, a relação entre aumento das concessões e aumento da despesa é direta, mas ponderações devem ser feitas. “Somente impactam as despesas do Fundo do Regime Geral de Previdência Social os gastos com benefícios previdenciários, devendo ser desconsiderados os benefícios operados pelo INSS, mas financiados pelo Fundo Nacional de Assistência Social e pelo Tesouro Nacional”, afirma em nota.

Além das concessões, o ministério cita que as cessações de benefícios devem ser consideradas, porque ajudam a reduzir as despesas. “Outros fatores também impactam o crescimento da despesa, como o reajuste no valor dos benefícios previdenciários, lembrando que o piso previdenciário (igual ao salário-mínimo) teve dois reajustes no ano passado, em janeiro e em maio”, acrescenta a pasta.

Equilíbrio fiscal
O professor Luís Eduardo Afonso afirma que o impacto do resultado negativo da previdência é um ponto central nas contas públicas do governo federal. “A previdência está perigosamente esquecida”, alerta. A existência de um déficit drena recursos de outras áreas. O Tesouro precisa transferir esses recursos, porque o governo tem que pagar os benefícios.

Na discussão que pautou a agenda política do país, principalmente no segundo semestre de 2023, com a questão da reforma tributária e de um novo arcabouço fiscal, um elemento central é a parte previdenciárias. Quanto menos a previdência tiver as suas contas equacionadas, mais difícil vai ser o governo equilibrar as contas públicas.

Fonte: r7

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Economia

Tesouro libera antecipação do 13º salário a aposentados e pensionistas do INSS

por Redação 6 de março de 2024

O governo federal deve antecipar o 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Os aposentados, pensionistas e outros segurados deverão receber o repasse em duas parcelas, em abril e maio, conforme o calendário de pagamentos do instituto.

O Tesouro Nacional deu sinal verde para o Ministério da Previdência Social liberar o pagamento no primeiro semestre. “O Tesouro emitiu manifestação não se opondo à minuta de decreto que propõe antecipação do pagamento do abono anual devido aos segurados e dependentes do Regime Geral de Previdência Social, no ano de 2024”, afirmou a assessoria de imprensa em nota.

A antecipação do abono ocorreu nos últimos quatro anos, para aliviar os impactos da pandemia de Covid-19 e estimular a economia do país. O abono é normalmente pago no segundo semestre de cada ano, em agosto e novembro.

A medida vai beneficiar mais de 30 milhões de segurados. Têm direito ao benefício os segurados e dependentes da Previdência Social que, durante este ano, tenham recebido auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentadoria, pensão por morte ou auxílio-reclusão.

Por lei, não têm direito aqueles que recebem benefícios assistenciais. Por isso, o número de benefícios com o 13º salário é menor que o número total de benefícios pagos pelo INSS.

O piso nacional atual de R$ 1.412 é o valor mínimo para aposentadorias, pensões por morte e auxílios-doença em 2024. Já o teto do INSS, que estabelece o valor máximo de qualquer benefício pago pelo instituto, é de R$ 7.786,02.

A antecipação do benefício alcança todos os estados brasileiros e representa uma injeção de recursos nos mercados locais.

No entanto, o Ministério da Previdência Social e o INSS ainda não confirmam. “A decisão sobre a antecipação cabe ao governo federal, que encaminha à Fazenda e ao Ministério da Previdência. E o INSS apenas executa o pagamento. Mas, até o momento, não há informação sobre antecipação do 13º salário”, afirmou a Previdência em nota.

Fonte: r7

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Brasil

STF pode julgar nesta quarta-feira recurso sobre ‘revisão da vida toda’ do INSS

por Redação 28 de fevereiro de 2024

O STF (Supremo Tribunal Federal) pode julgar nesta quarta-feira (28) o recurso do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) sobre a chamada “revisão da vida toda” das contribuições à Previdência Social. O julgamento, marcado para 1° de fevereiro, tinha sido adiado mais uma vez devido à falta de tempo na sessão de Abertura do Ano Judiciário.

Agora, os ministros vão decidir se alteram uma decisão de 2022 do próprio Supremo. Na época, foi reconhecida a revisão da vida toda e permitido que aposentados que entraram na Justiça pudessem pedir o recálculo do benefício com base em todas as contribuições feitas ao longo da vida.

A “revisão da vida toda” permite aos segurados escolher a regra mais vantajosa para o cálculo da aposentadoria. Antes, só eram consideradas as contribuições a partir de julho de 1994, início do Plano Real, o que prejudicava os beneficiários que tiveram salários mais altos antes desse período.

Com a medida, toda a vida contributiva pode ser considerada no cálculo da aposentadoria e de outros benefícios do INSS, com exceção do auxílio-maternidade. A regra só vale para quem se aposentou nos últimos dez anos, desde que tenha dado entrada no pedido de aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019.

Quem tem direito?
Em 1999, o Congresso Nacional mudou a forma de apuração dos salários para calcular a aposentadoria dos segurados do INSS. Até então, o cálculo era feito a partir da média dos 36 últimos salários de contribuição.

A reforma criou duas fórmulas para definir o benefício: uma transitória, para quem já era segurado, e a outra definitiva, para quem começou a contribuir a partir de 27 de novembro de 1999.

Nos dois casos, a média salarial passou a ser calculada sobre 80% das maiores contribuições. A diferença foi o marco temporal:

  • no caso de quem já era segurado, as contribuições feitas antes da criação do Real, em 1994, foram desconsideradas; e
  • para os novos contribuintes, o cálculo avalia os recolhimentos desde o início das contribuições.

Relembre a discussão

  • Dezembro de 2022 — O STF decidiu a favor da tese da revisão da vida toda. Os ministros decretaram a possibilidade de que os segurados escolham a regra mais vantajosa para o cálculo da aposentadoria pelo INSS. O placar foi de 6 a 5 pela aprovação.
  • Fevereiro de 2023 — O INSS apresentou ao STF um pedido de suspensão de todos os processos de aposentadoria ligados à medida, até que a questão fosse transitada em julgado.
  • Fevereiro de 2023 — Moraes determinou ao INSS que apresentasse em até dez dias um planejamento de quanto tempo a autarquia federal precisaria para implementar os pagamentos da revisão da vida toda.
  • Abril de 2023 — O STF publicou o acórdão da revisão da vida toda do INSS. Com isso, a decisão final garante a correção no benefício aos aposentados e pensionistas que entrarem com uma ação.
  • Maio de 2023 — A AGU (Advocacia-Geral da União) recorreu da decisão do STF. O órgão entrou com um recurso, chamado de embargo de declaração, para esclarecer pontos da tese definida pelo Supremo, a fim de dar maior segurança jurídica aos pagamentos.
  • Julho de 2023 — Moraes determinou a suspensão do trâmite de todos os processos que tratam do tema até a publicação da ata de julgamento dos embargos de declaração, entre os dias 11 e 21 de agosto, no plenário virtual.
  • Agosto de 2023 — Zanin pediu vista (mais tempo para analisar o caso).
  • Novembro de 2023 — O julgamento foi retomado.
  • Dezembro de 2023 — Moraes pediu destaque e suspendeu o julgamento, que estava no plenário virtual. Quando ocorre pedido de destaque, a decisão é levada ao plenário físico da Corte e recomeça.

Fonte: r7

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Brasil

4 milhões de aposentados terão que fazer ‘prova de vida’ para INSS não bloquear pagamento

por Redação 1 de fevereiro de 2024

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começou a avisar 4,3 milhões de aposentados e pensionistas para realizar “prova de vida” à Previdência Social. Nascidos entre janeiro e março já estão sendo notificados via aplicativo Meu INSS, bancos ou central telefônica 135. Apesar de a “prova de vida” não ser mais obrigatória a todos os beneficiários, quem não foi localizado pelas bases de dados às quais a Previdência Social tem acesso precisa fazer a comprovação.

Quem foi notificado precisar fazer a “prova de vida” pelo aplicativo Meu INSS, no banco onde recebe o benefício ou em uma agência do INSS. Se tiver dúvidas sobre a necessidade de fazer o procedimento e como fazê-lo, basta ligar na central telefônica 135.

Depois de receber a notificação, o segurado tem até 60 dias para realizar a comprovação de que está vivo. Terminado o prazo, o recebimento da aposentadoria ou pensão pode ser bloqueado.

Desde fevereiro de 2022, “cabe ao próprio INSS utilizar as bases de dados de órgãos, entidades ou instituições, mantidos ou administrados pelos órgãos públicos federais, estaduais, municipais e privadas para checar se os segurados estão vivos”, informa a Previdência Social. Só quem não foi possível encontrar por esse procedimento é que terá que realizar a “prova de vida”.

No caso dos servidores públicos federais aposentados e dos pensionistas federais, a prova é feita exclusivamente on-line. “Somente nos aplicativos Sougov.br e Gov.br ou na agência bancária onde o pagamento é realizado. O procedimento deve ser realizado no mês de aniversário do servidor/beneficiário”, alerta o INSS.

O que vale como sinal de vida para o sistema:

  • Acessar o aplicativo Meu INSS com biometria;
  • Receber atendimento pessoalmente em agência da Previdência Social;
  • Receber pagamento de benefício com biometria;
  • Fazer empréstimo consignado com biometria;
  • Fazer atualizações no CadÚnico (Cadastro Único) do governo federal;
  • “Prova de vida” presencial em agência da Previdência Social ou no banco onde recebe o benefício, caso notificado.

Fonte: r7

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Brasil

Prazo de concessão para aposentadoria será de 30 dias, diz presidente do INSS

por Redação 31 de janeiro de 2024

O prazo para começar a receber aposentadorias, pensões, salário-maternidade e auxílios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) deve chegar a 30 dias até o fim deste ano. A informação é do presidente do instituto, Alessandro Stefanutto, em entrevista exclusiva ao R7.

Após um ano, o tempo médio de concessão desses benefícios caiu de 79 para 47 dias, em dezembro de 2023. Apesar de ter alcançado o menor nível desde 2020, a meta para o prazo de análise dos pedidos dos cidadãos era chegar a 45 dias.

O presidente do INSS atribui a melhora às medidas para combater a fila da Previdência, que atualmente tem 1,5 milhão de pedidos em análise. O número de benefícios previdenciários superou 39 milhões no último ano.

Procurador federal da carreira da PGF (Procuradoria-Geral Federal), Stefanutto assumiu o cargo em julho do ano passado, quando começou a ser implementado o Programa de Enfrentamento à Fila da Previdência Social, com a volta do adicional por produtividade aos funcionários.

Além disso, em setembro começou a vigorar o Atestmed, que permite aos trabalhadores que precisam ficar afastados conseguir o benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) a distância, sem a necessidade de agendar nem de passar pelo exame médico em agência do INSS.

Com o novo sistema que trocou a perícia presencial pela análise documental, ele afirma que a Previdência deverá economizar “bilhões” neste ano. Jumtamente com o uso de inteligência artificial no comabate às fraudes e o aumento da automação. Atualmente, três em cada dez benefícios são concedidos ou negados após cruzamento de dados realizado pelo sistema automatizado, também conhecida como “robô”.

Stefanutto também disse que o INSS está preparado para o resultado do novo julgamento da revisão da vida toda, que deve ser retomado pelo Supremo Tribunal Federal a partir desta quinta-feira (1º). Sobre a antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas neste ano, ele afirmou que a decisão é do governo federal.

Leia a seguir a entrevista, realizada por telefone, no último dia 22 de janeiro.

R7 Entrevista — Após os avanços no último ano com o Programa de Enfrentamento à Fila, o novo sistema Atestmed e o aumento da automação, quais são as novidades para 2024?

Alessandro Stefanutto — A novidade é alcançar 30 dias [de tempo médio de concessão de benefícios], além da telemedicina, que vai levar a perícia para os rincões do país, como no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Amazonas, estados que temos dificuldade de fixar peritos.

Também haverá concursos de peritos que o Ministério da Previdência está cuidando. A teleperícia vai fazer cair o tempo de concessão da aposentadoria e de outros benefícios, como o auxílio por incapacidade. Teremos novidades ainda no campo de mais concursados entrando. E chegaremos ao final de 2024, que é o que interessa à população, com um modelo de INSS que traga felicidade às pessoas, com o uso mais intensivo da automação, da análise de dados e de inteligência artificial.

O STF deve retomar a partir do dia 1° de fevereiro o julgamento sobre a revisão da vida, que permite aos aposentados o direito de recalcular o benefício, considerando a média de todos os salários de contribuição da vida do segurado. Como o senhor avalia?

Como presidente do INSS, avalio que temos de estar preparados. Se houver derrota da Previdência, temos que nos preparar, articular com o relator, articular com o governo. Como procurador, fizemos acordos em que parcelamos pagamentos de uma série de medidas com o Ministério Público e sindicatos.

Então eu não tenho receio nem preocupação exagerada, caso venha se confirmar a revisão da vida toda e o julgamento termine desfavorável para a gente. Claro que, se a revisão se confirmar, teremos um impacto no atendimento e isso vai afetar não só os beneficiários da revisão, mas os outros também, o que é ruim.

Mas, se verificar o direito, tem que pagar as pessoas e fazer isso de uma forma com bastante lealdade. Como presidente, estou mais preocupado, por enquanto, em chegar a 30 dias a concessão, para que as pessoas tenham tranquilidade e, quando vier a revisão, estaremos com mais gordura, digamos assim, para atender.

Desde 2020, o INSS tem antecipado para o primeiro semestre o 13º salário de aposentados e pensionistas. Este ano será antecipado também?

Isso é importante ver com o governo federal. Se o governo decidir ter, vai ter, e a gente vai operacionalizar isso. Mas não tenho essa informação.

Como o senhor vê os resultados do Programa de Enfrentamento à Fila?

Comparando o início do ano ao final do ano, que nós alcançamos um tempo médio de concessão de 47 dias para todos os benefícios, precisamos melhorar muito ainda, nos estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, no cinturão do Brasil mais profundo. O ministro [da Previdência Social, Carlos Lupi] e eu mesmo apostamos em 45 dias. Claro que ficamos chateados, mas chegamos bem perto. Mais que uma aposta ou um desejo, ver que as pessoas, em sua maioria, estão recebendo o benefício por incapacidade temporária em poucos dias, isso é muito importante

As medidas tomadas ao longo do ano passado trouxeram quais avanços?

A minha avaliação de 2023 é muito positiva. Nós estávamos num modelo que produzia uma demora muito grande para as pessoas terem a sua renda reposta no momento de dificuldade. Quando a pessoa tem uma doença que a afasta do trabalho, ela precisa receber a renda logo. Esperar quatro, cinco e até sete meses é uma coisa muito cruel. Comparando ao início do ano passado, o benefício por incapacidade tinha uma média muito mais alta e uma demora muito grande para fazer perícia.

Quando entrei em julho, veio em seguida a medida provisória que acabou nos dando o programa de Enfrentamento à Fila, que paga o adicional no trabalho extra, além da meta estabelecida, e os servidores ajudaram muito ao aderir ao sistema, conseguindo baixar a fila também. Mas, claramente, o grande salto foi a mudança do modelo.

Quando a gente faz um adicional, a gente tem efeito que eu chamo de sanfona, você diminui agora a quantidade de pessoas na fila, o tempo de demora. Mas, lá para frente, quando acaba esse modelo, as coisas voltam a ficar como estavam.

Qual a diferença do novo programa?

O que nós fizemos foi diferente. Fizemos um programa com adicional, mas ao mesmo tempo tomamos medidas estruturantes. E o Atestmed veio ao encontro da melhor gestão possível, porque você consegue entregar o benefício para a pessoa em até duas semanas. O benefício não programado, aquele que a pessoas tem que ficar afastada, não pode demorar. Esse, em especial, tem que ser muito rápido, para que a Previdência cumpra o seu papel, que é o de substituir a renda da pessoa naquele momento.

O Atestmed tem se mostrado também mais barato do que o modelo antigo. Com a demora da perícia, o perito acaba também sendo exposto a risco. Tudo isso reforça a necessidade de ter um modelo que seja mais auditável.

Com essas medidas, somadas ao número de 1.289 concursados que o ministro Carlos Lupi conseguiu trazer — sendo que 1.000 já estão trabalhando, e os outros 289 estão sendo capacitados —, mais os candidatos que ainda estão no cadastro de reservas, nós também alcançaremos um equilíbrio em que, ao final de 2025, teremos outro rumo de direção, com o INSS que entrega benefício rápido, gasta menos e mais seguro para quem opera.

No momento que o INSS recebe esses atestados, aí sim pode tomar uma medida, fazer análise de dados, cruzando informações com o CNIs [Cadastro Nacional de Informações Sociais], checando se médico que deu o atestado trabalha naquele hospital. Todo esse emaranhado de coisas leva o INSS de 2024 a chegar a 2025 mais amigável à população, mais humanizado, porque a gente prioriza o segurado. Quando fizemos o Atestmed, a gente tinha certeza que iria ser bom para a população, bom para o contribuinte e bom para médicos e servidores, que passam a ter o sistema com mais segurança.

Qual é a estimativa de economia com esse novo sistema?

A estimativa de economia será apresentada ao ministro Lupi, que levará primeiro ao presidente Lula. Muito em breve, ela será divulgada. Mas posso dar um ‘spoiler’: a economia é bilionária.

Houve redução da fila de espera por benefícios?

A fila teve uma redução de 1,8 milhão para 1,5 milhão. É importante reduzir a fila, que mostra que estamos conseguindo entregar mais rápido o benefício, principalmente para quem está esperando. Mas a fila hoje não é presencial, é uma fila eletrônica. O número dela é importante, mas o mais importante é o tempo de atendimento.

Não adianta nada ter 500 mil pessoas na fila, se o meu tempo é mais de 200 dias. É mais ou menos como ir a um restaurante que tem 60 mesas e 30 cheias, mas você fica esperando porque ninguém atende. Não adianta nada. No momento que tenho restaurante cheio, mas atendo todo mundo rapidamente, isso que importa. A fila baixou. Nós recebemos com mais de 2 milhões e estamos entregando com 1,5 milhão.

Desde o dia 15 de janeiro, o instituto passou a utilizar inteligência artificial para combater fraudes em atestados médicos?

Nós não começamos a aplicar ainda, estamos fazendo a calibração, vendo modelos, para decidir usá-los. Estamos no momento que você calibra, acerta. O INSS, ao contrário do senso comum, tem menos fraudes do que as pessoas imaginam. Apesar do aumento de concessões no ano passado, o Atestmed não mostrou número relevante de fraudes. Mas isso não quer dizer que vamos fazer vista grossa e não utilizar as ferramentas tecnológicas. A economia do Atestmed vem de um modelo mais eficiente.

Qual é o gasto do INSS com fraudes?

Não temos esse número ainda. O que temos com certeza é que tínhamos um modelo de concessão de benefícios de perícia médica milionário e muito caro. Nós estamos com novo modelo e esse modelo é mais econômico e não tem a ver com fraude. No momento em que a gente melhorar o sistema, utilizando análise de dados de forma intensiva, certamente vão diminuir os gastos.

Certamente tem fraude agora. Entre um mlhão de benefícios, se dez forem fraudados é um número expressivo que conseguimos descer. Quando se fala de fraude na Previdência, muitas vezes mostra-se um caso ou dois casos e que aí você extrapola achando que todo mundo frauda. Não é verdade, não é isso que tem acontecido.

O número de concessões cresceu 11% em 2023. Isso acaba impactando o déficit da Previdência?

Se a pessoa tem direito ao benefício, o INSS tem que conceder. Nós nãopodemos deixar de conceder benefício porque existe um déficit. Nunca recebi orientação do governo do qual faço parte para não conceder benefício, para enrolar na fila, para não aumentar um gasto. Até porque nós entendemos que a Previdência não é gasto, mas sim um investimento.

Então aqui no INSS é uma operação e não tem como tomar um decisão que seria ilegal, imoral, de não conceder benefícios que são de direito por causa de déficit. Seria muito cruel com as pessoas. Certamente que esse modelo da Atestmet e outras melhorias ajudam a equilibrar o sistema, ajudam a economizar sem impor às pessoas uma dor desnecessária.

É muito comum o pente-fino. Eu não, para mim pente-fino é para piolho. Mas nos últimos anos eles foram ineficientes. Porque é muito mais difícil você mexer no sistema, enfrentar interesses corporativos e mudar tudo.

As pessoas preferem fazer chamamento público, submeter a uma nova perícia. Estudo mostrou que mais de 90% dos processos revisados no INSS foram reativados na Justiça. Porque foram mal feitos, não foram feitos com a devida atenção. Criaram uma economia em 2017, que no ano seguinte se reveteu em pagemento de precatórios na Justiça.

Fonte: r7

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Economia

Justiça libera R$ 1,5 bilhão de atrasados a aposentados e pensionistas do INSS

por Redação 24 de janeiro de 2024

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que entraram na Justiça vão receber R$ 1,5 bilhão. O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou o montante aos tribunais regionais federais, que vão definir o cronograma do repasse. O valor corresponde a processos que tratam de revisões de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios, de 99.892 beneficiários.

No total, foram repassados R$ 1,8 bilhão aos tribunais para quitar 128.637 mil processos, com 160.906 mil beneficiários, referentes a requisições de pequeno valor (RPV). A maior parte, R$ 1,5 bilhão, é para os segurados da Previdência. Os depósitos serão feitos conforme o cronograma de cada corte. O montante é sobre autuações referentes a dezembro de 2023.

As RPVs são pagamentos atrasados de até 60 salários mínimos, ou seja, de até R$ 84,7 mil, pelos valores atualizados neste ano. As requisições são pagas em ações propostas no Juizado Especial Federal. Os atrasados que superam esse valor são os chamados precatórios.

Para o beneficiário receber o pagamento, o processo precisa ter sido finalizado, sem possibilidade de recursos do INSS, o chamado trânsito em julgado. Também é necessário que a Justiça tenha concedido a ordem de pagamento, a requisição ou a autuação do processo.

Quem entrou na Justiça contra o INSS e deseja saber se está entre os pagamentos autorizados deve consultar o advogado responsável pela ação ou entrar no portal do tribunal regional federal responsável, no qual há consta a data de emissão da ordem de pagamento. Basta procurar essa informação na consulta de RPVs.

Veja o valor que será pago às ações em cada região da Justiça Federal
TRF da 1ª Região (DF, MG, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP)
Geral: R$ 865,6 milhões
Previdenciárias/Assistenciais: R$ 747,3 milhões (38.202 processos, com 45.187 beneficiários)

TRF da 2ª Região (RJ e ES)
Geral: R$ 154,9 milhões
Previdenciárias/Assistenciais: R$ 125,8 milhões (5.516 processos, com 7.599 beneficiários)

TRF da 3ª Região (SP e MS)
Geral: R$ 263,3 milhões
Previdenciárias/Assistenciais: R$ 201,042 milhões (6.661 processos, com 8.356 beneficiários)

TRF da 4ª Região (RS, PR e SC)
Geral: R$ 339,6 milhões
Previdenciárias/Assistenciais: R$ 295,7 milhões (15.089 processos, com 19.760 beneficiários)

TRF da 5ª Região (PE, CE, AL, SE, RN e PB)
Geral: R$ 272,6 milhões
Previdenciárias/Assistenciais: R$ 223,4 milhões(11.620 processos, com 18.990 beneficiários)

Fonte: r7

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Economia

Sem aumento real, aposentadorias do INSS serão reajustadas em 3,71%, e teto vai para R$ 7.786,01

por Redação 11 de janeiro de 2024

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que recebem mais do que um salário mínimo devem ter aumento de 3,71% nos seus benefícios em 2024. O reajuste também vale para os beneficiários do INSS por incapacidade. O aumento é baseado no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), indicador divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (11) e mede a variação dos preços para as famílias com renda mensal entre um e cinco salários mínimos.

Para oficializar o reajuste, ainda é necessária a publicação em Diário Oficial da União. “Informamos que a portaria conjunta do Ministério da Previdência Social e do Ministério da Fazenda com o reajuste dos benefícios com valores acima do mínimo será publicada nos próximos dias”, informou o governo federal.

Os novos valores começam a ser aplicados este mês para mais de 39 milhões de aposentados e pensionistas, com a primeira parcela do ano paga entre 25 de janeiro e 7 de fevereiro. Com a variação do INPC, o teto dos benefícios pagos pelo INSS passa de R$ 7.507,49 para R$ 7.786,01.

Apesar da variação positiva dos benefícios, o reajuste previsto não traz um aumento real, ou seja, corresponde apenas à reposição da inflação. A legislação define que, para os beneficiários que recebem mais do que o piso do INSS, a correção precisa considerar apenas a variação do INPC do ano anterior.

Simulação
Veja algumas simulações dos benefícios do INSS considerando o reajuste de 3,71% a ser aplicado para quem recebe acima do salário mínimo em 2024. Os valores dos benefícios passarão a ser:

  • de R$ 2.000, passa para R$ 2.074,20;
  • de R$ 4.500, passa para R$ 4.666,95;
  • de R$ 5.000, passa para R$ 5.185,50;
  • de R$ 6.000, passa para R$ 6.222,60;
  • de R$ 7.507,49, passa para R$ 7.786,01.

Salário mínimo
Diferente dos beneficiários do INSS que recebem mais de um salário mínimo, quem ganha o piso terá um aumento acima da inflação. Desde 1º de janeiro o valor do mínimo passou a ser de R$ 1.412, o que representa um aumento de 6,97%, ou R$ 92, em relação ao piso de 2023, de R$ 1.320.

Além do repasse para as aposentadorias e pensões do INSS, o valor também é aplicado para seguro-desemprego, abono salarial PIS/Pasep e BCP (Benefício da Prestação Continuada), entre outros.

O aumento do mínimo segue a nova regra de valorização, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em agosto. A fórmula leva em consideração dois fatores: o PIB (Produto Interno Bruto) de 2022, que cresceu 3%, e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), acumulado por 12 meses até novembro, que fechou em 3,85%.

Com essa regra, o governo busca preservar o poder aquisitivo do salário mínimo e, em caso de crescimento da economia, aumentá-lo. Sem a nova política de valorização, o salário mínimo teria que ser reajustado somente pela inflação, de acordo com a Constituição Federal. Isso daria um valor de cerca de R$ 1.370.

Veja os últimos reajustes do salário mínimo
2024 – R$ 1.412 (6,97%)
2023 – R$ 1.320 (8,91%)
2022 – R$ 1.212 (10,04%)
2021 – R$ 1.100 (5,2%)
2020 – R$ 1.045 (4,7%)
2019 – R$ 998 (4,6%)
2018 – R$ 954 (1,8%)
2017 – R$ 937 (6,48%)
2016 – R$ 880 (11,6%)

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Brasil

STF libera para julgamento recurso sobre ‘revisão da vida toda’ do INSS; data ainda será marcada

por Redação 14 de dezembro de 2023

O Supremo Tribunal Federal (STF) liberou para julgamento o recurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) sobre a chamada “revisão da vida toda” das contribuições à Previdência Social.

Ainda não há data para a análise, que deve ficar para o ano que vem, uma vez que a Corte entra de recesso em 19 de dezembro.

A “revisão da vida toda” permite aos segurados escolher a regra mais vantajosa para o cálculo da aposentadoria. Antes, só eram consideradas as contribuições a partir de julho de 1994, início do Plano Real, o que prejudicava os beneficiários que tiveram salários mais altos antes desse período. Com a medida, toda a vida contributiva pode ser considerada no cálculo da aposentadoria e de outros benefícios do INSS, com exceção do auxílio-maternidade. A regra só vale para quem se aposentou nos últimos dez anos, desde que tenha dado entrada no pedido de aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019.

No início do mês, o ministro Alexandre de Moraes pediu destaque e suspendeu o julgamento, que estava no plenário virtual. Quando ocorre pedido de destaque, a decisão é levada ao plenário físico da Corte e recomeça.

Entre as teses apresentadas pelos ministros, a que teve mais votos foi a de Cristiano Zanin, que votou por haver um novo julgamento. O voto de Zanin foi acompanhado por Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli.

A agora ministra aposentada Rosa Weber tinha votado para fixar que o efeito da decisão teria como marco o dia 17 dezembro de 2019, quando o STJ confirmou o direito à correção aos aposentados. Ela foi seguida por Edson Fachin e Cármen Lúcia.

O relator, Alexandre de Moraes, defendeu no voto dele a ideia de que haja a permissão aos aposentados de escolher a regra de aposentadoria que lhes seja mais favorável.

Em dezembro de 2022, o STF se decidiu pela aplicação da regra mais vantajosa à revisão do recebimento de segurados que tivessem pedido a aposentadoria antes da lei que criou o fator previdenciário e alterou a forma de apuração dos salários de contribuição para efeitos do cálculo de benefício.

Contra a decisão, o INSS apresentou um recurso (embargo de declaração) em maio deste ano. O instituto argumenta que somente a partir do julgamento do embargo de declaração será possível definir o número de benefícios a ser analisados, estimar o impacto financeiro e mensurar as condições estruturais necessárias ao cumprimento da decisão, bem como apresentar um cronograma de implementação.

Fonte: r7

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Economia

Julgamento no STF sobre a ‘revisão da vida toda’ está com placar 3×1 favorável aos segurados do INSS

por Redação 24 de novembro de 2023

Retomado à 0h desta sexta-feira (24), o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a revisão da vida toda das contribuições à Previdência Social está 3×1 favorável aos segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A votação ocorre até a próxima sexta (1°).

Até a última atualização desta reportagem, os ministros Cristiano Zanin, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber, atualmente ministra aposentada, apresentaram voto divergente daquele do relator, o ministro Alexandre de Moraes.

Relembre a discussão

  • Dezembro de 2022 — O STF decidiu a favor da tese da revisão da vida toda. Os ministros decretaram a possibilidade de que os segurados escolham a regra mais vantajosa para o cálculo da aposentadoria pelo INSS. O placar foi de 6 a 5 pela aprovação.
  • Fevereiro de 2023 — O INSS apresentou ao STF um pedido de suspensão de todos os processos de aposentadoria ligados à medida, até que a questão fosse transitada em julgado.
  • Fevereiro de 2023 — Moraes determinou ao INSS que apresentasse em até dez dias um planejamento de quanto tempo a autarquia federal precisaria para implementar os pagamentos da revisão da vida toda.
  • Abril de 2023 — O STF publicou o acórdão da revisão da vida toda do INSS. Com isso, a decisão final garante a correção no benefício aos aposentados e pensionistas que entrarem com uma ação.
  • Maio de 2023 — A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu da decisão do STF. O órgão entrou com um recurso, chamado de embargo de declaração, para esclarecer pontos da tese definida pelo Supremo, a fim de dar maior segurança jurídica aos pagamentos.
  • Julho de 2023 — Moraes determinou a suspensão do trâmite de todos os processos que tratam do tema até a publicação da ata de julgamento dos embargos de declaração, entre os dias 11 e 21 de agosto, no plenário virtual.
  • Agosto de 2023 — Zanin pediu vista (mais tempo para analisar o caso).
  • Novembro de 2023 — O julgamento é retomado.

A votação é realizada de forma virtual. Nesse formato não aparecem detalhes do voto e não há discussão, apenas a decisão de cada ministro. Se houver um pedido de vista (mais tempo para analisar o caso), o julgamento será suspenso. Caso ocorra um pedido de destaque (interrupção do julgamento), a decisão será levada ao plenário físico do STF.

O que é revisão da vida toda
A medida permite aos segurados escolherem a regra mais vantajosa para o cálculo da aposentadoria. Antes, só eram consideradas as contribuições a partir de julho de 1994, início do Plano Real, o que prejudicava beneficiários que tiveram salários mais altos antes desse período.

Com a medida, toda a vida contributiva pode ser considerada no cálculo da aposentadoria e de outros benefícios do INSS, com exceção do auxílio-maternidade.

Mas a regra só vale para quem se aposentou nos últimos dez anos, desde que tenha dado entrada no pedido de aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019.

Quem tem direito?
O Congresso Nacional mudou, em 1999, a forma de apuração dos salários para calcular a aposentadoria dos segurados do INSS. Até então, o cálculo era feito a partir da média dos 36 últimos salários de contribuição.

A reforma criou duas fórmulas para definir o benefício: uma transitória, para quem já era segurado, e a outra definitiva, para quem começou a contribuir a partir de 27 de novembro de 1999.

Nos dois casos, a média salarial passou a ser calculada sobre 80% das maiores contribuições. A diferença foi o marco temporal:

  • no caso de quem já era segurado, as contribuições feitas antes da criação do Real, em 1994, foram desconsideradas;
  • para os novos contribuintes, o cálculo avalia os recolhimentos desde o início das contribuições.

Fonte: r7

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