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INVESTIGAÇÃO

Segurança

Polícia conclui que jovem forjou conversas com Whindersson Nunes e criou perfis falsos para divulgá-las

por Redação 6 de março de 2024

[Alerta gatilho]: para as pessoas que querem e precisam conversar, o CVV (Centro de Valorização da Vida) oferece apoio emocional e prevenção do suicídio por meio do telefone 188, além das opções chat e email.

A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu que a jovem Jéssica Vitória forjou as conversas com o humorista Whindersson Nunes e divulgou as capturas de tela, por meio de perfis falsos, para páginas de fofoca. A conclusão do inquérito foi anunciada durante coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira (06).

Jéssica Vitória Canedo morreu após receber ataques nas redes sociais por capturas de tela falsas sobre um suposto relacionamento com o humorista Whindersson Nunes. A Polícia Civil teve acesso a todos os perfis falsos criados pela jovem e conversas sobre a informação do seu envolvimento om o humorista.

Ainda segundo a Polícia Civil, assim que a notícia tomou grandes proporções, ela recebeu várias ameaças e mensagens a incentivando a tirar sua própria vida. Uma internauta do Rio de Janeiro foi indiciada por instigação ao suicídio.​

Relembre o caso

A jovem, de 22 anos, tirou a própria vida depois da divulgação de capturas de tela de uma conversa falsa dela com o humorista Whindersson Nunes, em um perfil de fofocas de celebridades. A página tem mais de 20 milhões de seguidores, e a mentira, publicada na última semana, se espalhou rapidamente. A jovem enfrentava quadro de depressão.

O comediante criticou a exposição de notícias falsas feita por perfis e pediu a criação de uma lei chamada “Jéssica Vitória”. O perfil Choquei emitiu uma nota em que se isenta da responsabilidade pela morte.

Fonte: r7

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STF

Toffoli manda investigar atuação da ONG Transparência Internacional no Brasil

por Redação 5 de fevereiro de 2024

O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), mandou investigar a atuação da Organização Não-Governamental (ONG) Transparência Internacional no Brasil por repasse da parcela do valor obtido por meio do acordo de leniência firmado entre o Ministério Público Federal e a J&F. A reportagem busca contato com a ONG.

“Tal providência faz-se necessária especialmente para investigar eventual apropriação indevida de recursos públicos por parte da Transparência Internacional e seus respectivos responsáveis, sejam pessoas públicas ou privadas”, disse o ministro na decisão.

O ministro determinou ainda que o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) participem da investigação.

“Ressalta que a T. I., reconhecida por sua expertise no combate à corrupção, celebrou, em 12/12/2017, memorando de entendimentos voltado a cooperar com soluções para a cláusula referente aos projetos sociais do Acordo entre MPF e J&F, sendo expressamente previsto em sua cláusula terceira que: o presente Memorando não prevê nenhum tipo de remuneração, sendo vedada a transferência de recursos para que a TI realize as atividades nele previstas”, cita Toffoli.

Na decisão, Toffoli diz que a Procuradoria-Geral da República informou que os fatos já são objeto de procedimento investigatório instaurado no âmbito da PGR.

O ministro disse ainda que ficou evidente que “uma organização privada irá administrar a aplicação dos recursos de R$ 2,3 bilhões nos investimentos sociais previstos no Acordo de Leniência, sem que se submeta aos órgãos de fiscalização e controle do Estado”.

Fonte: r7

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Brasil

Ministério Público investiga 15 mortes em hospital psiquiátrico de Petrópolis (RJ)

por Redação 26 de janeiro de 2024

A morte de pelo menos 15 pacientes do Hospital Santa Mônica, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, no primeiro semestre de 2023, está sendo investigada pelo MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro).

Em procedimento investigatório criminal, o MP apontou ausência de dados em uma das comunicações de óbito e verificou que há registro de situações em que os pacientes foram transferidos para o hospital psiquiátrico e morreram na sequência.

Também vão ser apuradas outras mortes ocorridas imediatamente após transferências de pacientes do hospital psiquiátrico para unidades de saúde.

O promotor de Justiça Bruno Rinaldi comentou a investigação. “Essa é uma investigação do Gaeco [Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado], que se iniciou a partir do trabalho desenvolvido pela força tarefa de desinstitucionalização de pacientes adultos psiquiátricos. O que foi apurado a ocorrência de mais de 15 óbitos sem a devida responsabilização, sem a devida apuração de responsabilidade. E o que o Gaeco precisa saber nesse caso é se esses óbitos aconteceram por conta de um quadro de desassistência no hospital.”

O Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado do MPRJ, oficiou o Hospital Santa Mônica e a coordenação de Saúde Mental do Município de Petrópolis.

A prefeitura informou em nota que o processo de fechamento gradual do hospital psiquiátrico está em andamento desde quando a atual gestão assumiu o governo, em 2022. Até o próximo mês, todos os pacientes psiquiátricos serão transferidos.

Em relação à investigação do MP, a prefeitura de Petrópolis esclareceu que se trata de 14 casos, já que um estava em duplicidade em relatório. E que a Secretaria Municipal de Saúde montou um grupo multidisciplinar para avaliar cada óbito e os relatórios serão encaminhados em breve ao Ministérios Públicos federal e estadual.

A reportagem não conseguiu contato com o Hospital Santa Mônica.

Fonte: r7

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Brasil

Governo recuperou em 2023 R$ 1,2 bilhão de empresas investigadas; 30% são da Lava Jato

por Redação 12 de janeiro de 2024

O governo federal recuperou R$ 1,265 bilhão em 2023 em acordos de leniência, firmados pela União com empresas investigadas por práticas ilícitas e corrupção de agentes públicos. Desse valor, R$ 380,7 milhões (30%) foram pagos por cinco companhias por desdobramentos da Operação Lava Jato. Os números são da Controladoria-Geral da União (CGU). As empresas que devolveram recursos ao Estado brasileiro por envolvimento na Lava Jato são: Nova Participações (antigo grupo Engevix), UTC Engenharia, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Keppel.

Do valor total recebido em 2023, quase metade correspondeu a multas pagas à União pelas práticas ilícitas, como determina a lei – R$ 549 milhões (43,4%). O ente público com maior prejuízo pelas ações de corrupção foi a Petrobras, que recebeu R$ 470 milhões, 37% das parcelas dos acordos de leniência pagas no ano passado. O montante de R$ 191 milhões (15%) foi pago à União a título de ressarcimento. A lista contém, ainda, órgãos estaduais e empresas públicas.

O dado total de 2023 é inferior ao observado nos períodos anteriores, à exceção de 2020 e 2017, primeiro ano do qual a CGU tem registro. Confira:

  • 2023: R$ 1,265 bilhão
  • 2022: R$ 1,994 bilhão
  • 2021: R$ 1,966 bilhão
  • 2020: R$ 655 milhões
  • 2019: R$ 1,777 bilhão
  • 2018: R$ 1,139 bilhão
  • 2017: R$ 29,926 milhões

Os valores pagos pelas empresas em 2023 não correspondem à quantia total do acordo, já que o repasse das parcelas pode ser feito anualmente, a depender dos termos firmados com a União.

Atualmente, a CGU negocia 20 acordos de leniência. Questionada pela reportagem sobre as empresas envolvidas e os valores, o órgão afirmou que os dados são, por lei, sigilosos até a efetivação do procedimento. A CGU informou ao R7 que espera concluir parte desses acordos ainda no primeiro semestre deste ano.

Entenda
O advogado e professor de direito constitucional e militar Fabio Tavares Sobreira explica que os acordos de leniência estão previstos desde 2013, na chamada Lei Anticorrupção, mas que passaram a vigorar com mais fôlego a partir de 2015. O especialista destaca que o procedimento é um mecanismo válido para combater a corrupção e serve como instrumento de investigação.

“Quando é celebrado, deve ficar evidenciado quais os benefícios para a investigação e das esferas de responsabilização. A base jurídica para o acordo está no artigo 129 da Constituição Federal; a segunda base legal são os artigos 5º e 6º da Lei 7.347 de 1985; além das convenções de Palermo e Mérida”, explica o advogado e professor de direito constitucional e militar Fabio Tavares Sobreira.

“É necessário haver uma proposta, ou por parte do poder público, ou por parte da pessoa jurídica que esteja implicada naquele ato de improbidade, e há, então, uma negociação entre as partes. O nome acordo é exatamente por isso, porque a lei prevê uma negociação entre as partes, há uma margem de discricionariedade, de proposta e contraproposta”, acrescenta Acácio Miranda da Silva Filho, doutor em direito constitucional pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), no Distrito Federal.

“A empresa parte do acordo vai confessar o crime, o ato de improbidade, geralmente corrupção, e vai firmar compromisso. E é importante fixar isso, uma vez que, caso descumprido, esse acordo de leniência pode ser rescindido”, alerta Sobreira. “Mas não é automático. Quando a parte começa a descumprir os compromissos, tem que ser instaurado procedimento administrativo e o Ministério Público vai investigar os motivos da quebra de compromissos e, antes de rescindir, oferecer, se for o caso, uma repactuação. E aí, sim, se na repactuação, a parte vier a descumprir, o acordo será rescindido. ”

Silva Filho afirma que a empresa tem que colaborar com as investigações. Neste caso, são utilizados os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. “De alguma forma, a parte jurídica deve contribuir e, a rigor, o acordo funciona para situações em que há diversos implicados e o órgão força um deles a ‘dedurar’ os demais. Claro que as avaliações dessas informações levadas pela parte jurídica são subjetivas, mas existem parâmetros. As informações têm que ser superiores aos danos causados. No âmbito federal, por exemplo, a Controladoria-Geral da União criou um órgão interno que faz a análise desses acordos de leniência”, relata.

Fonte: r7

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Segurança

Sete detentos fogem de prisão após arrombar janela de um dos banheiros da unidade, em SP

por Redação 26 de dezembro de 2023

Sete detentos fugiram do regime semiaberto do Centro de Detenção Provisória (CDP) 1 Belém, na zona leste de São Paulo, por volta das 20h35 desta segunda-feira (25), feriado de Natal.

Segundo a Polícia Militar, três detentos conseguiram arrombar a janela de um dos banheiros do alojamento e, após acessar os fundos do complexo, renderam um dos seguranças.

O trio roubou o rádio de comunicação interna do funcionário e conseguiu fugir do CDP, localizado na avenida Condessa Elizabeth de Robiano.

Durante a contagem, foi constatada a fuga dos sete presos. A PM realiza buscas desde a noite desta segunda-feira (25), mas, até o momento, nenhum dos fugitivos foi capturado.

Superlotação do CDP
Segundo as informações divulgadas pela SAP (Secretaria da Administração Penitenciária), o Centro de Detenção Provisória do Belenzinho tem superlotação. O complexo tem capacidade de abrigar 853 detentos, no entanto cerca de 1.033 presos estão no local.

No dia 6 de dezembro, dez reeducandos do regime semiaberto do Centro de Progressão Penitenciária de Franco da Rocha foram recapturados após uma fuga. Um servidor penitenciário chegou a ser rendido pelos presidiários, mas não foi ferido.

Fonte: r7

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Segurança

Jovem de 19 anos morre ao ser atingido por linha de pipa com cerol, na zona norte de SP

por Redação 26 de dezembro de 2023

Um jovem em uma moto morreu após ter sido atingido por uma linha de pipa com cerol e caído na avenida Inajar de Souza, na Brasilândia, na zona norte de São Paulo, por volta das 18h desta segunda-feira (25), feriado de Natal.

Patrick Pereira do Nascimento, de 19 anos, estava indo comprar refrigerante com a namorada quando foi atingido por uma linha com material cortante.

A vítima pilotava uma moto Honda/CG 160, na cor cinza.

Uma viatura do Corpo de Bombeiros foi encaminhada ao endereço, e o médico da equipe confirmou a morte ainda no local.

O helicóptero da RECORD flagrou diversas equipes do Batalhão de Polícia de Trânsito preservando o endereço. O corpo estava no chão, já coberto pela manta, e a moto, em um canto da calçada.

O caso foi registrado no 72º DP (Vila Penteado). A fabricação e comercialização de mistura de cola com vidro moído, o cerol, é proibida no estado de São Paulo (projeto de lei nº 765 /2016).

Fonte: r7

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Segurança

‘Pessoa de bem’: família de empresário que matou agente pede que secretaria ‘reveja controles’

por Redação 19 de dezembro de 2023

A família de Rogério Saladino dos Santos, de 56 anos, que matou uma investigadora da Polícia Civil e depois foi morto pelo parceiro dela, na região dos Jardins, zona oeste de São Paulo, informou, por meio de nota, que o empresário era uma “pessoa de bem” e pediu à SSP (Secretaria de Segurança Pública) que “reveja seus controles”.

Santos teria confundido a agente Milene Bagalho Estevam, de 39 anos, com um assaltante. Ela havia ido até a mansão do empresário para pedir as imagens de câmeras de segurança que auxiliariam nas investigações de um roubo ocorrido na região no dia anterior.

“Rogério acreditou que ele seria a nova vítima de roubo”, disse a família.

Na mansão do empresário ocorria uma festa com seis convidados, segundo testemunhas da polícia. Todos haviam bebido, de acordo com o boletim de ocorrência. Quando a agente se aproximou, o segurança teria alertado o patrão sobre a suspeita de assalto. Nesse momento, Santos abriu o portão da garagem e atirou em Milene.

O parceiro da investigadora, que também é policial civil, disparou contra o empresário. O segurança de Saladino, na tentativa de protegê-lo, pegou a arma para atirar contra o agente, que imediatamente reagiu e o baleou — três pessoas morreram: Rogério, Milene e o segurança, Alex.

“O medo de assaltos instaurado na região tampouco é novidade. Nem Rogério, nem Alex eram conhecidos como pessoas violentas, pelo contrário. De boa-fé, acreditamos que as circunstâncias não foram favoráveis a nenhum dos envolvidos”, disse a família do empresário.

Ainda segundo a família de Rogério, a SSP deve “avaliar seus controles para que episódios tão lamentáveis, como este que acabou de vitimar pessoas de bem, não se repitam”.

A secretaria informou que o empresário já havia sido preso por homicídio, em 1989. Segundo a família, a prisão ocorreu em decorrência de um atropelamento, no qual Rogério “prestou imediato socorro à vítima e assistência à família”.

“Rogério sempre foi um empresário respeitado na área de medicina de diagnóstico, um grande empregador, admirado por todos os seus colaboradores, fornecedores e clientes. Fica nosso luto por Milene, Alex e Rogério”, concluiu a família.

Veja a nota da família Saladino na íntegra:

“A família do empresário Rogério Saladino vem a público prestar alguns esclarecimentos relativos à trágica ocorrência de sábado, 16, que lamentavelmente ceifou a vida da policial Milene Estevam, do colaborador Alex James e do próprio Rogério.

Como já foi amplamente divulgado, no dia dos fatos, Rogério recebia seis amigos em sua residência para um pequeno almoço de confraternização. Determinado momento, por volta das 18h30, Rogério foi alertado por um de seus colaboradores que tudo indicava que estavam sendo alvo de um assalto.

Alarmado com o fato de que a residência do seu vizinho havia sido assaltada no dia anterior, Rogério, supondo situação de legítima defesa, desferiu dois tiros para o alto, abriu o portão da garagem, e desferiu o tiro que veio a vitimar fatalmente a policial Milene.

Na sequência, o próprio Rogério foi atingido e caiu no interior da garagem. Em seguida, segundo relatos, o colaborador Alex, também em situação de possível legítima defesa, se apropriou da arma que se encontrava no chão com o intuito de defender Rogério, os amigos que se encontravam no interior da casa e sua própria vida; porém, acabou sendo ele próprio o alvo de outros disparos efetuados pelo policial que acompanhava Milene na operação, culminando com a morte de ambos.

O medo de assaltos instaurado na região tampouco é novidade. O funcionário Alex tinha suas razões para imaginar que seria mais um caso. Rogério acreditou que seria ele a nova vítima do roubo e procurou proteger a si mesmo e seus convidados, mesmo diante do perigo que estaria por vir.

Nem Rogério, nem Alex eram conhecidos como pessoas violentas, pelo contrário. As ocorrências pretéritas noticiadas não esclarecem os casos como deveriam. Uma se refere a um atropelamento ocorrido há mais de 25 anos, no qual Rogério prestou imediato socorro à vítima e assistência à família; a outra, um suposto crime ambiental solucionado por meio de um ajuste de conduta com a Justiça do município de Natividade da Serra, interior de São Paulo.

Rogério sempre foi um empresário respeitado na área de medicina de diagnóstico, um grande empregador, admirado por todos os seus colaboradores, fornecedores e clientes.

De boa-fé, acreditamos que as circunstâncias não foram favoráveis a nenhum dos envolvidos. Esperamos, com a mesma sinceridade, que a Secretaria de Segurança Pública possa avaliar com costumeiro cuidado e diligência o caso, revendo seus controles para que episódios tão lamentáveis como este, que acabaram por vitimar pessoas de bem, não se repitam. Fica nosso luto por Milene, Alex e Rogério.

FAMÍLIA SALADINO”.

Fonte: r7

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Feminicidio

Dobra número de pedidos de medidas protetivas de urgência feitos por mulheres no último ano

por Redação 12 de dezembro de 2023

O número de medidas protetivas de urgência solicitadas pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) online de São Paulo aumentou 53,9% entre 2022 e 2023.

Para a coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo, Jamila Jorge Ferrari, o dado mostra a importância dos recursos oferecidos pelo governo paulista para a proteção de vítimas de violência doméstica e a devida punição aos agressores.

“A partir do momento em que a mulher faz a denúncia, a polícia e o Poder Judiciário estão cientes de que ela precisa de ajuda e podem oferecer ferramentas de auxílio e proteção. Medidas protetivas salvam vidas”, explica Jamila.

A Polícia Civil de São Paulo disponibiliza mecanismos para que as mulheres consigam fazer o boletim de ocorrência, presencialmente ou de forma online, 24 horas por dia.

Número de ocorrências
Segundo a Polícia Civil, em 2022, foram solicitadas 17.536 medidas protetivas por meio da DDM online e também pelas DDMs 24 horas. Já em 2023, até dezembro, eram 26.996 solicitações.

São Paulo tem o maior número de Delegacias da Mulher no país. São 140 no total, ou 40% de todas as unidades espalhadas pelo Brasil.

Mulheres que são vítimas de algum tipo de violência, tanto doméstica como familiar, podem denunciar seus agressores por meio de um boletim de ocorrência na delegacia do bairro em que elas residem.

Podem ainda fazer a denúncia por meio da DDM online, pelo endereço da Delegacia Eletrônica da Polícia Civil de São Paulo. Os serviços estão disponíveis 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Outra forma de proteção é o botão do pânico — aplicativo que pode ser acionado em caso de situação de perigo —, além das tornozeleiras eletrônicas, iniciativa em parceria com o Judiciário que possibilita o monitoramento dos agressores.

Fonte: r7

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Segurança

Conta da primeira-dama Janja em rede social é bloqueada a pedido da PF após invasão hacker

por Redação 12 de dezembro de 2023

A Polícia Federal investiga a invasão do perfil da primeira-dama Janja Lula da Silva em uma rede social. O ataque hacker ocorreu na noite desta segunda-feira (11), e a conta foi bloqueada a pedido da corporação. Entre as publicações falsas, que começaram às 21h37 e incluem xingamentos e mensagens de cunho sexual, há frases como “Eu apoio o mensalão” e “Alexandre de Moraes é bandido”, em referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Duvido muito que o Lula tenha a coragem de me chamar após descobrir quem eu sou, ou a Janja perguntar os motivos da minha invasão à conta dela. Por isso, eu não ligo para essa gente, pois não se importam comigo de verdade. Eu odeio políticos”, afirma outra publicação no perfil da primeira-dama.

Em outra postagem, foi escrito: “O Alexandre de Moraes é bandido e logo vai sofrer impeachment. Nada que ele faça vai impedir a gente de falar a verdade, enquanto tenho tempo falarei mais e mais”.

A Secom (Secretaria de Comunicação Social), da Presidência da República, informou que “repudia veementemente o ataque hacker à conta da senhora Janja Lula da Silva” e que “a Polícia Federal e a plataforma X (antigo Twitter) foram acionadas”. Também afirma que “todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas. Não serão tolerados crimes, discursos misóginos, o ódio e a intolerância nas redes sociais”.

Na mesma rede social, o ministro-chefe da Secom, Paulo Pimenta, afirmou que os criminosos “serão identificados e responderão” pelo crime.

Hacker envia áudio: ‘Não estou nem aí’
Por meio de um áudio publicado no perfil da primeira-dama, o invasor da página disse que está “ciente de que a Polícia Federal está investigando” o caso, que “não estou nem aí” e que “isso acontece só com gente honesta, que está aqui zoando um pouco na rede social”. Confira a íntegra da mensagem de voz:

“Eu quero avisar que estou ciente de que a Polícia Federal está investigando isso aqui. Eu não estou nem aí. Eu sei que vai dar em alguma coisa, talvez não dê, talvez dê, depende do sistema judiciário deste país, que é quebrado, por sinal. Eu sou um cara que julga muito que as leis deste país são frágeis, são uma porcaria e que só tem político roubando”, afirma.

“Então, se eu for preso, eu quero avisar a vocês que… Não acredito que eu vá ser preso, talvez, sim, consequências jurídicas, mas eu quero avisar a vocês que isso acontece só com gente honesta, que está aqui zoando um pouco na rede social. Agora, com bandido, Lula, corrupto, essas pessoas do grande poder, do sistema, nada acontece”, continua o hacker.

“Então, antes de vocês me julgarem, questionem esses políticos [em] que vocês votaram. Se vocês apoiam ele, continuem apoiando quem você considera útil para o país, mas, pelo menos, saiba que, se você votou em alguém, você tem que cobrar essa pessoa politicamente”, conclui.

Fonte: r7

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Segurança

Escritório de Alexandre Pires afasta empresário preso em caso sobre garimpo ilegal

por Redação 7 de dezembro de 2023

A Opus Entretenimento, escritório que representa o cantor Alexandre Pires, decidiu pelo afastamento do empresário Matheus Possebon, preso durante operação da Polícia Federal por suspeita de envolvimento com o garimpo ilegal em terras indígenas. Endereços ligados ao artista e ao agente foram alvo de buscas na última segunda (4), na Operação Disco de Ouro.

Em nota, o escritório explicou que, “até os devidos esclarecimentos, ele [Possebon] está afastado das atividades da companhia”.

Além de gerenciar a carreira de Alexandre Pires e ser um dos executivos da produtora de eventos Opus Entretenimento, Matheus Possebon cuida de Ana Carolina, Daniel, Jota Quest, KLB, Luccas Neto, Seu Jorge, Raça Negra, Roupa Nova pela firma.

O empresário também é cantor e teve a própria carreira musical. No YouTube, alguns de seus clipes musicais acumulam mais de 65 mil visualizações, como Cruzando Raios, faixa em parceria com Jonathan Corrêa.

Comunicado da Opus Entretenimento

A Opus Entretenimento, com 47 anos de atuação no mercado de eventos, esclarece que não é citada na Operação Disco de Ouro, desconhece quaisquer atividades irregulares realizadas por pessoas ligadas à empresa e confia nas autoridades competentes para a apuração correta dos fatos.

O empresário Matheus Possebon atuava como prestador de serviços na realização de shows, turnês e agenciamento de carreiras, sem participação na sociedade da empresa. E, até os devidos esclarecimentos, ele está afastado das atividades da companhia.

Com a realização de mais de 3 mil espetáculos por ano e um total de público estimado em 6 milhões de pessoas, a Opus mantém o compromisso de promover a cultura e o entretenimento em todo o país.

Fonte: r7

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