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IPCA

Economia

Inflação da alimentação em casa volta a superar a da refeição na rua após cinco meses

por Redação 14 de dezembro de 2023

O preço dos alimentos consumidos em domicílio subiu 0,75% no mês de novembro e superou, pela primeira vez desde abril, a inflação da refeição feita fora de casa, de 0,32%.

A elevação no mês foi encabeçada pelo salto de 26,59% no preço da cebola. Também contribuíram para a alta as variações da alface (9,64%), do morango (9,15%), da batata-inglesa (8,86%), do azeite de oliva (6,05%), do arroz (3,63%) e das carnes (1,37%).

Esses aumentos foram determinantes para o avanço de 0,63% do grupo de alimentação e bebidas, alta superior à apresentada no mês anterior (0,31%), quando a variação do grupo de despesas ficou positiva após quatro meses consecutivos de deflação.

Os dados apresentados pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), também mostram que a elevação dos preços em novembro atingiu 58% dos produtos alimentícios da cesta de consumo da pesquisa.

Para André Almeida, gerente responsável pelo levantamento, o clima foi o principal responsável pelo cenário. “As temperaturas mais altas e o maior volume de chuvas em diversas regiões do país são fatores que influenciam a colheita de alimentos, principalmente os mais sensíveis ao clima, como os tubérculos, os legumes e as hortaliças”, explica.

A refeição fora do domicílio, por sua vez, apresentou uma desaceleração ante a alta de 0,42% dos preços apurada em outubro. O resultado é fruto do encarecimento de refeições (0,34%), de lanche (0,2%), de refrigerante e água mineral (0,95%), de doces (0,23%) e de sorvetes (0,6%).

Mesmo com a maior valorização mensal da alimentação em domicílio, o preço dos alimentos consumidos dentro de casa apresenta deflação de 1,14% no acumulado dos últimos 12 meses. No mesmo período, a refeição na rua tem alta de 5,28%.

No intervalo compreendido entre dezembro de 2022 e novembro deste ano, as maiores altas foram observadas no preço do morango (52,88%), do azeite de oliva (33,82%), da cenoura (30,22%), da tangerina (28,5%) e da alface (25,97%). Todos eles fazem parte da lista de consumo da alimentação em domicílio.

Fonte: r7

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Economia

Alimentos mais caros puxam alta de 0,28% da inflação em novembro

por Redação 12 de dezembro de 2023

Guiada novamente pela alta no preço dos alimentos (+0,63%), a inflação oficial do Brasil voltou a ganhar força ao subir 0,28% em novembro, ante alta de 0,24% apurada no mês anterior, mostram dados revelados nesta terça-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mesmo com a aceleração, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) agora volta a figurar dentro do intervalo da meta, com alta acumulada de 4,68% nos últimos 12 meses.

Para os analistas do mercado financeiro, a inflação deve arrefecer e chegar ao fim deste ano em 4,51%, patamar dentro do intervalo perseguido (de 1,75% para 4,75%) pela primeira vez desde 2020.

Na liderança das altas no mês, os preços dos itens que compõem o grupo de alimentação e bebidas subiram 0,63%, alta acima da apurada no mês anterior (+0,31%), quando a variação do grupo de despesas ficou positivo após quatro meses consecutivos de deflação.

“As temperaturas mais altas e o maior volume de chuvas em diversas regiões do Brasil são fatores que influenciam a colheita de alimentos, principalmente os mais sensíveis ao clima, como os tubérculos, os legumes e as hortaliças”, explica André Almeida, gerente responsável pela pesquisa.

Contribuíram para a elevação em novembro as altas da cebola (+26,59%), da batata-inglesa (+8,83%), do arroz (+3,63%) e das carnes (+1,37%). Por outro lado, destacam-se as quedas do tomate (-6,69%), da cenoura (-5,66%) e do leite longa vida (-0,58%).

A alimentação fora do domicílio, por sua vez, registrou alta de 0,32% em novembro, mas desacelerou em relação a outubro, quando teve expansão de 0,42% nos preços. A alta da refeição (+0,34%) também foi menos intensa que a registrada em outubro (+0,48%).

Combustíveis em queda
Em novembro, os preços dos combustíveis caíram 1,58%, já que a gasolina (-1,69%) e o etanol (-1,86%) apresentaram redução de valor. Na contramão, o óleo diesel (+0,87%) e o gás veicular (+0,05%) registraram alta.

Mesmo com a queda, os preços do grupo de transportes avançaram 0,27%, novamente influenciados por novo aumento nos preços da passagem aérea (+19,12%), subitem com a maior contribuição individual no índice do mês.

O grupo ainda foi afetado pela alta do táxi (2,22%), que decorre do reajuste de 6,67% aplicado em São Paulo (6,02%), a partir de 28 de outubro, e de 20,84% aplicado em Porto Alegre (5,69%), a partir de 9 de outubro.

Fonte: r7

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Economia

Gasolina mais cara puxa aumento de 0,26% da inflação em setembro

por Redação 11 de outubro de 2023

A inflação oficial de preços do Brasil registrou alta pelo terceiro mês seguido, com elevação de 0,26% em setembro, 0,03 p.p. (ponto percentual) acima da taxa de 0,23% de agosto, como mostram os números do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados nesta quarta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A principal contribuição foi da gasolina, que teve aumento de 2,8%.

Erramos: informamos anteriormente que esta seria a quarta alta seguida da inflação, mas se trata da terceira elevação consecutiva; o texto já foi corrigido.

No ano, a inflação acumulada é de 3,5% e, nos últimos 12 meses, de 5,19%, acima dos 4,61% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2022, a variação havia sido de -0,29%.

André Almeida, gerente do IPCA, explica que a gasolina é o subitem que tem o maior peso no índice de preços e, por isso, influencia de maneira importante o resultado de setembro. Com isso, entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, o de transportes teve o maior impacto positivo, de 0,29 p.p., e a maior variação, de 1,4%.

Nesse grupo, o item combustíveis, no qual o subitem gasolina está inserido, teve alta de 2,7%, devido ao aumento no preço do óleo diesel (10,11%) e do gás veicular (0,66%) e à queda no etanol (-0,62%). Já a alta em ônibus intermunicipal, de 0,42%, é influenciada pelo reajuste de 12,9% aplicado em Salvador (2,62%), a partir de 10 de agosto.

Outro destaque é o subitem passagens aéreas, que teve a segunda maior variação mensal, de 13,47%, e o segundo maior impacto (0,07 p.p) no total do IPCA, após um recuo de 11,69% em agosto.

O grupo habitação também teve resultado importante entre as altas, com crescimento de 0,47% nos preços de setembro em relação aos de agosto. A energia elétrica residencial, com alta de 0,99%, foi a maior contribuição do grupo (0,04 p.p.).

“Influência de reajustes tarifários aplicados em três áreas de abrangência da pesquisa”, justifica André, ao citar as revisões em São Luís (10,74%), com reajuste de 10,43%, com vigência a partir de 28 de agosto; em Belém (3%), com aumento de 9,4%, válido a partir de 15 de agosto; e em Vitória (0,65%), onde o reajuste de 3,2% começou em 7 de agosto.

Fonte: r7

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Economia

Carne tem maior queda de preço em cinco anos, e consumo aumenta

por Redação 4 de setembro de 2023

Com a maior redução de preço desde 2018, a carne bovina volta a ser mais consumida pelos brasileiros em 2023. De acordo com projeção da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a disponibilidade per capita da proteína deve chegar a 30,4 quilos por habitante neste ano, após cinco anos de queda. A alta, de 8,1% em relação a 2022, retoma o volume do período pré-pandemia.

De janeiro a julho deste ano, o preço da carne bovina já caiu 9,36%, acumulando a maior retração dos últimos cinco anos, segundo o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

O índice avalia o custo de vida das famílias paulistanas, mas coincide com o resultado da inflação oficial do país. No IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de julho, o recuo no preço da carne acumula 8,54% em 12 meses e 7,90% no ano.

No acumulado deste ano, os preços que mais diminuíram foram o da alcatra (-11,50%), do filé-mignon (-10,17%), do contrafilé (-10,17%), do acém (8,49%) e da picanha (-7,88%), que registraram os maiores recuos nos primeiros seis meses de 2023.

Além da queda de preços, o aumento da produção e a ligeira queda nas exportações tiveram reflexos no consumo do brasileiro.

“O aumento na quantidade de carnes produzidas no país é um dos fatores que sustentam a tendência de queda nos preços ao consumidor. Muito da deflação registrada vem da carne, que está mais barata para o consumidor”, afirma o presidente da Conab, Edegar Pretto, em nota.

Somados os três principais tipos de proteína animal consumidos pelos brasileiros, a bovina, a suína e a de frango, o consumo per capita atingirá 100,2 quilos por habitante ao ano — o segundo maior índice já registrado, inferior apenas ao de 2013.

A produção desses três tipos de carne no Brasil está estimada em aproximadamente 29,6 milhões de toneladas. Se a projeção for confirmada, esse será o maior nível da série histórica considerando aves, suínos e bovinos.

“As vendas externas têm crescido, ao mesmo tempo em que há uma redução na dependência do mercado chinês, o que demonstra que o Brasil tem conquistado novos mercados”, avalia o gerente de fibras e alimentos básicos da Conab, Gabriel Rabello, em nota.

A arroba do boi gordo atingiu em agosto a menor média de preço em cinco anos, retornando ao período pré-pandemia.

Segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, no estado de São Paulo, a arroba registrou média de R$ 222,32 no mês (até o dia 29), com queda de 11,4% ante o mês anterior e de 24% em relação a agosto de 2022.

Consumidor
Apesar da queda, os consumidores ainda enfrentam preços altos. O Instituto de Economia Agrícola, do governo de São Paulo, mostra que o quilo do acém em julho custava R$ 31,02 em média; o do músculo, R$ 30,89; o da capa de filé, R$ 33,89; o do coxão mole, R$ 41,05; o do filé-mignon, R$ 74,25; e o da picanha, R$ 68,48.

Para a recepcionista Franciele dos Santos, que mora em São Paulo, o preço nos supermercados e açougues melhorou, mas ainda está alto. “Nos últimos anos, com o aumento dos preços e da inflação, troquei a carne por outras proteínas mais baratas”, afirmou.

Ela também disse que aproveitou o momento para reduzir o consumo do alimento e utilizar mais verduras e legumes nas refeições. Mas, nos últimos meses, a recepcionista tem comprado mais a proteína. “A gente está conseguindo comprar de novo”, acrescenta.

A queda do preço de cada corte
De janeiro a julho de 2023, em %:

  • carnes em geral: -7,90;
  • fígado: -7,72;
  • cupim: -3,44;
  • contrafilé: -10,17;
  • filé-mignon: -10,17;
  • alcatra: -11,50;
  • patinho: -7,63;
  • lagarto redondo: -7,90;
  • lagarto comum: -6,08;
  • músculo: -5,85;
  • pá: -8,22;
  • acém: -8,49;
  • peito: -7,74;
  • capa de filé: -6,96;
  • costela: -7,44; e
  • picanha: -7,88.

Fonte: r7

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Economia

Câmara dos Deputados aprova texto das novas regras fiscais

por Redação 23 de agosto de 2023

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (22), por 379 votos a favor e 64 contrários, a proposta que estabelece o novo marco fiscal do país. No primeiro turno, em abril, tinham sido 372 votos favoráveis, 108 contrários e uma abstenção. O texto passou por alterações no Senado e teve que ser analisado novamente pelos deputados.

Das três alterações feitas pelos senadores, duas foram acatadas: tanto o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) como o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) ficam fora do teto de gastos. A terceira mudança, que tirava despesas das áreas de ciência, tecnologia e inovação do teto de gastos, não foi aprovada.

As novas regras fiscais têm um objetivo central: o de equilibrar as contas públicas e evitar o endividamento do Estado. O projeto aprovado pelo Congresso, que segue agora para a sanção presidencial, cria parâmetros de gastos permitidos para além da inflação em diversas situações econômicas do país.

A regra vai limitar o crescimento da despesa a 70% da variação da receita de 12 meses do ano [julho a junho do ano anterior]. Em momentos de superávit [crescimento da economia], o aumento de 70% das despesas será de no mínimo 0,6% do Produto Interno Bruno (PIB), não podendo superar os 2,5%. Em caso de déficit [queda da economia], esse o aumento será limitado a 50% e deve permanecer na mesma banda de despesas de 0,6% a 2,5% do PIB.

Emenda
Uma emenda feita ao texto no Senado, a pedido do governo, permitia usar uma estimativa da inflação do ano para ampliar o limite de gastos até R$ 40 bilhões quando o Executivo ainda estivesse na fase de elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), justamente para que esse ajuste nos gastos fosse aplicado na elaboração do projeto. A mudança foi defendida por governistas para dar mais “tranquilidade” à execução de ações prioritárias do governo.

No entanto, essa engenharia econômica foi acordada para ser incluída no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO). O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defendeu a retirada da emenda, que era uma das prioridades do governo.

“Na questão do cálculo do IPCA, não houve um convencimento de existir a necessidade de constar em um projeto de lei complementar, e o compromisso ficou em repor a tal da emenda condicionada na LDO para o Orçamento de 2024 por causa da deflação, que contaria negativo para essa conta. Isso ficou resolvido, e não há nenhum prejuízo da diferença do arcabouço para a LDO”, afirmou Lira pouco antes da votação da proposta.

A versão aprovada do texto foi construída em dois momentos nesta semana: em uma primeira reunião com especialistas, técnicos e o governo federal, nesta segunda-feira (21); e num segundo encontro, na residência oficial da Câmara, com as lideranças partidárias, nesta terça, algumas horas antes da votação.

Fonte: r7

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Economia

Puxada pela alta da gasolina, inflação ganha ritmo e avança 0,12% em julho

por Redação 11 de agosto de 2023

Depois de registrar o primeiro resultado negativo do ano em junho (-0,08%), a inflação oficial de preços ganhou força ao avançar 0,12% no mês de julho, mostram números divulgados nesta sexta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A gasolina, subitem de maior peso individual no índice, foi o produto que mais impactou no resultado da inflação, com uma variação de 4,75% no mês. Em junho, o combustível havia apresentado queda de 1,14%.

André Almeida, analista responsável pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), recorda que a variação ocorre mesmo com as reduções aplicadas nas refinarias. “A alta de julho capta a reoneração de impostos, com a volta da cobrança da alíquota cheia de PIS e Cofins”, explica ele.

O encarecimento da gasolina foi determinante para a elevação de 1,5% da cesta do grupo de transportes. Em relação aos demais combustíveis (4,15%), foram registradas altas no gás veicular (3,84%) e no etanol (1,57%), enquanto o óleo diesel caiu 1,37%. As altas das passagens aéreas (4,97%) e dos carros novos (1,65%) também contribuíram para o resultado.

Com a variação positiva de julho, a inflação oficial de preços do Brasil registra a primeira alta no período em 12 meses desde junho de 2022, ao passar de 3,16% para 3,99%.

Almeida ressalta que a aceleração é originada devido às três deflações consecutivas observadas em julho, agosto e setembro de 2022. “Saiu a queda de 0,68% de julho de 2022 e entrou a alta de 0,12%”, explica ele.

Mesmo com leve alta, o indicador continua, pelo quinto mês consecutivo, dentro do intervalo da meta preestabelecida pelo governo para 2023, de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (de 1,75% a 4,75%).

Alimentação

Na contramão do resultado geral, o grupo de alimentação e bebidas apresentou queda de 0,46% nos preços ao longo do mês de julho, influenciada pelo recuo nos valores da alimentação no domicílio (-0,72%), que já havia apresentado resultado negativo em junho (-1,07%).

Entre os alimentos que puxaram a queda destacam-se o feijão-carioca (-9,24%), o óleo de soja (-4,77%), o frango em pedaços (-2,64%), as carnes (-2,14%) e o leite longa-vida (-1,86%). “De maneira geral, podemos dizer que essas quedas estão relacionadas a uma maior oferta dos produtos”, avalia Almeida.

Já a alimentação fora do domicílio (0,21%) desacelerou em relação ao mês anterior (0,46%). A perda de força ocorre em virtude das altas menos intensas do lanche (+0,49%) e da refeição (+0,15%). Em junho, as variações desses subitens haviam sido de 0,68% e 0,35%, respectivamente.

Demais grupos
Dos outros sete grupos de produtos e serviços pesquisados, quatro tiveram alta no mês de julho. Foram eles artigos de residência (+0,04%), educação (+0,13%), saúde e cuidados pessoais (+0,26%) e despesas pessoais (+0,38%). Os itens de comunicação ficaram estáveis (0%).

Pelo lado das quedas, no grupo habitação (-1,01%), a energia elétrica residencial (-3,89%) apresentou o impacto negativo mais intenso do mês. “O resultado foi por conta da incorporação do Bônus de Itaipu, creditado integralmente nas faturas emitidas no mês de julho”, diz Almeida.

Fonte: r7

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Economia

Inflação perde força, avança 0,61% em abril e fica dentro do intervalo da meta pelo segundo mês seguido

por Redação 12 de maio de 2023

A inflação oficial brasileira voltou a perder força ao subir 0,61% em abril, ante variação de 0,71% apurada no mês anterior, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a segunda desaceleração consecutiva, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) agora acumula alta de 4,18% nos últimos 12 meses. A variação é a menor desde o fim de 2020, período que representa também a última vez que a inflação figurou dentro do intervalo da meta por um bimestre.

O percentual, que mantém a trajetória de queda do índice oficial de preços iniciada em maio do ano passado, corresponde à manutenção, pelo segundo mês seguido, do IPCA dentro do intervalo da meta pré-estabelecida pelo governo, de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto (de 1,75% para 4,75%).

Apesar da recente queda, o BC (Banco Central) avalia que a chance de o IPCA fechar 2023 dentro da meta ainda é de apenas 17%. Já os analistas do mercado financeiro preveem alta de 6% do índice no acumulado dos 12 meses encerrados em dezembro.

Remédios mais caros
No mês, o preço dos medicamentos foi o grande vilão do bolso das famílias brasileiras. o que pode ser justificado pela autorização do reajuste de até 5,6% no valor dos remédios. O aumento começou a valer no 31 de março.

Com resultado da variação, o grupo de saúde e cuidados pessoais respondeu pelo maior avanço de preços no mês de abril (1,49%). Já os preços nos planos de saúde tiveram alta de 1,2% após a incorporação das frações mensais dos reajustes dos planos novos e antigos para o ciclo de 2022-2023.

Os itens de higiene pessoal, por sua vez, apresentaram desaceleração de 0,76% em março para 0,56% em abril, influenciados, principalmente, pelos perfumes (-1,09%).

Fonte: r7

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GuarulhosEconomiaPolítica

Brasil terá ‘surpresa’ com inflação ‘um pouquinho menor do que a expectativa’, diz Tebet no Senado

por Redação 9 de maio de 2023

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou durante audiência no Senado, nesta terça-feira (9), que o Brasil terá uma “surpresa”, porque “sairá uma inflação um pouquinho menor do que a expectativa”. A declaração levou em consideração a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e o Relatório Focus, que traz a expectativa de mercado.

“Estamos com expectativa positiva para abril, maio e junho”, disse, e ressaltou ainda não saber do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referente a abril.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará na sexta-feira (12) o novo IPCA. Em março, o índice foi de 0,69%, ante 0,76% de fevereiro. A prévia para abril, divulgada no último dia 26, também mostrou recuo em relação a março e caiu para 0,57%.

Durante a declaração, em audiência conjunta das comissões de Desenvolvimento Regional e de Infraestrutura, Tebet ressaltou as quedas sucessivas da inflação como argumento para defender uma redução na taxa básica de juros, a Selic.

O Copom, do Banco Central, manteve a taxa em 13,75%, o que tem sido alvo de críticas constantes da equipe econômica do governo e do próprio presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Tebet argumentou que a “inflação está em queda”, que o Brasil está empobrecido e que o crédito está caro para cobrar da instituição monetária uma diminuição da Selic. “Diante desse cenário, é importante fazer uma reflexão da visão monetária não só à luz da visão fiscal, mas também da situação socioeconômica”, cobrou.

Equipe econômica
Na audiência, a ministra também ressaltou os interesses da equipe econômica do governo na aprovação das novas regras fiscais e deixou claro que o Estado vai respeitar as mudanças promovidas pelos parlamentares, desde que não modifiquem “a espinha dorsal” do projeto.

Ela afirmou que o novo arcabouço “vai suprir possíveis equívocos do teto de gastos”, a atual regra fiscal que vigora no país. “Ele vem com regra mais flexível, crível, com foco em controlar gastos e garantir o compromisso social”, disse.

A ministra admitiu haver diferenças internas quanto à visão econômica, mas que esses pontos não prejudicam os trabalhos. “Eu tenho uma visão diferente da do presidente na área econômica”, admitiu, e completou ter aceitado liderar o ministério porque “o que nos une é infinitamente maior do que o que nos separa”.

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EconomiaGuarulhos

Apesar de inflação menor, mais pobres ainda sentem alimento e transporte, diz Ipea

por Redação 14 de fevereiro de 2023

As famílias de renda muito baixa perceberam uma desaceleração na inflação na passagem de dezembro para janeiro. Porém, os gastos com alimentos e transportes ainda pesaram no bolso.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (14) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda mostra que o aumento nos preços passou de 0,71%, em dezembro, para 0,47%, em janeiro. Isso para as pessoas de renda muito baixa. Para o grupo de renda alta, a inflação acelerou de 0,50%, em dezembro, para 0,56%, em janeiro.

No caso dos menos favorecidos economicamente, o encarecimento dos produtos de farinha de trigo e, consequentemente, dos panificados foi o principal responsável pelo resultado negativo no ramo dos alimentos.

Foi o que analisou a técnica Maria Andreia Parente Lameiras, na Carta de Conjuntura do Ipea:

“Mesmo diante da queda de preços das carnes (-0,47%) e de aves e ovos (-1,2%), a alta dos cereais (3 5%), das hortaliças (6,4%) e das frutas (3,7%) e os reajustes dos produtos da cadeia do trigo — farináceos (0,98%) e panificados (0,55%) — explicam o impacto deste grupo para a inflação em janeiro, especialmente para as famílias de menor renda”.

Já a respeito dos transportes, o aumento de tarifas de ônibus e da gasolina foi o vilão da classe de renda mais baixa em janeiro. Por sua vez, os mais ricos se beneficiaram com a queda de passagens de avião e corridas de aplicativo.

“O aumento das tarifas dos ônibus urbano (0,91%) e interestadual (2,1%) e a elevação da gasolina (0,8%) foram os principais focos inflacionários, em janeiro, para as classes de renda mais baixa. Já para a faixa de renda mais alta, a queda das passagens aéreas (-0,51%) e dos transportes por aplicativo (-17%) ajudou a reduzir o impacto provocado pela alta dos combustíveis e das despesas de emplacamento, seguro e manutenção veicular”, analisou Lameiras.

Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses alcançou 7,05% na faixa de renda alta, e ficou em 6,18% na faixa de renda muito baixa.

“Para a classe de renda alta, mesmo com os reajustes de alimentos, transportes e comunicação, a maior contribuição à inflação, em janeiro, veio dos reajustes do grupo despesas pessoais, refletindo os aumentos dos serviços pessoais (0,75%) e de recreação (0,89%), cuja parcela do orçamento gasto por estas famílias na aquisição destes serviços é proporcionalmente bem maior que a observada nas faixas de renda mais baixa. Deve-se registrar ainda que, para todas as faixas de renda, parte desta alta inflacionária, em janeiro, foi atenuada pelas deflações das roupas (-0,7%) e dos artigos de higiene pessoal (-1,3%).”
Maria Andreia Parente Lameiras
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação no país e é usado pelo Ipea para fazer o cálculo da inflação por faixa de renda, desacelerou de 0,62%, em dezembro, para 0,53%, em janeiro. A taxa acumulada em 12 meses ficou em 5,77% em janeiro.

O indicador do Ipea separa por seis faixas de renda familiar as variações de preços medidas pelo IPCA.

Os grupos vão desde uma renda familiar menor que R$ 2.015,18 por mês, no caso da faixa com renda muito baixa, até uma renda mensal familiar acima de R$ 20.151,76, no caso da renda mais alta.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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