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JAPÃO

Brasil

Brasil voltará a exigir visto para cidadãos dos EUA, Japão, Canadá e Austrália, com taxa 102% mais cara

por Redação 11 de janeiro de 2024

A partir de 10 de abril, o visto para a entrada no Brasil de cidadãos dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália e do Japão vai custar US$ 80,90 (cerca de R$ 400), segundo o Ministério das Relações Exteriores. Até 2019, ano em que a exigência para essas nacionalidades foi suspensa, o documento custava US$ 40 (cerca de R$ 200), como informou a pasta ao R7. O novo valor representa aumento de 102,25%.

A quantia que o Brasil cobra para receber os estrangeiros é menor do que os custos determinados por Canadá e EUA para a visita de brasileiros. Confira:

  • Visto dos EUA para brasileiros: US$ 185, cerca de R$ 900
  • Visto do Canadá para brasileiros: C$ 100, cerca de R$ 365
  • Visto do Japão para brasileiros (viagens acima de 90 dias de duração): R$ 111
  • Visto da Austrália para brasileiros: AU$ 20, cerca de R$ 65

Números da Polícia Federal, do Ministério do Turismo e da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) mostram que mais de 750 mil visitantes dessas nacionalidades vieram ao Brasil em 2023. Foram 593.246 visitantes dos Estados Unidos, a segunda maior quantidade no ano, atrás apenas da Argentina, com 1,7 milhão. O Canadá é o 15º na lista de turistas, com 75.952. A Austrália está em 18º, com 42.068 visitantes, e o Japão, com 38.826 viajantes, em 20º lugar.

Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adiou, pela segunda vez, a volta da exigência de visto para a entrada no Brasil de cidadãos dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália e do Japão.

O documento deixou de ser obrigatório para visitantes dessas nacionalidades em junho de 2019 por determinação do então presidente Jair Bolsonaro (PL). A primeira publicação do petista para reverter a decisão de Bolsonaro começaria a valer em outubro do ano passado, mas foi adiada para 10 de janeiro deste ano.

A justificativa do governo para mudar a data foi para não atrapalhar o setor de turismo, que aponta a necessidade de maior prazo para a emissão antes da cobrança dos vistos, em período de alta temporada de viagens.

A decisão de Bolsonaro vale de forma unilateral, ou seja, os brasileiros que desejam visitar os países em questão seguem com a necessidade de apresentar o visto de entrada. Em maio do ano passado, porém, quando esteve no Japão, Lula fez acordo com o país para liberação do documento para visitas curtas, de até 90 dias, tanto para os brasileiros em viagem ao Japão quanto para japoneses de passagem pelo Brasil.

Política da reciprocidade
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A política de reciprocidade é um mecanismo da diplomacia brasileira. Segundo o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, no governo anterior, foi suspensa a obrigatoriedade de americanos, canadenses, australianos e japoneses. “A medida foi dada de graça. Sem reciprocidade. Brasileiros continuaram precisando de visto para viajar para esses países”, relembrou. “Chamamos esses países para negociar. O Japão aceitou e negociamos. Os outros alegaram que não era possível pela legislação de cada um deles”, acrescentou.

Fonte: r7

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Brasil

Lula adia pela segunda vez exigência de visto para visitantes dos EUA, Canadá, Austrália e Japão

por Redação 5 de janeiro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva adiou, pela segunda vez, a volta da exigência de visto para a entrada no Brasil de cidadãos dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália e do Japão. O decreto com a decisão foi publicado nesta quinta-feira (4) em edição extra do Diário Oficial da União. Agora, o visto de norte-americanos, canadenses, australianos e japoneses voltará a ser exigido a partir de 10 de abril.

O documento deixou de ser obrigatório para visitantes dessas nacionalidades em junho de 2019 por determinação do então presidente Jair Bolsonaro (PL). A primeira publicação do petista para reverter a decisão de Bolsonaro começaria a valer em outubro do ano passado, mas foi adiada para 10 de janeiro deste ano.

A RECORD apurou que a justificativa do governo para mudar a data foi para não atrapalhar o setor de turismo, que aponta a necessidade de maior prazo para a emissão antes da cobrança dos vistos, em período de alta temporada de viagens.

A decisão de Bolsonaro vale de forma unilateral, ou seja, os brasileiros que desejam visitar os países em questão seguem com a necessidade de apresentar o visto de entrada. Em maio do ano passado, porém, quando esteve no Japão, Lula fez acordo com o país para liberação do documento tanto para os brasileiros em viagem ao Japão quanto para japoneses de passagem pelo Brasil.

Fonte: r7

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Mundo

Avião com mais de 300 passageiros a bordo pega fogo após acidente em solo no Japão

por Redação 2 de janeiro de 2024

Um Airbus A350 da companhia aérea Japan Airlines se acidentou nesta terça-feira (2) no aeroporto internacional de Haneda, na capital do Japão, Tóquio. Segundo informações da imprensa japonesa, havia 379 pessoas a bordo (367 passageiros e 12 tripulantes), que conseguiram deixar a aeronave antes que o fogo a consumisse.

O voo 516 chegava de Sapporo, na ilha de Hokkaido, pouco antes das 18h (6h, no horário de Brasília), e bateu em uma aeronave da Guarda Costeira do Japão. Em seguida, pegou fogo.

A emissora de TV estatal NHK informa que havia seis pessoas a bordo do avião da Guarda Costeira, que se preparava para decolar para Niigata, em uma missão de socorro às vítimas do terremoto de ontem. Um tripulante conseguiu escapar, mas os outros cinco morreram.

Todos os pousos e decolagens em Haneda foram suspensos ou alternados.

Fonte: r7

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Mundo

Homem atira em duas pessoas em hospital, foge e faz vários reféns em agência dos correios no Japão

por Redação 31 de outubro de 2023

Um homem invadiu um hospital na província de Saitama, ao norte de Tóquio, no Japão, e atirou contra um médico e um paciente nesta terça-feira (31).

Após o ataque, ele fugiu e invadiu uma agência dos correios, onde foi cercado pela polícia e mantém pelo menos duas pessoas como reféns. As informações foram divulgadas pela NKH.

“Às 14h15 (2h15 de Brasília), uma pessoa se entrincheirou e tomou reféns em uma agência dos correios da cidade de Warabi”, anunciou o site do governo municipal.

A imprensa japonesa informa que pelo menos duas pessoas continuam com o atirador dentro do prédio.

A polícia local pediu a 300 moradores da área que deixem suas casas por motivo de segurança.

As duas vítimas do atirador foram atendidas e não correm risco de morrer.

Os crimes violentos são incomuns no Japão, que registra uma taxa de homicídios pequena e que tem uma das legislações mais severas do mundo sobre armas.

O país, no entanto, registrou vários ataques recentemente, incluindo o assassinato do ex-primeiro-ministro Shinzo Abe, atingido por uma arma de fogo de fabricação caseira durante um discurso de campanha eleitoral.

Em abril, o atual primeiro-ministro, Fumio Kishida, foi alvo de um ataque com um artefato explosivo improvisado, também durante um comício. Kishida saiu ileso, mas duas pessoas ficaram levemente feridas.

Fonte: r7

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MundoSaúde

Japão inicia despejo de água da usina nuclear de Fukushima no mar

por Redação 24 de agosto de 2023

O Japão iniciou nesta quinta-feira (24) o despejo no oceano de água residual da usina nuclear de Fukushima, apesar da preocupação dos pescadores da região e da ferrenha oposição da China, que intensificou as restrições comerciais a produtos nipônicos.

O despejo do equivalente a quase 540 piscinas olímpicas de água durante décadas no Oceano Pacífico é uma etapa importante para desmantelar a usina, ainda muito perigosa 12 anos após um dos piores acidentes nucleares da história.

Uma transmissão ao vivo da operadora da usina, TEPCO, mostrou os engenheiros da empresa trabalhando em computadores no momento em que um supervisor anunciava, após uma contagem regressiva, a abertura das válvulas próximas das bombas de transferência de água”.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) da ONU, que aprovou o plano do Japão, supervisiona o processo, que, na sua opinião, está de adequado às “normas de segurança internacionais” e terá um impacto “insignificante para a população e o meio ambiente”.

Porém, minutos após o anúncio do início da operação, a China decidiu suspender todas as importações de produtos do mar procedentes do Japão e chamou o plano de Tóquio de “extremamente egoísta e irresponsável”.

Pequim já havia interrompido todas as importações de alimentos de 10 dos 47 municípios japonesas em julho. Hong Kong e Macau adotaram a mesma iniciativa.

Na Coreia do Sul, o despejo de água residual da usina nuclear gerou protestos e muita preocupação entre a população, mas o governo expressou apoio ao plano do Japão. Os dois países iniciaram uma aproximação após décadas de distanciamento.

O primeiro-ministro sul-coreano Han Duck-soo pediu ao governo japonês que divulgue as informações do despejo de água “de forma transparente e responsável durante os próximos 30 anos”.

Manifestações foram registradas nesta quinta-feira e mais de 10 pessoas foram detidas em Seul depois que tentaram invadir a embaixada do Japão.

A Coreia do Norte exigiu que o Japão interrompa a operação, segundo um comunicado do ministério das Relações Exteriores publicado pela agência estatal KCNA.

‘Risco muito pequeno’
Em três reatores da usina Fukushima-Daiichi, na região nordeste do Japão, combustível e outros materiais derreteram após o grande terremoto e tsunami que mataram 18 mil pessoas em 2011.

Desde então, a TEPCO acumulou mais de 1,3 milhão de metros cúbicos, armazenados em 1.000 contêineres de aço, de água usada para resfriar os reatores ainda radioativos, misturada com água subterrânea e de chuva que se infiltrou.

A empresa afirma que sua capacidade está no limite e que precisa abrir espaço para retirar o combustível nuclear e os escombros dos reatores destruídos.

A TEPCO afirma que a água passou por um tratamento para eliminar todas as substâncias radioativas, exceto o trítio, que está em níveis inócuos e muito inferiores aos liberados por centrais nucleares em operação, incluindo as usinas da China.

A concentração de trítio na água residual preparada para este primeiro despejo estava “muito abaixo do limite operacional de 1.500 bequerel (Bq) por litro”, afirmou a AIEA após uma “análise independente feita no local”.

Este nível é 40 vezes inferior às normas japonesas para águas tratadas e às normas internacionais (60.000 Bq/litro), além de sete vezes menor que o limite máximo estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a água potável (10.000 Bq/litro).

“Quando for liberado no Pacífico, o trítio será diluído em uma vasta massa de água e atingirá rapidamente um nível de radioatividade que não difere da água do mar normal”, disse Tom Scott, especialista da Universidade de Bristol, na Inglaterra.

“Portanto, representa um risco muito pequeno. E o risco diminui com o tempo porque o nível de trítio diminui continuamente”, acrescentou.

‘Bomba atômica’
Antes da operação, várias pessoas protestaram diante da usina nuclear de Fukushima e mais de 100 na sede da TEPCO, em Tóquio.

“É como lançar uma bomba atômica no oceano. O Japão foi o primeiro país atacado com uma bomba atômica no mundo e o primeiro-ministro tomou esta decisão”, lamentou Kenichi Sato, de 68 anos.

O grupo ambientalista Greenpeace afirmou que o processo de tratamento da água é falho. China e a Rússia sugerem que a água pode evaporar e atingir a atmosfera.

Os restaurantes de sushi em Pequim e Hong Kong já sofrem as consequências das restrições de importações.

“Quase 80% dos frutos do mar que usamos vêm do Japão”, disse à AFP Jasy Choi, que dirige em Hong Kong um pequeno restaurante de comida japonesa para viagem. “Se mais da metade dos meus ingredientes importados do Japão forem afetados, será difícil continuar funcionando”, lamentou o chef, de 36 anos.

Analistas apontam que a China, embora possa ter preocupações genuínas com a segurança, também pode estar sendo motivada por sua rivalidade econômica e sua relação complicada com Tóquio.

A operação de despejo será gradual e deve prosseguir até a década de 2050.

Fonte: r7

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BrasilPolítica

Equipe médica avalia necessidade de cirurgia no quadril de Lula após viagem ao Japão; entenda

por Redação 18 de maio de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode ser submetido a uma cirurgia no quadril nos próximos dias, depois que retornar do Japão, para onde embarcou nesta quarta-feira (17). A equipe médica do presidente informou ao R7 que avalia a necessidade de intervenção cirúrgica.

Fontes próximas ao presidente afirmaram à reportagem que a possibilidade de diminuição do ritmo da agenda de Lula não é considerada. Médicos que acompanham o chefe do Executivo nacional também acham improvável que ele desacelere. Desde que tomou posse, Lula já foi a Estados Unidos, Reino Unido, China, Emirados Árabes Unidos, Portugal e Espanha, além do Japão.

Lula tem sentido dores na região dos quadris. Em um evento na semana passada, em Salvador (BA), o presidente chegou a dizer que “injeção já não resolve”. No fim de fevereiro, ele foi submetido a um exame de imagem.

“O presidente realizou uma ressonância magnética no quadril, programada para acompanhamento da fisioterapia, dos exercícios que vem fazendo”, informou, à época, a Secretaria de Comunicação da Presidência.

Osteoartrose
A dor na articulação do quadril, numa pessoa acima de 75 anos, tem como primeira grande causa a osteoartrose, que é um desgaste da articulação que leva a um atrito anormal entre a cabeça do fêmur e o osso da bacia, segundo explica o coordenador do Instituto da Mobilidade do Hospital Moriah, o médico Marco Aurélio Silvério Neves.

“Isso, normalmente, vai progredindo e piorando com o tempo e tem pouca resposta com medicação, até que leva a um quadro de constante dor e de dificuldade para atividades da vida diária”, acrescenta.

De acordo com o médico, antes de se pensar na cirurgia, busca-se o tratamento chamado de conservador. “Consiste em uso de medicação, para melhorar a dor e diminuir os processos inflamatórios que são causados pela artrose, e fisioterapia, que tem por objetivo melhorar a mobilidade e a condição muscular para ajudar a absorção de impacto e dar mais conforto para o paciente”, explica Neves.

Depois dessa tentativa, sem resposta, a cirurgia começa a ser cogitada, especialmente, quando o paciente tem bastante sintoma e bastante impacto no que diz respeito à qualidade de vida. Parece ser o caso do presidente, que está reclamando de dores constantes, que está com muita limitação, e, durante um tempo, pelo menos três meses, está tentando tratamento com fisioterapia também.

(MARCO AURÉLIO SILVÉRIO NEVES, MÉDICO E COORDENADOR DO INSTITUTO DA MOBILIDADE DO HOSPITAL MORIAH)

Fonte: r7

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