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JÚRI POPULAR

Segurança

Massacre de Paraisópolis: Justiça começa a decidir se PMs vão a júri

por Redação 25 de julho de 2023

Depois de três anos, o caso que envolve a morte de nove jovens após ação da Polícia Militar na comunidade de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, durante um baile funk em 2019, pode ganhar novos desdobramentos.

Nesta terça-feira (25), acontece a primeira parte da audiência de “instrução, interrogatório, debates e julgamento” do caso, que vai definir se os 12 policiais militares denunciados pelo MPSP (Ministério Público de São Paulo) por homicídio doloso (quando há a intenção de matar) vão a júri popular. Eles respondem ao processo em liberdade.

Segundo o TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo), a audiência terá início às 13h30 no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista. O caso tramita na 1ª Vara do Júri do Foro Central Criminal da capital.

No total, 52 pessoas foram arroladas no processo. Em razão da quantidade de testemunhas, nesta terça (25) serão ouvidas apenas as de acusação, de acordo com o TJSP. Por enquanto, não há prazo para o fim da audiência nem data para as próximas oitivas.

Relembre o caso
Em 1° de dezembro de 2019, nove jovens – de 14 a 23 anos – morreram e 12 ficaram feridos durante o famoso Baile da DZ7, no cruzamento entre as ruas Ernest Renan e Rudolf Lutze, em Paraisópolis. De 5.000 a 8.000 pessoas participavam do evento.

De acordo com a versão da Polícia Militar, equipes da Rocam (Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas) estavam perseguindo dois homens em uma moto. Eles estariam armados e teriam atirado contra os policiais.

Durante a perseguição, os homens fugiram em direção ao baile funk, que acontecia na comunidade. Em seguida, outras equipes da PM foram acionadas para prestar apoio e teriam sido, segundo a corporação, recebidas com hostilidade pela população, com o arremesso de pedras e garrafas.

Para dispersar a multidão, os PMs usaram bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e bala de borracha. Segundo a denúncia do MPSP, os participantes do baile, sob “pânico e desespero”, ficaram confinados no quarteirão da rua Ernest Renan.

Na ausência de uma rota de fuga, a única saída possível passou a ser a viela do Louro, por onde milhares de pessoas se dirigiram. O local foi palco do episódio conhecido como Massacre de Paraisópolis. Nove jovens morreram pisoteados:

  • Gustavo Cruz Xavier, de 14 anos;
  • Gabriel Rogério de Moraes, de 20 anos;
  • Dennys Guilherme dos Santos, de 16 anos;
  • Luara Victoria de Oliveira, de 18 anos;
  • Marcos Paulo Oliveira dos Santos, de 16 anos;
  • Bruno Gabriel dos Santos, de 22 anos;
  • Eduardo Silva, de 21 anos;
  • Denys Henrique Quirino da Silva, de 16 anos; e
  • Mateus dos Santos Costa, de 23 anos.

O laudo do IML (Instituto Médico-Legal) divulgado na época concluiu que os jovens morreram por asfixia por sufocação indireta.

Denúncia do Ministério Público

Desde novembro, um mês antes do massacre, os moradores de Paraisópolis e a Polícia Militar viviam em clima de tensão em razão do assassinato do sargento Ronaldo Ruas Silva, da Força Tática do 16º Batalhão, na comunidade.

De acordo com a denúncia do MPSP, motivada pelo homicídio, a PM deu início à chamada Operação Saturação em Paraisópolis, com a “intensificação do policiamento para combater o tráfico no local e prender criminosos, sem previsão de término”.

No dia do Baile da DZ7, a corporação também realizava a Operação Pancadão, com o objetivo de prevenir a “instalação e acontecimento de aglomerações e algazarras” em Paraisópolis.

Para o órgão, os policiais denunciados “agiram pela torpe motivação de causar tumulto, pânico e sofrimento, em abusiva demonstração de poder e prepotência contra a população que estava em evento cultural”.

Na denúncia, o MPSP ainda ressalta que a ação dos policiais – que cercaram os participantes do baile com as viaturas e arremessaram as bombas de efeito moral – impossibilitou a defesa das vítimas.

“Elas foram surpreendidas em um momento de lazer e não podiam esperar por atuação policial com tamanha violência e fechamento de ambas as vias de acesso ao baile, máxime as vítimas fatais que sequer residiam na comunidade”, afirma.

Ouvidoria da Polícia
A Ouvidoria da Polícia informou, em nota, que vai continuar acompanhando o caso e prestando o apoio necessário às famílias das vítimas.

“Trágicos episódios dessa natureza exigem ações efetivas, buscando sempre impedir que tornem a ocorrer, com ações de monitoramento e formação das forças policiais até a devida responsabilização dos agentes que atuaram irregularmente”, declara a Ouvidoria.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Acusados de matar família carbonizada no ABC Paulista vão a júri popular nesta segunda

por Redação 12 de junho de 2023

Após cinco adiamentos, começa nesta segunda-feira (12) o julgamento dos cinco réus acusados de ter matado a família Gonçalves e carbonizado seus corpos no ABC paulista, em janeiro de 2020. O júri popular acontece no Fórum de Santo André, na Grande São Paulo, e será presidido pelo juiz Lucas Tambor Bueno, a partir das 10 horas.

Serão julgados Ana Flávia Martins Meneses Gonçalves, filha do casal assassinado, Carina Ramos de Abreu, Juliano Oliveira Ramos Júnior, Jonathan Fagundes Ramos e Guilherme Ramos da Silva. O grupo responde pelos seguintes crimes:

  • três homicídios triplamente qualificados (por motivo fútil, com emprego de meio cruel e uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas);
  • ocultação de cadáver;
  • roubo; e
  • associação criminosa.

De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo, a previsão é que 14 testemunhas de defesa e acusação sejam ouvidas durante o julgamento, que deve se estender por pelo menos dois dias.

A morte dos empresários Romuyuki Veras Gonçalves e Flaviana de Meneses Gonçalves e do filho deles, Juan Victor Gonçalves, de 15 anos, teve o envolvimento da filha do casal e da namorada dela. Ana Flávia e Carina foram acusadas de planejar a morte da família.

De acordo com a polícia, as duas informaram aos três suspeitos que havia R$ 85 mil na casa e ajudaram o trio a entrar na residência. No dia do roubo, segundo a denúncia feita pelo Ministério Público, eles não encontraram o dinheiro e, depois de ameaçar as vítimas, decidiram matá-las.

Os corpos do casal e do adolescente foram colocados dentro do carro da família e levados para uma estrada de terra em São Bernardo do Campo. O veículo foi incendiado, e as vítimas, carbonizadas.

À Record TV, Carina Ramos admitiu ter participado do planejamento do assalto, mas não das mortes. Ela disse que a ex-namorada tinha arquitetado o crime. Já Ana Flávia se disse inocente e afirma que os assassinatos foram premeditados pela ex-companheira.

Segundo Ana Flávia, Carina a convenceu de que não aconteceria nada à família, a não ser uma simulação de assalto. Os irmãos também se sentiram enganados por Carina ao perceber que não havia dinheiro na casa: “Foi uma cilada que ela arranjou pra nós porque a intenção dela, na verdade, não era roubar o dinheiro, porque não tinha dinheiro, a intenção delas foi querer matar eles”.

Investigação

Com a quebra de sigilo de contas na internet e as conversas entre o casal por um aplicativo de mensagens, a Polícia Civil descobriu que Ana Flávia e Carina haviam feito buscas relacionadas aos assassinatos.

Elas pesquisaram termos referentes ao seguro de vida de Romuyuki, como “seguro de vida cobre quais mortes”, “seguro de vida por morte assassinato” e “segurado de homicídio”, no celular de Ana Flávia em 24 de dezembro de 2019, cerca de um mês antes do crime.

No dia 30 de dezembro, o casal pesquisou a compra de um carro de luxo, apesar de estar endividado. Dois dias antes das mortes, Carina também fez pesquisas sobre reforma do piso de uma casa. A metragem e a descrição da planta são compatíveis com o imóvel onde a família foi morta, o que indica a intenção das duas de se apossar da casa.

O assassinato da família foi descoberto em 28 de janeiro de 2020. Ana Flávia e Carina foram presas um dia depois. Jonathan, Guilherme e Juliano tiveram a prisão decretada poucos dias após o crime.

Fonte: r7

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SegurançaSão Paulo

Um ano após prisão, Paulo Cupertino não tem data para ser julgado

por Redação 18 de maio de 2023

Após um ano preso, o empresário Paulo Cupertino Matias, acusado de matar o ator Rafael Miguel e os pais dele em 2019, ainda não tem uma data para ser julgado. Em 5 de abril do ano passado, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) decidiu levá-lo a júri popular pelo triplo homicídio. Cupertino diz ser inocente.

A Defensoria Pública de São Paulo, que defendia o réu na época, decidiu recorrer contra a decisão, proferida pela 1ª Vara do Júri da Capital. De acordo com o TJ-SP, a data do julgamento só poderá ser agendada quando o recurso for analisado. Como o processo tramita em segredo, o órgão não divulgou outras informações.

Audiência de instrução
Em 25 de novembro, Cupertino passou pela terceira e última audiência de instrução no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital. As sessões foram adiadas duas vezes, em agosto e outubro, em razão da ausência de uma testemunha considerada importante pela defesa: o filho de 16 anos do acusado.

No dia, além do empresário, outros dois réus foram interrogados: Eduardo José Machado, dono de uma pizzaria na zona sul de São Paulo, e Wanderley Antunes Ribeiro Senhora. Eles são acusados de terem o ajudado a se esconder e fugir após o crime.

Durante o interrogatório, Eduardo afirmou que não teve contato direto com Cupertino e que deu cinco mil reais. Enquanto, Wanderley relatou que abrigou o réu na casa de uma amiga. Pela terceira vez, o filho do empresário não compareceu ao Fórum por estar muito abalado com os homicídios.

Prisão preventiva
Desde o dia 24 de agosto, Cupertino está preso preventivamente no CDP (Centro de Detenção Provisória) II de Guarulhos, na Grande São Paulo, de acordo com a SAP (Secretaria da Administração Penitenciária).

A unidade prisional, segundo informações disponibilizadas pela pasta, tem capacidade para 841 presos, enquanto a população atual é 695. Isto é, um superávit de vagas de 17%.

Em 31 de outubro, o empresário chegou a se envolver em uma briga e agrediu outro detento. Na época, a SAP informou que foi aberta uma apuração disciplinar. A motivação do desentendimento nunca foi divulgada.

Segundo julgamento

Além do triplo homicídio, Cupertino também responde pelo uso de uma CNH (Carteira Nacional de Habilitação) falsa. O documento foi apreendido em maio de 2022, quando ele foi preso em um hotel, na zona sul da capital.

A carteira de motorista estava em nome de uma vítima, de 55 anos, natural da Bahia. Em depoimento à Polícia Civil, ele afirmou que não sabia sobre a clonagem de seus dados. Após perícia, o laudo do Instituto de Criminalística também confirmou que a CNH é falsa em razão da má qualidade do papel, da má qualidade da impressão e da ausência de elementos de segurança.

O julgamento sobre o uso do documento falso foi agendado para 27 de novembro, às 14h30. De acordo com o TJ-SP, a audiência acontecerá de forma virtual.

Fonte: r7

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