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Meio Ambiente

CidadeSão Paulo

Proposta de elevar barulho de shows em SP beneficia as grandes arenas

por Redação 12 de novembro de 2022

O projeto de lei que aumenta o limite de barulho em shows e eventos de grande porte na cidade de São Paulo (SP), aprovado em primeira votação pela Câmara nesta semana, beneficia, principalmente, as empresas que administram grandes arenas, como o Allianz Parque, na zona oeste, e o Complexo do Anhembi, na zona norte.

A medida eleva o nível máximo de ruído de 55 decibéis para 85 decibéis, o que o Ministério Público vê como “retrocesso ambiental”. Essa mudança foi incluída de última hora em um projeto sobre outro assunto, as cozinhas industriais, e não passou por debate em sessões e audiências públicas.

A alteração foi proposta nesta semana pelo líder do governo na Câmara, Fábio Riva (PSDB), sob o argumento de benefício à economia da cidade. Grande parte dos vereadores, associações de bairro e técnicos não ficou sabendo da inclusão desse “jabuti” (termo usado para descrever itens não diretamente relacionados ao tema principal do projeto).

O adendo foi distribuído em versão impressa e também pelo WhatsApp dos líderes partidários. Quando souberam da mudança, foram as entidades de bairro que se apressaram a compartilhar o risco nas redes sociais. Para especialistas, a exposição prolongada a barulho alto pode causar danos ao corpo, como distúrbios de sono, doenças cardiovasculares e problemas à saúde mental.

O Projeto de Lei vai para a segunda votação, o que significa que aindca pode passar por mudanças. Riva afirma que uma nova audiência pública deve ocorrer na próxima semana.

Nova tentativa
A gestão Ricardo Nunes (MDB) já prevê ajustar o texto, mas avalia manter uma permissão maior para o barulho. Pela redação atual do PL, o aumento do limite valeria para toda a cidade. A ideia é fazer agora com que esse teto de 85 decibéis valha apenas para as chamadas Zoes (Zonas de Operação Especial), áreas específicas da cidade conforme prevê o Plano Diretor.

As ZOEs são áreas especiais, que exigem regras específicas, como aeroportos, centros de convenção, universidades, além de grandes áreas de lazer, recreação e esportes, a exemplo do Allianz e o do Anhembi. Também estão nas Zoes outros equipamentos de grande porte, como o Campo de Marte, na zona norte, o Autódromo de Interlagos, o Estádio do Morumbi e o Ginásio do Ibirapuera, na zona sul.

Não é a primeira vez que a Câmara tenta acelerar essa mudança. Em abril, Riva apresentou essa mesma proposta de elevar o teto de ruído das ZOEs, em caráter de urgência. A alteração foi encaminhada como substitutivo a um PL, sobre outro tema, já aprovado em 1.ª votação. Ou seja, se houvesse nova aprovação, o texto iria direto para a sanção.

Após reação negativa, o projeto empacou, mas houve audiências públicas. A WTorre, gestora do Allianz, foi uma das principais defensoras da mudança nas audiências e também nos bastidores, segundo apurou o Estadão. Em caso de notificações reiteradas pelo Psiu, havia risco de haver fechamento administrativo.

Claudio Macedo, CEO da Real Arenas, empresa que administra o Allianz Parque, disse em audiência de 26 de maio que a maioria das queixas sobre barulho na cidade não se refere ao estádio. “Não é o ativo (o Allianz) que causa esse transtorno que está sendo trazido”, diz.

No último dia 31, a gestora do Allianz firmou um termo de ajustamento de conduta (TAC) com o MP e a Prefeitura. O acordo prevê mudanças para se adequar à lei vigente, diminuindo os níveis de barulho na vizinhança. Com o risco de mudança nas regras, os moradores estão apreensivos quanto ao acordo na prática. O Estadão apurou também que, mais recentemente, a gestora do Anhembi, concedido à iniciativa privada em 2021 por um período de 30 anos, também é outra interessada.

Economia
A interpretação da Prefeitura é de que o limite de 85 decibéis não é prejudicial, uma vez que norma do Ministério do Trabalho não considera insalubre a exposição a esse nível de ruído por até oito horas diárias. Já o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) vê barulho prejudicial.

Em nota, a Prefeitura negou que o artigo seja um “jabuti” Disse ainda defender que a cidade “tenha regramentos claros, parâmetros legais, fundamentais para que todos tenham segurança jurídica, especialmente em um setor que é importante para a economia da cidade, geração de empregos e também fomenta a cultura e o esporte”.

Macedo, da WTorre, foi na mesma linha na audiência pública realizada em 28 de abril. “O que a gente quer é que os mesmos shows que acontecem há décadas em São Paulo, continuem acontecendo nos mesmos moldes, porque hoje em dia cada grande evento é como se estivesse infringindo a lei”, disse.

O MP pediu à Câmara os pareceres técnicos que embasaram a proposta. Se aprovado o PL, a tendência da promotoria é pedir a abertura de ação de inconstitucionalidade, sob alegações de falta de participação popular e desrespeito à Constituição do Estado. Procuradas ontem, a GL Events, gestora do Distrito Anhembi, e a Real Arenas não falaram.

Em abril, 1ª tentativa de mudança ocorreu após estádio ser multado

A proposta de elevar o limite sonoro nas ZOEs é debatida pela Câmara há sete meses. Não por acaso, foi levada a plenário em 5 de abril, mesma data em que a banda Maroon 5 se apresentou no Allianz Parque, multado em seguida pela 3ª vez por abrigar evento que extrapolou o teto de barulho – a medição foi de 74 decibéis, acima dos 55 permitidos. Naquele horário, o líder do governo na Casa, Fabio Riva (PSDB), não tinha conhecimento da infração, é claro, mas a arena já era reincidente e corria risco de ter futuros eventos cancelados se notificada outra vez.

Antes do início do show, o tucano foi à tribuna explicar a intenção da Prefeitura sobre limite sonoro em ZOEs. E, como o na última terça, propôs um ‘jabuti’. Naquela ocasião, o PL que receberia o texto substitutivo tratava de regularização de templos religiosos – outro tema, como nas cozinhas industriais.

Riva falou que a ideia é para não espantar grandes eventos. Até vereadores governistas estranharam e pediram mais informações.

E assim se passaram sete meses e uma eleição. O projeto ganhou importância e novos defensores. Além disso, ação no Ministério Público exige medidas mitigadoras como condição para shows no Allianz. Entre eles, o fechamento do estádio ou a instalação temporária de bloqueadores de som — medidas caras.

Mas, como uma lei vale mais do que um termo de ajustamento de conduta (TAC), a mudança pode fazer com que os donos do estádio economizem. Os vereadores deixaram a surpresa de lado e votaram em peso pela mudança: 40 votos a favor e só 9 contrários

Fonte: Com informações da Agência Estado

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CidadeGuarulhos

GCM resgata ave ferida por cerol no Pimentas

por Redação 27 de maio de 2022

A Inspetoria Ambiental da Guarda Civil Municipal (GCM) de Guarulhos resgatou na tarde de quinta-feira (26), na região do Pimentas, uma ave silvestre da espécie curicaca ferida gravemente por linha cortante com cerol, após os agentes receberem uma denúncia pela Central de Atendimento 153. O pássaro foi transportado em segurança ao Zoológico Municipal, onde passará por uma cirurgia com o objetivo de recuperar sua capacidade de voo.

A veterinária Claudia Igayara explicou que a ave sofreu uma lesão no patágio, a membrana que liga as patas dianteiras às traseiras e que tem a função de fazer diversos animais planarem. Um tendão também foi atingido. “Ela irá operar. Mas é um ferimento forte, e mesmo com os esforços da equipe não há como garantir que irá se recuperar totalmente”, enfatizou.

A curicaca tem um canto forte e vive em locais abertos, especialmente em campos, pastagens e gramados com pouca umidade. Não é comum na região de Guarulhos, mas é valorizada e protegida por ser um controlador biológico, pois extrai da terra larvas e insetos que são nocivos às plantas e aos humanos.

Cerol e linha chilena

Os pássaros são grandes vítimas do uso do cerol, mistura de cola com vidro moído, e da linha chilena, feita de cola com óxido de alumínio e pó de quartzo. No entanto, o material também representa perigo de vida para as pessoas e risco de destruição do patrimônio público e privado.

A mistura cortante pode causar prejuízos à rede de distribuição de energia elétrica e é inimiga dos motociclistas, uma vez que as linhas são capazes de cortar profundamente ao se chocarem com os condutores em velocidade, podendo atingir áreas sensíveis do corpo, como artérias.

O uso do cerol ou linha chilena é crime previsto pela lei municipal 7.768/2019. Comerciantes das substâncias e seus usuários podem pagar multa de até 1,4 mil reais.

Além disso, a prática de maus-tratos a animais silvestres e domésticos é considerada crime ambiental, conforme a lei 9.605/98.

As denúncias podem ser feitas à GCM pelo telefone 153. Não é necessário se identificar.

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SaúdeSustentabilidade

Cidades adotam iluminação pública em LED para ganhar em eficiência energética, sustentabilidade e bem-estar social

por Redação 25 de maio de 2022

O uso de LED na iluminação pública permite aos municípios aliar tecnologia, economia, sustentabilidade e mais segurança em um único projeto. A substituição das antigas lâmpadas de vapor metálico tóxico pode garantir economia de até 50% com os gastos de energia elétrica, manter ruas e praças mais seguras e ainda contribuir com o meio ambiente.  

No Brasil, muitos municípios apostam nessa tecnologia e estão modernizando seus sistemas. E um bom exemplo disso vem de Santa Catarina, com as cidades de Palhoça, Florianópolis, Indaial e São Francisco. Atualmente, Palhoça está com 100% do seu parque de iluminação pública em LED, modernização feita pela QLuz, concessionária responsável pela execução dos serviços no município desde maio de 2020. Enquanto que na capital catarinense, dos 61.261 pontos de iluminação pública, quase 11 mil lâmpadas antigas foram substituídas por LED, num trabalho realizado pela Quantum Engenharia.

Já em Indaial e São Francisco, que também encararam essa corrida, pontos estratégicos das cidades receberam nova iluminação em LED. Com isso, em Indaial, dos 8.248 pontos de iluminação, 1.892 já foram modernizados. E em São Francisco, que está no início desta atualização de sistema, 964 pontos já estão em LED. Os projetos das duas cidades são assinados pela SQE Luz, concessionária formada pelas empresas QUANTUM e ENGIE. 

Outro estado que também está investindo na modernização é Minas Gerais. Ruas de Ribeirão das Neves, por exemplo, já contam com sistema de iluminação pública mais eficiente. Com projetos assinados pelo Consórcio IP Minas, formado pelas empresas Quantum e Fortnort Desenvolvimento Ambiental e Urbano, ao todo já foram trocadas mais de 18.300 mil lâmpadas por luminárias com lâmpadas de LED, trazendo benefícios aos municípios, à população e ao meio ambiente. 

As vantagens do uso de LED na iluminação pública não se limitam às econômicas. A tecnologia também traz benefícios ambientais, por ser livre de metais pesados; ser composta por materiais recicláveis; e ter vida útil prolongada, diminuindo a necessidade de descarte. O trabalho de implantação segue protocolos rígidos conforme as normas ambientais vigentes, com o descarte enviado a empresas especializadas, que emitem certificado de descontaminação. 

“Isoladamente, a lâmpada tradicional tem uma concentração relativamente baixa de compostos tóxicos, porém, em grandes volumes, pode causar danos sérios à população e ao meio ambiente”, alerta o engenheiro Derek Voigt Derek, mestre em engenharia de produção com foco em gestão de operações e logística reversa pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).  

Outro ponto positivo para o LED é no que diz respeito ao conforto visual e à maior nitidez para os usuários. A tecnologia promove um facho de luz mais direcionado e apresenta maior índice de reprodução de cores, de até 90% para o LED e pouco mais de 20% para a de vapor de sódio.  

Apesar disso, o Brasil ainda tem um longo percurso a seguir. Conforme dados da Associação Brasileira das Concessionárias de Iluminação Pública (ABCIP), o país tem cerca de 16 milhões pontos de iluminação pública, e a maior parte ainda conta com lâmpadas poluentes e de baixa eficiência. 

Cinco benefícios do LED para a iluminação pública 

1. Gera economia aos cofres públicos
Estima-se que as lâmpadas LED são 80% mais econômicas do que as incandescentes e 30% mais econômicas do que as fluorescentes. Isso acontece por diversos motivos. Um deles é porque o consumo de energia proporcionado por meio da tecnologia LED passa a ser menor, o que ajuda a evitar o desperdício. 

2. Menos manutenção
A tecnologia LED é conhecida por ser bastante resistente e com uma taxa de falha muito baixa, devido à própria estrutura que apresenta: suas cúpulas são produzidas com mecanismos que evitam danos à pintura e impedem que as peças se soltem.  

3. Tem maior durabilidade e vida útil
A LED tem durabilidade mínima de 60 mil horas – o que pode durar pelo menos 5 anos, dependendo da frequência de utilização diária. As lâmpadas incandescentes, por exemplo, duram 1 mil horas em média, período pela qual produzem pouca luminosidade e geram muito calor. Já as fluorescentes têm uma capacidade luminosa até cinco vezes maior, durando de 10 mil a 15 mil horas.  

4. Mais segurança à população
As lâmpadas LED possuem um brilho menor e mais uniforme que as lâmpadas convencionais, que emitem radiação ultravioleta e podem causar uma sensação de cansaço visual aos motoristas e aos pedestres. Além disso, possui também um fluxo luminoso mais amplificado e potente e uma luminosidade mais clara, oferecendo mais segurança à população. 

5. É sustentável
As lâmpadas LED não são nocivas ao meio ambiente. Cerca de 98% dos materiais que as compõem são recicláveis e, por isso, podem ser descartados sem causar danos à natureza – ao contrário das lâmpadas tradicionais, que possuem mercúrio em sua composição, um dos metais mais tóxicos do planeta, tanto para o meio ambiente quanto para a saúde humana.

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EducaçãoSustentabilidade

Poluição do ar em São Paulo

por Redação 23 de maio de 2022

A qualidade do ar na capital paulista permaneceu acima dos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – diretrizes de qualidade do ar – ao longo dos últimos 22 anos, segundo nota técnica publicada na quinta-feira (dia 26 de maio), pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA). Mesmo nos anos pandêmicos (2020 e 2021) os poluentes atmosféricos material particulado (MP2,5 e 10), ozônio (O3) e dióxido de nitrogênio (NO2) estiveram aquém do que a organização considera seguro para a saúde pública. Em alguns pontos da cidade, a ultrapassagem foi de quatro vezes o indicado. Além disso, no ano passado, nenhuma estação de monitoramento da qualidade do ar da cidade atendeu aos limites estabelecidos pela OMS com relação aos três poluentes.

“Isso significa que nas duas últimas décadas os moradores de São Paulo continuaram respirando um ar inadequado. Quanto maior a concentração de poluentes, mais a saúde é afetada”, ressalta David Tsai, gerente de projetos no IEMA e coordenador deste estudo sobre a poluição do ar no município. A qualidade do ar na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) é influenciada principalmente pelas emissões veiculares, ou seja, devido ao trânsito de carros, motos, caminhões e ônibus. Os poluentes do ar têm efeito agudo e crônico na saúde, as pessoas podem desenvolver doenças do sistema respiratório como asma e sofrer envelhecimento precoce.

Os três poluentes
A análise realizada pelo IEMA observou a evolução anual das concentrações dos três poluentes citados acima (MP, O3 e NO2) entre os anos de 2000 até 2021. Todos eles têm relação direta com a emissão dos veículos automotores, mas também com outras fontes emissoras. O ozônio (O3) se manteve em patamares elevados, com variações de ano para ano, mas sem tendência de queda ou de aumento. “Esse é um poluente complexo de eliminar porque ele se forma na atmosfera devido a diversos fatores, naturais e antrópicos”, explica Tsai.

O ozônio é formado com a radiação solar (em dias ensolarados sendo mais frequente), seus precursores são os também poluentes óxidos de nitrogênio (NOx, NO e NO2) e os compostos orgânicos voláteis (hidrocarbonetos) – estes derivados principalmente do uso de combustíveis. Curiosamente, o ozônio aumentou de 2019 para 2020, ou seja, piorou na pandemia. “Outra dado que chamou a atenção é que, na primeira década da análise, era mais frequente o número de estações onde o ozônio estava dentro do padrão da OMS, como é o caso de Pinheiros. Mas, na segunda metade da análise, apenas uma estação apresentou adequação, a de Itaquera, num único ano”, conta o pesquisador do IEMA.

Com relação ao dióxido de nitrogênio (NO2), houve redução das suas concentrações na atmosfera sobre São Paulo ao longo dos anos. “Desde 2000, nota-se uma redução do poluente, o que pode ser explicado pelo fato de os veículos emitirem menos devido ao Programa de controle de emissões veiculares (Proconve), iniciado em 1986”, afirma Tsai. Porém, em 2021 a OMS lançou uma nova diretriz (a anterior era de 2005) de qualidade do ar, reduzindo os valores de concentração de poluentes considerados seguros em relação ao impacto à saúde. De acordo com esses novos valores da OMS, o dióxido de nitrogênio na cidade está distante do ideal. Por exemplo, a queda do NO2 na estação de monitoramento do Ibirapuera foi de 41 microgramas por metro cúbico (µg/m3) para 24 no período analisado. Mas o número mínimo recomendado pela OMS é de 10, isto significa que o local ainda tem o dobro da concentração indicada pelo conhecimento da ciência médica atual. Já a estação de monitoramento da Marginal Tietê, que sofre o efeito imediato das emissões dos poluentes pelos veículos dada a proximidade com a via de tráfego, registra 49 (µg/m3) para o poluente, quase cinco vezes mais do que o recomendado. 

O estudo também avaliou a concentração do material particulado 2,5 (mais fino) e do material particulado 10. Entre outros, ambos são emitidos pela combustão e também pelos desgastes das peças dos veículos e pelos atritos com a pista. A recomendação da OMS é de 15 microgramas por metro cúbico para o limite que uma estação de monitoramento deve registrar referente ao MP10. Porém, a estação mais limpa da cidade no ano de 2021 – estação Santo Amaro – apresentou 21 para o poluente. E, as piores do ano – Parque D. Pedro II, Perus e Marginal Tietê -, 30 (o dobro). Aliás, diversos outros pontos da cidade registraram valor próximo. Com relação ao MP2,5, a situação está ainda mais inapropriada. A recomendação da OMS para este poluente é de 5 microgramas por metro cúbico. A estação Marginal Tietê registrou 19, quase quatro vezes mais do que o preconizado. E o melhor valor colhido, no Pico do Jaraguá, foi de 11, mais que o dobro do indicado.

Sobre os dados
A OMS estima que 7 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência da poluição do ar no mundo, sendo 300 mil na região das Américas. A poluição afeta todos os órgãos do corpo humano – e demais seres vivos. “O objetivo da nossa nota técnica é alertar a necessidade de se reduzir as emissões de poluentes em São Paulo. Para isso, precisa-se reduzir radicalmente a circulação de veículos na cidade, investindo em transporte público e transporte ativo”, diz Tsai. Quanto mais perto uma pessoa vive ou trabalha em uma via de alto tráfego, mais ela respira esse ar poluído. Se a estação de monitoramento do Pico do Jaraguá – local de maior altitude, longe das fontes emissoras e dentro de um parque – apresenta recomendações acima do que indica a OMS, isso mostra que a cidade como um todo é poluída.

A análise do comportamento dos poluentes foi feita a partir de dados do sistema de informação da qualidade do ar da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), o Qualar, que também estão disponíveis na Plataforma de Qualidade do Ar do IEMA. Ou seja, este estudo foi possível graças ao amplo monitoramento da qualidade do ar e a transparência dos dados na cidade. Trata-se de uma situação de exceção no país, em que apenas dez estados e o Distrito Federal possuem redes de monitoramento da qualidade do ar. Vale lembrar que em abril deste ano a OMS atualizou seu banco de dados sobre a poluição do ar do mundo inteiro, e a Plataforma da Qualidade do Ar do IEMA é a fonte de informações de dados brasileiros.

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Entretenimento

Cinema itinerante movido a energia solar dissemina ações e práticas sustentáveis

por Redação 20 de maio de 2022

Baterias Heliar e Freedom Estacionária compõe o sistema de geração de energia e armazenagem do CineSolar
O Cinesolar funciona dentro de uma van equipada com placas que utilizam um sistema conversor de energia solar para elétrica. Foto: Divulgação/Cinesolar
No mês de maio, o CineSolar – Rede Brazucah, primeiro cinema itinerante do Brasil movido a energia solar, promove sessões gratuitas em mais de 20 cidades, nos estados da Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Piauí. A programação completa está disponível em www.facebook.com/brazucah

O objetivo do projeto, que percorre todo o país, é democratizar o acesso às produções audiovisuais (principalmente nacionais), promover ações e práticas sustentáveis, inclusão social, difundir a tecnologia da geração de energia fotovoltaica e levar alegria com a temática socioambiental a todas as pessoas.

O CineSolar chega às mais diversas cidades por meio das vans batizadas de Tupã e Mahura, grafitadas e adaptadas com as placas fotovoltaicas e o sistema de conversão de energia e armazenamento que garante 20 horas de autonomia. Cada sprinter carrega 110 assentos e todo o sistema de som e projeção para o cinema.

“O tema da energia solar ainda é novo e gera muita curiosidade. Na visita, todos podem ver o caminho que a luz do sol percorre, desde as placas instaladas no teto da van, os cabos, as baterias, o controlador e o inversor de carga, fica tudo acessível e as crianças adoram”, diz Cynthia Alario, coordenadora e idealizadora do CineSolar.

O CineSolar conta com o patrocínio institucional da Mercedes-Benz – Cars & Vans Brasil, patrocínio solar da Sices Solar e da Clarios – com as Baterias Heliar e Freedom Estacionária, e apoio das marcas Biowash, Cicloway e Bio 2. Regionalmente, também conta com patrocinadores para viabilizar as exibições.

A coordenadora de Marketing da Clarios, Paula Consani, ressalta que a Clarios acredita na importância da construção de valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltados para a conservação do meio ambiente e, por isso, está sempre buscando desenvolver ações que proporcionem esses mesmos ideais para a população. O CineSolar é um exemplo disso. 

“A proposta do CineSolar une arte, cultura e sustentabilidade e se soma às inúmeras iniciativas da Clarios no Brasil e no mundo que contribuem com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pela ONU”, comenta.

Todas as sessões do CineSolar têm entrada gratuita e distribuição de pipoca. Além de assistir aos filmes, o público pode conhecer a estação móvel de ciências, arte, tecnologia, sustentabilidade e cultura de paz, instalada no próprio veículo que carrega todo o cinema. 

Desde julho de 2013, o projeto já realizou mais de 1300 sessões com exibição de mais de 150 filmes, entre curtas-metragens (de temática socioambiental) e longas, em 476 cidades do país, percorrendo mais de 250 mil quilômetros e chegando a mais de 200 mil pessoas. 
O Cinesolar carrega as cadeiras para o público, sistemas de som e projeção, telão e uma cabine de DJ. Na sessão, o público pode conhecer a estação móvel de ciências, arte, tecnologia, sustentabilidade e cultura de paz, instalada no próprio veículo, que tem muitas atrações para toda a família. Foto: Divulgação/Cinesolar

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EducaçãoGuarulhos

Idosos do projeto Academia na Praça visitam comunidade indígena no Cabuçu

por Redação 20 de maio de 2022

A Prefeitura de Guarulhos levou nesta quarta-feira (18) um grupo de 26 idosos participantes do projeto Academia na Praça para conhecerem o projeto Opá Abá Ta´Pe Irunamo Sekou (Todos Juntos na Aldeia), do povo indígena Wassú, no Cabuçu. A atividade da Subsecretaria de Políticas para o Idoso, integrante da Secretaria de Direitos Humanos, visa a promover a socialização e bem-estar da melhor idade como forma de garantir o envelhecimento ativo e saudável.

A visita foi conduzida pelo indígena Alan Wassú, que falou sobre a recuperação da vegetação do local onde a aldeia está sendo estruturada e a importância do projeto para seu povo, que engloba a promoção de encontros, acampamentos, participação em exposições e feiras, além de apresentação de culinária, canto, dança e artesanatos da etnia.

As propostas da comunidade indígena são a obtenção de renda para sua população, a divulgação da sua cultura e a recuperação da vegetação do local onde vivem. Os Wassú Cocal são um grupo indígena do ramo Kariri originário do sul da Serra do Azul, nos limites do município alagoano de Joaquim Gomes.

Durante a visita a chefe de divisão administrativa da Subsecretaria de Políticas para o Idoso, Maria Iracilde Santana Oliveira, destacou a importância da ação, que faz parte do projeto Academia na Praça, cuja finalidade é promover bem-estar para os idosos, trazendo qualidade de vida com atividade física, além de possibilitar a integração dos participantes e o conhecimento de outra cultura. “Agradeço ao povo pela boa recepção que tivemos. Tenho orgulho em fazer parte do projeto Academia na Praça, o qual já beneficiou inúmeras pessoas por meio de atividades físicas que as fizeram superar problemas ortopédicos, como os de coluna”, disse Iracilde.

Interessados em participar do projeto Academia na Praça podem obter mais informações pelo telefone 2414-4267.

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CidadeGuarulhos

Zoo de Guarulhos reabilita e devolve 290 animais silvestres à natureza em 2021

por Redação 28 de janeiro de 2022

O Zoológico de Guarulhos, no Jardim Rosa de França, divulgou nesta sexta-feira (28) os números de animais recebidos, reabilitados e devolvidos à natureza em 2021. Nesse período o zoo recebeu 743 animais, dos quais 290 puderam ser soltos em seus habitats para a vida livre. Os números são superiores aos de 2020, quando o parque recebeu 584 animais e promoveu 253 solturas.

Psitacídeos como periquitos-verdes e passariformes (corujinhas-do-mato, sabiás-laranjeira, rolinhas e bem-te-vis) formam os maiores grupos de solturas, seguidos por mamíferos, como gambás-de-orelha-preta, e por teiús, uma espécie de réptil. As regiões escolhidas para libertar os animais são Cabuçu, Bonsucesso e a própria área do zoológico. Aqueles que sobrevivem, mas perdem a capacidade de viver por conta própria, permanecem no local.

Causas

Entre os pássaros, o cerol e a linha chilena são as principais causas de ferimentos e mortes. Muitos deles vêm a óbito ou têm asas, pernas e pés dilacerados pelo material cortante ainda utilizado nas linhas de pipa, apesar de ser proibido por lei na cidade. Já os gambás e répteis costumam ser atacados por cachorros ou mesmo por pessoas.

Toda a equipe de veterinários, biólogos e tratadores comemora a cada animal libertado. “Nossa principal razão de existir é contribuir para a preservação das espécies e, por isso, cada soltura é motivo de muita felicidade para todos nós. Infelizmente, apesar de todos os esforços, não conseguimos salvar grande parte dos bichos que recebemos e, para que o número de óbitos seja cada vez menor, seguimos com nosso trabalho de educação ambiental com crianças e adultos”, explicou Fernanda Magalhães, diretora do Zoológico de Guarulhos.

Muitos animais que não puderam retornar à natureza podem ser observados pelos visitantes do parque, dentre eles as onças-pardas Scott e Logan, que chegaram ao zoo em 2020 ainda muito pequenas e com graves ferimentos, após serem resgatadas de áreas de queimadas em cidades do interior de São Paulo. Os dois felinos habitam hoje um amplo recinto ao lado da onça-pintada, Thiana, que também chegou ao zoo ainda bebê.

Serviço

O Zoológico de Guarulhos é aberto ao público todos os dias da semana, das 9h às 16h30. Entrada e estacionamento gratuitos. Endereço: avenida Dona Glória Pagnoncelli, 344, Jardim Rosa de França. Uso de máscara e distanciamento social são obrigatórios.

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CidadeGuarulhos

Zoo de Guarulhos reabilita e devolve 290 animais silvestres à natureza em 2021

por Redação 28 de janeiro de 2022

O Zoológico de Guarulhos, no Jardim Rosa de França, divulgou nesta sexta-feira (28) os números de animais recebidos, reabilitados e devolvidos à natureza em 2021. Nesse período o zoo recebeu 743 animais, dos quais 290 puderam ser soltos em seus habitats para a vida livre. Os números são superiores aos de 2020, quando o parque recebeu 584 animais e promoveu 253 solturas.

Psitacídeos como periquitos-verdes e passariformes (corujinhas-do-mato, sabiás-laranjeira, rolinhas e bem-te-vis) formam os maiores grupos de solturas, seguidos por mamíferos, como gambás-de-orelha-preta, e por teiús, uma espécie de réptil. As regiões escolhidas para libertar os animais são Cabuçu, Bonsucesso e a própria área do zoológico. Aqueles que sobrevivem, mas perdem a capacidade de viver por conta própria, permanecem no local.

Causas

Entre os pássaros, o cerol e a linha chilena são as principais causas de ferimentos e mortes. Muitos deles vêm a óbito ou têm asas, pernas e pés dilacerados pelo material cortante ainda utilizado nas linhas de pipa, apesar de ser proibido por lei na cidade. Já os gambás e répteis costumam ser atacados por cachorros ou mesmo por pessoas.

Toda a equipe de veterinários, biólogos e tratadores comemora a cada animal libertado. “Nossa principal razão de existir é contribuir para a preservação das espécies e, por isso, cada soltura é motivo de muita felicidade para todos nós. Infelizmente, apesar de todos os esforços, não conseguimos salvar grande parte dos bichos que recebemos e, para que o número de óbitos seja cada vez menor, seguimos com nosso trabalho de educação ambiental com crianças e adultos”, explicou Fernanda Magalhães, diretora do Zoológico de Guarulhos.

Muitos animais que não puderam retornar à natureza podem ser observados pelos visitantes do parque, dentre eles as onças-pardas Scott e Logan, que chegaram ao zoo em 2020 ainda muito pequenas e com graves ferimentos, após serem resgatadas de áreas de queimadas em cidades do interior de São Paulo. Os dois felinos habitam hoje um amplo recinto ao lado da onça-pintada, Thiana, que também chegou ao zoo ainda bebê.

Serviço

O Zoológico de Guarulhos é aberto ao público todos os dias da semana, das 9h às 16h30. Entrada e estacionamento gratuitos. Endereço: avenida Dona Glória Pagnoncelli, 344, Jardim Rosa de França. Uso de máscara e distanciamento social são obrigatórios.

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CidadeGuarulhos

Prefeitura amplia coleta seletiva porta a porta a partir da próxima semana

por Redação 2 de setembro de 2021

O serviço de coleta seletiva de resíduos domiciliares será novamente ampliado pela Prefeitura de Guarulhos a partir da próxima quinta-feira, dia 9. A região do Pimentas, que inclui os bairros Parque Alvorada, Vila Paraíso, Cidade Parque Brasília, Jardim Silvestre, Jardim Rodolfo, Parque das Nações, Jardim Maria Angélica, entre outros que compõem a região, será um dos beneficiados com a passagem semanal dos caminhões da frota especial.

Outras localidades que passarão a ser beneficiadas são Jardim Pinhal, Jardim Leila, Jardim Toscana, Jardim Rossi, Jardim Cocaia, Vila Maricy, Jardim Testai, Jardim da Mamãe, Jardim Santa Clara, Parque Alvorada, Vila Paraíso, Cidade Parque Brasília, Jardim Silvestre, Parque Jurema, Jardim Rodolfo, Parque das Nações, Jardim Santa Cecília, Jardim Iporanga, Jardim Cristin Alice, Vila Grêmio, Jardim Diogo, Portal dos Gramados, Vale dos Machados, Jardim Ansalca, Jardim Guilhermino, Jardim Santa Maria, Jardim Angélica, Jardim Monte Alegre, Parque Stella, Jardim Nova Cidade, Jardim Ferrão, Jardim Carvalho, Parque São Miguel, Água Chata, Vila Itapoã, Jardim Gracinda, Picanço, Jardim Baruchi e Jardim dos Pinheiros. Algumas regiões já contempladas pelo serviço, como Centro e Vila Rio de Janeiro, terão a abrangência da coleta aumentada para atender um maior número de pessoas.

O prefeito Guti comentou a mudança. “A coleta seletiva é fundamental para a preservação do meio ambiente, uma vez que possibilita a economia de recursos naturais e a redução do volume de resíduos enviados aos aterros sanitários. Por isso ampliamos a oferta do serviço até contemplarmos toda a cidade e esperamos contar cada vez mais com a adesão da população”, disse.

Para o secretário de Serviços Públicos, Rodnei Minelli, este é mais um importante passo da cidade rumo à sustentabilidade. “A questão da gestão de resíduos sólidos é um enorme desafio, principalmente para grandes cidades como Guarulhos. Além da preservação do meio ambiente local, reciclar o máximo possível é algo cada vez mais necessário para a proteção do planeta como um todo”, afirmou.

A agenda que inclui as novas localidades a serem atendidas pelo serviço de coleta seletiva a partir do dia 9 será publicada em breve na página https://www.guarulhos.sp.gov.br/coleta-seletiva, onde também são encontradas mais informações sobre a gestão de resíduos sólidos em Guarulhos.

Ampliação

A ampliação da coleta seletiva em Guarulhos teve início há cerca de três meses, com o início da prestação de serviço pelo consórcio Limpa Guarulhos, formado pelas empresas MB Limpeza Urbana e Vale Norte. Na ocasião foram contemplados os bairros Vila Carmela, Jardim Bom Clima, Inocoop, Jardim Bela Vista, Jardim Presidente Dutra, Jardim Palmira, Jardim Maria Dirce, Vila Fátima, Haroldo Veloso, Monte Carmelo, Parque Continental I, II, III e IV, Macedo, Parque Flamengo, Vila Barros e Jardim Santa Francisca.

Como utilizar?

Para utilizar o serviço de coleta seletiva, basta dispor uma vez por semana (de acordo com a agenda disponível na internet) em frente à residência, já limpos e separados do lixo comum, resíduos como garrafas pet e demais embalagens plásticas, papel, vidro, metal, isopor, madeira e latinhas de alumínio. Os caminhões também recebem óleo de cozinha usado engarrafado.

Todos os resíduos recicláveis coletados são destinados a centrais de triagem e a cooperativas de catadores do município.

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GuarulhosSegurança

Dois homens são detidos por criação ilegal de pássaros no Recreio São Jorge

por Redação 2 de junho de 2021

Dois vizinhos foram flagrados no quintal de suas casas, no Recreio São Jorge, com uma criação irregular de pássaros. A ação foi realizada pela Inspetoria Ambiental da Guarda Civil Municipal (GCM) de Guarulhos no final da tarde desta terça-feira (1).

A equipe realizava patrulhamento preventivo pela região quando avistou uma grande quantidade de gaiolas. Interpelados, os dois suspeitos não souberam explicar a procedência dos 25 pássaros que estavam presos, distribuídos nas duas casas, sendo 16  em uma e nove na outra.

Sem conseguir responder aos questionamentos dos agentes, os dois foram conduzidos para a Delegacia de Meio Ambiente. Lá a autoridade de plantão os indiciou pela prática de crimes ambientais, pelos quais irão responder. As aves foram encaminhadas para o Centro de Recuperação de Animais Silvestres do Parque Estadual do Tiête.

Segundo o secretário para Assuntos de Segurança Pública, Márcio Pontes, a GCM tem um papel amplo, inclusive na questão ambiental. “Cuidar da preservação do meio ambiente é cuidar da vida, pois os ecossistemas são interligados e cada planta, cada ser vivo tem uma função para manter o equilíbrio da natureza. Essa uma das missões da GCM e, em especial, da Guarda Ambiental”, esclareceu.

Serviço

Solicitações e denúncias podem ser feitas à Central de Atendimento da GCM, pelos telefones 153 e 2475-9444.

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