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METROVIÁRIOS

Transporte

Sindicatos anunciam greve no Metrô e na CPTM para a próxima terça em São Paulo

por Redação 24 de novembro de 2023

Funcionários do Metrô e da CPTM anunciaram que vão parar na próxima terça-feira (28), em uma nova rodada de manifestações contra projetos do Governo de São Paulo que preveem privatizações de empresas públicas e terceirização de serviços.

Os sindicatos que representam trabalhadores da Sabesp, professores estaduais e profissionais da educação do município de São Paulo também anuciaram adesão à manifestação da terça, que está sendo chamada de “Dia Estadual de Greve do Funcionalismo e Estatais”.

A adesão dos metroviários foi confirmada na noite desta quinta (23), quando o sindicato anunciou que uma votação, encerrada às 19h, foi favorável à greve. Assim, vão parar a partir da 0h de terça as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata do Metrô.

Funcionários da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) já tinham se reunido na quarta-feira (22) e também se decidiram pela paralisação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, representada pelo Sindicato dos Ferroviários.

Na segunda-feira (27), o sindicato que representa as linhas 7-Rubi e 10-Turquesa se reúne para decidir se vai aderir ou não à greve.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do Metrô, além das linhas de trens 8-Diamante e 9-Esmeralda, vão continuar funcionando, já que são administradas pela iniciativa privada.

A paralisação ocorrerá menos de dois meses após a última greve do transporte público, realizada em 3 de outubro. Na ocasião, a cidade conviveu com congestionamentos acima de média e ônibus lotados.

Fonte: r7

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Transporte

Metrô de SP cobra multa de R$ 7 milhões de sindicato após greve

por Redação 18 de outubro de 2023

O Metrô de São Paulo entrou com uma ação de indenização de mais de R$ 7 milhões, contra o Sindicato dos Metroviários, por conta da greve do dia 3 de outubro.

No começo do mês, funcionários do Metrô, CPTM e Sabesp cruzaram os braços em protesto contra os projetos de privatização de linhas ferroviárias e da companhia de saneamento básico do estado.

O juiz Fausto José Martins Seabra, da 3ª Vara de Fazenda Pública, que analisa o processo, disse que o Sindicato dos Metroviários tem o prazo de 30 dias para apresentar defesa, sob pena de “serem presumidos como verdadeiros os fatos articulados na ação”.

Em nota, o Metrô afirma que “o pedido de reparação feito pela Companhia compreende os prejuízos financeiros decorrentes da impossibilidade de arrecadação durante a paralisação. Na ocasião, houve descumprimento, por parte do sindicato, da liminar que determinava o funcionamento da operação das linhas do Metrô com 100% do efetivo nos horários de pico e 80% nos demais.”

Presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa diz que só soube da ação civil por meio da imprensa. Lisboa considera a movimentação do Metrô um ato antissindical que atenta contra o direito democrático de greve, previsto na constituição brasileira.

Ainda segundo Camila Lisboa, a ação civil é uma prática de má fé, porque já existe um processo na Justiça trabalhista, que é a esfera competente que julga as greves e lutas dos trabalhadores.

Fonte: r7

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Transporte

Funcionários do Metrô rejeitam a possibilidade de uma nova greve

por Redação 6 de outubro de 2023

Funcionários do Metrô rejeitaram a possibilidade de uma nova greve após assembleia extraordinária realizada no Sindicato dos Metroviários de São Paulo na noite desta quinta-feira (5).

Entre os metroviários que participaram da decisão, 49,8% votaram contra a nova greve. Outros 46,7% escolheram a paralisação, e houve 3,5% de abstenção.

Os metroviários ainda agendaram uma manifestação para a próxima segunda-feira (9), com horário a confirmar, reunindo outros sindicatos aliados e movimentos sociais, em frente à sede da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, no centro da capital.

Confusão
No início da reunião, a presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, explicou que a diretoria cometeu um erro na última votação na terça-feira (3), pois a proposta mais votada não foi majoritária, isto é, não recebeu mais de 50% dos votos.

A alternativa que registrou mais votos — que recusava o agendamento de nova greve — teve somente 39% dos votos válidos.

Lisboa também reafirmou que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não está apenas estudando os processos de privatização e terceirização do Metrô, da CPTM e da Sabesp, já está com o plano em ação.

Primeira paralisação
A decisão dos metroviários ocorreu dois dias após a paralisação do Metrô, da CPTM e da Sabesp de 24 horas contra os projetos do governo estadual para a privatização dessas empresas. Na última terça-feira, a greve trouxe transtornos à população, já que nove linhas deixaram de operar parcial ou totalmente.

A Prefeitura de São Paulo e o governo do estado decretaram ponto facultativo, e as aulas em escolas estaduais não aconteceram. O rodízio municipal de veículos também foi suspenso, e a frota de ônibus teve o reforço da operação Paese (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência).

A capital chegou a registrar mais de 800 km de trânsito no horário de pico da tarde. Os passageiros foram os principais atingidos, aglomerando-se em ônibus e levando longos intervalos de tempo para realizar os deslocamentos.

No dia da greve, o governo classificou a paralisação como ilegal e abusiva e disse que ela é feita com objetivos políticos. “É absolutamente injustificável que um instrumento constitucional de defesa dos trabalhadores seja sequestrado por sindicatos para ataques políticos e ideológicos à atual gestão”, declarou a gestão Tarcísio, em comunicado oficial.

Fonte: r7

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Transporte

Metroviários fazem assembleia hoje para decidir sobre possível nova greve

por Redação 5 de outubro de 2023

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo marcou para esta quinta-feira (5) uma assembleia para debater a possível realização de uma nova greve. A discussão ocorrerá dois dias após a categoria, ao lado de funcionários da CPTM e da Sabesp, fazer uma paralisação de 24 horas contra projetos do governo estadual para a privatização dessas companhias.

Na reunião desta quinta, marcada para as 18h30, os metroviários pretendem debater a possível realização de uma greve na semana que vem e também a data a ser escolhida, entre outros temas.

Os sindicatos que representam os funcionários da CPTM e da Sabesp não divulgaram, até a publicação desta reportagem, se também participarão da assembleia.

Segundo os metroviários, a assembleia ocorre em razão de impasses nas últimas votações.

Na quarta-feira (4), as três categorias divulgaram nota conjunta em que chamaram a greve unificada de 3 de outubro de “resistência histórica”. “Após nossa mobilização, o governo não poderá mais fazer as privatizações às escondidas, como pretendia: o debate público foi colocado, e ficou demonstrado que a população é contra as privatizações”, afirma trecho do documento assinado por Sintaema, Sindicato dos Metroviários, Sindicato dos Ferroviários de São Paulo e Sindicato Central do Brasil.

A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) vem defendendo a privatização de serviços como uma forma de melhorá-los. O governo classificou a paralisação como ilegal e abusiva e disse que ela é feita com objetivos políticos. “É absolutamente injustificável que um instrumento constitucional de defesa dos trabalhadores seja sequestrado por sindicatos para ataques políticos e ideológicos à atual gestão”, declarou a gestão Tarcísio, em comunicado oficial.

A paralisação
A greve da última terça trouxe transtornos à população, já que nove linhas de trens e metrô deixaram de operar parcial ou totalmente. A Prefeitura de São Paulo e o governo estadual decretaram ponto facultativo, e as aulas em escolas estaduais não aconteceram. Além disso, o rodízio municipal de veículos foi suspenso, e a frota de ônibus teve o reforço da operação Paese (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência).

Apesar das tentativas, a cidade chegou a registrar mais de 800 km de trânsito no horário de pico da tarde. Os passageiros foram os principais atingidos, aglomerando-se em ônibus e levando longos intervalos de tempo para realizar os deslocamentos.

Fonte: r7

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São Paulo

Saiba como a paralisação na Sabesp pode afetar serviços de água

por Redação 3 de outubro de 2023

Os serviços prestados pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) poderão ser afetados parcialmente pela greve estadual que ocorre nesta terça-feira (3).

De acordo com o Sintaema (Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente), porém, o fornecimento de água não será afetado.

Já serviços de manutenção poderão sofrer prejuízos e demorar mais do que o normal. Além disso, serviços administrativos podem ser impactados.

A expectativa é que a greve dos funcionários da CPTM e do Metrô, além dos da Sabesp, dure 24 horas. Os grupos protestam contra as privatizações nos setores de transporte e saneamento no estado.

A Justiça de São Paulo determinou que 85% dos funcionários da Sabesp trabalhem durante a greve. O fato foi destacado em nota divulgada pela empresa. Veja o comunicado, na íntegra:

“O Governo de São Paulo atua nas esferas administrativa e judicial para que a população não seja prejudicada pela greve ilegal da CPTM, Metrô e Sabesp nesta terça-feira (3).

A Justiça determinou a manutenção do transporte sobre trilhos em 100% nos horários de pico e 80% nos demais períodos, além de 85% do contingente da Sabesp, sob pena de multas diárias de até meio milhão de reais aos sindicatos. O Judiciário também proibiu a liberação das catracas, proposta de forma irresponsável pelos grevistas, sem considerar os altos riscos de tumultos e acidentes nas estações.

A gestão estadual aguarda que as categorias cumpram as decisões judiciais para que os direitos da população sejam preservados. Também reforça que os serviços concedidos de Metrô, nas Linhas 4-Amarela e 5-Lilás, e de trens, nas Linhas 8–Diamante e 9–Esmeralda, estarão funcionando normalmente durante a paralisação”.

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Transporte

Greve no Metrô e na CPTM: quando deve ser a paralisação e quais as linhas afetadas?

por Redação 2 de outubro de 2023

Funcionários do Metrô, da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) agendaram uma greve conjunta de 24 horas para a terça-feira (3). As três categorias farão uma assembleia coletiva na noite de segunda (2), para uma votação simbólica que deve confirmar a greve, de acordo com os sindicalistas.

A paralisação é contra os projetos de privatização do governo, que incluem linhas da rede metroferroviária e a estatal de saneamento. Os sindicatos dizem que querem discutir mais esses planos com a sociedade e evitar a piora do serviço. A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem chamado a greve de “política” e afirmado que os projetos de concessão à iniciativa privada estão sendo debatidos.

Quais linhas devem parar?
As linhas do metrô 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata devem paralisar atividades, segundo o sindicato.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do metrô, operadas pela iniciativa privada, não serão afetadas.

O sindicato prevê paralisação de todas as linhas da CPTM de gestão pública, ou seja, as linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral 12-Safira e 13-Jade.

Já as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda seguirão operando na terça-feira, pois são administradas pela iniciativa privada.

Como vai ser nos horários de pico?
Na sexta-feira (29), o Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo concedeu liminares ao Metrô e à CPTM determinando a operação de 100% dos serviços no horário de pico (6h às 9h e 16h às 19h) e de 80% nos demais horários, com multa de R$ 500 mil para cada um dos sindicatos em caso de descumprimento. No caso da Sabesp, o porcentual de trabalhadores que devem atuar é de 85%, e a multa, de R$ 100 mil.

“O serviço é de vital importância à sociedade paulista que se locomove pela Grande São Paulo, servindo o Metrô como ‘coluna vertebral’ da distribuição do transporte público e, portanto, a precária atividade afetaria inclusive a outros tantos ramos importantes da sociedade, hospitais, segurança pública, escolas etc., dado que o tráfego de automóveis na capital já se encontra há muito saturado”, escreveu o desembargador do Trabalho Celso Ricardo Peel Furtado de Oliveira.

Haverá liberação de catracas?
A liberação de catracas chegou a ser sugerida pelo Sindicato dos Metroviários, mas a Justiça do Trabalho não autorizou a medida.

Os serviços da Sabesp serão afetados?
Segundo o sindicato, não haverá interrupção do fornecimento de água. No dia da paralisação, os funcionários realizarão um ato junto à sede da companhia no bairro da Ponte Pequena, região central.

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São PauloTransporte

Metroviários aceitam proposta do governo e decidem encerrar a greve

por Redação 24 de março de 2023

Os metroviários aprovaram, na manhã desta sexta-feira (23), a proposta feita pelo governo de São Paulo para o pagamento do abono salarial e decidiram encerrar a greve. A decisão foi anunciada às 9h40.

Os trabalhadores vão retornar aos seus postos, mas ainda não há previsão do retorno total da operação.

A paralisação entrou no segundo dia e atingiu linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelh e 15-Prata.

O Metrô acionou o plano de contingência e alguns trechos voltaram a operar parcialmente. A Linha 15 – Prata, entretanto, segue totalmente fechada.

Durante a assembleia, os dirigentes criticaram a oferta feita pelo governo, enviada para o sindicato durante a madrugada, mas defenderam o encerramento da greve para que ela não avançasse no final de semana.

A categoria está a duas semanas de iniciar as negociações por reajuste salarial.

“Embora a proposta seja ruim, seja muito pouco, a gente acha importante aceitar essa proposta e sair da greve por cima. Porque não existe condições da gente continuar a greve no final de semana”, defendeu Camila Lisboa, presidente do Sindicato dos Metroviários.

O governo ofereceu o pagamento em abril de abono salarial no valor de R$ 2 mil e a instituição de Programa de Participação nos Resultados de 2023, a ser pago em 2024. Também se comprometeu a não descontar os dias de greve e afirmou que não haverá punições.

Fonte: G1

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São PauloTransporte

Funcionários do Metrô de SP organizam greve para quarta (15)

por Redação 14 de março de 2023

Metroviários organizam paralisação para esta quarta-feira (15) e a greve deve afetar as quatro linhas administradas pelo Metrô de São Paulo.

Em nota, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo informou que o motivo da greve é a falta de novas contratações e propostas para pagamento de abono.

Os funcionários disseram que foram ameaçados pelo Metrô, que teria dito que só negociará com o sindicato caso não ocorra uma greve.

“Não aceitaremos pressão de chefia, com ameaças de punição devido à retirada de uniforme. O MPT e o TRT já se posicionaram há alguns anos favoravelmente à organização sindical tanto pelo uso de bótons como pelo uso de coletes. Trabalhadoras e trabalhadores têm direito à manifestação e à greve”, rebateu o sindicato.

O ato deve atingir as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, administradas pela companhia. As linhas 4-Amarela e 5-Lilás não devem ser afetadas porque estão sob responsabilidade da ViaQuatro e ViaMobilidade, respectivamente, ambas concessionárias do grupo CCR.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloTransporte

Metroviários protestam contra falhas constantes nas linhas 8 e 9: “Chega de ViaMobilidade”

por Redação 8 de fevereiro de 2023

Metroviários protestam contra as condições das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda administradas pela ViaMobilidade, na estação Palmeiras-Barra Funda, localizada na rua Bento Teobaldo Ferraz, zona oeste de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (8).

De acordo com Camila Lisboa, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, eles exigem o cancelamento do contrato de concessão com a empresa. Um anos depois da privatização, passageiros seguem reclamando das condições do transporte.

Cerca de 10 manifestantes seguram cartazes que dizem: “chega de ViaMobilidade”, “privatização = precarização”. Além de estarem distribuindo panfletos relatando a precarização das linhas e exigindo tarifa zero.

As linhas, que constantemente apresentam problemas, atendem à zona oeste da capital, além das cidades de Itapevi e Osasco, na região metropolitana.

A reportagem solicitou um posicionamento da ViaMobilidade, mas até o momento não obteve retorno.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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