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NUDEZ

São Paulo

Nudez e urina: alunos relatam o que acontece nos jogos de medicina

por Redação 22 de setembro de 2023

Após vídeos em que estudantes de medicina realizam um ato de “masturbação coletiva” durante um torneio feminino em uma competição universitária viralizarem nas redes sociais nesta semana, alunos disseram ao R7 que casos de nudez são mais do que comuns: fazem parte da tradição das faculdades de medicina de renome de São Paulo. Para muito além dos órgãos genitais à mostra, situações que envolvem urina e fezes também são frequentes na rotina dos universitários que frequentam essas competições.

O R7 conversou com três estudantes de diferentes faculdades do estado, que relataram, em condição de anonimato, as situações que já vivenciaram dentro do curso de medicina. Os nomes a seguir são fictícios, a fim de preservar a identidade das fontes.

Estudante de medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, Luísa afirmou que casos como os que os alunos da Unisa (Universidade Santo Amaro) protagonizaram são extremos.

No entanto, atos como colocar o pênis ou os testículos para fora e gritar frases obscenas são comuns e acontecem sempre durante as competições. A aluna explica que pôr as genitálias para fora é uma maneira de dirigir palavras de ódio às faculdades adversárias. “É como xingar, mas fisicamente.”

“Acho nojento. Não pedi para ver. É um ato de assédio moral e sexual. Bizarro pensar que se banalizou”, afirmou a estudante, que está no segundo semestre da faculdade e tem o costume de frequentar os jogos.

Clara, que cursa o oitavo semestre na Faculdade de Medicina de Jundiaí, já foi a quatro jogos e diz que é regra ver órgãos genitais durante as competições: “Com mais ou menos proporção, o pessoal da torcida vizinha [por exemplo] sobe nas grades, abaixa as calças e vira pra gente”.

A jovem também conta que esse ato é majoritariamente masculino e que nunca viu nenhuma mulher fazendo ou participando desses momentos. “Foram sempre homens, e eu, como mulher, me sinto completamente desrespeitada.”

Guilherme é estudante de medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e reitera que “situações assim são muito comuns em competições”. “Trata-se de uma cultura por parte dos homens para chamar atenção. Muitas vezes, por conta de apostas que fazem entre si.”

Urina e fezes
Os entrevistados disseram que, além da nudez, urina e fezes são frequentemente jogadas nas torcidas. A reportagem teve acesso a relatos de calouros sendo obrigados a beber urina de veteranos e, até mesmo, homens defecando em sacos e jogando nos atletas adversários durante os jogos.

Outros vídeos e relatos revelam que estudantes de medicina de uma faculdade do interior de São Paulo colocaram urina e fezes dissolvidas dentro de um pulverizador agrícola e jogaram a mistura nos atletas e torcedores que estavam presentes no ginásio.

Para o aluno de medicina da Santa Casa, cada curso possui o próprio “ritual”, e um pode ser pior que o outro: desde jogar excrementos nos demais, nudez, até outras coisas.

“É uma coisa louca dos meninos irem ao banheiro e encherem garrafas com xixi e cocô para fazer uma mistura e jogar nos outros. É o tipo de coisa que é muito comum”, afirma Clara.

‘É sempre nos jogos femininos’
O ato obsceno de masturbação coletiva que viralizou nesta semana, inclusive, ocorreu durante um jogo feminino de vôlei válido pela Copa Calomed 2023, que foi sediada em São Carlos, no interior de São Paulo. O torneio aconteceu entre os dias 28 de abril e 1º de maio.

Nas imagens, é possível ver vários homens correndo por uma quadra poliesportiva com as calças abaixadas e os órgãos genitais nas mãos, fazendo uma espécie de “volta olímpica” pelo espaço. Em outro vídeo, alunos da Unisa aparecem na arquibancada de uma quadra masturbando-se em conjunto em uma partida contra a Universidade São Camilo.

A aluna de medicina de Jundiaí afirma que percebe que há um padrão dentro dos jogos femininos universitários. Situações de nudez, principalmente, quase sempre são incentivadas a ocorrer quando mulheres estão nas quadras.

“Percebo que é sempre em jogos femininos. [..] Ao mesmo tempo que é uma ofensa a mim, é uma ofensa ao meu jogo. Em todos os jogos de homens tem sempre respeito e pessoas assistindo aos jogos, mas nos femininos é sempre essa coisa.”

Os hinos cantados pelos estudantes para comemorar as vitórias, segundo a estudante, também sempre fazem apologia do sexo ou estupro. Ela conta que na faculdade de medicina de Jundiaí, onde estuda, houve um movimento para a mudança dessas canções, mas ex-alunos que ainda possuem algum envolvimento com a atlética da instituição mantêm uma certa resistência em nome da “tradição”.

Para além dos atos obscenos nos torneios, os trotes costumam ter cunho sexista. Luísa conta que aceitou se passar por “garçonete”, buscando bebidas sempre que alguém pedia, e também já equilibrou copos de drinques na cabeça para se ajoelhar diante dos veteranos. De acordo com ela, todas essas situações são muito comuns e até são consideradas “leves”.

Tradição e cultura
Os três estudantes que deram seus relatos ao R7 afirmam que todos esses atos que passam dos limites são tradição dentro das faculdades de medicina e, por isso, são levados a sério e normalizados pelos alunos.

“Sei que isso para as pessoas de fora, e até mesmo para as pessoas da medicina que não estão acostumadas a ver essas coisas, possa parecer chocante, mas no ambiente da Intermed [por exemplo] essas coisas não são tão absurdas como possam parecer”, afirma Guilherme.

Para ele, o grande problema do episódio da masturbação coletiva foi que o vídeo viralizou nas redes sociais, e as pessoas de fora do curso de medicina não entendem o contexto da situação.

“Durante minha graduação inteira, eu entendi o contexto desses rituais, e se isso virou notícia foi somente porque chegou às mãos de pessoas que não o entendem. […] Tenho certeza, ainda mais depois dessa notícia da Unisa, que cada vez mais esses atos serão mais controlados e limitados a espaços em que a mídia não chegue”, afirma o estudante.

Clara discorda e afirma que essa repercussão e revolta nacional demoraram a acontecer. “Nunca foi certo, mas hoje em dia a gente consegue falar mais sobre isso. Tradição tem que ser uma coisa boa e que agrega, e isso [masturbação coletiva] é apenas desrespeitoso.”

Em relação a punições por parte das atléticas, os entrevistados são unânimes ao afirmar que não há represália. Mas, quando ocorre, costuma ser por conta de alguma repercussão nas redes sociais e na mídia.

As atléticas dos cursos são as que mais apoiam esses atos, de acordo com o estudante da Santa Casa, porque os próprios atletas são os que mais participam dessas tradições fanáticas.

Em nota, a AAAMA (Associação Atlética Acadêmica Manoel de Abreu), atlética da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, informou por meio de nota que não compactua com nenhum tipo de violência, humilhação, trote ou situações de abuso. A entidade nega as acusações e afirma que essas práticas não são comuns na faculdade nem, menos ainda, estimuladas.

A reportagem entrou em contato com a AEVGMM (Associação Atlética Acadêmica Antônio Prudente), atlética da Universidade Mogi das Cruzes, mas, até a publicação desta matéria, não obteve retorno.

Após a viralização dos vídeos, a atlética do curso de medicina da Unisa se posicionou nas redes sociais sobre o caso e afirmou que as imagens “não são contemporâneas e não representam os princípios e valores” pregados pela instituição. A atlética também diz que não tolera nem compactua com nenhum ato de abuso ou discriminatório.

Fonte: r7

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GuarulhosSegurança

Menina de 11 anos compartilha nudez no Spotify, a pedido de usuários anônimos

por Redação 23 de fevereiro de 2023

Uma menina com 11 anos de idade, de Stockport, na Inglaterra, compartilhou imagens dela sexualmente explícitas no Spotify, a pedido de usuários anônimos da rede. A situação só veio à tona, quando a mãe da garotinha recebeu e-mail da plataforma, sobre a desativação da conta na qual as imagens foram veiculadas, por “violação de termos e condições”.

De acordo com o jornal Manchester Evening News, os criminosos contatavam a menina por meio dos títulos editáveis das playlists criadas por ela, pelos quais eles pressionavam a vítima com pedidos e instruções exatas sobre quais fotos deveriam ser expostas no Spotify.

De acordo com a mãe da garotinha, quanto mais vezes a filha carregava imagens como “arte personalizada”, mais seguidores e curtidas ela ganhava.

Em entrevista ao tabloide Mirror, Rachel (nome fictício usado pela mãe), contou ser professora primária, com a função de educar crianças sobre o uso seguro da internet. “Você ouve histórias de terror sobre predadores usando aplicativos”, desabafou, “então, nenhum deles [os filhos dela] têm Instagram, TikTok, Snapchat.”

Como nenhuma das plataformas acima possui a função de troca de mensagens, ela pensou que a menina estaria segura. “Quando descobri foi como se o fundo do mundo caísse. Naquele momento, acho que só choque, horror, mas como?”, lembrou Rachel.

Na conversa que teve com a filha, a garota revelou que um dos usuários havia pedido as fotos incessantemente, até que ela “cedeu”. Em outra abordagem, um indivíduo alegando ter 12 anos de idade pedia um vídeo encenado por ela. Outros pedidos davam orientações como “foto no espelho, com as pernas abertas” e “foto dos seios”.

Ao todo, 12 contas do Spotify entraram em contato com a criança com esse tipo de solicitação, intrução ou forma de pressão psicológica.

O Mirror afirma ter encontrado playlists com imagens pornográficas por meio da busca de determinadas palavras-chave. A mãe da vítima afirma que, apesar da conta ter sido removida, todo o conteúdo compartilhado pela filha permanece online, o qual ela teve que denunciar individualmente para que fosse excluído.

A menina foi encaminhada pela família a um psicólogo infantil, com o objetivo de ajudá-la a recuperar a auto-estima. No entanto, os pais dela temem que o ocorrido afete os relacionamentos futuros da filha. Além de ainda não fazerem ideia se a deixarão usar o serviço de streaming de música novamente.

Resposta do Spotify
Ao tomar ciência da história contada por Rachel, o Spotify, por meio de comunicado, garantiu que “leva a segurança de menores na plataforma extremamente a sério e não permite conteúdo que promova, solicite ou facilite o abuso ou exploração sexual infantil.”

“Temos processos e tecnologia que nos permitem detectar e remover qualquer material de exploração”, informou o serviço.

Apesar de se sentir grata pela plataforma ter derrubado a conta usada pela filha, Rachel não admite a medida ter sido tomada após o upload de 10 imagens sexualmente explícitas de uma menor de idade. “Por que alguém escapou de violar as diretrizes dez vezes, antes de ser derrubado?”, questiona a mãe.

Na página de regras do Spotify, uma subseção intitulada “conteúdo sensível” afirmas que tópicos sexualmente explícito não serão permitidos, como “pornografia ou representações visuais de genitália ou nudez apresentadas com o propósito de gratificação sexual, defendendo ou glorificando temas sexuais relacionados a estupro, incesto ou bestialidade”.

A exposição da menina de 11 anos agora está sob investigação da polícia de Grande Manchester, região onde está situada a cidade de Stockport.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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