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PARALISAÇÃO

Transporte

Greve dos motoristas de ônibus em SP: o que se sabe sobre a paralisação

por Redação 4 de junho de 2024

Trabalhadores das empresas de ônibus de São Paulo marcaram para a próxima sexta-feira (7) uma greve que deverá paralisar a atividade de cerca dos 60 mil profissionais do setor, entre motoristas e cobradores.

A interrupção do serviço foi decidida na tarde desta segunda-feira (3), em assembleia realizada pela categoria na frente da Prefeitura da capital, centro de São Paulo.

Entre a reivindicações, a direção do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo pede reajuste de 3,69% pelo IPCA-IBGE, mais 5% de aumento real e reposição das perdas salariais na pandemia na ordem de 2,46%, conforme cálculo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

De acordo com o SindMotoristas, “os patrões acenaram com apenas 2,77% e composição da diferença pelo Salariômetro (índice medido pela Fipe)”, mas a proposta já havia sido rejeitada em assembleia no mês de setembro.

Em nota, a Prefeitura de São Paulo diz que defende o direito à livre manifestação, mas cobra que a greve seja avisada com 72 horas antes da paralisação e pede pela manutenção de uma frota mínima em horários de pico “para reduzir o impacto junto à população”.

”O Município reforça a necessidade de atendimento aos 7 milhões de passageiros dos ônibus para que não sejam prejudicados e informa que o efetivo da GCM estará de prontidão para eventuais ocorrências”, diz a administração no comunicado.

”Em relação às motivações dos trabalhadores, cabe à Prefeitura apenas acompanhar a negociação entre as partes. A administração municipal espera que os representantes da categoria e dos empresários encontrem um ponto em comum na campanha salarial sem prejuízo aos passageiros”, completou.

Fonte: r7

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Transporte

Greve de ônibus em SP anunciada para esta sexta é suspensa

por Redação 1 de dezembro de 2023

Motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo suspenderam a greve que tinham anunciado para esta sexta-feira (1º). Na noite desta quinta (30), eles recuaram, diante da expectativa da realização de uma audiência no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) nesta sexta.

A greve tinha sido convocada pela Chapa 4, que disputou as eleições para a presidência do Sindmotoristas (Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo). O grupo venceu o pleito na semana passada, mas a disputa acabou suspensa pela Justiça do Trabalho.

A decisão se dá também após a Prefeitura de São Paulo ter classificado o movimento como “ilegal” e protocolado um mandado de segurança no TRT. Na ação, a prefeitura pediu a tutela antecipada para que seja garantida a manutenção integral de funcionamento da frota de ônibus, sob a pena de multa de R$ 1 milhão por dia de paralisação.

O Sindmotoristas, comandado por Valdevan Noventa, que acabou não reeleito, afirmou nesta quinta-feira que não convocou a greve e que a eventual paralisação é “ilegal”.

Imbróglio
Ao longo do processo eleitoral no Sindmotoristas, três das quatro chapas candidatas pediram o adiamento da votação para o uso de urnas eletrônicas. A Justiça do Trabalho anulou a assembleia que pedia o adiamento da votação e manteve a eleição, da qual a Chapa 4 foi vencedora.

O novo grupo assumiria o comando da entidade nesta sexta. A Chapa 4 entrou com um recurso contra a anulação da eleição no sindicato, mas questionamentos de outras chapas levaram ao cancelamento das audiências.

A Chapa 4 diz que o estatuto do sindicato foi ferido e entende que o resultado das eleições precisa ser mantido.

Greve
Se fosse realizada, a greve seria a segunda paralisação dos ônibus municipais de São Paulo em menos de duas semanas. No dia 21, nove terminais foram bloqueados por sindicalistas. O ato aconteceu em meio à eleição do Sindmotoristas.

O próprio sindicato classificou a ação do dia 21 como uma maneira de “prejudicar o processo eleitoral”. Em julho, outro pleito realizado na sede do sindicato, na Liberdade, acabou adiado em razão de um tiroteio em frente à entidade.

A paralisação seria ainda a segunda no transporte público na mesma semana. Na última terça-feira (28), funcionários do Metrô e da CPTM cruzaram os braços, provocando transtornos na cidade.

Fonte: r7

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Transporte

Saiba quais linhas do Metrô funcionam normalmente durante a greve desta terça (3) em SP

por Redação 3 de outubro de 2023

Apenas as linhas privatizadas 4–Amarela, 5–Lilás, 8–Diamante e 9–Esmeralda, administradas pela ViaQuatro e pela ViaMobilidade, funcionam normalmente na manhã desta terça-feira (3) na cidade de São Paulo durante a greve do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens e Transportes).

A população que usa o transporte público é impactada pela falta de funcionamento das linhas 1–Azul, 2–Verde, 3–Vermelha e 15–Prata, do Metrô. Segundo o órgão, essas linhas transportaram cerca de 2,94 milhões de passageiros em dias úteis em agosto.

As linhas 7–Rubi, 10–Turquesa, 11–Coral 12–Safira e 13–Jade, da CPTM, também são afetadas pela greve. Elas transportaram, em média, 1,55 milhão de passageiros em dias úteis em agosto.

Na soma dos meios de transporte e com base nos últimos dados disponíveis, são cerca de 4,5 milhões de passageiros que usam essas linhas diariamente, segundo os dados do Metrô e da CPTM, que serão afetados pela paralisação.

Os funcionários da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) também aderiram à greve. As categorias reivindicam o cancelamento dos processos de privatização, além da realização de um plebiscito para consultar a população sobre a concessão dessas empresas públicas.

Reforço na frota de ônibus
A frota de ônibus será reforçada durante todo o dia, com 100% da operação. “Há um número maior de ônibus nos horários de pico, e no entrepico diminui, mas amanhã será a carga o dia todo”, informou o prefeito Ricardo Nunes.

Rodízio
A Prefeitura de São Paulo também anunciou a suspensão do rodízio de veículos nesta terça. Com isso, os veículos com placa com final 3 e 4 podem circular pela cidade sem nenhum tipo de restrição nem punição.

Ponto facultativo
O governo determinou ponto facultativo em todos os serviços públicos estaduais da capital nesta terça-feira. Os serviços de segurança pública não serão afetados, assim como os restaurantes e postos móveis do Bom Prato.

Governo diz que paralisação é abusiva
A gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos) classificou a paralisação como ilegal e abusiva. “É absolutamente injustificável que um instrumento constitucional de defesa dos trabalhadores seja sequestrado por sindicatos para ataques políticos e ideológicos à atual gestão”, declarou o governo em comunicado oficial — veja a nota na íntegra abaixo.

“Sobre a greve anunciada para esta terça-feira, 3 de outubro, pelos sindicatos dos trabalhadores do Metrô, CPTM e Sabesp, o Governo de São Paulo reforça que esta é uma greve ilegal e abusiva, a qual torna refém a população que precisa do transporte público. É absolutamente injustificável que um instrumento constitucional de defesa dos trabalhadores seja sequestrado por sindicatos para ataques políticos e ideológicos à atual gestão.

É importante esclarecer à população que a greve não foi convocada para reivindicar questões salariais ou trabalhistas, mas sim para que os sindicatos atuem, de forma totalmente irresponsável e antidemocrática, para se opor a uma pauta de governo que foi defendida e legitimamente respaldada nas urnas.

O programa estadual de parcerias, concessões e desestatizações visa a melhoria na prestação dos serviços públicos aos cidadãos e está totalmente amparado pelas leis brasileiras. Assim, ao chantagear a população com greves ilegais, os sindicatos atentam não só contra a legislação vigente, mas também à ordem pública e ao aprimoramento das políticas públicas.

O Governo de São Paulo está agindo com total transparência e respeito à legalidade na condução das propostas de parceria, concessão e desestatização. Contratou estudos de viabilidade técnico-financeira de órgãos de excelência internacional e deu publicidade a todas as etapas cumpridas até o momento, tanto nos canais oficiais do Estado como pela imprensa.

A esfera de debate para privatização são as audiências públicas e não por meio da ameaça ao impedimento do direito de ir e vir do cidadão. É por meio do processo de escuta de diálogo das desestatizações que os sindicatos contrários devem se manifestar, de forma democrática, convencendo atores políticos e a própria sociedade de que a proposta do Governo de São Paulo não é a ideal. Infelizmente, aqueles que deveriam representar os trabalhadores preferem agir de forma truculenta, promover o caos e prejudicar toda a população.

O Estado vem atuando tempestivamente nas esferas administrativa e judicial para que a população não seja prejudicada. O Tribunal Regional do Trabalho já decidiu contrariamente à greve das três categorias e determinou a manutenção dos serviços de transporte em 100% nos horários de pico e 80% nos demais períodos, além de 85% do contingente da Sabesp. A Justiça também proibiu a liberação das catracas, proposta de forma irresponsável pelos grevistas, sem levar em conta os altos riscos de tumultos e acidentes nas estações.

O Governo de São Paulo continuará trabalhando para preservar a ordem pública e garantir os direitos dos cidadãos que tanto precisam dos serviços públicos. Os servidores da Sabesp, do Metrô e da CPTM merecem líderes sindicais que priorizem o respeito à legalidade e o atendimento à população.”

Fonte: r7

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Transporte

Greve no Metrô e na CPTM: quando deve ser a paralisação e quais as linhas afetadas?

por Redação 2 de outubro de 2023

Funcionários do Metrô, da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) agendaram uma greve conjunta de 24 horas para a terça-feira (3). As três categorias farão uma assembleia coletiva na noite de segunda (2), para uma votação simbólica que deve confirmar a greve, de acordo com os sindicalistas.

A paralisação é contra os projetos de privatização do governo, que incluem linhas da rede metroferroviária e a estatal de saneamento. Os sindicatos dizem que querem discutir mais esses planos com a sociedade e evitar a piora do serviço. A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem chamado a greve de “política” e afirmado que os projetos de concessão à iniciativa privada estão sendo debatidos.

Quais linhas devem parar?
As linhas do metrô 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata devem paralisar atividades, segundo o sindicato.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do metrô, operadas pela iniciativa privada, não serão afetadas.

O sindicato prevê paralisação de todas as linhas da CPTM de gestão pública, ou seja, as linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral 12-Safira e 13-Jade.

Já as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda seguirão operando na terça-feira, pois são administradas pela iniciativa privada.

Como vai ser nos horários de pico?
Na sexta-feira (29), o Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo concedeu liminares ao Metrô e à CPTM determinando a operação de 100% dos serviços no horário de pico (6h às 9h e 16h às 19h) e de 80% nos demais horários, com multa de R$ 500 mil para cada um dos sindicatos em caso de descumprimento. No caso da Sabesp, o porcentual de trabalhadores que devem atuar é de 85%, e a multa, de R$ 100 mil.

“O serviço é de vital importância à sociedade paulista que se locomove pela Grande São Paulo, servindo o Metrô como ‘coluna vertebral’ da distribuição do transporte público e, portanto, a precária atividade afetaria inclusive a outros tantos ramos importantes da sociedade, hospitais, segurança pública, escolas etc., dado que o tráfego de automóveis na capital já se encontra há muito saturado”, escreveu o desembargador do Trabalho Celso Ricardo Peel Furtado de Oliveira.

Haverá liberação de catracas?
A liberação de catracas chegou a ser sugerida pelo Sindicato dos Metroviários, mas a Justiça do Trabalho não autorizou a medida.

Os serviços da Sabesp serão afetados?
Segundo o sindicato, não haverá interrupção do fornecimento de água. No dia da paralisação, os funcionários realizarão um ato junto à sede da companhia no bairro da Ponte Pequena, região central.

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Transporte

Sindicato desiste de paralisação do Metrô de SP nesta terça-feira

por Redação 15 de agosto de 2023

Os metroviários desistiram da paralisação que estava prevista para ocorrer a partir da meia-noite de terça-feira (15). A decisão foi tomada na noite desta segunda-feira (14), em assembleia na sede do Sindicato dos Metroviários e Metroviárias de São Paulo, na zona leste da capital paulista.

Dos 2.465 votantes, 78,8% decidiram pela suspensão da greve, enquanto 19% queriam dar prosseguimento à suspensão. Pelo menos 53 pessoas se abstiveram na votação.

De acordo com o sindicato, em um comunicado divulgado na última semana, o plano do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de privatizar todas as linhas do Metrô e da CPTM — como ocorreu com as linhas 8–Diamante e 9–Esmeralda — é uma das razões para a paralisação do transporte.

Outro argumento dos metroviários é o pregão, previamente agendado para 28 de agosto, para a contratação de uma empresa que realizará o serviço de manutenção da linha 15–Prata do monotrilho.

O sindicato também diz que três funcionários da linha 15–Prata e outros trabalhadores foram demitidos “após testemunharem em processos”. Para a categoria, a empresa está sofrendo o sucateamento “com falta de pessoal, desvios de função e sobrecarga de trabalho”.

Fonte: r7

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Transporte

Sindicato dos metroviários decide hoje se haverá greve na terça (15)

por Redação 14 de agosto de 2023

Metroviários planejam entrar em greve a partir de 00h de terça-feira (15), a categoria reivindica melhor atendimento à população e se posiciona contra a privatização da Linha 15-Prata.

Será realizada uma assembleia para votação e definição da greve nesta segunda-feira (14), às 18h, na Área de Lazer do Sindicato dos Metroviários, localizado na rua Serra do Japi, 16, no Tatuapé, zona leste de São Paulo.

De acordo com o Sindicato dos Metroviários, a paralisação é uma reivindicação para melhoria dos serviços, contra as demissões, privatização de linhas e terceirização de trabalhadores.

Em março deste ano, a categoria acatou a paralisação e as linhas 1-Azul, 2- Verde, 3-Vermelha e a 15-Prata não circularam. Já a 4-Amarela e 5-Lilás são administradas pela ViaQuatro e ViaMobilidade sucessivamente e, por isso, operaram normalmente.

A categoria metroviária poderá entrar em greve em 15/8 (terça-feira) para garantir um atendimento de qualidade à população. Governador Tarcísio quer terceirizar manutenção da Linha 15 do Monotrilho e privatizar todas as linhas do Metrô e da CPTM

Tarcísio quer entregar a manutenção da Linha 15 para empresários. Isso é uma aventura, uma irresponsabilidade! Um serviço tão importante não pode ficar nas mãos de empresas que só visam o lucro. Se isso se concretizar, a segurança dos passageiros e funcionários estará em risco! Não podemos permitir!

Mas a aventura de Tarcísio é ainda maior e ele quer precarizar os serviços com a entrega de todas das linhas do Metrô e da CPTM. A privatização das Linhas 8 e 9 já mostrou que só os empresários ganharam. Os passageiros são prejudicados constantemente, com atrasos, falhas e graves acidentes.”

Fonte: r7

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Transporte

Prefeitura suspende rodízio de veículos em São Paulo nesta segunda (29)

por Redação 29 de maio de 2023

A Prefeitura de São Paulo decidiu suspender o rodízio de veículos nesta segunda-feira (29). Isso porque uma paralisação, organizada pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindmotoristas), afetou a saída de nove empresas de ônibus e provocou tumultos em terminais da capital paulista.

Com a decisão, os carros com placas finais 1 e 2 podem circular normalmente por São Paulo. No entanto, os corredores e faixas exclusivas não estão liberados para circulação de veículos.

Entenda o caso
A SPTrans informou que uma paralisação organizada pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindmotoristas), afetou a saída de nove empresas de ônibus e provocou tumultos em terminais da capital paulista. Segundo a empresa, a circulação está sendo normalizada gradativamente.

A demora foi causada por conta de uma paralisação parcial de motoristas e cobradores, que pedem melhoria salarial.

A SPTrans alega que o sindicato não respeitou o prazo legal de 72 horas para comunicação oficial antecipada à população e ao órgão gestor de paralisação de serviço essencial e prejudicando a população desde as 3h desta segunda-feira (29).

Eles solicitaram apoio do policiamento nas garagens e disseram que irão registrar Boletim de Ocorrência para que os envolvidos na interrupção de serviço essencial à população sejam responsabilizados, além de estar aplicando, de forma automática, as autuações pelas viagens não realizadas às concessionárias.

No entanto, o sindicato alega que notificou os órgãos oficiais sobre a paralisação na sexta-feira (26) e aguarda um acordo para que as operações de ônibus sejam normalizadas. “A direção da entidade realizou assembleia-geral com a categoria, na última sexta-feira (26), onde deliberou sobre a ação (assembleias rápidas) de hoje (29) das 3h00 às 5h00 nas garagens. Esta informação foi divulgada com mais de dois dias de antecedência nos canais oficiais da entidade (site/redes sociais) para conhecimento geral”, disse.

E completou: “No caso de eventual paralisação e/ou greve (o que não aconteceu!), a entidade certamente tomaria as providências necessárias (distribuição de carta aberta/aviso prévio aos órgãos competentes…) que a situação exige, de forma a dirimir os impactos nos usuários do transporte na capital.”

Empresas cuja frota começou a ser normalizada:

  • Grajaú – Zona Sul
  • MobiBrasil – Zona Sul
  • Transppass – Zona Oeste
  • Viação Campo Belo – Zona Sul
  • KBPX – Zona Sul
  • Metrópole 3 – Zona Leste
  • Santa Brígida – Zona Norte
  • Gato Preto – Zona Oeste
  • Sambaíba – Zona Norte

Fonte: r7

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São PauloTransporte

Funcionários do Metrô de SP organizam greve para quarta (15)

por Redação 14 de março de 2023

Metroviários organizam paralisação para esta quarta-feira (15) e a greve deve afetar as quatro linhas administradas pelo Metrô de São Paulo.

Em nota, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo informou que o motivo da greve é a falta de novas contratações e propostas para pagamento de abono.

Os funcionários disseram que foram ameaçados pelo Metrô, que teria dito que só negociará com o sindicato caso não ocorra uma greve.

“Não aceitaremos pressão de chefia, com ameaças de punição devido à retirada de uniforme. O MPT e o TRT já se posicionaram há alguns anos favoravelmente à organização sindical tanto pelo uso de bótons como pelo uso de coletes. Trabalhadoras e trabalhadores têm direito à manifestação e à greve”, rebateu o sindicato.

O ato deve atingir as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, administradas pela companhia. As linhas 4-Amarela e 5-Lilás não devem ser afetadas porque estão sob responsabilidade da ViaQuatro e ViaMobilidade, respectivamente, ambas concessionárias do grupo CCR.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloTransporte

Paralisação de motoristas afeta 41 linhas de ônibus da zona norte de São Paulo

por Redação 6 de fevereiro de 2023

Uma paralisação de motoristas de ônibus da Viação Sambaíba afetou a circulação de 41 linhas da zona norte de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (6).

A manifestação teve início às 4h20, quando os coletivos não saíram da garagem, localizada na avenida João Simão de Castro, no bairro Vila Sabrina.

A empresa descumpriu o prazo legal de 72 horas para comunicação oficial antecipada de paralisação de serviço essencial e prejudicando a população. Por isso, a SPTrans afirmou que registrará um boletim de ocorrência.

Ainda de acordo com a SPTrans, a manisfestação foi sindical e, por volta das 6h, os ônibus voltaram a sair da garagem e a operação está sendo normalizada gradativamente.

Veja a nota da SPTrans na íntegra

“A SPTrans informa que os ônibus da Viação Sambaíba começaram a sair da garagem às 6h desta segunda-feira (6/2) e a operação está sendo normalizada gradativamente. A SPTrans está aplicando, de forma automática, as autuações pelas viagens não realizadas desde as 4h20, que causou o atraso na saída de 41 linhas da Viação Sambaíba, sem aviso prévio aos passageiros, descumprindo o prazo legal de 72 horas para comunicação oficial antecipada de paralisação de serviço essencial e prejudicando a população.

A SPTrans acionou o sistema Paese para transportar os passageiros destas linhas e vai registrar Boletim de Ocorrência para que os envolvidos sejam responsabilizados.

As linhas afetadas atendem a zona norte da cidade, como Santana, Vila Maria e Tucuruvi.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloTransporte

Paralisação de empresa de ônibus afeta 12 linhas em São Paulo

por Redação 22 de dezembro de 2022

Devido a uma paralisação de ônibus da Viação Campo Belo, 12 linhas dos coletivos não saíram da garagem, localizada na estrada de Itapecerica, na Vila das Belezas, zona sul de São Paulo, na madrugada desta quinta-feira (22).

Em boletim publicado pela SPTrans, a empresa lamenta os atrasos praticados sem aviso prévio, que afetaram os passageiros desde as 4h30. O sistema Paese foi acionado para transportar os passageiros que utilizam essas linhas.

Os ônibus que se atrasaram atendem à zona sul de São Paulo com direção ao centro e os bairros de Santo Amaro, Campo Limpo e Capelinha.

Em nota, a SPTrans lamentou os atrasos sem aviso prévio aos passageiros: “A concessionária está sendo autuada automaticamente pelas viagens que não foram realizadas. A SPTrans acionou o sistema Paese para transportar os passageiros destas linhas.”

Relação de linhas
5111/10 Term. Santo Amaro – Term. Parque D. Pedro II
5119/10 Term. Capelinha – Largo São Francisco
5119/22 Term. João Dias – Largo São Francisco
6400/10 Term. João Dias – Term. Bandeira
6403/10 Term. João Dias – Term. Parque D. Pedro II
6450/10 Term. Capelinha – Term. Bandeira
6451/10 Term. Capelinha – Term. Bandeira
6455/10 Term. Capelinha – Largo São Francisco
6500/10 Term. Santo Amaro – Term. Bandeira
6505/10 Term. Guarapiranga – Term. Bandeira
675I/10 Term. João Dias – Metrô João Dias
807A/10 Term. Campo Limpo – Term. Santo Amaro

Fonte: Com informações da Agência Estado

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