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Tag:

PCC

Brasil

MP pede ao TCU para apurar contratos da União com empresas ligadas a organizações criminosas

por Redação 17 de abril de 2024

O MP (Ministério Público) pediu ao Tribunal de Contas da União para apurar a possível existência de contratos na administração pública federal com empresas ligadas a organizações criminosas, em especial realizando levantamento junto ao Ministério Público de São Paulo quanto às empresas já em investigação. O MP pede ainda que a Corte de contas investigue um possível prejuízo ao erário e irregularidades em licitações relativas a contratos firmados com empresas ligadas a organizações criminosas.

“Se confirmado os indícios supracitados, instaurar tomada de contas especial para responsabilização dos agentes envolvidos, sem prejuízo de remessa de cópia ao Ministério Público Federal para adoção das medidas pertinentes”, diz o MP no pedido. No documento, o subprocurador Lucas Furtado afirma que organizações criminosas, cientes dos elevados montantes que se revestem os contratos administrativos de atividades terceirizadas, estariam atuando de forma a burlar os procedimentos licitatórios necessários à formalização dessas avenças.

“Ainda que se trate de informação relativa a contratações pelo governo estadual em São Paulo e por órgãos municipais desse mesmo estado, vejo com grande preocupação os fatos supracitados. Além de se estar diante de um possível esquema que pode se mostrar presente em outros órgãos em São Paulo e municípios, entendo que essas organizações podem vir a possuir esquemas semelhantes no âmbito da União”, diz.

Para Furtado, “é salutar que seja verificado se as empresas investigadas naquele âmbito possuem contratos com órgãos e entidades da administração pública federal e se a condução dos procedimentos licitatórios dessas avenças obedeceu a todos os ditames normativos aplicáveis”.

“Atuando em conjunto com a rede de órgãos de controle estaduais e municipais, pode o TCU ter acesso a informações que não prejudiquem a investigação daqueles órgãos, mas que auxiliem o Tribunal a fiscalizar eventuais contratos das empresas sob suspeita com a União”, diz.

Fonte: r7

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Segurança

Ligações grampeadas, escuta e tocaia: como o sistema de Justiça conseguiu impedir fugas de Marcola

por Redação 18 de dezembro de 2023

Aos 55 anos, Marcos Williams Herbas Camacho, o Marcola, apontado como principal líder do PCC (Primeiro Comando da Capital), dá trabalho para a polícia desde quando foi preso pela primeira vez, em 1986.

A organização criminosa já arquitetou planos milionários para resgatá-lo, mas, até o momento, todos foram frustrados pelos agentes de segurança pública.

O sistema judiciário brasileiro precisou se antecipar às tentativas de fuga, já que um criminoso condenado a mais de 300 anos de prisão certamente pensaria no assunto.

Por causa disso, ligações foram grampeadas e agentes ficaram de tocaia para conseguir “traduzir” códigos e declarações dos integrantes da facção.

Em entrevista ao R7, Ivana David, desembargadora do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) que acompanha o PCC desde a sua fundação e que decretou uma das primeiras prisões de Marcola, afirma que as “tentativas de fuga são diárias”.

“É uma guerra de gato e rato. Eu, como juíza, não entendo que preso tenha direito a fuga, mas há quem entenda, tanto que o sistema de segurança é justamente feito com esse olhar de se antecipar ao plano de fuga. As estratégias para impedir esses planos são elaboradas principalmente com o uso da tecnologia”, explica a especialista, que também integra o FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).

Segundo Ivana, se o sistema de Justiça não se antecipa para abortar esse tipo de “resgate”, “pode acontecer uma verdadeira guerra no momento em que a polícia tentar intervir”.

O nome do promotor de Justiça Lincoln Gakiya, integrante do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MPSP (Ministério Público de São Paulo), estava na lista de autoridades que o PCC planejava matar para resgatar seu líder.

Ele foi o responsável por pedir a transferência de Marcola em 2019 do presídio de Rondônia para Brasília, após descobrir um novo plano de fuga.

Hoje, Gakiya vive escoltado. “Ninguém quer ter a vida que eu tenho, precisar ficar cercado de policiais 24 horas por dia. Não poder mais sair de férias com a família, nem dentro do Brasil, nem na América do Sul. É uma vida muito limitada”, diz.

O promotor conta que há uma disputa interna pelo cargo de Marcola, apesar de ele ainda ser considerado o líder supremo da facção. “O Marcola está gradativamente perdendo o poder porque ele está afastado e isolado, então outros pretendem atingir esse posto.”

Questionada sobre o que aconteceria caso Marcola fugisse, Ivana afirma que, com o respeito que ele tem dentro do grupo, logo retomaria seu cargo. Mas ressalta que isso é “praticamente impossível”.

A especialista afirma que, mesmo com ele preso, os criminosos que colocou em cargos de confiança conseguem dar sequência a parte de seus planos.

“A gente vê o PCC com o garimpo no Norte, lavando dinheiro em empresas públicas, traficando armas e drogas, mesmo com o Marcola fora”, completa.

Tentativas frustradas de resgate de Marcola
Em 2014, o plano do grupo criminoso era usar um helicóptero camuflado para tirar o líder do PCC da penitenciária de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, onde estava preso na época.

Quatro anos depois, em 2018, o MPSP (Ministério Público de São Paulo) e a Polícia Civil descobriram que a facção tinha “investido” R$ 100 milhões para a contratação de mercenários e na compra de armas, granadas e aeronaves a fim conseguir tirar Marcola da cadeia. Mas o plano também foi frustrado.

A tentativa mais recente de que se tem notícia ocorreu em 2019, quando o líder do PCC foi levado à penitenciária de Porto Velho, em Rondônia, e, um mês depois, transferido para Brasília, no Distrito Federal, para uma penitenciária de segurança máxima, onde cumpre pena atualmente.

Essa transferência ocorreu após uma investigação mostrar que o objetivo da facção criminosa era invadir o presídio com cem homens armados, sequestrar autoridades e incitar rebeliões em cadeias federais. Mais um plano mirabolante frustrado.

Fonte: r7

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Segurança

Armas, drogas e aviões: R7 detalha a planilha de gastos do PCC nos últimos anos

por Redação 11 de dezembro de 2023

Uma investigação do MPSP (Ministério Público de São Paulo) sobre uma família suspeita de lavar dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital) levou à descoberta de planilhas que mostram que a facção movimentou cerca de R$ 500 milhões entre abril de 2018 e julho de 2019.

Entre os gastos da organização criminosa estão a aquisição de aviões, a compra e o transporte de drogas e armas, além do pagamento em dólar de suborno a agentes de segurança.

Os arquivos foram encontrados em um pendrive na casa de Odair Lopes Mazzi Júnior, conhecido como Vini, Vinícius, Dezinho ou Argentina. O suspeito está preso desde julho, quando foi detido em um resort de luxo em Pernambuco.

O R7 teve acesso às planilhas apreendidas pelo MPSP, que mostram que dezenas de carregamentos de cocaína foram entregues na “mão do Vini”. As drogas teriam sido distribuídas em pontos de venda na cidade de São Paulo e na Baixada Santista.

“Vini consta como recebedor da maioria das cargas de entorpecentes que chegam à capital e à Baixada Santista, o que demonstra que ele é peça fundamental no tráfico de drogas do PCC, atividade mais lucrativa para a facção, que financia suas mais diversas práticas criminosas”, aponta o documento do MPSP.

Nos arquivos encontrados na casa de Odair são contabilizadas, inclusive, as drogas apreendidas pela Polícia Civil. A planilha mostra que em 1º de junho de 2019 houve a perda de 200 “pipocas”, nome utilizado pelo PCC para cocaína. A apreensão, à época, foi feita pelo Denarc (Departamento Estadual de Investigações sobre Entorpecentes).

Os arquivos também revelam que a quadrilha compra parte da pasta base de cocaína do Peru, que tem como destinatário justamente Dezinho. Os gastos internacionais são registrados em dólar.

As planilhas da organização
Entre os arquivos encontrados no pendrive apreendido pelo MPSP na casa de Odair, estava uma planilha nomeada como “fechamentos semanais”. No documento, os promotores públicos encontraram as movimentações financeiras da alta cúpula do PCC em detalhes.

Além dos pagamentos de fornecedores internacionais, a planilha mostra um gasto de US$ 280 mil em “asa”, entendido pelo MPSP como a compra de uma aeronave por parte da quadrilha. Em outra semana, mais um gasto chamado “compra de asa” foi lançado na planilha com o valor de US$ 270 mil.

O documento também mostra os gastos do PCC em dólares e em reais, levando em consideração a taxa de câmbio da época de cada lançamento.

O arquivo descreve ainda uma compra de US$ 104 mil com “risco do fornecedor”. Ou seja, caso o material fosse apreendido (não foi detalhado se era arma ou droga) pelas autoridades, o PCC não arcaria com o prejuízo.

A planilha revela, na sequência, a compra de 58 pistolas em apenas uma semana. O MPSP estima que, entre as semanas 36 e 47 dos documentos, o PCC tenha gasto US$ 313.400 em armas — mais de R$ 1,5 milhão, na cotação atual.

O suborno de agentes de segurança é discriminado no arquivo com o pagamento de US$ 35 mil em 5 de abril em 2019.

No total, o PCC contabilizou, em 47 semanas, a entrada de US$ 92.334.396 em seus cofres — mais de R$ 453 milhões.

Denúncia por lavagem de dinheiro

Os arquivos encontrados no computador de Odair, segundo o MPSP, demonstram que o suspeito possui cargo de confiança dentro da estrutura da quadrilha. Além disso, as investigações da promotoria levaram à denúncia da ex-mulher do criminoso, Carolina Mazzi, e de dois de seus irmãos: Diego Mazzi e Natasha Mazzi.

Segundo a denúncia, Carolina e Natasha utilizam uma famosa empresa de procedimentos estéticos paulista para lavar o dinheiro do tráfico de drogas. Interceptações telefônicas também identificaram que Diego, que trabalha no mercado financeiro, dava dicas ao grupo para não ser pego pelas autoridades.

Odair, Carolina, Diego e Natasha foram denunciados pelo MPSP por lavagem de dinheiro e organização criminosa. No fim de setembro, o TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) aceitou a denúncia por lavagem de dinheiro, tornando os citados acima réus.

À Record as defesas de Odair e Natasha afirmaram, em outubro, que os clientes são inocentes das acusações por parte do MPSP. Os advogados de Carolina, por sua vez, informaram que não tiveram acesso ao material completo da ação. Já a defesa de Diego não retornou os contatos da reportagem.

Fonte: r7

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Segurança

Homem considerado o ‘número do 2’ do PCC é transferido para o presídio onde está Marcola

por Redação 7 de dezembro de 2023

Gilberto Aparecido dos Santos, de 53 anos, mais conhecido como Fuminho e apontado pela polícia como o ‘número 2’ do PCC (Primeiro Comando da Capital), foi transferido do Presídio Federal de Mossoró (RN) para a Penitenciária Federal de Brasília (DF), na última semana.

Agora, o condenado, que ficou 21 anos foragido da Justiça e foi preso em abril de 2020, cumpre pena no mesmo lugar em que está Marcos Williams Herbas Camanho, o Marcola, líder máximo do PCC, considerada a maior facção criminosa do Brasil.

A informação da transferência foi confirmada ao R7 pelo advogado de Fuminho, Ércio Quaresma. Segundo o defensor, apesar da afirmação das autoridades públicas de que seu cliente é uma das principais lideranças do PCC, não há provas que o vinculem à facção.

“Eles [as autoridades] falam isso para fazer alardes, para fazer ele ser preso em presídios federais, mas nunca conseguiram provar porque não tem o que provar”, disse Quaresma.

O advogado ainda afirmou que o presídio onde o acusado está preso tem um “sistema rígido e absurdamente controlado”, para ressaltar que o contato dele com Marcola possivelmente será mínimo.

Além disso, o líder maior do PCC deve ser transferido para outra unidade de segurança máxima. Porém, o novo endereço e a data não foram divulgados. A medida ocorre depois que o setor de inteligência das penitenciárias federais identificou um plano em andamento para sequestrar e matar policiais penais federais.

Como Fuminho foi preso?
Antes de ser detido, Gilberto Aparecido dos Santos estava na lista do Ministério da Justiça e Segurança Pública como um dos criminosos mais procurados do Brasil.

Ele foi preso em 13 de abril de 2020, em Maputo, capital de Moçambique, na África. O homem voltou ao Brasil em um avião da FAB (Força Aérea Brasileira).

Para especialistas em segurança pública, a prisão do homem foi um “terremoto para o equilíbrio interno do PCC”, uma vez que os negócios da facção já haviam sido impactados com a pandemia de Covid-19.

No momento da prisão, Fuminho estava em um condomínio da capital moçambicana. O acusado foi capturado por meio de uma ação conjunta da PF com o DEA (Órgão de Combate às Drogas, na tradução do inglês), do Departamento de Justiça dos EUA, e a polícia do país africano.

As investigações da PF mostram que Fuminho é o braço-direito de Marcola. Ele estava foragido das autoridades brasileiras havia 21 anos.

Fuminho foi denunciado à Justiça como o responsável por mandar matar Rogério Jeremias de Simone, Gegê do Mangue, e Fabiano Souza, o Paca, em fevereiro de 2018 em Aquiraz, na região metropolitana de Fortaleza. Parte da cúpula do PCC, a dupla era suspeita de desviar dinheiro da organização criminosa.

Fonte: r7

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Segurança

Exército e Polícia Civil do Rio localizam mais duas metralhadoras .50 furtadas do arsenal de guerra

por Redação 1 de novembro de 2023

O Exército brasileiro e a Polícia Civil do Rio de Janeiro localizaram, na madrugada desta quarta-feira (1º), mais duas metralhadoras .50 furtadas do Arsenal de Guerra da Força Armada no quartel de Barueri, na Grande São Paulo. Sete militares são suspeitos de desviar as armas — no total, 20 respondem a processo interno.

Além das duas armas de guerra, foi achado um fuzil de calibre 7.62 que não fazia parte do conjunto de armas desaparecidas do quartel paulista. A origem dele ainda será investigada.

Com a operação desta madrugada, 19 das 21 armas furtadas foram recuperadas — duas metralhadoras .50, capazes de derrubar aeronaves e perfurar carros-fortes, permanecem sumidas.

O CMSE (Comando Militar do Sudeste) fará um pronunciamento hoje à tarde, em São Paulo, para explicar as circunstâncias da localização do armamento.

Metralhadoras .50 e fuzis 7.62
O sumiço de 21 armas do Exército brasileiro — 13 do modelo .50 e nove de calibre 7.62 — foi constatado no dia 10 de outubro. A suspeita é que tenham sido furtadas do quartel de Barueri, na região metropolitana de São Paulo, no dia 7 de setembro, quando a inspeção e a vigilância são menos rígidas por conta das comemorações da Independência.

Nos dias seguintes, os militares do Exército e homens das polícias Civil e Militar de São Paulo e Rio de Janeiro empreenderam várias operações para localizar os armamentos.

No dia 19 de outubro, oito armas furtadas foram apreendidas pelos policiais da DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes) na Gardênia Azul, na zona oeste do Rio de Janeiro. Eram quatro metralhadoras .50 e quatro de calibre 7.62.

Dois dias depois, a Polícia Civil de São Paulo achou mais nove armas — cinco .50 e quatro de calibre 7.62 — em uma poça d’água na área rural de São Roque, na região metropolitana de Sorocaba. Ao chegarem, os agentes de segurança foram recebidos com disparos de arma de fogo pelos suspeitos.

Agora, 19 armas das 21 furtadas já foram encontradas: dez no Rio de Janeiro e nove em São Paulo. Duas metralhadoras .50 continuam desaparecidas.

Leia a nota do Exército na íntegra:
“O Comando Militar do Sudeste (CMSE) informa que, no prosseguimento das ações integradas com o Comando Miliar do Leste e a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, na madrugada do dia 1º de novembro, foram recuperados mais 2 Metralhadoras calibre .50 e um Fuzil calibre 7.62 no Rio de Janeiro. Foram recuperadas ao total 19 das 21 metralhadoras furtadas do Arsenal de Guerra de São Paulo. Sobre o Fuzil calibre 7.62, a origem do armamento está sendo investigada.

Maiores detalhes da ação realizada serão passados em um pronunciamento hoje no Comando Militar do Sudeste às 15 horas.

O Exército considera o episódio inaceitável e seguirá realizando todos os esforços necessários para recuperação de todo o armamento no mais curto prazo e a responsabilização de todos os autores.”

Fonte: r7

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Segurança

Metralhadoras do Exército negociadas com PCC são do mesmo modelo usado pelo Hamas

por Redação 25 de outubro de 2023

A metralhadora calibre 7.62, um dos modelos furtados do Arsenal de Guerra do Exército em Barueri, na região metropolitana de São Paulo, já foi vista com terroristas do grupo Hamas, que estão em guerra com Israel na região da Faixa de Gaza.

O armamento tinha como destino o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho). Segundo especialistas, esse tipo de metralhadora interessa às facções criminosas pelo seu poder de destruição e costuma ser utilizado em roubos a carros-fortes.

Adotada pelas Forças Armadas, a metralhadora MAG 7.62, de origem belga, é conhecida pela alta velocidade dos tiros e pela grande reserva de potência, segundo o manual do armamento.

Pesando mais de 10 kg, esse modelo de arma pode ser utilizado com um tripé, apoiado no chão, ou montado em veículos, aeronaves e embarcações.

A MAG 7.62 pode atingir um alvo a quase 4 km de distância, e a velocidade inicial do tiro é de 840 m/s.

Quando o projétil alcança a distância de 2 km, a velocidade cai para 188 m/s. Mesmo assim, o tiro tem capacidade de matar uma pessoa, de acordo com o manual.

No total, 21 armas de calibre 7.62 e .50 foram levadas do Arsenal de Guerra. O sumiço foi notado após uma inspeção de rotina, realizada em 10 de outubro.

Quatro metralhadoras .50 e outras quatro 7.62 foram recuperadas no Rio de Janeiro na última quinta-feira (19). No sábado (21), outras cinco metralhadoras .50 e quatro 7,62 foram localizadas em uma zona de mata em São Roque, no interior do estado de São Paulo.

Quatro armas continuam desaparecidas.

Nesta terça-feira (24), após a evolução das investigações, o Exército liberou os últimos 40 militares que estavam aquartelados no Arsenal de Guerra.

Fonte: r7

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Segurança

Jurado de morte, homem que diz ser ex-integrante do PCC revela detalhes da facção e alerta jovens

por Redação 17 de outubro de 2023

Um homem, identificado como Frank e que diz ser ex-integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital), maior facção criminosa do país, abriu um perfil em uma rede social no qual compartilha detalhes sobre a organização, com o objetivo, segundo ele, de alertar jovens. A primeira publicação foi feita nesta segunda-feira (16) e acumulou mais de 295 mil visualizações — assista ao vídeo abaixo.

Frank afirma que está jurado de morte desde que deixou o seu cargo na “sintonia”, setor responsável por tomar decisões e dar ordens a outros faccionados, e, desde então, se muda e se esconde em diversas casas.

“Eu era a sintonia geral da lista negra dos estados internos e externos. Tinha planilhas, dados de muitos integrantes. Sei como funciona, então não aceitaram que eu saísse”, explicou.

@ex.integrante_do_pcc Vou falar tudo #pcc #sintoni #franck #facçao #policia #exintegrante #foy #fyp #fypシ #fypシ゚viral #fypage #vira #viral ♬ Sequência da Dz7 – MC Menor Do Alvorada & TRASHXRL

O ex-integrante da facção afirma que faz os vídeos porque não tem mais nada a perder. “Vou morrer de qualquer jeito, daqui a pouco vão deixar outro cara igual a mim no lugar, outro Frank, que com 16 anos viu no crime uma oportunidade de ganhar dinheiro e sustentar a família”, revelou.

O homem conta que hoje, aos 31 anos, após passar por vários cargos até estar entre os líderes, cansou de precisar viver com medo, ter que andar armado e dormir só de dia. Ele ainda explica que, na época em que entrou para o PCC, acreditava no estatuto e na revolução que a facção tanto pregava.

Drogas, luxo e política: qual é a realidade?
Frank nega que tenha traído a facção durante os anos de “carreira”, mas que talvez esteja fazendo isso agora por falar a verdade, mas que precisava mostrar a realidade.

O PCC, segundo o ex-integrante, não é só o que mostram nos videoclipes dos MCs, com muito dinheiro, luxo e diversão, ou o que a polícia fala a respeito da questão da facção com o tráfico de drogas.

“Eles estão até dentro da prefeitura, tem senador e prefeito integrante. Vereador, então… é o que mais tem”, revela.

Para Frank, o PCC é um setor político, diferente do Comando Vermelho, que investe em armas porque quer guerra.

“É tipo um sistema político, uma revolução. Foi nisso que acreditei, mas depois começaram a batizar menor de idade, comecei a ter que ficar isolado em chácaras, ir para o Paraguai, ficar longe da minha família, dos meus filhos”, menciona.

Mas dá para sair do PCC?
A saída do PCC, na maioria das vezes, é a morte, conforme afirmam especialistas que estudam a facção há anos. O ex-integrante, porém, revela que há duas saídas para um batizado: ser diagnosticado com uma doença que impossibilite a pessoa de realizar os serviços ou se ele decidir ir para a igreja.

Porém, a pessoa passa a ser monitorada pelos faccionados. “Foi para a igreja e está fumando cigarro, maconha, frequentando baile funk ou bebendo, vai ser cobrado”, conta.

Emocionado, Frank ressalta que foi uma criança, um ser humano bom um dia, mas que se corrompeu. “Não quero ser a vítima. Meus motivos foram o caminho fácil, falta de vergonha na cara e de ouvir meu pai e minha mãe.”

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MundoSegurança

Traficante apontado como maior fornecedor de cocaína do PCC é preso na Colômbia

por Redação 21 de agosto de 2023

A Polícia Nacional da Colômbia confirmou a prisão, em Medellín, de Hugo Orlando Sánchez Jiménez, mais conhecido como Romário. Jiménez é apontado como o principal fornecedor de cocaína da facção criminosa brasileira Primeiro Comando da Capital (PCC).

Nascido em Ibagué, Tolima, Jiménez, de 54 anos, constava na lista vermelha da Interpol em mais de 190 países.

Era da responsabilidade de Jímenez coordenar a produção significativa de cocaína na Bolívia, Peru e Colômbia. A droga era posteriormente enviada por aeronaves particulares a São Paulo e, de lá, distribuída por via marítima a diversas nações da Europa e África.

Descrito pelas autoridades como um dos “narcos invisíveis”, a ele é atribuída a entrega de mais de 300 kg de droga de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, à organização PCC. A facção está ligada ao assassinato do promotor paraguaio Marcelo Pecci, ocorrido em 10 de maio de 2022, em praias próximas a Cartagena, segundo a imprensa colombiana.

A operação, batizada de Arcadia, contou com a colaboração da Polícia da Colômbia, do Centro de Cooperação Policial Internacional do Rio de Janeiro e da Polícia Federal brasileira. O êxito da missão se deu graças ao rastreamento e identificação de novas operações do tráfico de drogas.

Fonte: r7

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Segurança

Helicóptero, escolta e mais de 90 policiais: veja imagens da ida de Marcola a hospital do DF

por Redação 4 de agosto de 2023

Um dos mais famosos internos do sistema prisional brasileiro, Marco Willians Herbas Camacho, mais conhecido como Marcola, mobilizou mais de 90 policiais de diversas áreas de segurança para realizar sua escolta até o Hospital Regional do Gama (HRG), localizado a cerca de 40 km do presídio federal no qual o líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) está preso desde janeiro deste ano, após ser transferido de Porto Velho, a capital de Rondônia.

Imagens mostram que os policiais estavam com armamento pesado e que Camacho era acompanhado de perto por um deles. Além disso, o preso utilizava um uniforme com os dizerem “Interno” para garantir a identificação.

Uma testemunha gravou também os homens armados que estavam em todo o perímetro da unidade pública de saúde e os presos — Marcola e outro detento que não teve a identidade revelada — que foram levados por um carro do Sistema Penitenciário Federal.

Depois de realizar os exames — uma coleta de sangue e uma endoscopia —, o chefe da facção foi levado para a prisão em um helicóptero. A aeronave levantou voo por volta das 8h30 em um local cercado por grades e policiais.

Transferência
Marcola foi transferido para a capital federal no dia 25 de janeiro após determinação do ministro da Justiça, Flávio Dino. Segundo ele, a mudança foi necessária pela descoberta de um suposto plano para libertar o preso, que estava no complexo federal de Porto Velho.

O chefe do PCC havia sido transferido para a capital de Rondônia em março do ano passado. Ele havia saído exatamente da penitenciária federal em Brasília. Na época, a remoção foi um pedido do governador do DF, Ibaneis Rocha.

O líder da facção criminosa foi transferido na parte da tarde, também com um grande esquema de segurança, que contou com aeronaves, veículos, helicópteros e policiais fortemente armados. Os detalhes — como número de pessoas que participaram e tipo de armamento utilizado — não foram divulgados por questão de segurança.

‘Marcola’
Marco Willians Herbas Camacho tem 55 anos e é apontado como líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Marcola está preso desde 19 de julho de 1999 e já passou por presídios do Distrito Federal, de Rondônia e do Rio Grande do Norte.

Nascido em Osasco, ele é filho de pai boliviano e mãe brasileira. Camacho negou, em um depoimento de 2017, que tenha ligação com a facção e, entre os apelidos que lhe são atribuídos, confirmou apenas ser conhecido como Marcola.

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Segurança

Marcola, apontado como principal líder do PCC, deixa presídio federal e é levado para hospital

por Redação 4 de agosto de 2023

Marcos Willians Herbas Camacho, mais conhecido como Marcola e suspeito de ser o principal líder da maior facção criminosa do Brasil, o PCC (Primeiro Comando da Capital), foi transferido do Presídio Federal de Brasília, onde cumpre pena, para o Hospital Regional de Gama, na manhã desta sexta-feira (4).

Ao R7, Bruno Ferullo, responsável pela defesa de Marcola, informou que o médico particular do detento já havia pedido alguns procedimentos de rotina e, nesta sexta, ele foi submetido a exames de sangue e endoscopia.

Apesar disso, segundo Ferullo, Marcola não teve nenhum problema de saúde. “Eles [a polícia] não avisam ninguém, a gente só sabe depois que acontece”, comentou.

O chefe do PCC soma 342 anos de prisão por crimes como homicídio, tráfico de drogas, formação de quadrilha e roubo.

Em nota, a Secretaria Nacional de Políticas Penais diz que detalhes sobre a saúde dos detentos não são informados por questão de segurança, mas que zela pela integridade dos custodiados e conta com equipe de saúde multidisciplinar — veja a nota na íntegra abaixo.

Veja a nota da Secretaria Nacional de Políticas Penais na íntegra:

“A Secretaria Nacional de Políticas Penais informa que, segundo o Código de Ética Médica e resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM) nº 999/80 de 23 de maio de 1980 e nº 1.605/2000, o sigilo de informações de saúde é simultaneamente direito do paciente e dever do profissional.

Todas as informações de saúde de quaisquer pessoas são sigilosas e privativas; porém, a Senappen reitera que os presos custodiados no Sistema Penitenciário Federal, nos ditames na Lei de Execução Penal, têm toda a assistência necessária de acordo com suas necessidades individuais, inclusive em questões materiais que, dentre outros, prevê o fornecimento de alimentação balanceada, vestuário e instalações higiênicas.

Além de contar com equipe de saúde multidisciplinar composta de médicos, enfermeiros, técnicos, dentistas, psicólogos e assistentes sociais, também há ativo o serviço de telemedicina, em que os privados de liberdade podem se consultar nas especialidades de cardiologia, ortopedia, pneumologia, urologia, dermatologia e psiquiatria.

Quaisquer informações individualizadas de custodiados não são informadas por questões de segurança e/ou legais.

Reforçamos que a Senappen zela pela integridade dos custodiados nas penitenciárias federais e pelo fiel cumprimento da Lei de Execução Penal (LEP).”

Transferência
Marcola foi transferido da penitenciária federal de Porto Velho, no estado de Rondônia, onde estava preso, para o Presídio Federal de Brasília, no Distrito Federal, em 25 de janeiro deste ano.

A operação de transferência foi coordenada pela Secretaria de Políticas Penais do Ministério da Justiça e realizada durante a tarde, sob forte esquema de segurança.

O motivo da mudança de prisão, segundo revelou o ministro de Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, seria um suposto plano de fuga de Marcola da unidade.

Fonte: r7

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