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PCC

São PauloSegurança

Acusado de mandar matar ‘Cara Preta’, chefe do PCC, é preso em condomínio de luxo na Bahia

por Redação 3 de fevereiro de 2023

O empresário Vinícius Gritzbach, de 36 anos, foi preso nesta quinta-feira (2) em um condomínio de luxo de Itacaré, na Bahia. Ele era considerado foragido após a Justiça determinar a prisão preventiva dele sob a acusação de ser o mandante do assassinato de integrantes da alta cúpula do PCC (Primeiro Comando da Capital): Anselmo Santa Fausta, o “Cara Preta”, tido como o principal chefe da facção fora dos presídios em 2021, quando foi morto, e o seu braço direito, conhecido como “Sem Sangue”.

Os membros da cúpula da facção foram mortos em dezembro daquele ano dentro de um carro num cruzamento na zona leste de São Paulo.

Gritzbach, que é empresário da área de segurança, seria o responsável por lavar o dinheiro desse braço da quadrilha, mas teria entrado na mira dos traficantes em razão de suspeitas de que ele estaria desviando valores do PCC.

Um dos homens apontados como executor, Noé Schaum, foi assassinado em 2022. Agora, a polícia procura também o agente penitenciário David Moreira da Silva, que teria sido outro contratado pelo empresário Vinícius Gritzbach para executar os alvos. O agente estaria em Pernambuco.

A prisão de Gritzbach pela polícia baiana se deu após uma visita feita pelo suspeito a Salvador, onde ele se hospedou em um hotel. A investigação conseguiu monitorá-lo em sua volta para Itacaré, onde acabou preso.

Ao chegar à delegacia, o suposto operador do dinheiro do PCC afirmou que já negociava sua entrega. Policiais do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), de São Paulo, deverão ir à Bahia nesta sexta-feira (3) para buscar Gritzbach.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Marcola, líder do PCC, é transferido de Rondônia para o Distrito Federal

por Redação 26 de janeiro de 2023

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, informou que o detento Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, foi transferido nesta quarta-feira (25) da penitenciária federal de Porto Velho para a penitenciária federal de Brasília. Marcola é apontado como um dos principais líderes da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

A operação de transferência foi coordenada pela Secretaria de Políticas Penais do Ministério da Justiça e realizada durante a tarde, sob forte esquema de segurança. O motivo da mudança de prisão, segundo revelou o próprio ministro, seria a existência de um suposto plano de fuga de Marcola da unidade.

“A transferência foi feita de um presídio federal para outro, exatamente visando prevenir um suposto plano de fuga ou resgate desse preso. Portanto, essa operação se fez necessária para garantir a segurança da sociedade”, afirmou Dino em uma entrevista a veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Segundo ele, o preso já está na capital federal.

Marcola havia sido transferido para Rondônia em março do ano passado. Ele havia saído exatamente da penitenciária federal em Brasília. Na época, a remoção foi um pedido do governador do DF Ibaneis Rocha, atualmente afastado do cargo por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), após os atos golpistas de 8 de janeiro, na capital federal.

O líder do PCC já havia passado pela penitenciária federal de Porto Velho em 2019. Marcola acumula condenações que somam mais de 300 anos.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Falsificação de alvarás para soltar detentos é prática do PCC, segundo especialista

por Redação 17 de janeiro de 2023

Um alvará de soltura falsificado enviado à Penitenciária 2 de Presidente Venceslau (SP), na tentativa de libertar um detento, em dezembro, acende o alerta para a possibilidade de que criminosos estejam sendo soltos por meio desse tipo de documento adulterado, sem ter cumprido a pena estipulada. A fraude teria sido idealizada pela facção criminosa PCC para libertar Marcelo Ferraz, conhecido como “Capim”, suspeito de roubar 750 kg de ouro do aeroporto de Guarulhos, em 2019.

Para um policial civil e especialista em ciências policiais, a “falsificação de alvará de soltura é mais comum do que deveria”. O homem, que há anos investiga a atuação da facção e preferiu não ser identificado, disse que as autoridades que atuam na prisão de Presidente Venceslau conseguiram identificar o documento falso, mas “nem sempre isso acontece”. “A consequência disso é o criminoso, que deveria passar anos cumprindo pena, na rua”, afirmou.

O caso de um ex-recluso considerado de “alta periculosidade” pela Justiça Federal de Goiás é um exemplo citado pelo especialista. Leomar Oliveira Barbosa, apontado como braço direito de Fernandinho Beira-Mar, suspeito de comandar a segunda maior facção criminosa do Brasil, o Comando Vermelho, foi solto após a penitenciária onde ele estava ter recebido um alvará falsificado. Somadas as penas, Barbosa deveria cumprir mais de 22 anos de prisão. Mas, desde que foi solto por engano pela administração do presídio, está foragido.

“Eles forjaram um mandado de soltura, que é o alvará, e, o pior, alguém entrou no sistema da penitenciária de Formosa, em Goiás, e apagou os dados. Então, quando chegaram com o documento forjado com a assinatura do juiz, não teve como segurar o cara”, explica o especialista.

O policial civil afirma que é difícil identificar um alvará de soltura falso, pois é necessária uma observação atenciosa da página.

No caso do documento recebido pela penitenciária de Presidente Venceslau para a soltura de “Capim”, as autoridades perceberam que o alvará era falso ao ler na página “Vara Cível” em vez de “Vara Criminal”, que é o correto.

Para o especialista em ciências criminais que afirma que esses erros ocorrem bastante, o necessário seria uma comunicação integrada entre a polícia penitenciária e o Poder Judiciário.

Além disso, ele cita a importância de ter uma lista com a classificação dos criminosos considerados mais perigosos, como Marcola, apontado como o principal chefe do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Processos realizados para um detento obter um alvará de soltura
Em entrevista à reportagem, o advogado criminalista Roberto Guastelli explicou como funcionam os processos para se obter um alvará de soltura. O primeiro passo, segundo ele, é o advogado do detento acionar a Justiça com um pedido de liberdade provisória, que é o alvará.

Essa declaração pode ser solicitada também durante o habeas corpus (medida judicial que protege o suspeito quando ele é ameaçado de alguma forma) perante um Tribunal de Justiça, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou o STF (Supremo Tribunal Federal), “a depender da instância”, explica.

O juiz, então, analisa o processo e pede ao Ministério Público que se manifeste. Com a decisão judicial que concede a liberdade, é expedido o alvará de soltura.

Guastelli ressalta que, em alguns casos, esse documento pode ser expedido antes mesmo do julgamento do detento. “Não é necessário aguardar o processo, porque, às vezes, a pessoa é presa em flagrante ou temporariamente, então o advogado pode entrar com um pedido de revogação ou de relaxamento dessa prisão”, afirma.

O advogado criminalista ainda explica que, atualmente, a maioria dos processos é digital e contém a assinatura eletrônica do juiz. Segundo ele, apesar de ser um sistema “99,9% seguro”, é necessário que sempre sejam checados os sites dos órgãos responsáveis.

“A pessoa pode ter dois mandados de prisão, consegue o alvará de um e no outro ela continua presa, e não há essa checagem”, exemplifica. “É necessário que as autoridades responsáveis verifiquem com o fórum, no Tribunal de Justiça e no Banco Nacional de Mandados de Prisão.”

Ainda segundo Guastelli, o responsável por enviar o documento que vai permitir a liberdade de determinado detento é um escrevente do fórum. “O advogado da pessoa também pode encaminhar o alvará para a penitenciária caso a decisão esteja registrada digitalmente”, afirma.

Quem é o responsável pelo envio desse documento à penitenciária e quais as consequências para a pessoa que falsifica o alvará?
Em nota, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) informou que, “quando a decisão de liberdade é proferida em segunda instância (por exemplo, habeas corpus no TJSP), o cartório do segundo grau em regra comunica ao cartório da primeira instância por meio eletrônico, para que o alvará de soltura seja expedido e assinado pelo juiz de primeiro grau”.

Depois do envio, o diretor do sistema carcerário deve olhar o documento, fazer a checagem necessária e ver se o alvará cumpre todos os requisitos.

Ainda segundo o TJ, a Secretaria de Administração Penitenciária possui “acesso amplo” ao conteúdo dos processos no sistema SAJ, para a conferência do documento. “Os alvarás de soltura devem ser cumpridos em até 24 horas.”

Em caso de falsificação, explica o defensor, será aberto um processo criminal para encontrar o responsável pela expedição do alvará adulterado. “Pode ser o próprio advogado do detento, ou não”, explica.

No Rio de Janeiro, uma advogada foi presa por usar um alvará de soltura falso, em agosto do ano passado. De acordo com as investigações, a mulher fazia parte de uma quadrilha especializada nesse tipo de crime.

Em nota, o Depen (Departamento Penitenciário Nacional) informou que a Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penitenciárias) é o órgão subordinado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que cuida de casos do tipo. A reportagem entrou em contato com a secretaria, mas, até o momento, não obteve retorno.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

PCC falsifica alvará para soltar suspeito de ter roubado carga milionária em aeroporto de SP

por Redação 12 de janeiro de 2023

A Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, recebeu um falso alvará de soltura para a liberação do detento Marcelo Ferraz da Silva, conhecido como “Capim”. A informação foi confirmada pela SAP (Secretaria de Administração Penitenciária).

O homem é suspeito de ter participado do mega-assalto no aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, em julho de 2019. Na ocasião, 750 kg de ouro avaliados em R$ 123 milhões foram roubados.

A secretaria apura se o documento teria sido enviado pela defesa de Capim. De acordo com a administração, depois que as autoridades perceberam que o alvará era falso, notificaram o Poder Judiciário e abriram um boletim de ocorrência.

A Polícia Civil informou que investiga a falsificação do documento, que chegou no último dia 28 em Presidente Venceslau. “Segundo as testemunhas, a penitenciária 2 do município recebeu por e-mail um pedido de alvará de soltura”, informou em nota a Secretaria da Segurança Pública.

O pedido gerou suspeita nos funcionários, que, após terem realizado as consultas pertinentes, constataram que não era possível confirmar a veracidade do documento enviado.

O caso foi registrado como falsificação de documento público na Delegacia Seccional de Presidente Venceslau.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Polícia prende traficante do PCC que estava entre os mais procurados de SP

por Redação 9 de janeiro de 2023

A Polícia Militar de São Paulo prendeu um dos traficantes mais procurados do estado de São Paulo na quarta-feira passada (4). Valter Lima Nascimento, o Guinho, de 42 anos, é considerado pela polícia o braço direito de Gilberto Aparecido dos Santos, o Fuminho, principal fornecedor de drogas para o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores organizações criminosas do mundo. Conforme a polícia, o suspeito era responsável pela conexão entre traficantes da América Latina e a facção.

O mandado de prisão de Valter Nascimento foi expedido em setembro de 2020, com sentença de 20 anos e 5 meses de pena em regime fechado pela prática de tráfico de entorpecentes e associação para o tráfico.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) receberam uma denúncia anônima de que dois veículos estariam envolvidos no tráfico de drogas. Um dos automóveis foi localizado pelo sistema Detecta de radares na marginal Tietê, no sentido da rodovia Castelo Branco.

A partir daí, agentes da Rota começaram as buscas pelo automóvel, que foi flagrado estacionado em frente a uma residência na zona oeste de São Paulo. A prisão foi realizada na praça Vicente Rodrigues, no Butantã.

O suspeito apresentou um documento de identificação falso. Quando os policiais verificaram seu verdadeiro nome, o suspeito confessou que era procurado pela Justiça. Ele já havia sido preso em 2002, 2004, 2006, 2017 e 2019. “A Rota prendeu um dos criminosos mais procurados do país, que atuava no tráfico internacional de drogas e utilizava documentos falsos”, informou a corporação nas redes sociais.

Um celular e documentos foram apreendidos. O caso foi registrado como uso de documento falso e captura de procurado pelo 14º Distrito Policial (Pinheiros).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Megaoperação cumpre 21 mandados de prisão contra célula do PCC no DF

por Redação 18 de novembro de 2022

Uma megaoperação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) cumpre, na manhã desta sexta-feira (18), 21 mandados de prisão e 24 de busca e apreensão contra suspeitos de integrarem a célula brasiliense da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Os agentes atuaram nas regiões de São Sebastião, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Planaltina, Ceilândia e Paranoá, além dos estados de São Paulo, Goiás e Minas Gerais.

Com o apoio do Núcleo de Fiscalização do Sistema Penitenciário do Ministério Público do Distrito Federal (Nupri/MPDFT), a operação também cumpre mandados de prisão preventiva em estabelecimentos prisionais localizados em Brasília, Novo Gama, no Entorno do DF, e Uberlândia (MG).

Segundo as investigações, que ocorrem há cerca de um ano e meio, os alvos da operação são integrantes da organização criminosa responsáveis por delitos como homicídios, roubos, tráfico de drogas e de armas praticados em diversas regiões administrativas do DF.

A polícia afirma que foi possível constatar, em especial, o esforço dos criminosos direcionados ao crescimento da facção na capital federal, tendo as lideranças, inclusive, estabelecido metas para batismos de novos membros.

Além disso, de acordo com os agentes, foi verificado o planejamento de ataques a outras organizações rivais, como forma de garantir o controle do crime nos territórios onde a facção se fez presente.

A operação de hoje contou com o apoio da Divisão de Operações Especiais da PCDF e das polícias civis dos estados de São Paulo, Minas Gerais e do Goiás. Na ação, trabalharam mais de 100 policiais civis.

Marcola
Apontado como líder do PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, mais conhecido como Marcola, foi transferido de Brasília a Porto Velho (RO) em março deste ano. O criminoso ficou cerca de quatro anos na penitenciária de segurança máxima do Distrito Federal. Marcola tem condenações que chegam a mais de 300 anos.

Para dar mais detalhes da operação de hoje, a PCDF fará uma coletiva de imprensa, às 10h desta sexta-feira (18). A entrevista será no auditório do Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (DECOR), localizado no complexo da PCDF.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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