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Tag:

PIB

Economia

BC eleva para 3% previsão de crescimento do PIB neste ano, mas reduz estimativa para 2024

por Redação 21 de dezembro de 2023

O crescimento da economia brasileira em todos os últimos três trimestres fez o BC (Banco Central) elevar de 2,9% para 3% sua aposta de aumento do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano, de acordo com estimativas apresentadas nesta quinta-feira (21) pelo RTI (Relatório Trimestral de Inflação).

Para o ano que vem, no entanto, o documento estima um avanço de 1,7% da soma de todos os bens e serviços finais produzidos no Brasil, projeção menor do que a previsão anterior, de 1,8%.

Para 2023, o BC afirma que a revisão reflete elevações nas projeções para a agropecuária e para o setor de serviços. Os desempenhos positivos tendem a compensar o recuo previsto para a produção industrial neste ano.

A avaliação considera que a projeção para a variação anual de crescimento da agropecuária foi alterada de 13% para 15,5%, enquanto as expectativas para o setor de serviços passaram de 2,1% para 2,5%, após uma desaceleração menor do que a esperada no terceiro trimestre.

Após surpreender o mercado financeiro e crescer 1,4% no primeiro trimestre, guiada pelo bom desempenho da agropecuária (+12,5%), a economia nacional perdeu ritmo. Nos períodos seguintes, o PIB avançou 1% e 0,1%, segundo dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

2024
Para o ano que vem, a projeção menos otimista “reflete recuo nas estimativas para a agropecuária e para a indústria e ligeira alta na previsão para o setor de serviços”, afirma a autoridade monetária.

Entre os setores, a previsão de crescimento da agropecuária recuou de 1,5% para 1%, reflexo das atualizações em prognósticos para a safra do próximo ano, que passaram a indicar produção agrícola menor do que se previa anteriormente.

Para a indústria, a projeção foi revista de 2% para 1,7%, devido, principalmente, à atualização do carregamento estatístico implicada pela divulgação do dado do terceiro trimestre de 2023. Afeta a expectativa a menor previsão para a indústria extrativa, que deve ser diretamente atingida pelos anúncios que não sugerem altas expressivas para o setor de petróleo e minério de ferro.

Fonte: r7

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Economia

Haddad diz que PIB ‘surpreendeu positivamente’ e espera crescimento de 3% para 2023

por Redação 5 de dezembro de 2023

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (5), que o crescimento da economia brasileira no terceiro trimestre “surpreendeu positivamente” e que o governo espera fechar o ano com um crescimento de mais de 3%. A declaração ocorreu após a divulgação do resultado do PIB (Produto Interno Bruto) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de crescimento de 0,1% no período. A expectativa do mercado era de retração de 0,3%.

O ministro disse que a redução das taxas de juros contribui para que a economia cresça, mas que, para isso, o Banco Central “precisa fazer o trabalho dele”. O Brasil atingiu taxas de juros elevadas em junho, mas houve queda a partir de agosto. No início de novembro, o BC reduziu pela terceira vez seguida a taxa básica de juros, de 12,75% para 12,25% ao ano.

“O PIB surpreendeu positivamente. Ele cresceu, e o mercado estava esperando uma retração. Tivemos um PIB positivo, mas fraco. Com os cortes nas taxas de juros, nós esperamos que nós fechemos o PIB em mais de 3% de crescimento e esperamos um crescimento na faixa de 2,5% no ano que vem”, disse o ministro.

PIB
Dados do IBGE mostram que a economia brasileira cresceu 0,1% no terceiro trimestre, na comparação com os três meses anteriores. Apesar da desaceleração, o PIB — soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país — está 7,2% acima do nível pré-pandemia, registrado no último trimestre de 2019.

Em valores finais, a economia nacional produziu R$ 2,741 trilhões entre julho e setembro, desempenho 3,2% melhor na comparação com o mesmo período do ano passado, mostra o Sistema de Contas Nacionais Trimestrais (SCNT). Segundo o IBGE, os setores agrícola e de investimentos foram os que tiveram mais quedas.

Nesta terça-feira, o governo divulgou uma nota técnica para informar que o resultado do PIB surpreendeu novamente as expectativas do mercado e registrou crescimento acima do previsto. “Comparativamente ao esperado na margem, destacou-se, sobretudo, a menor retração do setor agropecuário e a maior expansão de serviços, beneficiada pela desaceleração menos acentuada do que a inicialmente projetada para comércio e atividades financeiras”, diz um trecho do documento.

“Pela ótica da demanda, as variações verificadas para o consumo das famílias também surpreenderam para cima. A desaceleração do PIB na margem, de 1% no segundo trimestre de 2023 para 0,1% no no terceiro trimestre, é explicada tanto pelo menor dinamismo de atividades mais cíclicas como pela retração do setor agropecuário, menos cíclico”, prossegue a nota.

Fonte: r7

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Economia

Economia recua em setembro e fecha o 3º trimestre com queda de 0,64%, mostra prévia do PIB

por Redação 17 de novembro de 2023

Depois de encolher em agosto, a economia brasileira recuou 0,06% em setembro e encerrou o terceiro trimestre com queda de 0,64%, de acordo com dados publicados nesta sexta-feira (17) pelo BC (Banco Central).

A variação do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), conhecido por antecipar o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) — soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país —, confirma a desaceleração do crescimento da economia nacional.

A alta faz o indicador figurar em 146,42 pontos na série dessazonalizada (livre de influências) em setembro, ante os 146,51 pontos apurados no mês anterior. Com a oscilação, o IBC-Br figura no menor nível desde maio (146,74 pontos), mas ainda acumula aumento de 2,77% neste ano e de 2,5% nos últimos 12 meses.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o resultado para setembro representa alta de 0,32%. Já em relação ao terceiro trimestre de 2022, o desempenho econômico é 0,78% melhor do que o do mesmo período deste ano.

Os dados do IBC-Br são coletados de uma base similar à do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), órgão responsável pelo indicador oficial sobre o crescimento econômico. A evolução oficial do desempenho da economia entre julho e setembro tem divulgação prevista para o dia 5 de dezembro.

No segundo trimestre, quando a economia brasileira surpreendeu ao crescer 0,9% na comparação com os três meses anteriores, a prévia do BC mostrava um avanço de 0,43% da atividade econômica no mesmo período.

Segundo as projeções mais recentes dos analistas financeiros, o Brasil vai fechar 2023 com um crescimento econômico de 2,89%, alta guiada pelo desempenho positivo do agronegócio nos primeiros meses do ano. Para o segundo semestre e o próximo ano, as previsões sinalizam uma desaceleração.

Fonte: r7

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Economia

Banco Central eleva para 2,9% projeção de crescimento do PIB neste ano

por Redação 28 de setembro de 2023

O crescimento acima do esperado da economia brasileira nos primeiros dois trimestres fez o BC (Banco Central) elevar de 2% para 2,9% sua aposta de aumento do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano, de acordo com estimativas apresentadas nesta quinta-feira (28) pelo RTI (Relatório Trimestral de Inflação).

“A revisão decorre da elevada surpresa positiva no segundo trimestre e, em menor medida, de previsões ligeiramente mais favoráveis para a evolução da indústria, de serviços e do consumo das famílias no segundo semestre”, afirma o documento.

Sob a ótica da oferta, o BC afirma que a revisão positiva reflete, principalmente, a elevação nas projeções para a agropecuária (de 10% para 13%), com melhora dos prognósticos de colheita de soja, de milho e de cana-de-açúcar, e o crescimento do abate de animais no primeiro semestre, maior do que o antecipado. Ainda assim, é estimada uma desaceleração do setor ao longo do segundo semestre.

“Apesar da contribuição bastante positiva da agropecuária para o resultado do PIB no ano, o setor deve contribuir negativamente para as variações trimestrais do PIB ao longo do segundo semestre, sobretudo no terceiro trimestre, visto que a maior parte da colheita dos produtos com os maiores crescimentos anuais ocorreu na primeira metade do ano”, afirma o RTI.

Para a indústria, a previsão foi alterada de 0,7% para 2%, com melhora nos prognósticos para a construção. Já o ramo de serviços, responsável por 70% de toda a produção nacional, a projeção de alta foi revista de 1,6% para 2,1%, com melhora das expectativas para todas as atividades, com exceção de comércio, ainda bastante influenciado pelo desempenho da indústria de transformação.

A projeção para a variação das exportações em 2023 também foi revisada, de 3,7% para 6,7%, após prognósticos mais favoráveis para o embarque de produtos agropecuários e da indústria extrativa. A previsão para as importações, por sua vez, permanece estável em relação a 2022.

Para 2024, é projetado um crescimento de 1,8% da economia nacional. A estimativa leva em conta os avanços da agropecuária (+1,5%), da indústria (+2%) e dos serviços (+1,8%). “A base de comparação elevada de 2023, ano de safra recorde de grãos, contribui para a expectativa de alta mais modesta para a agropecuária em 2024”, prevê o documento.

Demanda doméstica
A revisão do BC também considera alta nas previsões para o consumo da família e do governo e recuo na estimativa para o desempenho da FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo).

A elevação da renda das famílias no segundo trimestre, resultante de crescimento dos rendimentos do trabalho e de benefícios sociais, e o recuo na taxa de poupança dos consumidores também são citados como estímulos para a revisão.

Para os próximos meses, no entanto, espera-se moderação no ritmo de crescimento da renda das famílias, com menor contribuição de benefícios sociais. Ao mesmo tempo, o BC avalia com cautela o aumento dos pagamentos líquidos das famílias às instituições financeiras e os níveis de endividamento.

“Diante desse cenário, espera-se que o consumo das famílias continue avançando no segundo semestre, porém em menor ritmo do que o observado no primeiro”, estima o Banco Central.

Fonte: r7

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Economia

Lula afirma que ‘FMI vai errar as previsões’ sobre o Brasil, ‘porque país vai crescer mais’

por Redação 1 de agosto de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (1º) que o Fundo Monetário Internacional (FMI) “vai errar todas as previsões sobre o PIB” brasileiro, porque o país vai crescer mais do que o previsto (veja vídeo abaixo). A declaração foi dada durante o programa Conversa com o Presidente. “O mundo vai se surpreender com o Brasil. O FMI vai errar as previsões, porque o país vai crescer mais do que eles tinham previsto.”

“Nós vamos colher muita coisa nesse país porque nós plantamos corretamente, estamos adubando corretamente, e o dinheiro vai circular na mão de milhões de brasileiros”, disse o chefe do Executivo.

O presidente contou que chegou a rechaçar a possibilidade de números ruins para a economia brasileira em conversa com a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva. Em relatório divulgado em abril, o FMI reduziu a perspectiva de crescimento econômico do Brasil para 0,9% em 2023, bem abaixo do cenário estimado para a América Latina e o Caribe.

“Eu estava em Hiroshima, e lá fomos nós em um jantar oferecido pelo primeiro-ministro japonês. Lá eu encontrei a diretora-geral do FMI [Kristalina Georgieva] e eu falei para ela: ‘Você vai se surpreender com o Brasil. É bom vocês não ficarem citando número do Brasil porque você vai se surpreender. O Brasil vai crescer mais do que a previsão do FMI’”, contou Lula.

Em versão atualizada do relatório “Perspectiva econômica global”, divulgada na última terça-feira (25), o FMI passou a ver uma expansão de 2,1% do Produto Interno Bruto brasileiro neste ano, um aumento de 1,2 ponto percentual em relação à estimativa anterior. O resultado se deve ao forte desempenho da produção agrícola do país no primeiro trimestre. Ainda assim, o fundo reduziu a projeção de crescimento para 2024 em 0,3 ponto percentual, para 1,2%.

Durante a live, o presidente ressaltou que o objetivo do governo federal é promover um “crescimento distributivo”, usando a inclusão social como “mola mestra” do desenvolvimento.

“Quando o povo percebe que a economia está funcionando, os empregos começam a aparecer, o salário começa a aumentar, a inflação começa a cair, as pessoas começam a perceber que as coisas estão melhorando para elas individualmente. Ao mesmo tempo, ela percebe que, se está melhorando para ela, está melhorando para o seu vizinho”, considerou.

Otimismo na economia
Na última semana, a agência de classificação de risco Fitch elevou a nota de crédito de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil para BB, frente ao BB- registrado anteriormente, com perspectiva estável. De acordo com o relatório da agência, a elevação “reflete um desempenho macroeconômico e fiscal melhor do que o esperado em meio a sucessivos choques nos últimos anos”.

A decisão foi comemorada pelo Ministério da Fazenda, que afirmou em nota que a elevação da nota de crédito brasileira é um reconhecimento dos “esforços do governo pela melhora do ambiente econômico”.

O clima otimista na economia contribui para a expectativa de que o Banco Central reduza a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 13,75% ao ano. No último relatório do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC admitiu a possibilidade de baixar a taxa básica de juros, que está em seu maior patamar desde 2017. Segundo analistas do mercado financeiro, o corte inicial deve ser de 0,25 ponto percentual, a ser anunciado após reunião nesta quarta-feira (2).

Fonte: r7

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EconomiaBrasil

Banco Mundial critica incentivos tributários à Zona Franca de Manaus

por Redação 10 de maio de 2023

Em seu primeiro relatório econômico sobre a Amazônia brasileira, o Banco Mundial criticou os benefícios tributários concedidos à Zona Franca de Manaus e, em meio a debates no governo para aprovar a reforma tributária, defendeu uma revisão desses incentivos, tratados como ineficientes.

No relatório publicado nesta terça-feira (9), a instituição multilateral que financia projetos de países em desenvolvimento ainda se posicionou favoravelmente à adoção de salvaguardas ambientais na assinatura do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

As avaliações fazem parte do documento “Equilíbrio delicado para a Amazônia Legal Brasileira”, que também conclui que a floresta, mantida em pé, gera mais valor do que a renda privada de agricultura extensiva, mineração e extração de madeira na região. O Banco propõe mudanças no modelo econômico para conciliar desenvolvimento e preservação.

Segundo o relatório, cerca de 28 milhões de brasileiros vivem em Estados amazônicos, dos quais mais de um terço são pobres e residem, em sua maioria, em áreas urbanas. O Banco Mundial afirma que os benefícios fiscais a atividades industriais na Amazônia não ajudaram a estimular o crescimento da produtividade e devem ser reavaliados, ressaltando que oferecer mais incentivos tributários para as empresas não é a solução.

Com os benefícios fiscais aos fabricantes instalados na Zona Franca, o governo abre mão de arrecadar aproximadamente R$ 24 bilhões ao ano, segundo dados da Receita Federal. Segundo o documento, apesar do alto custo fiscal, o Amazonas vem perdendo competitividade e encontra cada vez mais dificuldade para atrair novas empresas, além de ver uma redução do número de empregos na indústria.

“Se conseguirmos reduzir o custo da logística para o estado do Amazonas, o ganho seria muito maior do que os incentivos e os subsídios oferecidos, há muito espaço para essa transformação estrutural”, disse Marek Hanusch, economista líder e coordenador do relatório do Banco Mundial.

No debate sobre a reforma tributária, membros do Ministério da Fazenda afirmam que não haverá mudança traumática na Zona Franca. Qualquer sinal de alteração nas regras da região, que conta com isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), costuma sofrer forte lobby contrário de empresários e parlamentares do Amazonas.

O documento também menciona a necessidade de abertura comercial do Brasil, uma das “economias mais fechadas do mundo”, o que atrairia investimentos estrangeiros e ampliaria a produtividade, reduzindo a pressão sobre as florestas.

“É possível combinar a elevação dos padrões de vida e a preservação das florestas em pé num modelo de desenvolvimento que promova, ao mesmo tempo, a produtividade urbana e rural, a proteção florestal e meios sustentáveis de subsistência para a população”, diz.

Em meio à tentativa do governo de concluir o acordo entre Mercosul e União Europeia, enquanto países europeus pressionam o Brasil a se comprometer com regras de preservação, o Banco Mundial defendeu as exigências ambientais.

“Várias salvaguardas ambientais destinam-se a reduzir os impactos desse acesso aprimorado ao mercado sobre o desmatamento. Os efeitos dessas salvaguardas variam conforme o caso: é importante que elas sejam implementadas e aplicadas adequadamente”, afirma o documento.

O relatório também sugere foco em infraestrutura e logística sustentáveis, além de reformas para remover distorções de mercado, como os subsídios. Defende ainda a efetiva implementação do Código Florestal e fiscalização para combater o desmatamento.

Para o Banco Mundial, também é preciso revisar os mecanismos de crédito rural, concentrando o apoio fiscal em agricultores menores e mais produtivos, além de estimular a bioeconomia e ampliar sistemas de proteção social.

O documento ainda destaca a importância de instrumentos de financiamento para conservação da região, citando os mercados de carbono e empréstimos vinculados a proteção ambiental. “É possível criar uma Amazônia Legal econômica, ambiental e culturalmente rica, mas o tempo já está se esgotando, e são necessárias ações urgentes para que isso se torne realidade”, diz.

Floresta em pé
O Banco Mundial calcula que a Floresta Amazônica brasileira, mantida em pé, gera anualmente um valor estimado de 317 bilhões de dólares, cifra até sete vezes maior do que a renda da exploração privada de recursos naturais na região.

A instituição enfatiza que a estimativa dos ganhos gerados pela proteção da floresta não é exata e, por isso, foi feita uma projeção “altamente conservadora”, o que significa que o valor efetivo da preservação pode ser muito maior.

Os ganhos indiretos globais com a proteção da floresta respondem pela maior fatia do valor, com 285 bilhões de dólares ao ano. Desse montante, US$ 210 bilhões dizem respeito ao armazenamento de dióxido de carbono pela floresta, US$ 65 bilhões com a disponibilização de biodiversidade e cobertura florestal a gerações futuras e US$ 10 bilhões com inovações farmacêuticas.

Em relação aos ganhos indiretos regionais, o Banco Mundial estima receitas de US$ 7,5 bilhões na agropecuária, como na polinização para a agricultura, e US$ 12,5 bilhões em redução de inundações, secas e queimadas. Há ainda o ganho privado direto, estimado em US$ 12 bilhões ao ano, como extração de madeira com técnicas de baixo impacto e produção de castanhas, borracha e outros produtos.

As cifras relacionadas à preservação se contrapõem à renda da exploração na região amazônica baseada na derrubada da floresta –ganhos estritamente privados. A receita anual varia de US$ 43 bilhões a US$ 98 bilhões, considerando atividades de agropecuária, extração de madeira e mineração, calcula o Banco Mundial.

“Temos que evitar que a Amazônia chegue a esse ponto de inflexão após o qual não seria mais possível recuperar o que foi perdido”, afirma Hanusch.

Copyright © Thomson Reuters.

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GuarulhosBrasilEconomia

Produção industrial volta a crescer e acumula alta de 0,2% no primeiro trimestre

por Redação 10 de maio de 2023

Depois de abrir 2023 com duas quedas consecutivas, a produção industrial no Brasil cresceu 1,1% em março, mostram dados apresentados nesta quarta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A alta é a maior apurada desde outubro do ano passado (+1,3%).

O avanço foi suficiente para reverter os resultados negativos contabilizadas em janeiro e fevereiro. Assim, o segmento responsável por cerca de 20% do PIB (Produto Interno Bruto) acumula alta de 0,2% no primeiro trimestre, na comparação com os últimos três meses de 2022.

Apesar da melhora em março, os números da PIM (Pesquisa Industrial Mensal) indicam que a recente sequência ruim coloca a produção do setor em um patamar 1,3% abaixo do apurado em fevereiro de 2020, o último mês sem os efeitos da pandemia na atividade econômica nacional.

“Há uma melhora de comportamento da produção industrial, especialmente considerando esse crescimento de magnitude mais elevada, mas ainda está longe de recuperar as perdas do passado recente”, avalia André Macedo, gerente responsável pela pesquisa.

Os recentes dados ruins da indústria surgem em meio ao elevado patamar da taxa básica de juros, que tem motivado críticas do governo à diretoria do BC (Banco Central). Para a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a manutenção da taxa Selic no maior patamar dos últimos seis anos é “equivocada” e “apenas traz custos adicionais para a atividade econômica”.

“Ainda permanecem no nosso escopo de análise as questões conjunturais, como a taxa de juros em patamares mais elevados, que dificultam o acesso ao crédito, a taxa alta de inadimplência e o maior nível de endividamento por parte das famílias, assim como o grande número de pessoas fora mercado de trabalho e a alta informalidade”, analisa Macedo.

Segmentos
Das 25 atividades investigadas pela pesquisa, 16 avançaram em março, na comparação com fevereiro. As principais influências para o resultado positivo do mês partiram dos ramos de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+1,7%), máquinas e equipamentos (+5,1%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (+6,7%).

De acordo com Macedo, a alta do setor de setor de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis é originada em uma base de comparação depreciada devido às perdas contabilizadas pelo ramo em janeiro e dezembro. “Também podemos destacar o aumento na produção de itens como gasolina automotiva e óleo diesel entre os fatores que impulsionaram esse crescimento”, afirma o pesquisador.

Ainda no campo positivo, outros destaques foram os setores de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (3,2%), de outros equipamentos de transporte (4,8%), de produtos químicos (0,6%), de couro, artigos para viagem e calçados (2,8%) e de produtos de minerais não metálicos (1,2%).

Por outro lado, o segmento de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,7%) exerceu a principal influência entre as oito atividades que recuaram no mês. O setor havia crescido por três meses consecutivos, acumulando ganho de 13,5% no período. Os setores de móveis (-4,3%) e de produtos de metal (-1,0%) também se destacaram entre as quedas.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Brasil fecha 2022 com as contas no azul pela primeira vez em 9 anos

por Redação 30 de dezembro de 2022

Pela primeira vez desde 2013, o governo brasileiro vai encerrar o ano com um resultado primário positivo, o que representa um superávit das contas do Tesouro Nacional, da Previdência Social e do Banco Central.

Conforme as estimativas mais recentes do Tesouro Nacional, o saldo positivo primário de 2022 vai corresponder a 0,4% do PIB (Produto Interno Bruto), fruto de uma receita líquida de 18,8% do total de riquezas nacionais e de uma despesa estimada em 18,8%.

“Se confirmada, a projeção para o resultado primário [que exclui despesas financeiras] será a melhor em oito anos. Desde 2014, o Brasil apresentava saldo negativo [déficit] nas contas públicas”, escreveu o ministro da Economia, Paulo Guedes, em uma rede social.

Pedro Afonso Gomes, economista e presidente do Corecon-SP (Conselho Regional de Economia de São Paulo), explica que o resultado positivo é decorrente do aumento da arrecadação em meio ao processo de retomada econômica e ao corte de inúmeras despesas orçamentárias.

“Nos últimos meses, alguns setores da economia cresceram um pouco e, mesmo ainda abaixo no patamar pré-pandemia, começaram a gerar e pagar impostos. Esse movimento aumenta a receita do governo”, afirma Gomes.

O Tesouro Nacional afirma que “eventos não recorrentes”, como as receitas de dividendos da Petrobras e as concessões decorrentes da privatização da Eletrobras, ou arrecadações associadas a um ciclo favorável de commodities, também ajudam a explicar o resultado positivo.

Gomes recorda ainda o corte de 6,74 bilhões do Orçamento anunciado pelo governo federal para cumprir o teto de gastos. “Quando você reduz as despesas, há um superávit ou um déficit menor, porque você gastou menos, em termos reais, do que deveria. Isso reflete negativamente, principalmente nas áreas de assistência social”, lamenta ele.

No acumulado dos 12 meses finalizados em novembro, o superávit primário do setor público consolidado atingiu R$ 137,9 bilhões, o equivalente a 1,4% do PIB, de acordo com dados do BC (Banco Central).

Próximos anos
Para o ano que vem, as projeções do Tesouro Nacional já citaram o resultado negativo equivalente a 1,1% do PIB nas contas do governo central, com um retorno das contas públicas ao campo positivo apenas em 2026.

Gomes, no entanto, afirma que as projeções ainda podem ser revertidas. “Não há dúvida de que, em 2023, vai haver um déficit. Isso só não vai acontecer se houver um aquecimento rápido da economia, porque a retomada muito forte aumentaria as receitas, como aconteceu neste ano”, observa.

O presidente do Corecon-SP também demonstra otimismo para os próximos anos. Ele diz ver com bons olhos o “arco de alianças” formado pela equipe do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, com empresários e trabalhadores para a elevação da confiança na economia nacional.

“A confiança é a principal sinalização da economia, porque os investidores e financiadores não põem o dinheiro deles se não houver otimismo. O mesmo acontece com os empresários, que não imobilizam seus recursos sem confiança, e com os trabalhadores, que só fazem sacrifícios com a previsão de que a vida mais para frente será melhor”, afirma.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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CidadeEconomiaGuarulhos

Guarulhos sobe da 11ª para a 9ª posição no PIB nacional

por Redação 17 de dezembro de 2022

A cidade de Guarulhos subiu da 11ª para a 9ª posição entre as maiores economias do país, com um PIB de R$ 65,85 bilhões ao final de 2020, contra R$ 65,15 bilhões em 2019. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (16) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A primeira colocação é da cidade de São Paulo, seguida por Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte.

A evolução de Guarulhos no ranking é constante desde que a atual administração assumiu, em 2017. No final do ano anterior Guarulhos era o 12º maior PIB do país, posição que se manteve em 2017 e 2018. Contudo, em 2019 já era o 11º e em 2020 (último dado disponível) passou para a 9ª posição. Na comparação com cidades do Estado de São Paulo também houve crescimento: Guarulhos passou de 4ª a 3ª economia estadual desde 2016, e no ranking divulgado nesta sexta ultrapassou Campinas, ficando atrás apenas da Capital e de Osasco.

“A nova pesquisa do IBGE mostra a força da cidade e nossa capacidade de gestão ao longo de 2020, o primeiro ano de pandemia. Muitas cidades verificaram queda na participação no PIB nacional, mas Guarulhos cresceu”, comentou o prefeito Guti.

O chefe do Executivo refere-se ao dado do instituto que mostra que Guarulhos apresentou crescimento em sua participação no PIB nacional, que em 2020 era de 0,87%, enquanto que São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte perderam participação. Nesse quesito, Guarulhos também superou Campinas, que naquele ano tinha 0,86% de participação no PIB do país.

PIB per capita

O PIB per capita, ou seja, o Produto Interno Bruto dividido pela quantidade de habitantes de uma determinada região, também apresentou um crescimento substancial desde 2016 em Guarulhos. Ao final daquele ano o PIB per capita da cidade era de R$ 39.709,82, menor até do que o de 2014 (R$ 40.052,05). A partir de 2017, contudo, a elevação foi constante, culminando em R$ 47.301,43 ao final de 2020.

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