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POLÍCIA FEDERAL

MundoSegurança

Traficante apontado como maior fornecedor de cocaína do PCC é preso na Colômbia

por Redação 21 de agosto de 2023

A Polícia Nacional da Colômbia confirmou a prisão, em Medellín, de Hugo Orlando Sánchez Jiménez, mais conhecido como Romário. Jiménez é apontado como o principal fornecedor de cocaína da facção criminosa brasileira Primeiro Comando da Capital (PCC).

Nascido em Ibagué, Tolima, Jiménez, de 54 anos, constava na lista vermelha da Interpol em mais de 190 países.

Era da responsabilidade de Jímenez coordenar a produção significativa de cocaína na Bolívia, Peru e Colômbia. A droga era posteriormente enviada por aeronaves particulares a São Paulo e, de lá, distribuída por via marítima a diversas nações da Europa e África.

Descrito pelas autoridades como um dos “narcos invisíveis”, a ele é atribuída a entrega de mais de 300 kg de droga de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, à organização PCC. A facção está ligada ao assassinato do promotor paraguaio Marcelo Pecci, ocorrido em 10 de maio de 2022, em praias próximas a Cartagena, segundo a imprensa colombiana.

A operação, batizada de Arcadia, contou com a colaboração da Polícia da Colômbia, do Centro de Cooperação Policial Internacional do Rio de Janeiro e da Polícia Federal brasileira. O êxito da missão se deu graças ao rastreamento e identificação de novas operações do tráfico de drogas.

Fonte: r7

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Política

Expectativa da PF é que hacker da ‘Vaza Jato’ faça delação premiada

por Redação 15 de agosto de 2023

A Polícia Federal (PF) trabalha com a expectativa de que o hacker Walter Delgatti Neto feche um acordo de delação premiada antes de seu depoimento à CPMI do 8 de Janeiro, marcado para a próxima quinta-feira (17). Ele foi preso na investigação que apura a invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo o R7 apurou, os investigadores esperam que, em uma delação, o hacker dê detalhes do que foi acordado entre ele e a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).

A convocação para a CPMI foi um pedido da ala governista, que alega que Delgatti tem “envolvimento na promoção dos atos criminosos contra a democracia e as instituições públicas brasileiras”. Por se tratar de uma convocação, Delgatti é obrigado a comparecer à comissão.

No mesmo dia em que a prisão do hacker foi decretada, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Zambelli, suspeita de ter contratado o hacker para executar crimes.

A operação teve o objetivo de esclarecer a atuação de indivíduos na invasão dos sistemas do CNJ e na inserção de documentos e alvarás de soltura falsos no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP). A suspeita da PF é que a deputada tenha efetuado pagamentos a Delgatti para que ele invadisse o sistema.

Os crimes apurados ocorreram entre 4 e 6 de janeiro de 2023, quando teriam sido inseridos no sistema do CNJ e, possivelmente, de outros tribunais, 11 alvarás de soltura de indivíduos presos por motivos diversos e um falso mandado de prisão em desfavor do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

As inserções fraudulentas ocorreram após a invasão criminosa aos sistemas do CNJ, segundo a PF, com a utilização de credenciais falsas obtidas de forma ilícita. Os fatos investigados configuram, em tese, os crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.

Fonte: r7

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Política

Silvinei Vasques passa mal em depoimento à PF e nega interferência nas eleições de 2022

por Redação 11 de agosto de 2023

O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, preso nesta quarta-feira (9), passou mal duas vezes durante seu depoimento à Polícia Federal, nesta quinta-feira (10), em Brasília. Ele precisou ser atendido por brigadistas que atuam no órgão. Na oitiva, o delegado negou que tenha agido para interferir no resultado das eleições do ano

Como noticiou o R7 na manhã desta quinta-feira, a defesa de Vasques confirmou que as autoridades investigativas não ofereceram delação premiada. “Ele não aceitaria, porque quem delata é criminoso”, declarou o advogado Eduardo Simão. A fala ocorreu na saída da sede da Polícia Federal.

De acordo com a defesa, a mensagem do coodenador da PRF Adiel Alcântara a respeito de “policiamento direcionado” diz respeito a ações gerais da instituição — e não à perseguição a eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Cada atividade da PRF, cada operação tem uma direção, como meio ambiente e questão de crimes eleitorais”, disse Simão.

Vasques foi preso preventivamente em casa, na região metropolitana de Florianópolis, nesta quarta-feira, por suspeita de uso da máquina pública para interferir no processo eleitoral do ano passado. O pedido de prisão foi baseado, entre outras provas, em mensagens encontradas em celulares de servidores da PRF que prestaram depoimento no caso.

Além da prisão do ex-diretor-geral, 47 policiais rodoviários que participaram de uma reunião com Vasques em 19 de outubro foram ouvidos pela PF na quarta-feira. Fontes ouvidas pela Record TV avaliam que alguns depoimentos podem incriminar o ex-chefe da corporação.

No inquérito da Justiça Eleitoral do Distrito Federal que corre em paralelo, o ex-diretor-geral responsabilizou o Ministério da Justiça e Segurança Pública pelas operações da PRF no segundo turno do ano passado, diferentemente do que tinha dito à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro. Na ocasião, ele declarou aos parlamentares que não houve diferença de atuação da corporação do primeiro para o segundo turno.

A defesa de Vasques, após o depoimento à PF nesta quinta, minimizou a declaração do ex-diretor-geral sobre a pasta. “A PRF é subordinada ao Ministério da Justiça [e Segurança Pública], tem que obedecer, mas não teve nenhum pedido [de intensificar fiscalizações]. O ministério pediu para a PRF cumprir a legislação”, declarou o advogado Eduardo Simão.

‘Policiamento direcionado’
Mensagens obtidas pela PF mostram que Silvinei teria ordenado um “policiamento direcionado” contra eleitores do então candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2022.

Em 29 de outubro, mensagens trocadas entre o policial rodoviário federal Adiel Pereira Alcântara, então coordenador de Análise de Inteligência da PRF, e Paulo César Botti Alves Júnior, subordinado a ele, mostram que o próprio Alcântara criticou a conduta de Vasques. Ele afirma que o ex-diretor-geral teria falado “muita m…” nas reuniões de gestão, notadamente determinando o “policiamento direcionado” das equipes da corporação nas blitze realizadas no segundo turno das eleições e “corroborando com os elementos de prova que indicam as ações policiais visando dificultar ou mesmo impedir eleitores de votar”.

Conversas de WhatsApp de 12 de outubro no celular de Alcântara com o policial rodoviário federal Luís Carlos Reischak Júnior, então diretor de Inteligência da PRF, indicam a orientação de uma ação ostensiva para o dia 30 do mesmo mês. “Chamando atenção um trecho no qual mencionam abordagens de ônibus que levam passageiros de São Paulo para o Nordeste”, diz um trecho do documento obtido pela PF.

“Perfeito, chefe. Acho que é bom e assim, acho que a gente tem que levar em consideração também essa decisão recente do [ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto] Barroso que liberou o transporte gratuito de eleitores no dia 30. Porque vai ser difícil caracterizar o transporte clandestino de eleitor, né”, respondeu Alcântara.

À Record TV, a defesa de Vasques disse, em referência ao mapeamento dos eleitores de Lula, que ele não pode ser responsabilizado por atos que tenham sido cometidos por outras pessoas.

Fonte: r7

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Política

Zambelli diz que Bolsonaro teria perguntado a hacker da ‘Vaza Jato’ se urnas eletrônicas são confiáveis

por Redação 2 de agosto de 2023

A deputada federal Carla Zambelli afirmou nesta quarta-feira (2) que, durante uma suposta reunião entre ela, Jair Bolsonaro e o hacker Walter Delgatti Neto, preso pela Polícia Federal, o ex-presidente teria questionado o hacker sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas. Segundo a parlamentar, Delgatti teria respondido que “nenhum sistema tecnológico é confiável”.

“A conversa foi privada, mas a pergunta que o [então] presidente fez foi se as urnas eram confiáveis, e ele [Delgatti] respondeu que nenhum sistema tecnológico é confiável. A partir dali, não houve mais qualquer contato com o [ex] presidente [Jair] Bolsonaro”, disse.

A afirmação foi dada durante coletiva de imprensa na Câmara dos Deputados no fim da manhã desta quarta-feira (2). Zambelli não passou detalhes sobre a data nem o lugar onde a reunião teria ocorrido, mas disse que Bolsonaro não deu continuação às tratativas de contratação do hacker.

A deputada afirmou que se encontrou com Delgatti Neto poucas vezes e que ele teria oferecido uma “espécie de auditoria” das urnas eletrônicas durante o primeiro e o segundo turno das eleições do ano passado.

“Foram poucos encontros, três no máximo, em que a gente conversou sobre tecnologia. […] Depois disso, ele foi conhecer o [ex] presidente Bolsonaro porque disse que teria muitas informações sobre tecnologia”, declarou.

Fonte: r7

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Política

Em decisão, Moraes mandou apreender armas, munições e passaporte de Zambelli

por Redação 2 de agosto de 2023

Em decisão que determinou busca e apreensão em endereços da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes mandou apreender armas, munições, computadores, tablets, celulares, passaporte e outros materiais da deputada.

O magistrado pediu à PF que verificasse a existência de eventuais cômodos secretos ou salas reservadas em quaisquer dos locais, além de cópias ou apreensão dos registros de controle de ingresso nos endereços da parlamentar, busca e apreensão em veículos eventualmente encontrados nos endereços e nos armários de garagem.

Moraes também autorizou o acesso e a análise do conteúdo de dados, arquivos eletrônicos, mensagens e emails armazenados em eventuais computadores, servidores e redes, inclusive em serviços digitais de armazenamento em nuvem.

O ministro determinou ainda a apreensão de dinheiro e bens, como joias, veículos, obras de arte e outros objetos em valores superiores a R$ 10 mil, desde que não comprovada cabalmente, no local dos fatos, a origem lícita.

Mais cedo, a Polícia Federal prendeu o hacker Walter Delgatti Neto, denunciado na Operação Spoofing e acusado de invadir celulares do ex-juiz Sergio Moro e de procuradores da Lava Jato.

Operação
A operação 3FA tem o objetivo de esclarecer a atuação de indivíduos na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e na inserção de documentos e alvarás de soltura falsos no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP).

As ações ocorrem no escopo de inquérito policial instaurado para apurar a invasão do sistema do CNJ, que tramitou na Justiça Federal, mas teve declínio de competência para o STF em razão do surgimento de indícios de possível envolvimento de pessoa com prerrogativa de foro.

Os crimes apurados ocorreram entre 4 e 6 de janeiro de 2023, quando teriam sido inseridos no sistema do CNJ e, possivelmente, de outros tribunais do Brasil 11 alvarás de soltura de indivíduos presos por motivos diversos e um mandado de prisão falso em desfavor do ministro do STF Alexandre de Moraes.

Fonte: r7

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Política

PF faz buscas em endereços de Carla Zambelli e prende hacker da ‘Vaza Jato’

por Redação 2 de agosto de 2023

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (2) Walter Delgatti Neto, denunciado na Operação Spoofing e acusado de invadir celulares do ex-juiz Sergio Moro e de procuradores da Lava Jato. A PF também cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados à deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).

“Em prosseguimento às ações em defesa da Constituição e da ordem jurídica, a Polícia Federal está cumprindo mandados judiciais relativos a invasões ou tentativas de invasões de sistemas informatizados do Poder Judiciário da União, no contexto dos ataques às instituições”, disse.

A operação 3FA tem o objetivo de esclarecer a atuação de indivíduos na invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e na inserção de documentos e alvarás de soltura falsos no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP).

Estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva no estado de São Paulo e no Distrito Federal, além de análise do material apreendido.

As ações ocorrem no escopo de inquérito policial instaurado para apurar a invasão ao sistema do CNJ, que tramitou perante a Justiça Federal, mas teve declínio de competência para o Supremo Tribunal Federal em razão do surgimento de indícios de possível envolvimento de pessoa com prerrogativa de foro.

Os crimes apurados ocorreram entre 4 e 6 de janeiro de 2023, quando teriam sido inseridos no sistema do CNJ e, possivelmente, de outros tribunais do Brasil, 11 alvarás de soltura de indivíduos presos por motivos diversos e um mandado de prisão falso em desfavor do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

As inserções fraudulentas ocorreram após invasão criminosa aos sistemas em questão, com a utilização de credenciais falsas obtidas de forma ilícita, conduta mediante a qual o(s) criminoso(s) passaram a ter controle remoto dos sistemas.

Os fatos investigados configuram, em tese, os crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.

Fonte: r7

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Segurança

PF apreende mais de 4 kg de drogas costuradas em forros de edredons no aeroporto de Guarulhos

por Redação 18 de julho de 2023

A Polícia Federal apreendeu, na segunda-feira (17), mais de 4 kg de drogas costuradas em forros de edredons de uma passageira no aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo.

Os agentes faziam uma fiscalização de passageiros com auxílio de cães farejadores, quando revistaram a bagagem de uma mulher que embarcaria em voo para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Os policiais então encontraram 18 volumes costurados nos forros de edredons transportados pela mulher. Dentro deles, mais de 4 kg de cocaína.

A suspeita, de 48 anos, foi presa em flagrante e será apresentada à Justiça Federal, onde poderá responder pelo crime de tráfico internacional de drogas.

Fonte: r7

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Política

Governo do DF afirmou que 8 de Janeiro seria ‘simples manifestação de cunho pacífico’, diz PF

por Redação 2 de julho de 2023

Na véspera dos atos de 8 de janeiro, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) foram invadidos e depredados por vândalos, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal descartou a possibilidade de atos de violência e disse que o protesto daquele dia seria uma “simples manifestação de cunho pacífico”, segundo a Polícia Federal.

As informações foram apresentadas pela PF à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Congresso Nacional que investiga os episódios do 8 de Janeiro. Segundo a corporação, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, pediu uma reunião de urgência em 7 de janeiro com representantes do Governo do DF para tratar das manifestações que aconteceriam naquele fim de semana, e ouviu da administração local que o movimento não seria radical.

Rodrigues solicitou o encontro após a Diretoria de Inteligência Policial da Polícia Federal ter constatado já no dia 5 de janeiro uma “mobilização de pessoas para Brasília com propósitos de confrontar os resultados das urnas eleitorais”. De acordo com a corporação, a movimentação para um protesto na capital do país era evidente em redes sociais e, dessa forma, não era “necessário conhecimentos técnicos de inteligência para identificação do risco e da ameaça iminentes”.

Durante a reunião com o Governo do DF, Rodrigues “externou a preocupação da Polícia Federal com o deslocamento de pessoas para Brasília marcadas para o dia seguinte objetivando ocupar a Esplanada dos Ministérios e contestar o resultado das urnas”.

O diretor-geral da Polícia Federal destacou, ainda, o elevado grau de ameaça à segurança e solicitou providências visando o isolamento da Esplanada dos Ministérios “de modo a impedir a aproximação daquelas pessoas que se mostravam, pelas redes sociais, inconformadas com os resultados das eleições presidenciais”. Segundo ele, aquela movimentação “seria, em tese, por si só um ato criminoso, pois atentaria contra o Estado democrático de Direito, conforme legislação de regência”.

Apesar do posicionamento de Rodrigues, os representantes da Secretaria de Segurança Pública do DF que estiveram na reunião manifestaram um entendimento diferente, alegando que o protesto programado para o 8 de Janeiro se trataria de “uma simples manifestação de cunho pacífico”.

Governo do DF sabia de riscos e alertou para invasão
A postura da Secretaria de Segurança Pública no encontro com Rodrigues foi totalmente diferente de um alerta emitido pela Subsecretaria de Inteligência da pasta no dia anterior ao encontro com o diretor-geral da PF, apontam as investigações.

Em relatório enviado em 6 de janeiro ao então secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, o setor de inteligência alertou para a convocação de um ato intitulado “tomada de poder pelo povo” e disse que “as divulgações apresentam-se de forma alarmante, dada a afirmação de que a ‘tomada de poder’ ocorreria principalmente com a invasão ao Congresso Nacional”.

O documento da Subsecretaria de Inteligência destacava também que os manifestantes defendiam ações como “ocupar órgãos públicos que representam os Três Poderes” e “impedir o acesso de servidores aos órgãos”.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do DF disse apenas que “todos os fatos relacionados à operação do dia 8 de janeiro de 2023 estão em processo de apuração”.

Fonte: r7

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BrasilPolítica

Exoneração de ex-assessor de Lira investigado em operação da PF é publicada no Diário Oficial

por Redação 6 de junho de 2023

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), exonerou o assessor Luciano Cavalcante do gabinete da liderança do PP na Casa. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (6). Alvo de operação da Polícia Federal que investiga fraudes na compra de kits de robótica, Cavalcante já foi assessor de Lira.

A exoneração dele já havia sido assinada na sexta-feira (2) e publicada no Boletim Administrativo da Câmara nessa segunda (5), mas só saiu no Diário Oficial na manhã desta terça.

Ele recebia R$ 14,7 mil como secretário particular na liderança do PP na Casa. Além disso, é presidente do diretório do União Brasil em Alagoas.

Cavalcante foi alvo de uma operação da Polícia Federal, na última quinta-feira (1º), que investiga um grupo suspeito de fraude de R$ 8,1 milhões em licitação, além de lavagem de dinheiro na compra de kits de robótica.

Durante a ação, uma mala com dinheiro supostamente destinado a ele foi encontrada na casa de um policial civil. Além disso, a PF apreendeu cerca de R$ 4,4 milhões em dinheiro vivo na casa de um dos investigados pela operação.

Operação Hefesto
De acordo com a PF, contratações feitas com recursos do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE) teriam sido ilicitamente direcionadas a uma única empresa fornecedora de equipamentos de robótica, por meio da inserção de especificações técnicas restritivas nos editais dos concursos e do cerceamento à participação plena de outros licitantes.

Além dos mandados, foram determinados o sequestro de bens móveis e imóveis dos investigados, no valor de R$ 8,1 milhões, e a suspensão de processos licitatórios e contratos administrativos celebrados entre a empresa fornecedora investigada e os municípios alagoanos que receberam recursos do FNDE para a aquisição de equipamentos de robótica.

A investigação identificou ainda que foram realizadas, pelos sócios da empresa fornecedora e por outros investigados, movimentações financeiras para pessoas físicas e jurídicas sem capacidade econômica e sem pertinência com o ramo de atividade de fornecimento de equipamentos de robótica — o que pode indicar a ocultação e a dissimulação de bens, direitos e valores provenientes das atividades ilícitas.

De acordo com a PF, algumas dessas transações eram fracionadas em valores individuais abaixo de R$ 50 mil, com o fim, aparentemente, de burlar o sistema de controle do Banco Central. Em seguida, seriam realizados saques em espécie e entregas aos destinatários.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

PF faz operação contra rede de pornografia infantil internacional

por Redação 2 de junho de 2023

A Polícia Federal realiza na manhã desta sexta feira (2) uma operação para proibir a posse, disponibilização e publicação de fotografias e vídeos com cenas de sexo explícito ou pornografia envolvendo crianças e adolescentes. Segundo a PF, as investigações começaram a partir de informações encaminhadas pela

O órgão apontou que brasileiros estariam compartilhando conteúdos criminosos por meio de um aplicativo de rede social.

A corporação não divulgou os nomes dos alvos da ação, mas informou que um dos investigados já foi condenado anteriormente pela Justiça Comum do Distrito Federal pelo mesmo tipo de crime.

A pena pelas condutas totaliza dez anos de reclusão e multa. Caso comprovada a produção do conteúdo de pedofilia e estupro de vulnerável, a pena sobe para 25 anos de prisão.

Combate a crimes cibernéticos
De acordo com a PF, as delegacias de repressão a crimes cibernéticos atuam no combate aos delitos realizados em meios cibernéticos com o uso de técnicas especiais de investigação.

O órgão lembra a criação do Grupo Especial De Repressão a Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil (Gecasi), que tem como objetivo principal combater esses delitos, utilizando tecnologias avançadas para investigar e identificar os criminosos, além de promover a conscientização da sociedade sobre a gravidade do problema e a importância de denunciar casos de violência sexual por meio da internet.

Fonte: r7

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