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RENDA EXTRA

Economia

Desenrola tem último mês de renegociação de dívida, com desconto de até 90%

por Redação 1 de dezembro de 2023

O Desenrola Brasil entra no último mês de negociação de dívidas, com descontos de até 90% e parcelamento. Os consumidores que pretendem negociar as contas atrasadas têm até o dia 31 de dezembro para aproveitar as condições oferecidas pelo programa, limpar o nome e recuperar a capacidade de crédito.

Segundo o Ministério da Fazenda, cerca de 3,5 milhões de brasileiros realizaram renegociações, num total de mais de R$ 27 bilhões, desde o dia 17 de julho, quando começou a primeira fase.

O refinanciamento é feito por meio da plataforma www.desenrola.gov.br. Mas uma parceria com bancos privados e públicos, como o Banco do Brasil e a Caixa, oferece atendimento presencial nos bancos para suporte aos consumidores.

O programa permite ainda a renegociação sem entrada imediata, podendo haver parcelamento em até 60 meses, com a primeira parcela somente em 2024.

A primeira etapa começou em 17 de julho, com a Faixa 2, de negociações feitas diretamente pelos bancos credores com pessoas com renda mensal de até R$ 20 mil cujas dívidas bancárias foram inscritas em cadastros de inadimplentes até 31 de dezembro de 2022.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), entre julho e novembro foram renegociados R$ 23,6 bilhões em volume financeiro. O número de contratos de dívidas negociados alcançou 3,24 milhões, beneficiando 2,6 milhões de clientes bancários.

Cerca de 6 milhões de registros de clientes que tinham dívidas bancárias de até R$ 100 saíram do negativo.

Já a segunda etapa, a Faixa 1, começou em 9 de outubro, por meio do site desenrola.gov.br, com enfoque no atendimento de pessoas com renda de até dois salários mínimos (R$ 2.640) ou inscritas no CadÚnico (Cadastro Único do governo federal para programas sociais).

Nessa etapa, podem ser renegociadas as dívidas que tenham sido negativadas de 2019 a 2022 e cujo valor atualizado seja inferior a R$ 20 mil. Também estão incluídas dívidas bancárias, como cartão de crédito, e as contas atrasadas de outros setores, como energia, água e comércio varejista.

A Serasa, que também faz negociação dentro do Desenrola, informou que foram registrados no período 4 milhões de acordos, com descontos concedidos de R$ 11,9 bilhões.

Para Fernando Moulin, especialista em transformação digital e sócio da Sponsorb, o Desenrola é boa alternativa para renegociar e refinanciar as dívidas existentes, em condições mais acessíveis e justas, para sair dessa indesejável situação.

“Dívida é algo que ‘tira o sono’ de qualquer pessoa ou família. Os anos de pandemia e a situação macroeconômica mais desafiadora dos últimos anos (juros altos, perda de poder aquisitivo pelas famílias, desemprego etc.) fizeram com que quatro de cada cinco brasileiros estejam inadimplentes de algum modo”, avalia o especialista.

Ele orienta o consumidor a usar uma parte do 13º salário para ajudar a regularizar a situação financeira, com o apoio do Desenrola. “Acho que começar o ano com o ‘nome limpo’ é uma excelente forma de entrar em 2024”, acrescenta Moulin.

Para Diogo Catão, CEO da Dome Ventures, a importância do Desenrola é justamente permitir que o devedor volte a ter condições de adquirir novas operações de crédito. “Mas é importante salientar que isso só é válido para pessoas que estavam negativadas de 2019 a 2022. Além disso, tem uma característica que é um programa voluntário, então depende da adesão do credor para que seja ofertada a possibilidade de renegociar essa dívida”, afirma Catão.

“Além da melhoria da classificação de crédito, voltar de novo para o mercado, poder solicitar crédito, tem a questão de estabilidade financeira. Isso dá um alívio e tira um peso das costas. E, claro, consegue descontos e parcelar em mais vezes, com juros bem mais em conta do que tinha antes. Então, quem não fez e está dentro dos critérios, a recomendação é aproveitar”, conclui o CEO.

Fonte: r7

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Economia

Metade dos brasileiros tem a maior parte do orçamento comprometida com contas de água, luz e gás

por Redação 10 de novembro de 2023

As contas de água, luz e gás, essenciais no dia a dia das famílias, comprometem a maior parte do orçamento mensal de 53% dos brasileiros, segundo estudo produzido pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box.

Conforme o levantamento, as contas básicas chegam a representar até R$ 750 das despesas de 82% dos brasileiros endividados. O valor corresponde a quase a metade do salário mínimo atual, de R$ 1.320. Outros 8% destinam entre R$ 750 e R$ 1.050 a essas contas, e 6% comprometem de R$ 1.050 a R$ 2.050 com os serviços essenciais.

O estudo mostra ainda que um de cada quatro brasileiros (26%) diz acompanhar o andamento das contas, mas reconhece que as contas de água, luz e gás representam um menor percentual do orçamento mensal.

A pesquisa “Perfil e Comportamento do Endividamento Brasileiro 2023” revela também que 83% dos consumidores admitem que já atrasaram o pagamento de outras contas para priorizar a quitação das despesas essenciais.

Há ainda aqueles que pediram dinheiro emprestado a amigos e familiares (61%), fizeram empréstimo (49%) para cumprir os compromissos. Para 45%, o atraso no pagamento dos boletos já resultou no corte dos serviços.

Com a dificuldade para arcar com as contas básicas, os atrasos longos no pagamento de dívidas também são comuns entre boa parte dos brasileiros, e 74% dos devedores das contas básicas afirmam ter uma pendência atrasada há pelo menos um ano.

Desemprego
Segundo o estudo da Serasa, o desemprego ainda é o principal motivo de endividamento entre os consumidores. A liderança foi mantida mesmo com a queda de 7 pontos percentuais da taxa, de 29% para 22%.

Trata-se do quarto ano consecutivo de baixa na avaliação. Na comparação com 2018, quando 47% dos consumidores citavam a falta de trabalho como o principal entrave para o pagamento das dívidas, a taxa atual é 25 pontos percentuais menor.

Por outro lado, cresceu em 8 pontos percentuais, de 12% para 20%, o volume de inadimplentes que atribuem o endividamento a uma redução da renda. A falta de controle financeiro (12%), os gastos com saúde (8%) e o empréstimo do nome (17%) também são citados como entraves.

Fonte: r7

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Economia

Veja o que muda com o salário mínimo de R$ 1.421, previsto no Orçamento

por Redação 8 de setembro de 2023

O governo federal enviou ao Congresso a proposta de aumento de 7,7% no valor do salário mínimo em 2024, de R$ 1.320 para R$ 1.421. Caso a proposição seja aprovada, ela terá reflexos não só na remuneração dos trabalhadores, mas também em benefícios.

Entre eles, estão aposentadorias, pensões e outros que são pagos pelo INSS. Também o seguro-desemprego, o abono salarial PIS/Pasep e o BCP (Benefício da Prestação Continuada).

Da mesma forma, a contribuição para o INSS passará a ser paga pelo novo valor do mínimo.

Segundo estimativas do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo é a base da remuneração de 60,3 milhões de trabalhadores e beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O estudo mostra que cada real acrescido no salário mínimo provoca impacto estimado em R$ 322,8 milhões ao ano sobre a folha de benefícios da Previdência Social.

Abono salarial
O valor do benefício do abono salarial será ajustado automaticamente na data da publicação efetiva do novo salário mínimo.

Os funcionários que recebem remuneração mensal de até dois salários mínimos (seriam R$ 2.842) têm direito ao abono. Ele pode chegar a um salário mínimo, dependendo do tempo de serviço no ano.

O cálculo do valor do benefício corresponde ao número de meses trabalhados no ano-base multiplicado por 8,3% do valor do salário mínimo vigente na data do pagamento.

Para ter direito ao abono, o trabalhador precisa:

  • Estar cadastrado no PIS há pelo menos cinco anos;
  • Ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base;
  • Ter exercido atividade remunerada para empresa durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;
  • Ter seus dados informados pelo empregador corretamente na Rais (Relação Anual de Informações Sociais).

Ações gratuitas na Justiça
Quem pretende entrar com uma ação nos Juizados Especiais Cíveis também deve ficar atento ao valor da causa.

Os Juizados Especiais Cíveis têm como intuito resolver causas de menor complexidade com maior rapidez. Eles buscam, sempre que possível, o acordo entre as partes.

São consideradas causas cíveis de menor complexidade aquelas cujo valor não excede a 40 salários mínimos (eventuais R$ 56.840). Nas causas de até 20 salários mínimos (seriam R$ 28.420), não é obrigatória a assistência de advogado. Nas de valor superior, a assistência é obrigatória.

No Juizado Especial Federal, o valor é maior, de até 60 salários mínimos, o que corresponderia a R$ 85.260.

Benefício da Prestação Continuada (BPC/Loas)
Os idosos com 65 anos ou mais e as pessoas com deficiência que recebem o BPC (Benefício da Prestação Continuada) da Loas (Lei Orgânica da Assistência Social) também passam a receber R$ 1.421 por mês.

O BPC paga um salário mínimo como forma de amparo a pessoas que não recebem nenhum outro benefício do INSS e que não tenham meios de se sustentar sozinhas nem de ser sustentadas pela família.

Quem tem direito
Para ter direito ao benefício, é preciso ter 65 anos ou deficiência incapacitante para uma vida independente e para o trabalho. Essa incapacidade é avaliada pelo serviço social e pela perícia médica do INSS.

É preciso ainda comprovar ser realmente pobre. A renda familiar deve ser de no máximo um quarto do salário mínimo per capita (com o possível salário mínimo a R$ 1.421, a renda familiar per capita passaria a ser R$ 355,25).

Ou seja: uma família de quatro pessoas precisa sobreviver com um salário mínimo para poder receber o benefício.

Benefícios do INSS
O valor mínimo dos benefícios pagos pelo INSS, como aposentadorias e pensões, seria de R$ 1.421. Cerca de 70% dos benefícios pagos pelo INSS correspondem a um salário mínimo.

Contribuições ao INSS
As contribuições ao INSS também passariam a ser calculadas sobre o novo salário mínimo. As contribuições partem de 5% sobre o valor do piso.

Seguro-desemprego
A parcela mínima do seguro-desemprego passaria de R$ 1.320 para R$ 1.421. Tem direito ao benefício o colaborador que foi mandado embora sem justa causa. Quem fizer acordo para ser demitido não terá direito ao pagamento.

Promessa mais distante
O Ploa (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2024 é o primeiro feito pela gestão petista atual. A medida deve seguir as regras do novo marco fiscal, aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado por Lula.

Um dos objetivos é o resultado primário zero para o próximo ano, com margem de tolerância de 0,25% para mais ou para menos. Assim, o governo pode encerrar 2024 com déficit primário de 0,25% do PIB ou superávit de 0,25%.

Porém, medidas como o aumento do salário mínimo expandem os gastos do governo, que não fala em controle de despesas. Isso dificulta o cumprimento da promessa feita repetidamente pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de déficit zero nas contas públicas do ano que vem.

Fonte: r7

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Economia

Apesar de queda, um em cada três brasileiros ainda precisa de renda extra para fechar as contas

por Redação 29 de agosto de 2023

Aproximadamente um em cada três brasileiros (31%, ou quase 52 milhões de pessoas) precisa de atividades de renda extra para fechar as contas no fim do mês. O patamar representa uma queda em relação ao ano passado, quando o índice estava em 45% (mais ou menos 91,3 milhões de pessoas).

É o que diz a Pesquisa Nacional sobre Desigualdades, desenvolvida pelo Instituto Cidades Sustentáveis em parceria com o Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica) e divulgada nesta terça-feira (29).

O levantamento identificou a percepção da população brasileira sobre as variadas formas de desigualdade. Nesse sentido, os entrevistados foram questionados sobre a necessidade de fazer atividades extras — os chamados “bicos”.

Ao todo, foram entrevistadas 2.000 pessoas com pelo menos 16 anos, em 127 municípios. A pesquisa tem intervalo de confiança de 95%, e a margem de erro é de 3 p.p. (pontos percentuais), para mais ou para menos.

Além disso, foram abordados outros temas. Por exemplo, também houve desaceleração na sensação de aumento do número de pessoas em situação de fome e pobreza. Neste ano, 57% dos entrevistados mostraram esse sentimento. Em 2022, o índice era de 75%.

Origem do estudo
Os dados da pesquisa serão apresentados também no lançamento do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, nesta quarta-feira (30).

Trata-se de uma iniciativa de organizações sociais, associações de municípios, centrais sindicais, entidades de classe, instâncias governamentais do Executivo e Legislativo federal, estadual e municipal, bem como do Poder Judiciário.

O movimento alega que seu objetivo é “transformar o combate às desigualdades em prioridade nacional e promover um conjunto de ações que contribuam para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva”.

Fonte: r7

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