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RENEGOCIAÇÃO

Economia

Desenrola faz mutirão para negociar dívida com desconto de até 99%

por Redação 22 de novembro de 2023

Além de atualizar o valor das dívidas que podem ser negociadas no Programa Desenrola Brasil para até R$ 20 mil, o Ministério da Fazenda promove nesta quarta-feira (22) o “Dia D — Mutirão Desenrola”.

A ação, em conjunto com organizações da sociedade civil, bancos e outros credores, vai renegociar débitos e ampliar o alcance do programa, para reduzir o número de endividados e dar oportunidade aos brasileiros com CPF negativado de limparem seu nome.

Segundo o ministério, os bancos vão aumentar o horário de atendimento de parte de suas agências. Os descontos médios são de 83%, mas podem chegar a 99%, e o programa ainda permite fechar acordos sem a necessidade de dar uma entrada imediata.

Será possível negociar pagamentos em atraso e quitar parcelas em aberto, com descontos e condições vantajosas. Também estão incluídas dívidas bancárias, como de cartão de crédito, e as contas atrasadas de outros setores, como energia, água e comércio varejista.

No Desenrola Brasil, só podem ser negociadas as dívidas que tenham sido negativadas de 2019 a 2022, e cujo valor atualizado seja inferior a R$ 20 mil.

O pagamento dos débitos pode começar só dois meses depois da negociação da dívida, ficando para 2024, e também é possível usar a primeira parcela do 13º salário para solucionar as pendências.

Todas as negociações são feitas em meio digital, na plataforma do Desenrola Brasil (desenrola.gov.br), desenvolvida com uma navegação intuitiva e rápida, que garante agilidade, comodidade, segurança e conveniência para a regularização dos débitos. Para ter acesso à página, é preciso ter conta no portal do governo federal, o gov.br, nível prata ou ouro.

O Desenrola Brasil é um programa destinado a combater a inadimplência e ajudar as pessoas que se endividaram a limparem seu nome nas instituições de proteção ao crédito.

Desde que foi lançado, em julho de 2023, 7 milhões de brasileiros já conseguiram quitar as dívidas, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Desse total, 2 milhões de pessoas limparam o nome direto na plataforma do projeto.

Segundo o ministério, o Brasil tem, atualmente, cerca de 70 milhões de negativados.

Fonte: r7

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Economia

Com Desenrola, renegociações de dívidas batem recorde de volume em dois meses

por Redação 27 de setembro de 2023

Com o Desenrola Brasil, em dois meses, 4.455.172 brasileiros negociaram 6 milhões de acordos para quitar dívidas pelas plataformas da Serasa. Já o total de negociações bancárias chegaram a R$ 14,23 bilhões entre 17 de julho e 22 de setembro, de acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

“Os últimos 60 dias foram os maiores em termos de volume de negociação de dívidas da história da Serasa”, afirma Thiago Ramos, coordenador da empresa.

Segundo ele, o programa do governo federal e os grandes descontos oferecidos pelos diversos setores potencializaram o debate sobre o tema das finanças pessoais e impulsionaram os acordos. “É o melhor momento para negociar dívidas no Brasil”, acrescenta.

De acordo com a Serasa, as empresas credoras entenderam o momento do consumidor brasileiro e proporcionaram ainda mais descontos. Melhoraram as ofertas e geraram números positivos não apenas nos débitos com instituições financeiras, mas também nas pendências com varejo, telecomunicação e outros setores da economia.

“Vou dormir tranquila sabendo que posso ter o nome limpo. E vai me ajudar a ter a oportunidade de conseguir crédito e fazer algum plano no futuro”, afirmou a aposentada Dalva Maria de Jesus Souza, de 59 anos. Ela negociou dívida de banco de R$ 6.000 por R$ 2.000, parcelada em 12 vezes, além de outras duas com varejistas, de R$ 600 por R$ 200.

O Mapa da Inadimplência da empresa mostra queda na representatividade das dívidas de banco. Os débitos com instituições financeiras, segmento que costuma liderar o volume de inadimplentes, caíram 1,8%, passando de 31,1% em junho para 29,5% em julho e 29,3% em agosto.

Para a Febraban, não é possível comparar os efeitos do programa com os de outros mutirões de dívidas realizados anteriormente. “O Desenrola possui características próprias, que não permitem comparação com outros programas de renegociação de dívidas dos bancos”, afirma em nota.

A instituição recomenda a quem aderir ao programa que avalie as condições da renegociação para evitar o não pagamento, uma vez que, sobre o valor não pago, incidirão encargos, como, por exemplo, juros de mora e multa por atraso, além de possível negativação pelo valor que deixar de pagar.

Ramos ressalta que é importante ficar atento às fraudes, porque fraudadores estão se aproveitando deste momento para abordar consumidores por WhatsApp ou telefone. “A Serasa não aborda ninguém e não procura ninguém diretamente. O consumidor é que precisa acessar os canais oficiais para negociar, pelo site, aplicativo ou agências dos Correios em todo o país”, afirma.

Como negociar dívidas

  • Programa Desenrola
    O programa, que vai estar vigente até 31 de dezembro de 2023, tem duas faixas de beneficiados. Ele começou pela faixa 2, destinada a pessoas físicas com renda acima de dois salários míninos (R$ 2.640) até R$ 20 mil e dívidas em banco sem limite de valor. A negociação é feita diretamente com bancos ou a Serasa.

Já a faixa 1, voltada para pessoas físicas com renda mensal de até dois salários mínimos ou que constem no CadÚnico (Cadastro Único dos beneficiários dos programas sociais do governo federal), com dívidas de até R$ 5.000, deverá começar na primeira semana de outubro. A negociação será por meio de plataforma.

  • Serasa
    Site: www.serasalimpanome.com.br    
    App Serasa (disponível no Google Play e na App Store)    
    WhatsApp: 11 99575–2096 
  • Febraban
    Na Plataforma Meu Bolso em Dia Febraban, há orientações sobre vida financeira

Os cuidados na hora de negociar
“É importante que os consumidores saibam calcular como podem negociar e os impactos de financiamentos que as parcelas dessas negociações terão em seus orçamentos, antes de fechar acordos, pois, na maioria dos casos, a solução é momentânea e as pessoas não conseguem arcar com os acordos firmados”, avalia o presidente da ABEFN (Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira), Reinaldo Domingos. Veja as orientações a seguir:

  1. Colocar na ponta do lápis todas as dívidas que possuir, separando as que correspondem a serviços e produtos de necessidade básica, que não podem ser cortados (como água, energia elétrica, gás e aluguel), e as que sofrem juros mais altos (como cartão de crédito e cheque especial), considerando estas como prioridade para pagamento. Antes de sair se enrolando para pagar, execute um diagnóstico financeiro, para saber como pode diminuir as despesas mensais, fazendo sobrar dinheiro para pagar as dívidas em atraso;
  2. Anote todos os gastos que tiver, separando-os por tipo de despesa. Isso inclui gastos “pequenos”, que podem até ser considerados menos importantes, como gorjetas e guloseimas, pois no final do período será possível compreender de que forma, efetivamente, seu dinheiro está sendo gasto. Reflita sobre os hábitos e comportamentos que o levaram a chegar a essa situação, assim saberá o que deve mudar e quais gastos precisa reduzir ou eliminar;
  3. Tenha em mente que só se deve negociar uma dívida quando se tem condições de fazer isso, ou seja, após se planejar, pois um passo precipitado pode até piorar a situação. Portanto, só deve procurar um credor quando já souber quanto terá disponível mensalmente para pagar e, então, poder negociar;
  4. Trocar uma dívida por outra nem sempre é a melhor alternativa. É claro que o programa Desenrola Brasil, por exemplo, oferece juros baixos em comparação aos do cartão de crédito, cheque especial e financiamentos; contudo, é preciso entender o que está relacionado e esses acordos, pois eles podem desencadear novos endividamentos e problemas ainda maiores, virando uma bola de neve;
  5. Para não agravar a situação, antes de realizar qualquer compra, faça a você mesmo algumas perguntas, como, por exemplo, “Eu realmente preciso desse produto?”, “O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?”, “Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência, baixa autoestima ou influência de terceiros?”. Ao fazer isso, terá uma grande surpresa sobre a quantidade de coisas adquiridas apenas por impulsividade;
  6. Em momentos de crise financeira, que são passageiros, é importante resgatar sonhos, objetivos que realmente importam e que farão a pessoa ter ainda mais motivos para “dar a volta por cima”. É preciso relacionar no mínimo três sonhos: um de curto prazo (a ser realizado em até um ano), um de médio prazo (entre um e dez anos) e outro de longo prazo (acima de dez anos), sendo que um deles deve ser o de sair das dívidas; e
  7. Com os números do diagnóstico financeiro em mãos, é possível conhecer a sua força de poupança após os cortes para realizar o sonho de sair das dívidas sem que tenha que fazer outra dívida. Mês após mês, é preciso aplicar esse dinheiro em um investimento que seja coerente com o tipo de objetivo (prazo) e o perfil do investidor. Caso tenha dificuldade para investir, é válido consultar um especialista.

Fonte: r7

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Economia

Nova fase do Desenrola abre leilão para credores nesta segunda-feira

por Redação 25 de setembro de 2023

O Desenrola Brasil dará início nesta segunda-feira (25) ao leilão para que os credores cadastrados ofereçam os lances de maiores descontos para a renegociação de dívidas.

Na segunda etapa do programa, prevista para a primeira semana de outubro, serão negociadas contas atrasadas de luz, água, varejo e educação, entre outras, além de dívidas bancárias.

Poderão participar pessoas que ganham até dois salários mínimos (R$ 2.640) ou que estejam inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal). O leilão vai até o dia 27 de setembro.

Segundo o Ministério da Fazenda, será lançada a plataforma para que todos os interessados possam renegociar suas dívidas com descontos e pagá-las à vista ou em até 60 meses, com juros de até 1,99% ao mês.

Para ingressar na plataforma e poder renegociar as dívidas, é preciso fazer antes o cadastro no gov.br em contas prata ou ouro.

Os credores poderão fazer os lances de acordo com os lotes de dívidas, que estarão organizados por segmentos, como serviços financeiros, securitizadoras, comércio varejista, eletricidade, telecomunicações, educação, saneamento, micro e pequenas empresas, entre outros.

Outro critério será por tempo de dívidas, de acordo com o ano da inadimplência, em 2019, 2020, 2021 e 2022.

Os descontos serão ofertados pelas empresas em lances individuais, sobre o valor de cada dívida, e observado o desconto mínimo estipulado para cada lote.

As dívidas com os maiores descontos poderão ser renegociadas à vista ou em parcelamento com a garantia do governo, que soma R$ 8 bilhões. Cabe ressaltar que as dívidas que não tiverem acesso ao financiamento com garantia poderão ser pagas na plataforma do programa, à vista, com o desconto oferecido pelo credor.

A renegociação com a garantia do FGO (Fundo de Garantia de Operações) será realizada em dois momentos. O primeiro, voltado para as dívidas com valor atualizado de até R$ 5.000, e o segundo, para dívidas com valor entre R$ 5.000 e R$ 20 mil.

Priorizar as dívidas nesses recortes de valor, que correspondem a 98% dos contratos na plataforma, busca fomentar o maior número de renegociações no programa.

Dívidas de até R$ 5.000 correspondem a um volume total de R$ 78,9 bilhões, enquanto dívidas até R$ 20 mil somam R$ 161,3 bilhões, em valores cadastrados pelos credores que aderiram ao Desenrola.

Dívidas com valores acima de R$ 20 mil não estarão disponíveis para renegociação na plataforma. Veja a seguir perguntas e respostas sobre o leilão de credores.

O que é e para que serve o leilão?
Será realizado processo competitivo por meio de leilão no qual os credores serão chamados a ofertar descontos a cada um dos contratos incluídos nos lotes a ser definidos. Serão vencedores do leilão, ou seja, aptos à renegociação com garantia do FGO, os contratos que receberem os maiores descontos.

Como se dará a construção de lotes do leilão?
A construção dos lotes será feita de forma a agrupar dívidas de perfis semelhantes, como setor de atuação do credor, tipo e idade das dívidas, entre outros.

Haverá um desconto mínimo para se habilitar no leilão?
Será definido desconto mínimo para cada um dos lotes formados, considerando suas características. Esse desconto será informado aos credores previamente à realização do leilão.

Como será a oferta de lances no leilão?
Os lances serão ofertados com o percentual de desconto para cada contrato, em ferramenta específica na plataforma do operador.

Como os credores ficarão sabendo do resultado do leilão?
Estará disponível na plataforma um módulo para os credores consultarem seus lotes e valores/créditos contemplados.

Qual o benefício para a empresa credora em ganhar o leilão?
Ao ser contemplado pelo leilão, o contrato de seu cliente terá condições de renegociação viabilizadas pelo programa, com o parcelamento em até 60 meses, com taxas de juros até 1,99% ao mês, o que permitirá um aumento expressivo da recuperação do crédito das empresas credoras.

Dessa forma, com condições mais atrativas, o cliente terá mais capacidade de renegociar e regularizar sua dívida. A empresa credora terá seu pagamento à vista realizado pelo agente financeiro selecionado pelo cliente.

Entenda o programa
O Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas com descontos de até 96%, já soma R$ 13,2 bilhões em quantidade de recursos financeiros negociados nos dois primeiros meses desde o lançamento anunciado pelo governo federal.

A primeira fase, que começou em 17 de julho, inclui dívidas de pessoas que recebem acima de dois salários mínimos até R$ 20 mil, referentes à Faixa 2, na qual os débitos bancários são negociados diretamente com a instituição financeira em condições especiais.

A Faixa 1 do programa é destinada a clientes com renda mensal de até dois salários mínimos ou inscritos no CadÚnico que tenham dívidas de até R$ 5.000. Essa nova fase deve começar na primeira semana de outubro.

Os bancos, varejistas e companhias de fornecimento de água, gás e energia elétrica cadastrados para a nova rodada de renegociação vão participar de leilão na semana que vem. O programa vai até o fim deste ano.

Fonte: r7

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Economia

Prazo para adesão de credores à nova fase do Desenrola acaba hoje

por Redação 12 de setembro de 2023

Bancos, varejistas e companhias de fornecimento de água, gás e energia elétrica que querem participar do Desenrola Brasil têm até esta terça-feira (12) para fazer a adesão. Podem se inscrever as empresas que têm valores a receber referentes à Faixa 1 do programa, voltada a clientes com renda mensal de até dois salários mínimos ou inscritos no CadÚnico que tenham dívidas de até R$ 5.000.

Os interessados devem acessar o Portal Credor do Programa Desenrola Brasil e infomar o CNPJ com certificado digital. Nessa página, além da adesão ao programa, as empresas precisam identificar as dívidas que têm a receber e atualizar os valores correspondentes.

O prazo para o cadastro dos credores começou em 28 de agosto e deveria ter acabado no último sábado (9), mas foi prorrogado pelo MF (Ministério da Fazenda) até esta terça. Podem se inscrever para atender à Faixa 1 as pessoas jurídicas que negativaram consumidores inadimplentes entre o início de 2019 e o fim de 2022, desde que a negativação tenha permanecido vigente até 27 de junho deste ano.

As companhias que forem habilitadas receberão os pagamentos das dívidas à vista, a partir do fim de setembro, período previsto pelo governo para dar início à terceira etapa do Desenrola.

Depois do cadastro inicial, a habilitação das empresas tem um o processo competitivo, sob a forma de leilão do maior desconto oferecido, meio pelo qual será feita a delimitação das dívidas com direito à garantia de cobertura de risco pelo FGO (Fundo de Garantia de Operações), do Tesouro Nacional.

Ainda não foi divulgado o prazo para os credores oferecerem os descontos para o leilão. O ministério diz que essa informação será disponibilizada após o encerramento das inscrições, no Portal Credor e no site do Desenrola.

A Faixa 1 do Desenrola Brasil
A Faixa 1 do programa envolve dívidas bancárias e não bancárias de clientes com renda de até dois salários mínimos (R$ 2.640) ou que estejam inscritos no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal), desde que os valores de negativação não ultrapassem R$ 5.000.

Segundo o MF, a nova fase deve alcançar e regularizar as dívidas da maior quantidade de beneficiários do programa, o que vai possibilitar a reabilitação das pessoas ao crédito, impulsionar os negócios das empresas e aquecer a atividade econômica.

Os consumidores que atenderem aos critérios da Faixa 1 terão a oportunidade de renegociar suas dívidas diretamente com as instituições habilitadas, quitando os débitos à vista com os credores originais, o que vai permitir sua volta ao consumo.

“O Desenrola é uma solução paliativa no combate aos problemas de gestão nas finanças pessoais da população, essa é a primeira observação a ser feita. Trata-se de uma oportunidade de se tornar adimplente”, afirma Reinaldo Domingos, ph.D. em educação financeira e presidente da Abefin (Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira).

“O cidadão deve ter a consciência de que vai trocar a inadimplência pelo endividamento, ou seja, a dívida não vai acabar após a renegociação. Ele vai continuar a ser endividado, o que resolve a questão apenas parcialmente. Ainda vai ser preciso pagar as parcelas do contrato renegociado, que podem ser até 60”, completa.

Orientações aos inadimplentes e endividados
Por enquanto, apenas as companhias com dívidas a receber podem se cadastrar na plataforma do Desenrola Brasil. Por isso, o MF orienta os devedores que pretendem renegociar pagamentos em atraso a revisar seus dados nos sistemas do governo.

Eles devem aproveitar esse período para criar uma conta ou atualizar as informações já registradas no portal gov.br. Futuramente, para acessar o sistema do programa, será preciso ter um perfil com certificação prata ou ouro. As orientações sobre o cadastro e os níveis de contas estão disponíveis neste link.

Além disso, é preciso verificar qual é o tamanho da dívida atual, saber qual é o montante real da dívida e o que diz respeito aos juros. Depois, devem-se avaliar os possíveis valores de parcelas que cabem no orçamento mensal da família.

“Descobrir esse número é o passo mais importante da renegociação antes da assinatura do contrato. Os recursos financeiros necessários para pagar as parcelas têm de estar dentro do orçamento. Para não acabar contraindo uma dívida ainda maior, é necessário buscar um equilíbrio financeiro, calcular o quanto a família tem de rendimentos e o quanto gasta para se manter”, afirma Domingos, da Abefin.

O especialista diz que o ideal é mudar o comportamento financeiro que levou à inadimplência. “Um bom exercício para isso é apresentar a situação a todos da família e tratar em conjunto das adequações do padrão de vida que serão necessárias, decidir onde será feita a redução dos excessos.”

Domingos diz que o consumo mensal das famílias brasileiras corresponde a algo entre de 20% e 50% dos salários, em média. “Já é apertado para pagar as contas do dia a dia. Isso mostra que o cálculo antecipado da parcela que cabe no orçamento é fundamental”, avalia.

“A maioria dos devedores assina os contratos de renegociação de dívidas sem cuidar da causa desse problema. Se não for feita essa ‘lição de casa’, pode até ser melhor não renegociar. A dica para o consumidor é fechar o contrato apenas se a nova dívida não carregar os juros que estão sendo cobrados atualmente”, explica o especialista.

Para ele, uma boa renegociação deve chegar a uma redução entre 70% e 90% do valor principal da dívida. “A ideia é escapar dos juros exorbitantes que já estão somados à dívida inicial. Se não for possível cortar esse excesso, talvez o melhor caminho seja continuar negativado e esperar outra oportunidade de acordo, com condições mais favoráveis”, finaliza Domingos.

Programa já limpou o nome de 10 milhões com dívidas de até R$ 100
Por meio do Desenrola Brasil, 10 milhões de pessoas com dívidas de até R$ 100 conseguiram ficar com o nome limpo, segundo informou o MF no domingo (10). A “desnegativação” automática, realizada pelos bancos participantes, faz parte da primeira etapa do programa.

De acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o programa, lançado em julho pelo governo Lula, fechou 1,6 milhão de contratos de dívidas negociadas, no valor total de R$ 11,7 bilhões, exclusivamente pela Faixa 2. Ela engloba a população com renda mensal entre dois salários mínimos e R$ 20 mil.

De 17 de julho a 1º de setembro, 1,25 milhão de clientes de bancos foram beneficiados no Desenrola. As operações desta nova fase serão garantidas com o montante de R$ 8 bilhões, do FGO. A previsão é que todas as fases do programa se encerrem no dia 31 de dezembro.

Fonte: r7

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Economia

Segunda etapa do Desenrola para dívida de até R$ 5.000 será no fim de setembro

por Redação 29 de agosto de 2023

A próxima etapa do programa Desenrola Brasil será lançada no fim de setembro. A informação é do Ministério da Fazenda. Havia a expectativa de que começasse no início do mês.

Nessa fase, as pessoas que recebem até dois salários mínimos (R$ 2.640 mensais), que tenham dívidas de até R$ 5.000 ou estejam inscritas no Cadastro Único de programas sociais vão poder renegociar as contas atrasadas por meio de uma plataforma digital.

Os devedores da chamada Faixa 1 poderão repactuar dívidas com bancos, varejistas, companhias de água, luz e telefone. O consumidor terá duas opções: pagar o valor reduzido à vista ou financiar em até 60 meses, com taxa de juros de até 1,99% ao mês.

O programa de renegociação começou a vigorar em 17 de julho, para a Faixa 2, que contempla apenas débitos bancários para pessoas físicas com renda acima de dois salários míninos (R$ 2.640) até R$ 20 mil. Nessa etapa, quem tem dívidas bancárias de até R$ 100 fica automaticamente com o nome limpo nas instituições.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), no primeiro mês do programa foram registrados R$ 9,5 bilhões em volume financeiro negociado, com 6 milhões de registros desnegativados.

No lançamento do programa, a previsão do governo era realizar em agosto o leilão por categoria de crédito, para definir o credor que oferecesse o maior desconto para a dívida a ser renegociada.

Mas o Ministério da Fazenda não informou quando a medida será realizada, só que a negociação para a Faixa 1 começará no fim de setembro.

“A previsão é que a próxima etapa do Desenrola (Faixa 1), voltada a devedores com renda de até dois salários mínimos ou inscritos no CadÚnico e com dívidas de até R$ 5 mil, se inicie no final do mês de setembro”, afirmou a pasta em nota.

O governo também está desenvolvendo uma plataforma específica para esse público. A repactuação feita exclusivamente na plataforma digital deve beneficiar cerca de 40 milhões de pessoas. No entanto, o valor total de impacto nessa faixa dependerá dos descontos que serão oferecidos pelos bancos aos inadimplentes.

Ao todo, a expectativa é criar condições especiais para facilitar as renegociações de aproximadamente 70 milhões de pessoas. O programa estará vigente até 31 de dezembro de 2023.

Fonte: r7

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Economia

Desenrola renegocia R$ 2,5 bi e limpa 3,5 mi de nomes em duas semanas

por Redação 1 de agosto de 2023

Nas segunda semana do programa Desenrola Brasil, a renegociação de dívidas com instituições financeiras já supera R$ 2,5 bilhões.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o valor representa quatro vezes mais do que na primeira semana do programa, lançado em 17 de julho, pelo governo federal.

Foram renegociados mais de 400 mil contratos de dívidas. A adesão ao programa vai até o dia 31 de dezembro.

Nesse mesmo período, apenas as instituições financeiras retiraram as anotações negativas (desnegativaram) de cerca de 3,5 milhões de registros de clientes que tinham dívidas bancárias de até R$ 100. Esse balanço não inclui baixas de registros de outros credores não bancários.

A primeira fase contempla somente dívidas com bancos. Pessoas físicas que devem até R$ 100 vão ficar automaticamente com o nome limpo nas instituições. Assim, os beneficiados poderão voltar a ter crédito ou fazer contrato de aluguel se não tiverem outras restrições. Mas o não pagamento das parcelas renegociadas leva a uma nova negativação.

“Consideramos que o programa cumpre o papel essencial nesse momento delicado das finanças das famílias brasileiras, ao procurar reduzir dívidas da maior quantidade possível de pessoas”, avalia o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

“Os bancos estão dando sua contribuição para que o Desenrola reduza o número de consumidores negativados e ajude milhões de cidadãos a diminuir seu endividamento”, acrescenta.

Como funciona
O programa, que vai estar vigente até 31 de dezembro de 2023, tem duas faixas de beneficiados. Ele começou pela faixa 2, destinada a pessoas físicas com renda acima de dois salários míninos (R$ 2.640) até R$ 20 mil e dívidas em banco sem limite de valor.

Nessa primeira fase, os bancos vão oferecer a possibilidade de renegociação diretamente em seus canais com os clientes, e as condições mudam de uma instituição para outra.

Já a faixa 1, voltada para pessoas físicas com renda mensal de até dois salários mínimos ou que constem no CadÚnico (Cadastro Único dos beneficiários dos programas sociais do governo federal) com dívidas de até R$ 5.000, deverá ser incluída ao longo do segundo semestre. O governo está desenvolvendo uma plataforma específica para esse público.

Ao todo, a expectativa é criar condições especiais para facilitar a renegociação de aproximadamente 70 milhões de pessoas.

A Febraban esclarece que cada banco tem sua estratégia de negócios, adotando políticas próprias para a adesão ao programa. As condições para a renegociação das dívidas, nessa etapa, serão diferenciadas, e caberá a cada instituição financeira que aderir ao programa defini-las.

Fonte: r7

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Economia

Desenrola Brasil: entenda como renegociar dívidas; programa começa nesta segunda

por Redação 17 de julho de 2023

O governo federal começa nesta segunda-feira (17) as operações do Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas que pode beneficiar até 70 milhões de pessoas.

As renegociações poderão ser feitas diretamente entre os clientes e as instituições financeiras em que os débitos existem. Com o nome limpo, é possível voltar a comprar a prazo, pegar empréstimos ou mesmo fechar contratos de aluguel.

Como participar

A renegociação das dívidas será feita por meio da plataforma do programa. Para participar, é preciso se cadastrar no site do governo federal (www.gov.br) e seguir as instruções para obter o nível de certificação “prata” ou “ouro”. Na plataforma, os cidadãos terão acesso à lista de dívidas que poderão ser negociadas no programa e a situação de cada uma delas.

Os beneficiários serão incentivados a realizar um curso de educação financeira, que estará disponível no momento da habilitação ao programa. A iniciativa atenderá devedores em três faixas. A terceira será iniciada em setembro.

Faixa 1
Na faixa 1, serão enquadradas pessoas físicas com renda bruta mensal de até dois salários mínimos, o equivalente a R$ 2.640, ou que estejam inscritas no Cadastro Único para programas sociais do governo federal (CadÚnico). Poderão ser renegociadas dívidas financeiras e de consumo, como contas de água, luz, telefone ou varejo, negativadas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022 e que não ultrapassem o valor total de R$ 5.000.

Nesta faixa, não podem ser financiadas:

  • dívidas de crédito rural;
  • dívidas de financiamento imobiliário;
  • créditos com garantia real; e
  • operações com funding ou risco de terceiros.

As dívidas renegociadas poderão ser quitadas à vista ou parceladas em até 60 vezes, com pagamento mínimo de R$ 50,00 e juros de até 1,99% ao mês.

Faixa 2
Na faixa 2, podem participar pessoas físicas com renda mensal de até R$ 20.000 e que tenham dívidas em cadastros de inadimplentes até 31 de dezembro de 2022. Nesse caso, a renegociação dos débitos pode ser feita de forma direta entre os devedores e as instituições financeiras, por meio de seus próprios canais de atendimento, com um prazo mínimo de 12 meses para o pagamento.

Nesta faixa, não podem ser financiadas:

  • dívidas de crédito rural;
  • que possuam garantia da União ou de entidade pública;
  • que não tenham o risco de crédito integralmente assumido pelos agentes financeiros;
  • que tenham qualquer tipo de previsão de aporte de recursos públicos; e
  • que tenham qualquer equalização de taxa de juros por parte da União.

Fonte: r7

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