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SÃO PAULO

Segurança

Após anos dispersa, ‘nova Cracolândia’ ressurge em Santa Ifigênia, em SP

por Redação 15 de dezembro de 2023

A Prefeitura de São Paulo identificou uma maior concentração de usuários de drogas na região de Santa Ifigênia no segundo semestre de 2023, acendendo o alerta para a formação de uma “nova Cracolândia” no polo de vendas de eletrônicos no centro.

Segundo dados retirados do painel de monitoramento da região da Luz, entre janeiro e o início de dezembro, em média 469 pessoas se reuniram no período da manhã para usar drogas na área, e 558, no período da tarde — o que resulta na presença de 1.696 dependentes químicos na região em um único dia.

Os números foram compilados após o acompanhamento ao longo do ano nas ruas dos Gusmões, dos Andradas, dos Protestantes e na General Couto de Magalhães.

Dados da Prefeitura de São Paulo mostram picos no número de usuários na região nos meses de janeiro e maio, mas é a partir de julho que a quantidade de dependentes químicos se torna ainda mais frequente na área de Santa Ifigênia.

A prefeitura aponta múltiplas causas para essa concentração.

“Diversos aspectos podem influenciar na flutuação desses números, dentre os quais é possível citar a época do ano, o calendário de recebimento de benefícios sociais, as condições climáticas e as dinâmicas territoriais”, informa, em nota.

Como é feita a contagem
O levantamento do número de usuários de drogas pela Prefeitura de São Paulo é feito a partir de fotografias registradas entre as 10h e as 11h e entre as 15h e as 16h.

Com as imagens coletadas, é implementado o método Jacobs, que usa a densidade da aglomeração para determinar quantas pessoas há em média no local.

A técnica foi desenvolvida por um professor universitário nos anos 1960 e multiplica a área da região analisada pelo número de indivíduos por metro quadrado.

Fonte: r7

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São Paulo

Zoneamento de SP: projeto que muda áreas para prédios altos é aprovado em 1ª votação

por Redação 13 de dezembro de 2023

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em primeira votação, o projeto de lei que altera a Lei de Zoneamento da cidade na tarde desta terça-feira (12). A proposta impacta milhares de quadras da capital paulista, que passarão a ser submetidas a novas regras de altura de construção, proteção ambiental, incentivos para setor imobiliário e outras alterações.

A revisão do zoneamento teve 46 votos favoráveis e 8 contrários. Eram necessários 37. A segunda e definitiva votação está prevista para 21 de dezembro, às vésperas do Natal. O projeto divide opiniões e foi até questionado na Justiça, porém o plenário estava esvaziado, com a presença de poucos representantes de associações de moradores e de movimentos de moradia. Uma manifestação chegou a ser realizada contrariamente em 30 de novembro.

As mudanças propostas envolvem a delimitação de novas quadras com incentivos e veto a prédios altos, a exclusão e a inclusão de zonas de proteção ambiental, o desestímulo ao boom de microapartamentos, a criação de um novo desconto a edifícios com intervenções de menor impacto ambiental e outras.

O projeto de lei foi enviado pela Prefeitura à Câmara em outubro e passou por diversas alterações. Um novo texto foi apresentado pelo relator, Rodrigo Goulart (PSD), em audiência pública em 4 de dezembro. Há a previsão de um segundo substitutivo no começo da próxima semana, com novas alterações. A gestão Ricardo Nunes (MDB) tem ampla maioria entre os vereadores.

Líder do governo na Câmara, Fabio Riva (PSDB), afirmou que o projeto atende a um anseio da cidade e destacou a transformação de parte das Zonas Especiais de Proteção Ambiental em áreas para moradia de baixa renda. “Quando fala em meio ambiente e habitação de interesse social não são conflitantes, são ações complementares.”

Integrante da Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente, a vereadora Silvia Ferraro, da Bancada Feminista (PSOL), votou contrariamente ao projeto. “Ainda tem muitos problemas, ainda constam muitas questões ruins, como no caso dos ‘edifícios conceito’ (prédios com algumas intervenções de menor impacto ambiental). Não achamos que seja uma justificativa para dar 20% de desconto na outorga (recurso destinado ao Fundo de Desenvolvimento Urbano, cuja arrecadação foi de R$ 1 bilhão no ano passado, revertido a obras pública).”

A votação também foi marcada pela presença de lideranças guarani que conseguiram a mudança no zoneamento de duas áreas próximas da Terra Indígena Jaraguá, na zona norte, remarcadas como Zona Especial de Proteção Ambiental (Zepam). Um dos locais pertence à construtora Tenda, que tem um projeto para um conjunto habitacional popular aprovado e é contrária à alteração.

As lideranças presentes argumentaram que a área tem papel ambiental, com a presença de nascentes e outras características de fauna e flora que deveriam ser protegidas e recuperadas. “É muito importante para o amortecimento do impacto ambiental, para que tenha a preservação de poucas áreas de Mata Atlântica que tem em São Paulo”, disse Araju Arapoty.

Mais quadras vão ter incentivo a prédios altos? E muda onde já existe?
Um dos principais e mais discutidos pontos envolve os “eixos de transporte”, áreas no entorno de estações de metrô e trem e corredores de ônibus que têm descontos e incentivos municipais variados para a construção de prédios altos e hoje concentram a maior parte da produção de novos apartamentos, especialmente nos bairros valorizados.

A faixa de incidência aumentaria de imóveis em quadras inteiramente a até 600 m de metrô e trem e 300 m de corredor para aqueles em quadras em que ao menos metade está, respectivamente, a 700 m das estações e 400 m dos corredores.

O projeto permite uma expansão de eixos de verticalização em centenas de quadras da cidade. Há também algumas “exclusões”, isto é, quadras que deixariam de ter incentivo a prédios altos quando preenchem alguns requisitos ambientais, urbanísticos ou culturais: como inclinação acentuada, presença de curso d’água e localização em via estreita. Entre as exclusões principais, está quase todo o eixo da Estação Vila Madalena.

Na prática, contudo, essa exclusão tem um impacto limitado. Isso porque o projeto permite que a altura máxima de novos imóveis permaneça alta se ao menos 40% da quadra (hoje em dia é 50%) estiver verticalizada. Além disso, há um dispositivo de transição chamado “direito de protocolo”, que permite a construção de um empreendimento com as características da lei vigente no momento do pedido na prefeitura, mesmo que a execução seja posterior.

Com as exclusões, os endereços ganham novo zoneamento. Parte das quadras passa a ser Zona de Centralidade, que permite imóveis de até 48 m de altura. Já as ruas sem saída viram ZPR ou Zona Mista (novas construções com até 28 m de altura), a depender das características, dentre outras.

Terá mesmo proteção a vilas? Como vai funcionar? Poderão ser demolidas?
O projeto prevê a proteção a vilas reconhecidas como tal mediante uma avaliação “caso a caso” de um órgão responsável e a pedido dos proprietários. Essa restrição envolve a delimitação como uma ZPR (Zona Predominantemente Residencial), que não permite construções com mais de 10 m.

A Câmara chegou a indicar cerca de mil vilas que poderiam solicitar o reconhecimento como ZPR. Por outro lado, o projeto permite que a proteção possa ser revertida com o aval de todos os donos e de órgão responsável.

O que muda em relação às Zonas Especiais de Proteção Ambiental? Poderão ter mais casas?
A proposta transforma parte das Zepams (Zonas Especiais de Proteção Ambiental) em Zeis (Zonas Especiais de Interesse Social). A nova classificação permite a regularização fundiária e permanência de famílias de baixa renda, mas dá margem a uma maior urbanização de áreas sensíveis, como em distritos do entorno das represas e da serra da Cantareira. A justificativa é de que a mudança envolve áreas já “consolidadas”, onde famílias vivem há anos.

Também nas Zepams, o projeto autoriza a liberação de comércios de alimentos para até 500 pessoas mediante aval de órgão ambiental não especificado, como antecipou o Estadão. Hoje, essa avaliação deve ser feita nos conselhos gestores dos parques ou no Cades (Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável). No parque do Ibirapuera, por exemplo, a regra vigente libera exclusivamente espaços fixos para público de até cem pessoas, mesmo após a concessão.

O que é o ‘freio’ ao boom de microapartamentos e a studios para Airbnb?
Como o Estadão mostrou em primeira mão, o projeto exclui um incentivo que estimulou o boom de studios, quitinetes e novos microapartamentos na cidade. A proposta impede que empreendimentos que misturem pequenas unidades para hospedagem (Airbnb e afins) e moradia tenham acesso a incentivos públicos para o chamado “uso misto”.

Entre os incentivos que deixariam de atender a esses empreendimentos estão construir 20% a mais do que o normalmente permitido e ter “desconto” na outorga onerosa, taxa cobrada das construtoras e calculada com base na área construída computável. Com a mudança, para ter o benefício de uso misto, seria necessário incluir outros tipos de espaços não residenciais, como escritórios e comércios.

Como ficaria a avenida Rebouças?
Uma das mudanças apresentadas pelo relator de maior repercussão envolve um trecho da avenida Rebouças, que contempla o lado ímpar, no trecho entre a rua Estados Unidos e a avenida Brigadeiro Faria Lima, na zona oeste. Nessa parte da via, há hoje mais restrições construtivas e de atividades, por envolver a “borda” da ZER (Zona Exclusivamente Residencial) dos Jardins, enquanto praticamente todo o restante tem incentivos para a construção de prédios altos.

Com a alteração sugerida, esse perímetro seguiria como uma ZCOR (Zona Corredor), mas mudaria de ZCOR-2 para ZCOR-3. Essa nova classificação permite mais tipos de estabelecimentos comerciais e de serviços de médio porte (até 500 pessoas), o que hoje é restrito a pequeno porte (até cem pessoas).

A proposta também permite que os imóveis tenham um aumento de até 50% na altura, chegando de 10 m a até 15 m. Além disso, na mesma proporção, aumenta o coeficiente de aproveitamento máximo, de modo que seja possível construir de 1,5 vez a área do terreno (não mais limitada a uma vez). Isto é, a alteração permitiria construções mais robustas.

Há alguma mudança específica para o entorno do Ibirapuera?
O projeto cria uma ZOE (Zona de Ocupação Especial) em uma área do Exército nas proximidades do parque do Ibirapuera, na zona sul. O Comando Militar do Sudeste tem planos de expansão do Forte Ibirapuera, nas ruas Manoel da Nóbrega e Abílio Soares, com novas instalações da recém-recriada Companhia de Comando da 2.ª Divisão de Exército e dos Próprios Nacionais Residenciais (apartamentos para moradia de militares). Com a alteração, seria possível firmar regras mais flexíveis para o endereço, o que facilitaria uma expansão e verticalização.

O que é o desconto para ‘edifícios conceitos’? Têm mesmo menor impacto ambiental?
O projeto cria um incentivo a “edifícios conceito”, para estimular medidas apresentadas como mais sustentáveis. Como mostrou o Estadão, a versão da Câmara resgatou uma proposta de 2017, criticada por uma parte dos especialistas pela “assimetria” entre os benefícios às construtoras e os ganhos ambientais.

Na prática, oferta até 20% de desconto a empreendimentos com determinado volume de árvores, jardins suspensos, sistema de pré-tratamento de esgoto e/ou estrutura de energia fotovoltaica, dentre outras intervenções. O texto cita possível “melhoria da qualidade de vida da cidade”.

O centro não terá mais ferro-velho e centro de reciclagem?
O projeto prevê a proibição da instalação de ferros-velhos e comércios de materiais destinados à reciclagem em parte da região central. Essa proibição abrange o distrito Sé, grande parte dos distritos República e Brás e pequenos trechos do distrito Consolação.

O que muda em relação a barulho?
Após um vaivém revelado pelo Estadão, o município retirou totalmente o trecho do projeto que previa a fiscalização de limite de barulho em residências pelo Psiu (Programa Silêncio Urbano). O texto substitutivo manteve o trecho que adia a entrega do mapa de ruído urbano para 2029.

A prefeitura vai continuar a incentivar comércio no térreo?

A proposta mantém os incentivos municipais para a “fachada ativa”, a fim de aumentar o fluxo de pessoas na rua por meio do funcionamento de estabelecimentos comerciais e de serviços no térreo de edifícios. Nesse aspecto, há algumas mudanças substanciais.

O projeto permite o acesso a incentivos municipais para fachadas ativas que ocupem uma parte da área localizada em pavimento inferior ou superior, desde que tenha acesso pela via pública. Além disso, flexiona a necessidade de ter lojas e afins em todas as entradas do prédio, desde que ocupe ao menos 25% da “testada” do edifício.

A proposta vai alterar as Zonas Estritamente Residenciais?
As ZER não serão revistas neste momento. “Não incidindo sobre elas índices e parâmetros urbanísticos menos restritivos do que aqueles atualmente aplicados”, destaca um dos trechos iniciais do projeto. Isto é, não há alteração prevista nas áreas restritas a casas em partes dos distritos Alto de Pinheiros, Pacaembu, Jardins, Interlagos e outros.

As mudanças no zoneamento são válidas até quando?
Não há uma data específica. A legislação atual prevê, contudo, que a Prefeitura proponha um novo Plano Diretor até 2029. Em geral, após alterações substanciais no plano, é necessário realizar mudanças também no zoneamento, visto que as duas leis estão interligadas.

As novas regras vão atingir imóveis já licenciados ou vendidos na planta?
Não. Os projetos de empreendimentos imobiliários costumam buscar as licenças na Prefeitura bem antes do início da obra. Nesses casos, incide o “direito de protocolo”, que é a permissão para a construção com base na legislação vigente no início da tramitação do processo no poder público. Dessa forma, transformações propostas no zoneamento podem levar anos para se tornar mais evidentes na cidade.

O zoneamento vale para toda a cidade? Como ficam locais com projetos específicos e operações urbanas?
O zoneamento incide sobre toda a cidade, mas a legislação paulistana determina que algumas áreas consideradas subutilizadas ou com propostas de transformação específica recebam projetos e regramentos diferenciados. Essas normas e incentivos integram os PIUs (Projetos de Intervenção Urbana) e as Operações Urbanas, como em parte do centro, do entorno do rio Jurubatuba, da região da avenida Brigadeiro Faria Lima e da avenida Água Espraiada, dentre outros locais.

O que acontece após a aprovação na Câmara?
Se aprovado pela Câmara, o projeto de lei será remetido ao prefeito. O Executivo poderá promulgar o texto, vetar alguns trechos ou rechaçar a proposta na íntegra. Com maioria no Legislativo, Nunes acatou quase todas as mudanças feitas pelos vereadores no Plano Diretor e possivelmente repetirá o gesto com o zoneamento.

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São Paulo

Justiça de SP derruba liminar que suspendeu tramitação da Lei de Zoneamento na capital

por Redação 8 de dezembro de 2023

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) derrubou a liminar, nesta quinta-feira (7), que suspendeu a tramitação do projeto da Lei de Zoneamento na capital na terça-feira (5). A decisão é do desembargador Nogueira Diefenthäler.

O texto foi apresentado pela Câmara na segunda-feira (4) e substitui o que foi enviado pela prefeitura no fim do mês de setembro. A Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo é responsável por determinar, por exemplo, a altura de prédios, a instalação de escolas e a localização de áreas verdes.

Segundo a Câmara, as audiências públicas serão retomadas na próxima segunda-feira (11), com dois encontros, às 11h e às 17h. Enquanto na terça-feira (12) ocorrerá a votação em primeiro turno.

Suspensão
Na última terça-feira, a juíza Larissa Kruger Vatzco, da 12ª Vara de Fazenda Pública, suspendeu a tramitação em razão da falta de participação popular e propaganda dos procedimentos de convocação das audiências públicas durante a elaboração do texto, segundo a magistrada.

Já o desembargador Diefenthäler discorda da juíza. “Nota-se que comprovadamente houve uma sucessão de convites formais dirigidos à cidadania, para participar das audiências públicas, a sociedade se inteirou do tema e pôde acessar as informações”, afirmou na decisão.

Fonte: r7

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São Paulo

Oposição quer entrar com mandado de segurança para anular sessão de privatização da Sabesp

por Redação 7 de dezembro de 2023

A bancada de oposição da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), que engloba PT, PSOL, Rede, PSB, PCdoB, PDT, declarou que sua ausência na votação do projeto de lei (PL) de privatização da Sabesp — aprovada na noite desta quarta-feira (6), com 62 votos favoráveis — foi por não reconhecer a legitimidade da sessão. Em meio à confusão que envolveu manifestantes e a Polícia Militar, o uso de bombas de gás e spray de pimenta impediu a permanência de todos no plenário.

A oposição já fala em impetrar um mandado de segurança para anular a sessão.

“Durante o processo de discussão e votação, manifestantes na galeria — inclusive adolescentes — foram agredidos violentamente pela polícia. O plenário foi tomado pelo gás e spray utilizado pelos agentes de segurança, impossibilitando a permanência de servidores, deputados — inclusive parlamentares idosas e grávidas — e imprensa no espaço”, diz nota da oposição.

“O que aconteceu representa bem o governo Tarcísio, que usa o autoritarismo para impor o que tem de pior para a população de São Paulo”, afirmou o deputado Guilherme Cortez (PSOL). “O futuro da nossa água foi decidido com agressividade, aos atropelos e sem o povo e a imprensa fiscalizando”, continuou.

Se a votação da noite desta quarta for mantida, o deputado fala em entrar com uma ação direta de inconstitucionalidade (ADIn) “para anular a lei inconstitucional aprovada”.

O projeto de lei, de autoria do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), prevê a desestatização da empresa de água e saneamento, a maior do setor no Brasil, por meio da venda de parte das ações que o estado detém da companhia.

Após a aprovação do projeto de lei, o governador de São Paulo foi às redes sociais para parabenizar os parlamentares pela aprovação, que era uma de suas promessas de campanha eleitoral.

Fonte: r7

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Transporte

Motoristas de ônibus de São Paulo marcam greve para esta sexta-feira (1º)

por Redação 30 de novembro de 2023

O Sindmotoristas (Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo) anunciou nesta quinta-feira (30) uma greve de ônibus para sexta-feira (1º) no município de São Paulo.

De acordo com a categoria, a paralisação acontecerá por causa da suspensão do resultado das eleições do Sindmotoristas, que ocorreu na semana passada. A decisão foi emitida pelo TRT (Tribunal Regional do Trabalho) após pedido da Chapa 1.

Segundo o sindicato, o líder da Chapa 4, Edivaldo Santiago, pretende assumir o comando do Sindmotoristas nesta sexta-feira. Entretanto, caso desacate a decisão do TRT, Edivaldo pode ser preso e ter que pagar multa no valor de R$ 50 mil.

Sendo realizada a greve, esta será a segunda paralisação dos ônibus municipais de São Paulo em menos de duas semanas. No dia 21, nove terminais foram bloqueados por sindicalistas. O ato aconteceu em meio à eleição do Sindmotoristas.

O próprio sindicato classificou a ação do dia 21 como uma maneira de “prejudicar o processo eleitoral”.

Fonte: r7

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Transporte

Linha 10-Turquesa volta a funcionar de forma parcial; veja todas as linhas em atividade

por Redação 28 de novembro de 2023

A Linha 10-Turquesa, que estava totalmente paralisada nesta terça-feira (28), voltou a funcionar no trecho entre as estações Brás e Mauá. Com isso, 62% dos profissionais da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) estão trabalhando, cumprindo a decisão judicial que determinava o mínimo de 60% dos funcionários nos horários das 10h às 16h e após as 21h. Para os períodos de pico, das 4h às 10h e das 16h às 21h, o percentual é de 85%.

As estações do Sumaré e da Vila Madalena também foram reabertas, mas o Sindicado dos Metroviários ainda descumpre a decisão de manter 80% do contingente nos horários de pico — das 6h às 9h e das 16h às 18h — e 60% nos outros horários. A multa diária é de R$ 700 mil.

Saiba o que funciona

No metrô, a Linha 1-Azul opera entre as estações Tiradentes e Ana Rosa; na Linha 2-Verde, os trens vão do Ipiranga até Clínicas; na Linha 3-Vermelha, as composições percorrem o trecho entre Bresser e Santa Cecília. A Linha 15-Prata está totalmente fechada.

Na CPTM, a Linha 7-Rubi funciona da Luz a Caieiras, com intervalo de 8 minutos; a Linha 11-Coral opera da Luz até Guaianases, com intervalo de 6 minutos; a Linha 12-Safira conta com trens entre todas as estações, com intervalo de 8 minutos; e a Linha 13-Jade também funciona integralmente, com intervalo de 30 minutos. A Linha 10-Turquesa está fechada.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás, do metrô, e 8-Diamante e 9-Esmeralda, do trem, que são administradas pela iniciativa privada, operam normalmente. As quatro são operadas pela ViaQuatro (linhas de Metrô) e pela ViaMobilidade (linhas da CPTM).

Greve nos trens, Sabesp e escolas de SP

Os trabalhadores do Metrô, da CPTM e da Sabesp, além de professores estaduais, entraram em greve para protestar contra as propostas do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de privatização de empresas e serviços de determinadas áreas, como transporte, água e saneamento.

Eles também citam outras causas para a paralisação, entre elas a demissão de funcionários em razão de greves. Cinco trabalhadores foram dispensados pelo Metrô após cruzarem os braços em outubro.

Outro motivo apontado são possíveis cortes na área da educação. O governo Tarcísio de Freitas enviou um projeto que prevê a possibilidade de reduzir os gastos obrigatórios em educação de 30% para 25% no estado.

O que diz o governo?
O Governo de São Paulo afirma que continuará estudando a possibilidade de privatizações na área de transporte em razão da perspectiva de modernizar e melhorar o serviço. Ressalta ainda que a proposta foi amplamente divulgada nas eleições.

Sobre a PEC (proposta de emenda à Constituição) enviada à Assembleia Legislativa visando à redução da verba obrigatória para a educação, o governo diz que o texto prevê apenas a possibilidade de flexibilizar uma parte das despesas em razão da necessidade crescente na área da saúde. Assim, em vez 30% obrigatórios para educação, seriam 25%, e os outros 5% podem ser investidos em educação ou saúde.

Sobre a demissão de funcionários pelo Metrô após greve, o governo afirma que os trabalhadores agiram em defesa de interesses privados, descumprindo a legislação e realizando a paralisação sem aviso prévio, o que prejudicou a população.

Na sexta-feira (24), o governador criticou a realização da greve. “Será que é razoável que a gente tenha uma greve todo mês?”, questionou Tarcísio, que chamou a decisão do sindicato por cruzar os braços de “deboche”.

O governador disse que o movimento busca atender a interesses privados e traz inúmeros prejuízos à população, afetando o comércio, trabalhadores e estudantes, entre outros.

Em relação à área da educação, o governo já alterou a data do Provão Paulista. A gestão Tarcísio disse que atua com o Judiciário contra a realização da greve e que deverá, em último caso, adotar medidas alternativas, como a decretação de ponto facultativo e o aumento da frota de ônibus, em parceria com a Prefeitura de São Paulo.

Fonte: r7

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Transporte

Funcionário que descumpriu decisão judicial será punido, diz Tarcísio, sobre greve em SP

por Redação 28 de novembro de 2023

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou nesta terça-feira (28) que os funcionários do Metrô, da CPTM e da Sabesp que não cumpriram a decisão judicial que pedia o funcionamento de ao menos 80% do sistema de transporte serão punidos.

“[A decisão] foi solenemente ignorada. A gente enumerou as pessoas que deveriam trabalhar no horário de pico. E não foi seguido. Após a greve, vamos aplicar medidas. A gente está pagando os salários. Não podemos tolerar indisciplina”, disse

“Quem são essas pessoas? Procuramos individualizar a decisão. Elas são passíveis de sanção, e vamos estudar quais sanções vamos aplicar.”

Tarcísio reiterou que a paralisação tem cunho político e falou que não voltará atrás na privatização da Sabesp nem em outras que estão em estudo.

O governador também citou o Provão Paulista, que deveria ter seu primeiro dia de exames aplicado justamente nesta terça e foi adiado.

“Como ficam esses alunos, gente que veio de fora de São Paulo para fazer?”, questionou. “Todo mês vamos ter uma greve do Metrô? Qual vai ser a próxima? Porque nós vamos continuar estudando privatizações.”

Fonte: r7

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Transporte

‘O cidadão é que vai se acotovelar no ônibus’, diz Tarcísio, sobre greve que causa caos

por Redação 28 de novembro de 2023

Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (28), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) voltou a afirmar que a greve promovida por funcionários do Metrô, da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e da Sabesp é um ato político.

“É o cidadão que fica sem transporte, que vai se acotovelar no ônibus, que vai demorar horas para chegar em casa ao fim do dia. Isso não é justo. Não está certo”, afirmou.

Ele disse ainda que os estudos para concessões não vão parar, pois estão previstos em seu plano de governo desde o início.

“A operação da Sabesp acontecerá no ano que vem. E vai ser um grande sucesso. Do mesmo jeito que nós prometemos não aumentar a tarifa no primeiro ano de mandato e não aumentamos. Essa é uma greve política. Não é reivindicação por salário nem por outra medida trabalhista.”

O Governo de SP estima que 4,6 milhões de passageiros sejam afetados pela interrupção dos serviços sobre trilhos.

Enquanto isso, a manifestação é chamada de “Dia Estadual de Greve do Funcionalismo e Estatais” pelos sindicatos que representam os trabalhadores

A paralisação ocorre menos de dois meses após a última greve do transporte público, realizada em 3 de outubro. Na ocasião, a cidade conviveu com congestionamentos acima da média e ônibus lotados.

Decisão judicial ignorada
Tarcísio lembrou ainda que, mais uma vez, a decisão judicial que pedia o funcionamento de ao menos 80% do sistema de transporte não foi cumprida.

“Foi solenemente ignorada. A gente enumerou as pessoas que deveriam trabalhar no horário de pico. E não foi seguido. Após a greve, vamos aplicar medidas. A gente está pagando os salários. Não podemos tolerar indisciplina”, disse.

O governador também citou o Provão Paulista, que deveria ter seu primeiro dia de exames aplicado justamente nesta terça e foi adiado.

“Como ficam esses alunos, gente que veio de fora de São Paulo para fazer?”, questionou. “Todo mês vamos ter uma greve do Metrô? Qual vai ser a próxima? Porque nós vamos continuar estudando privatizações.”

Fonte: r7

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São Paulo

Candidata à Polícia Civil é presa após ser flagrada com câmera e escuta durante vestibular

por Redação 27 de novembro de 2023

Uma candidata à Polícia Civil foi presa, na manhã do domingo (26), após ser flagrada com uma câmera e uma escuta durante a realização da prova da Fundação Vunesp (Vestibular da Universidade Estadual Paulista), em uma faculdade na Barra Funda, zona oeste de São Paulo.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher de 31 anos usava uma blusa vermelha grossa e, segundo a fiscal da sala, aparentava estar inquieta. A todo momento mexia na vestimenta, além de olhar diversas vezes para todos os lados da sala.

A fiscal achou a atitude suspeita e informou à candidata que precisaria chamar o coordenador, para que a mulher passasse pelo detector de metais. Ao se aproximar do aparelho, o objeto apitou, indicando a presença de item metálico.

A suspeita insistiu em dizer que não estava com nenhum item proibido e se recusou a tirar a blusa. Posteriormente, o dispositivo eletrônico foi encontrado acoplado à manga do casaco.

A ferramenta era uma webcam com bateria. Havia um buraco na manga onde a câmera ficava e gravava a prova. O receptor do sinal estava acoplado na calça e na roupa íntima da mulher.

A candidata, que é filha de um policial civil, em nenhum momento informou que teria algum comparsa.

Uma viatura da CERCO (Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas) da 3ª Delegacia de Polícia Seccional Oeste estava no estacionamento da faculdade quando foram comunicados da fraude e conduziram a candidata à delegacia.

Os policiais devem emitir um ofício pedindo a lista de chamada assinada, o gabarito, a folha de prova da indiciada e o relatório do fiscal da sala de provas da indiciada, além das imagens do local da prova e para tentar localizar com quem a indiciada chegou no prédio.

O boletim de ocorrência foi registrado no 91º DP (Ceagesp) como associação criminosa e fraudes em certames de interesse público.

Fonte: r7

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Brasil

Manifestantes fazem ato na avenida Paulista em protesto por morte de preso do 8 de Janeiro

por Redação 27 de novembro de 2023

Uma manifestação foi realizada neste domingo (26) na avenida Paulista, em São Paulo, em protesto pela morte de Cleriston Pereira da Cunha, um dos réus pelos atos de 8 de janeiro, em Brasília. A manifestação reuniu apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que não esteve no ato.

Cunha faleceu na manhã de segunda-feira (20), em um pátio da penitenciária da Papuda, em Brasília, durante um banho de sol. Equipes dos Bombeiros tentaram a reanimação cardiorrespiratória, mas sem sucesso.

Os manifestantes se reuniram em frente ao Masp com bandeiras do Brasil e vestindo, em sua maioria, roupas nas cores verde e amarela. Eles carregavam também faixas com críticas ao STF (Supremo Tribunal Federal) e pedindo contagem de votos.

Ocupando três quadras da Paulista, o grupo fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pediu o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, relator no Supremo das ações penais dos atos de 8 de janeiro.

Uma faixa presa ao carro de som anunciava o ato “em defesa do estado democrático de direito, dos direitos humanos e em memória de Cleriston Pereira”.

Participaram do evento personalidades da política, como a deputada federal Carla Zambelli (PL) e Marcel van Hattem (Novo).

O ex-presidente Jair Bolsonaro cumprimentou os participantes da manifestação por meio das redes sociais. “O dia de hoje nos traz a memória do Clezão, que vive entre nós, e nos encoraja a lutar cada vez mais por honestidade, patriotismo, verdade e liberdade”, afirmou.

Covid
Cunha tinha 46 anos, era residente no DF e estava preso preventivamente desde o dia 8 de janeiro. A família foi notificada da morte, e o corpo foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML). A Polícia Civil afirma que houve perícia no local.

O R7 teve acesso a um parecer da Procuradoria-Geral da República, do dia 1º de setembro, em que foi recomendada a liberdade provisória do réu por ter adquirido comorbidades após contrair Covid-19.

Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária do DF afirma que Cunha era acompanhado por equipe multidisciplinar da Unidade Básica de Saúde localizada na própria unidade prisional desde a entrada na unidade, em 9 de janeiro.

Fonte: r7

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