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GuarulhosSaúde

PF e Anvisa fazem ação contra o comércio de medicamentos falsificados e clandestinos

por Redação 17 de novembro de 2022

A PF (Polícia Federal) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) fazem, em conjunto, uma operação contra o mercado irregular de importação e comercialização de medicamentos no Brasil.

A ação acontece na manhã desta quinta-feira (17) e inclui o combate a produtos falsificados e importados de forma irregular para o país. As buscas ocorrem em seis estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Um mandado de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal da SJ-MT são cumpridos.

A operação é resultado do compartilhamento de informações entre PF, Anvisa e as vigilâncias sanitárias dos estados. As investigações tiveram início com uma apreensão anterior, no Aeroporto Internacional de Campo Grande (MS), de várias caixas de medicamentos de origem argentina.

A carga estava desacompanhada de documentação que comprovasse a entrada regular no território nacional. Nessa ocasião, também já havia sido apreendida uma caixa de remédio comprovadamente falsificado.

Medicamentos de origem irregular não têm nenhuma garantia de suas condições de qualidade. Mesmo nos casos em que a Anvisa autoriza a importação de forma excepcional de produtos sem registro no país, é necessário o cumprimento de procedimentos para que seja garantida a segurança dos pacientes.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSaúde

Capital paulista começa a vacinar crianças a partir de 6 meses com comorbidades contra a Covid

por Redação 17 de novembro de 2022

A cidade de São Paulo inicia hoje a vacinação contra a Covid-19 de crianças na faixa etária de 6 meses a 2 anos com comorbidades – imunossuprimidos e com deficiência permanente – além de indígenas.

Esses grupos receberão a chamada Pfizer Baby (tampa de cor vinho), que é a única vacina autorizada atualmente pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para esta faixa etária. A capital recebeu 34.840 doses da vacina.

Estão incluídas nesse grupo crianças com até 2 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

O esquema vacinal será de três doses. A segunda dose deve ser administrada após intervalo de quatro semanas (28 dias) da primeira. A terceira pode ser aplicada oito semanas (56 dias) após a segunda dose.

Os responsáveis pelas crianças devem apresentar, nesta primeira fase da vacinação, comprovantes de condição de risco, ou seja, receitas, relatórios ou outros documentos que atestem as comorbidades ou as outras condições previstas.

Tais documentos devem conter, além da identificação da criança, carimbo do médico com CRM, e estar dentro da validade de dois anos de emissão.

Segundo levantamento da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) deste ano, o município de São Paulo tem 367.439 crianças nessa faixa etária (público geral). A vacinação ocorrerá nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde), de segunda a sexta-feira, e aos sábados, nas UBSs integradas, das 7h às 19h.

Caso existam doses remanescentes da vacina próximo ao final das atividades de cada dia nas unidades, as demais crianças da faixa etária podem tomar o imunizante, desde que sejam moradoras da região (deve ser apresentado comprovante de endereço para inscrição prévia).

Segundo o Ministério da Saúde, a Pfizer Baby contra a Covid-19 pode ser administrada simultaneamente com as demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação para esse público.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Guarulhos recebe a Pfizer Baby para vacinação de crianças de seis meses a dois anos contra a covid-19

por Redação 16 de novembro de 2022

A Prefeitura de Guarulhos recebeu nesta quarta-feira (16) a primeira remessa da vacina contra a covid-19 Pfizer Baby, destinada a crianças de seis meses a dois anos de idade com comorbidades. A vacinação deste público, correspondente a 6.248 crianças, terá início na sexta-feira (18) em 21 polos. Pais ou responsáveis devem levá-las para se vacinar portando documento com foto e comprovante da comorbidade.

O imunobiológico estará disponível no Ambulatório da Criança (rua Osvaldo Cruz, 151, Centro) e nas UBS São Ricardo, Vila Fátima, Ponte Grande, Tranquilidade, Rosa de França, Continental, Cabuçu, Acácio, Cidade Martins, Morros, Haroldo Veloso, Nova Bonsucesso, Marinópolis, Soberana, Jacy, Cumbica I, Cummins, Jurema, Piratininga e Jandaia. Os endereços podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

O esquema de vacinação primário será composto por três doses, com um intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose e de oito semanas entre a segunda e a terceira dose. Não está recomendada a intercambialidade com outro imunobiológico para completar o esquema vacinal, ou seja, a vacina utilizada em todas as doses deverá será a mesma, a Pfizer Baby.

Comorbidades incluídas como prioritárias

De acordo com o Plano Nacional de Operacionalização contra a Covid-19 do Ministério da Saúde, as comorbidades prioritárias para vacinação com utilização da Pfizer Baby são diabetes mellitus, pneumopatias crônicas graves, hipertensão arterial resistente (HAR), hipertensão arterial estágio 3, hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo, doenças cardiovasculares, doenças neurológicas crônicas, doença renal crônica, imunocomprometidos, hemoglobinopatias graves, obesidade mórbida, síndrome de Down e cirrose hepática.

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GuarulhosSaúde

Guarulhos reforça a importância de manter o esquema vacinal contra a covid-19 em dia

por Redação 16 de novembro de 2022

Desde janeiro de 2021, quando teve início a vacinação contra a covid-19 em Guarulhos, a cidade aplicou 3.470.678 doses. Os dados são do sistema Vacina Já, do governo do Estado de São Paulo, atualizados na última terça-feira (8). No entanto, a Prefeitura chama a atenção para as pessoas que não estão com o esquema vacinal em dia, tendo em vista a alta de casos no Brasil, conforme alerta da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) divulgado nesta quinta-feira (10) no Boletim Infogripe.

O novo boletim sinaliza aumento dos casos de síndrome respiratória aguda-grave (SRAG) com resultado laboratorial positivo para Sars-CoV-2 (covid-19) na população adulta de Amazonas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, ainda que não seja possível afirmar que o crescimento de 36,9% dos casos positivos para a doença nas últimas quatro semanas epidemiológicas esteja relacionado especificamente com as identificações recentes de novas sublinhagens identificadas em alguns locais do país.

No entanto, a Secretaria Municipal da Saúde, que já tem observado alta nos testes positivos de covid-19, reforça que uma das formas mais importantes de prevenir a disseminação da covid-19 continua sendo a vacinação, principalmente das doses de reforço, que, segundo especialistas, são preparadas com incrementos para as principais novas variantes em circulação. Em Guarulhos, contudo, 285.764 pessoas ainda não compareceram às Unidades Básicas de Saúde (UBS) para receber a primeira dose adicional, disponível para maiores de 12 anos.

Faixas etárias menos vacinadas

Segundo relatório Vacivida, do Governo do Estado de São Paulo, que registra o número de pessoas que iniciaram a vacinação na cidade e ainda não concluíram o esquema vacinal, atualizado nesta quinta-feira (10), adultos com idade entre 20 e 29 anos são os menos vacinados com a primeira dose adicional, totalizando 94.381. Na sequência estão os indivíduos entre 30 e 39 anos, com 70.267 faltantes e, a seguir, os da faixa etária entre 40 e 49 anos, que são 51.014.

Já entre os grupos aptos a receber a segunda dose adicional, que são as pessoas entre 12 e 17 anos com alto grau de imunossupressão, incluindo gestantes e puérperas, bem como todas as pessoas acima de 18 anos, 170.557 ainda não compareceram para se vacinar. Deste número, 68.317 têm entre 40 e 49 anos de idade, 43.300 têm entre 50 e 59 anos e, aqui, aparecem os idosos entre 60 e 69 anos de idade pela primeira vez, com 21.534 sem esta dose em dia.

Já no que diz respeito à terceira dose adicional, liberada para pessoas com 40 anos ou mais com alto grau de imunossupressão que tomaram a segunda dose adicional há pelo menos quatro meses, somente 3.940 ainda não atualizaram o esquema vacinal.

Onde se vacinar

Todas as pessoas com uma das doses contra a covid-19 em atraso devem comparecer a uma das 69 Unidades Básicas de Saúde de Guarulhos para se vacinar. No local devem apresentar documento com foto e, no caso dos adultos, comprovante de vacinação das doses anteriores, impresso ou digital. Todos os endereços podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

Vale ressaltar que a vacinação contra a covid-19 em pessoas com idade a partir de três anos que ainda não receberam a primeira dose, bem como em crianças com cinco anos ou mais que iniciaram o esquema vacinal com Coronavac ou Pfizer, e a de gestantes que só podem receber a dose de um desses dois imunobiológicos é realizada em 42 polos.

Polos de Coronavac e Pfizer

As unidades com vacinas Coronavac e Pfizer disponíveis são: Ambulatório da Criança (rua Osvaldo Cruz, 151, Centro) e as UBS Flor da Montanha, São Ricardo, Parque Cecap, Vila Fátima, Itapegica, Ponte Grande, Tranquilidade, São Rafael, Rosa de França, Palmira, Continental, Cambará, Recreio São Jorge, Cabuçu, Acácio, Primavera, Cidade Martins, Taboão, Vila Rio de Janeiro, Morros, Bananal, Fortaleza, Haroldo Veloso, Nova Bonsucesso, Carmela, Presidente Dutra, Inocoop, Soberana, Santa Paula, Marcos Freire, Jacy, Cumbica II, Uirapuru, Nova Cumbica, Cummins, Dona Luiza, Jurema, Dinamarca, Piratininga, Jandaia e Nova Cidade.

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São PauloSaúde

Aumento de internações na capital põe em alerta hospitais no interior de São Paulo

por Redação 14 de novembro de 2022

O aumento nas internações pela Covid-19 na capital e na Grande São Paulo coloca em alerta a rede hospitalar no interior paulista. Embora os casos mais graves da doença ainda sejam pontuais, cidades como Ribeirão Preto, Sorocaba e Araraquara registram crescimento nos casos e testes positivos para a Covid.

Especialistas preveem que em duas ou três semanas a nova onda de Covid vai atingir o interior e os hospitais devem estar preparados para receber um número maior de pacientes. Gestores de saúde se preocupam com pessoas com doses da vacina em atraso e o risco de maior disseminação nas festas do fim do ano.

Na Grande São Paulo, o número de internações por Covid-19 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) cresceu 65,1% nas duas últimas semanas, segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado. O número passou de 215 pessoas internadas em 25 de outubro para 335 no último dia 8. Em enfermarias, o número de hospitalizados cresceu 81,3%, de 364 para 660 no mesmo período. Os hospitais privados também apontam aumento de internações na capital.

Em Ribeirão Preto, no interior, apenas os casos registrados na primeira semana de novembro já superaram a metade dos registros de todo o mês de outubro. Conforme boletim epidemiológico da pasta municipal da Saúde, até 8 de novembro foram 72 casos positivos, oito vezes mais que na semana anterior e 54% do total de outubro (131 casos).

Não houve, porém, registro de morte relacionada à covid em novembro, até esta quinta-feira, 10, nem aumento expressivo em internações. Em outubro, houve seis óbitos. “O momento é de vigilância, monitoramento e acompanhamento do número de pacientes atendidos em todo o município, não só nos nossos serviços, mas em todos os que geram notificações”, disse a diretora de Vigilância em Saúde, Luzia Márcia Romanholi Passos.

Em Sorocaba, foram registradas três novas mortes pela covid-19 em boletim divulgado nesta quinta. Duas mortes aconteceram esta semana – as vítimas foram um homem de 55 anos e um idoso de 86. Em outubro, a cidade chegou a ficar 24 dias sem registrar óbitos pela doença. Houve ainda 35 casos positivos de covid-19. O boletim anterior registrou 22 novos casos. A prefeitura informou que não houve reflexos na ocupação hospitalar.

Falta de doses adicionais preocupa
O alto número de pessoas que estão com doses adicionais em atraso preocupa a prefeitura de Piracicaba. São quase 190 mil pessoas, a maioria – 92 mil – que deveriam ter tomado e ainda não tomaram a terceira dose. Nesta sexta-feira, 11, a Secretaria de Saúde divulgou a abertura de vagas para agendamento, na tentativa de incentivar a busca pela vacina.

Conforme o subsecretário Augusto Muzilli Junior, embora o indicador de internações esteja estável na cidade, com menos de 10% de ocupação das vagas em UTI e enfermaria, a proximidade das festas de fim de ano deixa a Saúde em alerta com a possibilidade de aumento nos casos. “Para garantirmos que estes momentos ocorram de forma saudável e segura, as pessoas precisam se vacinar e seguir as orientações de prevenção da covid-19”, disse.

Em Araraquara, a Secretaria Municipal de Saúde vai iniciar nos próximos dias o sequenciamento genético de casos confirmados, em parceria com a Unesp, para identificar se a nova cepa BQ.1 ou outras variantes já circulam na cidade. No período de 4 a 10 de novembro, a cidade registrou 97 casos positivos da doença, mais que o triplo dos 27 casos da semana anterior.

A positividade para amostras em geral cresceu de 3,9% para 8,4%. Entre os sintomáticos, o índice de positividade para covid-19 subiu de 6,6% para 18%.

O boletim divulgado na última sexta-feira registra dois pacientes internados em enfermaria. No anterior, apenas um paciente estava hospitalizado.

“Com relação às internações nos serviços hospitalares que disponibilizam leitos para Covid-19, públicos e privados, a cidade conta com uma taxa de ocupação de 5% de leitos de enfermaria, mas não tem leitos ocupados em UTI”, disse a pasta. O comitê de Covid informou que “acompanha atentamente a evolução da nova cepa BQ.1” e lembrou que, apesar da não obrigatoriedade do uso de máscaras, está mantida a recomendação dessa proteção, principalmente no transporte público e nas unidades de saúde.

Conforme o epidemiologista Carlos Magno Fortaleza, da Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu, o interior do estado não vai escapar do aumento nas internações por Covid-19 que já acontecem na Grande São Paulo. “Já temos um pequeno aumento no número de casos, mas os registros não aumentaram tanto talvez porque muita gente pode estar fazendo autoteste e não reporta à saúde pública.

Ainda não tivemos impacto nas internações no interior, como acontece na capital. Ainda não aconteceu, mas, devido à dinâmica já conhecida da doença, é esperado que aconteça nos próximos dias”, disse.

Para a infectologista Raquel Stucchi, docente da Unicamp, por tudo o que aconteceu durante a pandemia, já se sabe que o aumento das internações no interior costuma acontecer de duas a três semanas depois que aumentam na capital e Grande São Paulo.

“O interior deve estar preparado para um aumento de casos que necessitam de internação. Não será um aumento tão expressivo como no início da pandemia, mas as pessoas que estão com a vacinação incompleta, ou seja, menos de quatro doses para pessoas acima de 18 anos, ou as crianças que ainda não estão vacinadas, assim como idosos e imunodeprimidos, fazem parte da população que podem ter doença mais grave e necessitar de internação”, disse.

Essa população, segundo a especialista, deve ser mais cuidadosa, evitar os contatos de risco para a covid, usando máscara sempre que houver aglomeração, mesmo em ambiente aberto.

“Em ambiente fechado, pelo menos para essa população o uso de máscara cirúrgica ou PFF2 deve ser obrigatório. É um momento de preocupação e devemos estar atentos. É importante atualizar a vacinação, pois há vacinas disponíveis na rede básica.”

No caso da rede hospitalar, ela considera importante que os hospitais tenham um plano de emergência pronto para ser aplicado, caso aumente o número de pacientes com covid, para que possam ampliar os leitos de internação e de UTI. “Ampliar leitos significa também ter recursos humanos suficientes, da equipe médica, de enfermagem, de todo apoio da limpeza para atender adequadamente esses pacientes, caso aconteça a necessidade de mais internações”, observou.

Mais verba
O governo de São Paulo anunciou nesta sexta um investimento de R$ 93 milhões para ajudar as prefeituras a ampliarem a imunização de doenças que podem ser prevenidas por vacinas, como a covid-19, o sarampo e a pólio. Os recursos também serão utilizados no controle da dengue, zika vírus e chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. As verbas serão distribuídas proporcionalmente entre os 645 municípios paulistas.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Anvisa aprova a liberação da vacina contra a varíola do macaco

por Redação 26 de agosto de 2022

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou na noite desta quinta-feira (25) a liberação da vacina contra a varíola do macaco (monkeypox) produzida pela farmacêutica Bavarian Nordic, na Dinamarca e na Alemanha, e adquirida pelo Ministério da Saúde junto à Opas/OMS (Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial de Saúde).

Conforme decisão tomada na última semana em que a agência autorizou a importação e o registro excepcionais de remédios e imunizantes contra doença, desde que aprovados por órgãos reguladores internacionais, a diretoria colegiada da Anvisa usou dados fornecidos pelo FDA (agência reguladora dos Estados Unidos), EMA (agência europeia) e órgão regulador do Reino Unido para aprovar o imunizante já aplicado nesses países.

A vacina não foi feita exclusivamente contra a varíola do macaco e sim contra a varíola humana, doença que foi considerada erradicada pela OMS em 1980. Mas, como os dois vírus fazem parte da família ortopoxvírus, o imunizante é usado para prevenir também contra a monkeypox.

Meiruze Freitas, diretora-relatora da Anvisa, destacou em seu voto que é esperado que a vacina contra a varíola previna ou reduza a gravidade da infecção pela monkeypox. Todavia, ressaltou ser necessária a realização de estudos de monitoramento aqui no Brasil para confirmar a eficácia.

O Brasil espera a chegada de 50 mil doses no próximo mês. De acordo com entrevista coletiva da última segunda-feira (22) do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, esses imunizantes serão destinados apenas aos profissionais de saúde que lidam diretamente com as pessoas infectadas.

Os fármacos devem ser conservados em temperatura entre -60 a -40°C, têm validade de 60 meses e são indicadas apenas a adultos acima de 18 anos.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Cidade de SP estabelece medidas sanitárias de prevenção contra varíola do macaco em escolas

por Redação 26 de agosto de 2022

O comitê técnico operacional publicou nesta quinta-feira (25), em parceria com a Secretaria Municipal da Educação, as medidas sanitárias de prevenção e controle da varíola do macaco nas escolas da capital paulista. Na cidade são 1.964 pacientes confirmados.

O documento traz medidas gerais a serem seguidas pelas instituições de ensino como intensificar a higienização de superfícies e objetos, especialmente os de uso comum, manter os ambientes bem arejados e ventilados, disponibilizar recipientes com álcool em gel 70% ou pias com água e sabão para lavagem das mãos.

Há recomendações específicas para a educação infantil, como separar as crianças em grupos ou turmas fixas, evitar que sejam realizadas trocas de participantes dos grupos, recomendar o uso de máscaras aos maiores de 2 anos de idade durante a permanência na unidade ou no transporte escolar, não compartilhar objetos sem higienização prévia, como canetas, lápis, celulares entre outros.

Todas as pessoas que apresentarem sintomas para a monkeypox, como lesões na pele associadas ou não a febre, ínguas, cansaço e dores de cabeça, musculares e nas costas, devem procurar um serviço de saúde para avaliação e confirmação diagnóstica.

Em casos confirmados, é recomendado que o paciente fique em isolamento por 21 dias ou até que as erupções cutâneas tenham desaparecido e uma nova camada de pele tenha se formado. Após o período, o aluno deve passar por nova avaliação médica para o retorno seguro às atividades escolares.

A orientação é que os profissionais de educação verifiquem o aparecimento de possíveis sintomas entre os alunos. Em casos suspeitos, pais ou responsáveis devem ser acionados para levar a criança a uma unidade de saúde. No período, o aluno deve permanecer sob supervisão, com uso de máscara bem ajustada cobrindo a boca e o nariz, em local restrito, separado dos demais estudantes.

Comitê
Integram o comitê as secretarias-executivas de Atenção Básica, Especialidades e Vigilância em Saúde, de Atenção Hospitalar, de Gestão Administrativa, de Regulação e Monitoramento e Avaliação e Parcerias. O grupo se reúne semanalmente.

A Secretaria de Saúde firmou uma parceria com o Coren-SP (Conselho Regional de Enfermagem) e com o Instituto de Infectologia Emílio Ribas para habilitar enfermeiros como multiplicadores a fim de disseminar o procedimento correto para realização de coleta biológica no teste de monkeypox.

Foram treinadas, inicialmente, 60 pessoas, que deverão transmitir os conhecimentos para outros 600 profissionais da atenção primária.

Recomendações
O atendimento dos casos suspeitos de infecção é realizado na rede municipal de saúde, em UBSs, pronto-socorro e pronto atendimento da capital.

As recomendações gerais à população são:

  • Evitar contato íntimo, como beijar, abraçar ou manter relações sexuais com pessoas que tenham erupções cutâneas ou que tenham tido diagnóstico confirmado.
  • Usar máscara cobrindo boca e nariz para proteção contra gotículas e saliva.
  • Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, brinquedos e
    objetos de uso pessoal.
  • Higienizar frequentemente as mãos com água e sabão ou álcool em gel.
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GuarulhosSaúde

Seis UBS abrem neste sábado pelo programa Saúde Agora

por Redação 25 de agosto de 2022

Neste sábado (27) seis Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Guarulhos estarão abertas para prestar atendimento à população pelo programa Saúde Agora. As UBS Jardim Vila Galvão, Belvedere, Morros, Ponte Alta, Santa Paula e Parque Alvorada receberão os munícipes das 8h às 16h.

As pessoas que precisarem passar por consulta médica ou realizar exame de Papanicolau devem agendar previamente. Já para serviços como vacinação de rotina, contra a gripe e contra a covid-19, bem como para testes rápidos para a detecção de HIV, sífilis e hepatites B e C, aferição de pressão arterial e glicemia, curativos e dispensação de medicamentos, não é necessário agendamento.

Serviço

UBS Jardim Vila Galvão: rua Martim Afonso, 130, Jardim Vila Galvão

UBS Belvedere: estrada Municipal, 475, Jardim Belvedere

UBS Morros: rua Delmiro, 299, Jardim dos Afonsos

UBS Ponte Alta: rua São Paulo, s/n°, Jardim Nova Ponte Alta

UBS Santa Paula: rua Maria Roza de Campos, 156, Jardim Santa Paula

UBS Parque Alvorada: avenida Santana do Mundaú, 800, Cidade Parque Alvorada

UBS abrem neste sábado
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BrasilSaúde

Homem é diagnosticado com HIV, Covid e varíola do macaco na Itália

por Redação 25 de agosto de 2022

Um homem italiano descobriu, em um intervalo de poucos dias, estar infectado por três vírus: monkeypox (causador da varíola do macaco), Sars-CoV-2 (da Covid-19) e HIV. O relato do caso foi publicado na última sexta-feira (19) no Journal of Infection.

O paciente, que havia visitado a Espanha entre 16 e 20 de junho, deu entrada no Hospital Universitário de Catânia, na Itália, no dia 5 de julho. Em 2 de julho, ele já havia sido diagnosticado com infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Segundo os autores do estudo, no fim de junho, o homem, de 36 anos, apresentou febre, dor de garganta, cansaço, dor de cabeça e inchaço e dor de linfonodos na virilha.

“Na tarde do mesmo dia [do diagnóstico de Covid], uma erupção começou a se desenvolver em seu braço esquerdo. No dia seguinte, pequenas vesículas dolorosas circundadas por um halo eritematoso apareceram no tronco, membros inferiores, face e glúteos. Em 5 de julho, devido a uma propagação progressiva e ininterrupta de vesículas que começaram a evoluir para pústulas umbilicadas, recorreu ao serviço de urgência”, relatam os pesquisadores.

Eles afirmam que os sintomas iniciais da varíola do macaco, principalmente febre e mal-estar, podem ser confundidos com os da Covid-19.

No atendimento, o homem afirmou ter realizado teste de HIV em setembro de 2021 e que o resultado havia sido negativo.

Os médicos repetiram os exames para detecção do Sars-CoV-2, além de pedirem testes de monkeypox e de HIV. Todos tiveram resultado positivo.

“Nosso paciente teve teste com resultado positivo para HIV-1 e, dada sua contagem de CD4 preservada, poderíamos supor que a infecção era relativamente recente”, descrevem.

Na ocasião, o homem foi liberado para isolamento domiciliar. Em 19 de julho, voltou ao hospital para um novo exame de varíola do macaco.

Outro aspecto que chamou a atenção dos autores do trabalho foi o fato de que o paciente apresentava o vírus monkeypox detectável na região da boca (orofaringe) 20 dias após o início dos sintomas.

Os quadros de Covid-19 e de varíola do macaco se resolveram sem complicações. O paciente iniciou tratamento para HIV com uma combinação tripla dos medicamentos dolutegravir, abacavir e lamivudina.

“Como esse é o único caso relatado de coinfecção pelo vírus da varíola do macaco, Sars-CoV-2 e HIV, ainda não há evidências suficientes que apoiem que essa combinação possa agravar a condição do paciente”, concluem.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Brasil registra mais de mil casos de varíola do macaco em dez dias, e total chega a 4.144

por Redação 25 de agosto de 2022

O boletim mais recente do Ministério da Saúde sobre a varíola do macaco (monkeypox), atualizado na noite desta quarta-feira (24), mostra que o país chegou a 4.144 casos confirmados, após registrar mais de mil novos diagnósticos nos últimos dez dias.

Em 15 de agosto, o ministério contabilizava 2.985 infecções. A marca de 2.000 casos havia sido atingida em 5 de agosto; e a de mil, em 28 de julho.

O primeiro paciente com varíola do macaco no Brasil teve diagnóstico confirmado em 8 de junho.

Há uma semana, o Brasil ultrapassou a Alemanha e se tornou o terceiro país do mundo com mais infectados, atrás apenas dos Estados Unidos, que tem 16,6 mil casos, e da Espanha, com 6.318.

Apesar da alta, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, afirmou em entrevista coletiva na segunda-feira (22) que o número de novos casos de monkeypox pode estar chegando a um patamar de estabilização.

“A gente verifica que nas últimas semanas há uma tendência de estabilidade no número de casos. Precisamos avaliar esses dados com mais cuidado nas próximas semanas”, avaliou.

Ainda assim, apenas oito laboratórios públicos processam todos os exames do país. Até ontem, havia 4.653 exames de pacientes com suspeita da doença aguardando resultado. Há dez dias, eram 3.895.

São Paulo é o estado com o maior número de casos: 2.640. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (508) e Minas Gerais (221).

As demais unidades da Federação com casos confirmados são:

• Goiás: 174
• Distrito Federal: 156
• Paraná: 104
• Santa Catarina: 69
• Rio Grande do Sul: 67
• Ceará: 45
• Bahia: 41
• Pernambuco: 23
• Mato Grosso: 20
• Rio Grande do Norte: 18
• Mato Grosso do Sul: 16
• Amazonas: 16
• Espírito Santo: 8
• Pará: 7
• Alagoas 2
• Piauí: 2
• Maranhão: 2
• Tocantins: 2
• Acre: 1
• Paraíba: 1

Apenas Sergipe, Roraima e Amapá não têm diagnóstico confirmado da doença até o momento.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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