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GuarulhosSaúde

Primeiro sábado do ano tem quatro UBS abertas pelo programa Saúde Agora

por Redação 6 de janeiro de 2023

A Prefeitura de Guarulhos abrirá quatro Unidades Básicas de Saúde (UBS) para atender a população no primeiro sábado do ano (7 de janeiro) para consultas, exames e vacinação. As unidades Jardim Rosa de França, Continental, Bambi e Parque Jandaia estarão em funcionamento das 8h às 16h pelo programa Saúde Agora, que prevê a abertura de UBS aos sábados em sistema de rodízio.

Usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) com o esquema vacinal contra a covid-19 incompleto poderão procurar uma das UBS abertas para receber a dose contra a doença. Além disso, pais ou responsáveis podem aproveitar a data para levar seus filhos para avaliar se a caderneta de vacinação de rotina está em dia e imunizá-las contra o novo coronavírus, cujas doses para crianças acima de seis meses estão disponíveis em todas as unidades em funcionamento neste sábado, exceto a UBS Bambi.

Munícipes que precisam passar por consulta médica ou realizar exame de Papanicolau devem realizar o agendamento prévio por meio do aplicativo Saúde Guarulhos (http://bit.ly/3E13Wek) ou presencialmente. Já para serviços como testes rápidos para detecção da covid-19 em sintomáticos, do HIV, da sífilis e das hepatites B e C, bem como para aferir pressão arterial e glicemia, curativos e dispensação de medicamentos, além da vacinação, não é necessário agendar.

Vale ressaltar que as quatro UBS também estarão abertas para que pacientes que aguardam por consultas e exames específicos, bem como por cirurgias eletivas, possam atualizar os dados cadastrais, necessários para que a equipe do mutirão de saúde vigente, o Zera Fila, informe a data do procedimento agendado por meio de contato telefônico ou mensagem de texto. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.zerafilaguarulhos.com ou por telefone (0800-090-0500).

Serviço

UBS Jardim Rosa de França: rua Wilson Souza, 48, Jardim Rosa de França

UBS Continental: rua Pessegueiro, 111, Parque Continental II

UBS Bambi: rua Gabriela Gurgel de Freitas, 248, Parque Residencial Bambi

UBS Parque Jandaia: rua Porto Alegre, 446, Parque Jandaia

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GuarulhosSaúde

Crianças de 5 a 11 anos poderão tomar reforço de vacina contra a Covid

por Redação 5 de janeiro de 2023

O Ministério da Saúde autorizou, nesta quarta-feira (4), a aplicação de reforço da vacina contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. Em nota técnica, a pasta recomenda que a dose seja feita com o imunizante pediátrico da Pfizer.

Estão elegíveis todos aqueles nessa faixa etária que tomaram a segunda dose (CoronaVac ou Pfizer) há pelo menos quatro meses.

O embasamento para a recomendação leva em conta o aumento em até seis vezes dos níveis de anticorpos após a dose complementar. O ministério também considerou uma subanálise com a vacina da Pfizer que apontou aumento de 36 vezes na produção de anticorpos contra a variante Ômicron do coronavírus em crianças de 5 a 11 anos.

“Esses resultados mostram a importância de completar o ciclo vacinal contra a Covid-19, para garantir que os imunizantes atinjam a eficácia completa e protejam contra casos graves e mortes pela doença. Mesmo quem perdeu o prazo recomendado deve procurar um posto de vacinação. O Ministério da Saúde também aconselha a administração simultânea de vacinas contra Covid-19 com os outros imunizantes do calendário vacinal para proteger as crianças contra outras doenças”, diz a pasta em comunicado.

No fim de dezembro, o ministério já havia ampliado a vacinação para indivíduos de 6 meses até 5 anos incompletos. Até então, a imunização estava restrita àqueles que tivessem alguma comorbidade.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Tudo o que você precisa saber sobre o novo remédio para emagrecer aprovado pela Anvisa

por Redação 5 de janeiro de 2023

Um novo medicamento que conseguiu, em estudos, reduzir em média 17% do peso de pacientes com obesidade ou sobrepeso (com comorbidades) chegará ao Brasil nos próximos meses. O primeiro passo já foi cumprido, na segunda-feira (2), com a aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O remédio em questão é o Wegovy, cujo princípio ativo é a semaglutida, o mesmo de outra droga já liberada no país para o tratamento de diabetes tipo 2, o Ozempic. Esse último, todavia, já tem sido prescrito por médicos em caráter off-label (sem indicação em bula) para emagrecer.

A diferença entre o Ozempic e o Wegovy é a dose. O primeiro vem em uma caneta aplicadora de injeção subcutânea com doses de 0,25 mg, 0,5 mg e 1 mg. O uso é uma vez na semana. O tratamento para um mês chega a custar mais de R$ 900.

O Ozempic se tornou, nos últimos anos, um dos dez medicamentos mais vendidos nas farmácias brasileiras, segundo pesquisa da consultoria IQVIA.

O Wegovy, em tese, acaba com o uso off-label do Ozempic, já que foi testado exclusivamente para o tratamento de sobrepeso e obesidade.

O tratamento continua sendo com o uso de injeções semanais de semaglutida. O Wegovy é vendido em cinco tipos de canetas aplicadoras, com doses de 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg, 1,7 mg e 2,4 mg.

O paciente inicia com 0,25 mg (quatro semanas), e as doses são aumentadas gradualmente ao longo de 16 semanas, até a dose de manutenção, que é de 2,4 mg.

A fabricante dos dois medicamentos, a farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, faz a seguinte ressalva em seu site voltado ao público dos Estados Unidos, onde o Wegovy já está disponível desde 2021: “Embora Wegovy e Ozempic contenham semaglutida, eles são produtos diferentes, com indicações, dosagens, informações de prescrição, esquemas de titulação etc. diversas. Os produtos não são intercambiáveis”.

A própria Novo Nordisk diz que não faz nenhum tipo de promoção para uso off-label do Ozempic no tratamento de sobrepreso ou obesidade.

Enquanto o Wegovy não chega ao mercado, a única opção disponível é um “primo” dele, o Saxenda, que consiste em injeções diárias de liraglutida.

Uma revisão feita por pesquisadores do Texas em 2016 e publicada na revista Obesity Science & Practice mostrou que quem fez uso de 3 mg do Saxenda perdeu, em média, 6% do peso original (6,4 kg) após 56 semanas.

Indivíduos que utilizaram 1,8 mg perderam uma média de 4,7% do peso (5 kg). O grupo que tomou placebo — substância sem efeito no organismo — emagreceu 2% (2,2 kg).

A quem se destina
A Anvisa definiu que o “Wegovy é indicado como um adjuvante a uma dieta hipocalórica e exercício físico aumentado para controle de peso, incluindo perda e manutenção de peso, em adultos com Índice de Massa Corporal (IMC) inicial de ≥30 kg/m² (obesidade) ou ≥27 kg/m² a <30 kg/m² (sobrepeso) na presença de pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso; por exemplo, disglicemia (pré-diabetes ou diabetes mellitus tipo 2), hipertensão, dislipidemia, apneia obstrutiva do sono ou doença cardiovascular”.

Como funciona
O remédio “imita” um hormônio que nosso intestino libera após as refeições e que atua nos receptores do cérebro que controlam o apetite, a sensação de saciedade e a fome, o GLP-1.

“Existe uma região do cérebro chamada hipotálamo, em que a gente tem o centro de controle do apetite. Então, tem centros de fome e saciedade. A semaglutida atua especificamente nesses centros, para aumentar a saciedade e reduzir a fome — por isso os efeitos na redução de peso”, explica a endocrinologista Priscilla Mattar, diretora médida da Novo Nordisk no Brasil.

Perda de peso
Um estudo apresentado à Anvisa pelo fabricante para o registro do medicamento mostra que pacientes que fizeram uso do Wegovy (2,4 mg) durante 68 semanas (um ano e quatro meses) tiveram uma perda média de peso de 17%, em comparação a 2,4% dos participantes que tomaram placebo.

Ainda segundo o fabricante, um em cada três pacientes perdeu 20% do peso corporal, e 83,5% conseguiram uma redução de 5% após o período. Participaram do estudo cerca de 4.500 pessoas em todo o mundo.

O endocrinologista Fábio Moura, membro da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), considera a aprovação do Wegovy um avanço no aumento das opções de tratamento para a obesidade, mas alerta que ele, por si só, não resolve o problema.

“É o primeiro remédio a superar a barreira de 15% de perda de peso média. Até então, a gente não tinha isso. Mas, nos próximos três, cinco anos, vão vir outros iguais ou até mais potentes que ele. Mas nenhum desses remédios vai dispensar ninguém de praticar atividade física e se alimentar melhor. Não é para quem está precisando perder 1 quilinho ou 2, é para quem tem obesidade ou sobrepeso com alguma doença.”

Efeitos colaterais
Quase metade dos pacientes que tomaram Wegovy nos estudos apresentou náusea, sendo esse o efeito colateral mais comum.

Outras reações incluem: diarreia, vômito, constipação, dor abdominal (estômago), dor de cabeça, fadiga, indigestão, tontura, distensão abdominal, arrotos, hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue) em pacientes com diabetes tipo 2, acúmulo de gases, gastroenterite (infecção intestinal) e doença do refluxo gastroesofágico.

Ainda na fase de pesquisa, 6,8% dos voluntários que tomaram o medicamento descontinuaram o tratamento devido aos efeitos colaterais, sendo náusea, vômito e diarreia os principais motivos alegados por eles.

A bula do remédio, todavia, contém uma série de contraindicações que devem ser avaliadas entre paciente e médico antes do início do tratamento.

Moura ressalta que indivíduos que utilizam esse tipo de medicamento sem acompanhamento médico “têm mais chances de ter efeitos colaterais e de a droga não funcionar”.

Preço e venda
Com a aprovação da Anvisa, cabe agora à CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) a definição do preço do Wegovy nas farmácias brasileiras.

Nos Estados Unidos, o custo mensal do tratamento pode chegar a 1.350 dólares (R$ 7.356 na cotação atual) para quem não tem seguro de saúde. Todavia, essa conversão direta não deve ser aplicada no Brasil — estima-se que deva custar em torno de R$ 2.000, tendo como base o preço do Ozempic.

A Novo Nordisk também prevê que a comercialização tenha início no segundo semestre, diante de questões logísticas, como a importação, por exemplo.

A exigência da Anvisa para a liraglutida e semaglutida é de receita branca simples. Na prática, qualquer pessoa consegue obter os remédios na farmácia sem apresentar nenhuma prescrição.

“Essa é uma falha. É uma questão que nos preocupa bastante, o fato de não ter nenhum tipo de controle de venda dessas medicações. A gente tem um levantamento com liraglutida — Victoza e Saxenda — que mostrou que, de cada dez remédios vendidos na farmácia, sete eram sem receita médica”, conta o médico da Sbem.

Todavia, outros especialistas afirmam que o tema deve ser discutido com cuidado, uma vez que o Victoza e o Ozempic, apesar de serem o mesmo princípio ativo dos remédios para obesidade, são destinados ao tratamento de diabetes tipo 2.

Dessa forma, exigir a receita poderia fazer com que pacientes com diabetes tivessem mais dificuldade em manter o uso das medicações.

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GuarulhosSaúde

Mais de 68 milhões de brasileiros ainda não tomaram reforço da vacina contra Covid

por Redação 4 de janeiro de 2023

Cerca de 69 milhões de brasileiros ainda não receberam a dose de reforço da vacina contra a Covid-19. A Rede Nacional de Dados em Saúde mostra ainda que mais de 30 milhões de pessoas não receberam a segunda dose do reforço, enquanto 19 milhões de pessoas não buscaram sequer a segunda dose do esquema vacinal primário.

Nesta semana, a recém-empossada ministra da Saúde, Nísia Trindade, lembrou que a pandemia não acabou e reforçou a importância de se completar o esquema vacinal contra a doença.

“A pandemia mostrou a nossa vulnerabilidade. O rei está nu. Precisamos afirmar, sem nenhuma tergiversação, e superar essa condição”, disse, ao afirmar que o país responde por 11% das mortes por Covid no mundo, apesar de representar 2,7% da população global.

Segundo a pasta, estudos científicos mostram que a proteção vacinal desenvolvida contra a Covid é mais alta nos primeiros meses, mas pode apresentar redução. Com a dose de reforço, a proteção contra o vírus volta a ficar elevada. Por isso, a proteção adicional é considerada indispensável.

“Neste cenário, o Ministério da Saúde ressalta que é fundamental buscar uma unidade de saúde mais próxima para atualizar a caderneta de vacinação contra a Covid-19 e outras doenças.”

Cobertura vacinal
Até o momento, 163 milhões de pessoas tomaram a segunda dose ou a dose única da vacina contra a Covid-19, o que representa 79% da população. Quanto à primeira dose de reforço, 102,5 milhões foram aplicadas. Já a segunda dose de reforço — ou dose adicional — soma 45,2 milhões de aplicações.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

OMS espera uma redução significativa dos casos de Covid e mpox em 2023

por Redação 29 de dezembro de 2022

A OMS (Organização Mundial de Saúde) espera que em 2023 se registe um decréscimo “significativo” da pandemia de Covid-19, que a pasta alerta que “ainda não acabou” e tem de continuar a ser acompanhada, e do surto de mpox (varíola do macaco).

O diretor da OMS na Europa, Hans Kluge, disse que está “otimista e cauteloso” com suas previsões para o próximo ano e apelou aos países da região europeia para que adotem uma estratégia dupla: preparar-se para emergências e, ao mesmo tempo, investir “mais em seus sistemas de saúde, incluindo cuidados primários”.

“Todos os países devem adotar uma abordagem de saúde ‘bidirecional’ em 2023 e além: mesmo quando os países se preparam melhor para emergências, de surtos a conflitos, eles devem investir ainda mais em seus sistemas de saúde, incluindo cuidados primários, para fornecer os serviços às pessoas que precisam todos os dias”, acrescentou.

O responsável também lembrou que a Covid-19 ceifou mais de 2 milhões de vidas, num total de 53 países, e que só em 2022 foi registrado meio milhão de mortos ligados à doença.

“A pandemia não acabou. Teremos que continuar vigilantes em 2023. Precisamos de vigilância contínua e rastreamento da Covid. Os milhares de hoje não estão vacinados, devemos alcançá-los.”

Para o próximo ano, o diretor da organização internacional espera que haja também uma maior “reorientação” em relação ao “flagelo” que representam as DNTs (doenças não transmissíveis) e o HIV (vírus da imunodeficiência humana).

Vale lembrar que as principais doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, diabetes e doenças neurológicas, como a doença de Alzheimer, “representam 86% das mortes na região europeia”.

Kluge afirma que, para reduzir a carga que representam as DNTs, deve-se “diminuir o consumo de álcool e tabaco e fomentar a atividade física, assim como abordar a mudança climática”, também com o objetivo de “construir sociedades mais saudáveis”.

Com relação ao HIV, diz que a região europeia da OMS é a única onde a incidência está aumentando, “apesar de termos as ferramentas necessárias para prevenir e tratar a infecção pelo HIV”.

“Nosso último relatório, com o CDC (Centro Europeu de Controle de Doenças), revela que o subdiagnóstico do HIV na região significa que centenas de milhares não recebem os cuidados de que precisam, quando precisam.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Guarulhos libera Pfizer Baby para crianças de 6 meses a 2 anos sem comorbidades

por Redação 29 de dezembro de 2022

A partir desta quinta-feira (29) a Prefeitura de Guarulhos inicia a ampliação do uso da vacina da Pfizer contra a covid-19 para todos os bebês e crianças entre seis meses e dois anos de idade. A nova recomendação vai ao encontro das diretrizes do Plano São Paulo, do Governo do Estado, após nota técnica emitida pela coordenação do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Até então o governo federal havia distribuído as primeiras doses da chamada Pfizer Baby apenas para as crianças da faixa etária citada que tivessem alguma comorbidade.

Os polos em que a Pfizer Baby estará disponível são o Ambulatório da Criança (rua Osvaldo Cruz, 151, Centro) e as UBS São Ricardo, Vila Fátima, Ponte Grande, Tranquilidade, Rosa de França, Continental, Cabuçu, Acácio, Cidade Martins, Morros, Haroldo Veloso, Nova Bonsucesso, Marinópolis, Soberana, Jacy, Cumbica I, Cummins, Jurema, Piratininga, Jandaia e Fortaleza. Os endereços podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

O esquema vacinal primário será composto por três doses, com um intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose e de oito semanas entre a segunda e a terceira aplicação. Para esse público não está recomendado o uso de outro imunobiológico entre as doses administradas. As três aplicações devem ser da mesma vacina, a Pfizer Baby.

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GuarulhosSaúde

Anvisa libera venda de segundo remédio para tratamento domiciliar de Covid

por Redação 23 de dezembro de 2022

A venda do medicamento Lagevrio (molnupiravir), utilizado no tratamento da Covid-19, para farmácias e hospitais particulares do país foi aprovada por unanimidade pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A decisão, tomada nessa quinta-feira (22), autoriza o fornecimento do medicamento para o mercado privado, com a rotulagem em inglês, porém com entrega da bula e folheto informativo aos pacientes abordando as informações referentes à gravidez e lactação, em português.

A bula em português também estará disponível nos sites institucional da MSD Brasil e no global, também será possível escanear o código QR no rótulo do produto que direcionará para o site global da empresa com acesso às bulas.

A venda em farmácias deve ser realizada, sob retenção de receita médica e uma via da Receita de Controle Especial deve ficar retida no estabelecimento, com dispensa e orientação pelo farmacêutico ao paciente sobre o uso correto do medicamento.

“A aprovação levou em consideração a venda do medicamento ao mercado privado em outros países com autoridades internacionais de referência, como Estados Unidos, Japão e Reino Unido. A medida também considerou o cenário epidemiológico atual, com a circulação das novas subvariantes da Ômicron e o aumento de casos da doença no país”, justificou a Anvisa em nota.

Segundo a diretora relatora, Meiruze Freitas, a venda no mercado privado irá aumentar a facilidade de acesso ao tratamento da Covid-19, visto que o medicamento deve ser tomado dentro de cinco dias após o início dos sintomas.

“Para ajudar a prevenir a progressão da doença, internações hospitalares e mortes, os medicamentos antivirais para infecções respiratórias agudas devem ser usados o mais cedo possível após o correto diagnóstico da infecção”, afirmou a diretora.

Ela reiterou que o tratamento não substitui a vacinação.

“Reafirmo e enfatizo que os benefícios esmagadores da vacinação na proteção contra as formas graves e óbitos ocasionados pela Covid-19, superam em muito o risco das raras reações adversas relacionadas as vacinas aprovadas pela Anvisa”, acrescentou Meiruze Freitas.

Essa informação se faz ainda mais necessária após um estudo recente, liderado por pesquisadores da Universidade de Oxford, apontar que o medicamento acelera a recuperação, mas não reduz a hospitalização ou a morte em adultos vacinados.

Os testes iniciais feitos pela fabricante do remédio constataram que ele era cerca de 30% eficaz para hospitalização, mas em pacientes não vacinados.

Isso significa que a proteção oferecida pela vacina é tão forte que não há benefício claro do medicamento em termos de redução adicional de hospitalização e mortalidade de imunizados (com esquema vacinal completo).

No entanto, o medicamento não deixa de ser um aliado, já que foi eficaz na redução da carga viral e pode ajudar a acelerar a recuperação do paciente em cerca de quatro dias, de acordo com estimativas baseadas em dados do estudo.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúdeSem categoria

Prefeitura agenda mais de 10,9 mil consultas e exames pelo Zera Fila no final de semana

por Redação 19 de dezembro de 2022

A Prefeitura de Guarulhos realizou 10.905 agendamentos de consultas e exames pelo programa Zera Fila, no último sábado e domingo, dias 17 e 18, com a abertura de 67 Unidades Básicas de Saúde (UBS). Os serviços funcionaram das 8h às 16h nos dois dias, exceto nas UBS Jardim Carmela e Jardim Paulista, que estão em reforma.

O mutirão contou com o trabalho de atendentes SUS e de outros profissionais administrativos, que efetuaram 32.188 ligações, das quais 15.232 foram atendidas, para o agendamento de procedimentos. Agentes comunitários de saúde realizaram 3.930 visitas domiciliares para a entrega de autorizações de consultas e de cirurgias já agendadas, além de atualizarem 3.755 cadastros.

Os procedimentos agendados serão realizados em áreas próprias e anexas do Hospital Municipal de Urgências (HMU) e do Hospital Municipal Pimentas – Bonsucesso (HMPB), durante todo o mês de dezembro, utilizando espaços abertos em suas agendas, inclusive às madrugadas e aos finais de semana.

Zera Fila

A iniciativa Zera Fila consiste numa força-tarefa para reduzir a demanda reprimida na cidade por consultas, exames e cirurgias eletivas com a repactuação do plano de trabalho dos hospitais HMU e HMPB, ambos geridos pela Organização Social Santa Casa de São Bernardo do Campo (SCSB), com recursos obtidos junto ao governo do estado de São Paulo. A retomada dos procedimentos está sendo intensificada desde o último dia 6, reduzindo as filas de espera na cidade.

Mais informações podem ser obtidas no site www.zerafilaguarulhos.com, por meio de ligação gratuita para o número 0800-090-0500, ou em qualquer UBS, cujos endereços estão disponíveis em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

Saúde Agora

No sábado (17), três das 67 UBS abertas para a força-tarefa do Zera Fila também prestaram outros atendimentos para a população pelo programa Saúde Agora. As unidades Bambi, Belvedere e Marinópolis realizaram 159 consultas médicas, 60 consultas de enfermagem, 58 coletas de Papanicolau, 98 atendimentos nas farmácias e administraram 21 doses contra a covid-19, entre outros serviços.

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GuarulhosSaúde

Vacinas anti-Covid atualizadas têm 73% de eficácia contra internações

por Redação 19 de dezembro de 2022

Um estudo publicado pelos CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos mostra que uma dose adicional de vacina contra a Covid-19 atualizada para a variante Ômicron do coronavírus reduz significativamente o risco de internação em idosos.

Os pesquisadores analisaram dados de 798 adultos sem imunossupressão com mais de 65 anos que foram atendidos com Covid-19 em 22 hospitais entre 8 de setembro e 30 de novembro deste ano. A idade média do grupo foi 73 anos.

Os pacientes foram divididos em dois grupos: um da análise, com 381 integrantes, e outro de controle, com 417 pessoas.

No grupo de análise, 21% eram não vacinados, 73% haviam recebido duas doses ou mais da vacina monovalente (a de primeira geração usada nos esquemas primários), e 5% tomaram uma dose de reforço com vacinas atualizadas.

Nos pacientes do grupo controle, 15% eram não vacinados, 71% receberam duas doses ou mais da vacina mono valente e 14% tiveram um reforço com a vacina bivalente.

“Quando comparada com pacientes não vacinados, a eficácia da vacina de uma dose de reforço bivalente na prevenção de hospitalização associada à Covid-19 foi de 84%. Quando comparado com pacientes que receberam duas doses ou mais de vacina apenas monovalente de RNAm [RNA mensageiro] dois meses antes do início da doença, a eficácia da vacina relativa de uma dose de reforço bivalente foi de 73%”, diz o estudo.

Segundo a agência sanitária, os resultados sugerem “um benefício incremental importante para pessoas elegíveis para receber um reforço da vacina bivalente”.

“Essas descobertas iniciais de uma coorte de adultos com idade igual ou acima de 65 anos, 74% dos quais com múltiplas condições subjacentes, estão entre as primeiras a documentar evidências do mundo real de que o recebimento de uma dose de reforço bivalente após a conclusão de pelo menos um esquema primário de vacinas de RNAm contra a Covid-19 é protetor contra a hospitalização por Covid-19”, acrescentam os autores.

As vacinas de RNA mensageiro utilizadas nos Estados Unidos são as da Pfizer/BioNTech e da Moderna – no Brasil, apenas a primeira está disponível.

Em 23 de novembro, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou duas vacinas da Pfizer que estão atualizadas para proteger contra subvariantes da Ômicron.

O contrato do Ministério da Saúde com a farmacêutica já prevê o envio de novos lotes com as novas doses. Os primeiros começaram a chegar na semana passada.

Especialistas entendem que os idosos e indivíduos com alguma imunossupressão devem ser os primeiros a receber os reforços com essas vacinas.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

A uma semana do Natal, Brasil vive novo aumento do número de casos de Covid

por Redação 17 de dezembro de 2022

O Brasil termina 2022 com uma terceira onda de casos de Covid-19. O tamanho dela, porém, ainda é difícil definir, uma vez que o número de testes positivos e internações vem crescendo a uma semana do Natal.

As viagens de férias, reuniões de amigos e familiares podem ter um impacto na disseminação do vírus, assim como já se observou no fim de 2021 e começo deste ano.

Dados do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) mostram que a média móvel diária de novos casos nesta semana (cerca de 36 mil) está no patamar mais elevado desde o fim de julho – quando o país passava por um declínio do número de infecções da segunda onda.

Especialistas ressaltam que o número de novos casos certamente está subnotificado, já que muita gente não faz mais exames, e a popularização dos testes caseiros faz com que resultados positivos não sejam notificados aos governos.

Ainda assim, outro indicador é mais fiel para mostrar o avanço da Covid-19 no Brasil neste momento: as internações por Srag (síndrome respiratória aguda grave).

O boletim InfoGripe, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), mais recente alerta para o aumento de internações por complicações respiratórias em todo o país, principalmente entre adultos, sendo a principal causa (76,7% dos casos) a Covid-19.

Para o pesquisador da Fiocruz Leonardo Bastos, os indicadores de internações mostram “a ponta do iceberg, que são os casos graves”.

“Mas talvez sejam mais relevantes, porque é o que pode causar uma superlotação em hospitais. Quando começamos a ver tendência de aumento de hospitalizações, tem que acender um alerta”, afirma.

A epidemiologista e professora da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo) Ethel Maciel ressalta o fato de uma grande parcela da população estar sem as doses de reforço da vacina anti-Covid.

“Infelizmente, ainda temos pessoas que não tomaram nenhuma dose de reforço e que acabam estando mais expostas, porque neste momento já sabemos que para se considerar alguém vacinado, precisa-se de pelo menos três doses. O esquema básico [de imunização] mudou com as variantes de preocupação”, observa.

O vacinômetro do Ministério da Saúde mostra que 39,2 milhões de doses de segundo reforço haviam sido aplicadas até 15 de dezembro. O primeiro reforço foi aplicado em 101,9 milhões.

Diante deste cenário, os dois especialistas já adiantam que a Covid-19 deve continuar se disseminando neste fim de ano.

“A gente vai esperar neste Natal e Ano-Novo um aumento de casos. E uma preocupação sempre maior com os nossos mais vulneráveis, os idosos, imunossuprimidos, as pessoas que precisam de uma proteção maior”, complementa Ethel.

Por outro lado, o cenário é mais otimista do que há um ano, diz o pesquisador da Fiocruz. “Não é como no ano passado, quando chegou uma variante completamente nova [Ômicron]. Agora, é uma subvariante da Ômicron, mas continua sendo Ômicron.”

Dados da Rede Genômica Fiocruz mostram que, em novembro deste ano, três subvariantes da Ômicron predominavam no país: BQ.1.1 (34,3%), BA.5.3.1 (14,1%), BQ.1 (14%).

Embora sejam mais transmissíveis, estas subvariantes não se mostraram mais perigosas do que as que que circularam anteriormente.

O pesquisador acrescenta que, normalmente, as curvas de casos de Covid-19 no Brasil duram cerca de oito semanas, entre subida, pico e descida. Se isto se confirmar nesta onda, iniciaríamos o ano em queda, mas esta não é uma garantia.

“Como tem essa movimentação de fim de ano, essa mobilidade de pessoas, eventos com aglomerações, talvez isso estique [a curva de casos e internações] um pouco mais. Uma tendência natural das epidemias são essas ondas que sobem e descem, mas quando ela desce, isso aí é o incerto. Talvez esse movimento de fim de ano faça com que essa queda seja um pouco mais lenta”, pondera Bastos.

Óbitos
O que tem sido observado desde a onda do meio do ano no Brasil é que as vítimas da Covid-19 voltaram a ser majoritariamente os idosos e pessoas com alguma imunossupressão.

Mesmo com esquema vacinal completo, esses indivíduos não desenvolvem a mesma resposta imunológica contra o vírus em relação aos adultos saudáveis, por exemplo.

Entretanto, alguns adultos com esquema vacinal incompleto também estão sujeitos a complicações causadas pela Covid-19.

Bastos ressalta que tem sido observado, embora em menor número, aumento do número de internações de pessoas entre 40 e 60 anos. “O número é um pouco menor, mas aquela tendência de subida está ali.”

A média diária de mortes pela doença voltou a ficar acima de cem nesta semana, após três meses abaixo desse patamar, segundo o Conass.

As vacinas bivalentes, que oferecem um nível de proteção maior contra a Ômicron, começaram a chegar ao Brasil nesta semana, mas em quantitativo ainda baixo e sem previsão de quando devem começar a ser aplicadas.

A professora da Ufes entende que os idosos e imunossuprimidos devem ser priorizados.

“Seria, sim, muito importante que a gente começasse a vacinar o público de idosos e grupos de risco, principalmente pensando nessas festas de fim de ano.”

Medidas de prevenção
O alerta do aumento de hospitalizações nas últimas semanas serviu para que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinasse a volta da obrigatoriedade do uso de máscaras em aviões e aeroportos.

Em São Paulo, a proteção facial também passou a ser exigida de quem anda no transporte público.

Porém, a percepção da necessidade do uso se torna cada vez mais individual, afirma Ethel Maciel.

“A gente não tem uma determinação para uso de máscaras, as nossas medidas inexistem. Então, é difícil que nós tenhamos, pelo menos até o final deste governo, uma medida mais efetiva neste sentido. É importante alertar as pessoas para que sempre quando forem viajar, temos a obrigatoriedade nos aviões, mas não em ônibus, por exemplo. Utilize máscara, porque é um local fechado em que você vai ficar muito tempo.”

Ela reforça a importância de optar, sempre que possível por máscaras com alta capacidade de filtragem, como as PFF2/N95 ou as cirúrgicas (com três camadas).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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