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SINTOMAS

Saúde

Estado de São Paulo registra alta de 144% no número de casos de hepatite A em 2023

por Redação 4 de outubro de 2023

O estado de São Paulo detectou um aumento de 144% dos casos de hepatite A entre janeiro e agosto em comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foram notificadas 427 infecções, ante 227 nos primeiros oito meses de 2022.

Também houve duas mortes relacionadas à doença. No ano passado, foi registrado um óbito.

O cenário estadual se reflete, principalmente, na capital, onde 225 pessoas haviam sido diagnosticadas com a doença até 28 de setembro, segundo um alerta epidemiológico do Cievs (Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde), emitido na semana passada.

Essa alta no número de casos no município foi observada desde abril, atingindo o pico em julho, estabilidade em agosto, seguida de queda em setembro.

A hepatite A é uma infecção viral que provoca inflamação no fígado. A maioria dos quadros se resolve espontaneamente, sem sequelas, mas uma minoria dos pacientes pode ter complicações severas, incluindo a necessidade de um transplante e até morte.

Apesar do aumento significativo do número de notificações, o médico Victor Passarelli, infectologista pela EPM/Unifesp (Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo), destaca que o cenário não pode ser classificado como um surto neste momento.

“Ainda não se consegue definir como um surto, porque ainda não se viu uma correlação entre todos os casos ao mesmo tempo. É um fenômeno que tem que ser observado, analisado e investigado adequadamente, como está sendo. Mas vemos ainda como um aumento no número de casos.”

O estado não divulgou informações sobre o perfil dos infectados. Na cidade de São Paulo, entretanto, os pacientes são em sua maioria homens (73,3%), com idade entre 18 e 39 anos (71,6%).

Em 73,8% dos casos, a fonte de transmissão não foi identificada, fator que dificulta a compreensão do que está causando essa elevação do número de infecções.

As principais formas de contrair hepatite A são por meio da ingestão de água ou alimentos contaminados com fezes de uma pessoa infectada ou por relações sexuais.

A infecção pela via sexual aparece em apenas 6,2% dos registros, e a contaminação por meio de água ou alimentos, em 15,5%.

A infectologista Umbeliana Barbosa, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital, lembra do surto de hepatite A entre 2017 e 2018, quando houve 684 e 483 casos por ano, respectivamente.

Naquela ocasião, identificou-se uma predominância da transmissão sexual (26,6%), afetando principalmente o grupo HSH (homens que fazem sexo com homens), algo que até este momento não foi constatado pelas autoridades sanitárias paulistas.

Umbeliana avalia que, possivelmente, haja um percentual maior de pacientes infectados após relações sexuais.

“Na cidade de São Paulo, no estado, onde o saneamento básico é considerado de alta qualidade, a água que abastece nossos domicílios é considerada de alta qualidade. Na minha opinião, esse percentual de transmissão sexual provavelmente é mais representativo, está sendo subestimado.”

Passarelli frisa que “qualquer pessoa que tiver exposição relevante ao vírus pode desenvolver a infecção” caso não tenha sido vacinada nem adquirido a doença previamente.

É nesse contexto que se tornam fundamentais medidas preventivas, especialmente em relação à higienização das mãos e dos alimentos que consumimos.

“Uma pessoa com hepatite A que não fez uma higiene adequada das mãos pode contaminar um alimento. Se ela trabalha em um restaurante, por exemplo, esse alimento pode contaminar muitas pessoas”, alerta Umbeliana.

Ela cita também a importância da higienização anal após a evacuação e do uso de preservativo em relações sexuais e o risco da prática de sexo oral anal.

“O vírus é eliminado em altas concentrações nas fezes de indivíduos contaminados, antes mesmo de os sintomas começarem. Contamina água, mãos e objetos.”

Vacinação é a prevenção mais eficaz
Os especialistas enfatizam a importância da imunização como forma de proteção individual e coletiva.

“A vacina de hepatite A inativada provou estar entre as mais imunogênicas, seguras e bem toleradas. Aproximadamente 100% das pessoas desenvolvem níveis protetores de anticorpos contra o vírus no prazo de um mês após uma única dose da vacina”, afirma o Cievs.

Porém, durante a pandemia de Covid-19, muita gente que procurou a vacina não a encontrou.

“De 2020 a 2022, houve um desabastecimento de vacina de hepatite A, inclusive nas clínicas privadas. Isso também contribuiu para que esse processo de prevenção pela vacina sofresse uma defasagem. Precisamos aproveitar esse momento — os dados epidemiológicos mostram isso”, diz a médica do Emílio Ribas.

Passarelli ressalta que, “em momentos como esse, realmente temos que estimular a vacinação na população em geral, principalmente de pessoas que nunca tiveram contato com o vírus, que são suscetíveis à infecção”.

A vacina contra a hepatite A faz parte do calendário de imunização do SUS para crianças de 1 a 5 anos desde 2014, com apenas uma dose.

Adultos são imunizados com duas doses em um intervalo de seis meses.

Na rede pública, os seguintes grupos também são elegíveis:

  • portadores de hepatopatias crônicas de qualquer etiologia, inclusive portadores do HCV (vírus da hepatite C) e portadores crônicos do HBV (vírus da hepatite B);
  • indivíduos com coagulopatias;
  • pacientes com HIV/Aids;
  • com imunodepressão terapêutica ou por doença imunodepressora;
  • com doenças de depósito;
  • portadores de fibrose cística (mucoviscidose);
  • portadores de trissomias;
  • candidatos a transplante de órgão sólido (cadastrados em programas de transplantes);
  • transplantados de órgão sólido ou de células-tronco hematopoiéticas (medula óssea);
  • doadores de órgão sólido ou de células-tronco hematopoiéticas (medula óssea);
  • cadastrados em programas de transplantes; e
  • indivíduos com hemoglobinopatias.

A imunização dos adultos elegíveis no SUS em todo o estado de São Paulo deve ser feita nos Cries (Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais).

Pessoas que estejam fora desses grupos mas desejam se imunizar contra a hepatite A podem buscar a rede privada.

“O que a gente tem indicado, para quem tem a possibilidade, é tomar a vacina em clínicas particulares, se a pessoa puder arcar com os custos, independente se tiver ou não alguma comorbidade”, afirma Victor Passarelli.

O preço por dose varia entre R$ 150 e R$ 300 na cidade de São Paulo, conforme uma busca feita pela reportagem em farmácias e laboratórios.

Fonte: r7

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Saúde

Sífilis não tem vacina e pode passar despercebida; saiba reconhecer os sintomas da infecção

por Redação 23 de agosto de 2023

A sífilis é uma IST (infecção sexualmente transmissível) causada pela bactéria Treponema pallidum e para a qual não existe uma vacina disponível. Se não for tratada, ela se manifesta em três ocasiões — há períodos em que os sintomas desaparecem —, sendo a fase terciária a mais perigosa.

“A sífilis se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato direto com uma ferida sifilítica, conhecida como cancro. Cancros podem ocorrer no pênis, vagina, ânus, reto, lábios ou boca. A sífilis pode se espalhar durante o sexo vaginal, anal ou oral. Pessoas grávidas com sífilis também podem transmitir a infecção ao seu bebê não nascido”, descrevem os CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos.

Sífilis primária
A sífilis primária se manifesta por uma ferida única, no local por onde a bactéria entrou no organismo (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca ou outros locais da pele), que surge entre dez e 90 dias após o contágio.

“Essa lesão é rica em bactérias e é chamada de ‘cancro duro'”, diz o Ministério da Saúde. Também é uma lesão que normalmente não causa dor nem coceira, não arde nem tem pus. Mas um indicativo pode ser o surgimento de ínguas na virilha.

O problema maior nessa fase é que a lesão pode não ser percebida. Às vezes, ela desaparece sozinha após algumas semanas, mesmo sem tratamento.

“Cerca de metade das mulheres infectadas e de um terço dos homens infectados não sabem que sofrem de cancro, pois ele causa poucos sintomas. Os cancros no reto ou na boca, que geralmente ocorrem em homens, muitas vezes passam despercebidos”, relata o Manual MSD de Diagnóstico e Tratamento.

Sífilis secundária
Entre seis semanas e seis meses após a cicatrização da ferida inicial, surgem os sintomas da sífilis secundária. Eles são genéricos e podem ser confundidos com outras doenças.

Nessa fase, as pessoas podem apresentar manchas vermelhas indolores e que não coçam por todo o corpo, mas principalmente na palma das mãos e na planta dos pés. Também é comum haver aumento de linfonodos, febre e cansaço.

“As manchas desaparecem em algumas semanas, independentemente de tratamento, trazendo a falsa impressão de cura”, salienta o Ministério da Saúde.

Sífilis latente
Após o estágio secundário, a doença pode permanecer latente por anos a décadas, com a bactéria ainda presente nos testes para sífilis.

Embora em geral não seja contagiosa durante esse período, ocasionalmente podem surgir ulcerações na pele ou em membranas mucosas, transmitindo a infecção.

O estágio latente é dividido em prematuro (até 12 meses após a infecção inicial) e tardio (mais de 12 meses após a infecção inicial).

Sífilis terciária
O Manual MSD descreve que “a sífilis terciária se desenvolve em cerca de um terço das pessoas não tratadas anos a décadas depois da infecção inicial. Os sintomas variam entre leves e devastadores”.

Nesse momento, pode haver três principais formas de manifestação.

A sífilis terciária benigna é um tipo que se desenvolve entre três e dez anos após a infecção. “Surgem protuberâncias macias e flexíveis na pele, chamadas granulomas, mais comumente no couro cabeludo, no rosto, na parte superior do tronco e nas pernas”, explica o guia médico.

Essas lesões se desenvolvem no fígado ou ossos, mas podem afetar qualquer órgão. “Elas podem se desintegrar, formando uma ulceração aberta. Se não forem tratados, os granulomas destroem o tecido ao redor deles. Nos ossos, eles geralmente causam dor profunda, penetrante, que geralmente piora à noite. Os granulomas crescem lentamente, curam-se aos poucos e deixam cicatrizes”, acrescenta a publicação.

A segunda forma é a sífilis cardiovascular, que ocorre quando o Treponema pallidum infecta vasos sanguíneos no entorno do coração. Ela surge entre 10 e 15 anos depois do contato com a bactéria.

Isso pode levar a fraquezas nas paredes da aorta, formando um aneurisma que pressiona estruturas no peito, resultando em dificuldade respiratória, tosse e rouquidão. A válvula aórtica pode vazar, e as artérias coronárias podem se estreitar, provocando dor no peito, insuficiência cardíaca e, potencialmente, a morte.

A terceira manifestação é a neurossífilis, que ocorre em cerca de 5% de todas as pessoas com sífilis não tratada.

Neurossífilis, sífilis ocular e otossífilis são complicações da sífilis que podem afetar o sistema nervoso, visual e auditivo, respectivamente.

A neurossífilis pode causar dor de cabeça intensa, problemas de movimento, fraqueza muscular, dormência e alterações mentais ou demência.

Já a sífilis ocular pode resultar em dor nos olhos, manchas flutuantes na visão, sensibilidade à luz e mudanças visuais.

A otossífilis pode causar perda auditiva, zumbido, dificuldades de equilíbrio e tontura.

O Manual MSD adverte que a “sífilis pode afetar os olhos ou ouvidos em qualquer estágio da doença”.

Sífilis congênita
Quando uma pessoa grávida tem sífilis, a infecção pode se espalhar para o feto, dizem os CDC. Gestantes devem fazer teste de sífilis na primeira consulta de pré-natal e algumas delas mais de uma vez durante o acompanhamento.

A sífilis não tratada em gestantes pode levar a riscos graves para o feto, incluindo natimortos ou morte logo após o nascimento, com até 40% de mortalidade infantil.

Bebês nascidos vivos com sífilis podem não mostrar sinais iniciais, mas sem tratamento podem desenvolver problemas graves em semanas, como atrasos no desenvolvimento, convulsões ou morte.

Diagnóstico e tratamento
Como não existe vacina, a melhor forma de se prevenir da sífilis é utilizar preservativo nas relações sexuais. Para pessoas que tenham múltiplos parceiros, é fundamental a testagem periódica, a fim de evitar que a doença avance para outras fases.

O diagnóstico pode ser feito por um teste rápido (em postos de saúde) ou exames de sangue laboratoriais.

Em caso de teste positivo, o tratamento é feito com antibióticos — normalmente, injeções de Benzetacil. Quadros mais graves podem exigir internação para administração de remédios na veia.

Novos exames serão solicitados pelo médico para certificação de que a bactéria foi eliminada. Ainda assim, o indivíduo ficará com o exame positivo para sempre (cicatriz sorológica).

Fonte: r7

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