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TRABALHO ESCRAVO

Brasil

Brasil bate recorde de resgate de trabalhador em condição análoga à escravidão em 2023

por Redação 5 de janeiro de 2024

Entre janeiro e dezembro do ano passado, o Brasil bateu recorde da série histórica e resgatou 3.046 trabalhadores que estavam em condição análoga à escravidão. Os dados são do Ministério do Trabalho e Emprego.

Com número registrado até 19 de dezembro, patamar acumulado em 2023 é o maior dos últimos 14 anos. Foram fiscalizados 516 estabelecimentos rurais e urbanos. No total, os funcionários receberam R$ 10,88 milhões em indenizações.

Essa alta tem sido observada desde 2022, quando 2.587 trabalhadores foram encontrados e resgatados pela fiscalização, em 531 ações realizadas. Houve pagamento de R$ 10,45 milhões em verbas rescisórias e salariais.

O setor que mais viu trabalhadores serem resgatados em 2023 foi o do cultivo de café, com soma de 300. A produção de cana-de-açúcar, com 258, ficou em segundo lugar. Esses dois ramos foram os principais motores da economia brasileira no período colonial, quando o trabalho escravo era legalizado.

Motivos
Para interpretar os dados, pode-se imaginar que há mais trabalho análogo à escravidão ou mais denúncias. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, como a mídia passou a falar mais sobre o assunto, houve uma conscientização maior da população.

“O aumento de denúncias, sobretudo com informações mais precisas, é um dos principais fatores que contribui para uma maior efetividade nos resgates. Um maior espaço na mídia sobre o tema também faz com que a população perceba de forma mais clara as situações de afronta à dignidade humana e, consequentemente, leva-a ao aumento de denúncias”, disse a pasta em nota ao R7.

O advogado Washington Barbosa, mestre em Direito das Relações Sociais e Trabalhistas, atribui o aumento do indicador a medidas tomadas pelas autoridades públicas.

“Houve um trabalho muito forte do Tribunal Superior do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho de divulgar as situações de trabalho análogo à escravidão. Foram várias palestras, vários encontros, campanhas em rádios, jornais. Isso com certeza trouxe um maior atenção para esse tipo de situação”, argumenta ele.

Dessa forma, segundo Barbosa, a própria população se conscientizou sobre o assunto.

“A própria pessoa submetida a esse tipo de trabalho análogo à escravidão começou também a ter a consciência disso, porque muitas pessoas até pensavam que isso era natural”, conclui.

Por outro lado, assim como Washington Barbosa, a especialista em direito do trabalho Evelyn Guida acredita que o aumento da estatística aconteceu apesar de os órgãos de fiscalização ainda terem problemas.

“A quantidade de efetivo e equipamentos disponibilizados pelo governo ainda é insuficiente para eliminar a ocorrência de trabalho em condições precárias, com frustração dos direitos trabalhistas”, opina ela.

Em 2022, um podcast do jornalista Chico Felitti viralizou nas redes sociais e trouxe o assunto à tona. O programa falava sobre Margarida Bonetti, brasileira condenada nos Estados Unidos por manter uma pessoa em trabalho análogo à escravidão.

De acordo com o Ministério do Trabalho, para fazer uma denúncia, acesse o Sistema Ipê aqui.

Fonte: r7

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BrasilCidade

Depois de vitórias no Congresso, bancada ruralista foca projeto sobre trabalho escravo

por Redação 1 de junho de 2023

Após uma série de vitórias no Congresso nas últimas semanas, a bancada ruralista pretende focar agora projeto de lei que afrouxa o combate ao trabalho escravo. Apresentado em 2013, o PLS 432/2013 está no radar dos parlamentares ligados ao agronegócio e, entre outras coisas, trata da possibilidade de expropriação das propriedades rurais e urbanas onde se localizem a exploração de trabalho escravo.

O projeto nasceu em uma comissão mista, formada por deputados e senadores, em uma tentativa de regulamentar a Emenda Constitucional 81, que trata do trabalho escravo. Mais especificamente, o texto alteraria o artigo art. 149 do Código Penal, que trata de combate ao trabalho escravo contemporâneo.

A ideia é excluir as condições degradantes de trabalho (incompatíveis com a dignidade humana, caracterizadas pela violação de direitos fundamentais ou que coloquem em risco a saúde e a vida do trabalhador) e a jornada exaustiva (casos em que o trabalhador é submetido a esforço excessivo, acarretando danos à sua saúde ou risco de morte) como elementos definidores de trabalho análogo ao de escravo.

Com isso, somente nos casos de trabalho forçado e servidão por dívida é que o empregador poderia ser responsabilizado por trabalho escravo.

Para a bancada ruralista, ao excluir da legislação os termos “jornada exaustiva” e “condições degradantes de trabalho”, a legislação não daria “margem às diversas interpretações”.

Fragilizados pelas últimas derrotas, — que inclui a flexibilização da proteção da Mata Atlântica e a aprovação do marco temporal das terras indígenas —, parlamentares da bancada ambientalista tentam se organizar para enfrentar a ofensiva dos ruralistas.

Na semana passada, foi instalada, dentro da Comissão de Trabalho da Câmara, uma subcomissão permanente para acompanhar casos de trabalho análogo à escravidão. O objetivo do grupo é debater projetos de lei que endurecem penas para quem comete o crime.

1.201 pessoas resgatadas
Entre janeiro e maio, 1.201 pessoas foram resgatadas em condições análogas à escravidão em todo o país, segundo dados do Ministério do Trabalho. Goiás, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo foram os estados com maiores índices. Em 2022, foram 2.575 trabalhadores resgatados nessas condições. De 20 estados fiscalizados, 16 apresentaram casos.

Um relatório feito pela pasta apontou que a maior parte das pessoas resgatadas eram homens entre 30 e 39 anos. De acordo com o documento, em 2022 foram encontrados 148 migrantes em condições analogas a escravidão, o dobro em relação a 2021.

2 a 8 anos de prisão e multa
Pelo Código Penal Brasileiro, alguém está em trabalho analogo à escravidão quando há exigência de jornadas exaustivas ou trabalhos forçados, com condições degradantes e restrição de locomoção do trabalhador. A pena para quem comete o crime é de 2 a 8 anos de prisão e multa, além da punição correspondente à violência praticada contra os trabalhadores.

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BrasilCidade

193 pessoas foram resgatadas de trabalho escravo nos últimos quatro anos na capital do país

por Redação 17 de maio de 2023

Em quatro anos, 193 trabalhadores foram encontrados em condições analogas à escravidão no Distrito Federal. No Centro-Oeste, o DF ocupa a terceira posição no ranking de trabalho escravo, ficando atrás de Goiás, com 642 casos, e Mato Grosso do Sul, com 308. Os dados, referentes ao período entre 2019 e 2022, são do Portal de Inspeção do Trabalho e englobam situações de trabalho rural e urbano.

Segundo informações do Ministério do Trabalho e Emprego, em 2022 o Distrito Federal teve redução de 77% nos casos em relação a 2019.

Cenário nacional
Em 2022, o Ministério do Trabalho e Emprego resgatou 2.575 trabalhadores em condições análogas à escravidão em todo o país. De 20 estados fiscalizados, 16 apresentaram casos.

Um relatório feito pela pasta apontou que a maior parte das pessoas resgatadas eram homens entre 30 e 39 anos. De acordo com o documento, em 2022 foram encontrados 148 migrantes em condições analogas a escravidão, o dobro em relação a 2021.

Já este ano, o governo federal afirmou que ainda não houveram casos registrados no Distrito Federal. Entre janeiro e maio, 1.201 pessoas foram resgatadas. Goiás, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo foram os estados com maiores índices.

Trabalho escravo
Pelo Código Penal Brasileiro, alguém está em trabalho analogo à escravidão quando há exigência de a jornadas exaustivas ou trabalhos forçados, com condições degradantes e a restrição de locomoção do trabalhador.

“É importante saber que não é apenas a ausência de liberdade que faz um trabalhador escravo, mas sim de dignidade, quando trabalha sob condições degradantes e subumanas”, disse a advogada especialista em direito do trabalho Paula Borges.

Para ela, a falta de informação pode contribuir para o crescimento do índice do trabalho escravo. “Grande parte faz parte de pessoas que vem de lugares mais humildes procurando melhoria de vida e acabam sendo explorados”, disse.

A pena para quem comete o crime é de dois a oito anos de prisão e multa, além da punição correspondente à violência praticada contra os trabalhadores.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, 23% dos trabalhadores resgatados declararam ter estudado no máximo até o 5º ano do ensino fundamental, outros 20% haviam cursado do 6º ao 9º ano e 7% se declararam analfabetos.

No final do ano passado, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) resgatou 14 trabalhadores rurais em condições análogas à escravidão de duas propriedades de Sobradinho, no Distrito Federal.

Na operação, três homens foram presos em flagrante pelos crimes de submissão a trabalho escravo ou a condição análoga e tráfico de pessoas. Segundo a polícia, a atividade principal estava ligada à horticultura e fruticultura.

Lista suja
Em abril deste ano, o governo federal divulgou a atualização de empregadores flagrados utilizando mão de obra análoga à escravidão. A lista inclui 132 novos empregadores, entre pessoas físicas e jurídicas. O cadastro apresenta dois empregadores do Distrito Federal com endereços em Ceilândia.

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São PauloSegurança

Bolivianos são encontrados em situação análoga à escravidão em oficina de costura na zona norte

por Redação 14 de março de 2023

Uma família de origem boliviana, que vivia em situação de regime de trabalho análogo à escravidão, foi liberada após a Polícia Civil localizar uma oficina de costura na Rua Joaquim Afonso de Souza, na Casa Verde, zona norte de São Paulo, na tarde desta segunda-feira (13).

Durante a ocorrência, um casal foi preso acusado de manter a própria filha amarrada pelos pés dentro do imóvel.

De acordo com o delegado titular do 13° Distrito Policial da Casa Verde, Luis Carlos Silva Santos, a corporação recebeu uma denúncia do Ministério Público a respeito de um local onde pessoas de origem boliviana viviam sob regime de trabalho análogo à escravidão.

Com as informações, as equipes de investigação se deslocaram até o endereço e encontraram crianças dormindo no chão enquanto o resto da família trabalhava em máquinas de costura.

Em um dos colchões, um bebê dormia ao lado de uma menina, de 4 anos, que estava com as pernas amarradas por fios de eletricidade. Segundo o delegado, quando os investigadores questionaram a criança sobre quem teria amarrado seus pés, a garota respondeu que teria sido seu “papai”.

Ainda durante buscas dentro do imóvel, os policiais localizaram outras pessoas, todas de origem boliviana, trabalhando em condições precárias.

O casal, pais da criança amarrada, também foram encontrados. Eles alegaram que estavam trabalhando no imóvel há cerca de um mês.

A reportagem teve acesso às imagens que mostram a insalubridade do local, com restos de alimentos na geladeira e muita sujeira espalhada pelos cômodos. Nos dormitórios havia colchões velhos e roupas espalhadas por toda parte.

A gravação também mostra parte da família trabalhando nas máquinas de costura. Outra criança aparece nas imagens em cima de um dos equipamentos.

Segundo informações da polícia, os documentos das vítimas ficavam retidos com os donos do imóvel até o pagamento de supostas dívidas dos funcionários.

O responsável pela oficina foi identificado e conduzido até a delegacia. Na unidade policial, ele relatou que os trabalhadores são, na verdade, parentes. Ainda questionado sobre o trabalho confeccionado na oficina, o homem disse que as peças são entregues na região do Brás/Pari, zona central da capital paulista.

O casal responsável pela criança encontrada amarrada foi detido por maus tratos, crime inafiançável, e autuados em flagrante. A menina foi encaminhada ao Conselho Tutelar e passará por exames de corpo de delito.

O caso foi registrado no 13° Distrito Policial da Casa Verde, que prosseguirá com as investigações.

Solicitamos uma nota à Secretaria de Segurança Pública (SSP) e ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP), mas não obtivemos retorno.

Não foi a primeira vez
O endereço já havia sido alvo de buscas na última quarta-feira (8), quando a Polícia Militar foi acionada para uma ocorrência de maus tratos contra bolivianos instalados na residência.

Nesta data, um homem de origem boliviana havia foi à Unidade Básica de Saúde da Casa Verde Alta tomar vacina e confessou que vivia em regime de escravidão em uma casa no bairro após ser questionado por uma técnica de enfermagem.

Uma funcionária pública notou que a vítima estava com o cartão de vacinas atrasado e passou a perguntar o motivo. O homem relatou que além dele outros nove bolivianos trabalhavam no local.

A vítima chegou a afirmar que um casal mantinha uma criança amarrada para evitar que a mesma descesse para a linha de produção.

O homem também disse que cinco bolivianos são os responsáveis pelos trabalhadores, que são impedidos de sair de casa. Eles recebem três refeições por dia, sendo café da manhã, almoço e jantar e não podem fazer refeições fora dos horários determinados pelos chefes.

Questionado como conseguiu sair da casa, o boliviano relatou que só conseguiu sair porque um dos chefes, o mais violento,não estava em casa. Para despistar, a vítima inventou que precisava comprar fios.

Após a denúncia, a técnica de enfermagem entrou em contato com a polícia para denunciar o caso. Equipes da 1ª Companhia do 9º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano foram até o endereço indicado e perceberam que o portão da casa estava fechado.

Os oficiais conversaram com um homem que estava na casa, que disse que o patrão havia trancado o portão e levado a chave. Ele negou que havia maus tratos no local.

Diante disso, os policiais encerraram a ocorrência e não constataram o crime de trabalho escravo no endereço.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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