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TRANSPORTE PÚBLICO

Brasil

MP pede ao TCU para apurar contratos da União com empresas ligadas a organizações criminosas

por Redação 17 de abril de 2024

O MP (Ministério Público) pediu ao Tribunal de Contas da União para apurar a possível existência de contratos na administração pública federal com empresas ligadas a organizações criminosas, em especial realizando levantamento junto ao Ministério Público de São Paulo quanto às empresas já em investigação. O MP pede ainda que a Corte de contas investigue um possível prejuízo ao erário e irregularidades em licitações relativas a contratos firmados com empresas ligadas a organizações criminosas.

“Se confirmado os indícios supracitados, instaurar tomada de contas especial para responsabilização dos agentes envolvidos, sem prejuízo de remessa de cópia ao Ministério Público Federal para adoção das medidas pertinentes”, diz o MP no pedido. No documento, o subprocurador Lucas Furtado afirma que organizações criminosas, cientes dos elevados montantes que se revestem os contratos administrativos de atividades terceirizadas, estariam atuando de forma a burlar os procedimentos licitatórios necessários à formalização dessas avenças.

“Ainda que se trate de informação relativa a contratações pelo governo estadual em São Paulo e por órgãos municipais desse mesmo estado, vejo com grande preocupação os fatos supracitados. Além de se estar diante de um possível esquema que pode se mostrar presente em outros órgãos em São Paulo e municípios, entendo que essas organizações podem vir a possuir esquemas semelhantes no âmbito da União”, diz.

Para Furtado, “é salutar que seja verificado se as empresas investigadas naquele âmbito possuem contratos com órgãos e entidades da administração pública federal e se a condução dos procedimentos licitatórios dessas avenças obedeceu a todos os ditames normativos aplicáveis”.

“Atuando em conjunto com a rede de órgãos de controle estaduais e municipais, pode o TCU ter acesso a informações que não prejudiquem a investigação daqueles órgãos, mas que auxiliem o Tribunal a fiscalizar eventuais contratos das empresas sob suspeita com a União”, diz.

Fonte: r7

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Transporte

Em um mês de gratuidade, São Caetano do Sul dobra usuários de ônibus no ABC paulista

por Redação 15 de dezembro de 2023

Um mês após o início do passe livre nos ônibus de São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo, o número de usuários do sistema dobrou.

Em média, eram 25 mil pessoas transportadas diariamente até 1° de novembro, quando o programa entrou em vigor. Um mês depois, segundo os primeiros dados consolidados, o número de usuários diários passou para 52 mil.

São Caetano do Sul passou, então, a ser o município mais populoso do estado – são 165 mil habitantes – a adotar o passe livre pleno no transporte público.

Os impactos na cidade já são visíveis, a começar pela queda no número de remarcações de consultas no SUS (Sistema Único de Saúde) e pela diminuição da fila dos carros de aplicativos no terminal rodoviário.

Dinheiro economizado
“Hoje mesmo, minha filha vinha para a escola e eu falei: vamos de ônibus. Dispensei a perua, vamos de ônibus, aproveitar, né?”, contou o comerciante José Ednaldo de Santos, de 63 anos, que tem uma banca de produtos eletrônicos no terminal rodoviário.

O dinheiro economizado com as passagens agora tem outra finalidade. “Serve para comprar mistura, pagar algumas coisas, fatura do cartão, boleto, água, luz.”

O prefeito da cidade, José Auricchio Júnior, elenca as vantagens econômicas que o programa está gerando ao município, mas, antes, defende o Tarifa Zero como direito social.

“Eu sempre tive uma tendência de achar que o transporte público é quase que um dever do Estado. Como você tem saúde, como tem educação”, afirmou.

Do ponto de vista econômico, a previsão do prefeito é que a gratuidade no transporte comece a apresentar resultados mais visíveis em 2024, principalmente no comércio.

“Eu deixo de pagar passagem ida e volta, são R$ 10. Eu como um lanche, vou ao açougue, vou gastar no comércio. No final da semana, eu economizei R$ 60, R$ 70, o que me permite sair com a minha família”, destaca o prefeito.

Auricchio chama a atenção para a desoneração das empresas instaladas na cidade com a gratuidade dos ônibus. Com o passe livre, os empresários deixaram de ter de pagar o vale-transporte.

“Esse pequeno comerciante, pequeno empresário, quando tiver que contratar o próximo funcionário para a empresa dele, vai querer o cara morando onde? Aqui. Então, acho que tem um ciclo virtuoso aí”, acrescenta.

Fundo de apoio
O primeiro mês de Tarifa Zero custou cerca de R$ 2,9 milhões à prefeitura — a cidade tem oito linhas de ônibus que são operadas com 54 veículos pela única concessionária, a Viação Padre Eustáquio. A execução do programa no período de um ano deverá custar R$ 35 milhões, o que corresponderá a 1,5% do orçamento total do município previsto para 2024 (R$ 2,434 bilhões).

Os recursos, segundo a administração municipal, já estão garantidos e não será necessária a criação de novos impostos ou taxas.

O programa é bancado pelo Fundo de Apoio ao Transporte (Fatran) da prefeitura, composto por recursos de multas de trânsito, ações publicitárias envolvendo o sistema de transporte e dotações orçamentárias próprias de fontes relacionadas à mobilidade urbana e à sustentabilidade socioambiental.

“Nós já tínhamos um sistema relativamente bem gerido e ocioso. Ele tinha espaço, cabia um espaço nele para a gente trazer passageiro novo para dentro do sistema sem onerar”, ressalta o prefeito.

São Caetano do Sul é a oitava cidade paulista a adotar o sistema de passe livre pleno em 2023, ao lado de Porto Feliz, Piedade, Santa Isabel, Jales, Tietê, Ibaté e Nazaré Paulista.

O movimento no sentido da tarifa zero no transporte coletivo não é apenas paulista. Das 89 cidades que têm o passe livre pleno, 27 adotaram o sistema em 2023.

Uma característica comum entre esses municípios é a diminuição do número de passageiros nos últimos anos e a consequente redução dos recursos oriundos da cobrança da passagem.

“Em São Caetano, era um mergulho [a queda no número de passageiros], porque parece que não, mas a passagem impacta na vida das pessoas. E não adianta a gente olhar só para aqueles que tinham a gratuidade, que no nosso caso eram os idosos, gestantes, deficientes, e o passe escolar. Você tem o trabalhador informal, porque o trabalhador formal tem o VT, mas o informal e o desempregado não”, pondera Auricchio.

Segundo o pesquisador da Universidade de São Paulo Daniel Santini, o movimento em direção ao passe livre está relacionado a uma crise no sistema de financiamento de transporte com cobrança de passagens.

Ele diz que, com o encolhimento do número de pessoas transportadas, torna-se mais difícil o equilíbrio financeiro a partir da receita da catraca.

“A gente tem aí um horizonte que é muito preocupante para a sobrevivência e a continuidade do transporte público. Esse é o principal fator que explica por que estão sendo estudadas e testadas novas possibilidades de financiamento e organização”, diz.

Fonte: r7

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Transporte

Vai ter greve no Metrô de São Paulo e na CPTM?

por Redação 23 de novembro de 2023

Os funcionários do Metrô de São Paulo realizaram assembleia na noite de quarta-feira (22) para discutir a realização de uma greve unificada na próxima terça (28).

Segundo a categoria, a votação virtual tem duração de 24 horas e o resultado deve ser divulgado às 19h desta quinta (23).

A paralisação conjunta, se aprovada, pode ter a aprovação de trabalhadores do Metrô, da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e da Companhia Paulista dos Trens Metropolitanos (CPTM). A categoria afirma ser contra privatizações, terceirizações, demissões e supostos cortes de verba pelo governo.

Em outra assembleia realizada na noite de quarta, os funcionários da CPTM, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores da Central do Brasil, responsável pelas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, aprovaram uma paralisação por tempo indeterminado a partir da próxima terça.

Os ferroviários das linhas 7-Rubi e 10-Turquesa também devem debater no decorrer desta quinta se aprovam ou não a paralisação.

Nesta semana, o plano de privatização da estatal de água e saneamento avançou na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Em outubro, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) reafirmou a intenção de privatizar as linhas remanescentes da CPTM e as linhas do Metrô administradas diretamente pela empresa pública.

Segundo Tarcísio, o objetivo deve ser cumprido até o fim do mandato, em 2025. Outra possibilidade é uma sociedade com o setor privado pela gestão da empresa.

O modelo de gestão privada não é inédito no estado de São Paulo. Duas linhas do metrô já nasceram privatizadas, a 4-Amarela e a 5-Lilás. E estão sob concessão duas linhas da CPTM: 8-Diamante e 9-Esmeralda.

Também há duas linhas, ainda em obras, que terão gestão privada: a 6-Laranja e a 17-Ouro, do monotrilho do Aeroporto de Congonhas. Procurados, o Palácio dos Bandeirantes, o Metrô, a CPTM e a Sabesp ainda não se pronunciaram.

Os funcionários do Metrô já fizeram greve três vezes em 2023. Uma em março, por reivindicações trabalhistas, e duas em outubro (uma delas sem aviso), contra o plano de privatizações do estado. Ao longo de 2023, também houve duas ameaças de interromper as atividades.

Na última paralisação de metroviários e funcionários da CPTM, em outubro, a Justiça do Trabalho determinou 100% de operação nos horários de pico, mas as categorias descumpriram a decisão.

O governador classificou o movimento como “político”, “ilegal” e “abusivo”. Também tem argumentado que o plano de privatização foi uma de suas principais plataformas na campanha de 2022 e tem sido amplamente discutido com a população.

Em outubro, especialistas em Direito do Trabalho ouvidos pelo Estadão afirmaram que a paralisação, por não ser motivada por reivindicações diretamente ligadas a condições de trabalho, poderia ser vista como abusiva.

Privatização da Sabesp avança na Assembleia
O Congresso de Comissões da Alesp aprovou, na quarta, o relatório do deputado estadual Barros Munhoz (PSDB) sobre o projeto de lei que prevê a privatização da Sabesp. O relatório recebeu 27 votos favoráveis e 8 contrários, e o tema segue agora para plenário.

No esforço do governo do estado para acelerar a tramitação do projeto, além do regime de urgência, sua passagem pelas comissões na Assembleia ocorreu em um congresso dos colegiados, em vez de passar separadamente em cada um deles.

Esse congresso inclui, entre outras, as comissões de Constituição, Justiça e Redação e a de Finanças, Orçamento e Planejamento.

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Segurança

Sindicalista é baleado em frente a garagem de ônibus, na zona sul

por Redação 22 de novembro de 2023

Um sindicalista de 68 anos foi baleado em frente a uma garagem de ônibus na Vila Andrade, zona sul de São Paulo, na noite de terça-feira (21).

Imagens obtidas pela Agência Record mostram a vítima caída na via, com diversas viaturas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros no local.

Na terça (21), uma manifestação de sindicalistas bloqueou o acesso a nove terminais de ônibus da capital paulista. O ato aconteceu durante a eleição do novo presidente do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindmotoristas), em represália à ausência de urnas eletrônicas na votação.

De acordo com Antônio Agripino, integrante do Sindmotoristas, a vítima faz parte de uma das chapas que defendem o pleito eletrônico.

Segundo o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), o homem foi encontrado com um ferimento de tiro no braço. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou a motivação dos disparos, tampouco o estado de saúde da vítima, que foi socorrida e encaminhada ao pronto-socorro do Hospital Campo Limpo.

O Sindmotoristas informou que não vai se posicionar até a conclusão das investigações pela Polícia Civil. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) foi acionada para compartilhar mais informações do caso.

Fonte: r7

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Transporte

Bilhete Único fica indisponível para recarga a partir da noite desta quarta; veja até quando

por Redação 11 de outubro de 2023

O sistema de recarga do Bilhete Único vai ficar indisponível entre esta quarta-feira (11) e a manhã de quinta-feira (12), em São Paulo, em razão de uma manutenção no programa.

De acordo com a SPTrans, que administra o transporte público na capital, os sistemas de atendimento, recarga, compra e venda de créditos ficarão indisponíveis entre as 23h desta quarta-feira (11) e a manhã de quinta.

Para esta quarta, a empresa recomenda aos passageiros que antecipem a compra e/ou a recarga de seus bilhetes. A manutenção também foi feita na noite da última sexta-feira (6) e na manhã de sábado (7), e os usuários foram impedidos de realizar a recarga.

A empresa também afirma que, nesses períodos de manutenção, nenhum crédito novo de Bilhete Único será contabilizado, seja em pontos físicos, seja em aplicativos. Por isso, quem possui cartão de estudante, idoso ou vale-transporte também deve antecipar a recarga dos seus créditos.

Fonte: r7

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Transporte

Sindicato dos metroviários decide hoje se haverá greve na terça (15)

por Redação 14 de agosto de 2023

Metroviários planejam entrar em greve a partir de 00h de terça-feira (15), a categoria reivindica melhor atendimento à população e se posiciona contra a privatização da Linha 15-Prata.

Será realizada uma assembleia para votação e definição da greve nesta segunda-feira (14), às 18h, na Área de Lazer do Sindicato dos Metroviários, localizado na rua Serra do Japi, 16, no Tatuapé, zona leste de São Paulo.

De acordo com o Sindicato dos Metroviários, a paralisação é uma reivindicação para melhoria dos serviços, contra as demissões, privatização de linhas e terceirização de trabalhadores.

Em março deste ano, a categoria acatou a paralisação e as linhas 1-Azul, 2- Verde, 3-Vermelha e a 15-Prata não circularam. Já a 4-Amarela e 5-Lilás são administradas pela ViaQuatro e ViaMobilidade sucessivamente e, por isso, operaram normalmente.

A categoria metroviária poderá entrar em greve em 15/8 (terça-feira) para garantir um atendimento de qualidade à população. Governador Tarcísio quer terceirizar manutenção da Linha 15 do Monotrilho e privatizar todas as linhas do Metrô e da CPTM

Tarcísio quer entregar a manutenção da Linha 15 para empresários. Isso é uma aventura, uma irresponsabilidade! Um serviço tão importante não pode ficar nas mãos de empresas que só visam o lucro. Se isso se concretizar, a segurança dos passageiros e funcionários estará em risco! Não podemos permitir!

Mas a aventura de Tarcísio é ainda maior e ele quer precarizar os serviços com a entrega de todas das linhas do Metrô e da CPTM. A privatização das Linhas 8 e 9 já mostrou que só os empresários ganharam. Os passageiros são prejudicados constantemente, com atrasos, falhas e graves acidentes.”

Fonte: r7

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Transporte

Reclamações de passageiros sobre ônibus em SP aumentam 35%; veja linhas campeãs

por Redação 8 de agosto de 2023

As reclamações de passageiros de ônibus em São Paulo aumentaram 35% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2022. Os dados exclusivos, obtidos pelo R7 via LAI (Lei de Acesso à Informação), são da SPTrans.

Somente entre janeiro e junho do ano passado, sob a gestão Ricardo Nunes (MDB), a capital paulista registrou 31.395 queixas de usuários. Em 2023, o número disparou para 42.529.

De acordo com os dados, a quantidade de reclamações registradas nos primeiros seis meses deste ano também superou a do período anterior à pandemia de Covid-19. Em 2019, os passageiros denunciaram 39.989 vezes o sistema de ônibus municipal.

O intervalo excessivo nas linhas lidera o ranking de reclamações, com 10.426 queixas, o que representa 24,5% do total. Ocupa o segundo lugar o não atendimento ao sinal de embarque ou desembarque dos passageiros por parte dos motoristas (5.933). A falta de respeito com o público vem em terceiro lugar, com 3.607.

Outras denúncias envolvem o descumprimento da partida no ponto final ou inicial (2.556), buracos nas faixas exclusivas de ônibus (2.064) e velocidade incompatível com a via ou manobras bruscas (1.484).

A empregada doméstica Suilan Mirely da Silva, de 47 anos, contou à reportagem que sofre com o intervalo excessivo e a falta de pontualidade dos ônibus. Diariamente, ela usa a linha 6043, que liga o Jardim Capelinha ao Terminal Santo Amaro, na zona sul da capital, para ir trabalhar.

“Normalmente, eu pego [o ônibus] às 5h25. Eu subo no ponto no horário exato, porque tenho medo de ficar lá. Onde eu moro tem muito assalto por motoqueiros. Às vezes, eu chego no ponto 5h20, e o ônibus já passou. Na volta, durante a noite, a situação é pior ainda”, desabafa.

Confira as linhas com mais reclamações:

  • 746H — Jardim Jaqueline/Santo Amaro;
  • 6824 — Parque Fernanda/Terminal Capelinha;
  • 3459 — Itaim Paulista/Terminal Parque Dom Pedro II;
  • 3026 — Vila Iolanda II/CPTM Guaianazes;
  • 3064 — Cidades Tiradentes/CPTM Guaianazes;
  • 6007 — Terminal Capelinha/Terminal Santo Amaro;
  • 971M — Vila Penteado/Metrô Santana;
  • 2703 — Jardim Etelvina/Metrô Itaquera;
  • 476G — Vila Industrial/Metrô Ana Rosa;
  • 3902 — CPTM Jardim Romano/CPTM Guainazes;
  • 637A — Terminal Jardim Ângela/Terminal Pinheiros.

O que explica o aumento das queixas?
A priorização por parte da prefeitura do transporte individual – principalmente os carros – em detrimento do transporte coletivo, motoristas que trabalham sob pressão e o abandono da conservação do pavimento das faixas e corredores de ônibus são algumas das causas apontadas pelos engenheiros ouvidos pelo R7.

Atualmente, de acordo com a SPTrans, o sistema de ônibus municipal recebe, em média, 7 milhões de embarques de passageiros.

Para o engenheiro Sergio Ejzenberg, mestre em transportes pela Escola Politécnica da USP, as reclamações – registradas pelo telefone 156 ou pelo site da prefeitura – não refletem a opinião de todos os usuários. Entretanto, o crescimento de queixas é preocupante e revela uma piora em praticamente todos os aspectos do transporte.

De acordo com Ejzenberg, os dados mostram “esperas excessivas e superlotação de ônibus decorrente da contínua e progressiva redução da frota efetivamente circulante do sistema de ônibus”.

Enquanto isso, as reclamações registradas contra os motoristas de ônibus demonstram, segundo o engenheiro, que eles estão trabalhando sob pressão. “O que causa grande preocupação com relação à possível piora da segurança e o aumento de sinistros de trânsito e atropelamentos por ônibus”, pontua.

Horácio Figueira, consultor em engenharia de transporte de pessoas, afirma que o principal problema de mobilidade urbana em São Paulo é a priorização dos carros em relação ao transporte coletivo.

Uma faixa de uma via com semáforos ocupada apenas por automóveis pode transportar cerca de 700 pessoas, enquanto o mesmo espaço com ônibus pode levar de cinco até 15 vezes mais passageiros, dependendo da frequência das linhas, exemplifica Figueira.

Para o consultor em engenharia, os corredores deveriam ser exclusivos para ônibus sem exceções, permitindo maior número de viagens. “Para diminuir o intervalo, basta deixar eles andarem. Não precisa aumentar a frota. Hoje, o ônibus fica preso atrás do táxi”, afirma.

Figueira também aponta algumas defasagens no controle operacional das linhas, como a falta de comunicação entre os motoristas. É comum, por exemplo, dois ônibus que realizam o mesmo percurso pararem concomitantemente no ponto – sem necessidade, de acordo com o especialista.

Abandono do transporte

Para os engenheiros, a piora no transporte coletivo, principalmente em relação à superlotação e às longas esperas, afasta os usuários do sistema, que acabam migrando para outros modais – o que leva ao agravamento do congestionamento, da poluição e de acidentes.

De acordo com Figueira, a tendência é que os usuários de classe média migrem para os aplicativos de transporte como Uber e 99. Após a pandemia, esse público passou a trabalhar com frequência em home office, precisando se deslocar até as empresas ocasionalmente.

Segundo um levantamento do R7, três em cada dez passageiros abandonaram o sistema municipal de ônibus com a chegada dos aplicativos à capital e a pandemia.

Outro lado
O SPUrbanuss (Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo) informou, em nota, que “reclamações como as de intervalo excessivo e tempo de viagem estão diretamente relacionadas com a ausência de uma infraestrutura adequada – corredores e faixas exclusivas – para a circulação dos ônibus”.

“Sobre a reclamação dos motoristas, as empresas operadoras possuem programas de treinamento e capacitação de seus profissionais, com o objetivo de qualificá-los para uma direção segura e econômica e para o melhor atendimento aos passageiros”, afirmou o sindicato.

Já a SPTrans esclareceu que “a fiscalização da operação das concessionárias é feita 24 horas por dia e, quando é verificada alguma irregularidade no cumprimento das partidas programadas, intervalo excessivo ou comportamentos de motoristas, aplica autuações”.

A SPTrans também informou que, em 2023, todas as solicitações feitas pelos usuários referentes aos buracos nos corredores foram atendidas.

“O contrato de concessão prevê treinamento de ingresso para os novos motoristas com carga horária de 40 horas. O treinamento de atualização para o ano de 2023 é de 24 horas, divididas em 3 módulos”, afirma em nota.

“Até 2024, a cidade deverá contar com 2.600 veículos elétricos, além de ampliar a frota com ar-condicionado, USB e com conexão de internet por wi-fi. Também estão sendo projetados novos corredores, terminais e implantadas faixas exclusivas que contribuem para a maior eficiência ao sistema, reduzindo os tempos de viagem. Além disso, está prevista a implantação do Aquático SP, o primeiro modo de transporte hidroviário por embarcações na cidade”.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Transporte público é eleito local onde paulistanas mais correm risco de sofrer assédio pelo quinto ano

por Redação 7 de março de 2023

Quatro em cada dez paulistanas têm medo de sofrer algum tipo de assédio em ônibus, trens e metrô. Pelo quinto ano consecutivo, o transporte público foi eleito o local mais temido pelas mulheres na capital.

Os dados são da pesquisa Viver em São Paulo: Mulheres, da Rede Nossa São Paulo, divulgada nesta terça-feira (7). Foram realizadas mais de 400 entrevistas — de forma online e domiciliar — com mulheres de 16 anos ou mais entre 8 e 30 de dezembro.

De acordo com o levantamento, em 2022, 52% das entrevistadas consideraram o transporte público o local mais provável para sofrer assédio. Apesar de o número ter caído para 39% neste ano, a categoria ainda lidera o ranking.

Na sequência, os ambientes considerados mais perigosos pelas paulistanas são: rua (23%), bares e casas noturnas (11%), pontos de ônibus (8%), transporte particular como táxi e Uber (3%), trabalho (3%), ambiente familiar (2%) e “não respondeu ou não sabe” (11%).

Além de o transporte coletivo ser considerado um local inseguro, 45% das entrevistadas relataram diversos episódios de assédio nele, como a importunação sexual. A porcentagem pode variar dependendo de faixa etária, renda familiar e escolaridade.

Cerca de 39%, por exemplo, das paulistanas de 16 a 24 anos e 60 anos ou mais sofreram assédio no metrô, trem ou ônibus, assim como 53% das entrevistadas dos 25 aos 34 anos e dos 35 aos 44 anos.

Transporte particular
Desde o início da série histórica, o assédio em táxis e carros de aplicativo, como Uber e 99, vem crescendo. No primeiro ano da pesquisa, em 2018, apenas 4% das paulistanas relataram ter sofrido assédio no transporte particular. Neste ano, o número saltou para 19%.

Analisando os dados por região, a zona leste da cidade registrou o maior índice de assédio em transporte particular (27%). Em contrapartida, a região oeste foi a menos citada entre as moradoras (6%).

Em novembro do ano passado, a Polícia Militar chegou a prender um motorista de Uber suspeito de roubar, sequestrar, ameaçar, abusar sexualmente e até estuprar passageiras no bairro de Ermelino Matarazzo, zona leste de São Paulo.

Outras formas de assédio
A pesquisa Viver em São Paulo: Mulheres ainda revela os seguintes números:

• 67% das paulistanas já sofreram algum tipo de assédio, o que corresponde a 3.829.094 mulheres;

• 53% já sofreram com gestos, olhares incômodos ou comentários invasivos;

• 32% foram assediadas dentro do ambiente de trabalho;

• 29% já foram agarradas, beijadas ou desrespeitadas em outra situação sem consentimento;

• 21% foram assediadas dentro do ambiente familiar.

Como denunciar o abuso?
Caso uma mulher seja vítima de abuso sexual no ônibus, ela pode ligar para o 156, canal de denúncia oferecido pela Prefeitura de São Paulo. Os dados serão repassados à SPTrans, que realizará o mapeamento dos casos para colaborar com as investigações policiais e verificar se os operadores adotaram os procedimentos corretos, de acordo com a gestão municipal.

Na CPTM, a passageira pode enviar as informações pelo SMS-Denúncia no número (11) 97150-4949, enquanto no Metrô há dois caminhos: o SMS-Denúncia, pelo (11) 97333-2252, e o aplicativo Metrô Conecta.

A vítima também deve relatar o ocorrido e o autor imediatamente a um funcionário para que sejam conduzidos à Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom), a um distrito policial da região ou a uma Delegacia da Mulher.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
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