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UCRÂNIA

Mundo

Quem é o traficante de armas dos EUA que faz fortuna na Ucrânia desafiando leis internacionais

por Redação 27 de setembro de 2023

Em uma tarde do mês passado, cerca de meia dúzia de indivíduos se reuniu em um dos hotéis mais luxuosos de Kiev, na Ucrânia, para tomar uns drinques e discutir um negócio lucrativo: fornecer armamentos às tropas ucranianas.

O grupo incluía militares ucranianos e funcionários do governo, sempre em busca de projéteis explosivos para atacar os soldados russos invasores. O anfitrião da reunião era um extravagante traficante de armas da Flórida chamado Marc Morales, que falava de seu novo iate de dez milhões de dólares, o “Trigger Happy”, e da busca por alguém para gerenciar o portfólio de nove dígitos de sua empresa.

Ali estava também um indivíduo corpulento e barbudo, atuando como intermediário entre compradores e vendedores: Vladimir Koyfman, sargento-chefe do exército ucraniano a quem Morales paga para organizar encontros com seus contatos no governo. Esse arranjo peculiar, segundo especialistas jurídicos, testa os limites de conformidade com as leis de corrupção dos EUA e da Ucrânia, que proíbem pagamentos a funcionários públicos.

A reunião, cujos detalhes foram relatados por duas pessoas presentes, forneceu um vislumbre de um aspecto discreto da estratégia de guerra do governo Biden. Este forneceu à Ucrânia mais de US$ 40 bilhões em ajuda militar, incluindo armas de alta tecnologia como foguetes Himars e mísseis Patriot.

Mas o Pentágono também depende de maneira significativa de traficantes de armas menos conhecidos, como Morales. Esses intermediários possuem as conexões necessárias para adquirir munição, muitas vezes de qualidade inferior ou de calibre soviético, de diversas fontes globais.

Eles operam em um comércio de armas notoriamente obscuro e restrito, um setor que se tornou ainda mais opaco quando a Ucrânia revogou anos de regulamentações anticorrupção. Consequentemente, traficantes de armas têm inundado o país, aproveitando os bilhões de dólares em assistência externa.

Morales se destaca como um dos principais fornecedores de armas para a Ucrânia. Sua empresa recebeu cerca de US$ 1 bilhão em contratos do Pentágono, com foco principal na compra de munição. Registros indicam que ele também construiu um negócio paralelo, com vendas diretas aos ucranianos avaliadas em aproximadamente US$ 200 milhões.

Além de contar com os serviços de Koyfman, Morales também contratou um experiente consultor do ministro da Defesa da Ucrânia, demitido recentemente em consequência de suspeitas de corrupção e má administração. E a empresa de Morales está sendo investigada pelas autoridades anticorrupção ucranianas por causa de irregularidades em um acordo comercial, segundo autoridades do governo.

Esses acordos com Morales evocam uma época passada na Ucrânia, quando negociantes de armas estabeleciam relações confortáveis com oficiais militares, contratos eram mantidos em sigilo e intermediários de armas frequentemente se viam no centro de investigações. Há mais de uma década, os Estados Unidos têm instado os líderes ucranianos a reformar esse sistema.

Escolha improvável
Morales, de 51 anos, parecia uma escolha improvável para ser um dos traficantes de armas contratados pelo Pentágono.

O Departamento de Justiça o indiciou em 2009 por conspiração e lavagem de dinheiro, depois de ter sido flagrado em uma gravação discutindo métodos de pagamento de suborno a autoridades estrangeiras.

No entanto, a guerra alterou as considerações tanto para os ucranianos quanto para os americanos. O governo Biden, que busca fornecer apoio militar à Ucrânia mas reluta em enviar tropas, vê a necessidade de indivíduos como Morales, que demonstrou, no Afeganistão e na Síria, a capacidade de manter um regime consistente de aquisição e entrega de armamentos.

Enquanto isso, as autoridades ucranianas, com a sobrevivência nacional em jogo, estão acolhendo traficantes de armas locais que, antes do conflito com a Rússia, haviam sido largamente excluídos.

No início da guerra, em fevereiro de 2022, o governo relaxou muitas regulamentações de transparência e compras públicas, permitindo a participação de intermediários privados na competição com compradores governamentais.

Agora, depois da demissão do ministro da Defesa, Oleksii Reznikov, as autoridades ucranianas estão questionando publicamente essa estratégia de aquisição de armas a qualquer custo.

Morales não concordou em dar entrevista. Bryan Van Brunt, o consultor jurídico geral da empresa de Morales, a Global Ordnance, declarou que a empresa está agindo em conformidade com a lei. Em um e-mail, ele escreveu: “Ao contrário do que se vê nos filmes, o sucesso a longo prazo depende de conhecer, respeitar plenamente e seguir as regras de todos os países envolvidos.”

Futuro promissor
A carreira de Morales no setor de armamentos quase chegou ao fim depois que sua acusação foi revelada em 2010. Segundo os promotores, um informante o gravou durante uma emboscada discutindo um suposto negócio de armas que envolvia subornos a um funcionário do Gabão, país da África Ocidental.

Ele deixou o setor e, durante cerca de dois anos, vendeu produtos como chaise longues para a empresa de móveis de ambientes externos de seu sogro. “Ele reservou um tempo para refletir sobre sua vida, seu relacionamento com a esposa e a família, e também com Deus”, disse Van Brunt.

Em 2012, o caso federal contra Morales foi arquivado por várias questões, incluindo a forma como o FBI lidou com seu informante. Um juiz repreendeu o Departamento de Justiça.

Um ano depois, Morales estabeleceu a Global Ordnance como uma empresa de consultoria em negócios de armas, aproveitando mais de uma década de experiência na área. Adquiriu uma empreiteira de defesa e começou a fornecer armas ao Pentágono, destinadas a ser usadas contra grupos terroristas como o Estado Islâmico.

Sua rede, que abrangia os Estados Unidos, a Europa Oriental e o Oriente Médio, mostrou-se confiável, levando o Pentágono a se tornar seu maior cliente. A Global Ordnance ganhou mais de US$ 78 milhões em contratos de defesa de 2016 a 2019, segundo registros públicos.

Semanas antes da invasão da Ucrânia pela Rússia, o Pentágono concedeu à Global Ordnance um contrato de cinco anos no valor de até US$ 750 milhões para auxiliar no fornecimento de armas aos aliados dos EUA. Essa medida acabou se tornando um meio para o apoio militar à Ucrânia, arrecadando centenas de milhões de dólares adicionais.

O Pentágono se recusou a comentar os contratos da Global Ordnance.

A grande oportunidade de Morales na Ucrânia surgiu no início da guerra. Ele tinha um estoque significativo de munições na Bulgária, originalmente adquirido pelo Pentágono para uso no Afeganistão. O Pentágono aprovou seu envio para a Ucrânia em janeiro de 2022, e coube à Global Ordnance a tarefa de transportá-lo até lá.

Esse envolvimento tornou Morales uma figura de valor inestimável nos primeiros estágios do conflito e estreitou seus laços com as autoridades ucranianas.

Morales vislumbra um futuro promissor na Ucrânia. Durante a reunião no bar da cobertura do mês passado, a conversa girou em torno dos “grandes contratos que estavam prestes a ser concedidos”, revelou Van Brunt. As autoridades questionaram se a empresa estava preparada para lidar com esses novos e significativos negócios. Morales lhes garantiu que sim.

Fonte: r7

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Brasil

Lula sugere a Zelensky encontrar ‘grupo de países amigos’ capaz de propor fim à guerra na Ucrânia

por Redação 21 de setembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na noite desta quarta-feira (20) que sugeriu ao presidente ucraniano, Volodmir Zelensky, “encontrar um grupo de países amigos” capaz de propor um fim à guerra entre a Rússia e a Ucrânia. O conflito começou em fevereiro do ano passado. A declaração foi dada nos Estados Unidos, pouco antes de embarcar de volta para Brasília, onde chega na manhã desta quinta (21).

“Eu acho que foi a reunião que devia acontecer e precisava acontecer. Eu ouvi a história do Zelensky. Eu disse ao Zelensky a necessidade de a gente trabalhar para construir a paz”, afirmou Lula.

Durante o encontro, que ocorreu no hotel Lotte Palace, onde o brasileiro se hospedou, Lula e Putin falaram sobre manter “diálogos abertos para a paz”. “Tivemos uma boa conversa sobre a importância dos caminhos para a construção da paz e de mantermos sempre o diálogo aberto entre nossos países”, afirmou o presidente brasileiro.

Zelensky classificou o encontro como “importante”. “Depois de uma discussão honesta e construtiva, instruímos as nossas equipes diplomáticas a trabalhar nos próximos passos de nossas relações bilaterais e nos esforços de paz. O representante brasileiro continuará participando das reuniões da Fórmula da Paz”, declarou.

De acordo com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, a reunião ocorreu “em um ambiente tranquilo e amigável”. Segundo Vieira, Lula ressaltou ao presidente ucraniano que condena a invasão russa da Ucrânia.

Na declaração que fez depois da reunião, na noite desta quarta (20), Lula disse também que “ninguém vai ter 100% numa guerra”.

Lula foi aos Estados Unidos para discursar na 78ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Durante a fala, o presidente criticou a desigualdade entre países e mecanismos internacionais, cobrou repasse de países ricos para nações em desenvolvimento e defendeu ampliação do Conselho de Segurança da ONU.

Além disso, o chefe do Executivo brasileiro disse que a guerra na Ucrânia “escancara a incapacidade coletiva” de fazer prevalecer os propósitos e princípios da Carta da ONU.

Com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, Lula lançou uma parceria inédita para a promoção do trabalho digno. A iniciativa busca estimular empregos de qualidade, proteger trabalhadores que atuam nas plataformas digitais e promover o conhecimento sobre direitos trabalhistas.

Fonte: r7

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Mundo

Ucrânia faz maior ataque com drones da guerra e destrói quatro aviões russos

por Redação 30 de agosto de 2023

Drones ucranianos atingiram alvos em pelo menos seis regiões da Rússia na última madrugada, incluindo um aeródromo onde destruíram quatro aviões de transporte militar, na maior ofensiva de Kiev com drones desde o início da guerra, em 24 de fevereiro de 2022.

Autoridades russas confirmaram que ataques ucranianos atingiram alvos nas regiões de Pskov, Bryansk, Kaluga, Orlov, Ryazan e Moscou.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que os ataques “não ficarão impunes” e não poderiam ter chegado tão longe ao território russo sem a ajuda ocidental.

Em Pskov, norte da Rússia, a mais de 600 km da Ucrânia, um enorme incêndio ocorreu em um campo de aviação militar. A agência de notícias Tass informou que pelo menos quatro aviões de transporte Il-76 gigantes foram danificados, dois dos quais “explodiram em chamas”.

Os ataques aconteceram no momento em que as autoridades de Kiev informaram que pelo menos duas pessoas foram mortas no que eles descreveram como os ataques aéreos russos mais pesados na capital ucraniana nos últimos meses.

Na Rússia, o governador de Pskov postou um vídeo no Telegram que mostra um grande incêndio com sons de sirenes e uma explosão. Outro vídeo publicado mostrou sistemas antiaéreos em ação em torno da cidade, que fica a apenas 32 km a leste da fronteira da Rússia com a Estônia, membro da Otan.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que a Rússia está analisando de onde os drones foram lançados para evitar novos ataques, e o presidente Vladimir Putin foi informado imediatamente, como seria o caso em quaisquer “ataques massivos”.

Kiev confirmou que os aviões russos foram destruídos em Pskov, sem dizer a natureza do incidente. Geralmente a Ucrânia evita comentar ataques em território dentro da Rússia, embora afirme que tem o direito de atingir alvos militares.

“Sim, quatro aviões de transporte IL-76 foram destruídos em Pskov, em um campo de aviação, eles não podem ser reparados. Além disso, vários outros deles estão danificados, mas a informação está sendo verificada”, disse à Reuters Andriy Yusov, um porta-voz da agência militar GUR da Ucrânia.

Os aliados ocidentais da Ucrânia geralmente proíbem Kiev de usar armas que eles fornecem para atacar a Rússia, mas dizem que Kiev tem o direito de realizar tais ataques com suas próprias armas.

Ofensiva russa
A Rússia informou que suas tropas destruíram quatro embarcações ucranianas que transportavam até 50 soldados no mar Negro.

Uma aeronave “destruiu quatro lanchas militares de alta velocidade com unidades de desembarque das forças de operações especiais ucranianas em número total de até 50 pessoas” no mar Vermelho por volta da meia-noite de terça, horário de Moscou (18h, horário de Brasília), informou o ministério russo da Defesa em um comunicado no Telegram.

Moscou tem bombardeado implacavelmente as cidades ucranianas com mísseis de longo alcance e ataques de drones durante a guerra. Milhares de civis ucranianos foram mortos.

A Ucrânia disse que suas defesas aéreas abateram 28 mísseis russos e 15 dos 16 drones disparados durante a noite. Explosões soaram em Kiev, onde as autoridades disseram que os destroços caíram em quatro áreas, matando pelo menos duas pessoas.

Os ataques à Rússia nas últimas semanas, incluindo os repetidos ataques de drones no centro de Moscou, levaram a guerra para casa para muitos russos pela primeira vez, mesmo que os ucranianos tenham passado o último ano e meio em constante perigo devido aos ataques aéreos.

Fonte: r7

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Segurança

Brasil produz e exporta bombas de fragmentação, proibidas em 120 países

por Redação 14 de julho de 2023

As bombas de fragmentação, ou cluster, modelo que passou a ser enviado pelos Estados Unidos à Ucrânia para uso na guerra contra a Rússia, são proibidas em 120 países, mas não no Brasil, onde são produzidas e exportadas para outras regiões de conflito. Não há informação de que as bombas brasileiras vão ser mandadas à Ucrânia (leia mais abaixo).

Esse tipo de armamento é considerado uma violação do direito internacional dos conflitos armados devido ao grande risco que apresenta para civis, sem diferenciá-los de alvos combatentes. Isso ocorre porque são dezenas ou centenas de submunições guardadas em contêiner e lançadas de forma que ficam à mercê dos ventos e condições de climáticas, atingindo uma ampla área.

Além disso, esses explosivos podem falhar durante o lançamento e acabar ficando armazenados no local, o que pode deixá-los expostos por décadas após o conflito, até que a área seja descontaminada.

Segundo Cristian Wittmann, professor de direito da Unipampa entrevistado pelo podcast “O Assunto” e integrante do conselho do Ican, organização premiada com o Nobel da Paz em 2017, uma convenção internacional de 2008 proibiu a fabricação e o uso desses armamentos nos países signatários do acordo.

Brasil não assinou acordo de proibição
O Brasil, no entanto, sempre se negou a avançar na discussão sobre a proibição e a assinar o acordo. Hoje, de acordo com Wittman, três empresas brasileiras produzem o explosivo, que já foi vendido para países como Irã, Iraque, Malásia, Arábia Saudita e Zimbábue.

“Desde o começo da negociação [do acordo internacional], o Brasil já tinha perspectiva de negar esse processo de discussão e o tratado em si. Isso se dá principalmente pelo fato de o Brasil ser produtor e exportador dessas armas”, explica Wittman.

Otan avalizou uso de clusters pela Ucrânia
A Otan, principal aliança intergovernamental militar do Ocidente, avalizou o uso das bombas de fragmentação pela Ucrânia. Marcelo Lins, apresentador e comentarista da GloboNews, afirmou em entrevista a “O Assunto” considerar “desconfortável” a posição da Otan diante do uso das “mais covardes armas”.

“Seria natural a busca por solução no diálogo”, afirma Lins. Ao invés disso, as autoridades da aliança do Ocidente investem em uma vitória militar e usam isso como desculpa “para alimentar a máquina de guerra com uma arma tão cruel”.

O jornalista também afirma que “nunca antes a Otan esteve tão unida e tão forte”, resultado da ação de Vladimir Putin de invadir a Ucrânia. Mas questiona também se a organização não deveria ter sido extinta junto com o Pacto de Varsóvia, ao fim da Guerra Fria.

Fonte: G1

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