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vacina

Saúde

Ministra da Saúde anuncia ampliação da vacina contra dengue a partir de 6 anos

por Redação 18 de abril de 2024

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciou pelas redes sociais nesta quinta-feira (18) a ampliação da vacinação contra a dengue na rede pública diante da possibilidade de vencimento dos imunizantes em determinados municípios. Agora, crianças e jovens de 6 a 16 anos podem receber a primeira dose. Até então, a campanha era destinada a crianças de 10 a 14 anos.

“Estamos ampliando, de forma temporária, a faixa etária para as vacinas da dengue que vencem no dia 30 de abril nos municípios que estejam com risco de perdê-las. Em um primeiro momento, orientamos que elas sejam estendidas às crianças e jovens de 6 a 16 anos”, escreveu Nísia.

A ministra deixou em aberto a possibilidade de ampliação da vacina para outras faixas etárias. “Em último caso, elas podem ser ampliadas para todas as pessoas para as quais a Anvisa aprovou a vacina: na faixa etária entre 4 e menos de 60 anos. A segunda dose estará garantida para todos que se vacinarem”, acrescentou.

A medida foi tomada pelo governo diante do risco de vencimento de imunizantes. No Distrito Federal 8 mil doses da vacina estão com a data de validade próxima do vencimento. “Nosso principal objetivo até o dia 30 de abril é garantir a aplicação de 8 mil doses de vacina que estão próximas ao vencimento”, afirmou a secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucilene Florêncio, ao R7.

Mortes e casos

Na última segunda-feira (15), o Brasil registrou 1.385 mortes confirmadas por dengue deste o começo do ano – terceiro fim de semana seguido com aumento no número de mortes. Outras quase 2 mil mortes estão em investigação. O país registrou 3.289.639 casos prováveis da doença em 2024. A secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, disse que os casos da doença podem chegar a 4,2 milhões no “pior dos cenários”.

São Paulo é a unidade da federação com mais mortes em 2024, com 276 confirmações. Em seguida aparecem Distrito Federal (237), Minas Gerais (231), Paraná (153) e Goiás (110). As cinco UFs acumulam 72% do total de registros. Segundo o painel de dengue do Ministério da Saúde, o DF é a unidade com maior taxa de incidência de casos prováveis, com 7.795 casos por 100 mil habitantes. Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo e Goiás aparecem em seguida, somando 56% do número absoluto de casos.

No início deste mês, a ministra Nísia anunciou que o Brasil tem 12 estados estáveis, 8 com tendência de queda e 7 com tendência de aumento no número de casos de dengue. “A dengue é uma doença que nunca se manifesta igual em todo o Brasil. Nós começamos com número de casos exponenciais em janeiro, sobretudo na região Centro-Oeste, e hoje temos oito estados com tendências claras de queda: Amazonas, Acre, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí e Roraima”, disse Nísia.

Segundo ela, há “12 estados com estabilidade no número de casos: não está crescendo, mas ainda não começou a queda acentuada. São eles: Amapá, Ceará, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Roraima, Rio Grande do Sul e Tocantins. E são 7 estados com tendência de aumento: Alagoas, Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.”

2024 x 2023
O Brasil teve 3,3 milhões de registros em 107 dias de 2024, mais que o dobro de casos prováveis de dengue do que todo o ano passado. Em 2023, foram 1.649.144 casos prováveis. Este ano, 1.457 mortes foram confirmadas por dengue e outras 1.929 estão em investigação, segundo o painel de monitoramento da dengue, atualizado na manhã desta quarta-feira (17) pelo Ministério da Saúde.

Fonte: r7

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Saúde

Campanha de vacinação contra gripe em SP começa nesta segunda-feira (25)

por Redação 22 de março de 2024

O Governo de São Paulo inicia nesta segunda-feira (25) a campanha de vacinação contra a gripe — doença provocada pelo vírus influenza. A ação acontece nos 645 municípios paulistas até o dia 5 de maio e visa ampliar a cobertura vacinal contra a gripe para 18,1 milhões de pessoas de grupos prioritários como crianças de até seis anos, gestantes, professores do ensino básico e idosos.

Com a chegada do outono, há maior prevalência das doenças respiratórias como rinite, sinusite, gripes e resfriados. A diretora do CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) da Secretaria de Estado da Saúde, Tatiana Lang D’Agostini, explica que a mudança de estação propicia o aumento de casos e a vacinação pode prevenir esse cenário.

“Esse período acentua as doenças respiratórias agudas, por isso, para evitar a proliferação do vírus, é fundamental adotar as medidas de prevenção e se imunizar”, afirmou a especialista, que também destaca a necessidade de ampliação da imunização.

“Em 2023, tivemos uma cobertura de 53% em todo estado. A meta para essa campanha, é que ela supere os números do ano anterior, fazendo com que o máximo de pessoas estejam imunizadas”, acrescentou.

O CVE recebeu do Ministério da Saúde mais de 1,7 milhões de doses da vacina contra o vírus influenza. A distribuição para os GVE (Grupos de Vigilância Epidemiológica) foi feita nos dias 19 e 20 de março.

Vacina 100 Dúvidas
O Governo de São Paulo criou o portal “Vacina 100 Dúvidas” com as perguntas mais frequentes sobre vacinação nos buscadores da internet. A plataforma esclarece questões como efeitos colaterais, eficácia das vacinas, doenças imunopreveníveis e quais os perigos ao não se imunizar. O acesso está disponível no link.

Confira a lista completa dos grupos prioritários de vacinação:

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade
  • Profissionais de saúde
  • Gestantes
  • Puérperas
  • Professores do ensino básico e superior
  • Povos indígenas
  • Quilombolas
  • Idosos com 60 anos ou mais de idade
  • Pessoas em situação de rua
  • Profissionais das forças de segurança e salvamento
  • Profissionais das Forças Armadas;
  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais
  • Pessoas com deficiência permanente
  • Caminhoneiros
  • Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbanos e de longo curso
  • Trabalhadores portuários
  • População privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e jovens que cumprem medidas socioeducativas

Fonte: r7

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Saúde

32,3 milhões de brasileiros não completaram o esquema primário de vacinação contra a Covid-19

por Redação 6 de fevereiro de 2024

Da população apta a tomar a vacina contra a Covid-19 no Brasil, 32,3 milhões de pessoas não completaram o esquema primário de imunização, composto por duas doses. Isso equivale a 16,06% do público-alvo, considerando que os imunizantes foram aprovados para qualquer pessoa acima de 6 meses de idade. O Brasil teve quase 710 mil mortes causadas pela doença e mais de 38 milhões de casos confirmados.

Roraima é o estado que menos completou o esquema vacinal, com 41,49% da população sem ter tomado duas doses, segundo dados do Ministério da Saúde atualizados até essa segunda-feira (5). Na sequência estão o Maranhão (34,15%) e o Pará (31,9%).

Em números absolutos, São Paulo é o estado com menos imunizados, com quase 3,9 milhões de pessoas sem as duas doses. Minas Gerais aparece em segundo (2,8 milhões).

O infectologista Werciley Junior explica que ter um número alto de pessoas que não completaram a imunização torna inviável fazer um controle uniforme da doença.

Bebês e crianças são os menos imunizados
De acordo com o levantamento, a faixa etária que menos completou o esquema de vacinação primário foi o de bebês de 6 meses a 2 anos, com 86,5% incompletos ou sem doses, o que equivale a 5,5 milhões. A faixa seguinte, de 3 a 4 anos, é a segunda menos vacinada, com 77,4% das crianças sem o esquema primário de imunização.

Com relação ao grupo de 5 a 11 anos, 44,3% não completaram as duas doses previstas, com 8,5 milhões de crianças. As pessoas com 75 anos ou mais são as que mais completaram o esquema vacinal.

Para o infectologista Alberto Chebabo, o risco de complicações de Covid-19 em crianças não vacinadas de até 5 anos é maior por não terem sido expostas à doença e terem uma queda mais rápida nos níves de anticorpos.

O mesmo vale para pessoas acima de 60 anos e, principalmente, acima de 75 anos. “Para essa população, é importante que a vacinação ocorra dentro do calendário recomendado pelo Ministério da Saúde”, reforça.

Fonte: r7

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Saúde

Médicos pedem cuidado com receitas de repelente caseiro contra a dengue; veja dicas

por Redação 5 de fevereiro de 2024

Com o aumento no número de casos e escassez de produtos, muitas pessoas buscam receita caseiras para se proteger contra o mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue. Porém, o médico infectologista Lucas Godoy, do Hospital Santa Helena da Rede D’Or São Luiz, alerta para a falta de comprovação da efetividade dessas preparações. “São necessárias concentrações específicas de certos princípios ativos e, além disso, da manutenção da estabilidade”, explica. Dados do Ministério da Saúde mostram que o Brasil registrou 262.247 casos prováveis da doença até esta segunda-feira (5), com 29 mortes confirmadas e outras 173 em investigação.

O infectologista ressalta que alguns óleos extraídos de plantas, como a citronela, eucalipto e a lavanda, as receitas que encontramos na internet são, em sua maioria, uma combinação entre os ingredientes naturais e o álcool. “Esses componentes podem causar dermatites e outras reações dermatológicas”, ressalta.

Para Godoy, o melhor caminho é procurar os produtos vendidos em farmácias, já que eles passam por um rigoroso processo de verificação junto aos órgãos competentes, sendo necessários estudos que comprovem sua efetividade.

Ele explica que, no Brasil, os principais princípios ativos desses repelentes são a Icaridina e o DEET. “A concentração ideal de icadirina é acima de 20% e do DEET entre 30–50% (em crianças recomenda-se concentrações menores) para as aplicações aconteçam em um intervalo de 10h de segurança”, explica. O médico ainda acrescenta que concentrações abaixo do padrão necessitam de “reaplicações mais frequentes. ”

Falta de repelente
O presidente do Conselho Regional de Farmácia do Distrito Federal, Humberto Lopes, explicou que a atual escassez de repelentes nos estabelecimentos farmacêuticos é resultado da sazonalidade do pico do mosquito da dengue. “Esse cenário tem ocasionado um consumo desproporcional, gerando temporariamente a falta de repelentes nas drogarias locais.”, concluiu.

Eliminar focos
O infectologista ressalta que a principal ação para o combate à dengue é a eliminação dos focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti. “A autonomia de voo do Aedes aegypti ultrapassa dificilmente os 100 metros, por isso, quando alguém contrai a doença o foco pode estar mais perto do que se imagina.”

Godoy explica que a população deve fazer uma vigilância ativa a possíveis locais com água parada. “Até mesmo tampinhas de garrafas podem servir de reservatório”, explica.
“Esse mosquito costuma ‘atacar’ no início da manhã e ao final do dia. Por isso atenção redobrada nesses períodos”, ressalta.

Situação do Brasil
O painel de monitoramento de arboviroses mostrou que, até sexta-feira (2), o Brasil registrou 262.247 casos prováveis da doença, com 29 mortes confirmadas e 174 em investigação. 54,47% dos pacientes são mulheres, e a faixa etária de 30 a 39 anos é que mais contraiu a doença.

O Distrito Federal tem a maior incidência da doença, seguido pelo Acre, Minhas Gerais. Segundo a ministra Nísia Trindade, os locais mais críticos vão ter prioridade na entrega de vacinas. O governo espera distribuir 6,5 milhões de doses e espera começar a imunização no território nacional.

Fonte: r7

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Saúde

Ministério da Saúde pretende entregar vacinas contra dengue na segunda semana de fevereiro

por Redação 30 de janeiro de 2024

O Ministério da Saúde quer começar a distribuir a vacina da dengue a partir da segunda semana de fevereiro para as 521 cidades com alto índice da doença. A informação foi dada nesta terça-feira (30) pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, em reunião de emergência com o Distrito Federal e sete cidades do Entorno. “Ainda não começamos a distribuição porque estamos atendendo uma regulação técnica da Anvisa. Assim que tivermos ela pronta, começamos a distribuição”, informou Nísia.

Parte da regulação, segundo a pasta, é ter as informações da vacina em português. A expectativa do Ministério é que as demandas sejam atendidas na próxima semana para que na seguinte se inicie a distribuição.

Neste ano serão distribuídas 6,5 milhões de doses, e para 2025 o Ministério comprou 9 milhões de doses. O público-alvo serão crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, faixa etária que apresenta o maior número de hospitalizações por dengue, depois dos idosos, segundo o Ministério da Saúde.

As cidades foram selecionadas segundo os municípios com mais de 100 mil habitantes; que possuem alta transmissão de dengue e com maior número de casos em 2023 e 2024; e predominância da dengue tipo 2 em dezembro do ano passado. A pasta não informou a quantidade de doses destinadas a cada município.

Entre os sintomas mais comuns da doença estão dores de cabeça e atrás dos olhos, febre e manchas pelo corpo. Nos casos mais graves, como a dengue hemorrágica, pode haver dor abdominal, vômito, sonolência, tontura e sangramentos. Segundo a especialista Carla Kobayashi, é importante buscar ajuda médica e tratar os sintomas desde o início, mantendo-se hidratado.

Como funciona
A Qdenga é baseada no vírus vivo e atenuado do sorotipo 2 da dengue. Segundo o fabricante, é ele que fornece a “espinha dorsal” genética para haver a proteção contra os demais sorotipos. O esquema vacinal inclui duas doses subcutâneas com intervalo de três meses entre elas. A proteção contra a doença deve ter duração de até cinco anos.

Eficácia
A aprovação da Qdenga pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) serviu como base para a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em março de 2023.

Ao órgão europeu, a Takeda apresentou dados de 19 estudos científicos que envolveram 28 mil crianças e adultos.

O ensaio clínico final demonstrou que o imunizante foi capaz de prevenir 80,2% dos casos sintomáticos de dengue 12 meses após a vacinação.

O estudo mostrou que a vacina evitou em 90,4% as hospitalizações em casos de dengue em um prazo de 18 meses após as injeções. Após 4,5 anos da vacinação, a eficácia para casos sintomáticos caiu para 61%, mas a prevenção de internações hospitalares se manteve alta, em 84%.

Como funciona
Na prática, o vírus existente na vacina não é capaz de causar doença nas pessoas que recebem a vacina. Ainda assim, existem contraindicações. Segundo o laboratório, os seguintes grupos não devem receber a Qdenga:

  • Pessoas com imunodeficiência congênita ou adquirida, incluindo terapias imunossupressoras, como quimioterapia ou altas doses de corticosteroides sistêmicos nas quatro semanas anteriores à vacinação;
  • Indivíduos com infecção sintomática pelo HIV ou com infecção assintomática pelo HIV quando acompanhados de evidência de comprometimento da função imunológica; e
  • Grávidas e lactantes.

Efeitos colaterais
Os estudos apontaram uma série de possíveis efeitos colaterais após a vacinação.Os mais comuns (afetaram mais de uma em dez pessoas) foram:

  • dor no local da injeção;
  • dor de cabeça;
  • dores musculares;
  • vermelhidão no local da injeção;
  • mal-estar;
  • fraqueza;
  • infecções no nariz ou garganta;
  • febre.

Os efeitos adversos considerados comuns (afetaram até uma em cada dez pessoas) foram:

  • inchaço no local da injeção;
  • dor ou inflamação no nariz, ou garganta;
  • coceira no local da injeção;
  • inflamação da garganta e amígdalas;
  • dor nas articulações;
  • sintomas gripais.

Outros sintomas mais incomuns, como diarreia, coceira e erupções na pele, também foram identificados nos estudos.

Fonte: r7

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Saúde

Nova subvariante da Covid-19 é encontrada em quatro pacientes de Mato Grosso; entenda os casos

por Redação 22 de janeiro de 2024

A Secretaria de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) identificou uma nova subvariante da Covid-19, a JN 2.5, em quatro pacientes da região. O sequenciamento foi feito pelo Laboratório Central da Secretaria de Estado de Saúde do estado e surgiu de outra mutação, a Ômicron. Três mulheres já receberam alta e a quarta paciente não resistiu. Ela já possuía um quadro de doença pulmonar. A reportagem entrou em contato com o Ministério da Saúde e aguada respostas.

Segundo a equipe, o óbito é investigado porque, segundo informações divulgadas pela SES-MT não é possível afirmar que a causa da morte foi a Covid-19. Além do Brasil, a subvariante também já foi identificada no Canadá, França, Polônia, Espanha, Estados Unidos, Suécia e Reino Unido.

No comunicado divulgado, a superintendente de Vigilância em Saúde, Alessandra Moraes, reafirmou a importância da vacinação e dos cuidados básicos, como lavar as mãos. “Não é necessário criar pânico, mas é preciso sempre estarmos em alerta aos sintomas gripais”, completa.

Fonte: r7

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Saúde

Estado de São Paulo registra alta de 144% no número de casos de hepatite A em 2023

por Redação 4 de outubro de 2023

O estado de São Paulo detectou um aumento de 144% dos casos de hepatite A entre janeiro e agosto em comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foram notificadas 427 infecções, ante 227 nos primeiros oito meses de 2022.

Também houve duas mortes relacionadas à doença. No ano passado, foi registrado um óbito.

O cenário estadual se reflete, principalmente, na capital, onde 225 pessoas haviam sido diagnosticadas com a doença até 28 de setembro, segundo um alerta epidemiológico do Cievs (Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde), emitido na semana passada.

Essa alta no número de casos no município foi observada desde abril, atingindo o pico em julho, estabilidade em agosto, seguida de queda em setembro.

A hepatite A é uma infecção viral que provoca inflamação no fígado. A maioria dos quadros se resolve espontaneamente, sem sequelas, mas uma minoria dos pacientes pode ter complicações severas, incluindo a necessidade de um transplante e até morte.

Apesar do aumento significativo do número de notificações, o médico Victor Passarelli, infectologista pela EPM/Unifesp (Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo), destaca que o cenário não pode ser classificado como um surto neste momento.

“Ainda não se consegue definir como um surto, porque ainda não se viu uma correlação entre todos os casos ao mesmo tempo. É um fenômeno que tem que ser observado, analisado e investigado adequadamente, como está sendo. Mas vemos ainda como um aumento no número de casos.”

O estado não divulgou informações sobre o perfil dos infectados. Na cidade de São Paulo, entretanto, os pacientes são em sua maioria homens (73,3%), com idade entre 18 e 39 anos (71,6%).

Em 73,8% dos casos, a fonte de transmissão não foi identificada, fator que dificulta a compreensão do que está causando essa elevação do número de infecções.

As principais formas de contrair hepatite A são por meio da ingestão de água ou alimentos contaminados com fezes de uma pessoa infectada ou por relações sexuais.

A infecção pela via sexual aparece em apenas 6,2% dos registros, e a contaminação por meio de água ou alimentos, em 15,5%.

A infectologista Umbeliana Barbosa, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital, lembra do surto de hepatite A entre 2017 e 2018, quando houve 684 e 483 casos por ano, respectivamente.

Naquela ocasião, identificou-se uma predominância da transmissão sexual (26,6%), afetando principalmente o grupo HSH (homens que fazem sexo com homens), algo que até este momento não foi constatado pelas autoridades sanitárias paulistas.

Umbeliana avalia que, possivelmente, haja um percentual maior de pacientes infectados após relações sexuais.

“Na cidade de São Paulo, no estado, onde o saneamento básico é considerado de alta qualidade, a água que abastece nossos domicílios é considerada de alta qualidade. Na minha opinião, esse percentual de transmissão sexual provavelmente é mais representativo, está sendo subestimado.”

Passarelli frisa que “qualquer pessoa que tiver exposição relevante ao vírus pode desenvolver a infecção” caso não tenha sido vacinada nem adquirido a doença previamente.

É nesse contexto que se tornam fundamentais medidas preventivas, especialmente em relação à higienização das mãos e dos alimentos que consumimos.

“Uma pessoa com hepatite A que não fez uma higiene adequada das mãos pode contaminar um alimento. Se ela trabalha em um restaurante, por exemplo, esse alimento pode contaminar muitas pessoas”, alerta Umbeliana.

Ela cita também a importância da higienização anal após a evacuação e do uso de preservativo em relações sexuais e o risco da prática de sexo oral anal.

“O vírus é eliminado em altas concentrações nas fezes de indivíduos contaminados, antes mesmo de os sintomas começarem. Contamina água, mãos e objetos.”

Vacinação é a prevenção mais eficaz
Os especialistas enfatizam a importância da imunização como forma de proteção individual e coletiva.

“A vacina de hepatite A inativada provou estar entre as mais imunogênicas, seguras e bem toleradas. Aproximadamente 100% das pessoas desenvolvem níveis protetores de anticorpos contra o vírus no prazo de um mês após uma única dose da vacina”, afirma o Cievs.

Porém, durante a pandemia de Covid-19, muita gente que procurou a vacina não a encontrou.

“De 2020 a 2022, houve um desabastecimento de vacina de hepatite A, inclusive nas clínicas privadas. Isso também contribuiu para que esse processo de prevenção pela vacina sofresse uma defasagem. Precisamos aproveitar esse momento — os dados epidemiológicos mostram isso”, diz a médica do Emílio Ribas.

Passarelli ressalta que, “em momentos como esse, realmente temos que estimular a vacinação na população em geral, principalmente de pessoas que nunca tiveram contato com o vírus, que são suscetíveis à infecção”.

A vacina contra a hepatite A faz parte do calendário de imunização do SUS para crianças de 1 a 5 anos desde 2014, com apenas uma dose.

Adultos são imunizados com duas doses em um intervalo de seis meses.

Na rede pública, os seguintes grupos também são elegíveis:

  • portadores de hepatopatias crônicas de qualquer etiologia, inclusive portadores do HCV (vírus da hepatite C) e portadores crônicos do HBV (vírus da hepatite B);
  • indivíduos com coagulopatias;
  • pacientes com HIV/Aids;
  • com imunodepressão terapêutica ou por doença imunodepressora;
  • com doenças de depósito;
  • portadores de fibrose cística (mucoviscidose);
  • portadores de trissomias;
  • candidatos a transplante de órgão sólido (cadastrados em programas de transplantes);
  • transplantados de órgão sólido ou de células-tronco hematopoiéticas (medula óssea);
  • doadores de órgão sólido ou de células-tronco hematopoiéticas (medula óssea);
  • cadastrados em programas de transplantes; e
  • indivíduos com hemoglobinopatias.

A imunização dos adultos elegíveis no SUS em todo o estado de São Paulo deve ser feita nos Cries (Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais).

Pessoas que estejam fora desses grupos mas desejam se imunizar contra a hepatite A podem buscar a rede privada.

“O que a gente tem indicado, para quem tem a possibilidade, é tomar a vacina em clínicas particulares, se a pessoa puder arcar com os custos, independente se tiver ou não alguma comorbidade”, afirma Victor Passarelli.

O preço por dose varia entre R$ 150 e R$ 300 na cidade de São Paulo, conforme uma busca feita pela reportagem em farmácias e laboratórios.

Fonte: r7

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Saúde

Guarulhos prorroga a vacinação contra a gripe até 31 de julho

por Redação 4 de julho de 2023

A Secretaria da Saúde de Guarulhos prorrogou a campanha de vacinação contra a influenza (gripe) para a população acima de seis meses por mais 30 dias, com data prevista para encerramento em 31 de julho por conta da baixa cobertura vacinal, que segue em torno de 39,72% para os grupos prioritários, quando a meta esperada era atingir 90%. Desde o último dia 15 de março Guarulhos ampliou a vacinação para todas as pessoas com mais de seis meses.

A gripe geralmente causa apenas febre, espirros, nariz congestionado, cansaço e dores no corpo, mas casos mais graves podem afetar as crianças menores de seis anos de idade, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades, podendo levar à morte. A vacinação é eficaz em evitar a evolução da doença para os quadros mais graves.

Imunização segura

A vacina, desenvolvida pelo Instituto Butantan, é segura e eficaz. Como o vírus tem alta capacidade de mutação e muda suas características ao longo do tempo, é preciso se imunizar todos os anos. A cepa do vírus H1N1 usada em 2023, por exemplo, é diferente da que foi usada para produzir os imunizantes no ano passado.

Produzida com vírus inativados das três principais cepas em circulação no hemisfério sul, a vacina faz com que o organismo produza anticorpos contra a infecção e estimule a memória das células para que elas aprendam a lidar com o vírus. Para as gestantes, a vacina não apresenta qualquer risco diferente do que para o resto da população, e, além dos benefícios para a mulher, estudos apontam que a proteção contra o vírus influenza foi superior a 60% nos primeiros seis meses de vida dos bebês de mães vacinadas. O imunizante pode ser aplicado em qualquer momento da gestação e para mulheres em puerpério, que é o período de 45 dias após o parto.

Além dos chamados grupos prioritários, que incluem idosos com mais de 60 anos de idade, crianças entre seis meses e menores de seis anos, povos indígenas, profissionais da saúde, professores, pessoas com comorbidades, integrantes das forças de segurança e salvamento, integrantes das Forças Armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e a população privada de liberdade, o Ministério da Saúde ampliou a vacinação para todas as pessoas com mais de seis meses de idade. Uma vez imunizado, o indivíduo tem menos chance de contrair e transmitir a gripe, diminuindo o risco de contaminação até daquelas pessoas que não foram vacinadas.

Foto: Divulgação/PMG

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SaúdeGuarulhos

Guarulhos amplia a vacinação contra a meningite C para pessoas de 20 a 59 anos

por Redação 16 de junho de 2023

A partir de segunda-feira (19) a Prefeitura de Guarulhos amplia a faixa etária de vacinação contra a meningite C para pessoas de 20 a 59 anos. O imunizante estará disponível no Ambulatório da Criança e em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município até que o estoque para a campanha seja finalizado. Vale lembrar que a UBS Cavadas está em reforma e, portanto, não participa da campanha.

Desde o dia 26 de maio a vacina contra a meningite C também está liberada para adolescentes de 15 a 19 anos, bem como para professores e agentes de organização de ensino que têm contato direto com alunos em sala de aula. Neste caso, a imunização também segue até o término dos estoques destinados ao público.

A vacina contra a meningite C faz parte do Calendário Nacional de Vacinação, sendo indicadas duas doses, aos três e aos cinco meses de idade, e um reforço preferencialmente aos 12 meses. A Prefeitura de Guarulhos alerta que as temperaturas mais baixas e o ar seco favorecem a circulação de vírus respiratórios, portanto os munícipes devem, além de se vacinar, aderir aos demais métodos de prevenção, que podem ser verificados em bit.ly/OutonoGRU.  

Sobre a infecção

A doença meningocócica é uma infecção bacteriana aguda que pode causar meningite (infecção do cérebro e da medula espinhal) e septicemia (infecção da corrente sanguínea). Essa enfermidade, embora possa acontecer em qualquer idade, é mais frequente em crianças com menos de cinco anos. Dessa maneira, a Secretaria da Saúde reforça a importância da imunização para evitar a ocorrência de surtos, hospitalizações, sequelas, tratamentos de reabilitação e óbitos.

Serviço

Os endereços das UBS de Guarulhos podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs. Já o Ambulatório da Criança fica na rua Osvaldo Cruz, 151, Centro.

Foto: Divulgação/PMG

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GuarulhosSaúde

Guarulhos alerta para a baixa cobertura da vacinação contra a gripe

por Redação 15 de junho de 2023

Em razão da baixa cobertura vacinal contra o vírus da gripe em Guarulhos, a Prefeitura reforça a importância da imunização como estratégia para evitar a proliferação e os casos graves da doença no município. Dados do último boletim epidemiológico, de 7 de junho, revelam que apenas 36,74% do público-alvo recebeu a dose da vacina até o momento, número considerado baixo pelos especialistas, haja vista que a meta é imunizar 90% da população.

A Secretaria da Saúde destaca que a vacinação contra o vírus influenza, causador da gripe, é uma medida preventiva de extrema importância, especialmente para os grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Além de reduzir o risco de complicações graves da doença, a imunização também contribui para minimizar a sobrecarga do sistema de saúde.

Desde o dia 15 de maio o imunobiológico contra o vírus causador da gripe está liberado para toda a população com mais de seis meses de idade em Guarulhos. As doses da vacina estão disponíveis em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município, com exceção da Cavadas, que passa por reformas.

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Valeska Aubin Zanetti Mion, destaca a segurança e a eficácia das vacinas. Segundo ela, “todos os imunizantes ofertados são testados e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de serem distribuídos para a população e, portanto, são seguros”. Valeska ressalta ainda a importância de confiar nas informações científicas e no respaldo das autoridades sanitárias na hora de decidir pela vacinação.

Para aumentar a cobertura vacinal no município a Prefeitura de Guarulhos tem realizado busca ativa de pessoas não imunizadas, além de intensificar a divulgação da campanha. A participação da população no combate à desinformação também é essencial para alcançar a maior quantidade possível de pessoas.

O vírus

A gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório com grande potencial de transmissão e responsável por elevadas taxas de hospitalização em todo o Brasil. Dentre as variantes, as influenzas A e B são as principais causadoras de epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável por grandes pandemias. Dentre seus subtipos, atualmente o H1N1 e o H3N2 são os que circulam de maneira sazonal e infectam humanos.

A Secretaria da Saúde alerta para os principais sintomas da gripe, que são febre, tosse, dor na garganta, no corpo e na cabeça. Em caso de suspeita o munícipe deve se dirigir a um dos serviços de pronto atendimento de Guarulhos, cujos endereços podem ser consultados em https://www.guarulhos.sp.gov.br/servicos-de-pronto-atendimento-e-upas.

Serviço

Os endereços das UBS de Guarulhos podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

Fotos: Divulgação/PMG

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  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

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