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Tag:

VIOLÊNCIA

São PauloSegurança

Usuários de drogas da Cracolândia ateiam fogo em lixos após confronto com a polícia

por Redação 3 de abril de 2023

Após confusão com a Polícia Militar, usuários de drogas atearam fogo em sacos de lixo e caixotes de madeira na noite deste domingo (2), na região da Cracolândia, localizada no centro de São Paulo. O caso aconteceu por volta das 18h30.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), uma equipe do 7º Batalhão de Ações Especiais da Polícia (BAEP) estava realizando um patrulhamento de rotina na área quando foi hostilizada.

No momento da confusão, os dependentes criaram uma fogueira usando sacos de lixo e outros objetos. Vídeos encaminhados à reportagem mostram as chamas interditando a via.

O Corpo de Bombeiros informou que moradores acionaram a corporação, e uma equipe foi ao local para conter o fogo.

Ainda segundo a SSP, ninguém foi detido e também não houve feridos.

Fonte: r7

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EducaçãoSão Paulo

Em ato contra a violência, professores criticam condições de trabalho

por Redação 30 de março de 2023

A professora Elisabeth Tenreiro, 71 anos, que morreu após um aluno de 13 anos ter promovido um ataque a uma escola na Vila Sônia, foi homenageada na tarde desta quarta-feira (29) na praça da República, no centro da capital paulista. O ato ocorreu em frente à sede da Secretaria Estadual da Educação e foi convocado pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

Com músicas e palavras de protesto e segurando rosas e balões brancos, os professores da rede estadual de ensino aproveitaram a homenagem à professora Elisabeth e demais vítimas de violência nas escolas para cobrar a Secretaria estadual da Educação de São Paulo melhores condições de trabalho e mais segurança nas salas de aula. Estampando no peito a mensagem “Livros Sim, Armas Não”, os professores presentes ao ato destacaram que a proposta de aumentar o policiamento nas escolas não vai resolver o problema de violência crescente que eles vêm enfrentando nas salas de aula.

Presente ao ato, a professora Letícia da Silva Martinez, de 31 anos, que dá aula de biologia em uma escola de Osasco (SP), disse que o ocorrido nesta semana na escola da Vila Sônia foi “uma tragédia anunciada”. Segundo ela, episódios de violência são comuns nas escolas de São Paulo. “Já presenciei aluno batendo em professor, professor sendo impedido de reclamar sobre a agressão. E também somos agredidos verbalmente e não podemos fazer nada”, disse. “A violência na escola está associada a vários problemas sociais: uma família que não é estruturada, uma criança que não foi assistida, uma comunicação totalmente violenta que a criança teve durante toda a vida dela. Vai estourar em algum ponto. E onde ela estoura? Na escola.”

Isso se agrava, segundo ela, porque faltam estrutura e profissionais no ambiente escolar. “Esse é um cenário geral da educação: não tem inspetor, não tem equipes, os alunos e professores não têm respaldo. O que aconteceu com a professora [Elisabeth] foi o reflexo de um cenário que está todos os dias na realidade escolar.”

Para Letícia, a proposta feita pelo governo de São Paulo de ampliar o número de policiais nas escolas até pode ajudar, mas não resolve o problema. “Ele [policial] pode auxiliar em algumas questões, como em uma situação de emergência. Mas o policial na escola não resolve o problema porque a raiz é outra”, disse.

Segundo ela, a solução para esse problema precisa passar por mais investimento na área. “Temos que ter também um cuidado com essas famílias e com esses alunos. Também é preciso ter um psicólogo e um assistente social na escola, além de toda uma equipe qualificada [multidisciplinar]”. Ela reclamou que, atualmente, esses papéis têm sido acumulados pelos professores.

A também professora Cláudia Martinho, 62 anos, concorda. Para ela, que leciona há 37 anos e atualmente trabalha em uma escola em Interlagos, na zona sul da capital paulista, a violência é provocada principalmente pelo descaso do governo. “Na grande maioria das escolas, faltam funcionários. Em escolas com mais de 2.000 alunos, há apenas dois funcionários para limpar a escola. Não tem funcionário para abrir a escola ou para ficar no pátio. Tem muita gente que fala para se colocar policiais [nas escolas]. Mas não é a polícia que vai dar educação. É preciso dar estrutura para as escolas para garantir um mínimo de coisas”, disse ela. “Temos que fazer da escola um ambiente atrativo, um ambiente respeitável. Não é polícia contra ladrão”, acrescentou.

Para Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, presidente da Apeoesp e deputada estadual de São Paulo, os professores hoje em dia têm medo da violência diária. “Estamos inseguros. A escola é insegura. Não estou falando do prédio, mas do ambiente escolar em si. Não queremos policiamento, mas queremos a presença de psicólogos e equipes multidisciplinares”, disse ela. “Precisamos de várias frentes na busca por respostas para a gente entender por que a violência, ano a ano, tem piorado. O que leva a isso? Sem medo de errar, tenho dito que o Estado tem sido omisso”, disse ela à Agência Brasil.

Para o também deputado estadual Eduardo Suplicy, outro ponto que precisa voltar a ser discutido na sociedade diz respeito à política de desarmamento. “No meu entender, isso que aconteceu [o ataque à escola] tem muito a ver com essa proclamação de que seria bom distribuir mais armas ao povo brasileiro”, disse ele. “Isso foi uma verdadeira tragédia. Precisamos aprender lições para evitar que novas tragédias como essa venham a acontecer”, falou ele, em entrevista à Agência Brasil.

“Temos que pensar a respeito e acredito mais em medidas educadoras e construtivas do que em medidas de policiais”, acrescentou ele.

Outro lado
Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria Estadual da Educação de São Paulo informou que tem um programa de mediação de conflitos ativo e atuante, chamado Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva SP). Segundo a secretaria, o programa “foi criado com a proposta de que toda escola seja um ambiente de aprendizagem solidário, colaborativo, acolhedor e seguro, na busca da melhoria da aprendizagem” e que ele visa “identificar vulnerabilidades de cada unidade escolar para implementar ações proativas de segurança”.

A secretaria informou ainda que vai intensificar o programa e aumentar para 5.000 a quantidade de profissionais dedicados à aplicação das políticas de prevenção à violência nas unidades, o que significaria que cada escola da rede estadual de ensino teria um desses profissionais para prevenir a violência.

“Os novos educadores do programa receberão treinamento para identificar vulnerabilidades de cada unidade, além de colocar em prática nas escolas as ações do Conviva”, disse a secretaria, em nota. Nesta semana, o secretário de Educação, Renato Feder, já havia dito que ampliaria de 500 para 5.000 o número de profissionais dedicados ao Conviva.

A pasta informou também que está em andamento a contratação de 150 mil horas de atendimento profissional no programa Psicólogos na Educação, que oferece suporte psicológico para orientar as equipes escolares e estudantes. O serviço, que já era oferecido na rede estadual, passará a ser presencial, disse a secretaria.

A secretaria disse ainda que vai atualizar e tornar mais ágil a plataforma do Conviva, chamada Placon, que é utilizada para registrar ocorrências de violência nas escolas.

Fonte: r7

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BrasilFeminicidio

Jovem viaja do Pará ao RS para conhecer namorado da internet e acaba morta e carbonizada

por Redação 28 de março de 2023

O corpo de Laila Vitória Rocha, de 21 anos, foi encontrado carbonizado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, no último sábado (25). Segundo a delegada do caso, Cristiane Pires Ramos, a jovem morava em Parauapebas, no sudeste do Pará, e estava fazia um mês na capital gaúcha, onde vivia com o namorado, André Avila Fonseca, mais conhecido nas redes como Victor Samedi.

Cristiane contou que, no sábado, vizinhos ouviram disparos de arma de fogo após uma discussão entre um casal. Durante a briga, a mulher gritava por socorro.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram Laila já morta. Além dos tiros, o assassino ateou fogo na vítima.

Imagens de dentro da residência mostram esculturas, quadros e uma espada pendurada na parede, que chamaram a atenção da polícia durante a investigação.

O R7 entrou em contato com o advogado de André Avila, Jean Maicon Kruse, mas ele negou participação de seu cliente no homicídio. “A defesa do Sr. André informa que o defendido não praticou os atos a ele imputados na forma que vem sendo estampado em alguns veículos de imprensa local. É necessário esclarecer que com extrema brevidade e no transcurso das investigações a defesa demonstrará a verdade real dos fatos. Sua defesa nega com veemência que os fatos apurados nas investigações possuam motivações religiosas. A defesa do assistido já manteve contato com a autoridade policial gaúcha para mediar a apresentação espontânea de seu cliente, o qual se colocará imediatamente à disposição para colaborar e contribuir com a elucidação dos fatos e busca da verdade”, disse o defensor em nota.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

Mesmo com reforço na segurança, Rio Grande do Norte tem explosão e incêndios em 9º dia de ataques

por Redação 22 de março de 2023

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Polícia Militar (PM), da Secretaria Estadual da Administração Penitenciária (Seap) e da Força Nacional estão realizando uma operação conjunta, apelidada de Sentinela, na manhã desta quarta-feira (22), em 10 cidades do estado. A intenção é combater a onda de ataques que acontecem há nove dias no Rio Grande do Norte.

As autoridades estão cumprindo mandados de prisão, busca e apreensão em Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Canguaretama, Bom Jesus, Santo Antônio, Caiçara do Norte, Acari e Macau.

Apesar disso, os ataques ainda não cessaram. Segundo os agentes de segurança, os atentados são comandados por uma facção criminosa.

Na madrugada desta quarta-feira (22), uma garagem de ônibus foi incendiada em Natal. Os veículos queimados faziam o transporte de trabalhadores rurais. Na noite anterior, dois carros e um micro-ônibus também foram atacados.

Ainda houve um alerta de bomba nas proximidades da Ponte de Igapó, que dá acesso à zona norte de Natal. O barulho da explosão assustou os moradores e o trecho precisou ser interditado pela polícia.

Em Parnamirim, seis homens armados mandaram os passageiros de outro micro-ônibus descerem e incendiaram o veículo. O fogo atingiu a rede elétrica e a região ficou sem luz.

Fonte: r7

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FeminicidioGuarulhos

ONU aponta que mais de cinco mulheres foram mortas a cada hora por um familiar em 2021

por Redação 25 de novembro de 2022

A ONU celebra nesta sexta-feira (25) o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres em um esforço para alertar o mundo sobre e violência de gênero, uma das violações de direitos humanos mais difundidas em todo o mundo.

Um novo relatório do UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), publicado na última quarta-feira (23), revela que, das 81,1 mil mulheres mortas em 2021, cerca de 56% foram assassinadas por parceiros ou outros membros da família. Ou seja, mais de cinco mortes a cada hora.

cinco mulheres foram mortas

O dado alarmante mostra que o lar, que deveria ser um ambiente de acolhimento, não é um lugar seguro para muitas mulheres e meninas.

Em meio à urgência da situação, ainda é preciso lidar com a subnotificação de dados. Segundo o relatório, cerca de quatro em cada dez dos assassinatos não têm informações suficientes para que possam ser contabilizados como feminicídios.

Casos recentes de violência contra as mulheres ganharam repercusão mundial. A morte da jovem curda Mahsa Amini, de 22 anos, no Irã, após ser presa pela polícia da moral por usar o véu de forma “inapropriada” gerou uma onda de protestos no país que reivindica a proteção do direito das mulheres.

Em outras partes do mundo as mulheres sofrem com a violência e também com restrições e proibições. No Afeganistão, após a volta do Talibã ao poder em agosto do ano passado, mulheres e meninas desafiam o regime extremista em manifestações pelas ruas do país. O grupo estabeleceu uma série de limitações às afegãs, entre elas, o fechamento de escolas de ensino médio, a obrigatoriedade do uso do véu no espaço público e a circulação limitada pelo país.

Em 2021, a taxa de assassinatos de mulheres em ambientes privados foi estimada em 2,5 por 100 mil na África, em comparação com 1,4 nas Américas, 1,2 na Oceania, 0,8 na Ásia e 0,6 na Europa.

Muitas vezes a violência não é denunciada devido à falta de acolhimento e impunidade, além do medo que cerca as mulheres.

As violações podem ocorrer de várias formas, entre elas, abuso psicológico, violência sexual, perseguição, tráfico humano, mutilação genital e casamento forçado.

Segundo a ONU, na última década, o número geral de homicídios femininos continuou quase inalterado, o que mostra a urgência para que medidas sejam tomadas para combater a violência de gênero.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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