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quarta-feira, junho 17, 2026
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Categoria:

Brasil

BrasilSegurança

Ciclone no RS: temporais causam alagamentos, bloqueio de estradas, cancelamento de voos e falta de luz

por Redação 16 de junho de 2023

Um ciclone extratropical que chegou nesta quinta-feira (15) à costa da Região Sul do Brasil provocou temporal e ventania no Rio Grande do Sul durante a madrugada desta sexta (16). Diversas cidades do estado registraram alagamentos, estradas bloqueadas, voos cancelados e falta de luz. Defesa Civil e Corpo de Bombeiros não registraram feridos ou mortos. O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), orientou os moradores da cidade a não saírem de casa.

Até a última atualização desta reportagem, não havia registro de feridos ou mortos. No entanto, um homem desapareceu em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, após o carro em que estava ter sido arrastado pela correnteza de um riacho na madrugada.

Em Santa Catarina, o ciclone causou deslizamentos na noite desta quinta em Praia Grande, região Sul do estado, e Joinville e São Francisco do Sul, na região Norte.

De acordo com a Climatempo, um ciclone extratropical ocorre em uma área de baixa pressão atmosférica e se forma a partir da grande variação de temperatura, situação vivida pelos gaúchos nos últimos dias (veja mais abaixo vídeo que explica como ciclone ocorre).

Em Tramandaí, no Litoral gaúcho, foram registradas rajadas de vento de 100 km/h. Já em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, o acumulado de chuva chega a 200 milímetros nas últimas 24 horas. A Defesa Civil do RS emitiu alerta para as regiões da Serra, Litoral Norte e Metropolitana de Porto Alegre. Os rios Caí, Paranhana e Sinos têm possibilidade de cheias.

De acordo com a Rio Grande Energia (RGE) e a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), concessionárias responsáveis pelo fornecimento de energia no RS, há pelo menos 460 mil pontos sem luz no estado.

Pelo menos 14 cidades do estado enfrentavam problemas por causa das chuvas na manhã desta sexta. São elas: Porto Alegre, Santo Antônio da Patrulha, Novo Hamburgo, Caraá, Três Forquilhas, Três Cachoeiras, Morrinhos do Sul, Capão do Canoa, Torres, São Leopoldo, Tramandaí, Maquiné, Caxias do Sul e Sapiranga.

O governador Eduardo Leite (PSDB) afirmou que equipes da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e da Brigada Militar estão mobilizadas para dar assistência às comunidades mais afetadas.

Em Porto Alegre, são cerca de 20 pontos de ruas e avenidas com o trânsito prejudicado devido a alagamentos e quedas de árvores. Nas redes sociais, moradores da capital gaúcha relataram ventos fortes e quedas de energia. Confira algumas publicações abaixo.

Na Região Norte da capital, carros ficaram ilhados ao tentar passar por um trecho da Rua Voluntários da Pátria. O mesmo aconteceu na Avenida Getúlio Vargas, na Região Central, que ficou embaixo d’água.

A Rua Joaquim Nabuco, também no Centro, ficou com o tráfego de veículos interrompido por conta de uma árvore que caiu. A prefeitura trabalhava nesta manhã para retirá-la do local e viabilizar o trânsito. A mesma situação atingiu um trecho entre as ruas da República, Lima e Silva e João Pessoa: uma árvore tombada prejudicou o fluxo de automóveis.

Na Avenida Bento Gonçalves, no bairro Humaitá, uma árvore caiu em cima de um carro, interditando o sentido Porto Alegre-Viamão da via. Ninguém se feriu.

A chuva danificou parte do prédio onde fica a faculdade de direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no Centro. O salão nobre foi inundado, bem como a área onde fica a biblioteca. Funcionários e alunos usaram lonas e baldes para amenizar o problema.

Fonte: G1

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SegurançaBrasil

”Estou morrendo de medo”, desabafa padrasto do menino Thiago

por Redação 16 de junho de 2023

O Cidade Alerta entrevistou com exclusividade o padrasto de Thiago, de 2 anos, que está desaparecido há seis dias em Londrina (PR).

No último sábado (10), David e Letícia foram até o parque Daisaku Ikeda, desativado desde 2016, para um passeio em família. O casal afirma que colocou a criança no carro antes de sair do local, mas perceberam que ela não estava mais no veículo no caminho de casa.

O homem disse que está enfrentando uma série de cobranças e acusações por conta da repercussão do caso. ”Acabou com a minha vida e com a vida dela [Letícia]”. David e Letícia se relacionam casualmente há dois anos e não chegaram a oficializar um namoro.

David ainda esclareceu que o passeio não foi combinado com antecedência e, apesar das especulações, o homem não tinha a intenção de ter um momento íntimo com Letícia, ou então não levaria Thiago também. ”Foi uma fatalidade o que aconteceu, não foi uma coisa planejada. Eu sou muito do momento: ‘Vamos sair? Vamos!”’.

Justificando a demora de 40 minutos para chamar o socorro naquela noite, ele narrou que imediatamente ligou para a polícia, mas foi orientado a acionar o Corpo de Bombeiros. Na segunda tentativa, David disse que, devido à falta de sinal telefônico, sua ligação foi encerrada e ele decidiu efetuar uma nova ligação para a polícia.

O rapaz tem medo de sair de casa, de trabalhar e é impedido de acompanhar as buscas por Thiago. ”Eu não posso sair na rua, estou morrendo de medo de tudo o que está acontecendo. No domingo o Diego [irmão da Letícia] falou para mim: ”É bom você e a Letícia ficarem aqui em casa para não chegar lá embaixo e chegar alguém querendo bater em vocês”, desabafou.

Ao final da entrevista, Letícia fez um apelo: ”Por favor, tenham empatia com a gente. Eu não aguento mais não poder sair lá fora, sendo ameaçada pela internet, isso dói muito para uma mãe que está sem o filho”.

O teste de luminol realizado no veículo da família nesta quinta-feira (15) não identificou manchas de sangue.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

Caso Miguel: Livre, Sarí Corte Real ingressa em faculdade de medicina

por Redação 15 de junho de 2023

Apesar de ter sido condenada a 8 anos e 6 meses de prisão por abandono de incapaz, que resultou na morte do menino Miguel Otávio de Santana, Sarí Corte Real segue em liberdade mesmo após três anos do caso.

Segundo o jornalista e ativista Jonas Di Andrade, Sarí ingressou numa universidade privada para cursar medicina.

Em 2 de junho de 2020, Miguel Otávio, que tinha 5 anos, caiu do 9º andar de um prédio de luxo na área central do Recife (PE). Filho de Mirtes Santana, empregada doméstica que trabalhava na casa de Sarí, o menino estava sob os cuidados da então primeira-dama de Tamandaré enquanto a mãe dele passeava com o cachorro dos patrões.

No Twitter, Mirtes questionou se a informação é verdadeira. “Gente, é sério isso? Eu não tenho como suportar tanta injustiça. Porque quem abandonou meu filho, levando ele a morte, goza de tantos privilégios, enquanto eu sou sufocada de dor?”, lamentou a mãe do menino Miguel.

Sarí Corte Real. Lembram? Aquela que abandonou o menino Miguel, filho da Mirtes Renata, ocasionando sua morte? Pois bem. O caso completou 3 anos. E, pra minha surpresa, recebi a informação que ela ingressou numa universidade privada caríssima pra cursar medicina. E a prisão? Nada pic.twitter.com/s32IPc5YoL

— Jonas Di Andrade (@jonasdiandrade) June 14, 2023

Fonte: Diario do Centro do Mundo

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BrasilCelebridade

Morre Luiz Schiavon, tecladista e membro fundador do RPM

por Redação 15 de junho de 2023

O rock brasileiro perdeu, na madrugada desta quinta-feira (15), o tecladista Luiz Schiavon, um dos fundadores da banda RPM, ao lado de Paulo Ricardo. A informação foi confirmada pela família do músico. Ele tinha 64 anos.

Segundo a nota oficial, Schiavon “vinha lutando bravamente contra uma doença autoimune havia quatro anos. Infelizmente, teve complicações na última cirurgia de tratamento e não resistiu. Luiz era, na sua figura pública, maestro, compositor, fundador e tecladista do RPM, mas, acima de tudo isso, um bom filho, sobrinho, marido, pai e amigo. Portanto, a família decidiu que a cerimônia de despedida será reservada a familiares e amigos próximos e pede, encarecidamente, aos fãs e à imprensa que compreendam e respeitem essa decisão. Esperamos que se lembrem dele com a maestria e a energia da sua música, um legado que ele nos deixou de presente e que continuará vivo em nossos corações. Despeçam-se, ouvindo seus acordes, fazendo homenagens nas redes sociais, revistas e jornais, ou simplesmente se lembrando dele com carinho, o mesmo carinho que ele sempre teve com todos aqueles que conviveram com ele”.

Luiz continuava na banda, que se mantém em atividade com Fernando Deluqui, guitarrista original do grupo, e outros dois novos integrantes nos lugares de Paulo Pagni (o baterista P.A.) e de Paulo Ricardo.

RPM E ANOS 1980

Com o cantor Paulo Ricardo, Schiavon fundou o RPM em 1983. Pianista clássico de formação e apaixonado por rock progressivo, Luiz usou seu conhecimento musical para determinar o som do grupo, que tinha muito sintetizador e teclados nas canções, a exemplo de bandas inglesas da mesma época, como Duran Duran, Eurythmics, Depeche Mode, entre outras.

Schiavon e Paulo começaram a compor juntos com uma ideia de seguir as tendências do pop/rock inglês, com muito tecnopop, synthpop, new romantic e new wave. Eles compuseram as primeiras canções da banda, que era um duo inicialmente, e criaram faixas como Rádio Pirata, Louras Geladas, Revoluções por Minuto e Olhar 43, sempre usando a tecladeira, sintetizadores e bateria eletrônica.

Logo, Paulo e Luiz decidiram que precisavam de um guitarrista, e Fernando Deluqui foi convocado para a missão. Fitas demo com as canções começaram a circular pelas gravadoras, que estavam ávidas por de bandas de rock, gênero que começava a ficar em alta no Brasil naquele período dos anos 1980. Rapidamente, o RPM passou a ser disputado por empresas como CBS e EMI. Depois de alguma negociação, Luiz e Paulo decidiram-se pela proposta da CBS e gravaram o primeiro disco, Revoluções por Minuto — lançado em 1984 —, nos estúdios da Transamérica, em São Paulo. De última hora, também colocaram na banda o baterista Paulo Pagni, o P.A., que completou aquela que seria a formação original do RPM como um grupo.

O primeiro single, Louras Geladas, começou a tocar bastante nas rádios paulistanas e rapidamente se espalhou por outras cidades do Brasil. Seguiram-se outros hits, como Rádio Pirata, Revoluções por Minuto, Olhar 43 e A Cruz e a Espada, todos marcados pela voz de Paulo e pelos superteclados de Schiavon, o que tornou o RPM uma banda de rock distinta de todas as outras do cenário brasileiro.

Esse primeiro álbum vendeu bem, muito acima do esperado. O RPM passou a excursionar pelo Brasil, fazendo centenas de shows superlotados, aparecendo em programas de TV e tocando sem parar nas rádios. O grupo virou uma verdadeira febre maluca e sem precedentes por aqui.

Em 1986, houve o lançamento de Rádio Pirata — Ao Vivo, com as músicas de sucesso do disco de estreia e algumas inéditas. A vendagem foi gigantesca, com mais de 2,5 milhões de cópias, um recorde.

Mas os músicos, todos ainda muito jovens na época e sem a experiência necessária, não aguentaram tamanho sucesso e pressão. Com algumas desavenças internas, o RPM anunciou o fim das atividades no início de 1987. Paulo e Luiz seguiram ainda como uma dupla, mas sem usar o nome do grupo. Rapidamente, a CBS tratou de convencer os quatro rapazes a voltar com a banda, que era um sucesso sob qualquer ponto de vista.

No retorno, a banda gravou e lançou o disco chamado RPM, que ficou conhecido como Quatro Coiotes. Saiu em 1988. Mas, com um som diferente daquele do álbum de estreia, com teclados menos aparentes, o trabalho acabou não agradando muito aos fãs e vendeu muito pouco. O fracasso provocou novamente o fim do grupo, com os integrantes saindo em carreiras solo.

VOLTAS DO RPM

Com o fim da banda, Luiz lançou uma nova banda, o Projeto S, na qual continuava usando muitos teclados, pianos e sintetizadores. Não fez muito sucesso e logo deixou de existir. Luiz passou então a se dedicar a outros trabalhos musicais e empreendimentos próprios. Fez trilha sonora para novelas, jingles para publicidade, entre outras atividades.

Em 1992, Paulo Ricardo decidiu retomar o RPM, com Deluqui. Schiavon não gostou da ideia e entrou com um processo para impedir seu ex-companheiro de usar o nome do grupo. A saída encontrada pelo cantor foi lançar o Paulo Ricardo & RPM, que produziu um disco com esse nome, mas a iniciativa teve vida curta.

Uma década depois, em 2002, todos os músicos decidiram novamente trazer o RPM de volta à vida. Gravaram um disco ao vivo, o MTV RPM 2002, com todos os hits e músicas novas. O álbum vendeu bem, e o grupo saiu em turnê pelo país. Em 2004, quando estavam se preparando para lançar um disco de inéditas, houve um novo rompimento entre os integrantes, e o grupo chegou, uma vez mais, ao fim.

Depois disso, Luiz se juntou a Deluqui e ao cantor André Lazzarotto e, juntos, criaram a banda L.S.D. (iniciais de seus nomes) e gravaram um CD que foi lançado de maneira independente. O tecladista passou também a comandar a banda que tocava ao vivo no programa do Faustão, na Globo.

Todos os integrantes do grupo seguiram, assim, seus caminhos e carreiras solo, mas, em 2010, de novo, decidiram fazer mais uma tentativa com o RPM. Assim, em 2011 lançaram o disco Elektra, com músicas novas. Seguiu-se uma longa turnê de quatro anos. Quando houve o fim desses shows, Paulo Ricardo decidiu soltar um disco solo, mas com a promessa de retornar à banda algum tempo depois, o que não aconteceu.

Com a ausência de seu vocalista, o RPM ficou parado por quase dois anos e foi quando Luiz, Deluqui e P.A. decidiram seguir com a banda, processaram Paulo por quebra de contrato, o tiraram do grupo e convocaram um novo membro. Pouco tempo depois disso, em 2019, o baterista P.A. morreu, em decorrência de problemas respiratórios. Os músicos remanescentes gravaram novas canções durante a pandemia, e há a promessa do lançamento de um álbum do grupo para este ano. Luiz fez parte dessas gravações todas.

O RPM vem fazendo alguns shows desde o fim da pandemia, mas Luiz, com problemas de saúde, participou de poucos deles. Sua última aparição numa apresentação do grupo aconteceu em 22 de novembro de 2022, na cidade de São Carlos (SP). Atualmente, há um tecladista no lugar de Schiavon.

Existe, assim, material inédito gravado por Luiz para ser lançado ainda. É parte do grande legado que o músico deixa para o rock e para a música brasileira.

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BrasilPolítica

Câmara aprova projeto que torna crime a ‘discriminação contra pessoas politicamente expostas’

por Redação 15 de junho de 2023

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que tipifica o crime de “discriminação contra pessoas politicamente expostas”. Um dos objetivos da proposta é impedir que bancos neguem crédito ou abertura de contas, por exemplo, a parentes de políticos que sejam réus em processos judiciais em curso ou condenados sem trânsito em julgado, ou seja, que ainda possam recorrer da decisão judicial.

O texto do projeto aprovado nessa quarta-feira (14) segue agora para o Senado. Foram 252 votos a favor e 163 contrários. O Novo e a federação PSOL-Rede orientaram seus deputados a votarem contra a proposta. A federação PT-PV-PCdoB liberou sua bancada. Já o PL e os dois maiores blocos da Casa, que reúnem, de um lado, Republicanos, MDB e PSB e, de outro, União Brasil, PP, PSB, PDT e PSDB-Cidadania, orientaram voto favorável à aprovação da medida.

“Faz-se premente que as instituições financeiras sejam compelidas a justificar a negativa de abertura ou manutenção de conta, tendo em vista tratar-se, frequentemente, de necessidade irremediável para que o cidadão possa obter seu sustento, posto que se trata de requisito basilar para que possa exercer um emprego regularizado”, diz o texto do projeto, de autoria da deputada Dani Cunha (União Brasil-RJ), filha do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

Relator do projeto, o deputado Cláudio Cajado (PP-BA), disse que a votação foi decidida no Colégio de Líderes, comandado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). “Não estamos votando em causa própria, estamos defendendo princípios constitucionais. Ou o princípio de presunção de inocência não está na Constituição?”, disse Cajado, no plenário.

Para aprovar hoje o mérito do projeto, os deputados votaram antes um requerimento para tramitação em regime de urgência, o que dispensou a análise do texto em comissões da Câmara e permitiu a apreciação diretamente no plenário.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

Caso Jeff Machado: polícia prende Bruno Rodrigues, principal suspeito da morte do ator

por Redação 15 de junho de 2023

A Polícia Militar prendeu, na manhã deste quinta-feira (15), Bruno de Souza Rodrigues, o principal suspeito de matar e esconder o corpo do atpor Jeff Machado. Bruno foi localizado na comunidade do Vidgal, em São Conrado, na zona sul do Rio.

Bruno teve a prisão decretada pela Justiça do Rio e passou a ser considerado foragido no último dia 2. Desde então, a polícia fazia buscas para localizá-lo.

Nesta semana, o Disque Denúncia divulgou a oferta de uma recompensa de R$ 1.000 por informações que ajudasse a localizar o produtor.

O crime
O ator Jeff Machado desapareceu no fim de janeiro deste ano. A família registrou o caso na delegacia depois que os cães dele foram encontrados abandonados.

Após quatro meses de investigação, o corpo do ator foi achado amarrado dentro de um baú, que estava enterrado em uma casa em Campo Grande, na zona oeste do Rio.

A polícia descobriu que o imóvel havia sido alugado por Bruno, que se dizia amigo de Jeff. Além disso, ele chegou a ajudar a família a registrar o caso na delegacia.

Para a polícia, o crime foi premeditado. De acordo com o depoimento de Jeander, Bruno dopou Jeff e o matou, estrangulando-o com um fio de telefone.

A principal suspeita é que Jeff tenha sido morto depois de pagar quase R$ 20 mil por um papel em uma novela. No entanto, a polícia concluiu que ele foi enganado, porque o trabalho nunca existiu.

As investigações revelaram também que Bruno tentou vender o patrimônio de Jeff após a morte dele. Inclusive, o suspeito foi flagrado em uma concessionária com o carro do ator.

A defesa de Bruno admitiu que ele participou do crime de ocultação de cadáver, mas negou o envolvimento dele na morte.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Relatório sobre crise da Americanas indica fraude da diretoria anterior

por Redação 14 de junho de 2023

A Americanas, que está em recuperação judicial desde 19 de janeiro, divulgou nesta terça-feira (13) a descoberta de indícios de fraude na contabilidade da empresa. Essa é uma das conclusões do relatório de assessores jurídicos apresentado na reunião do conselho de administração, nesta segunda (12). Os achados foram comunicados à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), em fato relevante.

“Os documentos analisados indicam que as demonstrações financeiras da companhia vinham sendo fraudadas pela diretoria anterior da Americanas”, afirma a empresa no comunicado.

O relatório foi feito a partir da análise de documentos entregues pelo comitê de investigação independente e por papéis complementares identificados pela administração e seus assessores.

Segundo a empresa, esses documentos demonstram, ainda, os esforços da diretoria anterior da Americanas para ocultar, do conselho de administração e do mercado, a real situação financeira da companhia, tanto de resultados quanto patrimonial.

O efeito dos ajustes motivados pelas fraudes nos negócios da empresa ao longo do tempo ainda está sendo apurado, “mas a expectativa da administração é de que o impacto nos resultados mais recentes seja significativo”, declara a gestão da Americanas.

As informações do relatório, associadas aos trabalhos de revisão das demonstrações financeiras históricas, que já vinham sendo feitas pela companhia e por seus assessores financeiros e contábeis, ajudam a entender melhor como a fraude era praticada.

Contratos de publicidade e financiamentos
Segundo o relatório, a fraude ocorria, principalmente, em operações como contratos de VPC (verba de propaganda cooperada e instrumentos similares), incentivos comerciais que costumam ser utilizados no setor de varejo. No caso em questão, eles “teriam sido artificialmente criados para melhorar os resultados operacionais da companhia como redutores de custo, mas sem efetiva contratação com fornecedores”, diz a Americanas.

“Esses lançamentos, feitos durante um significativo período, atingiram, em números preliminares e não auditados, o saldo de R$ 17,7 bilhões em 30 de setembro de 2022. A diferença de R$ 4 bilhões teve como contrapartidas lançamentos contábeis em outras contas do ativo da companhia, totalizando R$ 21,7 bilhões.”

Além das operações de VPC, a diretoria anterior encontrou outro meio de gerar o caixa necessário para dar continuidade às operações da Americanas: contratou uma série de financiamentos, nos quais a empresa era devedora perante instituições financeiras, sem as devidas aprovações societárias, todas inadequadamente contabilizadas no balanço patrimonial da companhia de 30 de setembro de 2022, nas contas dos fornecedores.

Em números preliminares e não auditados, as operações de financiamento de compras e de capital de giro somam R$ 20,6 bilhões.

“A indevida contabilização dessas operações de financiamento nos demonstrativos financeiros da Americanas não permitiu a correta determinação do grau de endividamento da companhia ao longo do tempo”, ressalta a empresa.

Executivos envolvidos
O relatório apresentado indica a participação na fraude do ex-presidente-executivo Miguel Gutierrez, que se desligou da empresa em dezembro de 2022, bem como dos ex-diretores Anna Christina Ramos Saicali, José Timótheo de Barros e Márcio Cruz Meirelles e dos ex-executivos Fábio da Silva Abrate, Flávia Carneiro e Marcelo da Silva Nunes.

“José Timótheo de Barros foi afastado de suas funções executivas na companhia em 3 de fevereiro de 2023 e comunicou sua renúncia em 1º de maio de 2023. Os desligamentos de Anna Christina Ramos Saicali, Márcio Cruz Meirelles, Fábio da Silva Abrate, Flávia Carneiro e Marcelo da Silva Nunes, também afastados de suas funções executivas na companhia desde o dia 3 de fevereiro de 2023, assim como dos demais colaboradores identificados até o momento, já foram determinados pela administração da companhia”, afirma a Americanas.

Não foi possível obter um posicionamento de Gutierrez de imediato.

O conselho de administração orientou a companhia e os assessores que elaboraram o relatório a apresentá-lo a todas as autoridades competentes e avaliar as medidas que podem ser tomadas, visando ao ressarcimento dos danos causados pela fraude em suas demonstrações financeiras.

Fonte: r7

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BrasilPolítica

Senado aprova prorrogação da desoneração aos 17 setores que mais empregam

por Redação 14 de junho de 2023

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou nesta terça-feira (13) o projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamento para os 17 setores da economia que mais empregam. Por ter sido analisado em caráter terminativo, o texto agora segue diretamente para a Câmara dos Deputados, sem passar pelo plenário do Senado, caso não haja um recurso.

O texto, aprovado por 14 a 3, inclui na desoneração os municípios de até 142 mil habitantes, inovação feita ao projeto pelo relator, senador Angelo Coronel (PSD-BA). Ele propôs reduzir de 20% para 8% a alíquota da contribuição previdenciária sobre a folha desses municípios.

Como o projeto foi aprovado na forma de um substitutivo, os senadores ainda podem apresentar alterações, que precisarão ser analisadas pelo relator. Caso haja pedidos de mudanças, a CAE realiza um “turno suplementar” de votação, antes do texto seguir para a Câmara. Os senadores ainda podem apresentar recurso para pedir que a matéria passe primeiro pelo Senado, mas a expectativa é que os membros do colegiado não aprovem esse pedido.

O projeto foi o primeiro item da pauta do colegiado. O autor do projeto, senador Efraim Filho (União-PB), articula com deputados para que a matéria seja aprovada na Câmara até o fim de setembro, trazendo segurança jurídica às empresas dos segmentos beneficiados.

Vários representantes dos setores desonerados acompanharam a sessão e protestaram contra a tentativa do líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA), de adiar a votação.

Wagner se reuniu com a equipe econômica do governo às vésperas da análise do projeto para alinhar o posicionamento. O líder disse ser contra a votação e pediu o adiamento, apesar de ter ressaltado não ser contra a desoneração em si, mas ao momento da análise.

“A equipe econômica me garantiu que está trabalhando em algo bem mais amplo do que a desoneração desse ou daquele setor, para o segundo semestre deste ano”, declarou o líder.

A ideia do governo era deixar a discussão no escopo da reforma tributária, mas os senadores favoráveis ao projeto afirmam que é necessária uma aprovação rápida, para não ameaçar os setores que mais empregam.

“É hora de avançar. O que ocorreu em 2021, quando a sanção veio de última hora, traz muita insegurança jurídica a quem produz”, alegou o autor do projeto, senador Efraim Filho (União-PB).

Efraim ressaltou que a não prorrogação da concessão pode gerar 600 mil desempregos imediatos e afirmou que isso impactaria os cofres públicos, com aumento da disponibilização do seguro-desemprego.

Municípios
Pelo projeto aprovado, cidades que não são contempladas com a reserva do Fundo de Participação dos Municípios serão beneficiadas com a desoneração. Se for aprovada também pela Câmara e sancionada pelo presidente da República, a medida vai atingir mais de 3.000 municípios e mais de 40% da população brasileira. A estimativa é que o governo federal deixe de arrecadar R$ 9 bilhões anualmente.

“Embora sejam entes federados, [os municípios] são tratados como empresas para fins de recolhimento de contribuições previdenciárias, ao não possuir capacidade financeira para instituir regimes próprios, e, paradoxalmente, não estão contemplados em políticas públicas similares à desoneração”, justificou o relator para incluir o novo grupo.

Manifesto
Em 11 de maio, representantes desses 17 setores da economia lançaram um manifesto em favor da continuidade da desoneração da folha de pagamento. “A política de desoneração da folha de pagamento trouxe resultados expressivos para a economia do país ao reduzir o custo laboral e proporcionar maior dinamismo às empresas”, diz o texto.

Os setores que assinam o documento empregam mais de 8,9 milhões de trabalhadores e incluem áreas como tecnologia da informação, construção civil, comunicação social, transporte público, têxteis, couro, calçados e call center.

A desoneração da folha foi criada pela lei 12.546/2011 com o objetivo de estimular a geração e a manutenção de empregos. O empregador fica apto a escolher contribuir a partir do cálculo total da folha de pagamento ou pela receita bruta da empresa. A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento.

Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem com mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos.

Entenda
Atualmente, 17 setores da economia têm direito à isenção da folha. Trata-se de uma concessão ao empregador, que fica apto a escolher contribuir a partir do cálculo total da folha de pagamento ou pela receita bruta da empresa.

Quando a medida entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021, mas o prazo foi prorrogado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

São beneficiados os seguintes setores: calçados, call center, comunicação, confecção, construção civil, construção de obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação, tecnologia de comunicação, projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas.

Como forma de compensação pela prorrogação da desoneração, a proposição prevê a protelação do aumento em 1% da alíquota da Cofins-Importação, que tem arrecadação estimada em R$ 2,4 bilhões, até dezembro de 2027.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

Funcionário furta loja e é torturado e estuprado por patrão, diz polícia; veja vídeo

por Redação 14 de junho de 2023

Dois homens foram presos nesta terça-feira(13) por suspeita de agredir, torturar e estuprar um funcionário de uma loja em Taguatinga, no Distrito Federal. À polícia, a vítima afirmou que o patrão teria cometido o crime após ele furtar objetos da loja. Segundo a Polícia Civil, o dono da loja descobriu o furto, agrediu e estuprou o funcionário com ajuda de outras duas pessoas. Após as agressões, a vítima foi colocada dentro de um tonel.

Ainda de acordo com a polícia, o funcionário afirmou que furtou os objetos após o patrão não ter dado o adiantamento do salário que ele tinha pedido. O celular da vítima também foi furtado, e os suspeitos acessaram as contas bancárias dele. O crime ocorreu no mês passado, e um dos envolvidos continua foragido.

Em um vídeo obtido pela Record TV, pode-se ver o momento em que os homens colocam o tonel em uma rua de Taguatinga. Segundo a polícia, a vítima foi socorrida logo em seguida por uma pessoa que passava pelo local.

O patrão e os outros dois envolvidos vão responder por roubo, estupro e tortura, podendo pegar mais de dez anos de prisão. Já o funcionário vai responder por furto.

Fonte: r7

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BrasilPolítica

CPMI do 8 de janeiro aprova pedido de acesso a dados de celular de Bolsonaro e Mauro Cid

por Redação 14 de junho de 2023

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro aprovou nessa terça-feira (13) o requerimento para ter acesso a dados extraídos pela Polícia Federal (PF) do celular do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em outro documento aprovado em bloco, os deputados e senadores conseguiram acesso às informações contidas nos celulares de Mauro Cid e Ailton Barros, que discutiram a aplicação de um golpe em trocas de mensagens após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os dois requerimentos foram apresentados pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE). O parlamentar solicitou ao diretor-geral da PF, Andrei Passos, os dados obtidos pela corporação por meio da Operação Venire, que investiga fraudes nos cartões de vacinação da família Bolsonaro.

“Sejam compartilhados, em formato digital, dados extraídos de celular e outras provas referentes ao ex-presidente Jair Bolsonaro, obtidos pela Polícia Federal na Operação Venire, deflagrada com o objetivo de investigar fraudes nos cartões de vacinação do ex-presidente, de familiares e de assessores”, diz o requerimento apresentado pelo senador.

Os parlamentares de oposição alinhados a Bolsonaro chegaram a cobrar que o requerimento fosse indeferido por, segundo eles, desviar do objeto de investigação da CPMI. O presidente da comissão, deputado Arthur Maia (União Brasil-BA), porém, negou o pedido e encaminhou a proposta de Carvalho para votação. O texto foi aprovado por 20 votos a 11 na análise em bloco de diversos documentos.

“Não é de maneira alguma um requerimento para tratar de cartão de vacinação. O que o senador está requerendo são as informações contidas no celular do Mauro Cid, que, segundo a imprensa, têm ligação com o que estamos investigando nesta CPMI”, argumentou Maia em resposta às queixas da oposição.

Convocações
A base governista ainda impôs outras derrotas a Bolsonaro ao aprovar a convocação de seus ex-ministros Anderson Torres, da Justiça, Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e Walter Braga Netto, que comandou a Defesa e a Casa Civil, além de ter sido candidato a vice na chapa de Bolsonaro nas eleições de 2022.

Também foram aprovadas as convocações de Mauro Cid, que foi ajudante de ordens do ex-presidente, e Ailton Barros, que se autointitula o “01 de Bolsonaro”.

Na sessão, os parlamentares aliados a Lula ainda conseguiram blindar o governo ao rejeitar um conjunto de requerimentos da oposição que pedia a convocação do ex-ministro Gonçalves Dias, que pediu demissão do GSI após vazar vídeos em que ele aparecia caminhando pelo Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro.

Fonte: r7

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