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Economia

Economia

Com volta de imposto federal e alta de ICMS, combustíveis ficam mais caros no início de 2024

por Redação 6 de dezembro de 2023

Com a volta dos tributos federais, o diesel e o gás de cozinha devem ficar mais caros em R$ 0,35 e R$ 2, respectivamente, a partir de 1º de janeiro. Já em fevereiro, todos os combustíveis, incluindo a gasolina e o etanol, terão um aumento de 12,5% do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Por uma decisão do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) publicada no Dário Oficial da União em 16 de outubro, a alíquota fixa do imposto sobre a gasolina e o etanol passará de R$ 1,22 para R$ 1,37 a partir de 1º de fevereiro. Ou seja, um aumento de R$ 0,15.

No caso do diesel e do biodiesel, a alíquota passará de R$ 0,9456 para R$ 1,0635, alta de R$ 0,12.

O imposto sobre o GLP (gás liquefeito de petróleo) e o GLGN (gás liquefeito derivado de gás natural) também será elevado, de R$ 1,2571 para R$ 1,4139 (R$ 0,16).

As estimativas são da Brasilcom (Associação das Distribuidoras de Combustíveis), do Sindigás, da Abicom (Associação dos Importadores de Combustíveis) e do ICL (Instituto Combustível Legal).

“Serão duas pancadas, uma atrás da outra. Primeiro, o PIS/Cofins, que volta a vigorar em 1º de janeiro para diesel e GLP, e, depois, o aumento de 12,5% do ICMS para os combustíveis, a partir de 1º de fevereiro”, afirma Sergio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás.

Ele explica que, no caso do PIS/Cofins, o tributo federal foi zerado, por um decreto de 1º de março de 2021, para o GLP doméstico, o que inclui o botijão de 13 kg. E essa desoneração não tem data de término. “O que tem data de término é a desoneração do GLP de forma geral, comercial e industrial. Então, o que desejamos é que o governo mantenha a desoneração do GLP, uma vez que é um produto essencial, com um grande impacto para a sociedade”, avalia o executivo.

Segundo Mello, o texto legal que existe hoje vai voltar a onerar cerca de 30% do GLP comercializado em embalagens maiores do que 13 kg, o chamado não doméstico, o GLP comercial.

Isso teria um impacto de aproximadamente R$ 170 por tonelada do GLP comercial, o equivalente a R$ 2 de custo se fosse para o botijão de 13 kg. Mas, teoricamente, pelo decreto de 2021, não vai ter aumento para o botijão de 13 kg.

“Espero, em relação ao PIS/Cofins, como pelo decreto de 2021, que o GLP doméstico permaneça desonerado, que o governo edite alguma medida que mantenha desoneração também dos outros 30% do GLP comercial e industrial, porque terá um impacto sobre restaurantes, padarias e condomínios”, acrescenta.

No entanto, Mello diz não entender o aumento de 12,5% no valor do ICMS. “A gente não consegue compreender. No caso do botijão de gás, você teve uma queda de 7% a 8% desde dezembro de 2022 até hoje no preço, e, na contramão, as secretarias estaduais da Fazenda anunciam um aumento desses. A gente efetivamente não consegue entender onde se sustenta esse racional”, afirma o presidente do Sindigás.

O Ministério da Fazenda informou que a Receita Federal confirmou que “a Lei 14.592 fixou a desoneração até 31.12.2023”.

Aumento em 1º de janeiro
Com a volta do PIS/Cofins

  • Diesel – R$ 0,35
  • Biodiesel – R$ 0,12
  • GLP – R$ 2

Aumento em 1º de fevereiro
Com reajuste de 12,5% do ICMS

  • Gasolina – R$ 0,15
  • Etanol – R$ 0,15
  • Diesel – R$ 0,12
  • GLP – R$ 0,16

Preço nas bombas
No último levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), entre 26 de outubro e 2 de novembro, o preço médio nos postos do diesel S-10, o mais comercializado no país, foi de R$ 6,16. Considerando-se esse valor, se os dois aumentos já entrassem em vigor, a média nacional saltaria para R$ 6,63 o litro.

No caso da gasolina, o preço médio do litro nos postos dos país foi de R$ 5,63 na última semana. Com o aumento, subiria para R$ 5,78.

Entenda a mudança

A isenção dos impostos federais PIS/Cofins sobre os combustíveis foi aprovada em 2022, ainda durante o governo de Jair Bolsonaro, após o impacto da guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

Em fevereiro deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu estender até março a desoneração para a gasolina e o etanol e até o fim de dezembro para o diesel.

Depois, o governo tentou antecipar a cobrança sobre o diesel, mas medidas provisórias sobre a medida perderam a eficácia sem que fossem votadas.

Impacto na inflação
Para a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), os reajustes no preço do óleo diesel devem elevar o preço dos hortifrutigranjeiros, das carnes, dos laticínios e dos alimentos industrializados de forma escalonada e trazer impactos na cesta de abastecimento dos lares.

A volta dos impostos da gasolina e do etanol em março e em junho teve reflexo na inflação. Em julho, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ganhou força ao avançar 0,12%.

A gasolina — o subitem de maior peso individual no índice — foi o produto que mais impactou o resultado da inflação, com uma variação de 4,75% no mês.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a alta de julho captou a reoneração de impostos, com a volta da cobrança da alíquota cheia de PIS e Cofins na gasolina e no etanol.

Fonte: r7

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Economia

Haddad diz que PIB ‘surpreendeu positivamente’ e espera crescimento de 3% para 2023

por Redação 5 de dezembro de 2023

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (5), que o crescimento da economia brasileira no terceiro trimestre “surpreendeu positivamente” e que o governo espera fechar o ano com um crescimento de mais de 3%. A declaração ocorreu após a divulgação do resultado do PIB (Produto Interno Bruto) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de crescimento de 0,1% no período. A expectativa do mercado era de retração de 0,3%.

O ministro disse que a redução das taxas de juros contribui para que a economia cresça, mas que, para isso, o Banco Central “precisa fazer o trabalho dele”. O Brasil atingiu taxas de juros elevadas em junho, mas houve queda a partir de agosto. No início de novembro, o BC reduziu pela terceira vez seguida a taxa básica de juros, de 12,75% para 12,25% ao ano.

“O PIB surpreendeu positivamente. Ele cresceu, e o mercado estava esperando uma retração. Tivemos um PIB positivo, mas fraco. Com os cortes nas taxas de juros, nós esperamos que nós fechemos o PIB em mais de 3% de crescimento e esperamos um crescimento na faixa de 2,5% no ano que vem”, disse o ministro.

PIB
Dados do IBGE mostram que a economia brasileira cresceu 0,1% no terceiro trimestre, na comparação com os três meses anteriores. Apesar da desaceleração, o PIB — soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país — está 7,2% acima do nível pré-pandemia, registrado no último trimestre de 2019.

Em valores finais, a economia nacional produziu R$ 2,741 trilhões entre julho e setembro, desempenho 3,2% melhor na comparação com o mesmo período do ano passado, mostra o Sistema de Contas Nacionais Trimestrais (SCNT). Segundo o IBGE, os setores agrícola e de investimentos foram os que tiveram mais quedas.

Nesta terça-feira, o governo divulgou uma nota técnica para informar que o resultado do PIB surpreendeu novamente as expectativas do mercado e registrou crescimento acima do previsto. “Comparativamente ao esperado na margem, destacou-se, sobretudo, a menor retração do setor agropecuário e a maior expansão de serviços, beneficiada pela desaceleração menos acentuada do que a inicialmente projetada para comércio e atividades financeiras”, diz um trecho do documento.

“Pela ótica da demanda, as variações verificadas para o consumo das famílias também surpreenderam para cima. A desaceleração do PIB na margem, de 1% no segundo trimestre de 2023 para 0,1% no no terceiro trimestre, é explicada tanto pelo menor dinamismo de atividades mais cíclicas como pela retração do setor agropecuário, menos cíclico”, prossegue a nota.

Fonte: r7

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Economia

Preço da casa própria supera inflação e acumula alta de 4,82% no ano

por Redação 5 de dezembro de 2023

O preço médio de venda dos imóveis residenciais no Brasil subiu 0,37% em novembro, mostram dados divulgados nesta terça-feira (5) pelo Índice FipeZap+, que acompanha a valorização da casa própria em 50 cidades brasileiras. Houve uma desaceleração em relação ao resultado de outubro, que teve alta de 0,54%.

O aumento mensal foi mais expressivo no preço de venda de imóveis com dois dormitórios (+0,47%), que contrasta com a alta relativamente menor no valor de unidades de apenas um dormitório (+0,21%).

O índice acumula alta de 4,82% neste ano, superando assim a prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, de 4,09%, no mesmo período.

Baseado na amostra de anúncios de imóveis residenciais para venda em outubro de 2023, o preço médio do metro quadrado calculado para as 50 cidades monitoradas foi de R$ 8.697.

Imóveis de um dormitório se destacaram pelo preço médio de venda relativamente mais elevado (R$ 10.261/m²), contrastando com o menor valor entre unidades com dois dormitórios (R$ 7.826/m²).

Entre as 16 capitais monitoradas, Vitória (ES) apresentou o valor médio por metro quadrado mais alto na amostra mensal (R$ 10.889), seguida por Florianópolis (R$ 10.746), São Paulo (R$ 10.659), Rio de Janeiro (R$ 9.994), Curitiba (R$ 9.050) e Brasília (R$ 8.954).

Já entre as capitais monitoradas com menor preço médio amostral estão: Salvador (R$ 5.874/m²), Campo Grande (R$ 5.877/m²), João Pessoa (R$ 5.882/m²), Manaus (R$ 6.408/m²) e Porto Alegre (R$ 6.666/m²).

Fonte: r7

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Economia

Cesta de Natal com dez itens está 8,9% mais cara que no ano passado

por Redação 5 de dezembro de 2023

Na média nacional, os produtos da cesta de Naral devem ficar 8,9% mais caros do que no ano passado, segundo estimativa do setor de supermercados. Composta de dez itens, como de lombo, pernil, peru, tênder e outras aves natalinas, azeite, caixa de bombom, espumante, sidra e panetone, a cesta custa, na média nacional, R$ 294,75, segundo levantamento da Abras (a Associação Brasileira de Supermercados).

Na comparação entre as regiões do país, o menor preço foi verificado no Centro-Oeste, R$ 313,30, seguido pelo Sudeste, R$ 316,84, e pelo Norte, R$ 320,43. As cestas de Natal mais caras foram encontradas no Sul (R$ 333,44) e no Nordeste (R$ 321,65).

Considerando os valores de 2022, a maior variação é registrada na região Sudeste, com aumento de 12,2%. Depois vêm o Sul, com alta de 10,7%, e o Centro-Oeste, com avanço de 9,7%. As cestas do Nordeste e do Norte variaram 7,9% e 4,6%, respectivamente.

O levantamento da Abras foi realizado entre os dias 10 e 23 de novembro e mostrou que os principais itens consumidos devem ser as bebidas e as proteínas. Na categoria de bebidas, o consumo deve aumentar 12,3%, em itens como cervejas, cervejas premium, destilados, espumantes, refrigerantes, sucos, vinhos importados e vinhos nacionais.

Na cesta de proteínas, o crescimento estimado é de 10,1%, com produtos de época, principalmente as aves natalinas, bacalhau, carnes bovinas, frango, lombo, ovos, peixe, pernil, peru e tênder.

Além disso, 62% dos supermercadistas acreditam que o consumo no Natal deste ano será superior ao do mesmo período do ano passado, mostra a pesquisa da Abras.

Fonte: r7

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Economia

Desenrola tem último mês de renegociação de dívida, com desconto de até 90%

por Redação 1 de dezembro de 2023

O Desenrola Brasil entra no último mês de negociação de dívidas, com descontos de até 90% e parcelamento. Os consumidores que pretendem negociar as contas atrasadas têm até o dia 31 de dezembro para aproveitar as condições oferecidas pelo programa, limpar o nome e recuperar a capacidade de crédito.

Segundo o Ministério da Fazenda, cerca de 3,5 milhões de brasileiros realizaram renegociações, num total de mais de R$ 27 bilhões, desde o dia 17 de julho, quando começou a primeira fase.

O refinanciamento é feito por meio da plataforma www.desenrola.gov.br. Mas uma parceria com bancos privados e públicos, como o Banco do Brasil e a Caixa, oferece atendimento presencial nos bancos para suporte aos consumidores.

O programa permite ainda a renegociação sem entrada imediata, podendo haver parcelamento em até 60 meses, com a primeira parcela somente em 2024.

A primeira etapa começou em 17 de julho, com a Faixa 2, de negociações feitas diretamente pelos bancos credores com pessoas com renda mensal de até R$ 20 mil cujas dívidas bancárias foram inscritas em cadastros de inadimplentes até 31 de dezembro de 2022.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), entre julho e novembro foram renegociados R$ 23,6 bilhões em volume financeiro. O número de contratos de dívidas negociados alcançou 3,24 milhões, beneficiando 2,6 milhões de clientes bancários.

Cerca de 6 milhões de registros de clientes que tinham dívidas bancárias de até R$ 100 saíram do negativo.

Já a segunda etapa, a Faixa 1, começou em 9 de outubro, por meio do site desenrola.gov.br, com enfoque no atendimento de pessoas com renda de até dois salários mínimos (R$ 2.640) ou inscritas no CadÚnico (Cadastro Único do governo federal para programas sociais).

Nessa etapa, podem ser renegociadas as dívidas que tenham sido negativadas de 2019 a 2022 e cujo valor atualizado seja inferior a R$ 20 mil. Também estão incluídas dívidas bancárias, como cartão de crédito, e as contas atrasadas de outros setores, como energia, água e comércio varejista.

A Serasa, que também faz negociação dentro do Desenrola, informou que foram registrados no período 4 milhões de acordos, com descontos concedidos de R$ 11,9 bilhões.

Para Fernando Moulin, especialista em transformação digital e sócio da Sponsorb, o Desenrola é boa alternativa para renegociar e refinanciar as dívidas existentes, em condições mais acessíveis e justas, para sair dessa indesejável situação.

“Dívida é algo que ‘tira o sono’ de qualquer pessoa ou família. Os anos de pandemia e a situação macroeconômica mais desafiadora dos últimos anos (juros altos, perda de poder aquisitivo pelas famílias, desemprego etc.) fizeram com que quatro de cada cinco brasileiros estejam inadimplentes de algum modo”, avalia o especialista.

Ele orienta o consumidor a usar uma parte do 13º salário para ajudar a regularizar a situação financeira, com o apoio do Desenrola. “Acho que começar o ano com o ‘nome limpo’ é uma excelente forma de entrar em 2024”, acrescenta Moulin.

Para Diogo Catão, CEO da Dome Ventures, a importância do Desenrola é justamente permitir que o devedor volte a ter condições de adquirir novas operações de crédito. “Mas é importante salientar que isso só é válido para pessoas que estavam negativadas de 2019 a 2022. Além disso, tem uma característica que é um programa voluntário, então depende da adesão do credor para que seja ofertada a possibilidade de renegociar essa dívida”, afirma Catão.

“Além da melhoria da classificação de crédito, voltar de novo para o mercado, poder solicitar crédito, tem a questão de estabilidade financeira. Isso dá um alívio e tira um peso das costas. E, claro, consegue descontos e parcelar em mais vezes, com juros bem mais em conta do que tinha antes. Então, quem não fez e está dentro dos critérios, a recomendação é aproveitar”, conclui o CEO.

Fonte: r7

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Economia

Mesmo se governo apresentar alternativa, veto à desoneração deve cair, avaliam parlamentares

por Redação 30 de novembro de 2023

Mesmo com a apresentação de um projeto alternativo à desoneração da folha de pagamento, o veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à proposta deve ser derrubado “com facilidade” pelo Congresso, avaliam deputados e senadores. Dez frentes parlamentares se uniram para garantir a derrubada já na próxima sessão do Congresso Nacional.

Segundo o presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), o governo nem sequer começou a articular uma proposta alternativa. Ele disse que, mesmo se houver uma, ainda assim a ideia é manter o movimento para garantir a vigência do projeto aprovado pela ampla maioria dos deputados e senadores. “Dificilmente uma proposta andaria a tempo de começar a valer em 1º de janeiro”, justificou.

Leia mais: Haddad diz que vai apresentar ao Congresso ‘solução’ alternativa à desoneração, vetada por Lula

A desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia vence em 31 de dezembro deste ano. Se não for prorrogada, a avaliação de centrais sindicais e associações ligadas às áreas atendidas com a medida é de perda de mais de 1 milhão de postos de trabalho.

Tanto as representações dos trabalhadores quanto as patronais tentaram dialogar com o governo federal para que a desoneração fosse mantida, mas a alegação é de que não houve abertura. Por isso, a pressão continua para garantir a prorrogação até 2027, agora sobre os parlamentares.

“Já tem energia política à disposição, já tem articulação política à disposição, já levamos o tema ao presidente do Congresso, que disse ser sensível”, sinalizou o autor do projeto, o senador Efraim Filho (União Brasil-PB). Ele considera “frágeis e inconsistentes” as razões apresentadas pela equipe econômica para vetar a desoneração, sobretudo em relação ao argumento de que ela é inconstitucional. “Há deliberação do Supremo Tribunal Federal, que já enfrentou o tema. Ninguém perde o que não tem. O governo já não conta com essa receita”, argumentou.

Nesta terça-feira (28), os presidentes de dez frentes parlamentares do Congresso assinaram um manifesto contra o ato do presidente Lula. Eles afirmam que a medida tem sido “fundamental para a manutenção e a geração de empregos em setores-chave da nossa economia” e que a derrubada do veto “é o caminho mais acertado para dar segurança e garantir os empregos”.

O veto ao projeto é contrário ao posicionamento de 84% dos deputados federais. Dos 513 membros da Câmara, 430 votaram a favor da proposta. Impedir a extensão da desoneração também significa ir na contramão da manifestação dos senadores, que aprovaram a matéria por votação simbólica, ou seja, quando não há contagem de votos.

Entenda como funciona a desoneração
Com a desoneração, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia de 1% a 4,5%, conforme o setor.

A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos.

Confira os setores desonerados

  • Confecção e vestuário
  • Calçados
  • Construção civil
  • Call center
  • Comunicação
  • Construção e obras de infraestrutura
  • Couro
  • Fabricação de veículos e carroçarias
  • Máquinas e equipamentos
  • Proteína animal
  • Têxtil
  • Tecnologia da informação
  • Tecnologia da informação e comunicação
  • Projeto de circuitos integrados
  • Transporte metroferroviário de passageiros
  • Transporte rodoviário coletivo
  • Transporte rodoviário de cargas

Fonte: r7

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Economia

Haddad comenta aprovação da taxação dos ‘super-ricos’ e diz que medidas corrigem distorções

por Redação 30 de novembro de 2023

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quinta-feira (30) que a aprovação pelo Senado Federal da taxação de investimentos de pessoas físicas no exterior por meio dos fundos offshore e de investimentos exclusivos e de outras medidas econômicas tem o objetivo de corrigir distorções do sistema tributário brasileiro.

“Ontem aprovamos taxação dos chamados super-ricos, que são as offshores e fundos fechados. Temos a instalação da comissão mista da MP 1185, que corrige uma distorção absurda do nosso sistema tributário, fazendo com que grandes empresas não paguem impostos de renda, prejudicando estados e municípios que deixam de receber fundo de participação”, disse Haddad, no Catar.

“Tudo isso são correções de distorções provocadas nos últimos anos, o que minou a base fiscal do Estado brasileiro. São grupos de interesse que se apropriaram do orçamento público, prejudicando a população, prejudicando estados e municípios e a União, que acaba tendo que arcar com esses custos”, completou o ministro.

Entenda o projeto
O projeto foi aprovado pelos senadores na última quarta-feira (29). De autoria do Executivo, a medida prevê uma arrecadação de R$ 7 bilhões em 2024. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de outubro e agora segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na Câmara, a proposta incorporou o conteúdo da medida provisória 1.184/2023, que instituiu o chamado “come-cotas” nos fundos fechados. Com isso, a tributação ocorrerá sobre rendimentos de aplicações financeiras e lucros e dividendos de entidades controladas no exterior (offshores) e de trusts (bens administrados por terceiros).

A tributação dos chamados “super-ricos” é uma das matérias consideradas prioritárias pelo governo federal para cumprir a meta de zerar o déficit das contas públicas. Inicialmente, o governo tinha sugerido uma alíquota de 10% para fundos de alta renda. Esse percentual seria cobrado duas vezes por ano, sobre os rendimentos de cada fundo. No entanto, o relator na Câmara diminuiu a alíquota para 6%. Antes das alterações de alíquotas na Câmara, o governo esperava arrecadar R$ 20 bilhões entre 2024 e 2026.

Os fundos exclusivos de investimento são voltados para quem tem, no mínimo, R$ 10 milhões em investimentos. Atualmente, existem 2.568 fundos exclusivos de investimentos no mercado brasileiro. Isso significa R$ 756 bilhões alocados nesses fundos, segundo o TradeMap. Esse dinheiro representa 12,3% de tudo o que está aplicado em fundos no Brasil.

No caso das offshores, a proposta prevê a tributação de 15% sobre o lucro esperado e 8% sobre o estoque. Atualmente, quem investe fora do Brasil nos fundos desse tipo escapa da taxação se não movimentar os valores.

Congresso Nacional
Haddad falou também em apoio dos parlamentares. “Nós vamos trabalhar até o último dia para tudo isso ser aprovado. Nós temos o apoio tanto do presidente da Câmara quanto do Senado. Tenho conversado aqui na viagem com o senador Rodrigo Pacheco todos os dias e por telefone com o deputado Arthur Lira. Eu penso que o Congresso Nacional está empenhado em ajudar o país a equilibrar suas contas”, destacou.

“Nada é polêmico. Tudo é justo porque são distorções que estão sendo corrigidas. Se fosse justo, o Congresso não estaria nem debruçado sobre o tema. São coisas justas. São distorções e isso reconhecido pelos melhores economistas do país. Não é o Ministério da Fazenda que está falando. Se você pegar a posição dos melhores economistas do país, que têm se declarado, é de apoio. São correções importantes no sistema tributário injusto, que faz recair a conta no lado mais fraco da sociedade”, acrescentou.

Fonte: r7

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Economia

Associação Comercial de SP adere à campanha contra fim do parcelamento sem juros

por Redação 29 de novembro de 2023

A ACSP (Associação Comercial de São Paulo) aderiu nesta quarta-feira (29) ao “Parcelo Sim!”. Trata-se da campanha apartidária em defesa do parcelamento sem juros nas compras com cartão de crédito.

Com a entrada da associação, o movimento chega a 20 integrantes – eram 11 há uma semana, quando foi criado.

A ACSP passa a apoiar a petição online, que está no site do movimento (parcelosim.com.br), e se junta a milhares de consumidores que, em uma semana, já registraram apoio à campanha e sua contrariedade a quaisquer mudanças nessa modalidade de pagamento.

“As compras com cartão de crédito representam 60% das transações do comércio. Um levantamento do Datafolha mostrou que 80% dos consumidores baseiam sua decisão de compra por estabelecimentos que possibilitem parcelar sem juros. Ou seja, o parcelamento sem juros é vital para o comércio, especialmente aos pequenos e médios estabelecimentos”, diz o presidente da entidade, Roberto Ordine.

Para Ordine, uma mudança na modalidade sem juros impactará a economia, aumentando o custo do crédito em até 35%.

Para entender o caso
A lei do Desenrola, programa de renegociação de dívidas, também prevê medida para baixar os juros do cartão de crédito, o chamado rotativo. Para isso, o Congresso estipulou um prazo de 90 dias para que bancos elaborassem uma autorregulamentação para isso.

Após o prazo, caso não haja uma proposta viável, a dívida no cartão não pode ser maior que 100% do bem. Para baixar os juros do rotativo, bancos defendem que o parcelamento sem juros seja limitado. Mas não há estudos que comprovem qualquer correlação, segundo economistas.

A alteração do parcelamento de compras sem juros tem sido debatida nas negociações do setor para reduzir as altas taxas cobradas no rotativo do cartão de crédito. Mas existe um impasse entre as propostas.

Os bancos defendem a limitação do número de parcelas sem juros, com um escalonamento até chegar a três parcelas. Já as empresas independentes de maquininhas são contra a mudança da modalidade e afirmam que o parcelamento não é a causa dos altos juros.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, chegou a afirmar que a discussão sobre os juros do rotativo do cartão de crédito é o mais complexo dos problemas que já enfrentou no comando da instituição.

O setor tem até o fim de dezembro para resolver essa questão e estabelecer uma autorregulação em relação ao juro do rotativo.

Se as entidades não chegarem a um acordo com aval do CMN (Conselho Monetário Nacional) até o fim do ano, será aplicável o teto que limita a dívida ao dobro do montante original, como prevê a lei do Desenrola.

A taxa média de juros do rotativo do cartão de crédito atingiu 441,1% ao ano em setembro, segundo as Estatísticas Monetárias e de Crédito do Banco Central.

Entidades que aderiram ao movimento
O “Parcelo Sim!” foi lançado na última terça-feira (21) para manter a modalidade, que é uma das principais de concessão de crédito no Brasil, que beneficia diariamente 200 milhões de brasileiros. Já são 20 entidades que fazem parte do movimento:

  • Associação Brasileira dos Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad);
  • Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel);
  • Associação Brasileira dos Lojistas Satélites de Shoppings (Ablos);
  • Associação Brasileira de Academias (Acad);
  • Associação Comercial de São Paulo (ACSP);
  • Associação de Lojistas do Brás (Alobras);
  • Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL);
  • Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomércioSP);
  • Parcele na Hora;
  • Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor);
  • Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae);
  • União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências (Univinco);
  • Acelera Varejo;
  • Afrac – Associação Brasileira de Tecnologia para o Comércio e Serviços;
  • Anamaco – Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção;
  • ABVS – Associação Brasileira de Varejo em Shopping;
  • Asbraf – Associação Brasileira de Franqueados
  • Aloshop Pernambuco – Associação de Lojistas de Shopping de Pernambuco;
  • CDL Recife – Câmara de Dirigentes Lojistas;
  • Sindilojas Recife – Sindicato dos Lojistas do Comércio de Bens e Serviços do Recife.

Nova adesão
A adesão da associação comercial é considerada pelo movimento muito importante por sua história. A entidade é a mais antiga da cidade de São Paulo, com 128 anos de atividade. Além disso, a ACSP faz parte da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), que reúne 420 associações espalhadas por todo o estado e, por meio dela, integra a Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), que congrega 27 federações estaduais, reunindo 2.200

Fonte: r7

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Economia

Preço de alimentos volta a subir e puxa alta da prévia da inflação em novembro

por Redação 28 de novembro de 2023

Com a primeira alta dos alimentos e bebidas em cinco meses (+0,82%), a prévia da inflação oficial brasileira voltou a ganhar força ao avançar 0,33% em novembro, ante alta de 0,21% registrada em outubro, segundo dados revelados nesta terça-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a variação, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) acumula alta de 4,84% nos últimos 12 meses, patamar que mantém o indicador acima do teto da meta perseguida pelo governo, de 4,75%. Nos primeiros 11 meses do ano, a alta apurada é de 4,3%.

No mês, oito dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram alta nos preços. A maior variação, de 0,82%, partiu dos alimentos e bebidas, com alta de 1,06% da alimentação no domicílio, após cinco quedas consecutivas.

Contribuíram para a variação positiva as altas da cebola (30,61%), batata-inglesa (14,01%), arroz (2,60%), frutas (2,53%) e carnes (1,42%). Por outro lado, o preço do feijão-carioca (-4,25%) e o do leite longa vida (-1,91%) caíram.

Já a alimentação fora do domicílio (+0,22%) registrou resultado similar ao de outubro (+0,21%), por conta do subitem refeição (0,22%), que apresentou a mesma variação do mês anterior. No caso do lanche (+0,35%), o preço voltou a subir após queda de 0,11% no mês passado.

Combustíveis
Em combustíveis (-2,11%), houve queda no preço do etanol (-2,49%), da gasolina (-2,25%) e do gás veicular (-0,57%), enquanto o do óleo diesel (1,12%) subiu. As variações limitaram a alta do grupo de transportes (+0,18%).

Ainda na classe de despesas, em razão da gratuidade nos transportes metropolitanos concedida a toda a população de São Paulo (0,65%) nos dias de realização das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), foi registrada a redução de 6,25% nos subitens trem, metrô, ônibus urbano e integração de transporte público.

O subitem passagem aérea manteve a disparada dos últimos meses e subiu 19,03%. O preço do táxi também apresentou alta (2,6%), devido aos reajustes de 20,84% em Porto Alegre (16,67%) e de 6,67% em São Paulo (3,76%).

Despesas domésticas
No grupo habitação (0,20%), o preço da energia elétrica residencial subiu 0,42%, decorrente de reajustes em três áreas de abrangência do índice: de 9,65% em Brasília (6,7%), de 5,91% em Goiânia (7,41%) e de 6,79% em uma das concessionárias pesquisadas em São Paulo (-0,03%).

No caso da alta da taxa de água e esgoto (+0,45%), a motivação partiu do reajuste em duas áreas: de 14,43% em Fortaleza (7,67%), a partir de 29 de outubro, e de 6,75% em Salvador (2,23%), a partir de 25 de setembro.

O gás encanado (0,13%) também apresentou alta por conta do reajuste de 0,92% no Rio de Janeiro (0,42%) a partir de 1º de novembro. Quanto aos índices regionais, nove áreas tiveram alta em novembro.

Fonte: r7

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Economia

Congresso fortalece articulação para derrubar veto de Lula à desoneração da folha

por Redação 28 de novembro de 2023

A análise do veto total ao projeto da desoneração da folha de pagamento para os 17 setores que mais empregam está agendada para a próxima sessão do Congresso Nacional. Esse tema foi incluído como prioritário no acordo entre os líderes e foi confirmado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Contudo, a falta de consenso em relação aos vetos relacionados às propostas sobre o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), as novas regras fiscais e o marco temporal ainda causa incertezas quanto à data da sessão.

Inicialmente, após o adiamento da reunião da última semana, estava previsto o remanejamento para terça-feira (28). Diante da ausência de acordo, a nova expectativa é que a sessão seja realizada na quinta-feira (30). Mesmo assim, persiste a possibilidade de mais um ajuste no cronograma.

A decisão de Lula provocou uma reação imediata no Congresso, levando parlamentares das duas Casas a se unirem na tentativa de reverter a medida o mais rapidamente possível. A proposta obteve ampla aprovação de deputados e senadores, passando pela Câmara com 430 votos a favor e 17 contra. No Senado, a votação foi simbólica — quando os senadores não registram o voto nominalmente. Isso é mais do que suficiente para superar o veto, o que requer o respaldo da maioria absoluta dos legisladores, ou seja, pelo menos 257 votos de deputados e 41 de senadores.

Para o vice-presidente da Câmara, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), a tendência é que o veto seja derrubado. “O projeto de desoneração da folha é crucial para esses 17 setores. […] Não é o melhor modelo, mas é o que foi possível, e isso trouxe um debate muito intenso no Congresso. Meu sentimento é que o Congresso tende a derrubar esse veto do presidente Lula”, afirmou.

Para o deputado Luciano Zucco (Republicanos-RS), o veto “é mais um grave erro da equipe econômica”. “Estamos falando de milhares de postos de trabalho que arriscam desaparecer. A conta é simples: se o emprego fica mais caro, nós teremos demissão em massa. Cabe ao Congresso consertar mais esse erro grosseiro. Certamente, vamos derrubar esse veto”, disse.

Entidades pressionam Congresso
Entidades representativas dos setores desonerados pressionam para que o veto caia e avaliam que 1 milhão de empregos estarão sob risco após o fim da validade da medida. A quantidade corresponde a 1.023.540 postos abertos de janeiro a junho de 2023, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Os setores da economia contemplados com a desoneração da folha de pagamento registraram crescimento na geração de empregos superior ao de áreas que não são atendidas pela medida. Segundo levantamento feito com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), de janeiro de 2018 a dezembro de 2022, as atividades incluídas na desoneração contrataram ao menos 1,2 milhão de trabalhadores, ao passo que os demais setores abriram 400 mil postos de emprego.

Quando a medida entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021 e foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). A atual desoneração acaba no fim deste ano.

Ao orientar pelo veto integral ao projeto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, alegou que a proposta é inconstitucional. Ele também se comprometeu a apresentar alternativas após a aprovação da reforma tributária e dos projetos que aumentam a arrecadação, como a taxação das apostas esportivas, dos investimentos de brasileiros no exterior (offshores) e de fundos exclusivos. Essas matérias devem entrar na pauta do Senado ainda nesta semana.

Como funciona?
A desoneração possibilita ao empregador optar por substituir a incidência da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários pela incidência sobre a receita bruta da empresa. Em vez de o empresário recolher 20% sobre a folha de pagamento do funcionário, o tributo pode ser calculado ao se aplicar um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia de 1% a 4,5%, a depender do setor.

A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos.

Fonte: r7

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