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Economia

Economia

Reforma tributária entra na reta final no Senado; CCJ planeja votá-la nesta terça-feira

por Redação 7 de novembro de 2023

A reforma tributária entra na reta final de discussão no Senado a partir desta terça-feira (7), com previsão de votação do texto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Já há o compromisso do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de pautar a matéria no plenário na sequência e votar em dois turnos até quinta-feira (9). Por ter sido modificada pelos senadores, a proposta precisará voltar para uma reanálise da Câmara. Mesmo assim, a expectativa é de promulgação do texto ainda neste ano.

“Nós temos maturidade para poder aprovar uma reforma tributária que, se não resolve todos os problemas, chegou no ponto máximo de diálogo, de amadurecimento, de participação de todos”, afirmou Pacheco nesta segunda-feira (6). Ele disse que ainda há uma intensa negociação política no Senado sobre o tema.

Para garantir apoio, o relator da reforma no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), afirmou que acolheu mais de 250 sugestões ao parecer, de um total de aproximadamente 700 emendas. “Foi um relatório construído a muitas mãos, ouvindo a sociedade civil, setores produtivos, governadores, prefeitos, e também em uma grande articulação com o governo federal”, disse. Em meio às discussões finais, Braga mostrou-se otimista. “Estamos muito próximos de fazer história”, disse.

A reforma também conta com aval da equipe econômica do governo federal. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou nesta segunda-feira (6) que o texto traz previsibilidade, mas que, “na lente do ideal, seria nota 7 ou 7,5”. “À luz da situação atual, a matéria nos levará para uma situação muito elevada”, avaliou o ministro, sinalizando que o sistema atual tem nota de 1 ou 2″. “Não é uma reforma, é uma construção que está sendo feita para aproximar o país ainda mais da realidade do mundo desenvolvido.”

Na Câmara dos Deputados, também há a avaliação de que será possível garantir a promulgação do texto até o fim do ano. O relator da reforma tributária na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), tem reafirmado essa previsão, mas diz que há pontos no novo relatório que, quando chegarem à Casa, ainda serão avaliados. Por ser uma proposta de emenda à Constituição (PEC), o texto fica indo e voltando de uma Casa a outra até que haja consenso.

Entenda
O texto prevê uma verba de R$ 60 bilhões para o Fundo de Desenvolvimento Regional e uma trava para a carga tributária, além de um regime diferenciado para profissionais liberais, como advogados, engenheiros, contadores e médicos.

Em relação às alíquotas, está prevista a cobrança reduzida dos tributos sobre serviços de transporte coletivo de passageiros rodoviário e metroviário; produtos e insumos agropecuários; e produtos de limpeza, cuidado básico à saúde menstrual e higiene pessoal consumidos por famílias de baixa renda.

O relatório também prevê a redução dos poderes do Conselho Federativo — que seria o órgão responsável por fazer a arrecadação e a distribuição do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que deve substituir os atuais tributos estadual (ICMS) e municipal (ISS) —, transformando-o em um comitê gestor; e limitações ao Imposto Seletivo (IS).

Fonte: r7

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Economia

Desenrola Brasil renegocia R$ 22,5 bilhões em dívidas, diz governo

por Redação 6 de novembro de 2023

O Desenrola Brasil ajudou a renegociar mais de R$ 22,5 bilhões em dívidas, entre julho e o dia 2 de novembro. Os dados são do Ministério da Fazenda.

Essa soma inclui os valores renegociados diretamente com os bancos, na primeira fase do programa (Faixa 2), e os acordos feitos diretamente pelo site da iniciativa, lançado no dia 9 do mês passado.

Na primeira etapa, 2,2 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo Desenrola; 2,8 milhões de contratos foram rediscutidos. Além disso, 10 milhões de registros de dívidas de no máximo R$ 100 foram automaticamente “desnegativados”. Por sua vez, esta segunda fase já contemplou 590 mil consumidores e 1 milhão de débitos.

Na Faixa 2 estão pessoas físicas com renda acima de dois salários mínimos (R$ 2.640) e até R$ 20 mil que têm dívidas em banco sem limite de valor.

Elas entram em contato com as instituições por meio de seus canais de atendimento a clientes e avaliam as condições, que mudam de acordo com a empresa.

Já as renegociações desta Fase 1 são voltadas a cidadãos que ganham até dois salários mínimos ou que estejam inscritos no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal) e tenham dívidas de até R$ 5.000.

Anteriormente, as informações estavam sendo levantadas pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Segundo a última divulgação da entidade, os bancos haviam renegociado R$ 15,8 bilhões até o dia 29 de setembro somente na Faixa 2.

O que é e como participar
O Desenrola Brasil é um programa de renegociação de dívidas idealizado pela equipe econômica do ministro Fernando Haddad. A ideia é que, com débitos quitados, a população brasileira consuma mais e movimente as finanças do país.

O único meio que o cidadão tem para consultar as propostas de renegociação de cada credor e aceitar ou não o desconto oferecido é a plataforma do programa, no endereço desenrola.gov.br. Para ter acesso a ela, é preciso estar cadastrado no sistema gov.br, do governo federal, e ter conta de nível prata ou ouro.

Fonte: r7

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Economia

Taxas do cartão e cheque especial ficam mais baixas com corte da Selic; veja o que muda

por Redação 3 de novembro de 2023

O Copom (Comitê de Política Monetária), do BC (Banco Central), cortou a taxa Selic em 0,5 ponto percentual nesta quarta-feira (1º). O novo patamar, de 12,25% ao ano, que representa o menor nível em um ano e meio, já começou a valer.

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e o principal instrumento de política monetária do BC no controle da inflação.

Por influenciar todas as taxas de juros do país, como a do rotativo do cartão de crédito e a do cheque especial, ela tem um peso no bolso do consumidor quando se trata de empréstimos, financiamentos e aplicações financeiras.

Ou seja, com o corte do Banco Central, essas movimentações deverão ficar mais baratas. Dessa forma, a autoridade monetária incentiva o consumo, o investimento e o aquecimento da economia brasileira de uma forma geral. Na teoria, o crédito fica mais acessível, e o brasileiro volta a comprar.

Conforme simulações da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), o corte de 0,5 ponto percentual da Selic reduz de 432,24% para 430,02% a cobrança anual do rotativo do cartão de crédito. Já para aqueles que caírem no cheque especial, a taxa de juros passa de 150,98% para 149,87% ao ano.

Uma situação prática: quem for ao banco simular um empréstimo para comprar um carro poderá ver o plano falhar se a Selic subir no mês seguinte. Isso porque o aumento da taxa fará com que o valor das prestações fique acima daquele originalmente observado na simulação, o que pode forçar o consumidor a repensar o empréstimo e a compra.

No cenário oposto, de Selic mais baixa, a intenção do Copom é estabelecer uma política monetária para estimular o consumo e a economia ao baixar os juros ao consumidor.

Em um linguajar popular, a Selic é o preço do dinheiro. Se o dinheiro está “barato demais”, ou seja, com uma taxa muito baixa, as pessoas vão consumir além do nível em condições normais. Como consequência, a tendência é haver aumento generalizado dos preços. Essa, inclusive, é a “definição de inflação” mais aceita entre os economistas.

Nesse sentido, vale lembrar que o processo inflacionário é prejudicial principalmente para os mais pobres. Isso porque, numa explicação geral, eles são os que mais sentem o peso do aumento de preços no bolso.

O responsável por decidir o patamar da taxa Selic é o Copom. Ele é composto atualmente de nove economistas, que são diretores do Banco Central, além do presidente da autarquia. O Comitê se reúne a cada 45 dias.

De forma objetiva, o Copom precisa pelo menos se aproximar da meta de inflação, que hoje é de 3,25% ao ano. Ela tem margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, a variação do objetivo vai de 1,75% a 4,75%.

A meta é definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), que hoje é formado por Fernando Haddad (ministro da Fazenda), Simone Tebet (ministra do Planejamento) e Roberto Campos Neto (presidente do BC).

Fonte: r7

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Economia

Massa salarial dos brasileiros atinge R$ 293 bi, o maior valor da história

por Redação 3 de novembro de 2023

A massa de rendimento salarial paga aos trabalhadores brasileiros cresceu de novo e fechou o terceiro trimestre deste ano em R$ 293 bilhões. O valor, 2,7% maior do que o estimado nos três meses anteriores, renova o maior patamar da série história, iniciada em 2012.

O resultado recorde, apurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), acompanha a evolução do rendimento médio dos trabalhadores, que finalizou o período em R$ 2.982, alta de 1,7% em relação ao trimestre encerrado em junho. A remuneração é a maior desde março de 2021 (R$ 2.992).

Adriana Beringuy, coordenadora da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), explica que os dados refletem a expansão da população ocupada, que também figura no maior nível da série histórica, com 99,8 milhões de profissionais.

“Essa alta [da massa de rendimento] pode ter influência da maior participação de trabalhadores formais no mercado de trabalho, que têm, em média, rendimentos maiores”, analisa a pesquisadora. Na comparação com o terceiro trimestre de 2022, a massa salarial evoluiu 5%, o equivalente a um acréscimo de R$ 14 bilhões.

Salários
A evolução salarial dos trabalhadores no terceiro trimestre foi puxada pelo aumento das remunerações médias pagas pela indústria (5,3%, ou mais R$ 149) e administração pública (1,7%, ou mais R$ 71). As demais atividades não apresentaram variações significativas.

Na análise por categoria de ocupação, os destaques ficam por conta dos profissionais com carteira de trabalho assinada (1,9%, ou mais R$ 51), funcionários do setor público, inclusive servidor estatutário e militar (2,1%, ou mais R$ 93), e trabalhadores por conta própria (2,3%, ou mais R$ 54).

Nas comparações com o mesmo período do ano passado, todas as posições apresentaram aumento salarial. Entre os setores, o avanço mais relevante no salário médio, de 12,3% (R$ 219), foi embolsado pelos profissionais que atuam no ramo de alojamento e alimentação.

Fonte: r7

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Economia

Cúpula da Frente Parlamentar de Comércio e Serviços defende o parcelamento sem juros no cartão

por Redação 1 de novembro de 2023

Os presidentes da Frente Parlamentar de Comércio e Serviços na Câmara dos Deputados e no Senado se manifestaram nesta terça-feira (31) a favor da continuidade do parcelamento sem juros em compras feitas no cartão de crédito. O deputado Domingos Sávio (PL-MG) e o senador Efraim Filho (União-PB) afirmaram que vão trabalhar para evitar que essa forma de pagamento seja alterada.

“Imagina se, ao invés disso [pagar parcelado], você tem que ir ao banco pedir dinheiro emprestado? Aí o juro arrebenta. Nós vamos continuar lutando para defender o consumidor e o lojista, mantendo o parcelado sem juros. Sem juro nenhum. Você usa o cartão de crédito, parcela e não tem acréscimo nenhum na sua compra. É isso que nós estamos defendendo e vamos continuar defendendo”, afirmou Sávio.

O senador Efraim Filho (União Brasil-PB) acrescentou que “vai lutar ao máximo para poder preservar essa cultura”. “Temos uma visão que é pelo olhar do consumidor, de proteger o consumidor, deixar juro o menor possível, preservando uma cultura que é própria nossa, do brasileiro, do parcelado sem juros. É assim que muitas famílias se programam para fazer a aquisição de bens para sua residência, para comprar remédio na farmácia, para fazer reforma na sua casa. Diversas atividades do dia a dia do brasileiro são feitas na forma do parcelamento sem juros”, ressaltou.

A possibilidade de limitar essa forma de pagamento foi mencionada pela primeira vez pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em audiência no Senado em agosto. Desde então, diversas entidades têm criticado a ideia, como a Associação Brasileira de Internet (Abranet). Segundo ela, “as compras parceladas são o motor do consumo no Brasil [50% do volume de cartões, atingindo R$ 1 trilhão ao ano, equivalente a 10% do PIB]”.

Além disso, a associação de consumidores Proteste enviou uma nota ao presidente do Conselho Monetário Nacional (CMN) e ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em que criticava o fim do parcelamento sem juros.

“A entidade esclarece que o parcelamento sem juros no cartão de crédito substituiu, com mais segurança, o sistema de crediário. O parcelamento sem juros é uma modalidade que, na prática, veio substituir o tradicional crediário, no qual as operações de compras a prazo se davam diretamente no estabelecimento varejista escolhido pelo consumidor para as suas compras”, diz o texto.

Fonte: r7

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Economia

Banco Central começa reunião que vai derrubar a taxa básica de juros ao menor nível em um ano e meio

por Redação 31 de outubro de 2023

Após reduzir a taxa básica de juros nos últimos dois encontros, o Copom (Comitê de Política Monetária), do BC (Banco Central), volta a realizar nesta terça-feira (31) a reunião que deve resultar na redução da taxa Selic ao menor patamar em um ano e meio.

Segundo expectativas sinalizadas pelo mercado financeiro, a taxa básica de juros deve recuar 0,5 ponto percentual pela terceira vez seguida, de 12,75% para 12,25% ao ano, o menor nível desde março de 2022 (11,75% ao ano).

Nesta terça-feira, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e os oito diretores da autoridade monetária realizam apresentações técnicas sobre as perspectivas da economia e o comportamento do mercado financeiro.

Na ata da última reunião, quando decidiu cortar a Selic para 12,75% ao ano, o Copom (Comitê de Política Monetária) sinalizou a previsão de novos cortes de 0,5 ponto percentual da taxa básica de juros para os próximos meses. No entanto, o grupo diz ser pouco provável elevar o ritmo de corte dos juros básicos.

“O Comitê julga como pouco provável uma intensificação adicional do ritmo de ajustes, já que isso exigiria surpresas positivas substanciais que elevassem ainda mais a confiança na dinâmica desinflacionária prospectiva”, avalia o documento.

Para os próximos anos, o mercado financeiro espera pela manutenção dos cortes de juros. As previsões mais recentes, no entanto, estimam que o ciclo de queda da taxa básica de juros será menos intenso, com a chegada da Selic a 9,25% ao ano em 2024 e 8,75% ao ano, em 2026.

Selic
A taxa básica de juros é a mais baixa da economia e funciona como forma de piso para os demais juros cobrados no mercado. A Selic é usada nos empréstimos entre bancos e nas aplicações que as instituições financeiras fazem em títulos públicos federais.

Em linhas gerais, é a taxa Selic que os bancos pagam para pegar dinheiro no mercado e repassá-lo a empresas ou consumidores em forma de empréstimos ou financiamentos. Por esse motivo, os juros que os bancos cobram dos consumidores são sempre superiores à Selic.

A taxa básica também serve como o principal instrumento do BC para manter a inflação sob controle, perto da meta estabelecida pelo governo. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam alternativas de investimento.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando os juros básicos são reduzidos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo.

Fonte: r7

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Economia

Mudança de embalagem faz produto ficar até 18% menor e 20% mais caro

por Redação 30 de outubro de 2023

Mudar a embalagem de produtos reduzindo a quantidade, o volume ou o peso do que vem dentro dela não é uma estratégia nova da indústria, mas está cada vez mais frequente. Um levantamento feito a partir de 40 milhões de notas fiscais de compras no primeiro semestre deste ano, em um supermercado online, mostra que as mercadorias chegam a perder 18% de seu conteúdo, o que leva o preço por quilo a subir até 20%.

As empresas agem dessa forma para driblar os aumentos nos custos de produção, como o encarecimento das matérias-primas, mas sem repassar a elevação diretamente ao consumidor. Assim, aparentemente, ela consegue manter os preços mais ou menos estáveis, o que evita uma possível troca de marca, caso o cliente opte por comprar uma mercadoria mais barata. Mas, como ele leva uma quantia menor para a casa, na verdade, está pagando mais caro. É o que se chama de reduflação.

“Ela é mais frequente na indústria alimentícia e na de produtos de limpeza, e continua ao longo do tempo. O mais lógico seria o preço diminuir quando houvesse uma redução de volume ou peso de um produto”, afirma Anna Carolina Fercher, head of sucess insights da Horus Inteligência de Mercado, empresa que realizou o levantamento dos dados.

“Quando há elevação dos custos, o mercado tem duas opções: repassar a alta para o consumidor, no preço da mercadoria, ou diminuir a embalagem, e essa decisão depende de cada segmento e de cada empresa”, diz a profissional, responsável pelas ações de inovação da Horus.

Para a especialista, a reduflação, que é uma tentativa de disfarçar a inflação que age sobre os mais diversos produtos, não é aplicada de maneira transparente ao consumidor. “Existem obrigações que as marcas têm de cumprir, um tempo mínimo em que a informação da mudança de peso ou quantidade precisa ficar nas embalagens, mas há uma parte das indústrias que não segue as regras como deveria”, afirma.

Segundo o estudo, o chocolate foi o produto que teve, ao mesmo tempo, a maior redução de peso e o maior aumento de preço. No primeiro semestre de 2023, os produtos dessa categoria, que engloba bombons, barras de chocolate e tabletes, entre outras variedades, sofreram um corte de 18,5% em volume e tiveram aumento de 10% no preço por quilo.

Anna diz que, em alguns produtos, é mais fácil perceber esse tipo de alteração, como nas barras de chocolate, que apresentam as maiores variações ao longo do tempo: já pesaram 200 g, passaram para 100 g e hoje algumas têm 90 g, outras 80 g.

“Já no sabão em pó ou no papel higiênico, fica mais difícil notar a diminuição. A dona de casa só percebe a mudança quando vê o produto acabar antes do fim do mês. No caso do sabão em pó, a indústria ainda justificou a redução ao dizer que o tamanho menor era devido a uma fórmula nova, com maior rendimento”, conta a especialista.

Anna diz que, para identificar se está pagando mais caro do que antes, o consumidor precisa calcular o preço por quilo do produto. Por exemplo, para uma barra de chocolate que pesava 100 g e custava R$ 6, o preço por quilo é R$ 60, já que 100 g correspondem a 0,1 kg, então, nesse caso, basta multiplicar por dez. Se a barra ficar menor, com 80 g (ou 0,08 kg), e a marca disser que o preço não vai sofrer reajuste, na nova embalagem ela deverá custar R$ 4,80 (o resultado de R$ 60 vezes 0,08 kg).

Outras mercadorias que sofreram redução, identificadas no levantamento da Horus, foram:

  • sabonete: -9% em volume; +13,8% no preço por unidade;
  • sabão em pó para roupas: -10,5% em volume; +20% no preço por quilo;
  • molho de tomate: -9,5% no volume; +7,8% no preço por quilo;
  • suco pronto: -8,9% no volume; +11,7% no preço por litro;
  • biscoito: -11,9% no volume; +11,9% no preço por quilo.

Além de pesar no bolso, a diminuição das embalagens tem outra consequência sobre o consumidor: “A menor quantidade faz a compra não durar até o fim do mês, antecipando a necessidade de repor o que já acabou, e o efeito disso é o já observado crescimento das compras de emergência”, explica Anna.

Ou seja, a reduflação não representa economia para o consumidor e ainda pode fazê-lo ter de ir mais vezes ao supermercado.

Quais são as regras?
O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) diz que as empresas têm o direito de mudar a quantidade ou os ingredientes de um produto. Entretanto, a lei brasileira exige que o consumidor seja avisado sobre qualquer alteração, por meio de um alerta explícito, sem a possibilidade de gerar nenhum tipo de dúvida.

Para as pessoas terem tempo suficiente para perceber e entender que o produto que ela estava acostumada a comprar antes não é mais o mesmo, o aviso tem que ficar na embalagem ou no rótulo da mercadoria por seis meses, como consta no Código de Defesa do Consumidor e na portaria nº 392, de 29 de setembro de 2021, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O documento, publicado pelo Ministério Justiça, especifica que as empresas devem escrever sobre a mudança nas embalagens em letras maiúsculas, negrito, com contraste de cores e em um tamanho que não dificulte a visualização.

Segundo o Procon-SP, as alterações na quantidade de um produto têm de constar na parte frontal (principal) do rótulo, de forma destacada e clara, em local de fácil visualização e com caracteres legíveis. É obrigatório detalhar a quantidade de produto existente na embalagem antes da alteração, a quantidade depois dela e a quantidade de redução do produto, em termos absolutos e percentuais.

As empresas que não comunicam as alterações no conteúdo das embalagens podem ser autuadas e multadas. Para os órgãos de defesa do consumidor, a informação é a principal ferramenta que o cidadão pode usar para consumir de forma mais consciente.

Reclamações nas redes sociais
A partir de 2018, as queixas sobre reduções de embalagens ficaram mais comuns na internet, principalmente nas redes sociais. Além dos chocolates, o papel higiênico passou por cortes: algumas marcas, que tinham rolos de 40 metros, começaram a vender pacotes com rolos menores, de 30 metros.

Com a pandemia da Covid-19, vieram muitas reduções: em pão de fôrma, leite em pó, biscoitos, paçoquinha, açúcar, sabão em barra, sabão em pó e até caixa de fósforos.

No ano passado, foi a vez de molho de tomate pronto, de achocolatado e de alguns biscoitos tradicionais ficarem menores, como um, muito conhecido, recheado com goiabada, e outros, do tipo wafer, que perderam 60 g. Em todas as ocasiões, as empresas disseram estar cumprindo as exigências legais.

Fonte: r7

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Economia

Black Friday deve render R$ 7,1 bilhões ao comércio eletrônico

por Redação 27 de outubro de 2023

A Black Friday de 2023, que será realizada no dia 24 de novembro, deve gerar ganhos de R$ 7,1 bilhões para o comércio online, estima a ABComm (Associação Brasileira do Comércio Eletrônico). Com isso, o faturamento pode ser cerca de 17% maior que o do ano passado, quando chegou a R$ 6,05 bilhões e o número de vendas cresceu 3,07%. O desejo do setor é alcançar a taxa de aumento de vendas de 2021, de 15,5%.

“A nossa perspectiva é que a Black Friday deste ano retome a proporção das vendas de 2021, considerando que 2022 foi um período atípico e abaixo das expectativas. Assim, para 2023, esperamos que as vendas voltem a crescer conforme as projeções da ABComm [17%]”, comenta Mauricio Salvador, presidente da associação.

Além das categorias principais, como eletrônicos, eletrodomésticos e moda, o segmento de perfumaria, cosméticos e beleza está entre os que mais cresceram em número de buscas na internet nos últimos meses, diz a ABComm.

“Apostar nesses segmentos para a composição de um mix de produtos pode ser uma boa alternativa. Estamos próximos do verão e das férias de fim de ano, o que mostra que vale a pena investir em itens voltados à proteção solar e aos cuidados com a pele”, sugere Salvador.

Veja a seguir o histórico de crescimento da proporção de vendas nos últimos seis anos:

A informação da ABComm sobre as categorias mais procuradas pelo consumidor é confirmada por um levantamento realizado pelo Google, divulgado na última quarta-feira (25). Ele considera os termos mais pesquisados pelos usuários da página de buscas da empresa de tecnologia relacionados a produtos de consumo, no terceiro trimestre deste ano

Na comparação com o mesmo período de 2022, foi observado um aumento de 114% na procura de produtos com intenção de compra e que se enquadram nos critérios de “interesse pré-Black Friday”, informou a equipe de comunicação do Google. Além disso, as buscas pela data cresceram 24% no Brasil, na mesma comparação.

O que mais chama atenção nos resultados do levantamento, segundo o gigante americano, é o aparecimento de novas categorias de produtos entre as possibilidades de compras para a principal data de descontos do comércio no ano. Suplementos alimentares, produtos de limpeza e bebidas entraram na lista de desejos pela primeira vez, e com uma porcentagem importante dos dados.

O estudo do Google incluiu também uma enquete com usuários do site, que revelou que 67% dos brasileiros pretendem fazer compras na época de descontos, e sete de cada dez querem gastar o mesmo ou um pouco a mais do que no ano anterior

Com a enquete, a empresa chegou às categorias que estão no top 5 das intenções de compras. A seguir estão os itens mais citados como resposta para a pergunta: produto(s) de qual(is) categoria(s) você pretende comprar na Black Friday?

. roupas e acessórios;
. calçados;
. eletroeletrônicos;
. celulares; e
. eletrodomésticos.

As análises revelam que, em 2023, o consumidor vai refinar suas escolhas, e cada pessoa deve comprar de apenas quatro categorias, disseram os responsáveis pelo levantamento.

Outras informações importantes são: cerca de 91% dos compradores vão usar plataformas online para consultar preços, descontos e produtos; e a maioria já escolheu o produto que quer comprar, mas ainda não definiu a marca nem a loja, elementos que serão julgados de acordo com as promoções encontradas.

Na avaliação do Google, o brasileiro está mais online e faz mais pesquisas na internet antes de tomar decisões de compras, e um dos motivos para isso é o fato de haver mais empresas de ecommerce, uma variedade que incentiva a concorrência, de um lado, e a busca pelas melhores oportunidades, de outro.

Apresentando esse levantamento, a companhia diz que acredita estar fazendo a sua parte para que o varejo possa se recuperar, fornecendo informações para os comerciantes criarem estratégias para acelerar seus negócios na Black Friday.

Fonte: r7

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Economia

Combustíveis ficam mais baratos, e prévia da inflação perde força em outubro

por Redação 26 de outubro de 2023

A prévia da inflação oficial do Brasil desacelerou e avançou 0,21% em outubro, ante alta de 0,35% apurada no mês passado, mostram dados revelados nesta quinta-feira (26) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a variação, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) agora acumula alta de 5,05% nos últimos 12 meses e continua acima do teto da meta perseguida pelo governo, de 4,75%. No ano, a variação da inflação é de 3,96%.

No mês, o resultado do índice foi bastante influenciado pela alta no preço das passagens aéreas, que subiu 23,75%. Já os combustíveis aparecem 0,44% mais baratos, com recuo no preço da gasolina (-0,56%), do etanol (-0,27%) e do gás veicular (-0,27%). Dentro do grupo, apenas o óleo diesel (1,55%) registrou alta.

As variações fazem do segmento de transportes aquele com a maior alteração (+0,78%) em outubro. Além da passagem aérea, somente transporte por aplicativo (+5,64%) e emplacamento e licença (+1,64%) registraram altas. A inflação do táxi (+0,31%) foi motivada por reajuste de 200% em Porto Alegre (3,59%).

Os itens do grupo de habitação registraram aumento de 0,26% nos preços. Entre as variações, destacam-se as altas do gás de botijão (+1,24%) e do aluguel residencial (0,29%). Por outro lado, a energia elétrica residencial registrou queda de 0,07%.

Já em saúde e cuidados pessoais (+0,28%), o subitem plano de saúde registrou alta de 0,77%, enquanto os artigos de higiene pessoal subiram 0,05%, influenciados pelas altas do perfume (+1,24%) e dos produtos para cabelo (+0,45%).

Alimentos em queda
Entre os dois grupos que apresentaram queda, a influência mais relevante foi de alimentação e bebidas (-0,31%), que recuaram pelo quinto mês consecutivo. O subgrupo alimentação no domicílio, com recuo de 0,52%, mostrou desaceleração ante o mês anterior (-1,25%) e exerceu importante impacto no resultado do grupo.

Entre os subitens, destacam-se as quedas do leite longa vida (-6,44%), além do recuo nos preços do feijão-carioca (-5,31%), do ovo de galinha (-5,04%) e das carnes (-0,44%). Já o arroz (3,41%) e as frutas (0,71%) subiram de preço no mês.

No campo da alimentação fora de casa, os preços subiram 0,21%, alta que corresponde a uma desaceleração em relação a setembro (0,46%). A alta da refeição (0,22%) foi menos intensa que a do mês anterior (0,35%). Já o preço do lanche, que recuou 0,11%, registra queda de preços após alta em setembro (0,74%).

Fonte: r7

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Economia

Justiça libera mais R$ 1,9 bilhão de atrasados a aposentados do INSS

por Redação 25 de outubro de 2023

O CJF (Conselho da Justiça Federal) liberou mais R$ 1,9 bilhão em atrasados para beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que conseguiram a concessão ou a revisão do benefício na Justiça. O valor corresponde a ações previdenciárias e assistenciais, como revisão de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios, de 95.504 processos, destinados a 122.720 beneficiários.

O pagamento será feito de acordo com o cronograma de cada TRF (Tribunal Regional Federal). O montante é referente às RPVs (requisições de pequeno valor) de julho deste ano.

As RPVs são valores atrasados de até 60 salários mínimos — neste ano, até R$ 79,2 mil — pagos em ações propostas no Juizado Especial Federal. Acima desse valor, são os chamados precatórios.

No total, foram repassados aos Tribunais Regionais Federais R$ 2,3 bilhões, para quitar ações de 161.534 processos, com 199.559 beneficiários. A maior parte (R$ 1,9 bilhão) é para segurados da Previdência.

Para receber o pagamento, o processo precisa ter sido finalizado, sem possibilidade de recursos do INSS, o chamado trânsito em julgado. É preciso ainda que a Justiça tenha concedido a ordem de pagamento, a requisição ou a autuação do processo.

A consulta deve ser feita com o advogado responsável pela ação ou no site do Tribunal Federal, que mostrará a data em que a ordem de pagamento foi emitida pela Justiça.

O Conselho esclarece ainda que cabe aos TRFs, segundo cronogramas próprios, o depósito dos recursos financeiros liberados.

Com relação ao dia em que as contas serão efetivamente liberadas para saque, essa informação deve ser buscada na consulta de RPVs disponível no portal do Tribunal Regional Federal responsável.

O valor que será pago em cada região da Justiça Federal
TRF da 1ª Região (DF, MG, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP)

  • Geral: R$ 1.046.482.385,40
  • Previdenciárias/Assistenciais: R$ 905.762.766,36 (45.889 processos, com 53.001 beneficiários)

TRF da 2ª Região (RJ e ES)

  • Geral: R$ 183.681.354,26
  • Previdenciárias/Assistenciais: R$ 145.108.730,23 (6.341 processos, com 8.656 beneficiários)

TRF da 3ª Região (SP e MS)

  • Geral: R$ 320.027.721,89
  • Previdenciárias/Assistenciais: R$ 247.775.407,07 (8.163 processos, com 10.285 beneficiários)

TRF da 4ª Região (RS, PR e SC)

  • Geral: R$ 482.353.690,61
  • Previdenciárias/Assistenciais: R$ 422.258.108,09 (21.231 processos, com 28.149 beneficiários)

TRF da 5ª Região (PE, CE, AL, SE, RN e PB)

  • Geral: R$ 333.708.839,36
  • Previdenciárias/Assistenciais: R$ 277.752.030,87 (13.880 processos, com 22.629 beneficiários)

Fonte: r7

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