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Brasil

Brasil

Aposentados por faltas graves, magistrados recebem até R$ 140 mil com penduricalhos

por Redação 25 de fevereiro de 2026

Magistrados punidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com aposentadoria compulsória — a penalidade administrativa mais severa prevista para integrantes do Judiciário — continuam recebendo valores acima do teto constitucional de R$ 46,3 mil. Em alguns casos, os contracheques chegam a quase R$ 140 mil líquidos, impulsionados por verbas adicionais classificadas como “direitos eventuais”, “direitos pessoais” e “indenizações”.

A legislação assegura a juízes e desembargadores aposentados compulsoriamente por faltas graves o recebimento de salário proporcional ao tempo de serviço. No entanto, dados do painel de remunerações do CNJ mostram que esses valores são acrescidos de gratificações e benefícios sem detalhamento claro sobre origem ou finalidade.

Na segunda-feira (23), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão de verbas pagas a membros do Judiciário e do Ministério Público que não tenham respaldo em leis aprovadas pelo Congresso. A decisão se soma a entendimento anterior do ministro Flávio Dino, que suspendeu penduricalhos sem previsão legal em todo o serviço público. O tema está em debate no plenário do STF nesta quarta-feira (25).

Entre 2012 e 2025, dois juízes e dois desembargadores foram aposentados compulsoriamente pelo CNJ após denúncias de assédio sexual, importunação ou omissão diante de exploração sexual de adolescente: Marcos Scalercio, Orlan Donato Rocha, Hélio Maurício de Amorim e Carlos Prudêncio. Apesar de afastados, todos continuam recebendo remunerações superiores ao teto, em alguns meses até três vezes maiores.

Marcos Scalercio, punido em 2023 por assédio e importunação sexual, teve o salário reduzido para cerca de R$ 18 mil mensais, mas recebeu quase R$ 150 mil adicionais desde junho daquele ano. Em dezembro de 2025, além de licença-prêmio indenizada de R$ 18 mil, houve pagamento retroativo de R$ 36 mil não especificado.

O desembargador Hélio Maurício de Amorim, aposentado em 2012 por assédio sexual, acumulou R$ 3,6 milhões em direitos eventuais e indenizações desde 2017. Em abril de 2022, apenas rubricas classificadas como “URV” e “decisão STF” superaram R$ 100 mil. Naquele mês, o rendimento líquido ultrapassou R$ 140 mil, mais que o triplo do teto da época.

Orlan Donato Rocha, punido em dezembro de 2025 por conduta considerada abusiva no ambiente de trabalho, continuou recebendo auxílio-alimentação por mais de um ano mesmo afastado preventivamente. O benefício foi mantido pelo TRF-5 apesar de entendimento posterior do CNJ de que não cabe indenização a quem não está em exercício.

Já o desembargador Carlos Prudêncio, punido em 2014 por omissão diante da exploração sexual de uma adolescente, recebeu R$ 2,8 milhões em verbas adicionais desde 2017. Entre agosto de 2024 e janeiro de 2026, sua remuneração líquida superou R$ 100 mil mensais, chegando a R$ 140 mil em dezembro de 2025.

Especialistas apontam falta de transparência na concessão dos chamados penduricalhos. Taciana Santos de Souza, do grupo JUSTA, afirma que há recorrência na aprovação de benefícios pagos retroativamente, sem clareza sobre os critérios que permitem que magistrados punidos continuem recebendo valores elevados.

O g1 tentou contato com as defesas dos magistrados citados e com os tribunais envolvidos, mas não obteve retorno até a última atualização.

Fonte: G1

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Polícia Federal

PF mira suposto esquema bilionário de desvio de emendas e atinge ex-senador e filhos

por Redação 25 de fevereiro de 2026

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) a Operação Vassalos para investigar uma organização criminosa suspeita de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro com recursos de emendas parlamentares. Segundo a PF, o esquema pode ter movimentado bilhões de reais.

Entre os alvos estão o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e os filhos Miguel Coelho, ex-prefeito de Petrolina, e o deputado federal Fernando Filho (União-PE). De acordo com o blog da Camila Bomfim, as apurações envolvem suspeitas de negócios irregulares custeados com verbas de emendas parlamentares destinadas à prefeitura de Petrolina (PE).

Ao todo, estão sendo cumpridos 42 mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal.

A defesa do ex-senador e do deputado informou que ainda não teve acesso à decisão do ministro Flávio Dino e que os mandados foram cumpridos sem que os motivos das medidas cautelares fossem apresentados. Segundo os advogados, após o acesso aos autos, haverá manifestação.

De acordo com a Polícia Federal, a investigação indica que a organização direcionava licitações para empresa vinculada ao grupo investigado. Em seguida, os recursos desviados seriam utilizados para pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio, caracterizando também lavagem de dinheiro.

A operação amplia o cerco sobre o uso de emendas parlamentares e reacende o debate sobre mecanismos de controle e transparência na destinação de recursos públicos.

Fonte: G1

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Segurança

Vereadora atropela namorado após relatar agressões na Grande SP

por Redação 25 de fevereiro de 2026

A vereadora Aline Santos (MDB), de 36 anos, relatou ter sido agredida com socos e chutes pelo namorado, Bruno Marcelo Araujo de Souza, na manhã de 25 de dezembro do ano passado, em Embu das Artes, na Grande São Paulo. Após o episódio, ela atropelou o homem com o próprio carro. O g1 e a TV Globo tiveram acesso às imagens do caso nesta semana.

Segundo o boletim de ocorrência, o fato ocorreu por volta das 5h, na Estrada de Itapecerica Campo Limpo. A parlamentar afirmou que o casal havia saído para andar de moto, mas que, em determinado momento, Bruno parou o veículo e a deixou sozinha na via pública.

Ao retornar, ele teria iniciado as agressões após ser questionado sobre o motivo de tê-la deixado no local. Conforme o registro policial, Aline sofreu lesões no nariz e na face, além de escoriações nos braços e nas pernas.

Depois das agressões, a vereadora disse que entrou em seu carro para deixar o local. Nesse momento, segundo seu depoimento à Polícia Civil, Bruno teria parado a motocicleta em frente ao veículo, quando ela arrancou em direção ao homem.

As imagens mostram o motociclista seguindo em um sentido, em velocidade constante. Segundos depois, o carro de Aline surge na direção contrária. O veículo é lançado em direção ao homem, que rola sobre o capô e cai no asfalto. Na sequência, o carro passa por cima da motocicleta, que estava sobre ele. Após o atropelamento, o homem permanece caído no chão, sem conseguir se levantar.

Ainda de acordo com o depoimento da vereadora, Bruno teria fugido levando o celular dela e, com o aparelho, enviado mensagens à assessoria parlamentar afirmando que mataria Aline caso ela registrasse ocorrência.

O caso foi registrado na Delegacia de Embu das Artes como lesão corporal, ameaça e violência doméstica, com base na Lei Maria da Penha.

O g1 não conseguiu contato com o acusado, e a vereadora não quis se manifestar. A Câmara Municipal de Embu das Artes também foi procurada, mas não respondeu até a última atualização. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Embu das Artes, que instaurou inquérito e realiza diligências para esclarecer os fatos.

Fonte: G1

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Brasil

STJ encerra ação e mantém condenação de R$ 200 mil contra Carlinhos Maia por piada sobre má-formação

por Redação 25 de fevereiro de 2026

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) encerrou a ação que condena o influenciador Carlinhos Maia ao pagamento de R$ 200 mil por danos morais após piada sobre a formação óssea de um morador de Mato Grosso. O processo transitou em julgado na última sexta-feira (20), encerrando as possibilidades de recurso no âmbito do STJ.

O g1 tenta localizar a defesa de Carlinhos Maia.

Em dezembro, a Terceira Turma do Supremo Tribunal já havia decidido, por unanimidade, não reconhecer o pedido de liminar apresentado pela defesa do influenciador, que considerava o valor da indenização exorbitante. Com isso, foi mantida integralmente a condenação.

O caso teve origem em 2023, quando Carlinhos Maia comparou um procedimento estético que realizou à má-formação de Luiz Antônio, de 31 anos. À época, o morador de Mato Grosso lamentou o episódio. O influenciador pediu desculpas e afirmou que não teve intenção de ofender.

Sobre a condenação, Carlinhos declarou que o valor fixado era “estranho e absurdo” e classificou a sentença como “injusta”, sob a justificativa de que a imagem de Luiz já circulava nas redes sociais há anos.

Luiz Antônio nasceu de parto normal e, durante o procedimento, o médico utilizou fórceps, instrumento empregado para auxiliar na retirada do bebê. A principal suspeita é de que o aparelho tenha causado fraturas nos ossos do rosto.

Em razão da má-formação, ele enfrentou dificuldades na fala e na alimentação e passou por seis cirurgias. Natural de Nortelândia, a 254 quilômetros de Cuiabá, mudou-se para a capital para realizar tratamento.

“Do meu lado esquerdo, eu não tenho prótese. Estou correndo atrás para fazer outra cirurgia para eu ficar melhor. Tenho dores fortes na mandíbula, porque estou sem a prótese de um lado”, relatou.

Há mais de dez anos, Luiz aguarda uma cirurgia orçada em R$ 471 mil para correção da mandíbula. Atualmente, trabalha como motorista particular em Cuiabá. Segundo o advogado de defesa, ele mora sozinho e conta com o apoio de amigos e familiares.

Fonte: G1

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Feminicidio

Mulher baleada por ex morre após três dias; medida protetiva havia sido negada em Botucatu

por Redação 25 de fevereiro de 2026

Morreu na noite desta terça-feira (24) Júlia Gabriela Bravin Trovão, de 29 anos, baleada pelo ex-marido no último sábado (21), em Botucatu (SP). Ela estava internada em estado gravíssimo no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) havia três dias. A instituição confirmou a morte e manifestou solidariedade aos familiares e amigos. O enterro está marcado para as 17h, no Cemitério Portal das Cruzes.

No ataque, o atual companheiro de Júlia, Diego Felipe Corrêa da Silva, de 34 anos, também foi baleado e morreu no local, na Avenida Cecília Lourenção, no Residencial Ouro Verde.

Segundo a polícia, após efetuar vários disparos contra o carro onde estavam Diego Felipe, Júlia e duas crianças — uma delas, filho do ex-casal, e a outra, filha do atual companheiro — o suspeito Diego Sansalone, de 38 anos, fugiu levando o menino de 8 anos. O veículo, atingido pelos tiros, colidiu contra um poste após o motorista perder o controle. Nenhuma das crianças foi baleada, mas a menina de 7 anos sofreu ferimentos leves na batida, foi atendida no pronto-socorro e liberada.

Dois dias antes do crime, na quinta-feira (19), o suspeito teria discutido com a ex-mulher na porta da escola da criança. O atual companheiro dela também foi ao local, e houve nova discussão. Após o episódio, Júlia registrou boletim de ocorrência e solicitou medida protetiva, que foi negada na sexta-feira (20), um dia antes do crime. O Tribunal de Justiça de São Paulo informou que casos envolvendo medidas protetivas tramitam sob segredo de Justiça.

Diego Sansalone foi preso no fim da tarde de domingo (22), em uma estrada rural entre Botucatu e Pardinho (SP). De acordo com a polícia, ele não resistiu e confessou o crime. A criança passou a noite com o pai e foi levada à Polícia Civil pelo avô paterno, também no domingo.

Antes da prisão, a Polícia Militar esteve na casa do suspeito, no bairro Recanto Azul, ainda no sábado, mas não encontrou ninguém. O imóvel estava aberto e com as luzes acesas. No local, foi apreendida uma caixa de pistola calibre 9 milímetros aberta, com estojos de munição deflagrados. A residência passou por perícia.

O caso foi registrado inicialmente como homicídio qualificado, tentativa de feminicídio, tentativa de homicídio contra menores de 14 anos e sequestro. Com a morte de Júlia, o crime passa a ser investigado como feminicídio.

Fonte: G1

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Feminicidio

Homem é preso após tentar matar ex a facadas em Guaianases; Grande SP registra três casos de feminicídio em 24 horas

por Redação 25 de fevereiro de 2026

A Polícia Civil prendeu na noite de segunda-feira (23) um homem de 37 anos acusado de tentar matar a ex-companheira, de 18 anos, a facadas no meio da rua, em Guaianases, na Zona Leste de São Paulo. O caso ocorre em meio a uma sequência de crimes contra mulheres na Grande São Paulo em um intervalo de 24 horas.

Alex Barbosa da Silva foi localizado a poucos metros do local onde câmeras de segurança o flagraram esfaqueando a jovem por volta das 19h, na Rua Carolina Brant. Ele já tinha histórico de violência doméstica. A defesa não foi localizada pela reportagem.

A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Geral de Guaianases e, segundo familiares, está fora de risco. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que a faca usada na tentativa de feminicídio foi apreendida. O caso foi registrado na 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), cuja autoridade policial solicitou a conversão da prisão em flagrante em preventiva, pedido aceito pela Justiça.

O episódio foi o terceiro registro de violência contra mulheres na Grande São Paulo em 24 horas. Em Itapecerica da Serra, a estudante de psicologia Vitória Silva de Oliveira Pedroso, de 20 anos, foi morta pelo ex-companheiro na segunda-feira. O corpo foi encontrado na Rua Júlio Manoel de Araújo, após uma discussão. Segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM), ela apresentava sinais de estrangulamento.

Bruno Rodrigo Martins, de 25 anos, fugiu de moto, mas foi preso em flagrante por feminicídio. Ao ser detido, afirmou que Vitória o havia traído e disse estar arrependido. A defesa também não foi localizada. De acordo com a Polícia Civil, Vitória tinha medida protetiva contra o ex, que acumulava passagens por agressão, lesão corporal e roubo.

A jovem participava do programa “Guardiã Maria da Penha”, que monitora mulheres com medidas protetivas. Um agente da GCM afirmou que, no dia 25 de janeiro, ela acionou o botão do pânico após agressão e Bruno foi conduzido à delegacia, permanecendo à disposição da Justiça. Posteriormente, Vitória mudou de endereço sem atualizar o cadastro. “Possivelmente, ela reatou com ele e esse endereço não estava cadastrado no nosso sistema. E na data de hoje fomos acionados por populares e encontramos a vítima sem vida”, disse o guarda.

Ainda na capital, na Zona Norte, Priscila Versão, de 22 anos, foi morta após ser espancada na segunda-feira. A mãe dela, Selma Alves Ribeiro da Silva, afirmou que a filha vivia um relacionamento abusivo e que já havia tentado convencê-la a se afastar do companheiro. Priscila trabalhava como autônoma e deixou três filhos, de seis anos, quatro anos e seis meses.

O companheiro dela, Deivit Bezerra Pereira, de 35 anos, foi preso em flagrante por feminicídio. Segundo familiares, o casal estava em uma festa na Avenida Julio Bueno, no Jardim Brasil, e a agressão teria ocorrido dentro do carro por volta das 4h30. Priscila foi levada ao Hospital Municipal Vereador José Storopoli, no Parque Novo Mundo, já sem sinais de vida e com marcas de agressão, hematomas e escoriações, além de sangramento no nariz e roupas com cheiro de gasolina, conforme o Guia de Encaminhamento de Cadáver.

De acordo com o boletim de ocorrência, Deivit chegou ao hospital ameaçando atear fogo ao próprio corpo. Depois, relatou que, após uma discussão em um pagode, teria comprado gasolina em um posto com intenção de se suicidar, mas desistiu. Disse ainda que, ao retornar ao bar, encontrou Priscila caída no chão com sangramento no nariz e a levou ao hospital.

Os casos reacendem o debate sobre a eficácia das medidas protetivas e da rede de proteção às mulheres, diante da escalada de feminicídios e tentativas de homicídio registradas em sequência na região metropolitana.

Fonte: G1

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Carnaval

Carnaval de SP tem recorde de público, menos furtos e falhas graves na estrutura

por Redação 25 de fevereiro de 2026

Vendido pelo prefeito Ricardo Nunes como “o maior carnaval do Brasil”, o carnaval de rua de São Paulo em 2026 reuniu cerca de 16,5 milhões de pessoas ao longo de oito dias de folia, com 627 blocos espalhados pela cidade. Entre megablocos com artistas como Ivete Sangalo, Pabllo Vittar e Pedro Sampaio e cortejos de bairro, a edição foi marcada por contrastes: queda nos furtos de celulares e movimentação bilionária no turismo, mas também superlotação, cortes de orçamento e críticas à infraestrutura.

Na avaliação de foliões, o evento foi mais seguro. Dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP) apontam 2.088 casos de roubo e furto de celulares entre 13 e 17 de fevereiro, média de 17 aparelhos por hora. No mesmo período do carnaval de 2025, foram 2.506 ocorrências — redução de 16%. Mais de 70 celulares foram recuperados e 94 pessoas presas por crimes como furto, roubo e adulteração de bebidas. O policiamento contou com agentes à paisana e fantasiados.

A programação trouxe grandes atrações. Ivete Sangalo estreou no pré-carnaval no circuito do Ibirapuera e, segundo a Polícia Militar, atraiu 1,2 milhão de foliões. A diversidade musical incluiu Michel Teló, Pabllo Vittar, Léo Santana, Alceu Valença, BaianaSystem, Banda Eva, Luísa Sonza, Thiago Abravanel, Lauana Prado e Gustavo Mioto. A cidade contou com 11 circuitos de megablocos, incluindo Ibirapuera, Faria Lima, Hélio Pellegrino, Consolação e Augusta.

No turismo, a Federação de Hotéis e Restaurantes do Estado de São Paulo (Fhoresp) estima que o carnaval injetou R$ 3,2 bilhões no setor de Alimentação Fora do Lar e R$ 567 milhões em Hospedagem, somando cerca de R$ 3,8 bilhões — 10% a mais que em 2025. A prefeitura não respondeu sobre a movimentação financeira no turismo até a última atualização.

Apesar dos números positivos, a organização foi alvo de críticas. A prefeitura reduziu de 24 mil para 16 mil as diárias de banheiros químicos. Foliões relataram filas longas e falta de limpeza, especialmente nos megablocos. No Ibirapuera, a equipe do g1 flagrou sanitários com capacidade máxima de armazenamento, inutilizáveis durante o bloco Vou de Táxi, com odor perceptível a metros de distância. A gestão afirmou ter feito “adequações na infraestrutura” sem prejuízo ao padrão da festa e informou que os preços unitários dos banheiros caíram em relação a 2025.

O orçamento destinado à estrutura do carnaval foi reduzido em R$ 12 milhões. O investimento caiu de R$ 42,5 milhões em 2025 para R$ 30,2 milhões em 2026 — retração de 29%. Desde 2024, a SPTuris é responsável pela infraestrutura e produção do evento. A prefeitura declarou que a estrutura estava projetada para atender integralmente o evento, que registrou recorde de blocos confirmados.

Os gradis voltaram a dividir opiniões. Utilizados para criar corredores de circulação e revista, eles foram cenário de superlotação no bloco do DJ Calvin Harris, na Rua da Consolação. Dezenas de pessoas passaram mal e houve relatos de dificuldade para encontrar rotas de fuga; alguns gradis foram derrubados. Especialistas ouvidos pelo g1 alertaram para riscos do confinamento de multidões em espaços estreitos e criticaram o uso de estruturas metálicas rígidas.

No fomento, apenas 100 dos 627 blocos receberam até R$ 25 mil cada, totalizando R$ 2,5 milhões. Organizadores consideram o valor insuficiente diante de custos que variam de R$ 5 mil a mais de R$ 700 mil. Muitos blocos dependem de festas pagas e patrocínios. Ricardo Nunes afirmou que organizadores precisam buscar recursos próprios, mas representantes de blocos tradicionais apontam dificuldade de competir com megablocos de artistas renomados.

O excesso de ambulantes também gerou tensão. Quinze mil vendedores se cadastraram. No circuito do Ibirapuera, trabalhadores acamparam nas proximidades para garantir acesso. Relatos apontam que dormiram no chão e dividiram quatro banheiros químicos no acampamento improvisado. A prefeitura informou que disponibilizou área após denúncias de venda de vagas na fila.

Houve ainda registros de violência. Vídeo mostrou policiais militares agredindo um homem no Ibirapuera, que, segundo boletim de ocorrência, teria assediado mulheres. As imagens mostram um PM aplicando um mata-leão até ele desmaiar. A SSP declarou que não compactua com excessos e informou que o homem foi detido após desacatar e agredir policiais. Em outro episódio, a Guarda Civil Metropolitana usou gás lacrimogênio e spray de pimenta após a dispersão do bloco Vai Quem Qué, no Butantã. A Secretaria Municipal de Segurança Urbana afirmou que houve resistência e arremesso de objetos, e que dois agentes ficaram feridos.

Entre recordes, redução de furtos e cenas de caos, o carnaval de’ rua de 2026 expôs o contraste entre números bilionários e falhas estruturais que seguem desafiando a maior festa popular da cidade.

Fonte: G1

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STF

Mãe e filha de Marielle passam mal durante julgamento no STF

por Redação 25 de fevereiro de 2026

A mãe da ex-vereadora Marielle Franco, Marinete da Silva, apresentou mal-estar e precisou ser atendida durante a sessão do segundo dia de julgamento dos acusados de mandar matar Marielle e o motorista Anderson Gomes, no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (25).

Horas depois, por volta das 11h40, a filha de Marielle, Luyara Franco, também se sentiu mal e deixou o plenário em uma cadeira de rodas. Ela foi encaminhada ao serviço médico, recebeu atendimento e retornou minutos depois.

A Primeira Turma do Supremo retomou o julgamento na manhã desta quarta com a leitura do voto do relator, ministro Alexandre de Moraes. Durante a leitura, o ministro destacou a motivação política do crime e mencionou ações de queima de arquivo que, segundo ele, são caracterizadas pela atuação de milícias.

Por volta das 10h, Marinete deixou o plenário da Primeira Turma, onde acompanhava a sessão, amparada pela filha e ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. Visivelmente emocionada, ela foi atendida por socorristas em uma sala de apoio ao lado do plenário.

A suspeita é de que tenha ocorrido um pico de pressão. A família solicitou privacidade e pediu que não fossem feitos registros do momento do atendimento. Cerca de 30 minutos depois, Marinete retornou ao plenário onde o julgamento segue em andamento.

Fonte: G1

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BrasilSoterrada

Mulher resgatada após 15 horas soterrada morre em Juiz de Fora

por Redação 25 de fevereiro de 2026

Morreu na madrugada desta quarta-feira (25), em Juiz de Fora, a técnica de enfermagem Jaqueline Teodoro de Fátima Vicente, de 32 anos, que havia sido resgatada após permanecer mais de 15 horas soterrada em um deslizamento de terra provocado pelas fortes chuvas que atingiram a cidade no início da semana.

Segundo apuração da TV Integração, Jaqueline foi socorrida na terça-feira (24) com fratura no fêmur e diversas escoriações pelo corpo. Ela foi encaminhada ao Hospital de Pronto Socorro (HPS), mas não resistiu aos ferimentos.

O deslizamento ocorreu na rua Engenheiro Murilo Miranda de Andrade, no bairro Paineiras. No momento do acidente, a vítima estava acompanhada dos dois filhos, da mãe e do companheiro. Até a última atualização desta reportagem, eles ainda não haviam sido encontrados.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a queda de um barranco atingiu o primeiro pavimento de um prédio e duas casas.

As chuvas intensas que atingem Juiz de Fora já deixaram dezenas de mortos e milhares de desabrigados. Diante da gravidade da situação, o município decretou estado de calamidade pública e suspendeu as aulas em todas as escolas da rede municipal.

Fonte: G1

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Brasil

MP reabre investigação contra Carlos Bolsonaro por suposta rachadinha no Rio

por Redação 25 de fevereiro de 2026

O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) voltou a ser alvo de investigação por suposta prática de rachadinha durante o período em que exerceu mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) decidiu reabrir o caso, que havia sido arquivado em 2024.

A reabertura ocorreu após a assessoria criminal da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) apontar a necessidade de prosseguimento das apurações envolvendo o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na denúncia, o MPRJ indicou a existência de um esquema de corrupção no gabinete do ex-vereador entre 2005 e 2021. Carlos Bolsonaro renunciou ao mandato na Câmara em dezembro de 2025 para disputar uma vaga no Senado Federal por Santa Catarina nas próximas eleições.

O crime investigado, conhecido como rachadinha, consiste no desvio de parte dos salários de assessores parlamentares para o líder do esquema. Segundo as investigações, o suposto esquema teria resultado na apropriação de ao menos R$ 1,7 milhão.

Sete funcionários e ex-funcionários da Câmara Municipal foram denunciados. Em 2024, o Ministério Público informou não ter encontrado provas suficientes que vinculassem Carlos Bolsonaro ao esquema e não o indiciou.

De acordo com a GloboNews, a PGJ avaliou que a análise anterior desconsiderou elementos probatórios contra o ex-vereador e, por isso, determinou a retomada das investigações.

Fonte: METRÓPOLES

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