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caso Master

caso Master

R$ 1,3 milhão sob suspeita: Banco Master entra no radar por repasses a empresa ligada a esquema informal

por Redação 13 de abril de 2026

Documentos apresentados à Receita Federal e obtidos pelo jornal O Globo revelam que o Banco Master declarou o pagamento de R$ 1,3 milhão à Varajo Consultoria, empresa apontada pela Polícia Federal como peça-chave em um esquema de “serviços informais” ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo as investigações, a Varajo era utilizada como parte de uma estrutura de apoio aos negócios de Vorcaro e teria intermediado a contratação de Belline Santana, ex-chefe de Supervisão Bancária do Banco Central. Santana é investigado no caso e foi afastado da função. A PF afirma que as contas da empresa funcionavam como “conta de passagem para os recebimentos ilícitos”.

Na decisão que determinou a prisão de Vorcaro no mês passado, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), destacou indícios de que a empresa foi usada para viabilizar pagamentos ao ex-integrante do BC por meio de contratos simulados. Segundo o magistrado, a estrutura teria sido criada para justificar repasses financeiros relacionados a serviços informais prestados ao controlador do Banco Master, com uso de mecanismos contratuais fictícios.

Os dados enviados à Receita indicam que os valores partiram diretamente do caixa do banco. Em 2025, foi registrado um repasse de R$ 1 milhão, enquanto em 2024 o valor chegou a R$ 309,8 mil. Além disso, investigação interna do Banco Central, revelada na semana passada pela Folha de S. Paulo, aponta que Belline Santana recebeu ao todo R$ 4 milhões da Varajo, por meio de contratos considerados simulados.

A Polícia Federal também identificou que a administração da Varajo recebia ordens de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, que atuaria sob orientação direta do banqueiro. Em uma mensagem interceptada, Vorcaro orienta Zettel sobre um pagamento: “Mas veja se Leo pode pagar. E reembolsamos dia seguinte. Bem importante isso”, em referência a um repasse que teria como beneficiário Santana.

Em nota, a defesa de Belline Santana afirmou que ele sempre atuou de forma técnica e dentro da legalidade, negando favorecimento a qualquer instituição financeira e qualquer obtenção de vantagem indevida. A defesa também ressaltou que as atividades exercidas no Banco Central não se confundem com outras atividades lícitas desempenhadas por ele. Já a defesa de Daniel Vorcaro não se manifestou.

O caso amplia a pressão sobre o Banco Master e levanta questionamentos sobre o uso de estruturas paralelas para movimentações financeiras, em meio ao avanço das investigações conduzidas pela Polícia Federal e acompanhadas pelo STF.

Fonte: OGLOBO

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Dados da Receita expõem repasses ligados a ONG de ex-ministra, mas presidente nega valores

por Redação 9 de abril de 2026

Informações da Receita Federal indicam que o Banco Master declarou repasses de R$ 457,2 mil, nos últimos dois anos, ao Instituto Terra Firme, ONG presidida pela ex-ministra do governo Bolsonaro e ex-deputada federal Flávia Peres. A entidade, no entanto, nega ter recebido qualquer valor.

Os dados foram enviados pela Receita à CPI do Crime Organizado no Senado e obtidos por meio de apuração jornalística. Segundo os registros, além do montante destinado à ONG, o banco também teria transferido R$ 264 milhões, entre 2022 e 2025, à empresa Terra Firme da Bahia Ltda, ligada ao empresário Augusto Lima, marido de Flávia Peres.

A Terra Firme da Bahia Ltda atua como base operacional do Credcesta, modalidade de crédito consignado voltada a servidores públicos. A empresa é considerada a porta de entrada de Augusto Lima no setor financeiro e mantém atuação em mais de 18 municípios baianos, além de presença em outros 15 estados.

O Instituto Terra Firme foi fundado em novembro de 2023, em evento que contou com autoridades políticas, como o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), além de parlamentares e empresários. A organização afirma ter como objetivo combater a pobreza e reduzir desigualdades sociais.

Em nota, Flávia Peres contestou os dados e afirmou que a ONG “nunca recebeu recursos financeiros do Banco Master”. Segundo ela, não existe “qualquer relação financeira que envolva repasses, dependência econômica ou subordinação entre as instituições”.

O caso amplia a pressão sobre as relações entre entidades privadas, organizações sociais e agentes públicos, e deve ser analisado no âmbito da CPI, que investiga possíveis conexões financeiras no setor.

Fonte: METRÓPOLES

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caso Master

Fortuna de R$ 10 bilhões pode sumir e acelera corrida de ex-banqueiro por delação

por Redação 1 de abril de 2026

A tentativa de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, de fechar um acordo de delação premiada em até 60 dias tem uma motivação central: o risco de perder uma fortuna bilionária espalhada por fundos no Brasil e no exterior. Preso desde o dia 4, o executivo enfrenta desconfiança de investigadores, que consideram o prazo otimista diante da complexidade do caso.

Segundo fontes ligadas à defesa, Vorcaro teme que mais de R$ 10 bilhões distribuídos em uma rede sofisticada de fundos de investimento seja gradualmente dilapidado. Sem controle direto sobre os recursos após a prisão, ele acredita que gestores, investidores e credores possam acessar e esvaziar os valores antes da formalização da colaboração com a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

A estrutura financeira, criada para dificultar o rastreamento do dinheiro e de seus beneficiários, agora se tornou um risco para o próprio ex-banqueiro. Com a delação, a estratégia seria revelar a localização dos ativos para que sejam bloqueados, garantindo uma moeda de troca relevante: a devolução de valores em troca de redução de pena.

Nos bastidores, investigadores e advogados convergem em um ponto: sem a restituição de quantias expressivas, dificilmente o acordo avançará. A preocupação se intensifica diante do perfil do relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça, cuja trajetória acadêmica é voltada à recuperação de ativos oriundos de corrupção.

O caso envolve cifras ainda maiores. Apenas a fraude relacionada às carteiras de crédito negociadas com o BRB é estimada em R$ 12,2 bilhões. Há também investigações sobre recursos provenientes de fundos de pensão estaduais e municipais, além de outros possíveis esquemas ainda em apuração.

No contexto local, a liquidação do Banco Master pelo Banco Central, em novembro passado, agravou a situação. O processo está sob responsabilidade de um liquidante que já identificou ao menos R$ 4,8 bilhões desviados antes mesmo da intervenção.

A corrida contra o tempo, portanto, não é apenas jurídica, mas financeira. Quanto mais as negociações se prolongam, maior o risco de dissipação do patrimônio que poderia sustentar o acordo.

Em Brasília, o caso é acompanhado com atenção por integrantes dos Três Poderes. Uma eventual delação pode expor a origem e o destino de recursos bilionários, com potencial para atingir figuras do sistema político e desencadear novos desdobramentos institucionais.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Aliado de Vorcaro, ‘Sicário’ declarou à Receita coleção de relógios de luxo, incluindo item de R$ 2 milhões

por Redação 27 de março de 2026

O patrimônio declarado de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado por investigadores como braço violento do banqueiro Daniel Vorcaro, aumentou cerca de quatro vezes entre 2019 e 2024, chegando a aproximadamente R$ 12 milhões. As informações constam nas declarações de Imposto de Renda enviadas pela Receita Federal à CPI do Crime Organizado.

De acordo com os dados, mais da metade dos bens — cerca de 57% — está concentrada em uma coleção de relógios de luxo avaliada em R$ 6,7 milhões. Em cinco anos, o patrimônio de Mourão passou de R$ 2,9 milhões para R$ 11,9 milhões, um crescimento de 301%.

Segundo investigação da Polícia Federal, ele recebia R$ 1 milhão por mês de Vorcaro como remuneração por “serviços ilícitos”. No entanto, nas declarações referentes aos anos-fiscais de 2020 a 2024, Mourão informou renda total de R$ 2,5 milhões, valor inferior a um terço do aumento patrimonial no período. O crescimento também não seria explicado por empréstimos ou pagamentos registrados.

Em 2024, o patrimônio declarado foi de R$ 8,4 milhões. No mesmo ano, porém, Mourão adquiriu três relógios avaliados em R$ 3,9 milhões, declarando apenas R$ 390 mil — referentes às primeiras parcelas — como valor total dos bens. Assim, a soma efetiva do patrimônio naquele ano alcançaria R$ 11,9 milhões.

As declarações também apresentam inconsistências e retificações frequentes. Um apartamento em Belo Horizonte, por exemplo, foi informado por R$ 1 milhão desde 2019, passou a constar por R$ 550 mil em 2021 e voltou ao valor anterior em 2022. Em pelo menos duas declarações, o ajuste elevou o patrimônio para mais que o dobro do inicialmente informado.

Outro fator apontado foi a ausência do registro, no ano-fiscal de 2021, da coleção de nove relógios então avaliada em R$ 3,5 milhões. Quatro peças constavam na declaração de 2020 e outras cinco surgiram na de 2022, que trouxe o histórico do ano anterior para comparação.

Entre os itens declarados, um relógio da marca suíça Richard Mille foi avaliado em R$ 2 milhões. Há ainda outros dois exemplares da mesma marca, estimados em R$ 1,2 milhão e R$ 1 milhão, além de dois modelos Patek Philippe avaliados em R$ 900 mil e R$ 800 mil. Em 2024, Mourão declarou possuir nove relógios: quatro Rolex somando R$ 892 mil, três Richard Mille avaliados em R$ 4,2 milhões e dois Patek totalizando R$ 1,7 milhão.

No mesmo ano, informou a venda de três relógios declarados por R$ 575 mil, justificando a negociação por valor inferior ao pago anteriormente — R$ 539 mil — para evitar tributação sobre eventual valorização patrimonial.

Além da coleção, o patrimônio incluía cerca de R$ 1,6 milhão em cinco carros, entre eles uma Land Rover avaliada em R$ 550 mil, um Audi Q8 de R$ 538 mil, duas BMW X1 e um Toyota Corolla. Ao longo do período analisado, Mourão também teve outros cinco veículos, avaliados juntos em R$ 1,7 milhão, incluindo modelos como Mercedes-Benz AMG GTS, BMW X3 série M e Audi RS6.

Mourão foi preso na terceira fase da Operação Compliance Zero e, sob custódia da Polícia Federal, atentou contra a própria vida, vindo a óbito no dia 6 de março.

Fonte: G1

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caso Master

Dono do Banco Master é transferido para cela maior na PF; espaço já foi ocupado por Bolsonaro

por Redação 24 de março de 2026

O empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi transferido nesta segunda-feira (23) para uma cela maior no prédio da Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Ele está preso no local desde a noite de quinta-feira (19), após ter passado por diferentes unidades prisionais nas últimas semanas.

O novo espaço ocupado pelo banqueiro é o mesmo que foi utilizado como “sala de Estado” para a detenção do ex-presidente Jair Bolsonaro entre novembro de 2025 e janeiro deste ano. Antes da transferência, Vorcaro havia permanecido, desde o início de março até a última quinta-feira, na Penitenciária Federal de Brasília, em uma cela isolada de 6 metros quadrados, com cama de concreto e regras rígidas de detenção.

Ao chegar à Superintendência da PF, o empresário foi inicialmente colocado em uma cela para presos provisórios, com cerca de 2,5 metros de largura por 3,5 metros de comprimento — pouco menos de 9 metros quadrados. Após decisão do ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ele passou a ocupar uma cela de aproximadamente 12 metros quadrados, equipada com sala contendo mesa, cadeira, cama de solteiro com colchão e banheiro privativo.

O espaço também conta com ar-condicionado, janela, armário e frigobar. Quando Bolsonaro esteve no local, havia ainda uma televisão no dormitório, mas a Polícia Federal não informou se o equipamento será mantido. O caso envolvendo o Banco Master tramita em sigilo no STF, e as decisões do ministro não foram divulgadas oficialmente.

Vorcaro é investigado por suspeitas de crimes financeiros, além de possível envolvimento em pagamentos indevidos a agentes públicos e na formação de uma espécie de milícia privada para monitorar autoridades e perseguir jornalistas. Na semana passada, a defesa solicitou a prisão domiciliar, o que foi negado por Mendonça, que autorizou, no entanto, a transferência para a Superintendência da PF, onde as regras são menos rígidas.

Inicialmente, havia a possibilidade de o banqueiro ocupar a “sala de Estado”, espaço reservado por lei a autoridades como presidentes da República e outras altas figuras públicas. A avaliação inicial da PF foi de que ele não poderia receber o mesmo tratamento dado a um ex-presidente, sendo colocado em uma sala menor. Após recurso da defesa, Mendonça determinou a alocação em um espaço mais amplo.

Há ainda a possibilidade de negociação de acordo de delação premiada. Na última quarta-feira (18), o advogado José Luís Oliveira Lima procurou a Polícia Federal para informar o interesse de Vorcaro em colaborar. A nova defesa também se reuniu com Mendonça para tratar dos desdobramentos do caso. O advogado afirmou que não comentará o assunto no momento, citando a sensibilidade do processo.

Daniel Vorcaro foi preso no início do mês durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. No dia 6 de março, ele havia sido transferido do Complexo Penitenciário de Potim, no interior de São Paulo, para a Penitenciária Federal em Brasília. As investigações apuram suspeitas de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master, e uma eventual colaboração do empresário pode trazer novos elementos ao andamento do caso.

Em operações anteriores, como a Lava Jato, transferências de presos em negociação de delação premiada foram interpretadas como sinal de boa vontade das autoridades.

Fonte: G1

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caso Master

Um dia antes da prisão, Vorcaro pesquisou juiz do caso e reforçou suspeitas de vazamento

por Redação 23 de março de 2026

O executivo Daniel Vorcaro pesquisou no Google quem era o juiz responsável pelo inquérito sigiloso que o levou à prisão um dia antes de ser detido pela Polícia Federal, em novembro do ano passado. O registro da busca foi encontrado no celular do ex-banqueiro, apreendido quando ele tentava embarcar em um jatinho no Aeroporto Internacional de Guarulhos sob suspeita de fuga do país.

O material foi compartilhado pela Polícia Federal com parlamentares da CPI do INSS e reforçou entre investigadores a suspeita de vazamento de informações sobre as apurações que fecharam o cerco contra o dono do Banco Master. Segundo apuração, o print da pesquisa foi feito em 16 de novembro de 2025. Vorcaro foi preso no dia seguinte, por volta das 22h, quando tentava viajar para Dubai, com escala em Malta.

As investigações indicam que o ex-banqueiro e comparsas invadiram sistemas do Ministério Público Federal e da Polícia Federal e tiveram acesso a procedimentos sigilosos. No próprio dia 17, ele teria demonstrado sinais de que já sabia da ordem de prisão. Ainda em 16 de novembro, Vorcaro registrou no bloco de notas do celular uma anotação sobre o juiz substituto da 10ª Vara Federal de Brasília, Ricardo Augusto Soares Leite, que dividia o acervo de processos com o titular Antonio Claudio Macedo da Silva.

Foi Leite quem assinou a ordem de prisão às 15h29 de 17 de novembro, ao analisar representação do Ministério Público Federal apresentada um mês antes. No mesmo dia, às 17h26, Vorcaro enviou mensagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes perguntando: “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”. Segundo os investigadores, houve nove mensagens trocadas entre os dois, incluindo respostas com emoticons e imagens de visualização única.

As apurações também apontam que Vorcaro teve acesso indevido a sistemas internos da PF, do MPF e até do FBI, além de planejar ações de intimidação contra adversários, ex-empregados e jornalistas. Quatro meses antes da primeira ordem de prisão, ele já teria obtido três procedimentos sigilosos, incluindo o que investigava irregularidades na compra do Banco Master pelo BRB.

Outro elemento analisado pelos investigadores envolve reportagem publicada pelo site O Bastidor, do jornalista Diego Escosteguy. Segundo a PF, a informação de que Vorcaro era alvo de processo na 10ª Vara teria sido usada pela defesa em petição enviada 18 minutos após a prisão ser decretada. A matéria foi publicada às 11h08 de 17 de novembro e, conforme a investigação, enviada logo depois ao executivo e ao advogado Walfrido Warde.

Mensagens extraídas do celular de Vorcaro indicariam tratativas diretas com o jornalista sobre pagamentos para publicação de conteúdos de interesse do banqueiro. Três dias antes da reportagem, Escosteguy teria enviado dados bancários de uma conta para recebimento. O jornalista afirmou, à época, que os valores citados eram referentes a contratos de patrocínio e publicidade, prática comum no mercado.

Antes da execução do mandado, a decisão judicial deveria ser conhecida apenas pelo gabinete do juiz e pelos investigadores. Ainda no dia 17, o advogado Warde informou a Vorcaro que estava “infernizando o cara”, em referência ao juiz Ricardo Leite, e enviou um print de mensagem encaminhada ao magistrado, sem registro de resposta.

A tentativa de viagem ao exterior às pressas e as movimentações da defesa reforçaram as suspeitas de vazamento da decisão da Justiça Federal de Brasília. Posteriormente, as investigações foram remetidas ao STF por determinação do ministro Dias Toffoli.

Procurada, a assessoria de Vorcaro informou que não comentaria o caso. Já Warde disse ter cumprido seu dever profissional ao buscar audiência com magistrados potencialmente competentes. Escosteguy reiterou que parcerias comerciais não interferem na linha editorial do site.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Delação de Vorcaro depende do sistema e não apenas do banqueiro, dizem especialistas

por Redação 20 de março de 2026

O desfecho do caso Master não será definido apenas pelo banqueiro Daniel Vorcaro, mas pelo funcionamento do sistema institucional, jurídico e investigativo, avaliam fontes que acompanham de perto o processo.

O relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça, analisou uma petição da defesa de Vorcaro comunicando a intenção de colaborar. O banqueiro já firmou termo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal (PF), abrindo caminho para eventual delação premiada.

Nos bastidores, já ocorre um trabalho para que Vorcaro organize seus anexos de delação na superintendência da PF. Especialistas afirmam que, embora este seja um passo decisivo, o foco está na engrenagem que vai analisar, validar e eventualmente homologar o material.

A PGR é considerada peça-chave. Fontes afirmam que o comportamento da Procuradoria será determinante para o ritmo e a consistência da delação. Mendonça tem enfatizado que só homologará uma colaboração séria, consistente e não seletiva. Investigadores estimam que, se avançar, o processo pode ser concluído em menos de seis meses.

O momento é de transição: menos sobre versões individuais e mais sobre a força do sistema em filtrar, cruzar provas e definir o destino das informações. Com todos os olhos voltados para o que Vorcaro pode revelar, a delação se tornou o centro das atenções do caso Master.

Fonte: G1

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caso Master

Jogo de empurra em Brasília: caso Master expõe tensão e clima de sobrevivência política

por Redação 19 de março de 2026

O avanço do caso Master tem provocado um ambiente de forte tensão nos bastidores de Brasília, marcado por trocas de acusações, pressões institucionais e disputa de narrativas. Diante da possível delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, cresce a percepção entre autoridades de um movimento antecipado de “salve-se quem puder”, com lideranças tentando transferir responsabilidades e evitar desgastes eleitorais.

Ministros do Supremo Tribunal Federal têm criticado vazamentos de informações e reclamado da falta de apoio mais firme do governo federal às investigações. A Polícia Federal, por sua vez, está no centro de uma pressão intensa que também parte de setores do próprio governo, com questionamentos sobre a condução dos trabalhos e cobranças por maior exposição de casos envolvendo adversários políticos.

Enquanto partidos do Centrão e segmentos da direita acusam a PF de blindar integrantes ligados ao PT na Bahia, o governo busca associar o escândalo ao período em que Roberto Campos Neto presidia o Banco Central. O cenário tem ampliado o clima de confronto político e institucional em torno das apurações.

O recente discurso do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, foi interpretado nos bastidores como um desabafo diante da pressão cruzada. Ele conta hoje com a sustentação do presidente Lula no cargo, mas não mantém relação próxima com o ministro da Justiça, Wellington Dias.

Entre investigadores, há avaliações de que o ministro não oferece blindagem nem apoio suficiente à corporação por estar atento à possibilidade de uma indicação futura ao Supremo Tribunal Federal. Essa postura, segundo interlocutores, evitaria atritos tanto com o STF quanto com o Senado.

Apesar da disputa pública por versões, o entendimento em Brasília converge para a expectativa sobre o alcance da eventual delação de Vorcaro. O advogado do empresário esteve recentemente com o ministro André Mendonça e teria ressaltado a necessidade de uma atuação séria na defesa do cliente.

Apurações indicam ainda que Mendonça tende a rejeitar tentativas de delações consideradas seletivas, o que aumenta a incerteza sobre os próximos desdobramentos do caso e mantém o cenário político em alerta.

Fonte: G1

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caso Master

Dono do Banco Master sinaliza “delação séria” após prisão confirmada pelo STF

por Redação 18 de março de 2026

Após sua prisão ser confirmada por três dos quatro ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, já começou a preparar terreno para uma delação premiada. De acordo com seu novo advogado, José de Oliveira Lima, Vorcaro está disposto a fazer uma “delação séria”, sem poupar ninguém envolvido.

Nos últimos dias, políticos do Centrão tentaram negociar uma “delação seletiva” para proteger aliados, mas advogados de Vorcaro deixaram claro que não há espaço para acordos parciais. A expectativa é de que o acordo seja fechado em conjunto com a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR), sob supervisão do ministro André Mendonça, relator do caso.

O novo defensor do banqueiro também representa João Carlos Mansur, dono da gestora Reag, principal canal de desvio de recursos do Master para contas pessoais e pagamento de políticos e autoridades. Isso aumenta a expectativa de que Vorcaro e Mansur façam uma delação conjunta.

A prisão de Vorcaro foi mantida na sexta-feira (13) pelos votos de Mendonça, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques. Gilmar Mendes ainda não votou, e Dias Toffoli, que deixou a relatoria em fevereiro após suspeição, não participa do julgamento.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Recado em tom ameaçador expõe tentativa de Vorcaro de falar com Haddad

por Redação 16 de março de 2026

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria enviado um recado em tom considerado ameaçador para tentar conseguir uma audiência com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo relatos, o dono do Banco Master buscou diversas vezes um encontro com o chefe da equipe econômica, mas nunca foi recebido.

Em uma das tentativas, Vorcaro teria afirmado a um emissário: “Eu preciso falar para ele o que pode acontecer se algo acontecer comigo”. A declaração foi interpretada como uma forma de pressionar pela reunião.

Ao ser informado sobre o pedido, Haddad reagiu de forma direta e recusou a aproximação. “Você está falando com a pessoa errada”, respondeu o ministro ao interlocutor que levava a proposta de encontro.

Fonte: OGLOBO

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