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caso Master

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Negócios milionários ligam Ibaneis a fundos do ecossistema Master

por Redação 16 de março de 2026

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), mantém relações comerciais com fundos ligados ao chamado ecossistema do Banco Master desde pelo menos 2019. Naquele ano, ainda no exercício do mandato, ele assinou contrato de venda de direitos sobre R$ 4,4 milhões em honorários de precatórios de seu escritório de advocacia para o fundo BLP PCJ VII, administrado pela corretora Planner, então controlada por Maurício Quadrado.

O fundo foi representado na negociação por Artur Martins de Figueiredo, diretor de uma holding que já foi acionista do Master e citado em investigações da Polícia Federal. A transação integra uma série de contratos semelhantes envolvendo o escritório Ibaneis Advocacia e Consultoria, atualmente comandado por seu filho, Caio Barros.

Reportagens recentes revelaram outros dois acordos: um no valor de R$ 38 milhões e outro de R$ 10 milhões, ambos firmados com fundos ligados à gestora Reag, investigada no caso Master. Somadas as três operações, os valores cedidos chegam a R$ 52,9 milhões. Segundo o escritório, cerca de R$ 12 milhões foram efetivamente recebidos, já que esse tipo de negociação costuma ocorrer com deságio para antecipação de recursos.

O contrato mais antigo refere-se à cessão de honorários decorrentes de uma ação movida pelo Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho dos Estados de Rondônia e Acre (Sinjustra), em tramitação desde 2011. A prática, comum no mercado jurídico-financeiro, consiste na venda antecipada do direito de recebimento de valores considerados de difícil liquidação.

A existência de múltiplas operações sugere um padrão de negócios envolvendo a venda de honorários como forma de relacionamento com fundos e instituições ligadas ao Master. Parte dessas gestoras foi citada em investigações como as operações Compliance Zero e Carbono Oculto, que apuram suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o mercado financeiro e o setor de combustíveis.

A participação direta de Ibaneis no contrato de 2019, como avalista solidário da negociação, contrasta com declarações anteriores do governador de que estaria afastado das atividades do escritório desde sua eleição em 2018. O documento traz sua assinatura reconhecida em cartório, além da inclusão como garantidores de uma empresa do próprio governador e de sócios da banca à época.

Procurado, o escritório afirmou tratar-se de operação regular e amplamente praticada no mercado. Já a Planner declarou ter atuado apenas como representante legal do fundo, dentro da regulamentação vigente. Até o fechamento da reportagem, Ibaneis Rocha não havia se manifestado por meio de sua defesa.

As negociações ocorrem em meio a investigações sobre o Banco Master e seus investidores, incluindo suspeitas de operações complexas para capitalização da instituição e compra de ativos considerados fraudulentos. Personagens ligados ao banco também aparecem em episódios anteriores envolvendo outras operações policiais e controvérsias no mercado financeiro.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Pressão política para soltar banqueiro expõe STF e Mendonça articula maioria pela prisão

por Redação 13 de março de 2026

A decisão do Supremo Tribunal Federal de formar maioria para manter a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro revelou bastidores de forte pressão política sobre ministros da Corte. Segundo apuração, lideranças do centrão buscaram reverter a medida defendendo a prisão domiciliar, sob o argumento de que uma eventual delação poderia atingir atores relevantes da política nacional.

A movimentação gerou constrangimento interno e aumentou a tensão entre Judiciário e meio político. Nos bastidores, o ministro André Mendonça atuou para consolidar o terceiro voto necessário, convencendo Nunes Marques a acompanhar seu posicionamento e garantir a maioria ao lado de Luiz Fux.

Caso fosse derrotado, Mendonça poderia sair politicamente enfraquecido. O julgamento ainda aguarda o voto de Gilmar Mendes.

Fonte: G1

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caso Master

CPMI do INSS convoca ex-noiva e cunhado de Daniel Vorcaro e amplia pressão sobre entorno do banqueiro

por Redação 12 de março de 2026

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou nesta quinta-feira (12) a convocação de pessoas ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Entre os nomes chamados para prestar esclarecimentos estão Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, e a modelo e blogueira Martha Graeff, que foi noiva do empresário.

Os requerimentos foram aprovados em votação simbólica e as datas dos depoimentos ainda serão definidas pela comissão. Em casos de convocação, a presença costuma ser obrigatória, embora alguns investigados tenham obtido decisões judiciais para não comparecer, como ocorreu com o próprio Vorcaro.

O Banco Master passou a ser investigado pela CPMI após a revelação de que cerca de 250 mil contratos de empréstimos consignados da instituição foram suspensos pelo INSS por “falta de comprovação de documentação”.

Relator da CPMI, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL) afirmou que a convocação de Martha Graeff pode contribuir para o esclarecimento das investigações. Segundo ele, a modelo manteve um relacionamento com Vorcaro e teria presenciado situações relevantes para a comissão.

Gaspar mencionou conversas entre Martha e o banqueiro nas quais teriam sido citados encontros de Vorcaro com políticos e autoridades. Ao defender a convocação, o relator afirmou que a intenção da comissão é aprofundar as apurações.

“Ninguém quer saber quem namora com quem. Nós queríamos saber, primeiro, a quem Vorcaro pagou propina. Não deixaram Vorcaro vir, então, nós temos que ir ao entorno dele para esclarecer. Quem achacou Vorcaro? Martha Graeff sabe”, declarou.

Empresária, modelo e influenciadora digital, Martha Graeff atualmente reside em Miami, nos Estados Unidos.

A CPMI também aprovou a convocação de Fabiano Zettel, empresário e pastor ligado à Igreja Batista da Lagoinha. Ele é casado com uma irmã de Daniel Vorcaro e foi preso em 4 de março durante a terceira fase da Operação Compliance Zero.

Zettel já participou de empresas ligadas ao banqueiro, incluindo a Super Empreendimentos, que adquiriu um imóvel avaliado em R$ 36 milhões em Brasília. O local é apontado como um possível centro de negociações e investimentos relacionado a Vorcaro.

Além desses nomes, a comissão aprovou a convocação de Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, sócio do Banco Master, e de Luiz Antônio Bull, ex-diretor de Riscos, Compliance, Recursos Humanos, Operações e Tecnologia da instituição.

Por outro lado, a CPMI rejeitou, por 16 votos a 12, um requerimento que pedia a convocação da empresária Roberta Luchsinger. Ela é apontada como amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo investigações, Roberta é suspeita de ter recebido pagamentos de Antonio Carlos Camilo, conhecido como “Careca do INSS”, para atuar junto a órgãos da área da saúde na comercialização de produtos à base de cannabis medicinal.

Fonte: G1

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caso Master

Centrão articula nos bastidores do STF para tentar libertar Daniel Vorcaro e evitar possível delação

por Redação 12 de março de 2026

Nos bastidores de Brasília, lideranças ligadas ao centrão passaram a se mobilizar para tentar garantir a libertação do banqueiro Daniel Vorcaro no Supremo Tribunal Federal (STF). O movimento ocorre diante do receio de que o avanço das investigações leve o empresário a optar por um acordo de delação premiada.

Nesse tipo de colaboração, o investigado aceita fornecer informações aos investigadores em troca de benefícios, como eventual redução de pena. A preocupação de aliados políticos é que, caso permaneça preso por um período prolongado, Vorcaro decida cooperar e revele detalhes de possíveis relações políticas e financeiras envolvendo outras pessoas, incluindo parlamentares.

Nesta quinta-feira (12), a defesa do banqueiro afirmou que não há qualquer negociação em andamento para um acordo de delação.

Vorcaro foi preso no último dia 4 por determinação do ministro André Mendonça, que herdou de Dias Toffoli a relatoria do caso envolvendo o Banco Master no STF. Desde então, ele permanece isolado em uma cela de um presídio federal de segurança máxima em Brasília.

A situação será analisada nesta sexta-feira (13), quando a Segunda Turma do Supremo começa a julgar se o banqueiro deve continuar preso ou se poderá responder ao processo em liberdade. Os ministros avaliarão a decisão de Mendonça, que justificou a prisão apontando riscos à ordem pública e às investigações.

De acordo com relatos obtidos pelo blog, interlocutores políticos iniciaram uma contagem de votos dentro da Segunda Turma e passaram a atuar nos bastidores em busca de uma maioria favorável à libertação do banqueiro.

O cenário ganhou um novo elemento após decisão do ministro Dias Toffoli, que na noite de quarta-feira (11) se declarou suspeito para participar do julgamento que analisa a prisão de Vorcaro.

Com a saída de Toffoli, a Segunda Turma passa a deliberar com apenas quatro ministros. Nesse contexto, um eventual empate no julgamento tende a favorecer o réu, o que poderia resultar na libertação do banqueiro.

Além de Mendonça, integram a Segunda Turma os ministros Gilmar Mendes, Nunes Marques e Luiz Fux.

Antes da declaração de suspeição de Toffoli, a estratégia do centrão considerava a necessidade de obter três votos entre os cinco integrantes do colegiado. Como Mendonça autorizou a prisão e atua como relator do caso, a expectativa do grupo político se volta para os demais ministros.

No entanto, dentro do próprio STF, a avaliação é de que ainda não existe um indicativo claro sobre qual será a posição predominante na Segunda Turma. Até o momento, apenas o voto de Mendonça é considerado previsível, por ter sido o responsável pela decisão que determinou a prisão.

Fonte: G1

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caso Master

Centrão articula no STF para tentar libertar Daniel Vorcaro e evitar delação

por Redação 12 de março de 2026

Nos bastidores de Brasília, políticos do centrão têm se mobilizado para tentar garantir a libertação do banqueiro Daniel Vorcaro na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A movimentação ocorre diante do receio de que, se permanecer preso por muito tempo, Vorcaro opte por uma delação premiada, expondo relações políticas e financeiras de integrantes do grupo.

Fontes relatam que interlocutores políticos começaram a mapear votos na Segunda Turma e atuar nos bastidores para formar uma maioria favorável à soltura. A estratégia ganhou novo contorno após o ministro Dias Toffoli se declarar suspeito para analisar a decisão que levou à prisão de Vorcaro, reduzindo a turma a quatro ministros. Nesse cenário, um eventual empate favoreceria o réu, resultando na libertação do banqueiro, já que a lei prevê que, em casos criminais, empate beneficia o acusado.

Caso Toffoli participasse, o centrão precisava garantir três votos favoráveis, considerando que o relator, ministro André Mendonça, autorizou a prisão. Entre os integrantes da Segunda Turma, além de Mendonça, participam os ministros Luiz Fux, Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli. No STF, a avaliação é de que o caso é grave e imprevisível; Mendonça é o único com posição pública até o momento.

Fonte: G1

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caso Master

Relatório do Coaf aponta repasses de R$ 3,6 milhões do Banco Master e da Reag a empresa de ACM Neto

por Redação 11 de março de 2026

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta que uma empresa ligada ao vice-presidente do União Brasil e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master, controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, e da gestora de recursos Reag. Os repasses ocorreram entre dezembro de 2022 e maio de 2024.

Segundo o documento, os pagamentos foram feitos à empresa A&M Consultoria Ltda., da qual ACM Neto é sócio junto com sua esposa. A empresa foi aberta em 28 de dezembro de 2022, com capital social de R$ 2 mil, e tem como atividade principal a prestação de serviços de consultoria em gestão empresarial, além de atuação de apoio à educação.

De acordo com dados do Coaf, entre junho de 2023 e maio de 2024 a empresa recebeu R$ 1,55 milhão em 11 transferências da gestora Reag e R$ 1,34 milhão em nove repasses do Banco Master, somando R$ 2,89 milhões nesse período. Antes disso, entre março e junho de 2023, a consultoria recebeu mais R$ 422,325 mil do Master e R$ 281,55 mil da Reag.

Ainda segundo o relatório, no mesmo intervalo de tempo ACM Neto recebeu de sua própria empresa R$ 4,2 milhões em 14 transferências.

O Coaf afirmou ter identificado movimentações financeiras consideradas elevadas em comparação à capacidade financeira declarada da empresa. “Identificamos que, no período analisado, a empresa movimentou recursos expressivos, acima de sua capacidade financeira declarada”, registra o relatório do órgão, que atua na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro.

Procurado, ACM Neto confirmou os pagamentos e afirmou que os valores são referentes à prestação de serviços de consultoria realizados após deixar cargos públicos.

Em nota enviada por meio de sua defesa, o ex-prefeito de Salvador disse que constituiu a empresa quando já não ocupava função pública e passou a prestar serviços a clientes, entre eles o Banco Master e a Reag.

“Isso sempre ocorreu com contratos formais, com o devido recolhimento de impostos e trabalhos de consultoria efetivamente executados, notadamente relacionados à análise da agenda político-econômica nacional, e materializados em diversas reuniões com o corpo técnico e jurídico dos contratantes”, afirmou.

ACM Neto também declarou que, no período em que prestou os serviços, não havia fatos que desabonassem as empresas contratantes, ambas inseridas em setores regulados.

Segundo ele, as atividades realizadas não têm relação com investigações envolvendo o Banco Master. “Os serviços por mim prestados não envolveram qualquer tipo de irregularidade e não têm correlação com os temas que se noticia estarem sob investigação”, afirmou.

O ex-prefeito acrescentou ainda que os honorários recebidos e os rendimentos declarados são compatíveis com os serviços prestados, destacando que também atuou como consultor para outros clientes no mesmo período.

Além de ACM Neto, o Banco Master firmou contratos com diversos consultores e advogados com atuação política e jurídica. Reportagens anteriores apontaram que o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega também foi contratado pelo banco como consultor.

Segundo informações divulgadas pelo colunista Lauro Jardim, Mantega intermediou um encontro entre Daniel Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e atuou em articulações para a aprovação da venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB).

Outro nome citado foi o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, que passou a prestar consultoria ao banco após se aposentar do Supremo Tribunal Federal em 2023. O contrato previa pagamentos mensais de R$ 250 mil e teria rendido cerca de R$ 6,5 milhões ao ex-ministro e a seu filho entre agosto de 2023 e agosto de 2025.

Também foi revelado que o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do STF, foi contratado para prestar serviços ao Banco Master em Brasília. O acordo previa pagamentos de até R$ 129 milhões ao longo de três anos, mas foi encerrado após a prisão de Vorcaro e a liquidação da instituição financeira.

O Banco Master tornou-se alvo de investigações da Polícia Federal após a descoberta de um esquema bilionário de fraude no sistema financeiro, envolvendo emissão de títulos de crédito sem lastro e outras operações irregulares que podem chegar a R$ 12 bilhões.

Diante das irregularidades, o Banco Central decretou a liquidação da instituição em novembro de 2025.

Na semana passada, Daniel Vorcaro foi preso pela segunda vez por determinação do ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. Na decisão, o magistrado afirmou que o banqueiro mantinha um “braço armado” para intimidar adversários, com uso de “coação por meio de sua milícia”.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Coaf aponta transferência de R$ 700 milhões do Banco Master para paraíso fiscal durante negociação com BRB

por Redação 11 de março de 2026

Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta que o banqueiro Daniel Vorcaro transferiu ao menos R$ 700 milhões em ativos do Banco Master para uma holding sediada nas Ilhas Cayman, considerado um paraíso fiscal. As movimentações ocorreram entre janeiro e julho de 2025, período em que o banco negociava a venda da instituição ao Banco de Brasília (BRB), operação posteriormente barrada pelo Banco Central.

O Relatório de Inteligência Financeira (RIF), obtido pelo jornal O Globo, mostra que o Master realizou diversas movimentações envolvendo fundos de investimento e repassou as cotas para a empresa de Vorcaro no exterior. As transações chamaram a atenção do órgão de controle porque os valores movimentados não seriam compatíveis com o patrimônio declarado pelo banqueiro.

Na última semana, o Banco Central decretou a indisponibilidade de bens da offshore ligada ao banqueiro, apontada como uma das controladoras do Banco Master.

Segundo o Coaf, a empresa, inicialmente chamada Master Holding e posteriormente rebatizada como Titan Holding, tem Vorcaro como acionista. A estrutura funcionaria como uma holding patrimonial, utilizada para registrar bens pessoais do banqueiro, como imóveis de luxo, aeronaves e automóveis.

Procurada, a defesa de Vorcaro informou que não comentaria o caso.

As transferências começaram em janeiro de 2025, quando houve a cessão de cotas do fundo Quíron por R$ 85 milhões. Em fevereiro, o Banco Master transferiu à holding suas cotas no fundo Saint German, avaliadas em R$ 66 milhões.

Em abril, ocorreu a maior movimentação do período: a transferência de cotas do fundo GSR para o fundo Krispy, em operação estimada em R$ 555 milhões. De acordo com o Coaf, a holding de Vorcaro nas Ilhas Cayman aparece como cotista desse fundo.

No relatório, a equipe técnica do órgão destacou a suspeita em relação às operações. “Os valores movimentados pelo cliente mostram-se incompatíveis com os valores de patrimônio declarados nas fichas cadastrais fornecidas”, afirma o documento.

Além dessas operações, em julho de 2025 a holding realizou uma aplicação de R$ 314 milhões no fundo Tessália. Dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) indicam que os fundos Quíron e Tessália possuem participação societária na Oncoclínicas.

Em novembro do ano passado, as ações da Oncoclínicas caíram 13% após a revelação de que a empresa mantinha R$ 433 milhões em CDBs do Banco Master, que também era um de seus acionistas.

Segundo as investigações, os fundos repassados por Vorcaro para sua própria holding no exterior têm como principais ativos precatórios relacionados a ações judiciais envolvendo usinas e empresas de saúde contra o poder público.

O reforço financeiro da holding ocorreu paralelamente às negociações entre o Banco Master e o BRB para a venda da instituição financeira ao banco estatal do Distrito Federal.

A Polícia Federal investiga operações atribuídas a Vorcaro que teriam envolvido o repasse de cartas de crédito fraudadas ao BRB. O negócio acabou cancelado após a identificação de que os ativos não tinham expectativa de pagamento, o que poderia gerar um rombo bilionário à instituição.

Além disso, conforme revelado anteriormente pelo O Globo, fundos ligados ao Banco Master também participaram da operação de aumento de capital do BRB entre o final de 2024 e fevereiro de 2025. Segundo as investigações, as compras de ações teriam como objetivo inflar artificialmente o tamanho do banco para facilitar a aprovação da aquisição pelo Banco Central.

Depoimentos prestados por Vorcaro e representantes do BRB à Polícia Federal indicam que o banqueiro tentou reunir diferentes ativos para transferir ao banco estatal e viabilizar o negócio. Apesar do anúncio da venda em março de 2025, o Banco Central rejeitou a operação em setembro do mesmo ano.

No último dia 5 de março, o Banco Central determinou a indisponibilidade de bens da Titan Capital Holding, novo nome da Master Holding. Segundo o comunicado, a decisão ocorreu por causa da participação indireta da offshore no controle do Banco Master.

A legislação prevê que administradores de instituições financeiras em liquidação, como é o caso do Banco Master, tenham seus bens tornados indisponíveis até a apuração final de responsabilidades. A medida impede que os controladores transfiram ou vendam patrimônio até a conclusão do processo.

O Coaf elabora relatórios quando identifica movimentações financeiras que se enquadram em critérios legais de suspeita de lavagem de dinheiro. Os documentos não indicam necessariamente a existência de crime, mas são encaminhados às autoridades responsáveis para aprofundamento das investigações.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Mendonça torna facultativo depoimento de banqueiro Augusto Lima na CPMI do INSS

por Redação 11 de março de 2026

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu tornar facultativa a participação do banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master, na CPMI do INSS, cuja oitiva estava prevista para quarta-feira (11).

Pela decisão, Lima terá direito ao silêncio, à assistência de advogado, a não ser submetido ao compromisso de dizer a verdade ou assinar termos com esse conteúdo, e a não sofrer constrangimentos físicos ou morais ao exercer esses direitos.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), criticou a decisão: “Representa mais uma interferência no trabalho do Parlamento. Decisões monocráticas como essa acabam atrasando e dificultando o trabalho do Congresso na busca de respostas ao povo brasileiro sobre graves irregularidades na Previdência Social”. A reunião da comissão que ouviria Lima foi, assim, cancelada.

O banqueiro é controlador do Banco Pleno, cuja liquidação extrajudicial foi decretada pelo Banco Central em fevereiro. Ele também foi preso preventivamente em novembro de 2025 na Operação Compliance Zero, vinculada a fraudes envolvendo o Master, e tem histórico de conexões políticas, incluindo proximidade com petistas da Bahia, como o ministro Rui Costa (Casa Civil) e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

Lima ganhou notoriedade ao adquirir a rede de supermercados Cesta do Povo e o cartão de benefícios Credcesta, que evoluiu para um produto de crédito consignado distribuído nacionalmente, negociado com fundos de investimento e outras instituições financeiras. A CPMI aponta que parte significativa desses créditos não foi devidamente informada às autoridades ou não possuía estrutura adequada para operação.

O banqueiro também foi CEO do Banco Master e adquiriu o controle do Banco Pleno em 2025, com autorização do Banco Central em julho do mesmo ano. Segundo relatos, Lima procurou Ricardo Lewandowski para atuar como consultor jurídico do Master e participou de reunião de Daniel Vorcaro com o presidente Lula no fim de 2024.

Fonte: G1

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caso Master

Escândalo no Banco Master: banqueiro teve acesso a investigações sigilosas meses antes de prisão

por Redação 10 de março de 2026

Mensagens apreendidas pela Polícia Federal revelam que o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, recebeu documentos sigilosos do Ministério Público Federal (MPF) cerca de quatro meses antes de ser preso pela Polícia Federal em novembro de 2025. O material foi enviado por Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, apontado como comparsa do banqueiro.

Os arquivos foram encaminhados em 24 de julho de 2025 e continham três procedimentos confidenciais da Procuradoria da República no Distrito Federal. Dois deles tratavam de suspeitas envolvendo a negociação entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB), enquanto o terceiro investigava a possível utilização de um triplex de luxo em São Paulo, avaliado em cerca de R$ 60 milhões, como propina na operação.

As mensagens estavam no celular de Sicário, apreendido após a primeira prisão de Vorcaro, quando o banqueiro tentava embarcar para Dubai com escala em Malta. Segundo investigadores, os documentos foram enviados em formato PDF em um intervalo de poucos minutos.

De acordo com a investigação, Vorcaro e seus aliados utilizavam palavras-chave como “Banco Master”, “Vorcaro” e “Nelson Tanure” para localizar procedimentos sigilosos. Tanure é apontado pela Polícia Federal como possível sócio oculto da instituição financeira.

Na época em que os documentos foram enviados, o Banco Central já havia identificado dificuldades financeiras no Banco Master, com alertas sobre risco de liquidez e necessidade de medidas preventivas. A negociação com o BRB era considerada crucial para a sobrevivência da instituição.

Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) também apontou irregularidades nas carteiras de crédito transferidas do Banco Master para o BRB. Segundo o relatório, teriam sido usados artifícios contábeis para ocultar a real situação financeira do banco, envolvendo operações suspeitas e sem comprovação adequada.

A Polícia Federal também investiga se houve vazamento da ordem de prisão contra Vorcaro. Um dos indícios é o fato de que a defesa do banqueiro protocolou um pedido na Justiça Federal apenas 18 minutos após a assinatura da decisão que autorizou a prisão, em 17 de novembro de 2025.

Na petição enviada naquele mesmo dia, os advogados já se posicionavam contra possíveis medidas cautelares que poderiam causar “impacto relevante” ao conglomerado financeiro.

As investigações indicam ainda que o grupo teria acessado ilegalmente sistemas restritos de órgãos públicos. Segundo decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram identificados registros de consultas e extrações de dados em bases utilizadas por instituições de segurança e investigação.

De acordo com a apuração, Sicário teria utilizado credenciais funcionais de terceiros para acessar sistemas da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal e até de organismos internacionais, como FBI e Interpol.

O esquema também teria incluído ataques de “spearfishing”, técnica de fraude digital que utiliza e-mails falsos para capturar senhas de servidores públicos. Segundo fontes da investigação, Sicário criou páginas falsas de troca de senha com aparência semelhante às utilizadas pela Procuradoria-Geral da República.

Servidores do MPF receberam mensagens alertando sobre a necessidade de atualização de senha e, ao acessarem o link fraudulento, teriam fornecido involuntariamente suas credenciais. Com isso, o grupo conseguiu acessar investigações sigilosas relacionadas ao Banco Master.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão tinha extensa ficha criminal em Minas Gerais, com registros de estelionato, furto de veículos, crimes cibernéticos e associação criminosa. Segundo a investigação, ele recebia cerca de R$ 1 milhão por mês de Vorcaro. Mourão morreu após tentar suicídio dentro da superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais.

Procurada pela reportagem, a defesa de Daniel Vorcaro afirmou que não comentará conteúdos provenientes de vazamentos de material sigiloso. Os advogados argumentam que a divulgação dessas informações também é alvo de investigação determinada pelo ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federal.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Fachin se reúne com Mendonça e OAB para discutir caso Banco Master

por Redação 10 de março de 2026

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, se reuniu na noite desta segunda-feira (9) com o ministro André Mendonça, relator das investigações sobre fraudes envolvendo o Banco Master. O encontro não estava na agenda oficial de Fachin e ocorre após a autorização da Terceira Fase da Operação Compliance Zero e a revelação de que Daniel Vorcaro enviou mensagens ao ministro Alexandre de Moraes no dia de sua primeira prisão, em novembro de 2025.

Ao longo do dia, Fachin também discutiu o caso com outros ministros e com Moraes, vice-presidente da Corte. Na última quarta-feira (4), Vorcaro foi novamente preso pela Polícia Federal em São Paulo e transferido na sexta-feira (6) para a Penitenciária Federal de Brasília.

Nos bastidores, ministros do STF reclamam da condução da PF e há pressão para que Fachin se manifeste publicamente sobre as mensagens envolvendo Moraes. Ainda na segunda-feira, o presidente do Supremo se reuniu com a diretoria do Conselho Federal da OAB, que reforçou o pedido de acesso irrestrito ao material produzido na investigação e solicitou reunião com André Mendonça, ainda sem data marcada.

Durante o encontro, Fachin defendeu a continuidade das investigações e afirmou que tudo será apurado “doa a quem doer”, preservando a integridade da Corte.

As mensagens atribuídas a Vorcaro, divulgadas pelo blog de Malu Gaspar, do jornal O Globo, teriam sido enviadas a Moraes horas antes da primeira prisão do banqueiro, segundo perícia da Polícia Federal. O ministro nega que as mensagens tenham sido direcionadas a ele.

Fonte: G1

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