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Brasil

MEC

MEC premiou com R$ 5 mil estudante que antecipou questões do Enem e dizia usar pré-testes do Inep para alimentar cursinho

por Redação 19 de novembro de 2025

O estudante de Medicina Edcley Teixeira, conhecido por vender cursos preparatórios para o Enem nas redes sociais, recebeu um prêmio de R$ 5 mil do Ministério da Educação (MEC) por meio do Prêmio CAPES Talento Universitário — o mesmo programa que ele afirma ter utilizado para memorizar questões de pré-testes do Inep e repassá-las em suas aulas. A revelação ocorre após a divulgação de uma live em que Edcley apresentou itens muito semelhantes aos que caíram no Enem 2025, realizado no último domingo.

Cinco dias antes da prova, Teixeira publicou em suas redes questões que reproduziam quase integralmente itens do exame. Uma das postagens chegou a ser vista pelo GLOBO antes de ser apagada, assim como conteúdos semelhantes removidos do X, Facebook e até do LinkedIn do próprio MEC após a repercussão.

No vídeo do MEC — posteriormente deletado — o estudante comemorava o prêmio e dizia usá-lo para adquirir ferramentas para o curso de Medicina. No Instagram, ele construía uma imagem de alguém capaz de antecipar estilos e conteúdos do Enem, afirmando participar de avaliações do MEC usadas para testar questões e alegando reutilizar “detalhes memorizados” desses pré-testes em suas aulas.

Um perfil atribuído a Edcley no site Escavador aponta que ele cursa o quinto período de Medicina na Universidade Federal do Ceará (UFC) e é sócio de uma empresa de ensino pré-vestibular que oferece aulas em todas as áreas do conhecimento.

Acesso prévio a questões?

Edcley também declara ter tido contato antecipado com itens das edições de 2023 e 2024 e que repassou esse conteúdo a alunos. Em um dos materiais divulgados por ele, intitulado “Essas questões estarão no Enem 2023”, o estudante afirma ter participado do pré-teste do Prêmio Capes Talento Universitário e que, com ajuda de cinco amigos, conseguiu memorizar “90 questões inéditas”. O arquivo, armazenado no Google Drive, foi criado em 8 de junho daquele ano.

No documento, o universitário sustenta que todas as questões são “criações originais”, embora “inspiradas” em itens reais, e alega que, por se tratar de memória pessoal, “não há qualquer risco jurídico envolvido”.

A live mais recente de Edcley, transmitida em 11 de novembro de 2025, apresenta correções de itens supostamente criados por ele. Um deles, o de número 34, trata de evolução restrita a ambientes específicos. A prova oficial trouxe uma questão equivalente, com alternativas praticamente idênticas — quatro delas iguais às usadas por Teixeira, incluindo a resposta correta.

Como funciona o pré-teste

Antes de cada edição do Enem, o Inep utiliza avaliações nacionais para testar questões, verificar dificuldade e descartar itens problemáticos. O estudante afirma ter participado dessas provas e que seria capaz de reter conteúdos na memória, posteriormente usados em seu cursinho.

O MEC retirou do ar a publicação que exaltava a premiação após as denúncias ganharem repercussão.

O texto dizia:

“É um reconhecimento que dá um gás incrível para continuarmos nos dedicando”, conta Edcley Teixeira, um dos ganhadores da edição mais recente do Prêmio CAPES Talento Universitário. Ele usou o prêmio para investir em ferramentas essenciais para o seu curso de medicina. Assim como ele, você também pode faturar R$ 5 mil!…”

A pasta ainda não se pronunciou sobre possíveis irregularidades no acesso ou uso de itens dos pré-testes.

Fonte: OGLOBO

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Segurança

Megaoperação no Rio: governo admite que apenas 23% dos policiais usaram câmeras corporais e entrega dados ao STF

por Redação 19 de novembro de 2025

O Governo do Rio de Janeiro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que apenas 569 câmeras corporais foram utilizadas durante a megaoperação realizada em 28 de outubro nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte da capital fluminense. O número representa somente 23% dos cerca de 2,5 mil policiais mobilizados para a ação contra o Comando Vermelho.

Do total de equipamentos utilizados, 62 pertenciam à Polícia Civil e 507 à Polícia Militar. A gestão estadual reconheceu falhas técnicas que impediram o uso de dezenas de câmeras, incluindo problemas de instabilidade no sistema, e relatou que nenhum policial do 41º BPM utilizou o equipamento no dia da operação. Um documento da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) apontou que uma estação de recarga defeituosa deixou 32 câmeras inoperantes, impossibilitando sua retirada por policiais civis. Outros agentes relataram instabilidade no sistema no momento da saída para a ação.

As informações divergem daquelas apresentadas pelo Ministério Público do Rio (MPRJ), que indicou que menos da metade dos integrantes do Bope e da Core utilizou câmeras corporais durante a operação.

Segundo o governo, todas as gravações feitas pela Polícia Civil foram classificadas como “evidência”, garantindo preservação integral, e a Polícia Militar afirmou ter solicitado medidas técnicas à empresa responsável para assegurar a manutenção de todas as imagens captadas.

Dados enviados ao STF

O governador Cláudio Castro reiterou ao ministro Alexandre de Moraes que o estado entregou “100% das informações complementares” exigidas após o primeiro envio de dados da Operação Contenção. O ministro havia determinado esclarecimentos sobre divergências entre números divulgados por diferentes órgãos, além da obrigatoriedade de preservar todas as imagens gravadas por câmeras corporais.

O relatório entregue ao STF registrou 100 presos — 17 por mandado e 83 em flagrante — e 96 fuzis apreendidos. Esses números contrastam com balanços anteriores divulgados pelo governo e por outras instituições. Moraes também identificou discrepâncias relacionadas ao número de apreensões, laudos e perícias produzidos e à quantidade de imagens disponíveis.

O envio de informações ocorre no contexto da ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, que estabelece parâmetros rigorosos para operações policiais em comunidades e exige preservação total dos elementos que permitam fiscalização externa das ações.

Entre os documentos exigidos pelo STF estão: laudos necroscópicos com fotos e busca de projéteis, relatórios de inteligência utilizados no planejamento da operação, listas completas de policiais e câmeras envolvidas, além de dados sobre mandados de prisão e busca.

Justificativas do governo

No relatório, o Governo do Rio argumentou que a megaoperação foi “absolutamente imprescindível” para cumprir 51 mandados de prisão e 145 de busca e apreensão contra lideranças do Comando Vermelho. Segundo o documento, 38 alvos tinham residência declarada no Complexo da Penha e 112 endereços estavam diretamente vinculados à facção. Há ainda menção ao emprego de armamento pesado, drones, barricadas e monitoramento por câmeras por parte dos criminosos.

As autoridades afirmaram ter identificado locais associados a lideranças como Doca, Gadernal, Grandão, Pedro Bala e BMW. O relatório cita ainda a conexão da facção com crimes de repercussão nacional, como o assassinato dos quatro médicos na Barra da Tijuca e a morte da turista Diely Silva.

Relembre a operação

A Operação Contenção mobilizou 2,5 mil agentes e deixou 121 mortos — entre eles quatro policiais. Ao todo, 113 pessoas foram presas, e o balanço inicial apontou a apreensão de 93 fuzis. A ação provocou retaliações armadas, bloqueios em vias como a Linha Amarela e a Grajaú-Jacarepaguá, paralisações no transporte público e levou o município a entrar em estágio operacional 2.

Fonte: G1

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Brasil

Viagens de luxo, coleção de aeronaves e festa milionária: o estilo de vida de Daniel Vorcaro, preso pela Polícia Federal

por Redação 19 de novembro de 2025

O banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, foi preso pela Polícia Federal na segunda-feira (18) ao tentar deixar o país. A detenção ocorreu no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no momento em que ele embarcaria em um jato particular rumo à Europa. Vorcaro é investigado por suspeita de emitir e negociar títulos de crédito falsos, além de oferecer Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com rendimentos muito acima do padrão do mercado.

A instituição teria criado papéis sem lastro ou com informações fraudulentas, configurando, segundo a PF, crimes de gestão fraudulenta e falsidade documental. Os CDBs comercializados pelo banco prometiam retornos até 40% superiores à taxa básica, algo considerado irreal por especialistas. A investigação apura se a estratégia era usada para captar recursos rapidamente e cobrir déficits internos.

A prisão ocorreu um dia após o anúncio da venda do Banco Master para um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira. Nesta terça-feira (18), o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição e determinou a indisponibilidade dos bens dos controladores e ex-administradores.

Viagens de luxo e vida pública nas redes

Nas redes sociais, a namorada de Vorcaro — empresária e influenciadora com mais de 600 mil seguidores — publicava registros frequentes de viagens internacionais ao lado do banqueiro. Entre os destinos visitados pelo casal estão Capri e Puglia, na Itália; Costa Rica; Miami; Alpes Franceses; Saint Barths, no Caribe; além de Trancoso (BA) e Rio de Janeiro.

Coleção de aeronaves particulares

Vorcaro é dono de ao menos três aeronaves, todas registradas em nome da Viking Participações LTDA, holding com sede em Belo Horizonte. O acervo inclui um Gulfstream GV, jato de longo alcance com autonomia de cerca de 12 mil km, usado para voos intercontinentais. Foi justamente nesse avião que ele embarcaria para Malta no momento da prisão.

O banqueiro também possui um Falcon 2000, com capacidade para 19 passageiros, e um Falcon 7X, para 12 passageiros.

Festa milionária em Nova Lima

Em 2023, ele promoveu uma festa de 15 anos para a filha em uma mansão em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, cidade que tem o maior salário médio do país. O evento reuniu atrações como Alok, Dennis DJ e The Chainsmokers. Moradores do condomínio receberam comunicado oferecendo hospedagem em hotel de luxo para evitar incômodos com o volume da festa, com diárias a partir de quase R$ 3 mil.

Quem é Daniel Vorcaro

Aos 42 anos, nascido em Belo Horizonte e formado em Economia com MBA pelo Ibmec, Vorcaro ganhou projeção nacional após negócios firmados entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB), envolvendo o governo do Distrito Federal.

Ele também é acionista da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Atlético-MG, com 20,2% de participação por meio do fundo Galo Forte FIP, investimento estimado em cerca de R$ 300 milhões. A origem desses recursos é alvo de apuração por possível ligação com o PCC.

A tentativa de viagem e a versão da defesa

Segundo a PF, Vorcaro deixou o Banco Master de helicóptero após o anúncio da venda da instituição, dirigindo-se ao aeroporto com intenção de fugir para Malta. A defesa, no entanto, nega qualquer tentativa de evasão e afirma que o destino final era Dubai, onde ele se encontraria com representantes do grupo comprador.

Fonte: G1

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PL Antifacções

Câmara aprova Projeto Antifacção com foco no combate ao crime organizado

por Redação 19 de novembro de 2025

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18) o Projeto Antifacção, proposta enviada pelo governo federal em outubro e que endurece penas, cria novos tipos penais e amplia mecanismos de investigação contra organizações criminosas. O placar foi de 370 votos a 110.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), escolheu o deputado Guilherme Derrite (Progressistas-SP) como relator. A decisão gerou desconforto no governo, que criticou o fato de o texto ter sido entregue ao então secretário de Segurança Pública de São Paulo, que deixou o cargo para assumir a relatoria.

A tramitação foi marcada por embates entre base governista e oposição. Um dos pilares da proposta é o aumento de penas relacionadas a crimes praticados por organizações criminosas, que podem chegar a 40 anos de prisão. O texto foca em “organizações criminosas, paramilitares ou milícias privadas” atuando com violência ou grave ameaça, e define ainda o conceito de “organizações criminosas ultraviolentas”.

Apesar disso, o governo criticou a ausência de menção explícita a “facções criminosas” e deve buscar a inclusão desse termo em votação separada. O projeto também dificulta a progressão de pena, amplia instrumentos de investigação e cria novos crimes associados ao chamado “novo cangaço”, domínio territorial e ataques com explosivos, armas pesadas e drones.

A última versão do relatório incluiu o garimpo ilegal como agravante, com aumento de pena para ações criminosas relacionadas à atividade.

Outro ponto de discórdia diz respeito ao destino de bens confiscados. Para o governo, a redação atual “descapitaliza” a União e a Polícia Federal ao manter o modelo de divisão dos recursos quando há atuação conjunta entre órgãos federais e estaduais. A versão inicial do governo previa maior participação federal no rateio, mas o destaque do PT para retomar esse formato foi rejeitado.

O texto também prevê penas obrigatórias em presídios federais de segurança máxima para líderes e núcleos de comando de organizações criminosas, além de mecanismos excepcionais de monitoramento audiovisual de parlatórios. Entre as medidas patrimoniais, estão o bloqueio e a alienação antecipada de bens, contas e criptoativos, além da possibilidade de intervenção judicial em empresas utilizadas por facções.

A progressão de pena poderá variar entre 70%, 75%, 80% e 85%, dependendo do tipo de crime e do perfil do condenado. O objetivo, segundo o relator, é dificultar a comunicação ilícita e reduzir o poder de comando exercido a partir dos presídios.

Fonte: G1

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Segurança

Polícia prende na Bahia suspeito de matar jovem durante assalto em Sapopemba, na Zona Leste

por Redação 18 de novembro de 2025

Uma operação conjunta das polícias de São Paulo e da Bahia prendeu, nesta terça-feira (18), Isaías dos Santos da Silva, de 23 anos, apontado como o autor do disparo que matou a universitária Beatriz Munhos, de 20 anos, durante um assalto em Sapopemba, Zona Leste de São Paulo. O crime ocorreu em 1º de novembro e foi registrado por câmeras de segurança.

Segundo as investigações, Beatriz, o pai e o namorado foram vítimas de uma emboscada preparada por três criminosos que se passaram por compradores de um drone anunciado pela família na internet. Os suspeitos combinaram a compra por R$ 27 mil e exigiram a entrega presencial, atraindo as vítimas de Sorocaba até a capital paulista.

No local marcado, dois homens em uma moto anunciaram o assalto. Beatriz permaneceu dentro do carro e, ao usar spray de pimenta para tentar afastar o criminoso, foi atingida por um disparo na cabeça, morrendo na hora. O pai e o namorado estavam do lado de fora do veículo e relataram que já haviam entregue os pertences quando o tiro foi efetuado.

Isaías foi localizado na cidade de Mirante, no sertão da Bahia, a 495 km de Salvador. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo, ele já possuía três antecedentes criminais por roubo. Ao ser detido, foi reconhecido por uma das vítimas, confessou a participação no crime e alegou ter atirado “no susto”, após ser atingido pelo spray de pimenta.

A transferência dele para São Paulo foi solicitada e deve ocorrer na quinta-feira (20). Outro suspeito já havia sido preso anteriormente: Lucas Kauan da Silva Pereira, de 18 anos, apontado como o piloto da moto usada na ação. Sua defesa afirma que ele nega participação e que estava em liberdade assistida. Um terceiro envolvido, responsável por atrair a família ao local, foi identificado e segue foragido.

A SSP informou que o homem procurado já teria aplicado golpes semelhantes na região.

Fonte: G1

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STF

Moraes vê dúvidas sobre envolvimento e vota por absolver general acusado de apoiar tentativa de golpe

por Redação 18 de novembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (18) pela absolvição do general Estevam Theophilo, ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército, denunciado por suposto envolvimento na tentativa de golpe. Segundo o ministro, há dúvidas que impedem uma condenação.

A Primeira Turma do STF julga as acusações relativas ao chamado núcleo 3 da investigação — grupo apontado como responsável por planejar as ações mais severas e violentas da trama golpista. Caso os demais ministros sigam o voto de Moraes, Theophilo será o primeiro réu desses núcleos absolvido pelo Supremo.

Além de propor a absolvição de Theophilo, Moraes votou pela condenação de outros nove réus do mesmo núcleo. Após sua manifestação, o julgamento foi suspenso e deve ser retomado ainda nesta tarde. Restam votar Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

Na denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) acusa o general de usar sua posição para apoiar o plano golpista, inclusive incentivando Jair Bolsonaro (PL) a assinar um decreto que viabilizaria a ruptura institucional. A defesa nega envolvimento, afirma que ele nunca recebeu qualquer proposta de golpe e sustenta não haver relação entre o general e os atos de 8 de janeiro.

Em seu voto, Moraes destacou que, apesar de existirem indícios contra Theophilo, o material probatório é insuficiente. Segundo ele, as únicas evidências são a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e uma mensagem apresentada pelo próprio colaborador.

“Em que pesem os fortes indícios da participação do réu Estevam Theophilo, não é possível condená-lo com base em duas provas diretamente produzidas pelo colaborador premiado, sem comprovação adicional”, afirmou o ministro. Ele reforçou que as provas remanescentes “estão ligadas exclusivamente à colaboração premiada”.

Fonte: G1

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Brasil

PF encontra R$ 1,6 milhão na casa de diretor do Banco Master durante operação sobre títulos falsos

por Redação 18 de novembro de 2025

A Polícia Federal encontrou R$ 1,6 milhão em espécie na residência de Augusto Ferreira Lima, diretor do Banco Master e ex-CEO da instituição, durante operação realizada nesta terça-feira (18). Lima é um dos alvos de mandados de prisão relacionados às investigações sobre a venda de títulos de crédito falsos pelo banco.

Além dele, outros três diretores e o controlador do Master, Daniel Vorcaro, também foram presos. Vorcaro foi detido na segunda-feira (17), no aeroporto de Guarulhos, quando se preparava para embarcar em um avião particular com destino inicial a Malta. Sua defesa nega tentativa de fuga e afirma que o destino final seria Dubai, onde teria reuniões com possíveis compradores.

As prisões ocorreram poucas horas após o anúncio da compra do Banco Master por um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira. A negociação foi divulgada pouco mais de um mês depois de o Banco Central rejeitar a aquisição da instituição pelo Banco de Brasília (BRB).

De acordo com informações apuradas pela TV Globo, sete mandados de prisão foram expedidos, dos quais seis já foram cumpridos.

As investigações tiveram início em 2025, a partir de um relatório enviado pelo Banco Central indicando suspeitas sobre a atuação do Master. Ainda nesta terça-feira, o BC decretou a liquidação extrajudicial da instituição financeira e determinou a indisponibilidade dos bens de seus controladores e ex-administradores. Com a decisão, o processo de compra em andamento é automaticamente suspenso.

A liquidação extrajudicial é adotada quando um banco não reúne mais condições de operar. Nesse procedimento, um liquidante assume o controle da instituição, encerra suas atividades, vende os ativos e paga os credores até a extinção da empresa.

O negócio entre o Master e o grupo Fictor previa aporte imediato de R$ 3 bilhões, incluindo participação de investidores dos Emirados Árabes Unidos. A operação, no entanto, dependia da aprovação do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Fonte: G1

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Brasil

PF prende Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, acusado de tentar deixar o país após operação sobre títulos falsos

por Redação 18 de novembro de 2025

A Polícia Federal prendeu nesta segunda-feira (17) o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, no aeroporto de Guarulhos (SP). De acordo com investigadores, ele embarcaria em um voo particular com destino a Malta, na Europa, quando foi detido.

A ação faz parte da operação Compliance Zero, que investiga a emissão e comercialização de títulos de crédito falsos. Segundo a PF, o banco ofertava CDBs com promessa de retorno até 40% acima da taxa básica do mercado, índice considerado inviável. As autoridades estimam que o esquema possa ter movimentado cerca de R$ 12 bilhões.

Foram cumpridos seis dos sete mandados de prisão expedidos, incluindo outros quatro diretores da instituição. A operação também realizou 25 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal.

Após a prisão, Vorcaro foi levado à Superintendência da PF em São Paulo. Em nota, a defesa afirmou que o empresário “não estava fugindo do país” e que o destino final seria Dubai, onde ele teria encontro marcado com parte dos compradores do banco.

A detenção ocorreu horas após o anúncio da compra do Banco Master por um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira — negociação divulgada pouco mais de um mês depois de o Banco Central rejeitar a aquisição pelo BRB (Banco de Brasília). Na manhã desta terça-feira, o BC decretou a liquidação extrajudicial do Master e tornou indisponíveis os bens de controladores e ex-administradores, o que suspende automaticamente qualquer negociação de venda em andamento.

O acordo com a Fictor previa aporte imediato de R$ 3 bilhões e incluía investidores dos Emirados Árabes Unidos, mas ainda dependia da aprovação do Banco Central e do Cade.

Segundo investigadores, Vorcaro esteve no banco na tarde de segunda-feira e, logo após a divulgação do comunicado de venda, deslocou-se de helicóptero ao aeroporto. A PF antecipou a prisão ao detectar possível tentativa de deixar o país.

As investigações começaram em 2024, a pedido do Ministério Público Federal, para apurar suposta criação de carteiras de crédito fictícias por instituições do Sistema Financeiro Nacional. Após fiscalização do Banco Central, alguns desses títulos teriam sido substituídos por ativos sem avaliação técnica adequada. Entre os crimes investigados estão gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa.

Tentativa anterior de venda ao BRB
Em março, o Banco de Brasília chegou a anunciar um acordo para adquirir o Master, prevendo a compra de 49% das ações ordinárias, 100% das preferenciais e 58% do capital total. A operação, no entanto, foi rejeitada em setembro pela diretoria colegiada do Banco Central, sob argumento de falta de documentos que comprovassem a viabilidade econômico-financeira do negócio. O Cade já havia dado aval, e a Câmara Legislativa do DF havia aprovado, em regime acelerado, a autorização para a aquisição.

Fonte: G1

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Brasil

Mensagens revelam que suspeita de mandar matar jovem em Sepetiba planejava o crime mais de um mês antes, aponta investigação

por Redação 18 de novembro de 2025

Interceptações feitas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro revelam que Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, de 21 anos, presa por suspeita de ordenar o assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira, já demonstrava intenção de cometer o crime semanas antes da execução, ocorrida em 4 de novembro, em Sepetiba. Em conversas registradas no dia 29 de setembro, Gabrielle afirmou ao marido, Lucas: “Queria matar demais a Laís. Deus me livre”, ao que ele respondeu que “não valia a pena”. Ela encerrou dizendo: “Vms ve”.

Laís foi morta com um tiro na nuca enquanto empurrava o carrinho do filho de 1 ano e 8 meses. Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), o crime foi motivado por uma disputa pela guarda da filha mais velha da vítima, Alice, de 4 anos. O Ministério Público aponta que Gabrielle tinha “obsessão” pela criança, custeava despesas e até festas de aniversário, além de apresentar histórico de mentiras e suspeitas de envolvimento em estelionato.

Para a promotora Laíla Antonia Olinda, as mensagens e a execução — com tiros em via pública, sem subtração de bens e com a placa da moto coberta — reforçam o caráter premeditado e o mando do crime. O delegado Robinson Gomes afirma que as provas coletadas, incluindo celulares, depoimentos e registros de conversas, fecham o cerco sobre a suspeita. Ele disse que o caso está “encerrado” no que diz respeito à autoria intelectual e que pedirá a prisão preventiva de Gabrielle.

A Polícia Civil também vai desmembrar o inquérito para apurar se Gabrielle integraria um esquema de estelionato. Documentos apresentados ao Ministério Público apontam que a jovem teria falsificado a certidão de óbito de uma suposta filha, que, segundo ela, teria morrido de meningite — história considerada inventada por familiares e amigos.

Gabrielle estava foragida e teve dois cartazes de procurada divulgados pelo Disque Denúncia, um deles com aparência modificada. Ela se entregou à DHC nesta segunda-feira (17), acompanhada do advogado, Diogo Macruz, que nega que ela seja a mandante e afirma que há “outra pessoa acima dela” no crime. Ele também diz não ter tido acesso à investigação sobre estelionatos.

Além de Gabrielle, outras três pessoas foram presas: Ingrid Luiza da Silva Marques, apontada como intermediária, e os executores Erick Santos Maria e Davi de Souza Malto, que confessaram participação. Investigações mostram que a suspeita monitorou Laís por mensagens minutos antes do assassinato, indicando sua possível localização aos criminosos.

Depoimentos de familiares e amigos reforçam que Gabrielle possuía comportamento controlador e exigia que a enteada a chamasse de “mãe”. A polícia aponta que a motivação do crime foi passional e voltada à disputa pela criança.

Fonte: G1

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Política

Governo admite minoria na Câmara na pauta da Segurança e agora avalia área fora da meta fiscal

por Redação 18 de novembro de 2025

Diante das modificações que alteraram profundamente o projeto Antifacção enviado ao Congresso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a discutir alternativas para reforçar a atuação do governo na Segurança Pública — setor considerado estratégico tanto por aliados quanto pela oposição, especialmente devido ao impacto junto ao eleitorado. Nesta segunda-feira, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, reconheceu que o governo tem minoria nas discussões da área e criticou trechos dos relatórios apresentados pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), secretário licenciado do governo paulista de Tarcísio de Freitas.

Lewandowski confirmou que Lula avalia retirar parte das despesas de Segurança Pública do arcabouço fiscal, mecanismo criado pelo próprio governo em 2023 para limitar o crescimento de gastos. A proposta segue movimento semelhante ao aprovado pelo Congresso no mês passado, que excluiu R$ 5 bilhões anuais da Defesa do limite de despesas. O Ministério da Fazenda, porém, ainda não detalhou qual fatia da Segurança poderá ser tratada da mesma forma.

Segundo o ministro, a área demanda investimentos excepcionais:
“É preciso investir como se fez com a Defesa. O presidente está convencido de que talvez seja necessário fixar um valor para a segurança pública que fique fora do teto de gastos”, afirmou.

Lewandowski também admitiu que, no Legislativo, o governo enfrenta desvantagem numérica:
“Não somos majoritários na Câmara, muito menos no Senado. As chances de um projeto alternativo avançar são pequenas”, declarou. Para o ministro, o governo terá de decidir entre tentar rejeitar o parecer de Derrite integralmente ou negociar modificações pontuais — tarefa dificultada pela correlação de forças.

Enquanto isso, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, esteve reunida com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com Derrite para tratar das divergências. Gleisi afirmou que o governo manifestou preocupação com o texto, mas está preparado para o debate mesmo diante da decisão de Motta de pautar a votação.

Divergências centrais
Após seis dias de sucessivas versões, o quarto relatório de Derrite é alvo de críticas do governo em temas como a tipificação de facções criminosas, o financiamento da Polícia Federal e mecanismos de confisco de bens. A nova redação introduz o termo “organização criminosa ultraviolenta”, com o objetivo de evitar sobreposição com legislação vigente. Para o Executivo, porém, o dispositivo não soluciona a confusão criada nas versões anteriores e ainda adiciona uma nova lei desnecessária.

Lewandowski afirmou que persistem pontos incompatíveis com a Constituição e criticou a falta de técnica legislativa no parecer. Ainda nesta segunda, Hugo Motta reiterou que levará o texto ao plenário e defendeu a necessidade de maior rigor no combate ao crime organizado.

Tramitação marcada por impasses
O projeto, originalmente enviado pelo governo Lula, é relatado por um aliado do governador Tarcísio de Freitas, potencial adversário presidencial em 2026. A matéria será o único item da pauta desta terça-feira. A votação já havia sido tentada duas vezes na semana passada, ambas sem consenso.

Na oposição, parlamentares bolsonaristas seguem defendendo que facções sejam classificadas como organizações terroristas — ponto rejeitado pela base governista e ausente da versão atual. Governadores de direita solicitaram mais 30 dias de discussão, enquanto o PL busca estender o debate para pressionar o governo e ampliar protagonismo no tema.

Fonte: OGLOBO

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