Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
domingo, março 15, 2026
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Brasil

Brasil

Ex-marido é condenado a um ano de prisão por agredir apresentadora Ana Hickmann

por Redação 22 de julho de 2025

A Justiça de São Paulo condenou o empresário Alexandre Bello Correa a um ano de prisão, em regime aberto, por agressão contra sua ex-mulher, a apresentadora Ana Hickmann, segundo informações do advogado dela, Roberto Leonessa.

A sentença foi proferida pela juíza Andrea Ribeiro Borges, da 1ª Vara Criminal de Violência contra a Mulher da capital paulista, e ainda cabe recurso na 2ª instância do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

A juíza também determinou o pagamento de uma multa no valor de R$ 10 mil, por danos morais sofridos pela apresentadora em decorrência da violência doméstica.

O g1 falou com o empresário, que pediu para procurar seu advogado para comentar o assunto. A reportagem já entrou em contato com o criminalista, mas ainda não obteve retorno.

Procurado, o Tribunal de Justiça informou que o caso corre em segredo de Justiça e, por isso, não poderia comentar o caso.

A agressão de Alexandre contra a apresentadora foi em novembro de 2023 em Itu, no interior do estado. Na época, Ana Hickmann registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal e violência doméstica.

Na delegacia, ela contou que foi agredida e ameaçada pelo então marido na cozinha da casa onde moravam. O empresário teria pressionado Ana contra a parede e ameaçado agredí-la com cabeçadas.

Por causa do episódio, a apresentadora da TV Record conseguiu uma medida protetiva contra ele por tempo indeterminado, que foi mantida pela Justiça na sentença de condenação do caso.

Por meio de nota ao g1, Ana Hickmann disse estar “aliviada que a Justiça foi feita” e satisfeita com a manutenção da medida protetiva.

A apresentadora acrescentou ainda que “ele sempre teve uma postura opressora, misógina e machista dentro de casa, e agora tornou isso público com ataques que não cessam, desde que tive coragem de me libertar”.

Divórcio

Os dois foram casados por 25 anos e são pais de um menino de 11 anos, que leva o mesmo nome do pai.

A separação foi anunciada naquele mesmo novembro de 2023, em um pedido de divórcio ingressado na Justiça pela apresentadora, baseado na Lei Maria da Penha.

Em publicação no Instagram na época da agressão, Alexandre Correa admitiu o desentendimento, mas alegou que a discussão “não gerou maiores consequências”.

Ele afirmou, ainda, que tudo seria “devidamente esclarecido no momento oportuno” e pediu desculpas à família pelo ocorrido.

“De fato, na data de ontem, tive um desentendimento com a minha esposa, situação absolutamente isolada, que não gerou maiores consequências (…) Aproveito a oportunidade para pedir minhas mais sinceras desculpas a toda a minha família pelo ocorrido. São 25 anos de matrimônio, sem qualquer ocorrência dessa natureza. Sempre servi a Ana como seu agente, com todo zelo, carinho e respeito”, afirmou a postagem.

A agressão

No dia da agressão em Itu, Ana Hickmann contou à polícia que estava na cozinha de casa, e que, depois de uma discussão, foi agredida e ameaçada pelo marido.

A ex-modelo também afirmou aos policiais que tentou pegar o celular que estava fora da casa e que, nesse momento, o marido fechou a porta repentinamente e machucou seu braço.

Ela contou que conseguiu trancar o marido do lado de fora e que, quando percebeu que estava em segurança na cozinha, chamou a polícia.

A apresentadora declarou que o filho do casal e funcionários estavam na cozinha na hora da discussão.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, Ana procurou atendimento médico por conta própria. Ela foi até a Santa Casa de Itu e precisou colocar uma tipoia no braço esquerdo.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Brasil

Justiça manda prender Oruam; rapper vai responder por 7 crimes

por Redação 22 de julho de 2025

O Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do RJ expediu na manhã desta terça-feira (22) um mandado de prisão preventiva contra Oruam. O rapper tinha sido indiciado por uma série de crimes após, segundo a Polícia Civil, impedir a apreensão de um menor procurado por tráfico e por roubo na noite de segunda (21).

O artista teria buscado refúgio no Complexo da Penha após o episódio. “Aí! Eu quero ver você vir aqui, pô! Me pegar aqui dentro do complexo! Não vai me pegar, sabe por causa de quê? Que vocês peida!”, afirmou, em um vídeo nas redes sociais.

A ordem de prisão foi emitida pela juíza Ane Cristine Scheele Santos. Oruam vai responder por tráfico de drogas, associação ao tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal.

O secretário Felipe Curi, chefe da instituição, afirma que Oruam e amigos atacaram agentes e frustraram o cumprimento de um mandado de busca e apreensão contra esse adolescente infrator.

“Oruam é um marginal, bandido, delinquente, criminoso e associado para o tráfico — um bandido da pior espécie”, declarou Curi em entrevista ao Bom Dia Rio desta terça (22).

Segundo Curi, Oruam foi indiciado por conta do episódio, na casa onde o artista mora, no Joá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

“Se havia alguma dúvida de que o Oruam seria um artista periférico ou um marginal da pior espécie, hoje nós temos certeza de que se trata de um criminoso faccionado, ligado ao Comando Vermelho, facção que o pai dele, o Marcinho VP, controla a distância de fora do estado, mesmo estando preso em presídio federal”, afirmou.

Em sua decisão, Ane Cristine explicou por que decretou a prisão preventiva, quando não há prazo para a soltura.

“Analisando os autos, verifico que, no presente momento, mais adequado se faz a decretação da prisão preventiva (e não da prisão temporária), conforme sugerido pelo Ministério Público”, escreveu a juíza.

“A prisão preventiva (…) se faz pertinente para a garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria e de perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado. E os requisitos se fazem presentes, de acordo com os elementos probatórios”, destacou a magistrada.

A defesa de Oruam disse que não teve acesso ao inquérito policial até o momento, e que, por isso, não vai se manifestar.

Como foi o ataque
Segundo Curi, a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) obteve a informação de que na casa de Oruam estava um adolescente de 17 anos, identificado como Menor Piu, “um dos maiores ladrões de veículos do estado e segurança do traficante Doca”.

Doca é Edgar Alves de Andrade, um dos chefes do Comando Vermelho (CV) no RJ e “dono” do Complexo da Penha.

“Havia um mandado de busca e apreensão contra o Menor Piu por vários crimes [fatos análogos, por se tratar de um adolescente infrator]”, destacou o secretário. “Como já era quase madrugada, obviamente nós não poderíamos entrar na residência dele. Ficamos ali esperando a movimentação. Ele saiu da casa e, já em via pública, foi feita a abordagem”, narrou Curi.

Nesse momento, Oruam postou um apelo nos stories: “Quem tiver de moto brota no Joá”, escreveu. “Me ajuda, eles estão aqui na minha porta.”

Os ânimos se acirraram quando Menor Piu foi colocado numa picape descaracterizada.

“Oruam viu da varanda da casa dele e começou a tacar pedras em cima dos policiais”, afirmou Curi. “Acertaram a viatura e machucaram o policial que acompanhava o Moysés [Santana, delegado da DRE].”

O MC foi até a rua e passou a xingar os policiais. “Delegado da Civil! Tu é czão! Filha da pta! Tá tudo gravado! Você é covarde!”, gritou o MC.

No tumulto, Menor Piu conseguiu abrir a porta esquerda traseira da picape e saiu correndo.

“Como eles estavam em flagrante, resistindo à prisão, danificando patrimônio público, os policiais entraram na residência, porque já era situação de flagrante”, emendou Curi. Um homem acabou preso.

“Após esse evento, ele fugiu e se escondeu no Complexo da Penha”, falou o chefe da Polícia Civil.

O que disse Oruam
Supostamente após a fuga para a Penha, Oruam postou uma sequência de vídeo nos stories. “Aí, tropa, posta isso daí, tropa: tem mais de 20 viaturas na porta da minha casa. O mesmo delegado que me prendeu, eu estava saindo, botou uma pistola na minha cara, tentou me prender, conseguimos sair”, declarou.

“Claro que ele vai querer prender nós! Nós é filho de bandido! Nós não é ninguém, vai entrar na nossa casa à meia-noite, vai fazer o que quiser com nós”, disse. “Tudo o que eu conquistei foi com minha música! Vai tomar no c*!” Depois, ele repostou um vídeo de um quarto revirado, supostamente pelos policiais.

Em nova selfie, Oruam afirma estar no Complexo da Penha.

Para Curi, esse vídeo “é a confissão dele de que ele se trata realmente de um marginal faccionado e desafiando as autoridades”.

Já pela manhã, Oruam escreveu: “Eu fui o primeiro que eles abordaram. Consegui sair da mão deles. Estão mentindo. Eles provocaram essa situação para fazer isso comigo”.

Prisão em fevereiro
➡️ Oruam é o nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno. Ou seja, Oruam é Mauro escrito ao contrário. Ele é filho de Marcinho VP, preso por assassinato, formação de quadrilha e tráfico, apontado pelo Ministério Público como um dos chefes do Comando Vermelho. O rapper tem uma tatuagem em homenagem ao pai e ao traficante Elias Maluco, condenado pelo assassinato do jornalista Tim Lopes.
Em fevereiro deste ano, o rapper foi preso em flagrante por abrigar em sua casa um foragido da Justiça. No mesmo dia, porém, o artista foi liberado.

Oruam era alvo de buscas, mas policiais encontraram na mansão dele, no Joá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o traficante Yuri Pereira Gonçalves, procurado por organização criminosa. Com ele havia uma pistola 9 mm com kit-rajada e munição.

O artista também já era investigado por ter atirado a esmo em um condomínio em SP no fim do ano passado e foi indiciado pela prática do crime de disparo de arma de fogo, “após ter colocado em risco a integridade física de diversas pessoas”, segundo a polícia.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Brasil

Empresário transforma Ford Ka em “Ferrari” e troca cavalo por jumento

por Redação 22 de julho de 2025

Muitas pessoas querem ter uma Ferrari na garagem, mas poucas, de fato, alcançam tal feito. Além de precisar ter cifras milionárias na conta bancária, a marca italiana tem normas rigorosas para autorizar a venda de seus esportivos. Só que Daniel dos Santos, conhecido como Graxinha, não se viu impedido por essas circunstâncias e criou a Karrari, um Ford Ka de 2009 inspirado na marca italiana. Ele até trocou o símbolo do cavalo por um jumento.

Filho e irmão de mecânicos, o dono da loja de envelopamentos chamada Graxinha envelopamento, no bairro do Tatuapé (SP), conta em entrevista à Autoesporte que esse já é o segundo Ka que ele compra para personalizar.

“O primeiro que eu tive foi em 2014, quando eu montei a minha primeira loja. Também era vermelho e com as rodas aro 17. Essa loja ficou pequena, então eu montei uma outra num posto de combustível, mas oito meses depois faliu. Então eu tive que vender ele (o carro) para pagar a dívida”, conta.

Foi só em 2020, já que a atual loja funcionando, que Graxinha comprou outro Ford Ka para realizar o sonho de “fazer do seu jeito”. De lá para cá, o hatch compacto ganhou forro das portas em Alcantara, volante de fibra de carbono forjado importado da China, novo painel digital, duas centrais multimídia — uma para música e outra para o GPS —, entre outras personalizações.

“Eu fiz o teto solar panorâmico, que é do Audi Q3. Os bancos dele são de couro e semelhantes aos de uma LaFerrari, do tipo concha. O cinto de segurança é amarelo e as rodas são da Ferrari. O carro também tem suspensão a ar, partida por botão e volante multifuncional. Esse carro não vem com isso, não existe. Eu que adaptei tudo”, completa Graxinha.

Sem alterações na motorização, a Karrari segue equipada com o motor original: 1.0 aspirado flex de quatro cilindros em linha que desenvolve até 72 cv de potência e 9,3 kgfm de torque. Mesmo assim, o entusiasta contou à nossa reportagem que trocou todas as peças do conjunto mecânico e garantiu que registrou todas as alterações no documento do veículo.

Além disso, todas as mudanças no visual também foram registradas no licenciamento, incluindo um dos destaques do projeto: as portas do tipo tesoura, muito famosas Lambo em carros da Lamborghini. Essas foram adaptadas pelo próprio empresário em um período de duas semanas.

“Eu nunca tinha mexido com o solda MIG, mas comprei o adaptador que veio com o amortecedor e a dobradiça. Aí, eu cortei os pinos que vão na longarina do carro, cortei os da porta, passei a lixadeira, desmontei o para-lama, fixei a porta e eu mesmo que soldei. Depois, nós pintamos o carro inteiro aqui na loja”, explica.

O símbolo da Ferrari nos para-lama do hatch também chamam a atenção quando Graxinha vai com a Karrari em eventos de carros esportivos, de luxo e turbinados. Isso porque, o dono do carro fez uma alteração no logotipo da marca italiana, transformando o famoso cavallino rampante em um “jumento dando risada”. Ideia essa, que surgiu para evitar problemas com a fabricante de luxo, que possui regras rígidas quanto à personalizações e acessórios que remetem aos seus veículos em outros modelos.

Desde a aquisição, há cinco anos, o compacto já vale mais de dez vezes o valor pelo qual foi comprado. O empresário contou à Autoesporte que o veículo já vale R$ 190 mil, entre o valor de compra e o investimento nas customizações.

Em 2020, o Ford Ka 2009, que teve passagem por leilão, foi adquirido por R$ 16 mil. Vale dizer que o volante importado custou R$ 10 mil e o conjunto de bancos teve um investimento de R$ 12 mil.

E por que um Ford Ka?
Em meio a tantos modelos usados que poderia ter escolhido, Graxinha esclarece que na época era o sonho dele ter esse carro. “Quando eu consegui, fui mexendo nele e pensei: ‘esse carro é feio, mas eu vou deixar ele bonito’. A ideia é transformar um carro feio em um carro bonito”.

O Karrari pode não ser uma Ferrari legítima, longe disso, mas não há como negar que o empresário tem um carro totalmente exclusivo na sua garagem.

Fonte: autoesporte

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Política

Oposição quer garantir que Eduardo Bolsonaro termine de exercer mandato nos EUA

por Redação 22 de julho de 2025

O líder do PL (Partido Liberal) na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou, nesta segunda-feira (21), que a bancada pretende “garantir” que o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) exerça o mandato nos EUA.

O parlamentar está licenciado desde o fim de março para buscar “sanções” ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. A licença terminou no domingo (20), mas Eduardo indicou que não deve voltar ao Brasil nem renunciar o mandato.

A jornalistas, Cavalcante disse que a ideia é fazer com que Eduardo termine o mandato, ou seja, que ele exerça a função até o fim de 2026, mas nos Estados Unidos. “Seja votando mudanças legislativas ou outras questões, ele exercerá esse mandato dos EUA”, garantiu o líder.

Durante live no Youtube no domingo, Eduardo declarou que consegue levar o mandato por pelo menos os próximos três meses. “Não vou fazer nenhum tipo de renúncia. Se eu quiser, consigo levar meu mandato, pelo menos, até os próximos três meses”, afirmou.

Nas próximas duas semanas, a Câmara estará de recesso. Porém, quando voltarem as sessões, Eduardo poderá perder o mandato por faltas, caso não retorne a Brasília em até 120 dias.

Isso ocorre se ele tiver ausências não justificadas em um terço das sessões ordinárias da Casa. Mas, enquanto isso, o parlamentar volta a receber o salário bruto de R$ 46.366,19, com desconto pelas faltas.

‘Exílio’
Na live, Eduardo chamou sua ida aos Estados Unidos de “exílio” e diz que prefere “morrer” por lá a ser preso. Até o momento, não há, no entanto, nenhum pedido de prisão contra ele. “Vocês acham mesmo que vou forçar a minha família a me visitar numa cadeia? Prefiro morrer aqui no exílio”, declarou.

O ex-presidente Jair Bolsonaro tem defendido que o filho não retorne ao Brasil pelo risco de ser preso. “Se Eduardo vier para cá, ele está preso. Ou não está? Pelo que sei, ele não vem para cá. Vai ser preso no aeroporto”, afirmou Bolsonaro, na última quinta.

Eduardo Bolsonaro pediu licença por 120 dias, prazo máximo de afastamento permitido. Ele foi aos Estados Unidos alegando que iria “buscar as devidas sanções aos violadores de direitos humanos”. O pedido foi feito uma semana antes de o STF (Supremo Tribunal Federal) tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro réu por tentativa de golpe de Estado.

Atualmente, o deputado é investigado por suspeita de coação no curso do processo, obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A suspeita é de que Eduardo esteja nos EUA tentando interferir na Justiça brasileiro em prol de seu pai.

Segundo a Polícia Federal, o deputado “vem atuando, ao longo dos últimos meses, junto a autoridades governamentais dos Estados Unidos da América, com intuito de obter a imposição de sanções contra agentes públicos do Estado brasileiro”.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Bolsonaro

Bolsonaro mostra a tornozeleira em ida à Câmara: ‘Máxima humilhação’

por Redação 22 de julho de 2025

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) esteve na Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (21) e mostrou a tornozeleira eletrônica que passou a usar por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Em discurso aos apoiadores, Bolsonaro classificou a medida como uma “humilhação”.

A tornozeleira foi determinada após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou risco de fuga do país e intimidação a ministros do STF, da PGR e da Polícia Federal.

Bolsonaro é réu por uma tentativa de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O ministro Alexandre de Moraes determinou a aplicação da tornozeleira após pedido da PGR, que entendeu que o ex-presidente age para atrapalhar as investigações.

Bolsonaro tinha a intenção de participar de coletiva de imprensa ao lado dos deputados, mas foi demovido da ideia após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF proibindo que entrevistas com o ex-presidente fossem veiculadas nas redes sociais.

As declarações de Bolsonaro foram compartilhadas por apoiadores e outros usuários nas redes sociais.

Tumulto e deputado ferido
A visita terminou em tumulto. Na saída do encontro entre Bolsonaro e deputados da base bolsonarista, houve confusão em um dos corredores da Câmara. Uma mesa de vidro foi quebrada, e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) ficou com o rosto ferido, segundo relato da deputada Caroline de Toni (PL-SC).

Ainda não está claro se Nikolas se feriu com os cacos da mesa ou em outro momento da confusão. Ele sofreu um pequeno corte logo abaixo do olho.

O pedido da PGR
No documento enviado ao STF, a PGR afirmou que Bolsonaro e o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro atuaram para intimidar autoridades brasileiras e buscar sanções internacionais contra membros do STF, da PGR e da PF. O órgão afirmou ainda que Bolsonaro transferiu R$ 2 milhões ao filho, que estava no exterior promovendo ações consideradas obstrutivas.

Com isso, o procurador-geral Paulo Gonet Branco pediu:

Tornozeleira eletrônica;
Proibição de entrada em embaixadas estrangeiras;
Proibição de contato com embaixadores.
O relator do caso é o ministro Alexandre de Moraes.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
STF

Fux diverge de Moraes e vota contra tornozeleira eletrônica para Bolsonaro

por Redação 22 de julho de 2025

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou na noite desta segunda-feira (21) contra as medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes ao ex-presidente Jair Bolsonaro, como o uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e proibição de utilizar redes sociais. Fux considerou essas restrições desproporcionais e concluiu que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) “não apresentaram provas novas e concretas” de qualquer tentativa de fuga planejada por Bolsonaro.

Fux foi o último dos cinco integrantes da Primeira Turma do STF a se manifestar no plenário virtual da Corte sobre o caso – e o único a divergir de Moraes. A plataforma digital permite a análise de processos sem que os ministros precisem se reunir pessoalmente ou por videoconferência, inclusive durante o recesso do tribunal.

O placar final do julgamento, concluído nesta segunda-feira, foi de 4 a 1 pela manutenção das medidas impostas por Alexandre de Moraes na última sexta-feira (18), como o monitoramento de Bolsonaro com tornozeleira eletrônica, proibição de manter contatos com embaixadores, autoridades estrangeiras e com outros réus e investigados, além de recolhimento domiciliar entre 19h e 6h de segunda a sexta-feira e nos finais de semana. Moraes alegou que o ex-presidente tem praticado atos ilícitos que podem configurar obstrução de Justiça e coação no curso do processo.

No mesmo despacho, Moraes submeteu a decisão para referendo dos colegas no plenário virtual. O presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin, e os ministros Flávio Dino e Cármen Lúcia confirmaram o entendimento do relator, formando maioria a favor da manutenção das restrições impostas a Bolsonaro.

Fux, no entanto, abriu divergência no julgamento virtual, ao concluir que “não se vislumbra nesse momento a necessidade das medidas cautelares impostas”. Na opinião do ministro, as restrições atingem de forma desproporcional direitos de Bolsonaro, como as liberdades de expressão e a de ir e vir.

“Verifica-se, na ação penal a que responde o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, que este apresenta domicílio certo e passaporte retido. Ao mesmo tempo, a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República não apresentaram provas novas e concretas nos autos de qualquer tentativa de fuga empreendida ou planejada pelo ex-presidente, de sorte que carece a tutela cautelar do preenchimento dos requisitos do periculum in mora (o perigo da demora) e do fumus comissi delicti (a fumaça da prática do delito)’”, escreveu Fux, ao discordar da decisão de Moraes.

“Verifico que a amplitude das medidas impostas restringe desproporcionalmente direitos fundamentais, sem que tenha havido a demonstração contemporânea, concreta e individualizada dos requisitos que legalmente autorizariam a imposição dessas cautelares.”

Na avaliação de Fux, o impedimento de utilizar as redes sociais “confronta-se com a cláusula pétrea da liberdade de expressão”. Bolsonaro chegou a cancelar uma entrevista que concederia ao vivo ao portal “Metrópoles” sob o receio de ser preso.

‘Soberania nacional’
Na introdução do voto de cinco páginas depositado no plenário virtual, Fux frisou a “importância da soberania nacional” e ressaltou que o Supremo tem “demonstrado de forma inequívoca a sua independência e a sua impermeabilidade às pressões dos setores que manifestam desagrado com as suas decisões”.

“Os juízes devem obediência unicamente à Constituição e às leis de seu país. No exercício de seu mister, devem arbitrar conflitos tanto quanto possível em prol de sua pacificação, calcados nos consensos morais mínimos de uma sociedade plural e complexa. Na seara política, contextos e pessoas são transitórios. Na seara jurídica, os fundamentos da República Federativa do Brasil e suas normas constitucionais devem ser permanentes”, escreveu o ministro.

A imposição das medidas cautelares foi duramente criticada no entorno bolsonarista, que pretende reforçar a bandeira pelo impeachment de Moraes. Ao visitar a Câmara dos Deputados nesta segunda-feira, Bolsonaro disse a jornalistas que o uso da tornozeleira é “um símbolo da máxima humilhação em nosso país”.

“Não roubei os cofres públicos, não desviei recurso público, não matei ninguém, não trafiquei ninguém. Isso aqui é um símbolo da máxima humilhação em nosso país. Uma pessoa inocente. Covardia o que estão fazendo com um ex-presidente da República. Nós vamos enfrentar a tudo e a todos. O que vale para mim é a lei de Deus”, afirmou o ex-presidente.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Política

Quando Eduardo Bolsonaro passará a ter o mandato ameaçado de cassação

por Redação 22 de julho de 2025

Caso mantenha seu autoexílio nos Estados Unidos após o fim do recesso legislativo, que termina no próximo dia 4, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) poderá ter o mandato cassado por faltas a partir de novembro.

Isso porque a Constituição Federal prevê a perda do cargo para parlamentares que faltarem a mais de um terço das sessões ordinárias do ano vigente. O filho 03 do ex-presidente declarou no último final de semana que não vai renunciar ao cargo. Portanto, a menos que ele seja cassado antes por decisão do plenário, o que no momento é improvável dado o tamanho da oposição no Congresso, sobra a alternativa da cassação por falta.

O Congresso funciona entre 2 de fevereiro e 22 de dezembro com um recesso parlamentar entre os dias 18 de julho e 31 de julho e, geralmente, uma pausa de uma semana durante o carnaval.

Se o calendário for mantido e a previsão regimental de três reuniões ordinárias por semana, respeitada, a Câmara deverá ter 129 sessões. Nesse caso, Eduardo atingiria o limite de faltas (43 sessões ordinárias) na primeira semana de novembro.

O filho 03 de Bolsonaro estava de licença por motivo pessoal desde março, mas o afastamento de 120 dias, que não é prorrogável, terminou no último domingo (20). As faltas passarão a ser contabilizadas a partir de 4 de agosto, no retorno do recesso.

A perda do cargo pode ser declarada pela Mesa Diretora da Câmara a partir de um pedido de partidos com representação no Congresso Nacional ou de qualquer parlamentar. O prazo deverá ser acompanhado com lupa por parlamentares governistas e dificilmente passará despercebido.

O líder do PT na Casa, Lindbergh Farias (RJ), por exemplo, pediu na última segunda-feira (21) a suspensão cautelar do mandato de Eduardo pela condução de “campanhas contra o Brasil” nos Estados Unidos, em referência à articulação feita pelo deputado por sanções financeiras e comerciais dos EUA contra o país e instituições brasileiras junto à Casa Branca de Donald Trump. Lindbergh também acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a prisão preventiva do parlamentar.

Eduardo Bolsonaro e aliados, porém, estudam diversas alternativas para manter o mandato mesmo sem retornar dos EUA. O deputado já declarou mais de uma vez que acredita que, caso volte ao Brasil, será preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes. Ele é alvo de um inquérito que apura se sua atuação nos EUA configura coação no curso do processo e obstrução de investigação.

Uma delas é um projeto de lei protocolado pelo deputado bolsonarista Evair Vieira de Melo (PP-ES) em junho passado que prevê a possibilidade de exercício do mandato parlamentar no exterior, com participação remota nas sessões do Congresso.

Embora o caso de Eduardo Bolsonaro não seja citado nas justificativas do projeto, ele seria seu primeiro e principal beneficiário. O texto prevê que a medida seja acionada em situações “excepcionais e imprevisíveis” que “possam impedir ou desaconselhar o retorno presencial de parlamentar ao território nacional, sem que isso acarrete a perda de seu mandato ou a limitação de suas prerrogativas institucionais”.

O benefício seria concedido por um período determinado e passível de renovações sucessivas. Porém, como mostrou O GLOBO, o texto do parlamentar capixaba encontra resistência entre integrantes do Centrão.

Outro projeto, de autoria do líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), autorizaria a extensão da licença de Eduardo por mais 120 dias – o que garantiria ao filho de Bolsonaro mais três meses fora do Brasil sem perder o cargo.

Interlocutores do Eduardo também tentam convencê-lo a buscar uma aproximação com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para costurar um posicionamento institucional da Casa de que o deputado está em missão oficial nos Estados Unidos cumprindo mandato parlamentar. Uma licença médica também não está descartada.

A nomeação de Eduardo Bolsonaro como secretário estadual por um governador alinhado ao ex-presidente também passou a ser aventada nos bastidores. Nesse cenário, ele poderia permanecer nos Estados Unidos sem prejuízo ao cargo parlamentar.

Deputados e senadores indicados para cargos comissionados na administração federal e em gestões estaduais e municipais podem se afastar do mandato sem prazo definido. Mas, caso seja candidato a um cargo eletivo em 2026, Eduardo precisaria se desincompatibilizar de uma eventual pasta em abril do ano que vem.

Ele é cotado para disputar o Senado por São Paulo e até mesmo concorrer ao Palácio do Planalto com o apoio de Jair Bolsonaro – hipótese admitida por ele no mês passado em entrevista à revista Veja.

Aliados de Eduardo apostam que uma eventual sanção financeira do governo Donald Trump contra o ministro Alexandre de Moraes baseada na Lei Magnitsky Global ampliaria as chances de aprovação de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” aos bolsonaristas no Congresso, o que pavimentaria o retorno do parlamentar ao Brasil.

De toda maneira, ainda que disponha de diversas opções em mãos, Eduardo tem um prazo relativamente curto para viabilizar uma manobra que salve seu mandato. Caso o deputado seja cassado por faltas através de um processo de ofício, ele se mantém elegível para as eleições de 2026.

O exemplo mais recente de parlamentar cassado pelo excesso de ausências nas sessões do Congresso é o de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), réu no Supremo pelo assassinato de Marielle Franco (PSOL). Chiquinho era alvo de um processo no Conselho de Ética, mas foi cassado pela Mesa Diretora antes que o inquérito fosse concluído pelo colegiado. A medida garantiu os direitos políticos do agora ex-deputado.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Concurso

Quadrilha é presa usando minicelulares para tentar fraudar concurso público no Pará; investigado tentou se livrar de aparelho pela descarga

por Redação 21 de julho de 2025

Uma operação contra fraude em concurso públicos prendeu cinco pessoas e apreendeu minicelulares em Marituba, na Grande Belém. Segundo a Polícia Civil, um dos investigados chegou a jogar o celular no vaso sanitário e dar descarga na tentativa de se livrar do flagrante.

Segundo o delegado Joubert da Silva, da Delegacia de Estelionato e Outras Fraudes (Deof), uma quadrilha cobrava cerca de R$ 2 mil de cada candidato. Caso fosse aprovado, ele “pagaria um valor adicional de R$ 20 mil”.

O grupo foi detido pela segunda fase da Operação Gabarito Final quando tentava fraudar uma prova no domingo (20). A primeira fase foi em março, na realização de outro concurso público (relembre no vídeo abaixo). A quadrilha era investigado desde então e pretendia repetir o esquema criminoso.

Todos os envolvidos foram presos em flagrante por fraude em certame público e associação criminosa. Policiais ficaram disfarçados durante a realização da prova para o flagrante.

A polícia não detalhou quantos dos presos eram candidatos, nem quantos celulares foram apreendidos. Os detidos foram levados para a Divisão de Investigação e Operações Especiais (Dioe) e transferidos para a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Bolsonaro

Bolsonaro nega relação com tarifaço de Trump e diz que não pode negociá-lo: ‘não tenho os contatos’

por Redação 21 de julho de 2025

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) negou em entrevista ao blog nesta segunda-feira (21) relação com tarifaço de 50% contra produtos brasileiros anunciado pelo governo Donald Trump, e disse não ter o que fazer em relação à medida.

A entrevista foi feita por videoconferência. Bolsonaro estava acompanhado do advogado, Paulo Cunha Bueno.

Ao anunciar a tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros, Trump citou Bolsonaro e disse ser “uma vergonha internacional” o julgamento do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (veja a íntegra do documento).

Para o ex-presidente, “qualquer pessoa sabe” que a imposição da tarifa significa “um impacto enorme para a economia brasileira” e que a solução para o impasse é “ir lá conversar com Trump” para “ouvir as condições dele”.

Bolsonaro voltou a elogiar o presidente norte-americano, apesar do anúncio das tarifas.

‘O Eduardo não pode falar em nome do governo brasileiro’
Bolsonar, agora, nega que o filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP) – que tem liderado articulações nos Estados Unidos em favor de retaliações ao Brasil em razão do julgamento do pai – possa negociar com as autoridades americanas.

Na última quarta-feira (16), após o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), chamar empresários e um representante do governo dos EUA para discutir o assunto, Bolsonaro havia dito que “quem está à frente dessa negociação chama-se Eduardo Nantes Bolsonaro”.

Em relação à atuação do filho, o ex-presidente disse ainda que chegou a pedir “para que ele segurasse, “medisse as palavras”, mas chamou-o de “um cara responsável” e não quis dizer se acha que ele deve voltar ao Brasil – a licença do parlamentar terminou no domingo (20).

‘Não é quase nada esses US$ 14 mil’
Na entrevista, o ex-presidente também minimizou os US$ 14 mil apreendidos pela Polícia Federal, na casa dele, na sexta-feira (18).

Bolsonaro afirmou, ainda, ter ouvido dizer que no pen drive encontrado pela PF em um banheiro – que perícia apontou não ter nada relevante para a investigação – contém “música gospel e foto de família”.

Bolsonaro diz que deve participar de reunião no Congresso
O ex-presidente voltou a defender a anistia para os envolvidos em 8 de janeiro – que poderia beneficiá-lo – e disse que, como “um animal político”, vai continuara discutir “todos os assuntos com todo mundo”.

Boslonaro disse ainda que deve participar de reuniões da bancada do PL no Congresso – as medidas restritivas impostas por Moraes não impedem que o ex-presidente vá ao Parlamento.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Brasil

Lobista investigado em esquema de vendas de decisões judiciais fica esquelético após 8 meses na prisão

por Redação 21 de julho de 2025

O lobista Andreson de Oliveira Gonçalves, investigado por venda de sentenças, perdeu mais de 30 kg durante oito meses preso. Na última sexta-feira (17), o Supremo Tribunal Federal (STF) atendeu um pedido da defesa e concedeu prisão domiciliar devido ao estado crítico de saúde.

Imagens divulgadas após a saída dele da prisão mostram o lobista visivelmente debilitado, com aparência esquelética (foto acima). Ele estava detido em um presídio federal no Distrito Federal e agora deverá cumprir a medida em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá.

Segundo a defesa, ele passou por uma cirurgia em 2020 chamada gastrectomia vertical com interposição ileal, procedimento que envolve a retirada de parte do intestino e altera significativamente a digestão e absorção de alimentos.

A defesa alega que Andreson teve crises dentro da unidade, com o psicológico comprometido e perda de peso, devido a uma alimentação inadequada e falta de contato com a família.

Em fevereiro de 2025, enquanto ainda estava na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, Andreson já havia solicitado na Justiça o direito a uma alimentação especial, adequada à sua condição de saúde. Na ocasião, a Justiça de Mato Grosso autorizou a entrega de refeições específicas três vezes por semana.

Entre os itens autorizados estavam carne assada, atum, chocolates e outros alimentos compatíveis com sua dieta (veja a lista completa).

Operação Sisamnes

Andreson é investigado no âmbito da Operação Sisamnes e Operação Ultima Ratio, que apuram um suposto esquema de comercialização de decisões judiciais no Tribunal de Justiça de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Ele é apontado como articulador do esquema e fazia a ‘ponte’ entre advogados e magistrados, facilitando o esquema de corrupção no Judiciário.

Na operação Sisamnes, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas casas dos desembargadores Sebastião de Moraes Filho e João Ferreira Filho, ambos afastados das funções por suspeita de envolvimento.

Já na Operação Ultima Ratio cinco desembargadores de Mato Grosso do Sul foram afastados da função. Em ambas as operações, Andreson foi alvo da Polícia Federal.

A investigação começou após a morte do advogado Roberto Zampieri, assassinado em dezembro de 2023. De acordo com a polícia, em agosto de 2024, um perícia no celular do advogado encontrou áudios de Andreson em que relata cobranças de pagamentos, supostamente em troca de decisões favoráveis, em aberto ao advogado.

As mensagens no celular de Zampieri também levaram ao afastamento dos desembargadores de Mato Grosso.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Novas Notícias
Notícias Anteriores
Weather Data Source: Guarulhos weather

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!