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quarta-feira, março 18, 2026
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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Brasil

PET

Governo sanciona lei que proíbe tatuagens e piercings em cães e gatos

por Redação 17 de junho de 2025

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou a lei que proíbe a realização de tatuagens, bem como a aplicação de piercings, em cães e gatos.

A partir de agora, a prática passa a ser considerada um ato de abuso e mutilação contra os animais, podendo resultar em pena de três meses a um ano de prisão, além de multa.

O projeto foi aprovado pelo Senado em maio deste ano e também prevê que o tutor permaneça com a guarda do pet.

Assim como ocorre com humanos, piercings e tatuagens são procedimentos dolorosos que exigem cuidados específicos, como lavagem e troca frequente de curativos, além de apresentarem riscos mesmo após a cicatrização.

No caso dos animais, porém, a decisão por esses procedimentos não parte deles, mas sim de seus tutores.

Outro ponto destacado pelos parlamentares durante a discussão é que nenhum desses procedimentos é respaldado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. Pelo contrário, o órgão considera intervenções cirúrgicas com fins estéticos como formas de mutilação e maus-tratos.

?Censo Pet
Estima-se que o Brasil tenha a terceira maior população de animais de estimação do mundo, com cerca de 160 milhões de pets.

Segundo dados da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), os cães são maioria: cerca de 60 milhões. Em segundo lugar estão as aves (40 milhões), seguidas dos gatos (30 milhões) e dos peixes ornamentais (20 milhões).

Fonte: r7

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STF

Moraes manda Google informar dados sobre quem publicou ‘minuta do golpe’ na internet

por Redação 17 de junho de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira que a empresa Google informe, em 48 horas, os dados de quem inseriu a chamada “minuta do golpe” na internet.

A medida atende a um pedido feito pela defesa de Anderson Torres durante a fase de diligências abertas por Moraes na semana passada, com o fim dos interrogatórios. Réu no chamado “núcleo crucial” da trama golpista, Torres pediu uma série de medias a Moraes, parte delas deferidas.

Além da determinação ao Google, Moraes também deu cinco dias para que a defesa do ex-ministro da justiça apresente exames periciais com a finalidade de demonstrar “que o conteúdo da minuta encontrada na casa de ANDERSON TORRES não tem qualquer semelhança com os demais documentos supostamente antidemocráticos mencionados durante a instrução”.

“Constata-se que as diligências complementares decorrem de instrução processual, considerando que as minutas de Golpe de Estado descritas na acusação foram objeto de indagação de testemunhas e dos réus, o que demonstram a pertinência do requerimento”, disse o ministro sobe o pedido feito por Torres.

Após o fim do interrogatório dos réus, na semana passada, foi aberto o prazo para as partes apresentarem pedidos de novas diligências, ou seja, medidas adicionais que podem ser tomadas para auxiliar no julgamento da ação penal.

Além dos pedidos de Torres, Moraes autorizou que a Marinha informe, em 48 horas, a data em que foi expedida a Diretiva (Ordem de Movimento) relativa à Operação Formosa 2021, cuja execução se deu no mês de agosto de 2021. A medida atende a um pedido do ex-comandante Almir Garnier.

Fonte: OGLOBO

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Abin Paralela

‘Abin paralela’: investigação descobriu áudio clandestino entre Bolsonaro e Ramagem sobre plano para blindar Flávio; entenda

por Redação 17 de junho de 2025

Ao longo das investigações sobre a espionagem ilegal realizada por servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a Polícia Federal identificou um áudio clandestino de uma reunião entre o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor do órgão, e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No encontro, eles discutiram supostas irregularidades cometidas por auditores da Receita Federal ao elaborarem um relatório de inteligência que mirava o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente. Bolsonaro e Ramagem foram indiciados pela Polícia Federal nesta terça-feira por suspeitas de montar um esquema paralelo de espionagem no órgão de inteligência. Flávio não foi indiciado no caso.

A gravação foi apreendida pela Polícia Federal em um computador de Ramagem, em janeiro do ano passado, e compõe o inquérito que apura o uso da Abin para monitoramento ilegal de adversários políticos durante a gestão de Bolsonaro.

De acordo com a PF, no encontro, realizado no Palácio do Planalto, em 25 de agosto de 2020, foram discutidas supostas irregularidades que teriam sido cometidas por auditores da Receita Federal na elaboração do relatório de inteligência fiscal. O documento produzido originou o inquérito contra o filho 01 do então presidente no caso das “rachadinhas”, anulado em 2021 pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por irregularidades processuais.

O uso da Abin para tentar blindar Flávio no caso das “rachadinhas” havia sido revelada pela Revista Época de 2020. Na ocasião, reportagem mostrou que a agência produziu pelo menos dois relatórios de orientação ao senador e seus advogados sobre o caso.

Tanto Ramagem como Bolsonaro não comentaram o indiciamento pela PF. Em ocasiões anteriores, eles negaram a existência de estrutura paralelas na agência e a participação em espionagens ilegais. A Abin, por sua vez, tem afirmado estar “à disposição das autoridades” e ressaltou que os fatos investigados ocorreram em “gestões passadas”. Em mensagem nas redes sociais à época da revelação do áudio clandestino, no ano passado, o senador negou envolvimento com a chamada “Abin paralela” e disse ser vítima de “criminosos que acessaram ilegalmente” os seus dados sigilosos na Receita Federal.

A PF aponta que na reunião com Bolsonaro e Ramagem de 2020 também estavam presentes advogadas de Flávio Bolsonaro, que citaram estratégias de defesa que pretendiam adotar.

Durante a gravação, Ramagem afirmou que “seria necessário a instauração de procedimento administrativo” contra os auditores “visando anular a investigação, bem como retirar alguns auditores de seus respectivos cargos”.

O relatório da PF com o detalhamento do áudio, que foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes na época, ainda aponta que integrantes da chamada “Abin paralela” tentaram levantar “podres e relações políticas” dos auditores da Receita.

“Igualmente, em relação às investigações relacionadas ao senador Flávio Bolsonaro, a autoridade policial trouxe informações a respeito do uso da estrutura da ABIN para monitoramento dos auditores da Receita Federal do Brasil, responsáveis pelo RIF – relatório de inteligência fiscal – que deu origem à investigação que apurava o desvio de parte dos salários dos funcionários da ALERJ (‘caso da rachadinha’), com o objetivo, inclusive, de ‘encontrar podres’ sobre os mencionados auditores”, diz trecho de despacho do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Também pelas redes, Ramagem disse, na época, que o áudio reforça que não houve “interferência ou influência em processo vinculado ao senador Flávio Bolsonaro”, sendo a demanda resolvida “exclusivamente em instância judicial”.

“Após as informações da última operação da PF, fica claro que desprezam os fins de uma investigação, apenas para levar à imprensa ilações e rasas conjecturas. O tal do sistema First Mile, que outras 30 instituições também adquiriam, parece ter ficado de lado. A aquisição foi regular, com parecer da AGU, e nossa gestão foi a única a fazer os controles devidos, exonerando servidores e encaminhando possível desvio de uso para corregedoria. A PF quer, mas não há como vincular o uso da ferramenta pela direção-geral da Abin”, escreveu Ramagem.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Em derrota para o governo, Câmara acelera votação para derrubar decreto do IOF

por Redação 17 de junho de 2025

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (16) um requerimento de urgência para um projeto que suspende os efeitos do decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), editado pelo governo Lula.

A urgência permite que a proposta seja votada diretamente no plenário, sem passar pelas comissões temáticas da Casa. O mérito da proposta, no entanto, ainda não tem data para ser analisado.

Foram 346 votos a favor da urgência e 97 votos contra.

O requerimento foi apresentado pelo deputado Zucco (PL-RS), líder da oposição na Câmara e contou com o apoio de parlamentares do PP, União Brasil, Republicanos e PSD, partidos que comandam ministérios na Esplanada.

O discurso oficial é o de que não existe clima no Congresso para dar aval ao aumento de impostos, mas os deputados estão descontentes com o ritmo de pagamento das emendas parlamentares e querem mandar um recado ao Executivo.

Segundo um deputado da oposição, a ideia é deixar o governo “sangrar” com a urgência aprovada para continuar costurando um acordo em relação às emendas e ao pacote de medidas que propõe substituir a alta do IOF.

A urgência foi votada mesmo após uma reunião de ministros do governo Lula com líderes e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), no início desta tarde.

Nos bastidores todos admitem que a nova decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que cobrou explicações sobre a destinação das verbas de parte das emendas, foi o estopim para uma reação mais contundente.

O ministro deu 10 dias para o Congresso explicar um orçamento “paralelo” de R$ 8,5 bilhões atrelado ao Palácio do Planalto.

O despacho do ministro incomodou Motta (Republicanos-PB). Ele afirmou a líderes da base governista que os projetos de interesse do Palácio do Planalto não terão trânsito na Casa e sequer serão pautados por ele se o pagamento de emendas parlamentares for novamente paralisado.

Novo decreto
-No texto publicado na quarta (11), o governo recuou em parte do aumento feito em maio ao reduzir a alíquota fixa do IOF (incidente na contratação dos empréstimos), que havia subido no mês passado, de 0,95% para 0,38%. A alíquota diária, entretanto, foi mantida em 0,0082%. Antes, era de 0,0041% ao dia.

-O governo também recuou em parte do aumento do tributo sobre o chamado “risco sacado”, operação em que um um banco antecipa o pagamento de uma fatura que é cobrada depois de seu cliente.

Com o recuo desta semana, o governo deixou de cobrar a alíquota fixa (incidente na contratação do crédito) de 0,95%. Mas manteve a alíquota diária em 0,0082%.

-Com o novo decreto, o IOF nos aportes em VGBL passa a incidir somente sobre o valor que exceder R$ 300 mil, considerados a partir da data de entrada em vigor do decreto, e em uma mesma seguradora.

Assim, para 2025, fica flexibilizada a exigência de verificação global dos aportes em diferentes entidades, para evitar problemas operacionais nas entidades seguradoras. A partir de 1º de janeiro de 2026, o IOF nos aportes em VGBL passa a incidir sobre o valor que exceder R$ 600.

Fonte: G1

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PIX

Pix Automático: veja 9 perguntas e respostas sobre nova modalidade de pagamento

por Redação 17 de junho de 2025

O PIX Automático está disponível a partir desta segunda-feira (16). A nova ferramenta é alternativa ao débito automático tradicional e até ao cartão de crédito.

A ideia é facilitar o pagamento de contas recorrentes, como de energia, de água, mensalidades escolares, taxas de condomínio e assinaturas.

  1. O que é o Pix Automático?
    O Pix Automático é uma nova ferramenta do Banco Central do Brasil para pagamentos recorrentes, como contas de consumo (energia, água, internet, telefone, gás e outras) além de mensalidades escolares e assinaturas.

Com ele, o usuário autoriza a cobrança uma única vez e as contas são pagas automaticamente, sem a necessidade de repetir o processo a cada vencimento. É uma alternativa ao débito automático tradicional e ao cartão de crédito.

  1. Como as empresas e MEIs podem começar a receber pagamentos via Pix Automático?
    Empresas de todos os portes e Microempreendedores Individuais (MEIs) que desejam receber pagamentos via Pix Automático devem contratar o serviço com seu banco ou instituição financeira de preferência.

É requisito que a empresa esteja ativa há mais de seis meses, medida do Banco Central para evitar golpes e fraudes.

  1. Qual é a diferença do Pix Automático para o débito automático tradicional?
    A principal diferença é que o Pix Automático permite à empresa receber de clientes de qualquer instituição financeira após contratar o serviço com um único banco.

Ao contrário, no débito automático tradicional, era necessário firmar um convênio específico com cada banco para cada cliente, o que torna o processo mais complexo.

  1. Haverá custos para as empresas que utilizarem o Pix Automático?
    Sim, bancos e instituições financeiras podem cobrar das empresas pela oferta do Pix Automático, mas não dos clientes.

A expectativa é que esses custos sejam menores que os do débito automático, podendo até ser inexistentes, devido à forte concorrência.

  1. Como os clientes podem configurar um pagamento com Pix Automático?
    Clientes configuram o Pix Automático após a empresa solicitar a autorização para a cobrança, o que aparece no aplicativo do banco do cliente.

O cliente pode aceitar ou recusar, e é possível definir regras, como valor máximo de pagamento ou uso de cheque especial. A autorização também pode ocorrer via QR Code, site ou app da empresa.

  1. O que acontece após o cliente autorizar um pagamento com Pix Automático?
    Após a autorização, a empresa envia a cobrança ao banco do cliente, que agenda o pagamento e avisa o cliente, que pode conferir o valor e o saldo disponível.

No dia do vencimento, o banco realiza o pagamento conforme as regras definidas previamente pelo cliente. A frequência pode ser semanal, mensal, trimestral ou anual.

  1. Os clientes podem ser cobrados por usar o Pix Automático?
    Não, o pagador, ou seja, o cliente, nunca pode ser cobrado pelo uso do Pix. Essa regra é válida para todas as transações, incluindo transferências entre pessoas e pagamentos realizados por pessoas físicas a empresas, garantindo que o serviço seja gratuito para o usuário final.
  2. Quais são os principais benefícios do Pix Automático?
    O Pix Automático simplifica o pagamento de contas recorrentes, oferecendo uma alternativa prática ao débito automático e ao cartão de crédito.

Ele beneficia cerca de 60 milhões de brasileiros sem acesso a cartão de crédito para assinaturas. Para as empresas, facilita o recebimento de clientes de qualquer banco, otimizando a cobrança.

  1. Como receber por PIX Automático nos principais bancos do país?
    ▶️ BANCO DO BRASIL: Empresas clientes do BB já podem contratar o PIX Automático e receber dessa forma dos pagadores que têm conta no banco. Para receber de clientes de outras instituições, o sistema começa a funcionar no dia 16 de junho.

Por enquanto, a contratação do serviço deve ser feita nas agências do BB, mas em breve também estará disponível nos canais digitais, segundo o banco.

▶️ CAIXA: O PIX Automático estará disponível para empresas e pessoas físicas a partir de 16 de junho, como previsto pelo BC. A contratação poderá ser feita pelo app ou nas agências, e o custo do serviço será informado no momento da adesão.

▶️ ITAÚ UNIBANCO: O início da operação do PIX Automático também será no dia 16 de junho. No entanto, o banco destacou que oferece desde o começo do ano uma ferramenta similar, de pagamentos recorrentes com PIX, que funciona entre clientes pagadores e recebedores Itaú.

Para aderir ao PIX Automático, a partir do dia 16, as empresas deverão entrar em contato com o seu gerente da conta.

▶️ SANTANDER: Desde novembro, a ferramenta está disponível para pagadores e recebedores que são clientes do banco.

Além disso, desde abril, o Santander disponibiliza um ambiente de desenvolvimento para que empresas clientes do banco realizem testes do PIX Automático com pagamentos interbancários, e isso estará disponível a partir do dia 16 de junho. A contratação pode ser feita pelo Internet Banking Empresas (IBE), no menu “PIX”.

▶️ BRADESCO: O serviço já está disponível para empresas correntistas que utilizam o Bradesco para receber pagamentos de seus clientes também correntistas do banco. Caso o pagador seja cliente de outra instituição financeira, o serviço ficará disponível em 16 de junho, seguindo o cronograma do Banco Central.

Empresas interessadas em receber pagamentos via Pix Automático devem entrar em contato com seu gerente Bradesco para ativar o serviço.

▶️ NUBANK: O banco não vai oferecer o PIX Automático para recebedores, apenas para pagadores, a partir de segunda-feira (16).

Segundo a instituição, a ferramenta será acompanhada de uma funcionalidade chamada “buscar próximas contas”. Com ela, além de programar os pagamentos automáticos, os clientes poderão optar por revisar as cobranças antes de autorizar cada desconto.

Fonte: G1

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Brasil

Trabalho no feriado: por que deputados podem derrubar nova regra estabelecida pelo governo

por Redação 16 de junho de 2025

Está prevista para esta segunda-feira (16) uma votação na Câmara dos Deputados para derrubar a portaria do Governo Federal que pretendia proibir o trabalho aos feriados em supermercados, farmácias, concessionárias de veículos e outros tipos de comércio sem uma negociação entre trabalhadores e empregadores por meio de uma convenção coletiva.

A portaria 3.665, de 2023, foi publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, mas, após uma reação inicial negativa no parlamento, a implementação dela foi prorrogada para 1° de julho de 2025.

Anteriormente, o governo já havia afirmado que pretende adiar o início das regras enquanto não houver acordo entre empresários e trabalhadores, segundo disse o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, à TV Globo: “Enquanto não tiver solução, nós vamos prorrogar.”

Marinho disse ainda que “a solução definitiva pode ser que passe pelo Congresso”.

Parlamentares de oposição, empresários e sindicatos patronais têm pressionado para que o governo prorrogue a data mais uma vez e, eventualmente, aceite uma contraproposta — e a tentativa de derrubada da portaria agendada para esta segunda-feira é mais um capítulo dessa história.

A mudança encampada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), através da portaria de 2023, anula uma outra portaria, de 2021, do governo de Jair Bolsonaro (PL).

Na época, foi descartada a exigência de convenções para o funcionamento do comércio em datas comemorativas.

A portaria publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) do governo Lula não muda totalmente a medida da gestão Bolsonaro, afetando apenas 12 (todas no comércio; confira no final da reportagem) das 122 atividades cujo funcionamento foi liberado pelo governo anterior.

Hotéis, construção civil, serviços de call center, indústrias e atividades de transportes, cultura e educação podem continuar abrindo no feriado, sem uma convenção coletiva.

Na prática, a mudança dá mais poder de barganha aos sindicatos na negociação com as empresas, já que na convenção são determinadas as contrapartidas recebidas pelos funcionários que têm de trabalhar nos feriados — como folgas compensatórias, remuneração extra e vale-alimentação para esses dias.

Caso a portaria entre em vigor e haja descumprimento das regras, os patrões podem ser punidos com multas administrativas.

Devido à pressão contra a medida, a entrada em vigor da portaria do governo Lula já tinha sido adiada pelo menos quatro vezes.

Em 7 de maio, Luiz Marinho reuniu-se com representantes da Frente Parlamentar de Comércio e Serviços (FCS) e da União Nacional de Entidades de Comércio e Serviço (Unecs), que tinham ficado de entregar, em 3 de junho, uma proposta de texto que seria enviada pela pasta ao Congresso.

De acordo com o deputado federal Joaquim Passarinho (PL-PA), presidente da Frente Parlamentar de Empreendedorismo (FPE) na Câmara, Marinho teria sinalizado uma nova postergação da entrada em vigor da portaria.

“Ele [o ministro] se comprometeu a fazer um novo adiamento da portaria, para retirar e não ficar nessa ameaça. O problema deles é mais político, já que a base dele vai reclamar. Mas seria uma prorrogação de seis meses, durante a qual ficaríamos responsáveis por entregar uma proposta alternativa”, afirmou o parlamentar à BBC News Brasil em reportagem publicada em maio.

Procurado na ocasião, o Ministério do Trabalho não havia respondido se de fato haveria uma prorrogação, mas enviou um comunicado confirmando que Marinho negociou com a FCS e a Unecs o recebimento de uma contraproposta.

A contraposta ficou nas mãos do deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE), também presidente da Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Ceará (Fecomércio-CE), mas a reportagem não conseguiu contato com o parlamentar naquele momento.

Passarinho, que está trabalhando com Gastão no projeto, garantiu que a proposta não tentará “retroceder para métodos antigos”, mas defendeu que a eventual entrada em vigor da portaria sobre feriados resultaria em uma situação inviável.

“Uma cidade pequena no Pará, por exemplo, não tem sindicato de trabalhador no comércio das praias. Então, [com as regras previstas na portaria e sem convenção] se uma central sindical parar, vai parar todo o Brasil”, critica.

Já Julimar Roberto de Oliveira, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio e Serviços da Central Única dos Trabalhadores (Contracs/CUT), diz que passar por um acordo é algo imprescindível.

“O sindicato negocia o benefício para o trabalhador — além da folga, um dia em dobro, um tíquete-alimentação melhor, estipula uma carga horária menor… Aí vai depender da negociação. O trabalhador está abrindo mão de um dia de feriado, de passear com a família… Ele está indo trabalhar e tendo um retorno por isso”, argumenta Oliveira.

Segundo o deputado Joaquim Passarinho, o projeto que ele e colegas preparam deve tratar também de uma nova maneira de financiar os sindicatos, tanto os laborais quanto os patronais.

Números do MTE publicados em 15 de maio mostram que o volume de contribuições sindicais, cuja obrigatoriedade foi suspensa pela reforma trabalhista no governo Michel Temer (MDB), caiu de R$ 3 bilhões em 2017 para R$ 57,6 milhões no ano passado.

A reforma trabalhista, que trouxe a flexibilização com a promessa de aumentar vagas formais e os salários, acabou gerando o efeito contrário, como mostrou um estudo da Duke University, dos EUA

A reportagem procurou em maio representantes da Confederação Nacional do Comércio (CNC), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), que não quiseram se posicionar sobre as discussões acerca do trabalho em feriados.

Portaria versus lei
Para Julimar Roberto de Oliveira, da CUT, a portaria do governo atual visa reforçar o que já é determinado pela lei federal 10.101/2000 — mas cujo conteúdo entrou em conflito com a portaria do governo de Bolsonaro, decisão que ele classifica como uma “canetada”.

O ministério de Luiz Marinho tem afirmado que a portaria do governo Bolsonaro foi “ilegal”, pois uma portaria não poderia se sobrepor a uma lei.

Dois entrevistados da área do Direito ouvidos pela BBC News Brasil concordam com essa interpretação.

“Essa portaria [de 2021] foi uma clara tentativa, num ato do Poder Executivo, de se passar por cima de uma lei. Isso não é permitido no Direito”, argumenta Rodrigo Carelli, professor de direito do trabalho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Natalia Guazelli, advogada especializada em direito empresarial e do trabalho e membro da Comissão de Direito do Trabalho da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB/PR), explica que uma lei federal, por ser um ato legislativo, tem uma hierarquia maior que uma portaria, que é um ato administrativo — e, por isso, não pode se sobrepor.

Segundo Guazelli, a situação atual gera insegurança jurídica.

Por um lado, os auditores do trabalho têm dificuldade de fiscalizar e aplicar multas, já que o empregador abrindo no feriado sem convenção pode argumentar que está dentro da legalidade, com base na portaria de 2021.

E, pelo lado do empregador, é preciso se organizar e definir como será o funcionamento de seus negócios a partir de 1º de julho, quando está prevista a entrada em vigor da nova portaria.

Carelli lembra que a Constituição prevê a realização do descanso conjunto, aos domingos e feriados, para que a comunidade possa se encontrar e realizar trocas sociais. Segundo ele, em países como Alemanha, o funcionamento do comércio nesses dias chega a ser proibido por essa razão.

“Aqui, temos a autorização”, diz. “A convenção coletiva vai ser a regulamentação disso: quanto vai ser pago nesse feriado, quando vai ser a folga, qual vai ser a escala… Você pode trabalhar, quando for autorizado. Como a lei coloca isso como requisito, é do interesse das empresas assinar a convenção.”

Quanto aos domingos, segue vigente no Brasil o previsto pela lei 10.101/2000 — os funcionários podem trabalhar nesses dias sem a necessidade de uma convenção coletiva, desde que, a cada três semanas, pelo menos um domingo seja de repouso.

Confira abaixo as atividades comerciais que, segundo a portaria do governo Lula, podem precisar de convenção coletiva para abrir aos feriados, se a medida entrar em vigor:

varejistas de peixe;
varejistas de carnes frescas e caça;
varejistas de frutas e verduras;
varejistas de produtos farmacêuticos (farmácias, inclusive manipulação de receituário);
mercados, comércio varejista de supermercados e hipermercados, cuja atividade preponderante seja a venda de alimentos, inclusive os transportes a eles inerentes;
comércio de artigos regionais nas estâncias hidrominerais;
comércio em portos, aeroportos, estradas, estações rodoviárias e ferroviárias;
comércio em hotéis;
comércio em geral;
atacadistas e distribuidores de produtos industrializados;
revendedores de tratores, caminhões, automóveis e veículos similares
comércio varejista em geral.

Fonte: G1

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Brasil

Após polêmica, brasileira escolhida para missão espacial diz que nunca mencionou a Nasa: Tudo será esclarecido’

por Redação 16 de junho de 2025

A mineira Laysa Peixoto, de 22 anos, se pronunciou após a Nasa negar que ela integra a agência espacial americana. De acordo com a jovem, em nenhum momento ela disse que a instituição a selecionou como astronauta de carreira. A brasileira também alegou estar sendo alvo de ataques após a repercussão do caso e pontuou que todas as informações serão esclarecidas.

— Em nenhum momento eu disse que a Nasa fez essa seleção para eu ir ao espaço em 2029 ou que a Nasa me selecionou como astronauta de carreira. Tudo começou com uma nota que cita essa informação falsa de que a Nasa teria me selecionado, e aí começaram os ataques sobre a minha trajetória. Os meus vínculos com a Nasa são cursos e pesquisas relacionada à tecnologia, nunca citei trabalhar na Nasa — disse Laysa em entrevista ao programa “Domingo Espetacular”.

A mineira viralizou na internet após postar em suas redes sociais ter sido selecionada para “se tornar astronauta de carreira” para atuar em voos espaciais. A jovem afirmou que é “oficialmente astronauta da turma de 2025”, e que fará em 2029 o suposto voo inaugural da Titans Space. No entanto, conforme divulgado pelo portal g1, a empresa não possui licença do órgão norte-americano responsável por voos espaciais tripulados.

Em nota, A Titans Space afirmou que Laysa foi selecionada para viagem espacial. A brasileira, no entanto, não consta entre os listados no site da empresa como membro da suposta equipe técnica de astronautas anunciados na missão para 2029. A companhia oferece viagens para “turistas espaciais” com valor a partir de US$ 1 milhão.

Ao mesmo tempo, a Nasa negou que Laysa tenha recebido treinamento para ser astronauta pela agência espacial norte-americana, e afirmou que ela não está entre o grupo em processo de formação. Segundo a instituição, a formação para astronauta depende do título de mestre em cursos de tecnologia ou áreas afins em exatas, ao menos dois anos de experiência e 1.000 horas de trabalho como piloto.

Estudos no exterior
Na entrevista, Laysa também se pronunciou sobre ter estudado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), visto que a instituição negou que ela tenha concluído o curso. Segundo a jovem, ela saiu da faculdade no segundo semestre de 2023 após ganhar uma bolsa de estudos na Manhattan College.

— Eu saí da UFMG para estudar na faculdade de Manhattan, todas essas coisas serão esclarecidas — disse a brasileira.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Polícia italiana já sabe onde está Carla Zambelli

por Redação 16 de junho de 2025

Faz onze dias que Carla Zambelli teve o seu nome incluído na lista de difusão vermelha da Interpol e treze dias desde que Alexandre de Moraes determinou sua prisão após ser condenada a 10 anos pelo STF por ajudar um hacker a invadir os sistemas de mandados judiciais do CNJ. Na sexta-feira passada, o embaixador do Brasil na Itália, Renato Mosca, disse ao Estúdio I, que a deputada “poderia ser presa a qualquer momento”.

A localização de onde Carla Zambelli está escondida na Itália já é sabida pela polícia local, de acordo com informações repassadas à PF. O que falta ainda para a operação de prisão ser deflagrada são questões burocráticas da Justiça italiana. A expectativa da PF é que nesta semana tudo se resolva.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Estudantes de Medicina dormem no chão e denunciam plantões exaustivos e abusivos no internato: ‘condições deploráveis’

por Redação 16 de junho de 2025

A Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), acusada de falsificar a assinatura do estudante de Medicina Roberto Fakhoure, também é alvo de denúncias sobre as condições oferecidas para o internato (estágio obrigatório) de alunos do mesmo curso. Ao g1, universitários afirmaram que são submetidos a plantões exaustivos e abusivos de trabalho no Hospital Santo Amaro.

Em nota, a universidade informou que as informações “não refletem a realidade do curso e do dia a dia dos nossos estudantes”.

Roberto Fakhoure diz que teve a assinatura falsificada em um documento após questionar a reprovação em uma disciplina. O advogado dele acredita que a reitoria da universidade tenha feito a falsificação para impedir que o estudante recorresse ao campus do interior paulista e denunciasse as “condições sub-humanas” de internato [estágio obrigatório] oferecidas no litoral.

Ao g1, dois estudantes do curso – que preferem não se identificar – confirmaram as denúncias de Fakhoure. De acordo com eles, a universidade não oferece a infraestrutura adequada para que os alunos façam o estágio necessário no centro obstétrico do Hospital Santo Amaro.

Os estudantes contaram que foram submetidos a plantões de até 24 horas, sem tempo ou local para descanso.

Segundo ele, os alunos se revezavam durante a madrugada para descansarem. Senão, eles corriam o risco de reprovar na disciplina. “Nunca teve horário fixo de descanso, uma hora determinada. O que tivesse que acontecer no hospital, a gente tinha que estar lá em cima”, revelou.

O estudante contou ainda que a coordenação do curso não mantém boa comunicação para tratar do assunto com os alunos. “A nossa carga é super mais elevada, muito maior e mais desgastante do que qualquer outra faculdade […]. Fora isso, tentam implementar mudanças durante a gestão. Você assina o contrato, como vai ser a forma de avaliação, e vira e mexe, eles mudam durante o decorrer do curso”.

Outro universitário afirmou que os estudantes são submetidos a mais de 60 horas semanais de trabalho e os orientadores do internato já chegaram a reclamar até dos horários de almoço dos alunos.

O que diz a universidade?
Em nota, a Unoeste afirmou que o curso de Medicina do campus Guarujá possui nota máxima na avaliação do Ministério da Educação (MEC). “O internato é realizado em hospital e unidades de referência na região, e a instituição preza pelo bem-estar dos estudantes e pela excelência do atendimento à comunidade”, pontuou.

O que diz o hospital?
Também em nota, o Hospital Santo Amaro afirmou que possui compromisso em proporcionar bons ambientes de trabalho e descanso para os médicos e estudantes de Medicina. “Como parceiros da Unoeste na formação dos alunos, o diálogo entre as instituições é amplo e permanente, o que garante que as necessidades e sugestões dos estudantes sejam atendidas”.

Falsidade ideológica
Roberto Fakhoure, de 43 anos, estudante de Medicina de Guarujá, no litoral de São Paulo, acusa a Universidade do Oeste Paulista (Unoeste) de falsidade ideológica. Ele alega que teve a assinatura falsificada em um documento após questionar a reprovação em uma disciplina. Ao g1, ele afirma ter contratado uma perícia técnica particular que comprovou a falsificação.

O aluno registrou um boletim de ocorrência por falsidade ideológica na Polícia Civil e, ao lado do advogado Michael de Jesus, pretende denunciar o caso na Justiça. Ele segue reprovado e, por isso, não poderá participar da colação de grau junto com a turma no fim deste mês.

Ao g1, Roberto disse que não conseguiu recorrer da reprovação porque teve a assinatura falsificada na ata de uma reunião sobre a nota que o reprovou em uma disciplina em 2023. No documento, constava que o estudante havia entendido os motivos da reprovação e aceitado tal decisão.

No entanto, o aluno garantiu que não assinou nenhum termo com esse teor. Roberto confirmou ter participado de uma reunião na data do documento, mas ressaltou que nunca concordou com a reprovação.

Segundo o relato, ele descobriu que não teria como entrar com um recurso sobre a dependência (DP) na disciplina quando procurou o conselho do campus principal da Unoeste, no interior de São Paulo, e foi informado de que havia concordado com a reprovação na reunião em Guarujá.

De acordo com o advogado, o estudante negou ter aceitado a nota e pediu a ata da reunião, mas só recebeu o documento no fim do ano seguinte (2024), quando não reconheceu a assinatura. Em 2025, ainda segundo o profissional, uma perícia comprovou que a assinatura foi falsificada no termo.

O advogado disse que desconfia de que a reitoria de Guarujá tenha armado a situação para impedir que o cliente recorresse da reprovação no campus do interior paulista e denunciasse as condições de internato [estágio obrigatório] oferecidas no litoral.

Em nota, a Unoeste informou que está apurando as informações, mas destacou que “não compactua com qualquer prática que viole a ética acadêmica”.

Fonte: G1

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PIX

Pix Automático para contas recorrentes começa a funcionar hoje; saiba fazer e receber

por Redação 16 de junho de 2025

O Pix Automático começa a funcionar nesta segunda-feira (16) e a nova ferramenta promete simplificar a forma como são feitos os pagamentos de contas recorrentes, como contas de luz, água, condomínio, escola, academia e serviços por assinatura de streaming, por exemplo.

O Banco Central (BC) explica que com o pix automático os pagamentos podem ser feitos dando uma autorização prévia pelo app da conta, sem precisar autorizar cada pagamento.

Mas como funciona? Tem algum custo? Como implantar na minha empresa? O Valor Investe reuniu as respostas para as principais dúvidas sobre o assunto.

Neste modelo de pagamento, os pagamentos recorrentes poderão ser feitos dando uma autorização prévia pelo app da conta bancária, sem precisar autorizar cada vencimento. Quem recebe o pagamento é sempre uma conta PJ (Pessoa Jurídica).

Na prática, o recebedor (empresa) envia ao pagador (cliente) uma solicitação de consentimento de cobranças futuras, que inclui parâmetros como:

Valor máximo por transação;
Frequência e periodicidade das cobranças (se é semanal, mensal, trimestral, semestral ou anual);
Data de vencimento;
Validade da autorização;
Uso (ou não) de crédito da conta (cheque especial).
O pagador consente previamente as cobranças via autenticação (como senha ou biometria) no aplicativo do banco. Cada autorização recebe um Consentimento ID, registrado na instituição financeira do pagador.

Quais as vantagens?
Entre os diferenciais da ferramenta está o fato de que o usuário consegue visualizar e gerenciar autorizações diretamente no app, além de ser notificado previamente antes de qualquer cobrança — diferente do débito automático.

O modelo também dispensa a necessidade de contratação de intermediários como bandeiras e adquirentes, como acontece na recorrência no cartão de crédito, tornando a operação mais barata para quem recebe o pagamento.

Tem alguma cobrança?
Para o usuário pagador, o serviço deve, obrigatoriamente, ser gratuito. No entanto, os bancos que prestam serviço para os estabelecimentos comerciais podem cobrar de acordo com suas próprias políticas comerciais.

Como pagar com Pix Automático?
Para usar a ferramenta, é preciso checar se o prestador de serviço oferece essa opção.

Quem define o valor do pagamento?
O valor pago de forma recorrente pode ser fixo ou variável. O valor das cobranças recorrentes é definido pelo recebedor, que estabelece o montante a ser debitado em cada transação, conforme contrato ou acordo comercial vigente.

Porém, o pagador detém controle sobre os parâmetros da autorização, podendo definir um valor máximo para cada transação quando autoriza o consentimento de cobrança. “Essa funcionalidade é uma camada adicional de segurança, garantindo que o débito automático ocorra somente dentro dos limites aprovados pelo usuário”, diz Germer.

A solução suporta múltiplos modelos de cobrança recorrente, organizados em quatro jornadas:

Assinatura com valor fixo (ex: mensalidade de streaming);
Assinatura com valor variável (ex: contas de consumo);
Assinatura com periodicidade variável (ex: cobrança por uso);
Assinatura sem periodicidade (ex: cobrança após um serviço prestado).
Posso cancelar as transações?
Segundo o BC, autorizado o Pix Automático, o consumidor pode consultar e cancelar as autorizações e os débitos agendados, escolher receber ou não as notificações de agendamento dos pagamentos, verificar o histórico de todas as suas autorizações e gerenciar o limite exclusivo para suas transações Pix Automático. A autarquia ressalta que o pagamento por Pix Automático não afeta o limite Pix disponível para outras transações.

Além disso, caso algum problema no uso do Pix Automático aconteça, o BC diz que é possível usar o ​Mecanismo Especial de Devolução (MED)​, através do banco onde se tem conta.

E se não tiver saldo suficiente em conta no momento do débito?
Duas tentativas de cobrança são feitas no dia do vencimento. Caso não haja saldo na conta, três novas tentativas posteriores ocorrem, conforme regras definida pelo Banco Central. Se o pagamento ocorrer com atraso, os juros e multas são cobrados no pagamento seguinte. Esse juros ou multa estará previsto no contrato do consumidor com a empresa.

Se nenhuma das tentativas da empresa de debitar o valor da conta com o Pix Automático der certo, o consumidor ficará inadimplente e deverá negociar diretamente com a empresa.

De acordo com o BC, o consumidor também pode optar ou não por usar linha de crédito para os pagamentos, caso não tenha saldo disponível no dia do pagamento.

Tenho uma empresa. Como ofertar o Pix Automático para os meus clientes?
Apenas empresas idôneas e com CNPJ ativo há pelo menos seis meses poderão ofertar o Pix Automático como forma de pagamento, de acordo com a autarquia. A medida é para combater fraudes na nova ferramenta.

Para oferecer o modelo de pagamento, de acordo com o BC, o interessado deve procurar a instituição onde a sua empresa possui conta ou uma instituição que ofereça serviço de iniciação de pagamentos. Depois, é preciso verificar o que é necessário para implementar o meio de pagamento e escolher como o Pix Automático será oferecido aos clientes, a partir de parâmetros de:

Recorrência — semanal, mensal, entre outros;
Valor — se é fixo ou variável;
Possibilidade de retentativas para cobrança após o vencimento.
Depois, é só receber a permissão dos seus clientes para cobrar os pagamentos com o Pix Automático.

Fonte: valorinveste

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