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PIX

PIX

Lula afirma que governo não mudará PIX apesar de críticas dos EUA

por Redação 2 de abril de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta quinta-feira (2) que “ninguém” fará o governo brasileiro mudar o PIX. O comentário foi feito durante visita às obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Salvador, na Bahia, após citar um relatório divulgado pelo governo Donald Trump, que apontou o sistema como prejudicial a empresas americanas de cartões de crédito, como Visa e Mastercard.

“Os Estados Unidos fizeram um relatório nesta semana sobre o PIX, disseram que o PIX distorce o comércio internacional, porque o PIX acho que cria problema para a moeda deles”, disse Lula. Ele acrescentou: “O PIX é do Brasil, e ninguém vai fazer a gente mudar o PIX pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”.

O presidente ainda afirmou que o governo brasileiro pode aprimorar o sistema para melhor atender aos usuários, sem ceder a pressões externas. A declaração foi feita pouco antes do encerramento do evento, após o ministro da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira, lembrá-lo de falar sobre o PIX.

O relatório norte-americano cita que o PIX gera prejuízo a fornecedores dos EUA de serviços de pagamentos eletrônicos e que o uso do sistema é obrigatório para instituições com mais de 500 mil contas. Segundo o documento, há temor de que o Banco Central brasileiro dê tratamento preferencial ao PIX, prejudicando fornecedores americanos.

O PIX, criado pelo Banco Central, permite transferências e pagamentos instantâneos entre contas, funcionando 24 horas por dia por meio de chaves como CPF, celular ou e-mail, ou QR codes. Integrantes do governo veem a defesa do sistema por Lula como oportunidade de crescimento eleitoral, já que 64% dos entrevistados em pesquisa Quaest de setembro de 2025 consideram correto o posicionamento do presidente frente aos EUA.

O relatório norte-americano também aborda outros temas, como mineração ilegal de ouro no Brasil, extração ilegal de madeira, leis trabalhistas, PL dos Mercados Digitais, regulamentação da Lei Geral de Proteção de Dados, taxa de uso de rede e satélites.

Fonte: G1

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PIX

Dono de açougue viraliza ao enviar restos de carne após suspeita de Pix falso em Goiânia

por Redação 24 de março de 2026

Um comerciante de Goiânia ganhou repercussão nas redes sociais após relatar ter enviado pelancas, sebo e nervos no lugar de uma picanha para um cliente que teria apresentado um comprovante falso de pagamento via Pix. O caso aconteceu na última quarta-feira (18), no Setor Jardim América.

No vídeo publicado na internet, o empresário Richard William, de 33 anos, aparece separando os itens que seriam enviados ao suposto comprador, incluindo pedaços de carne estragada. Durante a gravação, ele afirma que o pedido teria sido feito com tentativa de golpe por meio de comprovante falso.

A publicação ultrapassou 4,4 milhões de visualizações e soma mais de 66 mil curtidas. Ao g1, o comerciante contou que esse tipo de fraude é recorrente no estabelecimento, principalmente em pedidos realizados por entrega.

Segundo ele, os criminosos costumam enviar comprovantes falsos e acionar rapidamente um motoentregador para retirar o pedido antes que o pagamento seja conferido. “Isso acontece quase todos os dias”, afirmou.

Após sofrer prejuízos em outras ocasiões, Richard explicou que passou a exigir confirmação do pagamento antes de liberar pedidos feitos por aplicativos. Ao identificar mais uma tentativa, decidiu agir de forma diferente.

De acordo com o comerciante, a ideia inicial era enviar lixo, mas ele optou por colocar restos de carne no lugar do produto solicitado. “Eu queria ver a cara dele abrindo a sacola, achando que ia fazer um churrasco”, comentou.

O vídeo gerou grande repercussão e, nos comentários, outros comerciantes relataram situações semelhantes, afirmando já terem sido alvo de golpes com comprovantes falsos de Pix em vendas por delivery.

Fonte: G1

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PIX

PIX registra novo recorde com 297,4 milhões de transações em um único dia, segundo Banco Central

por Redação 1 de dezembro de 2025

O PIX bateu um novo recorde de uso ao registrar 297,4 milhões de operações em apenas um dia, de acordo com informações divulgadas pelo Banco Central nesta segunda-feira (1º). O pico ocorreu na última sexta-feira (28), quando também foram movimentados R$ 166,2 bilhões — maior volume financeiro já registrado pelo sistema desde sua criação.

A data coincidiu com a Black Friday, período de grande volume de compras no comércio, além do prazo final para o pagamento da primeira parcela do 13º salário aos trabalhadores. O Banco Central destacou que o desempenho reforça o papel do PIX como infraestrutura pública essencial para o funcionamento da economia brasileira.

O recorde anterior tinha sido alcançado em 5 de setembro, com 290 milhões de transações. Criado há cinco anos, o sistema já reúne cerca de 890 milhões de chaves cadastradas e faz parte da rotina de mais de 170 milhões de brasileiros. Desde seu lançamento, em novembro de 2020, até 30 de setembro de 2025, o PIX já movimentou cerca de R$ 85,5 trilhões.

No mês passado, também entraram em vigor novas regras que ampliam mecanismos de segurança e a possibilidade de devolução de valores em casos de fraude, golpe ou coerção. Antes, a devolução só podia ser realizada pela conta usada na ação criminosa, mas a rapidez com que criminosos transferiam os valores dificultava a recuperação. Com o aprimoramento regulatório, o Banco Central ampliou o rastreamento e a proteção ao usuário.

Fonte: G1

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PIX

Novas regras do PIX ampliam devolução de dinheiro a vítimas de fraude a partir deste domingo

por Redação 24 de novembro de 2025

Entram em vigor neste domingo (23) as novas regras do Banco Central (BC) para reforçar a segurança do PIX e ampliar as possibilidades de recuperação de valores desviados em fraudes, golpes e casos de coerção. As mudanças aprimoram o Mecanismo Especial de Devolução (MED), que passa a ter maior capacidade de rastreamento e identificação das contas envolvidas em transações suspeitas.

Segundo o BC, a expectativa é que o novo modelo aumente tanto o número de contas identificadas como participantes de golpes quanto o volume de recursos devolvidos às vítimas, reduzindo o incentivo para criminosos que utilizam o sistema para movimentar valores rapidamente. O órgão também acredita que o compartilhamento mais amplo de informações dificultará o uso de contas envolvidas em fraudes para novas operações criminosas.

Antes das alterações, os bancos só podiam efetuar a devolução do dinheiro da conta que recebeu a transferência fraudulenta. No entanto, golpistas costumam sacar ou transferir os valores de imediato, o que dificultava o rastreamento e reduzia as chances de ressarcimento.

Com as novas regras — opcionais até 2 de fevereiro, quando se tornam obrigatórias para todas as instituições participantes — o PIX passará a rastrear de forma mais detalhada o caminho percorrido pelo dinheiro. Dessa forma, será possível recuperar valores mesmo após eles terem deixado a conta original vinculada ao golpe. De acordo com o BC, a identificação das rotas financeiras será compartilhada entre os participantes da operação e permitirá devoluções em até 11 dias após a contestação.

Autoatendimento para contestação

Desde 1º de outubro, todas as instituições financeiras passaram a disponibilizar, dentro da própria área do PIX nos aplicativos, uma ferramenta de contestação automática, sem necessidade de contato direto com atendentes.

Esse canal serve como porta de entrada para solicitações de devolução nos casos de fraude. O BC afirma que o autoatendimento deve tornar o processo mais ágil e aumentar as chances de que ainda haja saldo na conta do golpista no momento da contestação.

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PIX

De um quarto de hotel, R$ 813 milhões roubados: veja o que a PF já sabe sobre o maior ataque hacker contra o sistema financeiro

por Redação 31 de outubro de 2025

A Polícia Federal (PF) deflagrou a segunda fase da Operação Magna Fraus, com apoio da Interpol, para desarticular um grupo criminoso responsável por um ataque hacker que desviou mais de R$ 813 milhões de contas de reservas mantidas por instituições financeiras. O crime, ocorrido entre 30 de junho e 1º de julho, é considerado o maior ataque cibernético já registrado contra o sistema financeiro brasileiro.

De acordo com a PF, 19 pessoas foram presas — 12 no Brasil e sete no exterior (seis na Espanha e uma na Argentina). Ao todo, foram cumpridos 42 mandados de busca e apreensão e 26 de prisão, em Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Santa Catarina, Paraíba e Bahia, além de Argentina, Portugal e Espanha.

A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 640 milhões em bens e valores, e os agentes apreenderam veículos de luxo, joias, armas, munições e cerca de R$ 1 milhão em criptoativos.

Ataque partiu de um hotel em Brasília

Segundo informações divulgadas pela TV Globo, o ataque foi lançado de um quarto do hotel Royal Tulip, em Brasília, um dos mais caros da capital federal. Após a invasão dos sistemas, parte dos criminosos fugiu para a Europa, enquanto outro grupo fretou um avião rumo à Argentina.

O golpe atingiu pelo menos seis instituições financeiras, mas, conforme informou o Banco Central (BC), nenhum cliente foi prejudicado. Os criminosos desviaram recursos de contas de reserva dos bancos — utilizadas para compensações de transferências via Pix — e não de contas de pessoas físicas.

Organização criminosa e lavagem de dinheiro

A PF acusa o grupo de organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. A investigação aponta que havia funções especializadas entre os integrantes: desde hackers responsáveis pelas invasões até operadores encarregados de converter os valores roubados em criptoativos, usados para disfarçar a origem do dinheiro.

Na primeira fase da operação, em julho, dois homens foram presos e cerca de R$ 5,5 milhões em criptoativos foram apreendidos. Desde o início das investigações, o total de valores bloqueados já soma R$ 32 milhões.

Segundo a PF, as prisões internacionais foram executadas com apoio da Brigada Central de Fraudes Informáticos da Polícia Nacional da Espanha e de escritórios da Interpol no Brasil, Espanha, Argentina e Portugal.

Fonte: OGLOBO

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PIX

Bancos passam a oferecer botão de contestação no PIX para casos de fraude

por Redação 1 de outubro de 2025

A partir desta quarta-feira (1º), instituições financeiras disponibilizam, nos aplicativos de PIX, um botão de contestação que permite ao usuário contestar fraudes, golpes ou cobranças indevidas de forma rápida, sem precisar falar com um atendente.

De acordo com o Banco Central (BC), o mecanismo faz parte do Mecanismo Especial de Devolução (MED) e tem como objetivo agilizar a devolução de valores extraídos por fraude, aumentando a chance de ainda haver saldo na conta do fraudador.

O BC esclareceu que a ferramenta não se aplica a erros de digitação, arrependimento, desacordo comercial ou casos que envolvam terceiros de boa-fé. Ela é específica para fraudes, golpes e coerção.

O funcionamento do botão segue estas etapas:

O cliente reporta a transação suspeita pelo app;

O banco notifica as instituições envolvidas;

O saldo é bloqueado na conta recebedora;

As instituições analisam o caso e, se confirmada a fraude, os valores são devolvidos em até 11 dias (ou 24 horas em falhas operacionais do PIX automático).

Segundo a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), o MED de autoatendimento não substitui cuidados individuais contra golpes, mas facilita o rastreamento e devolução de valores.

Para usar, o correntista deve abrir o app do banco, selecionar “contestar PIX” ou “solicitar devolução (MED)”, anexar evidências e acompanhar a contestação diretamente pelo aplicativo.

Fonte: G1

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PIX

Pix apresenta instabilidade e gera milhares de reclamações nesta segunda-feira (29)

por Redação 29 de setembro de 2025

O sistema de pagamentos instantâneos Pix apresentou instabilidade na manhã desta segunda-feira (29), atingindo usuários de diferentes bancos, entre eles Nubank, Santander e Itaú.

De acordo com o Downdetector, plataforma que monitora serviços online, as falhas começaram por volta das 10h53 (horário de Brasília). Em menos de 30 minutos, as reclamações ultrapassaram 3 mil e, às 11h50, já somavam 8.728 registros.

Usuários relatam mensagens de erro ao tentar realizar transferências, valores debitados sem compensação nas contas de destino e dificuldades para completar transações.

O TechTudo testou o sistema em quatro instituições financeiras e confirmou os problemas. Até o momento, o Banco Central do Brasil, responsável pelo Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), ainda não se pronunciou oficialmente sobre as causas da falha.

Fonte: techtudo

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PIX

Banco Central anuncia limites para transferências via PIX após ataques de hackers

por Redação 5 de setembro de 2025

O Banco Central (BC) anunciou nesta sexta-feira (5) novas medidas de segurança para reforçar a proteção do sistema financeiro após ataques cibernéticos a instituições. As normas foram aprovadas pela diretoria da autarquia e têm vigência imediata.

Entre as principais mudanças estão a redução de limites de transferências para instituições de pagamento não autorizadas, exigência de autorização prévia do BC para novas empresas que desejarem atuar no sistema, além da possibilidade de exigir certificações técnicas emitidas por empresas independentes.

De acordo com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, os ataques recentes foram realizados por organizações criminosas. Ele destacou que tanto bancos tradicionais quanto fintechs também são vítimas, e que a autarquia não terá tolerância em relação à segurança.

? Principais medidas anunciadas pelo BC

Limite de transferências via PIX e TED: máximo de R$ 15 mil para instituições não autorizadas, até que comprovem a adoção de novos controles de segurança.

Autorização prévia: nenhuma instituição de pagamento poderá iniciar operações sem aprovação do BC. O prazo para que empresas irregulares solicitem autorização foi antecipado de 2029 para maio de 2025.

Controles adicionais no PIX: apenas participantes de determinados segmentos poderão atuar como responsáveis por instituições não autorizadas.

Certificação técnica: poderá ser exigida para garantir o cumprimento dos requisitos regulatórios.

Regras mais rígidas para prestadores de tecnologia (PSTIs): exigência de capital mínimo de R$ 15 milhões, governança mais robusta e gestão de riscos mais rigorosa.

As medidas foram tomadas após uma série de ataques cibernéticos registrados nos últimos meses, envolvendo tentativas de fraude contra o sistema financeiro nacional.

Fonte: G1

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PIX

Ataque hacker a provedora do Pix desvia mais de R$ 600 milhões; BC bloqueia parte dos recursos

por Redação 1 de setembro de 2025

A Sinqia, empresa que conecta bancos ao sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC), foi alvo de um ataque hacker na sexta-feira (30/8). Segundo fontes, os criminosos conseguiram desviar R$ 670 milhões — R$ 630 milhões pertencentes ao HSBC e R$ 40 milhões da Sociedade de Crédito Direto Artta. O valor é superior ao inicialmente estimado.

A ação criminosa mirava um montante superior a R$ 1 bilhão, mas parte foi bloqueada pelo BC, que conseguiu reter R$ 366 milhões. A Polícia Federal investiga o caso, e a Sinqia segue sem acesso ao ambiente Pix.

O HSBC informou que as transações afetaram apenas a conta de um provedor e não atingiram clientes. A Artta também confirmou que os valores desviados estavam em contas mantidas diretamente no BC para liquidação interbancária.

O episódio reacende preocupações sobre brechas no sistema de provedores de tecnologia que intermediam operações financeiras. Em julho, a C&M Software já havia sido alvo de ataque semelhante, com desvio de mais de R$ 800 milhões. Especialistas reforçam a necessidade de maior supervisão, exigências técnicas mais rígidas e recursos adicionais para o BC, que enfrenta redução de pessoal em meio ao crescimento das atribuições.

Embora o sistema do Pix em si não tenha sido invadido e contas de clientes não tenham sido atingidas, analistas alertam que provedores terceirizados se tornaram alvos estratégicos e vulneráveis. O caso coloca em evidência a urgência de reforçar monitoramento, regulação e segurança cibernética no ecossistema financeiro.

Fonte: OGLOBO

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PIX

Vazamento no CNJ expõe dados cadastrais de chaves Pix de 11 milhões de pessoas; senhas não foram reveladas

por Redação 24 de julho de 2025

O Banco Central e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) confirmaram nesta quarta-feira (24) que houve um acesso indevido a dados vinculados a chaves Pix no sistema Sisbajud, ferramenta de busca de ativos operada pelo CNJ em parceria com o Banco Central. O incidente de segurança ocorreu nos dias 20 e 21 de julho e afetou dados cadastrais de 11.003.398 pessoas.

Segundo os dois órgãos, não houve vazamento de dados sensíveis, como senhas, saldos, extratos bancários ou informações protegidas por sigilo bancário. As informações expostas foram exclusivamente de natureza cadastral: nome do titular, chave Pix, instituição financeira, número da agência e número da conta.

Em nota, o Banco Central afirmou que o vazamento “não permite movimentações de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras”. O CNJ, por sua vez, informou que o problema foi “imediatamente identificado e corrigido”, e que o sistema voltou a funcionar normalmente após a adoção das medidas de segurança.

A Polícia Federal e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foram oficialmente comunicadas sobre o ocorrido.

Riscos e recomendações
Apesar de os dados expostos não permitirem movimentações financeiras, o CNJ alertou que a exposição de dados cadastrais representa riscos potenciais, como tentativas de golpes e fraudes. Por isso, o órgão recomenda que os usuários fiquem atentos a comunicações suspeitas e reforcem os cuidados com segurança digital.

O CNJ ressaltou que não entra em contato com os afetados por meio de SMS, e-mail ou chamadas telefônicas, e que irá disponibilizar em seu site oficial um canal exclusivo para que cidadãos consultem se foram impactados pelo vazamento.

O incidente ocorre em um contexto de atenção crescente à proteção de dados no país, especialmente após a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O artigo 48 da LGPD prevê que os responsáveis por dados pessoais devem comunicar incidentes de segurança que possam acarretar risco ou dano relevante aos titulares.

Fonte: G1

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