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Categoria:

Brasil

Saúde

Exportações de frango do RS estão suspensas para todo o mundo, diz Fávaro

por Redação 16 de maio de 2025

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou as exportações de carne de frango e demais produtos avícolas das empresas do Rio Grande do Sul estão suspensas para todo mundo a partir desta sexta-feira (16/5). A medida atende aos protocolos sanitários do Brasil com os países importadores a partir da confirmação do primeiro caso de gripe aviária em granja comercial brasileira, em Montenegro (RS).

“Para todos os países do mundo há uma suspensão imediata”, afirmou à reportagem. Em casos como a China, a suspensão vale para todo o país. Ainda não há estimativas oficiais de impacto econômico desse episódio, com o extermínio das aves na granja gaúcha e o fechamento temporário de mercados externos.

“Infelizmente, com a China não deu tempo de atualizar o protocolo. Esperamos que, ao final deste foco, eles voltem a comprar a carne brasileira em poucos dias”, completou.

A expectativa de Fávaro é que o caso possa ser solucionado rapidamente e o Brasil consiga restabelecer o fluxo comercial antes de 60 dias, período em que a região onde o foco foi confirmado está em emergência zoossanitária.

“Achamos possível, com transparência, estabelecer fluxo normal de comércio, inclusive com a China, antes dos 60 dias”, afirmou.

Fávaro disse que já conversou com as lideranças do setor avícola e com os CEOs das principais empresas do ramo. “Estão todos em alerta, mas reportando e dando tranquilidade aos seus clientes e consumidores”, disse. Segundo o ministro, há confiança no setor que o caso será solucionado o mais breve possível. “É o sentimento que colhi desses empresários das grandes indústrias”, completou.

O governo brasileiro já comunicou oficialmente a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) sobre o episódio e está adotando as medidas sanitárias necessárias na região de Montenegro.

Por ora, o ministro não vai ao Rio Grande do Sul. Ele seguirá em contato com os secretários das áreas de Defesa Agropecuária e Comércio e Relações Internacionais para monitorar os desdobramentos.

Fávaro disse que a entrada do vírus em granjas comerciais era “inevitável”, mas que o trabalho das equipes técnicas do ministério e dos governos estadual e municipal vai tentar impedir que a doença se espalhe para outras regiões.

“Uma hora ia chegar, era inevitável. O foco agora é não deixar espalhar”, afirmou à reportagem.

Ele salientou a qualidade do sistema sanitário brasileiro que conseguiu impedir a entrada do vírus da influenza aviária em estabelecimentos comerciais por dois anos. O primeiro foco da doença em aves silvestres no país, no litoral do Espírito Santo, ocorreu em maio de 2023.

“Em todos os lugares do mundo, depois que o vírus chegou através de animais silvestres, em poucos dias adentrou em granjas comerciais. O Brasil é tão eficiente que conseguimos segurar dois anos”, disse. “Nesse período, trabalhamos na blindagem da entrada do vírus em granjas e na revisão dos protocolos sanitários”, pontuou.

Segundo Fávaro, já foi realizada a rastreabilidade da produção dos ovos da granja onde a gripe aviária foi detectada. “Ao rastrear, os ovos serão inutilizados. Vamos intensificar a fiscalização em toda região e, ao menor sintoma ou alerta, os procedimentos avançam na inutilização, para exterminar o foco”, completou.

Fonte: GLOBO RURAL

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Saúde

Gripe aviária descoberta em granja não é transmitida pelo consumo, diz ministério

por Redação 16 de maio de 2025

O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou nesta quinta-feira (15) o primeiro caso do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade, ou gripe aviária, em uma granja de aves comerciais no Brasil. A detecção ocorreu no estado do Rio Grande do Sul, no município de Montenegro.

Segundo a pasta, a doença não é transmitida pelo consumo das carnes das aves e nem dos ovos. Diferente de outras cepas, ela tem uma alta incidência entre os animais.

O grande risco fica mais para o contato direto e não para os alimentos cozidos e prontos para o consumo. Por isso, não há riscos para a população.

O Ministério da Agricultura e Pecuária diz que acionou as medidas do plano nacional de contingência para contenção e erradicação do foco. O objetivo não é apenas acabar com a doença, mas manter a capacidade produtiva do setor e garantir o abastecimento.

Também foi feita uma comunicação oficial com as entidades das cadeias produtivas, Organização Mundial de Saúde Animal, Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente, bem como aos parceiros comerciais do Brasil.

Entre eles, a China, que anunciou a suspensão por 60 dias da compra de aves do Brasil. A medida visa uma espécie de controle inicial, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

Fonte: CBN

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Brasil

IBGE: casamentos homoafetivos masculinos diminuem, mas aumentam entre mulheres

por Redação 16 de maio de 2025

Enquanto o número de casamentos está em curva de queda no Brasil, as uniões homoafetivas crescem. Mais especificamente os casamentos entre mulheres. Em 2023, a quantidade de mulheres que casaram com outras foi 6% maior do que em 2022, a única categoria que foge à regra da diminuição dos matrimônios. Os casamentos totais diminuíram 3%, e os entre homens reduziram 5%, mostra o IBGE na pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2023, divulgada nesta sexta-feira.

Considerando homens e mulheres, houve 11.198 casamentos homoafetivos em 2023, um aumento de 1,6% em relação a 2022, e o maior da série histórica. Desde 2013, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou uma resolução que obrigava os cartórios a realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo em todo o país, seguindo a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o número dessas uniões vem crescendo no Brasil. Segundo especialistas, a validação institucional da união homoafetiva ajudou a tirar da invisibilidade diversos relacionamentos.

A quantidade de casamentos entre mulheres já era maior do que a de homens em 2013, mas os números eram muito semelhantes. Ano a ano, a discrepância vem aumentando, até que em 2023 foi 68% maior: 4.175 uniões entre homens e 7.023 entre mulheres.

Os casamentos homoafetivos acontecem, em média, com noivos mais velhos do que no caso dos heteronormativos. De acordo com os dados, em 2023, homens que se casaram com homens tinham 34,7 anos em média. No caso das mulheres homossexuais a idade média foi de 32,7. Nas uniões de sexos opostos, as mulheres tinham 29,2 anos em média, e os homens 31,5.

Quatro a cada cinco casamentos homoafetivos são de mulheres, conta cerimonialista
Livia Delgado, diretora da Yellow Umbrella Assessoria e Cerimonial de casamentos, conta que houve um boom após a pandemia na procura por casamentos homoafetivos, em especial de mulheres. Segundo ela, a cada cinco casamentos homoafetivos que sua empresa realiza, quatro são de mulheres.

— Os relacionamentos sáficos (entre mulheres) tem um arco de desenvolvimento naturalmente mais rápido. Mulheres se unem mais rápido, vão morar juntas mais rápido e casam mais rápido. A gente só não vê casamentos de mulheres todo dia ou por falta de dinheiro ou por falta de liberdade – afirma Livia, destacando a animação dos eventos. — As mulheres, mesmo que sem saber, sempre foram motivadas a formar uma família, ter um casamento, uma festa. Eu acredito que isso acaba refletindo.

A dinâmica de que mulheres lésbicas se apaixonam rapidamente e querem casar logo é repetida muitas vezes como um senso-comum, às vezes até com bom-humor entre essas comunidades. Grazielle Tagliamento, professora de Psicologia, Gêneros e Sexualidades do Centro Universitário UniDomBosco, explica que a “piada” é real, e faz sentido diante do preconceito e dos estigmas sociais de gêneros.

— É verdade, acontece muito (de se uniram mais rápido), muitos estudos apontam isso. Por conta de toda a lesbofobia que as mulheres que se relacionam com outras mulheres sofrem ao longo das suas vidas, inclusive dentro da família, a solidão aparece muito. E faz com que muitas, em busca de uma segurança emocional e social, encontra na outra mulher a possibilidade de um lugar seguro — explica a especialista, que destaca o resultado de que oito a cada 10 lésbicas sofreram preconceito, segundo o Lesbocenso Nacional.

Além disso, o próprio machismo pode ajudar a explicar o número menor de casamentos entre homens, diz Grazielle.

— Quando a gente pensa no relacionamento entre homens, a gente tem que considerar as normas de masculinidade hegemônicas, do que é ser um homem e o quanto os homens são socializados dentro dessa perspectiva que desencoraja, que proíbe, a expressão emocional, o comprometimento em relacionamentos amorosos. E os homens gays não estão imunes a isso. Isso pode resultar em menos casamentos e menos relações duradouras, enquanto nós mulheres somos socializadas muito mais para o casamento e para o compromisso afetivo.

Samuel Silva, demógrafo e coordenador de pesquisas do Instituto Matizes, pesquisou sobre desenvolvimento da identidade sexual e o risco de depressão em sua premiada tese do doutorado. Ele explica que, apesar de homens se entenderem como gays ou bissexuais mais cedo que as mulheres, são relacionamentos mais baseados na experimentação sexual, cuja comunicação, para família e sociedade, é mais demorada.

Já as mulheres têm, ao oposto, um desenvolvimento dessa sexualidade mais demorado, só que em processo mais afetuoso e íntimo. O que aumenta a chance de comunicar mais facilmente seu relacionamento dentro do seu ciclo social e de ter relações de longa duração.

—O casamento acaba sendo colocado como um desejo para as mulheres desde sempre, na socialização feminina, e para as mulheres lésbicas isso não é diferente. A própria identidade lésbica é construída permeada por esse lugar de afeto, de carinho, de relacionamento, isso pode culminar em vários em mais casamentos. Enquanto um homem gay ou bissexual, mais pela experimentação da sexualidade, demora um tempo maior para comunicar a família e a sociedade — afirma o especialista.

Silva também explica que os momentos políticos impactaram na curva de casamentos homoafetivos na última década. Em 2013, quando a união homoafetiva foi regulamentava, houve uma demanda reprimida sendo reconhecida. Depois, com as ameaças contra a comunidade gay, inclusive com possibilidade de perdas de direitos, durante a gestão de Jair Bolsonaro, houve um novo boom de casamentos, o que também é possível observar nos dados do IBGE.

— A partir de 2018 a gente tem um boom de casamentos, para as pessoas reafirmarem que esse é um direito que elas vão usar como uma plataforma não só burocrática e afetiva, mas também política. O casamento para pessoas do mesmo sexo tem vários significados — diz Silva, que entende que a partir de agora pode começar a manutenção de um padrão de estatística. — Talvez agora comece uma tendência de curva mais ligada ao desenvolvimento de cursos de vida mesmo, e menos um efeito que a gente vinha observando até agora, primeiro pela demanda reprimida e depois no fortalecimento de um lugar político do casamento.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Mãe de GO viraliza com aviso em carrinho de gêmeos: “Não encoste nos bebês”

por Redação 16 de maio de 2025

A psicóloga Nina Pintan, 31, de Goiânia (GO), não aguentava mais ver a ousadia de pessoas estranhas, simplesmente tocando em seus filhos, os gêmeos Clarice e Eduardo, de 1 ano, sem autorização. Depois de um episódio em que ficou muito irritada em um supermercado, ela teve a ideia de escrever um recado, com letras garrafais, e colar no carrinho, dizendo: “Não toque nos bebês”. Em um vídeo, ela mostrou o cartaz e explicou a situação que a motivou a fazer isso. Compartilhado nas redes sociais, o post viralizou.

Ela explicou, em entrevista a CRESCER, que, desde que decidiu engravidar, se programou para cuidar dos bebês sem ajuda externa, só ela e o marido. Mesmo quando descobriu que esperava gêmeos, em uma gestação natural, ela não mudou de ideia. No início, Nina teve dificuldades com a amamentação, mas, ainda assim, seguiu adiante, e conseguiu. “Nunca quis terceirizar os cuidados deles”, afirma. “Posso falhar em qualquer outro papel, em qualquer outra função, mas na função de cuidar dos meus filhos, esta não é uma opção”, reforça. Ela até contratou uma pessoa para ajudar em casa, com as outras tarefas, mas faz questão de assumir os cuidados com os gêmeos.

Como mãe de crianças pequenas e, sobretudo, de gêmeos, Nina já está habituada a lidar com a curiosidade das pessoas, perguntando se são idênticos, se foram planejados, se ela engravidou naturalmente. “Até aí, tudo certo. Mas quando as pessoas que eu não conheço encostam neles, não acho legal”, disse ela. “Acho que é muito importante ensinar a eles, mesmo que não entendam agora, que o corpo deles tem limites, que as pessoas não podem chegar tocando ou fazendo o que quiser”, observa.

Ela explica que já aconteceu diversas vezes, em diferentes situações, de as pessoas chegarem para tocar nos bebês e ela ou o marido dizerem, educadamente, para não fazerem isso. Porém, no dia do supermercado, a que ela se refere no vídeo, a paciência foi embora. “Eu tinha ido comprar umas frutas e fui para a fila preferencial do caixa com os dois. Aí, uma senhora veio e ficou interagindo. Sem problemas”, lembra. Nina achou tão fofo, que quis registrar o momento. “Quando abaixei para olhar para o celular, ela deu um toquinho na mão da Clarice, que estava na frente. Aquilo me irritou tanto, que eu deixei as frutas lá e vim embora”, conta. “Dois dias depois, eu precisava comprar as frutas e já estava estressada com a situação. Na hora, peguei a primeira folha que vi, a caneta, e escrevi. Aí, filmei”, acrescenta.

A princípio, Nina postou a filmagem apenas nos stories, mas a fisioterapeuta dela adorou e disse que queria compartilhar. Então, ela postou nos reels do Instagram para facilitar e o vídeo explodiu. “Eu não imaginava que geraria toda essa repercussão”, diz ela. Com a viralização, a mãe recebeu diversos comentários e alguns a deixaram horrorizada. “Tinha um monte de gente falando: ‘Ah, então, não sai de casa’ ou ‘Coloca em uma bolha’. O ponto é que eu não quero colocar meus filhos em uma bolha. Quero, sim, que eles vivenciem todas as experiências”, diz ela. “Só não quero pessoas estranhas pegando neles. É simples”, explica.

Além disso, como ela conta, no vídeo, que se estressou e deixou as frutas, muitas pessoas a criticaram, dizendo que, por ser psicóloga, ela não deveria ter reagido daquele jeito. “Psicólogo também é gente e reage. Sou psicóloga, mas, se tenho uma noite mal dormida, vou ficar mais cansada, posso ter uma tolerância um pouco menor às situações. Sou humana”, desabafa.

Fonte: revistacrescer

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Brasil

‘Passei a vida tentando agradar minha mãe. Só depois do Alzheimer ela conseguiu dizer que me ama’

por Redação 16 de maio de 2025

Quando sua mãe foi diagnosticada com Alzheimer, em 2010, a carioca Claudia Alves, na época uma corretora de imóveis de 48 anos, achou que estava diante do pior desafio da sua vida. Naquela dor, no entanto, surgiria a chance de reconstruir a relação fria com a mãe, a trajetória profissional e até a forma de cuidar de si mesma.

Hoje, aos 63 anos, Alves tem hoje 1,2 milhão de seguidores no Instagram e acaba de lançar o livro O Bom do Alzheimer (Ed. Sextante, 192 págs., R$ 49,90), no qual narra essa reviravolta.

Uma infância marcada pela ausência de afeto
A carioca cresceu sem abraços, beijos e palavras de amor. “A frieza era comigo, porque a minha mãe sempre foi mais distante de mim do que o meu irmão. Com ele, ela era mais amorosa, até porque ele era mais insistente na busca do afeto”, relembra.

Quando tinha 12 anos, seu irmão, Rogério, morreu, aos 14. A partir dali, a relação com a mãe se tornou ainda mais difícil. “Ela ficou cada vez mais fria comigo. Um dia eu explodi e falei: ‘O filho preferido foi embora. Só restou eu. Se você não me quer, vai ter que me engolir’”, conta.

Oito anos após a morte de Rogério, Euclice ficou viúva, e a filha entendeu que deveria assumir a responsabilidade pelo cuidado da mãe. Apesar de estarem sempre juntas, o vínculo não se modificou. Alves não tinha expectativa de que a distância emocional um dia se encurtasse.

A chegada da demência
Os anos passaram. Alves trabalhava como corretora de imóveis de alto padrão e mal parava em casa. Mas um problema de saúde a obrigou a ficar um mês afastada. Durante a pausa, ela percebeu o quanto a mãe, que morava com ela, estava ainda mais solitária, deprimida e fechada. Veio, então, o diagnóstico de Alzheimer.

A filha poderia ter contratado ajuda profissional, mas decidiu ela mesma assumir os cuidados com a mãe. O primeiro passo foi incluir Euclice nas tarefas cotidianas, como idas ao supermercado, à farmácia, à praia. De natureza introspectiva e melancólica, a mãe começou a cantar, dançar, gargalhar e parou até de tomar antidepressivo. Mesmo com Alzheimer, estava feliz.

O papel da comunicação no cuidado de uma pessoa com Alzheimer
O processo, no entanto, não foi simples. Com erros e acertos, Alves aprendeu que a forma de falar influenciava a reação da mãe. Um dos episódios mais marcantes foi quando a encontrou lavando o rosto com a água do vaso sanitário. Desesperada, tentou obrigá-la a tomar banho, chamou atenção, falou alto, e foi empurrada.

“Entrei em pânico. Me joguei no chão, querendo provocar alguma reação. Ela passou por cima de mim e foi ver TV. Fiquei ali, chorando, sem saber o que fazer”, rememora.

Minutos depois, a mãe estava cantando e rindo na sala, como se nada tivesse acontecido. Foi então que a filha teve um insight. Enquanto Euclice nem sequer se lembrava do que tinha acontecido, ela remoía o episódio. Alves decidiu, então, mudar a forma de falar. Propôs que elas saíssem para tomar um sorvete, porque estava calor. A mãe topou. “Falei que a gente ia escolher uma roupa nova, tomar banho e sair. E funcionou”, conta.

A carioca começou a registrar, num diário, o que dava certo e o que dava errado. Após seis anos de experiência, passou a dividir essas experiências nas redes sociais, e os vídeos viralizaram. Formou-se em gerontologia e, em 2020, criou um curso digital para quem cuida de pessoas com demência. Segundo ela, mais de 7 mil pessoas já fizeram as aulas. O conteúdo que ela buscou lá atrás, e não encontrou, hoje ela mesma produz.

O alerta do próprio corpo
Durante mais de dez anos, Alves se dedicou exclusivamente à mãe, e se esqueceu de si — uma trajetória comum a muitos cuidadores. Aos 60 anos, numa viagem com amigas ao Nordeste, percebeu que não tinha mais fôlego para subir ladeiras. Desde então, decidiu se cuidar e perdeu 15 quilos.

“Antes, quando me perguntavam se eu tinha medo de ter Alzheimer, eu dizia: isso é problema dos meus filhos. Hoje eu vejo que é meu problema também. Eu quero envelhecer com saúde e lucidez. Tenho projetos, quero continuar ajudando quem cuida”, diz.

A gerontóloga não tem dúvidas de que a mãe segue sendo ela mesma, apesar da doença: “Ela fala pouco, mas ainda tem personalidade forte. Me belisca, manda calar a boca. É a mesma pessoa, só que com outra forma de demonstrar amor”.

Fonte: revistamarieclaire

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PET

Cachorro que mordeu e arrancou lábio de tutora é submetido à eutanásia em Ji-Paraná, RO

por Redação 16 de maio de 2025

Um cachorro da raça chow-chow chamado Jacke, que mordeu o rosto da tutora em Ji-Paraná (RO), passou por um processo de eutanásia — procedimento que provoca a morte de um animal de forma controlada —, segundo a Secretaria Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal do município.

A tutora do animal, Natani Santos, de 35 anos, teve parte do rosto arrancado no ataque, dia 5 de abril, e se prepara para uma cirurgia de reconstrução labial. Ao g1, Tiago, esposo da vítima, disse que levou o cachorro ao centro de bem-estar animal do município por medo que ele atacasse os filhos do casal. Ao entregar o animal, ele assinou uma autorização para a eutanásia caso fosse necessário.

“Eu levei ao centro de bem estar animal, me pediram 10 dias pra investigar se tratava-se de raiva ou algum outro problema. Quando voltei lá pra saber do animal, me foi informado que ele não estava comendo havia três dias, se recusava a levantar e tentou atacar algumas pessoas”, relatou.

Segundo a Secretaria Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal do município, o cão passou cinco dias em observação e apresentava “agressividade extrema, dificuldade de manejo, havendo risco iminente à equipe e a terceiros”. Foram descartadas raiva e outras doenças, mas mesmo assim o cachorro foi sacrificado.

Em nota, a secretaria informou que a decisão de aplicar a eutanásia “foi pautada na necessidade de preservar a integridade física dos servidores, da população e de outros animais, em respeito à proteção da saúde pública e às normas éticas vigentes”.

Com a repercussão do caso, a família relata que tem recebido mensagens de retaliação nas redes sociais. Segundo o marido de Natani, embora ela tenha concordado que o cão fosse levado para o Centro de Zoonoses, não sabia que ele passaria por um procedimento de eutanásia. Além disso, Natani acreditava que o animal havia sido adotado por um novo tutor.

Entenda o caso
Segundo a técnica de enfermagem e tutora do animal, Natani Santos, o cachorro, que adotou há cinco anos, rosnou instantes antes do ataque, mas a mordida foi inesperada e rápida.

Por conta dos ferimentos, agora ela se prepara para realizar um procedimento de reconstrução em Santa Catarina. A cirurgia será realizada pelo projeto idealizado pelo cirurgião bucomaxilofacial Raulino Brasil, que já atendeu mais de 30 pessoas desde 2021.

Para Natani, a cirurgia representa um passo importante na tentativa de superar não apenas o trauma físico, mas o abalo emocional provocado pelo ataque.

Em meio à dor e ao luto pelo afastamento do animal, Natani reforça: “Não quero que se desfaçam de seus animais por causa do que aconteceu comigo. Só digo para procurarem um adestrador”, comenta.

Análise do comportamento animal
Desde o ataque, Natani gravou vídeos nas redes sociais respondendo vídeos de seguidores com dúvidas sobre como era a relação com o cão. Alguns dos vídeos foram analisados por veterinários e especialistas que buscam pistas para entender eventuais erros no manejo do cão.

Em alguns desses episódios, ele chegou a mordiscar a testa do filho e também já chegou a tentar morder sua filha. Por isso, Natani não o deixava perto das filhas que não moram com ela.

Fonte: G1 

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Brasil

PF apreende sacolas de dinheiro em prefeitura de AL; operação investiga desvio de recursos federais

por Redação 15 de maio de 2025

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15), a Operação Pedágio Norte, que apura o desvio de recursos públicos federais durante a execução de um contrato firmado entre um município alagoano e uma empresa de locação de veículos. A PF não informou qual prefeitura está envolvida no processo ilícito.

As irregularidades teriam ocorrido entre os anos de 2020 e 2024. De acordo com a PF, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Luís do Quitunde, Paripueira, Maceió e Satuba, além do sequestro de bens avaliados em mais de R$ 8 milhões. Também foram determinadas medidas cautelares diversas da prisão contra os investigados.

Segundo as investigações, os desvios aconteciam por meio de transferências de valores da empresa contratada para um familiar de servidor público do município responsável pelo contrato.

Além disso, foram identificados saques em espécie nas contas da empresa, com indícios de repasse dos valores em circunstâncias que caracterizam tentativa de ocultação dos recursos.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de peculato, corrupção passiva, fraude em contrato com a Administração Pública, lavagem de capitais e associação criminosa. As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos e o total de recursos desviados.

Fonte: G1 

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SUS

Comissão do Ministério da Saúde é contra oferta do Wegovy e Saxenda no SUS; sociedade médica critica falta de opções de tratamento

por Redação 15 de maio de 2025

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) recomendou barrar a inclusão dos medicamentos Wegovy (semaglutida) e Saxenda (liraglutida) na rede pública de saúde para o tratamento da obesidade. Os remédios são conhecidos como canetas emagrecedoras.

A reunião do Conitec aconteceu no dia 8 de maio, mas o vídeo do encontro só foi publicado nesta terça-feira (13) no canal do órgão no Youtube.

Os membros da comissão fizeram a apreciação inicial do pedido de inclusão da semaglutida para o tratamento da obesidade graus dois e três em pacientes sem diabetes com idade a partir de 45 anos e com doença cardiovascular estabelecida. Eles recomendaram o encaminhamento à consulta pública, mas com parecer desfavorável.

No caso da liraglutida, a apreciação inicial foi para a inclusão no tratamento da obesidade e diabetes mellitus tipo 2. A recomendação e o parecer foram iguais ao da semaglutida.

A partir de julho, por decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), será obrigatória a retenção de receita médica para venda de medicamentos como Ozempic, Wegovy, Saxenda e similares.

Custo elevado para o SUS
O custo elevado dos medicamentos foi uma das justificativas da comissão para dar parecer contrário. A análise de impacto financeiro apresentado na reunião mostrou que a inclusão da semaglutida representaria um gasto de, no mínimo, R$ 3,4 bilhões em cinco anos, podendo chegar até R$ 7 bilhões.

Outro argumento foi que, para a utilização eficaz desses medicamentos, é necessário um acompanhamento especializado como suporte psicológico e mudanças no estilo de vida, por exemplo. Isso, segundo a Conitec, poderia dificultar a implantação em larga escala no SUS.

Para Maria Edna de Melo, membro da Comissão de Relações Institucionais e Políticas Públicas da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a decisão do Conitec preocupa porque os pacientes do SUS vão continuar sem acesso a tratamento por meio dos medicamentos. “O que se tem de tratamento estruturado para obesidade, hoje, é a cirurgia bariátrica, mas conseguir uma é muito difícil”, diz a especialista.

O que acontece agora
O parecer da Conitec não é definitivo. As contribuições recebidas durante a consulta pública serão incluídas em um relatório técnico. Esse documento é analisado pela comissão, que pode confirmar ou mudar o parecer contrário inicial.

A decisão, então, é encaminhada para a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Sectics), responsável pela Política Nacional de Ciência e Tecnologia em Saúde.

Poderá haver novas audiências públicas e outra discussão na Conitec, mas a decisão final é da Sectics.

Fonte: G1 

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Saúde

Tadalafila: para que serve, como age e quais os riscos do medicamento contra disfunção erétil que foi incluído em bala gummy

por Redação 15 de maio de 2025

A tadalafila é um dos medicamentos mais conhecidos para o tratamento da disfunção erétil, mas também possui usos aprovados para outras condições clínicas, como hiperplasia prostática benigna e hipertensão arterial pulmonar (HAP). Comercializada sob nomes como Cialis e Adcirca, pertence à classe dos inibidores da enzima fosfodiesterase tipo 5 (PDE-5), a mesma da sildenafila (Viagra).

Na quarta-feira (14), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma resolução que proíbe a distribuição, fabricação, manipulação, propaganda e uso do medicamento Metbala, à base de tadalafila.

“Cuidado! A automedicação coloca sua vida em risco. Esses produtos não são inofensivos. Quem faz a propaganda de produtos irregulares também comete infração sanitária e está sujeito a penalidades, incluindo multas”, informou a Anvisa.

O uso da tadalafila no Brasil ganhou ainda mais destaque após ser mencionada por celebridades e incorporada até mesmo em letras de músicas populares. No entanto, entidades como o Conselho Federal de Farmácia (CFF) e órgãos de saúde pública alertam para o uso recreativo indevido da substância — o que pode trazer riscos importantes à saúde, especialmente sem acompanhamento médico.

Como age e quando é indicada
A tadalafila relaxa os vasos sanguíneos e aumenta o fluxo de sangue, facilitando a ereção durante a estimulação sexual. Além da disfunção erétil, também pode ser indicada para:

Hiperplasia prostática benigna (HPB): alivia sintomas como jato urinário fraco e necessidade de urinar várias vezes à noite;
Hipertensão arterial pulmonar (HAP): melhora a capacidade funcional em pacientes com pressão elevada nas artérias pulmonares (em formulação específica).
No caso da HAP, a Conitec recomendou não incorporar o medicamento ao SUS, após avaliar que não há superioridade clínica frente à sildenafila e que o custo por paciente seria significativamente mais alto.

Popularidade e riscos do uso indevido
Um relatório da consultoria Close-Up International, divulgado pela BBC, aponta que a tadalafila ficou em terceiro lugar entre as moléculas mais vendidas no ano de 2024, atrás apenas de losartana e metformina. Levantamento feito pela Anvisa mostrou que foram vendidas 21,4 milhões de caixas de tadalafila no país em 2020. Três anos depois, esse número havia subido para 47,2 milhões.

A substância virou tema de músicas, sendo a canção “Tadalafila”, lançada por Os Barões da Pisadinha e Alanzim Coreano, uma das mais virais: “Sabe qual é o segredo pra aguentar a noite todinha? Tadalafila! Tadalafila!”

Especialistas apontam que esse tipo de conteúdo pode incentivar o uso recreativo e sem prescrição, especialmente entre homens jovens saudáveis, o que representa um grave risco à saúde pública. De acordo com o CFF, o crescimento da exposição midiática coincidiu com um aumento de 38,9% nas vendas do medicamento em 2023.

Uso nas academias e mito do ganho muscular
Nos últimos anos, a tadalafila passou a ser usada por frequentadores de academias — homens e mulheres — como um suposto aliado no ganho de massa muscular, embora não haja comprovação científica que sustente essa finalidade.

A justificativa para esse uso fora da bula parte da ideia de que a substância promoveria relaxamento do endotélio, a camada interna das artérias, favorecendo o aumento do fluxo sanguíneo durante o exercício. Esse aumento da irrigação nos músculos seria, segundo essa teoria, um estímulo para a hipertrofia.

Em fevereiro, o Profissão Repórter conversou com médicos que prescrevem tadalafila para a prática de exercícios.

Efeitos adversos e contraindicações
O uso da tadalafila pode causar:

Dor de cabeça, dor nas costas, rubor facial, dores musculares, congestão nasal e indigestão;
Efeitos graves como priapismo, perda de audição ou visão, queda de pressão arterial e eventos cardiovasculares.
É contraindicada para:

Pacientes que utilizam nitratos (para angina, por exemplo);
Indivíduos com doença cardíaca que contraindique atividade sexual;
Pessoas com hipersensibilidade à substância.
“O paciente de qualquer idade, jovem, adulto ou mesmo um senhor de idade, que não tem nenhum tipo de disfunção erétil, a droga é absolutamente contraindicada”, explica Joaquim Francisco de Almeida, coordenador da Câmara Técnica de Urologia do Cremesp.

Prescrição obrigatória e risco de dependência psicológica
A tadalafila é um medicamento de tarja vermelha e exige receita médica obrigatória. O uso sem avaliação profissional — motivado por modismos ou busca por desempenho sexual — pode mascarar doenças de base e levar à dependência psicológica.

Fonte: G1 

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STF

Por unanimidade, STF condena Zambelli e hacker por invasão aos sistemas do CNJ

por Redação 15 de maio de 2025

Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e o hacker Walter Delgatti pela invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Os ministros julgam, no plenário virtual da Corte, acusação da Procuradoria-Geral da República pelos crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica. O último a votar foi o ministro Luiz Fux.

O colegiado seguiu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, que propôs:

Carla Zambelli: 10 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, perda do mandato parlamentar (a ser declarada pela Câmara dos Deputados após o trânsito em julgado) e inelegibilidade.
Walter Delgatti: 8 anos e 3 meses de prisão, em regime inicialmente fechado. Ele já cumpre prisão preventiva.
Indenização: a deputada e o hacker também terão que pagar uma indenização de R$ 2 milhões por danos morais e coletivos.

Votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

Crimes
A Primeira Turma entende que Carla Zambelli e Walter Delgatti cometeram os crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou os dois de coordenarem ataques aos sistemas do CNJ com o objetivo de desacreditar a Justiça e incitar atos antidemocráticos.

De acordo com a denúncia, Zambelli orientou Delgatti a invadir o sistema para inserir documentos falsos, incluindo um mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.

Segundo a PGR, a intenção era “colocar em dúvida a legitimidade da Justiça” e fomentar manifestações contra as instituições republicanas.

“A atuação vil de uma deputada, que exerce mandato em representação do povo brasileiro, e de um indivíduo com conhecimentos técnicos específicos causou relevantes e duradouros danos à credibilidade das instituições, violando os princípios constitucionais consagrados no Brasil”, afirmou Moraes, no voto.

Motivação da pena
Para justificar a pena contra Zambelli, Moraes destacou que a deputada atuou como “instigadora” e “mandante” dos crimes cometidos por Delgatti.

O ministro classificou as ações como uma “afronta direta à dignidade da Justiça”, que compromete “gravemente” a confiança da sociedade no sistema judiciário.

A PGR também enfatizou que os atos de Zambelli e Delgatti ultrapassaram o âmbito pessoal e atentaram contra a segurança e a integridade do Poder Judiciário.

“Os ataques coordenados pela parlamentar e efetivados pelo hacker possuem gravidade acentuada e tinham o propósito espúrio de desestabilizar as instituições republicanas”, destacou o órgão.

Impacto político
Caso a condenação de Zambelli seja confirmada após os recursos, a Câmara dos Deputados deverá declarar a perda de seu mandato. A decisão também torna a deputada inelegível, conforme as normas da Lei da Ficha Limpa.

Fonte: G1 

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