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Categoria:

Brasil

Influencer

Antes de ser ‘despejada’ por MC Poze, Vivi Noronha alugou mansão de R$ 28 milhões em Angra dos Reis

por Redação 25 de novembro de 2025

Pouco antes de deixar a casa onde vivia com MC Poze do Rodo e os três filhos, a influenciadora Viviane Noronha passou alguns dias em uma mansão de luxo em Angra dos Reis. O imóvel, conhecido como Mansão Vermelha, está localizado no condomínio Caieirinha, área que já abrigou propriedades de nomes como Ronaldo Fenômeno e Carlos Alberto Parreira. Avaliada em R$ 28 milhões, a casa pode ser alugada por diárias de R$ 12 mil.

Vivi e um grupo de amigos chegaram ao local de helicóptero e aproveitaram o feriado até receberem o ultimato de Poze para que ela deixasse a residência onde os dois viviam. O episódio adicionou um novo capítulo à separação conturbada do casal.

A mansão possui dez quartos — oito deles suítes — além de 12 banheiros, amplos ambientes de convivência, sala de jantar, sala de jogos, espaço gourmet e bar. Na área externa, conta com deck para embarcações, heliponto, sauna, piscina, hidromassagem, churrasqueira, varandões e uma praia particular. Há ainda academia, salão de jogos e gerador próprio, recurso comum em regiões que sofrem com interrupções frequentes de energia.

Em junho, Viviane foi alvo de uma operação da Polícia Civil que apura um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Comando Vermelho. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou movimentações que somavam cerca de R$ 1 milhão em suas contas pessoal e empresarial, supostamente relacionadas a laranjas usados por “Professor”, investigado como fornecedor de armas da facção e morto naquele mês. A influenciadora sempre negou envolvimento.

Separação em meio a polêmicas
No domingo (23), Viviane revelou que recebeu mensagem de Poze determinando que deixasse a casa onde a família morava. Ela divulgou imagens de seus pertences em sacos de lixo, afirmando que, apesar do episódio, está pronta para “começar de novo”. Em seguida, publicou foto na nova casa e agradeceu o apoio que vem recebendo.

MC Poze, por sua vez, compartilhou textos nas redes sociais negando conflitos e dizendo que não quer “ser problema para ninguém”, além de afirmar que comentários externos não influenciam sua postura.

No ano passado, Viviane adquiriu uma mansão avaliada em R$ 3,5 milhões na Zona Oeste do Rio, onde pretende reorganizar sua rotina após a separação.

Fonte: EXTRA

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Bolsonaro

‘Quentinhas da Dona Michelle’: ex-primeira-dama prepara refeições entregues a Bolsonaro na PF

por Redação 25 de novembro de 2025

Desde domingo, no segundo dia da prisão preventiva de Jair Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília, as refeições consumidas pelo ex-presidente têm sido preparadas pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Segundo pessoas próximas ao casal, as marmitas deixam a cozinha de Michelle ainda pela manhã, quentes e acondicionadas em potes plásticos transparentes.

O cardápio segue recomendações médicas e inclui pratos de baixa gordura, como arroz branco, frango grelhado em tiras, omelete cortada em cubos firmes e espigas de milho cozido. O tempero segue o padrão doméstico ao qual Bolsonaro está habituado há quase vinte anos.

A entrega é feita diariamente por Eduardo Torres, irmão de Michelle, responsável por atravessar o portão principal da PF e entregar o volume à equipe de custódia. A rotina deve continuar nos próximos dias, antes de cada refeição, como forma de manter a dieta especial indicada após as complicações gastrointestinais decorrentes da facada de 2018.

Dentro da Superintendência, Bolsonaro segue uma rotina restrita. A sala especial onde está custodiado conta com cama simples, banheiro privativo, frigobar, ar-condicionado e monitoramento permanente. Grande parte do tempo é passada diante da TV, pela qual acompanha a cobertura de sua própria prisão, análises, debates e repercussões políticas e jurídicas.

As visitas são limitadas e seguem protocolos rígidos, restritas a médicos, advogados e familiares previamente autorizados. Entre as atividades diárias, repetem-se refeições, banho de sol, descanso e longos períodos diante da televisão.

Com o fluxo de informações reduzido, a comunicação política passou a ser centralizada. Em reunião da bancada do PL na segunda-feira, definiu-se que o senador Flávio Bolsonaro atuará como porta-voz externo do pai enquanto durar a custódia. Ele deve visitar o ex-presidente na manhã desta terça-feira, em encontro autorizado de trinta minutos pelo ministro Alexandre de Moraes.

Fonte: OGLOBO

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Bolsonaro

Prazo termina, e Bolsonaro decide não apresentar segundos embargos; entenda os próximos passos

por Redação 25 de novembro de 2025

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu não apresentar os segundos embargos de declaração no processo em que foi condenado por tentativa de golpe de Estado. O prazo para esse tipo de recurso encerrou-se nesta segunda-feira (24).

Os embargos de declaração têm a função de esclarecer pontos considerados omissos, contraditórios ou obscuros na decisão, mas raramente modificam o resultado do julgamento ou reduzem penas. Em setembro, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, por liderar uma organização criminosa com o objetivo de impedir a posse do presidente Lula e comprometer o Estado Democrático de Direito.

Com o fim do prazo e sem manifestação da defesa do ex-presidente, o processo entra na etapa final da fase recursal. Para que a condenação passe a ser executada, o relator, ministro Alexandre de Moraes, precisa declarar o trânsito em julgado — isto é, atestar que não cabem mais recursos.

As defesas ainda podem, até o fim da semana, apresentar embargos infringentes, recurso com maior potencial de alterar a pena. Porém, há entendimento consolidado no STF de que esse instrumento só é cabível quando há ao menos dois votos pela absolvição, o que não ocorreu no julgamento. Diante disso, Moraes pode rejeitar eventuais tentativas e declarar o trânsito em julgado nos próximos dias. Na sequência, poderá determinar o início do cumprimento das penas, que prevê prisão em regime fechado.

Bolsonaro já está preso por outro caso
Detido desde sábado (22) na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, Bolsonaro cumpre prisão preventiva determinada por Moraes em outra investigação. A decisão se baseou em dois elementos apontados pela Polícia Federal: a violação da tornozeleira eletrônica usada no cumprimento de prisão domiciliar e indícios de risco de fuga, potencializado por uma convocação de vigília religiosa feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em frente à casa do ex-presidente.

A defesa nega qualquer tentativa de fuga e afirma que Bolsonaro enfrentava confusão mental e alucinações relacionadas à interação de medicamentos.

Próximos passos no STF
Com o encerramento do prazo dos embargos de declaração, Moraes pode:

Rejeitar os recursos apresentados por outros réus;

Classificar eventuais novos embargos como protelatórios;

Declarar o trânsito em julgado e, a partir disso, autorizar o início da execução das penas.

Condenados no mesmo processo
Além de Bolsonaro, foram condenados no processo que investigou a tentativa de golpe:

Almir Garnier, ex-comandante da Marinha

Augusto Heleno, ex-chefe do GSI

Anderson Torres, ex-ministro da Justiça

Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado federal

Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa

Walter Braga Netto, general e ex-ministro

Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e delator, que cumpre pena domiciliar

Todos, com exceção de Mauro Cid, aguardam o encerramento definitivo da fase recursal.

Prisão preventiva mantida
Nesta segunda (24), a Primeira Turma do STF manteve por unanimidade a prisão preventiva de Bolsonaro. Os ministros acompanharam o relator, Alexandre de Moraes, que destacou que o ex-presidente “violou dolosa e conscientemente” o monitoramento eletrônico, o que reforçou o risco de fuga e a possibilidade de articulações que pudessem atrapalhar a execução da decisão judicial.

Fonte: G1

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STF

Primeira Turma do STF decide, por unanimidade, manter prisão preventiva de Jair Bolsonaro

por Redação 24 de novembro de 2025

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, nesta segunda-feira (24), manter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes no sábado (22). Os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia acompanharam integralmente o voto do relator.

Bolsonaro permanece detido em uma sala da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. A análise ocorreu no plenário virtual do STF, onde os magistrados inserem seus votos eletronicamente, sem necessidade de sessão presencial.

A decisão de Moraes foi tomada após a violação da tornozeleira eletrônica usada pelo ex-presidente durante a prisão domiciliar. Segundo o ministro, Bolsonaro agiu de forma “dolosa e consciente” ao danificar o equipamento, conduta que, somada a outros episódios de descumprimento de medidas judiciais, justificaria a conversão para prisão preventiva.

Argumentos do relator e dos demais ministros

No voto, Moraes afirmou que Bolsonaro confessou durante a audiência de custódia ter inutilizado a tornozeleira, o que configuraria falta grave e desrespeito à Justiça. Afirmou ainda que o episódio demonstrou risco de fuga e tentativa de interferência no cumprimento da medida, especialmente após a convocação de apoiadores para uma vigília em frente à residência do ex-presidente.

Flávio Dino também citou a mobilização recorrente de grupos políticos em torno de Bolsonaro, destacando risco à ordem pública e possibilidade de episódios semelhantes aos atos de 8 de janeiro de 2023. Dino lembrou ainda que o próprio ex-presidente declarou publicamente que não se submeteria à prisão. Zanin e Cármen Lúcia acompanharam o relator sem apresentar votos complementares.

Por que Bolsonaro foi preso

A prisão preventiva ocorreu após a Polícia Federal relatar indícios de risco concreto de fuga e obstrução da fiscalização. Dois pontos foram considerados centrais:

A violação da tornozeleira eletrônica, que apresentava marcas de queimadura por uso de ferro de solda;

A convocação de apoiadores para uma vigília nas proximidades da residência onde Bolsonaro cumpria prisão domiciliar.

Em vídeo divulgado pela Secretaria de Administração Penitenciária do DF, Bolsonaro admitiu que tentou abrir o equipamento usando uma solda. Na audiência de custódia, afirmou que sofrera um “surto” em razão do uso de medicamentos como pregabalina e sertralina.

A defesa nega qualquer intenção de fuga, afirma que há laudos médicos comprovando estado de saúde delicado e pede que Bolsonaro cumpra prisão domiciliar humanitária.

O processo referente à trama golpista pela qual ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão está na fase final de recursos. Assim que essa etapa for concluída, a pena passará à fase de execução.

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PIX

Novas regras do PIX ampliam devolução de dinheiro a vítimas de fraude a partir deste domingo

por Redação 24 de novembro de 2025

Entram em vigor neste domingo (23) as novas regras do Banco Central (BC) para reforçar a segurança do PIX e ampliar as possibilidades de recuperação de valores desviados em fraudes, golpes e casos de coerção. As mudanças aprimoram o Mecanismo Especial de Devolução (MED), que passa a ter maior capacidade de rastreamento e identificação das contas envolvidas em transações suspeitas.

Segundo o BC, a expectativa é que o novo modelo aumente tanto o número de contas identificadas como participantes de golpes quanto o volume de recursos devolvidos às vítimas, reduzindo o incentivo para criminosos que utilizam o sistema para movimentar valores rapidamente. O órgão também acredita que o compartilhamento mais amplo de informações dificultará o uso de contas envolvidas em fraudes para novas operações criminosas.

Antes das alterações, os bancos só podiam efetuar a devolução do dinheiro da conta que recebeu a transferência fraudulenta. No entanto, golpistas costumam sacar ou transferir os valores de imediato, o que dificultava o rastreamento e reduzia as chances de ressarcimento.

Com as novas regras — opcionais até 2 de fevereiro, quando se tornam obrigatórias para todas as instituições participantes — o PIX passará a rastrear de forma mais detalhada o caminho percorrido pelo dinheiro. Dessa forma, será possível recuperar valores mesmo após eles terem deixado a conta original vinculada ao golpe. De acordo com o BC, a identificação das rotas financeiras será compartilhada entre os participantes da operação e permitirá devoluções em até 11 dias após a contestação.

Autoatendimento para contestação

Desde 1º de outubro, todas as instituições financeiras passaram a disponibilizar, dentro da própria área do PIX nos aplicativos, uma ferramenta de contestação automática, sem necessidade de contato direto com atendentes.

Esse canal serve como porta de entrada para solicitações de devolução nos casos de fraude. O BC afirma que o autoatendimento deve tornar o processo mais ágil e aumentar as chances de que ainda haja saldo na conta do golpista no momento da contestação.

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Bolsonaro

Aliados de Bolsonaro procuram ministros do STF para minimizar risco de fuga após violação de tornozeleira

por Redação 24 de novembro de 2025

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro buscaram ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na manhã de sábado para tentar conter a repercussão da violação da tornozeleira eletrônica e amenizar os efeitos do episódio sobre a decisão de Alexandre de Moraes, que determinou sua prisão preventiva. Segundo interlocutores, o objetivo das conversas era negar qualquer risco de fuga e pedir que o tribunal considerasse reverter a ordem.

De acordo com esses aliados, o comportamento de Bolsonaro teria sido resultado de um “surto” provocado pelo uso intenso de medicamentos para dor e ansiedade. Eles relataram ainda que o ex-presidente estaria isolado e sem acompanhamento adequado em casa.

Os ministros procurados demonstraram surpresa com o caso — um deles classificou a situação como “bizarra” —, mas não indicaram se tomariam alguma iniciativa em favor do ex-presidente.

Antes da violação da tornozeleira, a expectativa no entorno de Bolsonaro era de que Moraes avaliasse entre os dias 25 e 27 o início do cumprimento da pena de 27 anos e três meses, imposta por sua participação na articulação de uma tentativa de golpe de Estado. Contudo, a confissão de Bolsonaro aos policiais penais, admitindo ter manipulado o dispositivo durante a madrugada, levou Moraes a enxergar risco de fuga e antecipar a prisão preventiva, cumprida na sede da Polícia Federal em Brasília.

Inicialmente, Bolsonaro afirmou que havia danificado o equipamento ao bater em uma escada de sua casa no Jardim Botânico, em Brasília. Depois, admitiu ter utilizado um ferro de solda para tentar abrir a tornozeleira. O relatório da Superintendência de Administração Penitenciária do Distrito Federal confirmou marcas de queimadura e avarias no dispositivo, contradizendo a primeira versão apresentada pelo ex-presidente.

À medida que o relato de Bolsonaro mudou, interlocutores avaliaram que a situação se agravou e tornou mais difícil justificar a manutenção da prisão domiciliar, mesmo com os laudos médicos apresentados pela defesa para tentar afastar a possibilidade de transferência ao sistema prisional.

Antes da decisão de Moraes, autoridades do Distrito Federal analisavam a possibilidade de que Bolsonaro fosse levado ao 19º Batalhão da Polícia Militar — conhecido como “Papudinha” —, localizado dentro do complexo penitenciário. O local foi um dos três visitados recentemente pela chefe de gabinete do ministro para avaliar instalações consideradas adequadas ao ex-presidente.

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Luto

Morre Jimmy Cliff, lenda do reggae, aos 81 anos

por Redação 24 de novembro de 2025

Jimmy Cliff, cantor e compositor jamaicano considerado um dos pilares do reggae e do ska, morreu aos 81 anos. A confirmação foi feita por meio de uma publicação no perfil oficial do artista no Instagram, assinada por sua esposa, Latifa. Segundo o comunicado, Cliff sofreu uma convulsão decorrente de um quadro de pneumonia.

Reconhecido mundialmente por sucessos como “The Harder They Come”, “You Can Get It If You Really Want” e “Many Rivers to Cross”, Cliff iniciou a carreira ainda na adolescência, em Saint James, na Jamaica. Aos 14 anos, mudou-se para Kingston para se dedicar à música e, aos 20, assinou com a Island Records, gravadora responsável por impulsionar sua projeção internacional. Seu primeiro álbum, “Hard Road to Travel”, foi lançado em 1967.

Considerado uma das vozes mais versáteis do reggae, ele transitou entre ritmos, gravou com artistas de diferentes gerações e atuou em produções cinematográficas, como “The Harder They Come” (1972), filme cuja trilha sonora ajudou a levar o reggae ao público global.

Seu último trabalho, o single “Human Touch”, lançado recentemente, retomava sonoridades do reggae dos anos 1960 e refletia sobre isolamento e vulnerabilidade em tempos de pandemia.

Forte ligação com o Brasil

Jimmy Cliff teve uma relação marcante com o Brasil desde sua primeira vinda ao país, em 1968, para o Festival Internacional da Canção. Aqui compôs “Wonderful World, Beautiful People”, uma das primeiras músicas de reggae a ganhar repercussão fora da Jamaica. Voltaria diversas vezes ao país para turnês, colaborações e gravações — entre elas, o clipe de “We All Are One” (1984), gravado nas praias do Rio.

Esteve ao lado de artistas brasileiros como Gilberto Gil, participou do Acústico MTV dos Titãs e lançou discos gravados em Salvador, envolvendo grupos como Olodum e Araketu. Sua filha, a atriz Nabiyah Be, nasceu na capital baiana em 1992.

Carreira internacional e legado

Radicado por anos em Londres, Cliff enfrentou racismo, mas encontrou espaço no cenário internacional com músicas como “Wonderful World, Beautiful People” e “Vietnam”. Também alcançou novamente as paradas britânicas com uma versão de “Wild World”, de Cat Stevens.

Ao longo dos anos 1970, alternou gravações, shows e um período de afastamento em que viajou pela África e se converteu ao Islã — experiência que inspirou o álbum “Give Thankx”.

Entre seus sucessos posteriores estão “Reggae Night” (1983) e “I Can See Clearly Now” (1993), esta última impulsionada pelo filme “Jamaica Abaixo de Zero”. Jimmy Cliff venceu dois Grammys e foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em 2010.

O primeiro-ministro da Jamaica, Andrew Holness, prestou homenagem afirmando que Cliff foi “um verdadeiro gigante cultural” e que sua música “inspirou gerações e ajudou a moldar o respeito global pela cultura jamaicana”.

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Segurança

Operação Barricada Zero remove 200 toneladas de obstáculos em comunidades do Rio e mais quatro municípios

por Redação 24 de novembro de 2025

As forças de segurança do Rio de Janeiro iniciaram nesta segunda-feira (24) as primeiras ações da Operação Barricada Zero, programa estadual para retirar obstáculos instalados por criminosos em vias de circulação. A ofensiva ocorreu simultaneamente em comunidades de cinco municípios: Mangueirinha (Duque de Caxias), Grão-Pará (Nova Iguaçu), São Simão e Dom Bosco (Queimados), Cidade de Deus (Rio de Janeiro) e Jardim Catarina (São Gonçalo).

Segundo o Palácio Guanabara, cerca de 200 toneladas de materiais foram removidas. Na Cidade de Deus, quatro pessoas foram presas, e outra detenção ocorreu em Queimados.

O governador Cláudio Castro (PL) afirmou que a operação envia um “recado claro” de que o estado não vai mais tolerar a instalação de barricadas. O governador também reforçou que ações especiais serão realizadas caso criminosos tentem reinstalar obstáculos. Ele classificou a iniciativa como um “duro golpe na criminalidade” e destacou que moradores voltaram a demonstrar esperança ao verem as vias sendo liberadas.

O programa, anunciado há uma semana, contará com a parceria das prefeituras, que ficarão responsáveis pelo monitoramento dos bloqueios. O Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ) identificou 13.604 barreiras no Grande Rio, e a primeira etapa da operação inclui 12 cidades: Belford Roxo, Duque de Caxias, Itaboraí, Japeri, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu, Queimados, Rio de Janeiro, São Gonçalo e São João de Meriti.

Castro informou que será criado um sistema de gratificação para batalhões que retirarem e evitarem a reinstalação das barricadas. Para as remoções, o estado adquiriu 50 “kits-demolição”, equipados com rompedores hidráulicos, retroescavadeiras e caminhões-basculantes.

O monitoramento das barreiras é feito pelo Sistema de Identificação Georreferenciada do ISP, abastecido por denúncias, imagens aéreas, ocorrências policiais e relatos de agentes. Os obstáculos variam de lixeiras e entulhos até estruturas complexas construídas por criminosos.

O Disque Denúncia dedicará um canal exclusivo para informações sobre ruas bloqueadas. Denúncias podem ser feitas pelos números (21) 2253-1177 e 0300-253-1177, via WhatsApp (21) 2253-1177 ou pelo aplicativo Disque Denúncia RJ, com anonimato garantido.

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Brasil

Mulher assassinada em trilha de Florianópolis: o que se sabe e o que falta saber

por Redação 24 de novembro de 2025

A morte de Catarina Kasten, 31 anos, estudante de pós-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), provocou forte comoção e repercussão nacional. Ela foi encontrada morta na trilha da Praia do Matadeiro, em Florianópolis, na manhã de sexta-feira (21), após ser violentada sexualmente e assassinada. O suspeito, Giovane Correa Mayer, de 21 anos, confessou o crime e está preso preventivamente pelos crimes de estupro e feminicídio.

Catarina saiu de casa por volta das 6h50 para ir a uma aula de natação. O companheiro estranhou sua ausência e, por volta das 12h, recebeu informações de que objetos da estudante haviam sido encontrados na trilha. Após confirmar com uma professora que ela não compareceu à aula, acionou a Polícia Militar.

Durante as buscas, dois homens informaram à PM que haviam encontrado um corpo. A Polícia Civil, a Polícia Científica e o SAMU foram chamados. O suspeito afirmou ter asfixiado a vítima com um cadarço e cometido violência sexual. Seu material genético foi coletado para análise.

A identificação do autor ocorreu com ajuda de imagens de câmeras de segurança e de fotos tiradas por turistas que acharam seu comportamento suspeito. Após a confirmação, a polícia o encontrou em sua casa, onde confessou o crime e indicou o local onde havia escondido o corpo. Roupas usadas no dia do crime e objetos da vítima foram apreendidos.

Além do feminicídio, Giovane passou a ser investigado por outro caso em Florianópolis: o estupro de uma idosa de 69 anos, ocorrido em 2022. Na época, ele havia sido ouvido como testemunha, já que trabalhava como ajudante de jardinagem na residência da vítima. Agora, a Polícia Civil reabrirá o caso para cruzar indícios com o crime atual.

Catarina era aluna do Programa de Pós-Graduação em Inglês da UFSC, formada em Letras Inglês em 2022 e ex-integrante do Centro Acadêmico do curso de Engenharia de Produção. Amigos afirmam que ela planejava iniciar o doutorado.

No sábado (22), amigas, colegas e moradoras realizaram uma caminhada pela trilha em homenagem à estudante, pedindo mais segurança e destacando que o caso representa mais um episódio de violência de gênero.

A UFSC e o Centro de Comunicação e Expressão divulgaram notas lamentando a morte, repudiando o feminicídio e expressando solidariedade à família e à comunidade acadêmica. A Defensoria Pública, responsável pela defesa do investigado, afirmou que presta atendimento jurídico obrigatório a pessoas vulneráveis e a todos que não possuem advogado.

O Ministério Público de Santa Catarina ainda não informou se recebeu o inquérito policial nem se apresentou denúncia.

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Brasil

Lula diz que Brasil não será exportador de minerais críticos: ‘Quem quiser vai ter que industrializar no nosso país’

por Redação 24 de novembro de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (24) que o Brasil não pretende atuar apenas como exportador de minerais críticos e que países interessados nesses recursos deverão investir em industrialização dentro do território nacional. A declaração foi feita durante um fórum com empresários brasileiros e moçambicanos em Maputo, capital de Moçambique.

Minerais críticos são considerados estratégicos para setores como baterias, turbinas eólicas, painéis solares e eletrônicos — áreas que despertam grande interesse de potências como os Estados Unidos. Segundo Lula, é “urgente” que nações detentoras desses recursos definam modelos de exploração que garantam retorno social e econômico.

“Não vamos ser exportadores de minerais críticos. Se quiser, vai ter que industrializar no nosso país para que o nosso país possa ganhar esse dinheiro”, afirmou o presidente. Ele acrescentou que, sem políticas adequadas, o Brasil corre o risco de ver países estrangeiros extraírem suas riquezas sem que isso se reverta em benefícios para a população.

A fala retoma posicionamento mencionado por Lula durante a cúpula do G20, realizada na África do Sul, na qual destacou a relevância dos minerais críticos para a transição energética e para tecnologias de ponta. Segundo dados do governo brasileiro, o setor de energia respondeu por 85% do aumento da demanda total por esses minerais em 2024.

Lula também afirmou que soberania não se mede pela quantidade de depósitos naturais, mas pela capacidade de transformar recursos em benefícios reais por meio de políticas públicas. Ele defendeu ainda que a atração de investimentos depende de estabilidade política, econômica, fiscal e social — além de previsibilidade.

Durante a visita oficial a Moçambique, o presidente recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade Pedagógica de Maputo. Ele chegou ao país após participar, na África do Sul, da cúpula do G20.

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