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Brasil

Brasil

Saiba como funciona o teste de aptidão física que antecedeu a morte de PRF em Sergipe

por Redação 14 de novembro de 2025

A Polícia Militar de Sergipe detalhou o funcionamento do Teste de Aptidão Física (TAF) realizado pelo policial rodoviário federal Thiago Demétrius da Silva Ribeiro, de 42 anos, que morreu após passar mal durante uma das etapas do processo seletivo para o curso do Batalhão de Caatinga da PM.

De acordo com a corporação, o TAF é dividido em três dias, cada um com provas específicas. Na primeira fase, aplicada na última segunda-feira, os candidatos enfrentam um percurso com transporte de carga, simulando o resgate de uma vítima ou policial ferido. Em seguida, realizam uma corrida de 8 km — etapa em que Thiago começou a apresentar sinais de mal-estar.

“A equipe do TAF percebeu que ele demonstrava sinais de fraqueza e logo ele foi retirado da prova, submetido a exames médicos preliminares e encaminhado ao hospital. Reforço que o teste foi realizado dentro do horário previsto pela legislação estadual e com toda a estrutura necessária, como pontos de hidratação e equipes médicas”, afirmou o tenente-coronel da PM Alisson Cruz.

O policial era considerado experiente. Segundo a PM, Thiago ingressou na corporação em 2005, permanecendo até 2014, quando foi aprovado no concurso da PRF. Ele buscava constante capacitação e atuava com dedicação, segundo o tenente-coronel.

Etapas do TAF do Batalhão de Caatinga

1ª fase – Eliminatória:

Transporte de carga de aproximadamente 70 kg por 100 metros, em até 1m15s.

Corrida de 8 km em até 55 minutos.

Vestimenta: calça, camiseta interna e coturno.

2ª fase – Eliminatória:

Prova de natação de 100 metros, com tempo máximo de 4m45s.

Flutuação vertical por 25 a 30 minutos.

Vestimenta: calça, gandola de mangas longas, camiseta interna e coturno.

3ª fase – Classificatória:

Abdominal (remador), tração ou isometria na barra fixa e corrida de 12 minutos.

Vestimenta: short, camiseta e tênis.

Carreira

Thiago Demétrius, natural de Aracaju, ingressou na PRF em 2014, inicialmente em Rondônia. Atuou no Grupo de Resposta Rápida (GRR) e no Núcleo de Operações Especiais (NOE-SE). Atualmente, estava lotado na Delegacia de São Cristóvão (SE).

O policial foi sepultado nesta quinta-feira (13) no Cemitério Colina da Saudade, em Aracaju. Ele deixa esposa.

Fonte: G1

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INSS

Propina paga pela Conafer teria rendido R$ 4 milhões ao ex-presidente do INSS, aponta PF

por Redação 14 de novembro de 2025

A Polícia Federal afirma que o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto recebeu ao menos R$ 4 milhões em propina da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer) durante o período investigado pela Operação Sem Desconto. Stefanutto foi preso na última quinta-feira (13).

Segundo a PF, o ex-presidente do INSS recebia repasses mensais de R$ 250 mil — valores que eram ocultados por meio de empresas de fachada e de um escritório de advocacia ligado aos investigados. A investigação aponta que os pagamentos começaram ainda em maio de 2023, um mês antes de sua nomeação para a presidência do instituto pelo então ministro Carlos Lupi, e se estenderam até setembro de 2024.

A decisão do ministro do STF André Mendonça, que autorizou a operação, não esclarece por que os repasses não continuaram até abril de 2025, quando ocorreu a primeira fase da operação que revelou o esquema de descontos fraudulentos nas aposentadorias. Na época, Lupi se recusou a exonerar Stefanutto e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu pela demissão.

Somados, os valores pagos entre maio de 2023 e setembro de 2024, além de um repasse isolado de R$ 250 mil feito em 2022 — quando Stefanutto era procurador-geral federal na AGU — chegam a aproximadamente R$ 4 milhões. De acordo com fontes da investigação, antes de assumir a presidência, ele já recebia entre R$ 50 mil e R$ 100 mil mensais. Com a promoção, a quantia teria sido reajustada para R$ 250 mil por mês.

A PF aponta que o ex-presidente exercia “papel de facilitador institucional” do grupo criminoso ao atuar para garantir a continuidade administrativa e jurídica do convênio irregular entre o INSS e a Conafer. A suposta participação de Stefanutto integraria o núcleo político-institucional do esquema, responsável por assegurar o funcionamento e a proteção das fraudes dentro do órgão.

Em nota enviada à imprensa, a defesa de Stefanutto afirmou que ele “irá comprovar a inocência”, classificando a prisão como “completamente ilegal”. Os advogados argumentam que o ex-presidente do INSS colaborou com as investigações e não tentou obstruir o trabalho da Polícia Federal.

Fonte: OGLOBO

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Fraudes no INSS

PF detalha três núcleos em esquema que desviou R$ 640 milhões de aposentados via Conafer

por Redação 14 de novembro de 2025

A Polícia Federal identificou três núcleos estruturados — de comando, financeiro e político-institucional — na suposta organização criminosa responsável por desvios de R$ 640 milhões de aposentados e pensionistas do INSS por meio da Conafer (Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais). A entidade é uma das investigadas no esquema de cobranças indevidas em folhas de pagamento, que, somado a outras associações, pode ter alcançado R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.

A apuração integra a quarta fase da Operação Sem Desconto, deflagrada nesta quinta-feira (13) com autorização do ministro do STF André Mendonça. Segundo a PF, mais de 600 mil beneficiários foram atingidos pelas fraudes, sustentadas por convênios irregulares que permitiam descontos automáticos nos benefícios do INSS.

Núcleo de comando
No topo da estrutura, segundo a investigação, estava Carlos Lopes, presidente da Conafer, apontado como “líder e mentor intelectual” do esquema. Ele orientaria funcionários a coletar assinaturas de idosos para uso em fichas falsas de filiação, simulando autorização para descontos. Foragido até a noite de quinta-feira, Carlos teria autoridade sobre todos os núcleos e participação no controle do fluxo de recursos ilícitos.

Seu irmão, Tiago Abraão Ferreira Lopes — vice-presidente e Diretor-Secretário-Geral de Finanças e Administração da Conafer — foi preso. Ele teria acesso indevido ao sistema da Dataprev/INSS, por onde enviava listas fraudulentas de beneficiários para aplicar descontos sem autorização dos segurados. Entre 2019 e 2024, recebeu R$ 5,5 milhões da entidade, além de outros repasses ligados ao esquema.

Núcleo financeiro
A PF atribui a Cícero Marcelino de Souza Santos a função de operador financeiro. Ele teria criado empresas de fachada para movimentar valores desviados e repassá-los aos beneficiários do esquema. Mensagens apreendidas mostram diálogos com Carlos Lopes sobre pagamentos ilícitos. Em planilhas, os destinatários das propinas eram chamados de “heróis” e “amigos”.

Outro investigado é Vinícius Ramos da Cruz, presidente do Instituto Terra e Trabalho (ITT), entidade parceira da Conafer. Ele seria responsável pela execução técnica das transações ilegais, controlando fluxos de dinheiro e distribuindo recursos a beneficiários, entre eles o deputado federal Euclydes Petersen (Republicanos-MG).

Núcleo político-institucional
A PF afirma que o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, atuou como facilitador institucional para garantir a manutenção dos convênios irregulares que permitiam os descontos diretos nos benefícios. Ele teria recebido até R$ 250 mil mensais disfarçados como honorários de consultoria, por meio de empresas relacionadas ao operador Cícero Santos.

Outro nome destacado é o de Virgílio Antônio de Oliveira Filho, ex-procurador-chefe do INSS, que emitia pareceres favoráveis aos repasses. Quebras de sigilo bancário apontam recebimento de R$ 6,57 milhões em propinas, segundo o STF.

O deputado Euclydes Petersen também é citado como beneficiário do esquema. Ele teria recebido R$ 14,7 milhões para oferecer proteção política e evitar fiscalizações que poderiam interromper o convênio da Conafer com o INSS. A PF solicitou medidas cautelares contra o parlamentar, mas o STF autorizou apenas busca e apreensão.

A investigação ainda aponta que o esquema seguia ativo no governo Jair Bolsonaro. José Carlos Oliveira — ex-diretor de Benefícios do INSS e ex-ministro do Trabalho e Previdência — teria sido favorecido com repasses, identificado nas planilhas como “São Paulo” e “Yasser”.

A PF afirma que o conjunto de evidências mostra a atuação coordenada dos três núcleos para manter o esquema em funcionamento por anos, apesar de reclamações, processos judiciais e alertas sobre irregularidades.

Fonte: G1

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Brasil

Taxa inédita de abstinência: 64% dos brasileiros dizem não consumir álcool em 2025, mostra pesquisa

por Redação 13 de novembro de 2025

Uma pesquisa realizada pelo Ipsos-Ipec, a pedido do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), revelou um crescimento inédito da abstinência ao consumo de álcool no Brasil.
Segundo o levantamento, 64% dos brasileiros afirmaram não beber em 2025, contra 55% em 2023.

O estudo integra a 7ª edição da publicação “Álcool e a Saúde dos Brasileiros: Panorama 2025” e mostra que a tendência de redução do consumo é mais acentuada entre jovens, pessoas com ensino superior e moradores de regiões metropolitanas.

Jovens bebem menos

Entre os jovens de 18 a 24 anos, a proporção de abstêmios saltou de 46% para 64%.
Já entre os 25 a 34 anos, passou de 47% para 61%.
A pesquisa também destaca crescimento entre pessoas com ensino superior (de 49% para 62%), residentes no Sudeste (de 51% para 62%) e das classes A/B (de 44% para 55%).

O consumo eventual também caiu: houve redução de seis pontos percentuais no número de brasileiros que bebem uma vez por semana ou a cada quinze dias.
Entre os que ainda consomem álcool, 39% limitam-se a uma ou duas doses por ocasião.

Como foi feita a pesquisa

O levantamento foi feito com 1.981 entrevistas domiciliares em todo o país, incluindo homens e mulheres a partir de 18 anos, de todas as classes sociais.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança.

Abuso ainda preocupa

Apesar do avanço da abstinência, o consumo abusivo segue sendo um desafio.
Entre os que bebem de forma excessiva, 82% acreditam que o fazem moderadamente, e apenas 9% admitem que exageram.

O psiquiatra Arthur Guerra, presidente do CISA, alerta para a percepção distorcida do consumo:

“Beber muito e não sentir os efeitos do álcool não é sinal de resistência, mas de alerta. Aumentar a quantidade para obter o mesmo efeito é um indicativo de risco”, afirmou.

Perfil de maior risco

O consumo pesado — definido como sete doses ou mais por ocasião — é mais frequente entre:

Homens (26%)

Pessoas entre 25 e 44 anos (54%)

Com ensino médio (25%)

Moradores do Norte e Centro-Oeste (31%)

Mortes e internações ligadas ao álcool

A publicação também atualiza os dados sobre mortalidade e internações provocadas pelo consumo nocivo de álcool:

73.019 mortes em 2023, aumento de 10,2% desde 2010.

418.467 internações em 2024, alta de 24,2% no mesmo período.
As maiores taxas de mortalidade foram registradas no Espírito Santo, Paraná, Piauí e Tocantins.

A socióloga Mariana Thibes, coordenadora do CISA, ressalta que os jovens brasileiros estão bebendo menos, seguindo uma tendência internacional:

“O consumo abusivo entre 18 e 24 anos caiu de 20% para 13% em dois anos, e a maioria desses jovens consome apenas uma ou duas doses por ocasião”, disse.

Fonte: G1

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Golpe

Casal é preso por aplicar golpe “Boa noite, Cinderela” em turistas na Zona Sul do Rio

por Redação 13 de novembro de 2025

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (13), Matheus Cantalice Ribeiro Pereira, de 22 anos, e Maria Luiza Machado Velho da Silva, de 21, suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em aplicar o golpe “Boa noite, Cinderela” contra turistas — principalmente estrangeiros — na Zona Sul do Rio de Janeiro.

A dupla foi capturada em um apartamento em Araruama, na Região dos Lagos, durante uma ação conjunta da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), da 13ª DP (Ipanema) e da 22ª DP (Penha).
Eles tinham mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça do Rio por roubo qualificado.

O golpe

De acordo com a investigação, Matheus, que atuava como garoto de programa, atraía as vítimas por meio de aplicativos de relacionamento. Durante os encontros, oferecia bebidas adulteradas com substâncias entorpecentes, que deixavam as vítimas inconscientes.

Após o golpe, Maria Luiza seria responsável por gastar o dinheiro e ostentar o luxo, com viagens, bebidas e hospedagens caras.

Casos registrados

Um dos crimes ocorreu em 10 de agosto de 2025, em Copacabana, quando um turista de Recife perdeu os sentidos após beber com o suspeito. Ao acordar, percebeu que haviam sido feitas transações bancárias de mais de R$ 60 mil, além do furto do celular.
Logo após o crime, o casal viajou para Angra dos Reis, na Costa Verde, onde se hospedou em um hotel e gastou o dinheiro da vítima em festas e bebidas.

Outro caso, em junho de 2025, teve como vítima um turista italiano. Ele conheceu Matheus pelo aplicativo Grindr e, durante o encontro, Maria Luiza se juntou ao grupo.
Após beber duas caipirinhas, o estrangeiro desmaiou e teve 19 mil euros (cerca de R$ 117 mil) e pertences pessoais levados.

Histórico criminal e desdobramentos

Segundo a delegada Patrícia Alemany, titular da Deat, Maria Luiza tem quatro anotações criminais, incluindo investigações por roubo, furto e associação criminosa, com o mesmo modus operandi. Matheus também possui quatro registros semelhantes.

Os dois serão transferidos para a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte, onde passarão por audiência de custódia.

Fonte: G1

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Brasil

Justiça proíbe posto de combustíveis no Recife de obrigar frentistas a trabalhar de legging e cropped: “Potencial assédio”, diz juíza

por Redação 13 de novembro de 2025

A Justiça do Trabalho determinou que o Posto Power, localizado no bairro de Afogados, Zona Oeste do Recife, pare imediatamente de exigir que frentistas mulheres trabalhem usando calça legging e camiseta cropped como uniforme.

A decisão liminar, assinada pela juíza Ana Isabel Koury, da 10ª Vara do Trabalho do Recife, foi publicada na sexta-feira (7) e divulgada nesta quarta (12) pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6).
A magistrada destacou que o uniforme imposto pela empresa expõe as funcionárias a “constrangimento, vulnerabilidade e potencial assédio”.

Denúncia e ação judicial

A ação foi movida pelo Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis de Pernambuco (Sinpospetro-PE), após uma funcionária denunciar não apenas a falta de recolhimento do FGTS, mas também o adoecimento mental causado pela obrigatoriedade de usar roupas consideradas justas e inadequadas para o trabalho.

Segundo o advogado do sindicato, Sérgio da Silva Pessoa, a imposição começou após uma mudança de gestão na rede de postos e descumpre a Convenção Coletiva de Trabalho, que garante o fornecimento de vestimentas adequadas ao ambiente laboral.

Ele também ressaltou que as roupas violam normas de segurança do Ministério do Trabalho, que exigem materiais resistentes a fogo e antichamas — o que não é o caso de peças de elastano, como leggings.

Uniformes inadequados e risco de assédio

Em seu despacho, a juíza afirmou que as fotos anexadas ao processo mostram vestimentas “justas e curtas”, o que expõe desnecessariamente o corpo das trabalhadoras e desvirtua a função protetiva do uniforme.
A empresa, identificada oficialmente como FFP Comércio de Combustíveis Ltda., foi obrigada a fornecer, em até cinco dias, novos uniformes — como calças de corte reto e camisas de comprimento padrão.

Em caso de descumprimento, a decisão prevê multa diária de R$ 500 por funcionária.

Reação da empresa

Em nota, o Posto Power afirmou que a decisão “não reflete a realidade dos fatos” e que irá recorrer. A empresa alega que as imagens apresentadas pelo sindicato não correspondem a funcionárias do posto e que as mulheres fotografadas não utilizavam o uniforme oficial.

Apesar da liminar, o sindicato afirma que as frentistas continuam trabalhando de legging e cropped.
O advogado informou ainda que foi iniciado um processo de rescisão indireta do contrato de trabalho da funcionária que denunciou o caso, devido à falta de recolhimento do FGTS e às condições consideradas constrangedoras.

Fonte: G1

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Brasil

Justiça do Rio concede liberdade provisória a três dos 99 presos em megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão

por Redação 13 de novembro de 2025

A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liberdade provisória a pelo menos três das 99 pessoas presas durante a megaoperação das polícias Civil e Militar nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da capital.

O levantamento foi feito pela rádio CBN, que analisou dezenas de decisões emitidas em audiências de custódia realizadas nos dias seguintes à operação.

Dos 99 detidos, 17 tinham mandados de prisão em aberto, cumpridos durante a ação, e 82 foram presos em flagrante. A CBN teve acesso aos processos de 51 custodiados e às decisões judiciais correspondentes.

Divergência entre dados do TJ-RJ e do governo

Um documento enviado pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) ao Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou os números das audiências e listou os presos que tiveram a detenção convertida em preventiva.
No entanto, o levantamento do TJ diverge dos dados divulgados pelo governo do estado, já que alguns nomes apontados como presos na megaoperação não aparecem nos registros enviados ao STF.

Três libertados e casos analisados

Em três processos, os juízes entenderam que medidas cautelares alternativas — como comparecimento periódico à Justiça — eram suficientes.
Foram beneficiados Rômulo Rodrigues da Silva, acusado de furto; Gabriela Cristina Elias de Jesus e Gustavo Costa dos Santos Vieira de Mello, acusados de associação ao tráfico.

O caso de Gabriela Elias ganhou destaque nesta semana. Ela filmou policiais que entraram em sua casa para se proteger durante um tiroteio.
Segundo a defesa, a transmissão ao vivo foi feita para garantir a segurança da família e evitar abusos policiais. Os agentes, no entanto, alegaram que a filmagem expôs a localização da equipe e colocou os policiais em risco.
O juiz responsável concluiu que não havia elementos suficientes para manter a prisão preventiva.

Prisões preventivas mantidas em casos mais graves

Nos casos em que houve apreensão de armas de grosso calibre ou confronto direto com policiais, a Justiça manteve a prisão preventiva dos acusados, com possibilidade de pena de até 20 anos.

Parte dos processos já recebeu denúncia do Ministério Público, enquanto outros aguardam manifestação da Promotoria.
A maioria dos réus é assistida pela Defensoria Pública, mas alguns contrataram advogados particulares.

Fonte: CBN

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INSS

PF investiga fraude de R$ 7 milhões no FGTS que atingiu Paolo Guerrero, Gabriel Jesus, Ramires, Felipão e outros ex-jogadores

por Redação 13 de novembro de 2025

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (13), no Rio de Janeiro, a 3ª fase da Operação Fake Agents, que investiga um esquema de saques fraudulentos de valores do FGTS em nome de jogadores, ex-atletas e treinadores de futebol.
O prejuízo estimado chega a R$ 7 milhões.

Entre as vítimas identificadas estão Paolo Guerrero, Gabriel Jesus, Ramires, João Rojas, Titi, Raniel, Christian Cueva, Donatti, Tarouco, Obina e Paulo Roberto Falcão.
A PF também apura indícios de irregularidades envolvendo o ex-técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari (Felipão).

Como funcionava o esquema

De acordo com as investigações, a organização criminosa era chefiada pela advogada Joana Costa Prado Oliveira, que utilizava contatos em agências da Caixa Econômica Federal para liberar valores indevidos.
Ela teve a carteira da OAB suspensa em setembro, após decisão do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-RJ. Segundo a entidade, já havia um processo ético-disciplinar em andamento.

O golpe começou a ser investigado depois que um banco privado denunciou uma conta aberta com documentos falsos em nome de Paolo Guerrero, que teve R$ 2,2 milhões desviados do seu FGTS.
A partir daí, a PF descobriu que o esquema era mais amplo e contava com a participação de funcionários da Caixa, responsáveis por facilitar os saques irregulares.

Operação e desdobramentos

Nesta fase da operação, os agentes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão — três em residências de empregados da Caixa, nos bairros da Tijuca, Ramos e Deodoro, e um em uma agência no Centro do Rio.
Foram apreendidos celulares, computadores e documentos.

As apurações indicam que a quadrilha atuava desde 2014, com o envolvimento de empresários, bancários, advogados e ex-jogadores.
O grupo se aproveitava de atletas recém-desligados de clubes, falsificava assinaturas e documentos para acessar o FGTS junto à Caixa, e abria contas falsas em nome das vítimas para realizar as transferências.

Os suspeitos podem responder por falsificação de documento público, estelionato, associação criminosa e outros crimes.

Fonte: OGLOBO

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Fraudes no INSS

Ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto é preso em operação da PF que investiga esquema bilionário de fraudes em aposentadorias

por Redação 13 de novembro de 2025

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (13) o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, durante a quarta fase da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos ilegais em aposentadorias e pensões.

Segundo a PF, o grupo investigado teria movimentado cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, desviando valores de beneficiários do INSS sem autorização. Até o momento, nove pessoas foram presas, incluindo ex-dirigentes do instituto e empresários ligados a associações de aposentados.

Presos e investigados

Entre os presos estão:

Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS;

Antônio Carlos Antunes Camilo, o “Careca do INSS”;

André Paulo Félix Fidélis, ex-diretor de Benefícios;

Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS;

Thaisa Hoffmann, empresária e esposa de Virgílio;

Vinícius Ramos da Cruz, presidente do Instituto Terra e Trabalho (ITT);

Tiago Abraão Ferreira Lopes, diretor da Conafer;

Cícero Marcelino de Souza Santos e Samuel Chrisostomo do Bonfim Júnior, ambos ligados à Conafer.

A operação também cumpriu 63 mandados de busca e apreensão e outras medidas cautelares no Distrito Federal e em 14 estados.

O ex-ministro da Previdência Ahmed Mohamad (José Carlos) Oliveira foi alvo de busca e passará a usar tornozeleira eletrônica. Já o deputado federal Euclydes Pettersen (Republicanos-MG) e o deputado estadual Edson Araújo (PSB-MA) foram alvos de busca, mas não de prisão.

Esquema e devolução dos valores

As investigações apontam que as associações envolvidas realizavam descontos mensais não autorizados nos benefícios de aposentados, simulando filiações a entidades de assistência. Os aposentados, sem saber, perdiam parte da renda mensal.

Em julho, o governo federal iniciou a devolução dos valores descontados indevidamente, beneficiando 4,8 milhões de segurados aptos ao programa. O prazo para contestar os descontos foi prorrogado até 14 de fevereiro de 2026.

A contestação pode ser feita:

Pelo aplicativo ou site Meu INSS (“Consultar Descontos de Entidades Associativas”);

Pela Central 135, de segunda a sábado;

Em agências dos Correios.

Defesa

A defesa de Stefanutto afirmou que não teve acesso à decisão judicial e classificou a prisão como “ilegal”, alegando que o ex-presidente tem colaborado com as investigações. Disse ainda confiar que ele comprovará sua inocência.

Os advogados de outros investigados, como o “Careca do INSS” e Virgílio Oliveira, também informaram que ainda não tiveram acesso aos autos.

Fonte: G1

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Brasil

Márcio Garcia acusa agência Outsider de estelionato; empresa nega e diz que ator não cumpriu acordo

por Redação 13 de novembro de 2025

O ator Márcio Garcia registrou ocorrência na 16ª Delegacia de Polícia (Barra da Tijuca), no Rio de Janeiro, alegando ter sido vítima de estelionato cometido pela agência de viagens Outsider, em junho deste ano. O dono da empresa, Fernando Sampaio, já foi indiciado em dois inquéritos por crimes semelhantes.

Segundo o ator, o problema ocorreu após ele firmar uma parceria comercial com a Outsider para promover a marca em suas redes sociais, em troca de hospedagem, passagens e ingressos para o Mundial de Clubes de 2025, nos Estados Unidos.

Garcia diz ter pago R$ 17,2 mil pelo pacote e R$ 3,9 mil adicionais por um upgrade para classe executiva, via PIX para a empresa Arena Consultoria Esportiva, pertencente a Letícia Coppi e Silva, ex-namorada de Fernando Sampaio. Letícia, no entanto, declarou não reconhecer a transação.

No dia da viagem, o ator descobriu que nenhuma passagem havia sido comprada e precisou arcar pessoalmente com as despesas.

Em nota, Fernando Sampaio negou as acusações, afirmando que o ator não cumpriu sua parte do acordo de divulgação e que a Outsider teria custeado hospedagem em hotel cinco estrelas, ingressos premium e parte das passagens. O empresário também alegou ter feito estornos parciais e que o PIX enviado à empresa de Letícia serviu para quitar uma dívida pessoal.

A assessoria de Márcio Garcia afirma que o artista pagou integralmente pelas passagens e upgrades antes da viagem, e que a proposta posterior da Outsider não cobriria os prejuízos sofridos.

A Polícia Civil investiga o caso.

O nome de Fernando Sampaio e de suas empresas aparece em mais de 600 ações judiciais e boletins de ocorrência em 21 estados e no Distrito Federal, segundo levantamento obtido pelo RJ2 e g1.

Os inquéritos apontam que o empresário costuma usar diferentes CNPJs — como Arena Consultoria Esportiva e Turisport Turismo — para receber pagamentos de pacotes vendidos sob o nome Outsider Tours.

A Outsider enfrenta diversas ações cíveis e trabalhistas, e seu CNPJ está inapto na Receita Federal. Mesmo após condenações, clientes relatam dificuldade em receber valores de indenizações.

Sampaio alega ter reembolsado mais de R$ 2 milhões em acordos e nega que utilize outras empresas para escapar de obrigações legais.

A investigação continua em andamento nas delegacias do Rio e de São Paulo.

Fonte: G1

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