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Categoria:

Brasil

PL da Dosimetria

Senado deve votar PL da Dosimetria na próxima semana; texto terá análise prévia na CCJ

por Redação 10 de dezembro de 2025

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), afirmou nesta quarta-feira (10) que o Projeto de Lei conhecido como PL da Dosimetria deverá ser votado na próxima quarta-feira (17). A proposta, que reduz penas previstas para condenados por atos golpistas, foi aprovada pela Câmara dos Deputados na madrugada de hoje por 291 votos a 148, além de uma abstenção.

Alencar confirmou que o senador Esperidião Amin (PP-SC) foi designado relator da matéria na CCJ. Segundo ele, o texto passará por votação no colegiado antes de seguir ao plenário, decisão tomada após acordo entre lideranças da Câmara e do Senado.

O senador enfatizou que não aceitou que o projeto fosse encaminhado diretamente ao plenário, alegando respeito ao trabalho técnico da CCJ e ao papel de aprimoramento legislativo desempenhado pela comissão. A expectativa entre senadores, inclusive governistas, é de aprovação do texto e posterior envio para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O PL da Dosimetria prevê que o crime de golpe de Estado — cuja pena varia de 4 a 12 anos — absorva o delito de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, punido com pena de 4 a 8 anos. A proposta também reduz o tempo mínimo para progressão de regime, permitindo que o condenado deixe o regime fechado após cumprir 1/6 da pena, em vez de 1/4, como exige a legislação atual.

Caso seja aprovado pelo Senado, o projeto poderá impactar diretamente a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, sentenciado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e atualmente detido na sede da Polícia Federal, em Brasília.

Fonte: G1

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Bolsonaro

Benefícios de quase R$ 1 milhão suspensos: Justiça bloqueia estrutura vitalícia de Bolsonaro como ex-presidente

por Redação 10 de dezembro de 2025

A Justiça Federal determinou a suspensão imediata de todos os benefícios vitalícios concedidos a Jair Bolsonaro em razão do exercício da Presidência da República. A decisão liminar, assinada pelo juiz substituto Pedro Pimenta, da 8ª Vara Federal de Belo Horizonte, ordena que a União interrompa em até 48 horas o fornecimento de servidores, motoristas, veículos oficiais e assessores ao ex-presidente.

Dados do Portal de Dados Abertos da Casa Civil mostram que, entre janeiro e novembro de 2025, Bolsonaro custou R$ 994.592,11 aos cofres públicos — sendo cerca de R$ 657 mil em gratificações e aproximadamente R$ 240 mil em passagens e demais despesas de locomoção. Apenas no primeiro semestre, o gasto já ultrapassava R$ 521 mil.

Segundo o decreto presidencial de 2008, ex-presidentes possuem direito a quatro servidores de segurança e apoio, dois assessores, dois veículos e dois motoristas. No entanto, a ação movida pelo vereador Pedro Rousseff argumenta que Bolsonaro, atualmente cumprindo pena de 27 anos em regime fechado por tentativa de golpe de Estado, não exerce vida civil que justifique tais benefícios.

A decisão judicial reforça que a estrutura prevista em lei é destinada a ex-presidentes em liberdade, expostos a riscos decorrentes da vida pública, não a detentos que já se encontram integralmente sob custódia do Estado. Em situações como atendimentos médicos externos, por exemplo, a responsabilidade segue sendo das autoridades penitenciárias.

O bloqueio ocorre em meio ao debate ampliado sobre gastos com ex-presidentes. De janeiro a novembro de 2025, o total desembolsado pela União ultrapassa R$ 7,6 milhões. Fernando Collor lidera a lista, com R$ 1,9 milhão, seguido por Dilma Rousseff (R$ 1,8 milhão) e Michel Temer (R$ 1,2 milhão). Em 2024, os gastos empenhados passaram de R$ 9,4 milhões, com Dilma novamente no topo, ultrapassando R$ 2,1 milhões devido às despesas relacionadas ao cargo que ocupa no Novo Banco de Desenvolvimento, na China.

Fonte: G1

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STF

Senado solicita ao STF suspensão de decisão de Gilmar Mendes sobre impeachment até votação de novo projeto no Congresso

por Redação 10 de dezembro de 2025

O Senado Federal pediu nesta quarta-feira (10) que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspenda ou revogue a decisão individual do ministro Gilmar Mendes que alterou pontos centrais da Lei do Impeachment, de 1950. A medida do magistrado restringiu a apresentação de pedidos de impeachment contra ministros do STF exclusivamente à Procuradoria-Geral da República (PGR), retirando do cidadão comum a prerrogativa prevista na legislação original.

Proferida em 3 de dezembro, a decisão também elevou o número de parlamentares necessários para a abertura de um processo de impeachment de ministros do STF: de maioria simples para maioria qualificada, equivalente ao apoio de dois terços dos senadores.

No pedido encaminhado ao Supremo, o Senado solicita que a decisão seja suspensa ao menos até que o Congresso conclua a análise do projeto que atualiza a legislação sobre impeachment. O texto está em tramitação e pode ser avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A Casa também pede que o STF cancele a sessão marcada para sexta-feira (12), que referendaria a decisão do ministro.

A advocacia do Senado argumenta que a determinação de Gilmar impacta diretamente o andamento legislativo, criando “zonas de dúvida interpretativa” e dificultando a consolidação de um novo marco legal.

Votação deve ficar para 2026

O relator do projeto que moderniza a Lei do Impeachment, senador Weverton Rocha (PDT-MA), retirou a proposta da pauta da CCJ nesta quarta. Ele afirmou que ainda realizará ajustes no parecer preliminar que já havia elaborado. Com isso, a votação do texto deve ocorrer apenas em 2026.

O projeto atual não se limita a casos envolvendo ministros do STF. A proposta também regulamenta os processos de impedimento de presidente da República, vice-presidente, ministros de Estado, procurador-geral da República, advogado-geral da União, além de integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Weverton destacou ainda que senadores sugeriram a realização de uma sessão temática para ampliar o debate e promover aperfeiçoamentos no texto antes de sua análise final.

Fonte: G1

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PL da Dosimetria

PL da Dosimetria pode reduzir significativamente penas de condenados por 8 de janeiro, incluindo ‘Débora do Batom’, ‘Fátima de Tubarão’ e homem que destruiu relógio histórico

por Redação 10 de dezembro de 2025

A aprovação do PL da Dosimetria pela Câmara dos Deputados pode alterar de forma expressiva o tempo de prisão de diversos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Entre eles estão figuras que ganharam notoriedade após os ataques às sedes dos Três Poderes: Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”; Maria de Fátima Mendonça, a “Fátima de Tubarão”; e Antônio Cláudio Alves Ferreira, responsável por quebrar um relógio histórico presenteado à família real portuguesa.

O projeto, aprovado na madrugada de quarta-feira (10), segue agora para análise do Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), pretende colocá-lo em votação ainda este ano, embora haja resistência de bancadas expressivas, como PSD e MDB.

Segundo o advogado constitucionalista Acácio Miranda, os três réus podem ter suas penas reduzidas por enquadrarem-se na categoria de crimes cometidos em “contexto de multidão”, o que permite diminuição de um terço a dois terços da condenação. Além disso, o PL unifica as penas de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, impedindo soma direta das condenações.

Fátima Mendonça, que viralizou ao ameaçar o ministro Alexandre de Moraes durante os protestos, foi condenada a 17 anos de prisão. No cenário mais favorável previsto pelo projeto, sua pena poderia cair para três anos e oito meses — mesma projeção calculada para Antônio Cláudio Alves Ferreira, também condenado a 17 anos.

Já Débora do Batom, condenada a 14 anos pelos mesmos crimes, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, poderia ter a punição reduzida para três anos e dois meses. Ela cumpre prisão domiciliar por ser mãe de filhos menores.

Os cálculos consideram o quadro mais benéfico possível, desconsiderando o crime de abolição violenta — cuja pena é inferior à de golpe de Estado — e aplicando a redução por participação em multidão sem liderança.

O que prevê o PL da Dosimetria
Unificação de penas – Acaba com a soma entre golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, aplicando apenas a pena mais grave com aumento por concurso formal.
Redução em contexto de multidão – Réus que não exerceram liderança poderão ter pena diminuída de um terço a dois terços.
Progressão mais rápida – Permite progressão de regime após cumprimento de um sexto da pena.
Remição em prisão domiciliar – Garante abatimento de pena por estudo ou trabalho também para quem cumpre pena em casa.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Glauber Braga denuncia violência após remoção e critica tratamento diferenciado durante protestos na Câmara

por Redação 10 de dezembro de 2025

O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), retirado à força do plenário após ocupar a cadeira da Presidência da Câmara nesta quarta-feira (10), afirmou que recebeu tratamento muito mais rígido do que o dispensado à oposição em episódios anteriores. Segundo ele, enquanto aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro permaneceram 48 horas ocupando a Mesa Diretora sem abordagem policial direta, sua remoção ocorreu “na base da porrada”, com emprego de força por parte da Polícia Legislativa.

Imagens registradas por parlamentares e assessores mostram Glauber sendo contido com uma gravata e cercado por agentes durante a operação que o retirou da Mesa Diretora. No tumulto, jornalistas também foram agredidos, e uma repórter chegou a levar um soco. A imprensa foi retirada do plenário e o sinal da TV Câmara, cortado — uma medida inédita segundo o próprio deputado.

Glauber declarou solidariedade aos profissionais de imprensa e criticou a interrupção da transparência na sessão. Ele disse ter pedido apenas que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), garantisse a ele “1% do tratamento” dado aos parlamentares que ocuparam a Mesa em agosto, em protesto pela votação da anistia.

O episódio ocorreu no momento em que o processo de cassação do deputado pode ser levado a plenário. A CCJ já aprovou o parecer favorável à cassação, que será analisada junto aos casos de Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. O deputado, porém, contesta o fato de seu processo — motivado por uma agressão, enquadrada como quebra de decoro — ter sido incluído no mesmo bloco dos demais, que envolvem condenações judiciais ou fuga do país.

Durante a ocupação, Glauber afirmou que não sairia da cadeira até que a possibilidade de votação de sua cassação fosse retirada da pauta. A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), sua esposa, e o deputado Tarcísio Motta (PSOL-RJ) permaneceram ao seu lado. Parlamentares tentaram negociar uma saída pacífica, mas o clima rapidamente se deteriorou. Vídeos mostram cadeiras caindo e ao menos seis agentes segurando o deputado. Segundo o líder do governo, José Guimarães (PT-CE), a situação “fugiu do controle”.

A Câmara ainda não confirmou quando a sessão será retomada.

Entenda o caso de cassação
A representação contra Glauber Braga foi apresentada pelo Partido Novo em abril de 2024. Segundo o documento, o deputado teria agredido o militante do MBL Gabriel Costenaro dentro da Câmara, após uma discussão que evoluiu para empurrões e chutes. O Conselho de Ética concluiu que houve agressões e classificou a reação de Glauber como “desproporcional”.

O parlamentar alega ter reagido a provocações reiteradas e cita que Costenaro teria ofendido sua mãe, que faleceu semanas depois do episódio. O caso se estendeu para a área externa da Câmara e culminou em nova discussão no Departamento de Polícia Legislativa, envolvendo também o deputado Kim Kataguiri (União-SP). Embora Kataguiri negue ter sido agredido, o relatório aponta que houve violência.

Aliados de Glauber afirmam que o relator, Paulo Magalhães, mesclou episódios antigos e já arquivados para reforçar a acusação. O relatório cita ainda outros conflitos envolvendo o deputado, incluindo desentendimentos com o então presidente da Casa, Arthur Lira.

Fonte: G1

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Trama golpista

Câmara aprova projeto que reduz penas de condenados por tentativa de golpe e pode beneficiar Bolsonaro

por Redação 10 de dezembro de 2025

A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira (10), por volta de 2h26, o texto-base do projeto que reduz as penas aplicadas aos condenados pelos atos golpistas, incluindo os responsáveis pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses por suposta tentativa de golpe de Estado, poderá ser diretamente beneficiado. Ele cumpre pena na sede da Polícia Federal, em Brasília, desde novembro de 2024, após decisão do ministro Alexandre de Moraes.

O chamado “PL da Dosimetria” segue agora para o Senado, onde o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, afirmou que a votação deve ocorrer até o fim deste ano. Caso aprovado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá sancionar ou vetar total ou parcialmente a proposta.

A inclusão do projeto na pauta foi anunciada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), surpreendendo lideranças partidárias. O dia também foi marcado por um tumulto envolvendo o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), que tomou a cadeira da presidência da sessão e foi retirado à força por policiais legislativos. Durante o episódio, a imprensa foi retirada do plenário e o sinal da TV Câmara foi cortado — uma medida inédita.

Embora aliados de Bolsonaro pressionassem pela anistia, o texto aprovado não anula condenações, tratando apenas de redução das penas. Segundo o relator da proposta, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), o projeto não representa perdão, mas ajuste proporcional das punições.

Se a nova legislação entrar em vigor, o cálculo preliminar indica que Bolsonaro poderia deixar o regime fechado após cerca de 2 anos e 4 meses, devido à fusão de crimes, progressão mais rápida de regime e possibilidade de abatimento de pena por dias trabalhados enquanto utilizava tornozeleira eletrônica.

O projeto estabelece que o crime de golpe de Estado absorve o de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, reduzindo automaticamente parte da pena. Prevê também progressão após cumprimento de um sexto da pena — hoje, o requisito é de um quarto. Além disso, dias trabalhados durante a prisão domiciliar com monitoramento eletrônico poderão ser descontados da pena: a cada três dias trabalhados, um dia será abatido.

Paulinho da Força declarou que o texto foi construído com apoio de líderes partidários e integrantes do STF. Ele também afirmou ter apresentado a proposta ao senador Flávio Bolsonaro na semana anterior, embora diga não saber se o ex-presidente foi informado.

O avanço do projeto ocorre poucos dias após Flávio Bolsonaro anunciar — e depois reconsiderar — sua pré-candidatura à Presidência em 2026 com apoio do pai, movimento que gerou tensão no Centrão e especulações nos bastidores.

Fonte: G1

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Bolsonaro

Bolsonaro solicita ao STF autorização para cirurgia e transferência para prisão domiciliar humanitária

por Redação 10 de dezembro de 2025

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, um pedido para que ele seja autorizado a passar por cirurgia no hospital DF Star, em Brasília. Segundo os advogados, Bolsonaro enfrenta agravamento do quadro de soluços persistentes e piora de uma hérnia inguinal unilateral, condições que, de acordo com relatório médico anexado ao processo, exigem intervenção cirúrgica sob anestesia geral e internação imediata por um período estimado entre cinco e sete dias.

A equipe jurídica também solicitou que, após o procedimento, o ex-presidente seja transferido para prisão domiciliar humanitária, com monitoramento eletrônico e outras condições que o ministro considerar adequadas. Os advogados argumentam que o pedido está alinhado à jurisprudência do STF e aos princípios constitucionais de dignidade da pessoa humana, direito à saúde e proteção ao idoso.

Em relatório assinado pelos médicos, foi informado que Bolsonaro tem apresentado dores intensas na região inguinal, agravadas por crises constantes de soluços. Os profissionais destacam que os episódios já provocaram falta de ar e síncope, indicando risco de descompensação súbita.

A defesa também pediu autorização para que o ex-presidente possa ser transportado para tratamentos médicos sem necessidade de comunicação prévia ao STF, exceto em casos de urgência, que seriam justificados posteriormente.

Fonte: G1

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SaúdeVacina contra a Dengue

Vacina contra a dengue do Butantan começa a ser aplicada em janeiro em profissionais da saúde e adultos de 59 anos

por Redação 9 de dezembro de 2025

O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (9), o início da estratégia de imunização com a nova vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. O imunizante, primeira dose única do mundo e produzido integralmente no Brasil, começará a ser aplicado a partir de janeiro do próximo ano em grupos prioritários. As doses serão distribuídas exclusivamente pelo SUS, com oferta ampliada a partir de 2026, quando o primeiro lote, com 1,3 milhão de unidades, será disponibilizado.

Segundo o Ministério da Saúde, terão prioridade na vacinação os trabalhadores da Atenção Primária de todo o país e adultos de 50 a 59 anos, com início pelos mais velhos e expansão progressiva para faixas etárias menores. A vacina oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue e será inicialmente destinada aos profissionais que atuam diretamente na rede básica.

O ministro Alexandre Padilha afirmou que a campanha deve começar até o final de janeiro. A estimativa considera a ampliação gradual da produção do Butantan e a entrega de novas remessas ao longo do ano. O planejamento também prevê que, conforme a disponibilidade das doses aumente, a vacinação avance para o público geral.

Um estudo clínico específico para pessoas com mais de 60 anos também será iniciado no início do próximo ano, após autorização da Anvisa. A ampliação da vacinação para esse público dependerá dos resultados da análise.

Desde 2024, o Brasil já oferece outra vacina contra dengue pelo SUS, aplicada em adolescentes de 10 a 14 anos. Mais de 7,4 milhões de doses da vacina japonesa foram aplicadas, e a estratégia continuará vigente, paralelamente ao novo imunizante do Butantan, destinado a pessoas de 15 a 59 anos.

O Ministério da Saúde informou ainda que parte das doses será utilizada para avaliar o impacto da imunização em Botucatu, no interior de São Paulo, onde há predominância do sorotipo DENV-3. Aproximadamente metade da população de 15 a 59 anos deverá receber a vacina. Outros municípios com cenário epidemiológico semelhante também podem ser incluídos.

De acordo com a Anvisa, a vacina do Butantan apresentou 74,7% de eficácia contra dengue sintomática em pessoas entre 12 e 59 anos e 89% de proteção contra casos graves. Mesmo com a redução de 75% nos registros da doença em 2025, o Ministério reforça que ações preventivas seguem essenciais, como eliminar recipientes com água parada, instalar telas de proteção e manter reservatórios limpos.

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Família é alvo de ataque a tiros na Zona Oeste do Rio; casal é morto e bebê fica em estado gravíssimo

por Redação 9 de dezembro de 2025

Um casal foi assassinado a tiros na noite desta segunda-feira (8) após ter o carro fuzilado na Avenida Brasil, na altura do viaduto Oscar Brito, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A criança que estava no banco traseiro, um bebê, também foi baleada e permanece internada em estado gravíssimo.

Segundo informações da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal, o veículo foi encontrado no canteiro central da via, sentido Santa Cruz, completamente perfurado pelos disparos. O ataque ocorre em meio à disputa territorial entre o Comando Vermelho e grupos de milicianos na região, que tem registrado episódios frequentes de violência.

O bebê, atingido por dois tiros na perna, foi socorrido por populares e levado ao Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz. A direção da unidade informou que a criança passou por cirurgia de emergência e segue internada em estado gravíssimo. O Conselho Tutelar já acompanha o caso.

As vítimas foram identificadas como Yuri Garcez Honorato e Letícia de Melo Noronha. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) no Centro do Rio.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu as investigações para apurar a motivação do crime, além de identificar os autores e a dinâmica do ataque. A polícia analisa imagens e trabalha com diferentes linhas de investigação.

Fonte: G1

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CNH

Lula anuncia novas regras da CNH com promessa de reduzir custo da habilitação em até 80%

por Redação 9 de dezembro de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta terça-feira (9) a medida provisória que institui a CNH do Brasil, um novo modelo de formação de condutores que deve baratear e simplificar o processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação. A mudança, segundo o governo, pode reduzir em até 80% o custo total para tirar o documento.

Hoje, cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem habilitação. De acordo com o Ministério dos Transportes, o motivo é o alto custo — que pode chegar a R$ 5 mil — e a burocracia das etapas obrigatórias.

O novo modelo prevê curso teórico gratuito e digital, flexibilização das aulas práticas e permissão para acompanhamento por instrutores autônomos. A expectativa é ampliar o acesso à formação e aumentar a segurança no trânsito, seguindo práticas usadas em países como Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Japão e Argentina.

Durante o evento de lançamento, no Palácio do Planalto, o ministro Renan Filho anunciou também redução de 40% nos preços dos exames médico e psicológico. “A média era de 300 reais e vai cair para, no máximo, 180 reais”, afirmou.

O governo apresentou ainda um novo aplicativo da CNH, que substituirá a Carteira Digital de Trânsito (CDT). Será possível optar somente pela versão digital, gratuita após a aprovação no exame.

As novas regras entram em vigor após a publicação no Diário Oficial da União, prevista para esta terça-feira.

Principais mudanças da nova CNH

Aulas em autoescola deixam de ser obrigatórias;

Curso teórico gratuito no aplicativo do governo, sem carga horária mínima;

Possibilidade de usar carro particular e ter aulas com instrutor autônomo credenciado;

Aulas práticas passam de 20h para 2h mínimas;

Provas práticas seguem presenciais;

Exames médicos e biometria continuam obrigatórios;

Quem reprovar na primeira prova prática poderá refazer o teste gratuitamente;

Fim do prazo de um ano para concluir o processo de habilitação.

Fonte: G1

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