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Categoria:

Política

Política

Zambelli diz que Bolsonaro teria perguntado a hacker da ‘Vaza Jato’ se urnas eletrônicas são confiáveis

por Redação 2 de agosto de 2023

A deputada federal Carla Zambelli afirmou nesta quarta-feira (2) que, durante uma suposta reunião entre ela, Jair Bolsonaro e o hacker Walter Delgatti Neto, preso pela Polícia Federal, o ex-presidente teria questionado o hacker sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas. Segundo a parlamentar, Delgatti teria respondido que “nenhum sistema tecnológico é confiável”.

“A conversa foi privada, mas a pergunta que o [então] presidente fez foi se as urnas eram confiáveis, e ele [Delgatti] respondeu que nenhum sistema tecnológico é confiável. A partir dali, não houve mais qualquer contato com o [ex] presidente [Jair] Bolsonaro”, disse.

A afirmação foi dada durante coletiva de imprensa na Câmara dos Deputados no fim da manhã desta quarta-feira (2). Zambelli não passou detalhes sobre a data nem o lugar onde a reunião teria ocorrido, mas disse que Bolsonaro não deu continuação às tratativas de contratação do hacker.

A deputada afirmou que se encontrou com Delgatti Neto poucas vezes e que ele teria oferecido uma “espécie de auditoria” das urnas eletrônicas durante o primeiro e o segundo turno das eleições do ano passado.

“Foram poucos encontros, três no máximo, em que a gente conversou sobre tecnologia. […] Depois disso, ele foi conhecer o [ex] presidente Bolsonaro porque disse que teria muitas informações sobre tecnologia”, declarou.

Fonte: r7

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Política

Em decisão, Moraes mandou apreender armas, munições e passaporte de Zambelli

por Redação 2 de agosto de 2023

Em decisão que determinou busca e apreensão em endereços da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes mandou apreender armas, munições, computadores, tablets, celulares, passaporte e outros materiais da deputada.

O magistrado pediu à PF que verificasse a existência de eventuais cômodos secretos ou salas reservadas em quaisquer dos locais, além de cópias ou apreensão dos registros de controle de ingresso nos endereços da parlamentar, busca e apreensão em veículos eventualmente encontrados nos endereços e nos armários de garagem.

Moraes também autorizou o acesso e a análise do conteúdo de dados, arquivos eletrônicos, mensagens e emails armazenados em eventuais computadores, servidores e redes, inclusive em serviços digitais de armazenamento em nuvem.

O ministro determinou ainda a apreensão de dinheiro e bens, como joias, veículos, obras de arte e outros objetos em valores superiores a R$ 10 mil, desde que não comprovada cabalmente, no local dos fatos, a origem lícita.

Mais cedo, a Polícia Federal prendeu o hacker Walter Delgatti Neto, denunciado na Operação Spoofing e acusado de invadir celulares do ex-juiz Sergio Moro e de procuradores da Lava Jato.

Operação
A operação 3FA tem o objetivo de esclarecer a atuação de indivíduos na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e na inserção de documentos e alvarás de soltura falsos no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP).

As ações ocorrem no escopo de inquérito policial instaurado para apurar a invasão do sistema do CNJ, que tramitou na Justiça Federal, mas teve declínio de competência para o STF em razão do surgimento de indícios de possível envolvimento de pessoa com prerrogativa de foro.

Os crimes apurados ocorreram entre 4 e 6 de janeiro de 2023, quando teriam sido inseridos no sistema do CNJ e, possivelmente, de outros tribunais do Brasil 11 alvarás de soltura de indivíduos presos por motivos diversos e um mandado de prisão falso em desfavor do ministro do STF Alexandre de Moraes.

Fonte: r7

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Política

Conselho de Ética analisa processos contra Zambelli, Nikolas e outros sete deputados

por Redação 2 de agosto de 2023

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados vai analisar nesta quarta-feira (2) relatórios preliminares referentes a processos contra nove deputados. Entre as representações, há acusações de quebra de decoro, violência política e de gênero. Na reunião, os relatores devem sugerir a aplicação ou não da penalidade, o que também é discutido e votado pelos demais membros do Conselho. As punições podem variar desde censura verbal até a perda do mandato.

O PL, maior partido de oposição ao governo no Congresso, tem quatro deputados processados no conselho: Carla Zambelli (PL-SP), Nikolas Ferreira (PL-MG), José Medeiros (PL-MT) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Em seguida, a legenda com mais deputados processados é o Psol, com três parlamentares: Célia Xacriabá (Psol-MG), Fernanda Melchiona (Psol-RS) e Talíria Petrone (Psol-RJ). Essa última é citada em dois processos na comissão, um por quebra de decoro parlamentar durante reunião da CPI do Movimento Sem Terra (MST) e outro por acusação de hostilizar um colega durante a votação do Marco Temporal das Terras Indígenas, em maio.

A comissão vai analisar ainda processos contra Juliana Cardoso (PT-SP) e Marcio Jerry (PCdoB-MA).

Confira os processos que serão analisados:

  • Carla Zambelli
    O processo contra Zambelli foi apresentado pelo PSB e tem como relator o deputado João Leão (PP-BA). O partido acusa a deputada de quebra de decoro parlamentar por ter “xingado e constrangido” o deputado Duarte Júnior (PSB-MA) durante uma audiência com o ministro da Justiça, Flávio Dino na Comissão de Segurança da Câmara.

O PSB alega que o comportamento “reduz o Parlamento a uma roda de conversas informais, onde qualquer pessoa pode ofender sem ser repreendido”. A representação acrescenta que a imunidade parlamentar é uma proteção à democracia e não deve ser usada de forma “imoral e zombeteira”. O R7 procurou a assessoria de Zambelli para comentar o caso e aguarda a resposta.

  • Márcio Jerry
    O processo contra Márcio Jerry (PCdoB-MA) foi apresentado pelo PL e tem como relator o deputado Ricardo Maia (MDB-BA) também por quebra de decoro. Ele é acusado de importunação sexual contra a deputada Julia Zanatta (PL-SC). O caso também teria ocorrido durante audiência com Flávio Dino na Comissão de Segurança da Câmara. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram Jerry conversando perto do pescoço da parlamentar.

Ao se defender, Jerry postou o vídeo do momento e disse que a acusação é uma “fake news absurda”. Ao R7, o parlamentar afirmou que falou para a deputada respeitar o mandato de Lidice da Mata (PSB-BA). No vídeo, é possível ver que Lidice e Zanatta estavam discutindo durante um bate-boca na comissão.

  • Nikolas Ferreira

O processo contra Nikolas Ferreira (PL-MG) foi apresentado por quatro partidos: Psol, PDT, PT e PSB. O processo é relatado pelo deputado Alexandre Leite (União-SP). Na justificativa dos processos, as legendas afirmam que o deputado mineiro faltou com decoro ao usar uma peruca loira para “fazer um discurso de cunho flagrantemente discriminatório e transfóbico”. O episódio ocorreu em 8 de março, no Dia Internacional da Mulher.

Na ocasião, ele foi repreendido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). “O Plenário da Câmara dos Deputados não é palco para exibicionismo e muito menos discursos preconceituosos. Não admitirei o desrespeito contra ninguém”, disse Lira.

Após repercussão, Nikolas se defendeu alegando que o discurso não foi preconceituoso.

José Medeiros

O processo contra José Medeiros (PL-MT) foi apresentado pelo PT também por quebra de decoro durante a sessão que comemorava o Dia da Mulher. O relator é o deputado Albuquerque (Republicanos-RR).

Na representação, o PT alega que Medeiros intimidou a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) e xingou e agrediu o deputado Miguel Ângelo (PT-MG). Comportamentos “que descambam para a violência física e intimidação injustificável não têm e não poderão jamais encontrar guarida na garantia da imunidade parlamentar”, afirma o PT.

A reportagem procurou a assessoria de José Medeiros, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Juliana Cardoso

Na representação, o PP diz que a deputada Juliana Cardoso (PT-SP) quebrou o decoro parlamentar ao chamar de “assassinos” os parlamentares favoráveis à urgência do projeto que dificulta a demarcação de terras indígenas. O relator do caso é o deputado Gabriel Mota (Republicanos-RR).

Ao comentar o caso, a deputada afirmou que o pedido de cassação é “uma manobra e nítida perseguição política, que caracteriza violência política de gênero com mulheres eleitas”.

Talíria Petrone

A deputada responde a dois processos no conselho, ambos protocolados pelo PL. Um dos processos alega que a deputada carioca quebrou o decoro parlamentar durante a CPI do MST, por ter acusado o relator do colegiado, deputado Ricardo Salles (PL-SP), de fraudar mapas e ter relação com o garimpo.

Na segunda representação, Talíria é acusada de hostilizar um colega com posição contrária durante a votação do projeto do marco temporal de terras indígenas. O relator dos dois processos é o deputado Rafael Simoes (União-MG).

Talíria classificou o processo no Conselho de Ética como uma perseguição à bancada feminina. “Temos denunciado insistentemente a misoginia na Câmara. Além dos processos contra nós no Conselho de Ética caminharem em ritmo muito mais acelerado do que contra os golpistas do 8 de Janeiro, por exemplo, somos uma minoria ínfima em outros cargos na Casa”, afirmou.

Eduardo Bolsonaro

O PT pede a aplicações de sanções contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por um bate-boca com o deputado Dionilso Marcon (PT-RS), em reunião da Comissão de Trabalho. O deputado Josenildo (PDT-AP) é o relator da representação.

A confusão começou após Marcon ter questionado a facada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018. Com isso, Eduardo Bolsonaro levantou, xingou e ameaçou o petista. Os dois foram contidos por colegas.

Ao se defender, Eduardo afirmou que “qualquer um que se coloque no seu lugar, conseguiria entender exatamente a atitude que eu tive”.

Célia Xakriabá

O PL pede que a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) seja punida por ter ofendido deputados que votaram favoravelmente ao projeto do marco temporal de terras indígenas.

O partido diz que o autor do requerimento de urgência da proposta que dificulta a demarcação de áreas indígenas, deputado Zé Trovão (PL-SC), foi “especialmente ofendido” pelas críticas de Xakriabá. O relator do caso é o deputado Paulo Magalhães (PSD-BA).

Ao R7, a assessoria da parlamentar informou que não vai se pronunciar agora, só depois da análise do relatório preliminar pelo conselho.

Fernanda Melchiona

Ainda no contexto da votação do projeto do marco temporal de terras indígenas, o PL representou contra a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) por ter postado a foto de vários deputados gaúchos que votaram a favor da matéria.

A questão tem como relator o deputado Alex Manente (Cidadania-SP).

Como ocorrem os julgamentos no Conselho de Ética
Concluído o processo no Conselho de Ética, o deputado denunciado ainda pode recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, caso entenda que o trâmite foi inconstuticional ou antirregimental. As decisões finais seguem para votação aberta em plenário.

No caso da cassação de mandato ou suspensão temporária do exercício parlamentar, é necessário o apoio da maioria absoluta dos deputados, ou seja, ao menos 257.

Casos de censura verbal ou censura escrita não são decididos pelo plenário. Essas penalidades são de competência do presidente da Câmara e da Mesa Diretora, respectivamente.

Fonte: r7

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Política

PF faz buscas em endereços de Carla Zambelli e prende hacker da ‘Vaza Jato’

por Redação 2 de agosto de 2023

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (2) Walter Delgatti Neto, denunciado na Operação Spoofing e acusado de invadir celulares do ex-juiz Sergio Moro e de procuradores da Lava Jato. A PF também cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados à deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).

“Em prosseguimento às ações em defesa da Constituição e da ordem jurídica, a Polícia Federal está cumprindo mandados judiciais relativos a invasões ou tentativas de invasões de sistemas informatizados do Poder Judiciário da União, no contexto dos ataques às instituições”, disse.

A operação 3FA tem o objetivo de esclarecer a atuação de indivíduos na invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e na inserção de documentos e alvarás de soltura falsos no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP).

Estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva no estado de São Paulo e no Distrito Federal, além de análise do material apreendido.

As ações ocorrem no escopo de inquérito policial instaurado para apurar a invasão ao sistema do CNJ, que tramitou perante a Justiça Federal, mas teve declínio de competência para o Supremo Tribunal Federal em razão do surgimento de indícios de possível envolvimento de pessoa com prerrogativa de foro.

Os crimes apurados ocorreram entre 4 e 6 de janeiro de 2023, quando teriam sido inseridos no sistema do CNJ e, possivelmente, de outros tribunais do Brasil, 11 alvarás de soltura de indivíduos presos por motivos diversos e um mandado de prisão falso em desfavor do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

As inserções fraudulentas ocorreram após invasão criminosa aos sistemas em questão, com a utilização de credenciais falsas obtidas de forma ilícita, conduta mediante a qual o(s) criminoso(s) passaram a ter controle remoto dos sistemas.

Os fatos investigados configuram, em tese, os crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.

Fonte: r7

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Política

Eleição Nacional do PRTB será neste Domingo na Câmara Municipal de Guarulhos SP

por Redação 29 de julho de 2023

Aldineia Fidelix e Júlio Cezar Fidelix, viúva e irmão de Levy Fidelix, disputam a direção do PRTB há dois anos. A briga começou quando o cacique do partido faleceu em abril de 2021 após complicações pela covid-19.

Está marcada para amanhã uma convenção, convocada por determinação do ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Alexandre de Moraes, para escolha da nova direção nacional da sigla.

O que aconteceu

Moraes determinou em junho o afastamento de Júlio Fidelix da presidência do PRTB. A assembleia deste domingo foi convocada pelo segundo vice-presidente da sigla, Mudad Karabachian, que assumiu a presidência interina.

O irmão de Levy entrou na disputa pelo comando do partido após uma convenção realizada em dezembro de 2021. Na época, ele e um grupo de pessoas, que se intitularam fundadores da sigla, solicitaram a assembleia alegando que Aldineia estava “usurpando” a função de presidente do PRTB após o falecimento de Levy. Também apontaram má gestão, que inclui desaprovação das prestações de contas eleitorais.

Por decisão de Moraes, Júlio Fidelix assumiu a presidência do PRTB em agosto de 2022, após a queda de braço sobre o comando do partido ser levada ao TSE.

A defesa de Aldineia justifica que a viúva era a primeira vice-presidente e recebeu a chancela da Executiva Nacional para ocupar o cargo. Contudo, reconhece que o estatuto do partido não tratava, em 2021, da sucessão no comando em caso de morte do presidente.

Fraudes em assinaturas
Aldineia foi à Justiça comum por supostas assinaturas falsas. A briga familiar pela direção do partido ganhou um novo capítulo quando a defesa da viúva de Levy acionou o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e pediu a perícia das assinaturas que constam na ata da convenção realizada em 2021.

Laudo pericial apontou fraudes em algumas rubricas. E o TJ-SP determinou a suspensão da assembleia que elegeu Júlio Fidelix.

Aldineia pediu ao TSE para que a convenção de amanhã seja cancelada. Segundo a advogada Karina Fidelix, a informação sobre o laudo foi levada a Moraes para evitar a realização do evento marcado para domingo. O Judiciário, no entanto, está de recesso e só retoma as atividades no dia 1º de agosto.

Nova convenção
Duas chapas se enfrentam na convenção. A assembleia que será realizada na Câmara Municipal de Guarulhos recebeu a inscrição da “Renovação” e da “Família PRTB”.

O que diz a Renovação? A chapa tem Murad Karabachian e Rachel de Carvalho entre os integrantes. Ela afirmou ao UOL que está filiada à sigla desde 2022 e é presidente do diretório de São Paulo. Na avaliação de Carvalho, “o partido não tem dono, não é herança. O partido é de todos e para todos, inclusive para quem não é filiado”.

O que diz a Família PRTB? Essa chapa é composta por Júlio Fidelix, sua mulher Odethe Calumbia Pinto dos Santos e outros integrantes da família Fidelix.

O que, de verdade, ocorre internamente no PRTB desde o dia 19/08/2022, e mais acentuadamente após 05/06/2023, é a tentativa de invalidar os atos praticados pelos Fundadores Originários que estão rigorosamente exigindo a observância das disposições do Estatuto e do Programa do PRTB.

Caroline Gonçalves Guerini, advogada de Júlio Cezar Fidelix

Aldineia não se inscreveu. Sua advogada justificou a decisão por avaliar que a convenção é “irregular”, pois o laudo pericial da convenção de 2021 encontrou fraudes nas assinaturas.

“Não houve justa causa para realização de convenção extraordinária em 30/12/2021, sendo que os questionamentos feitos por Júlio Cezar à época, além de desprovidos de qualquer fundamento, são de análise da Justiça Eleitoral nos autos da prestação de contas partidárias, cabendo somente a ela seu julgamento.”

Karina Fidelix, advogada de Aldineia
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Política

Sete senadores trocaram de partido no primeiro semestre de 2023; veja quais

por Redação 29 de julho de 2023

Desde o começo da nova legislatura, em 1º de fevereiro de 2023, sete senadores trocaram de partido. As mudanças foram para o PSD, o PSB e o Podemos. O fluxo do troca-troca de partido é facilitado pela a ausência de penalidades. Pela legislação eleitoral, senadores podem mudar de legenda a qualquer momento, sem punições, assim como prefeitos, governadores e o presidente da República.

Fora dessa regra de penalidades por filiação partidária estão vereadores e deputados (estaduais, distritais e federais), que podem perder os mandatos a depender do motivo da troca de sigla.

As regras de fidelidade partidária não valem para senadores porque eles são escolhidos em eleições majoritárias, vencidas por quem tem mais votos diretos. No caso de deputados e vereadores, o partido pode levar à eleição mesmo quem recebe menos votos.

Veja quem trocou de legenda no Senado desde o início da legislatura:

Como foram as trocas
A senadora Mara Gabrilli (SP) foi a primeira a pular para o PSD nesta legislatura. A senadora deixou o PSDB, em que esteve por 19 anos. Eliziane Gama (MA) foi logo em seguida — deixou o Cidadania também pelo partido presidido pelo ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. A senadora oficializou a mudança no começo da legislatura, às vésperas da eleição da presidência do Senado, vencida pelo colega de partido, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

A mudança das duas fez o PSD ultrapassar o PL em número de parlamentares e ocupar o lugar de maior bancada do Senado, atualmente com 15 cadeiras.

Eduardo Girão (CE) ficou cerca de quatro anos no Podemos. O senador integrava a sigla desde 2019 e deixou o partido nesta legislatura. Girão foi para o Novo, o que rendeu a primeira cadeira do partido no Senado desde 2011, quando foi fundado.

PSB teve mais adesões
O partido do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e que integra a base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ganhou três cadeiras. Em janeiro, dois senadores do Podemos passaram para o PSB: Flávio Arns (PR) e Jorge Kajuru (GO). A sigla também recebeu de volta o senador Chico Rodrigues (RR), que estava no União Brasil.

O Podemos teve duas adesões. O senador Carlos Viana (MG) confirmou a mudança do PL para o partido no começo de fevereiro. A senadora Soraya Thronicke (MS) filiou-se ao Podemos em 26 de junho. A parlamentar foi para o partido após uma crise com o diretório nacional do União Brasil, que começou ainda durante a campanha eleitoral de 2022. Soraya foi a candidata do União para a Presidência da República. A senadora obteve 0,51% dos votos válidos — um total de pouco mais de 600 mil votos.

Fonte: r7

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PolíticaEmprego

STJ marca para 23 de agosto análise de candidatos para vagas na corte

por Redação 28 de julho de 2023

O Superior Tribunal de Justiça marcou para 23 de agosto a análise dos nomes que vão compor a lista dos indicados pela Ordem dos Advogados do Brasil para a vaga aberta na corte após a aposentadoria do ministro Felix Fischer. No mesmo dia, o tribunal também realizará a escolha da lista quádrupla dos desembargadores indicados pelos Tribunais de Justiça para as vagas abertas após a aposentadoria do ministro Jorge Mussi e o falecimento do ministro Paulo de Tarso Sanseverino.

Em ambos os casos, as listas formadas pelo STJ serão submetidas ao presidente da República para escolha dos nomes.

Cabe à Presidência da República a indicação dos nomes que, na etapa seguinte, serão encaminhados ao Senado Federal para sabatina na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Após a aprovação pela CCJ e pelo plenário do Senado, os indicados são nomeados e empossados como ministros.

Segundo a Constituição, as cadeiras do STJ são divididas da seguinte forma: um terço entre juízes dos Tribunais Regionais Federais e um terço entre desembargadores dos Tribunais de Justiça, indicados em lista tríplice elaborada pelo próprio STJ; um terço, em partes iguais, entre advogados e membros do Ministério Público Federal, estadual, do Distrito Federal e dos Territórios.

Fonte: r7

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PolíticaSegurança

Suspeito de hostilizar Alexandre de Moraes presta depoimento à PF

por Redação 17 de julho de 2023

Alex Zanatta, apontado como um dos três suspeitos de envolvimento na agressão ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, prestou depoimento à Polícia Federal em Piracicaba, no interior de São Paulo, na manhã deste domingo (16). O ministro foi xingado e chamado de comunista na última sexta-feira (14) no aeroporto de Roma, na Itália.

Ao sair do depoimento, o advogado de Zanatta, Ralph Tórtima, afirmou que o cliente nega todas as acusações. “Ele, em absoluto, fez qualquer ofensa ao ministro, mas nós estaremos esclarecendo isso nos autos, e tudo será muito bem esclarecido no curso das investigações”, disse.

O advogado também vai representar o empresário Roberto Mantovani Filho e Andreia Mantovani, os outros dois brasileiros apontados como os responsáveis pelas agressões ao ministro e à família dele. Os três foram abordados pela PF neste sábado ao desembarcar no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

A reportagem apurou que o depoimento foi rápido e o suspeito negou os xingamentos, mas não deu mais detalhes sobre o ocorrido.

Mantovani Filho foi candidato a prefeito de Santa Bárbara d’Oeste (SP) pelo PL em 2004, mas perdeu as eleições. Atualmente, ele é filiado ao PSD.

Os supostos agressores podem sofrer responsabilização criminal. Segundo o Código Penal, os crimes praticados por brasileiros no exterior ficam sujeitos à lei brasileira, e os envolvidos devem responder por agressão, ameaça, injúria e difamação.

A legislação brasileira pune a ameaça (artigo 147), a difamação (artigo 139), a injúria (artigo 140), além de prever sanção a quem ataca um servidor público em razão do exercício de sua função (artigo 331). Esse último ponto prevê a maior pena: até dois anos de detenção ou multa.

O caso
Moraes estava na Itália com a família para uma palestra na Universidade de Siena, no Fórum Internacional de Direito. Os brasileiros hostilizaram o ministro, chamando-o de comunista, e um deles teria agredido fisicamente o filho de Moraes. O ministro conduziu o TSE durante as eleições de 2022 e é relator dos inquéritos sobre os ataques de 8 de janeiro.

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Política

PRTB convoca novas eleições

por Redação 14 de julho de 2023

CANCELAMENTO CONVENÇÃO EXTRAORDINÁRIAO Segundo Vice-Presidente da Comissão Executiva Nacional, devidamente anotado como Presidente do Diretório Nacional do PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO, no uso de suas atribuições, em observância a determinação judicial proferida no PetCiv 0601743-21.2022.6.00.0000, a qual DETERMINOU a intimação dos Primeiro, Segundo e Terceiro Vice- Presidentes do PRTB para convocar novas eleições, entretanto, a publicação do edital de convocação foi realizada sem a permissão do Segundo Vice-Presidente, portanto fica CANCELADA a Convenção Extraordinária do Diretório Nacional do PRTB, convocada para a data de 15 de julho de 2023 às 15:00, local Windsor Plaza Brasília Hotel, SHS, Quadra 05, Bloco H, Asa Sul, Brasília/DF.

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Política

Coronel Jorge Naime é encontrado desacordado em cela e é levado a hospital

por Redação 13 de julho de 2023

Preso desde 7 de fevereiro, durante a operação que investiga os atos extremistas do 8 de Janeiro, o coronel Jorge Naime, ex-chefe de operações da Polícia Militar do Distrito Federal, foi encontrado desacordado dentro da cela e com um armário sobre ele, na madrugada desta quinta-feira (13). O coronel foi levado ao Hospital de Base e liberado horas depois.

Em nota, o Instituto de Gestão Estratégica (Iges-DF), responsável pela administração dos hospitais de Base e de Santa Maria, respondeu que não informa dados pessoais de pacientes.

As informações foram confirmadas pela reportagem com fontes da Polícia Militar. Ainda segundo a apuração, Naime teria recobrado a consciência após policiais terem retirado o armário de cima dele. O coronel chegou a ser encaminhado para um hospital particular, mas, por se tratar de um detento, foi reconduzido ao Base.

Ele já está de volta à prisão, que fica na Academia Militar, e é monitorado pelas equipes da detenção. Apesar do episódio, ele não sofreu nenhuma fratura.

Preso há cinco meses
Naime está preso há cinco meses e é a única autoridade investigada por omissão durante o 8 de Janeiro que continua presa. Na última sexta (7), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou pedido de liberdade para o coronel.

Na decisão, Moraes diz que a evolução das investigações “indica a necessidade de manutenção da prisão cautelar, uma vez que, em liberdade, poderia obstar a produção probatória, em especial em face da possibilidade de destruição/ocultação de provas, bem como com eventual comunicação com outros investigados que surgiram ao longo da produção probatória realizada pela Polícia Federal”.

O coronel era o responsável pelo planejamento das operações quando manifestantes invadiram e depredaram o Palácio do Planalto, o Congresso e o STF. Em um depoimento que durou cerca de seis horas na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de Janeiro, no fim de junho, Naime afirmou que a corporação não recebeu informações sobre a gravidade das manifestações na praça dos Três Poderes.

O policial também disse que havia um plano de operações para a manifestação. Ele afirmou que, às 10h de 8 de janeiro, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) tinha informações detalhadas sobre as manifestações, mas que “as providências não foram tomadas”.

“Ou as agências de informação não passaram isso para o secretário nem para o comando geral, ou passaram e eles ficaram inertes, não tomaram providências, porque eles tiveram cinco horas para tomar providência a partir do momento em que receberam a informação”, afirmou.

Naime assumiu a chefia do Departamento Operacional da Polícia Militar após 28 anos na corporação. Ele foi exonerado do cargo em 10 de janeiro, depois de o interventor Ricardo Cappelli assumir a responsabilidade de restabelecer a ordem na capital federal.

Fonte: r7

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