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Política

Política

Governo publica veto de Lula ao aumento no número de deputados

por Redação 17 de julho de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente, nesta quarta-feira (16), o projeto de lei que aumentava de 513 para 531 o número de deputados federais. A decisão foi publicada o Diário Oficial da União desta quinta-feira (17).

A proposta havia sido aprovada pelo Congresso como forma de cumprir uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a redistribuição das cadeiras da Câmara com base nos dados do Censo Demográfico de 2022. A Constituição determina que a representação por estado seja proporcional à população — com o mínimo de 8 e o máximo de 70 deputados.

Para não reduzir o número de representantes de nenhum estado, o Congresso optou por ampliar o total de vagas. O texto, porém, gerou forte repercussão negativa e foi alvo de críticas por parte da opinião pública. Segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta (16), 85% dos brasileiros são contra o aumento no número de deputados.

Na justificativa do veto, o governo argumentou que a proposta “não observou os princípios da eficiência e da responsabilidade fiscal” e que a ampliação geraria aumento de despesas com impacto no orçamento público.

Com o veto, a responsabilidade pela redistribuição das cadeiras na Câmara passa à Justiça Eleitoral, como previsto pela decisão do STF. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá fazer a nova divisão respeitando os limites constitucionais, sem alterar o número total de parlamentares.

A eventual derrubada do veto é considerada improvável por líderes partidários. Apesar de o texto ter obtido 270 votos na Câmara e 41 no Senado, o placar apertado e a repercussão negativa reduziram o apetite político por uma nova votação. Além disso, o próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre, teve que abrir mão da presidência da sessão para votar e garantir o quórum mínimo no Senado — o que não poderá se repetir em uma eventual votação de veto.

Fonte: G1

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Política

Partidos do Centrão evitam se comprometer com mudança que salvaria mandato de Eduardo Bolsonaro

por Redação 17 de julho de 2025

Parlamentares e aliados fiéis a Jair Bolsonaro tentam articular uma solução para que o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) não perca o mandato, mas congressistas do Centrão evitam dar suporte à costura política. Licenciado, o filho do ex-presidente se vê em uma encruzilhada com o fim do seu período de afastamento, que acaba no próximo domingo. A partir desta data, se não voltar ao Brasil, ele será cassado caso falte mais de um terço das sessões do ano.

Em entrevistas dadas a partir dos Estado Unidos, onde passou a morar, Eduardo afirma temer ser preso por articular sanções contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Ele já disse que não volta ao país, mas ressaltou que não vai renunciar ao mandato.

Integrantes do PL avaliam algumas alternativas. Uma saída estudada seria mudar o regimento da Câmara por meio de um projeto para permitir que ele exerça o mandato remotamente.

Existem pelo menos duas propostas de resolução nesse sentido. Um do deputado Evair de Mello (PP-ES), que permite o exercício do mandato mesmo que o deputado esteja em outro país, e outro do líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), que permite prorrogar a licença de Eduardo por mais 120 dias, o que daria mais tempo para o exercício do mandato.

Outra alternativa seria a apresentação de um atestado médico para evitar que Eduardo tenha as faltas contadas.

Líderes do Centrão dizem que não há como garantir hoje que o regimento seja mudado para atender o pleito de Eduardo. O cenário atual é que dificilmente uma mudança assim passaria, mas a tendência é que a situação fique mais clara após a volta do recesso, em agosto.

A decisão de cassar o mandato é feita pela Mesa Diretora da Câmara e nem sempre acontece de forma automática. O ex-deputado Chiquinho Brazão atingiu as faltas no final de 2024 e só foi cassado em abril deste ano pela Mesa comandada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Mesmo que seja cassado por faltas, o fato de Eduardo perder o mandato pelas ausências não o torna inelegível, o que o permitiria ser candidato a presidente ou a senador no ano que vem, como vem avaliando.

Há dificuldades, no entanto, para aplicar a estratégia de mudar o regimento da Câmara.

— Nem pensar. Casuísmo extremo referendando a tese esdrúxula de exilado político — declarou o líder do PDT na Câmara, Mário Heringer (MG)

Líderes e presidentes de partidos do Centrão também têm ficado incomodados com Eduardo por conta da postura de confronto que ele adotou com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O filho do ex-presidente Bolsonaro criticou o governador e chegou a classificá-lo como “servil” por tentar negociar com empresários uma saída para a crise instaurada com a decisão do presidente americano, Donald Trump, de sobretaxar produtos brasileiros em 50%.

Eduardo tem dito que a única solução é aplicar uma anistia aos condenados pelos ataques golpistas do 8 de Janeiro.

A aliados, o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), disse que Eduardo “está totalmente errado” e que Jair Bolsonaro tem que apoiar Tarcísio na tentativa de mediar uma negociação para a crise do tarifaço.

Outros dirigentes partidários ligados ao PL e ao União Brasil reconhecem que há uma crise que não é boa para a direita, mas tentaram adotar um outro tom e avaliam que é natural que existam discordâncias entre atores políticos com funções diferentes, já que Tarcísio age em defesa dos interesses de São Paulo, e Eduardo tem uma atuação política ligada à família dele.

Um desses dirigentes diz que há um interesse dos dois em serem candidatos a presidente e que “caneladas” do tipo são normais na política.

Em um recuo nesta quinta-feira, Eduardo publicou nas redes sociais que “teve uma longa conversa com o governador” e que ele e Tarcísio entenderam que “atuam na melhor das intenções do interesse dos brasileiros”.

Sóstenes Cavalcante (RJ) nega que haja dificuldades e diz que Eduardo e Tarcísio estão unidos na oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

— Nenhuma dificuldade. Será que alguém acredita que Eduardo Bolsonaro ou Tarcísio apoiariam o Lula? Lógico que não.

Fonte: OGLOBO

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Política

O que é propriedade intelectual — e por que o Brasil cogita retaliar os EUA nessa área

por Redação 15 de julho de 2025

Diante da decisão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de aplicar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, o governo brasileiro estuda responder com medidas na área de propriedade intelectual — que envolve a proteção de criações culturais (como músicas, filmes e livros) e industriais (como medicamentos, softwares e tecnologias).

Segundo especialistas, essa resposta teria impacto mais direto sobre o setor produtivo norte-americano, sem causar inflação no Brasil, como ocorreria com a imposição de tarifas sobre alimentos, por exemplo. No entanto, há riscos: a medida pode gerar insegurança jurídica, distorções no mercado e afastar investimentos estrangeiros.

O que é propriedade intelectual?
A propriedade intelectual é o conjunto de direitos que protege criações do intelecto humano, garantindo que autores, inventores e empresas recebam pelo uso de suas obras ou invenções. Isso vale, por exemplo:

Quando um cantor recebe direitos autorais por sua música tocada em rádios ou streamings;
Quando uma farmacêutica recebe pela produção de um medicamento patenteado.
No Brasil, esse tema é regulado principalmente por duas leis:

Lei da Propriedade Industrial (1996): trata de patentes, marcas, desenhos industriais e indicações geográficas;
Lei de Direitos Autorais (1998): protege obras intelectuais como músicas, filmes, livros e outras produções culturais.
O que o governo brasileiro pode fazer?
A Lei de Propriedade Industrial, no artigo 71, permite que o governo quebre uma patente — ou seja, autorize terceiros a produzir algo que pertence a outra empresa — em situações de interesse público ou emergência nacional.

Um exemplo foi a quebra da patente do remédio Efavirenz, usado no tratamento do HIV, em 2007, durante o segundo mandato de Lula.

Segundo o advogado Fábio Pereira, sócio do escritório Veirano Advogados, o governo poderia usar esse mesmo instrumento para atingir empresas dos EUA:

“Em tese, o governo pode adotar esse tipo de medida em relação a medicamentos americanos, como uma resposta a Trump, mas uma possível consequência é a criação de distorções no mercado e a saída de investimento estrangeiro nessa área”, diz Pereira.

Por outro lado, economistas avaliam que retaliar via propriedade intelectual pode evitar um efeito inflacionário no Brasil.

“Se a resposta aos Estados Unidos for com tarifas de 50% sobre alimentos, o preço desses alimentos vai disparar no Brasil. Nesse sentido, a opção por mudanças em propriedade intelectual acaba parecendo mais segura”, afirma Juliana Inhasz, professora de economia do Insper.

Os EUA são potência em propriedade intelectual
De acordo com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), os Estados Unidos foram o segundo país com mais pedidos de patentes e registros de marcas em 2024. A China lidera. O Brasil aparece em sétimo lugar no registro de marcas, mas não figura entre os 20 maiores em patentes.

Isso faz da propriedade intelectual um setor estratégico para os EUA — e, por isso, um possível alvo de retaliação sensível.

Filmes, músicas e streaming entram na conta?
A Lei de Direitos Autorais protege as produções culturais no Brasil, inclusive as estrangeiras, desde que o país de origem tenha acordos com o Brasil — o que é o caso dos EUA. Por isso, seria difícil derrubar diretamente os direitos autorais de filmes ou músicas.

“A lógica das patentes não vale para filmes e músicas, o governo não conseguiria derrubar o direito autoral sobre uma obra específica”, explica Fábio Pereira.

O que é possível, no entanto, é elevar a taxação sobre produtos e serviços culturais, como plataformas de streaming, livros e filmes. Mas esse tipo de medida acabaria gerando aumento de preços para os consumidores brasileiros.

O que motivou a tensão entre Brasil e EUA?
Na última quarta-feira (9), Trump publicou uma carta pública endereçada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), anunciando uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados aos EUA. A nova taxação deve entrar em vigor em 1º de agosto.

Lula classificou a decisão como “inadmissível”, prometeu recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) e afirmou que o Brasil está pronto para responder com medidas econômicas proporcionais.

Segundo apuração do comentarista Gerson Camarotti, o governo avalia que a propriedade intelectual e a quebra de patentes são, neste momento, o principal caminho para a retaliação.

Fonte: G1

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Política

Lindbergh pede inclusão de Flávio e Bolsonaro em inquérito por obstrução de Justiça

por Redação 14 de julho de 2025

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ), pediu neste domingo (13) ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sejam incluídos no inquérito aberto no STF contra o deputado Eduardo Bolsonaro para apurar possível tentativa de obstrução de investigação em relação ao ex-presidente.

O inquérito, aberto por decisão do ministro Alexandre de Moraes após pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), apura se Eduardo teria cometido os crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

O motivo para o processo é a atuação do filho do ex-presidente nos Estados Unidos nos últimos meses. Eduardo tem falado abertamente sobre seu trabalho no sentido de convencer autoridades dos Estados Unidos a sancionar Moraes e o Brasil por causa das investigações contra seu pai.

No pedido, Lindbergh alega que “é notório que o deputado federal Eduardo Bolsonaro se encontra nos Estados Unidos, atuando junto a autoridades e agentes políticos para viabilizar apoio às sanções contra o Brasil, apresentando o STF como inimigo da liberdade e promovendo investida diplomática contra os interesses nacionais”.

O petista cita uma entrevista do senador Flávio Bolsonaro e uma publicação de Jair Bolsonaro nas redes sociais. Na entrevista, Flávio disse que o “primeiro passo” para o Brasil conseguir reverter a tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seria aprovar uma anistia “ampla e irrestrita”.

Bolsonaro, por sua vez, pediu “aos Poderes que ajam com urgência apresentando medidas para resgatar a normalidade institucional”. Nas palavras do ex-presidente, “ainda é possível salvar o Brasil”.

“As ações do núcleo político-familiar liderado por Jair Bolsonaro evidenciam a tentativa de transformar o Brasil em satélite de um projeto internacional de extrema-direita, comprometendo a autonomia do Estado brasileiro e o funcionamento regular das instituições democráticas”, declarou Lindbergh no pedido apresentado ao STF.

O caso é relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, a quem caberá decidir se Flávio e Bolsonaro serão de fato incluído no inquérito para apurar suspeita de tentativa de obstrução de justiça.

Fonte: r7

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Política

Tarifas de 50%: Trump diz que deve conversar com Lula ‘em algum momento, mas não agora’

por Redação 11 de julho de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (11) que pretende conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre as novas tarifas aplicadas ao Brasil “em algum momento, mas não agora”.

Na quarta-feira (9), o republicano anunciou, por meio de uma carta enviada a Lula e divulgada em suas redes sociais, que começará a cobrar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA.

Em sua carta, Trump alega que um dos motivos para a taxação é o tratamento “muito injusto” recebido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, sugerindo que ele estaria sendo perseguido pela Justiça brasileira. (veja a íntegra do texto abaixo)

Lula respondeu, também pelas redes sociais, que o Brasil é uma nação soberana e não aceitará ser “tutelado por ninguém”. Os dois presidentes ainda não conversaram, e a expectativa é que a nova tarifa entre em vigor em 1º de agosto.

“Ele está tratando o presidente Bolsonaro de forma muito injusta”, continuou Trump. “Eu o conheço bem, já negociei com ele e ele é um bom negociador. Posso te falar que ele é um homem muito honesto e ama o povo brasileiro.”

Defensor de Bolsonaro
Essa não foi a primeira vez que Trump saiu em defesa de Bolsonaro — nos últimos dias, o presidente norte-americano publicou diversas mensagens em suas redes sociais sobre o assunto.

Nas postagens, Trump declarou que o ex-presidente deveria ser “deixado em paz” e sugeriu que ele está sendo perseguido. O republicano chegou a utilizar a expressão “caça às bruxas” para se referir ao julgamento de Bolsonaro, que reu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.

Lula respondeu afirmando que o processo judicial contra os envolvidos na tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023 é de competência exclusiva da Justiça brasileira, e “não está sujeito a nenhum tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais”.

Em entrevista ao Jornal Nacional desta quinta-feira (10), Lula também disse o Brasil quer negociar, mas cobrou respeito às decisões brasileiras e admitiu responder com tarifas iguais se não houver acordo.

“É importante a gente deixar claro para opinião pública que não é uma taxação ao Brasil. Ele vem taxando todos os países do mundo desde que tomou posse. É um direito dele, mas é um direito dos países reagir”, disse Lula.

O que diz a carta de Trump ao Brasil?
A carta enviada por Trump ao presidente brasileiro destoou do padrão adotado nas demais, enviadas a seus outros parceiros comerciais.

Enquanto as demais notificações tratavam principalmente da relação comercial e do déficit dos EUA com esses países, Trump iniciou a carta destinada ao Brasil abordando diretamente o caso de Bolsonaro.

Na sequência, Trump declara que aplicará uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros importados pelos EUA “em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos”.

Veja a carta na íntegra:

9 de julho de 2025
Sua Excelência
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República Federativa do Brasil
Brasília

Prezado Sr. Presidente:

Conheci e tratei com o ex-Presidente Jair Bolsonaro, e o respeitei muito, assim como a maioria dos outros líderes de países. A forma como o Brasil tem tratado o ex-Presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!

Em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos (como demonstrado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil, que emitiu centenas de ordens de censura SECRETAS e ILEGAIS a plataformas de mídia social dos EUA, ameaçando-as com multas de milhões de dólares e expulsão do mercado de mídia social brasileiro), a partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Brasil uma tarifa de 50% sobre todas e quaisquer exportações brasileiras enviadas para os Estados Unidos, separada de todas as tarifas setoriais existentes. Mercadorias transbordadas para tentar evitar essa tarifa de 50% estarão sujeitas a essa tarifa mais alta.

Além disso, tivemos anos para discutir nosso relacionamento comercial com o Brasil e concluímos que precisamos nos afastar da longa e muito injusta relação comercial gerada pelas tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil. Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco.

Por favor, entenda que os 50% são muito menos do que seria necessário para termos igualdade de condições em nosso comércio com seu país. E é necessário ter isso para corrigir as graves injustiças do sistema atual. Como o senhor sabe, não haverá tarifa se o Brasil, ou empresas dentro do seu país, decidirem construir ou fabricar produtos dentro dos Estados Unidos e, de fato, faremos tudo o possível para aprovar rapidamente, de forma profissional e rotineira — em outras palavras, em questão de semanas.

Se por qualquer razão o senhor decidir aumentar suas tarifas, qualquer que seja o valor escolhido, ele será adicionado aos 50% que cobraremos. Por favor, entenda que essas tarifas são necessárias para corrigir os muitos anos de tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil, que causaram esses déficits comerciais insustentáveis contra os Estados Unidos. Esse déficit é uma grande ameaça à nossa economia e, de fato, à nossa segurança nacional!

Além disso, devido aos ataques contínuos do Brasil às atividades comerciais digitais de empresas americanas, bem como outras práticas comerciais desleais, estou instruindo o Representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, a iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 sobre o Brasil.

Se o senhor desejar abrir seus mercados comerciais, até agora fechados, para os Estados Unidos e eliminar suas tarifas, políticas não tarifárias e barreiras comerciais, nós poderemos, talvez, considerar um ajuste nesta carta. Essas tarifas podem ser modificadas, para cima ou para baixo, dependendo do relacionamento com seu país. O senhor nunca ficará decepcionado com os Estados Unidos da América.

Muito obrigado por sua atenção a este assunto!

Com os melhores votos, sou,
Atenciosamente,
DONALD J. TRUMP
PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Fonte: G1

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Política

Deputado do PSOL pede que PGR investigue Eduardo Bolsonaro por coação, obstrução de Justiça e ameaça à democracia

por Redação 11 de julho de 2025

O deputado estadual Guilherme Cortez (PSOL) protocolou uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República pedindo a abertura de investigação criminal contra o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL).

No documento, Cortez diz que o parlamentar teria cometido os crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação sobre organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito. Ação ocorre após o tarifaço anunciado por Donald Trump contra o Brasil na quarta-feira (9).

No mesmo dia, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mandar uma carta pública ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciando uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, Eduardo agradeceu a Trump. A postagem foi feita na plataforma Truth Social, rede utilizada por Trump para se comunicar com apoiadores.

A declaração do deputado licenciado se soma à reação da ala bolsonarista, que tenta atribuir ao governo Lula a responsabilidade pela deterioração das relações com os EUA. Do lado petista, o argumento é o oposto: a família Bolsonaro estaria promovendo ingerência estrangeira em processos do Judiciário brasileiro.

Procurada, a assessoria de Eduardo informou que ele não vai se manifestar. Ele se licenciou do mandato e se mudou para os Estados Unidos. Eduardo é visto pela família Bolsonaro como um articulador com o governo Trump.

Na representação, Cortez argumenta que Eduardo tem utilizado seus canais oficiais para atacar autoridades do Judiciário, especialmente o ministro do STF Alexandre de Moraes, em razão do andamento da ação penal que envolve seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Ao agradecer publicamente a Donald Trump pelas resoluções, o deputado declarou, em inglês, que ‘a única maneira do Brasil se alinhar com o Ocidente é por meio da sanção de Moraes’, em uma explícita tentativa de coagir o ministro Alexandre de Moraes, cuja atuação nos autos da referida ação penal lhe desagrada”, diz o texto.

Segundo Cortez, essas declarações fazem parte de uma estratégia deliberada para mobilizar o governo norte-americano em defesa de interesses pessoais e familiares, o que teria culminado em sanções econômicas contra o Brasil. Ele pede que o MPF acione o STF sobre o caso.

O presidente Lula respondeu às críticas de Trump citando a Lei de Reciprocidade Econômica como caminho legal para reagir às tarifas. Segundo ele, “o Brasil é um país soberano com instituições independentes que não aceitará ser tutelado por ninguém”.

Fonte: G1

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Política

Brasil avalia quebrar patentes em reação a Trump, mas governo Lula vai esperar tarifa entrar em vigor

por Redação 10 de julho de 2025

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai esperar até o próximo dia 1º de agosto para divulgar uma resposta à sobretaxa de 50% sobre as exportações de todos os produtos brasileiros. A medida foi anunciada na quarta-feira, em uma carta assinada pelo presidente Donald Trump a Lula, mas só entrará em vigor no início do mês que vem. Por isso, nas palavras de uma autoridade brasileira, “estamos correndo contra o relógio”.

A carta de Trump ao presidente brasileiro contém a informação de que os produtos brasileiros receberão uma sobretaxa de 50% a partir do mês que vem. O americano justificou a medida com motivos políticos, com destaque ao tratamento dado pelo Judiciário ao ex-presidente Jair Bolsonaro e a empresas de tecnologia dos Estados Unidos.

A possibilidade de retaliação existe. Porém, segundo auxiliares de Lula, nada será feito para prejudicar a economia do Brasil e a indústria nacional. No leque de ações que poderão ser adotadas estão o aumento das tarifas de importações de bens comprados dos EUA, a cassação de patentes de medicamentos e a elevação da tributação de filmes, livros e outros produtos e serviços ligados ao direito autoral.

Acelerar os acordos comerciais em negociação entre o Mercosul e os parceiros internacionais até o fim deste ano é outro caminho a ser buscado. O Brasil, na presidência do bloco sul-americano, pretende assinar dois grandes tratados: com a União Europeia e a Associação Europeia de Livre Comércio (Efta).

Na reunião de emergência, na noite de quarta-feira, no Palácio do Planalto, entre Lula e vários minutos, a principal decisão foi a convocação, pela segunda vez no dia, do encarregado de negócios da Embaixada dos EUA em Brasília, Gabriel Escobar.

A secretária de Europa e América do Norte do Itamaraty, Maria Luísa Escorel, devolveu a carta de Trump a Escobar, sob a alegação de que o conteúdo era ofensivo e com informações erradas, como um superávit comercial que o Brasil teria com os EUA que não existe.

Não há decisão, por enquanto, sobre chamar de volta ao Brasil a embaixadora em Washington, Maria Luiza Viotti. Mas está certo que o governo brasileiro não vai negociar nada relacionado ao processo que o Judiciário está levando e envolve Bolsonaro.

Aliado de Trump, Jair Bolsonaro é réu em um processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-presidente é acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado, que culminou com os atos de 8 de janeiro. A expectativa é que Bolsonaro e outros supostos participantes da trama sejam julgados até o próximo mês de setembro.

Fonte: OGLOBO

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Política

Paraguai e Argentina firmam acordo para avaliar gasoduto que trará gás ao Brasil

por Redação 3 de julho de 2025

Os governo de Paraguai e Argentina assinaram um memorando de entendimento para avaliar a construção de um gasoduto com objetivo de transportar gás natural de Vaca Muerta, na Argentina, para os mercados paraguaio e brasileiro.

O memorando cria um grupo de trabalho para avaliar a viabilidade técnica, econômica e ambiental do projeto. A ideia é conectar os campos de gás ao Centro-Oeste brasileiro, utilizando o Paraguai como corredor logístico e energético, segundo nota do Ministério de Obras Públicas do país.

O acordo foi firmado na 66ª Reunião Ordinária do Conselho do Mercado Comum e a Cúpula de Presidentes do Mercosul, em Buenos Aires.

O Brasil vem negociando com os países vizinhos uma forma de trazer mais gás da Argentina, onde há a megarreserva de Vaca Muerta, mas ainda não está definido qual seria o trajeto do gasoduto.

Cinco rotas em estudo
Há cinco rotas possíveis. Uma delas é a construção de um sistema que atravessaria a região do chaco paraguaio.

Outra possibilidade é trazer o gás pelo Rio Grande do Sul, que faz fronteira com a Argentina. Para viabilizar esse trajeto, também seria necessário construir um trecho entre a segunda parte do Gasoduto Néstor Kirchner, na Argentina, que liga a região de Vaca Muerta, a partir da província de Buenos Aires, até a cidade gaúcha de Uruguaiana.

De acordo com fontes do Ministério da Fazenda, no entanto, para viabilizar esse investimento, a Argentina teria que vender 15 milhões de metros cúbicos por dia, volume que a Região Sul do Brasil, sozinha, dificilmente absorveria.

Como o GLOBO já mostrou, seria também necessário, nessa rota, concluir a ligação do gasoduto entre Uruguaiana e Porto Alegre, obra inclusive prevista no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Para escoar um volume maior de gás para o resto do Brasil seria preciso ainda adaptar o Gasoduto Brasil-Bolívia para que se tornasse uma “via de mão dupla”. Hoje, o Gasbol leva gás da Bolívia ao Centro-Oeste brasileiro e, de lá, para o Sul, em uma única direção.

De acordo com fontes do Planejamento, o Brasil estaria avaliando ainda fazer investimentos na Bolívia, via Petrobras, para ampliar o volume de gás importado de lá. A empresa estaria aguardando, porém, uma eventual mudança de governo, para que a legislação fosse mais favorável a investimento estrangeiro.

Mais gás vindo da Bolívia poderia viabilizar a fábrica de fertilizantes ainda em construção pela estatal no Mato Grosso do Sul.

O plano de ampliar aportes na Bolívia incluiria ainda a construção de uma fábrica de de fertilizantes no país vizinho, que poderia fornecer insumos ao agronegócio brasileiro.

Fonte: OGLOBO

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Política

Após recorrer ao STF para manter alta do IOF, Lula nega que tenha rompido com o Congresso

por Redação 2 de julho de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (2) que não representa um “rompimento” com o Congresso Nacional a decisão de recorrer no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a derrubada do aumento do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF).

Lula definiu por decreto a alta na alíquota, porém teve o ato derrubado pela Câmara e pelo Senado. O governo acionou o STF com o argumento de que o Congresso violou a separação dos poderes porque o decreto não extrapolou as prerrogativas do presidente da República.

Lula foi questionado sobre o tema durante entrevista à Rede Bahia. Ele argumentou que, se não fosse ao STF, não governaria. Também afirmou que é grato ao Congresso, que aprovou temas de interesse do governo.

“O presidente da Câmara tomou uma decisão que eu considerei absurda. Agora, você pode perguntar se tem um rompimento com o Congresso. Não. O presidente da República não rompe com o Congresso”, disse.

“O presidente da República reconhece o papel que o Congresso tem, eles têm os seus direitos, eu tenho os meus direitos. Nem eu me meto no direito deles nem eles se metem no meu direito. E, quando os dois não se entenderem, a Justiça resolve”, acrescentou.

Erro de Motta
Na entrevista, Lula criticou a posição do presidente da Câmara, Hugo Motta, que colocou em votação o projeto para derrubar a alta do IOF. O texto foi aprovado pela Câmara e na mesma noite colocado em votação pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Lula considerou um erro o projeto ter sido votado após o governo ter celebrado com a cúpula do Congresso um acordo para encontrar outras formas de viabilizar a meta fiscal de 2025.

“O erro, na minha opinião, foi o descumprimento de um acordo, que tinha sido feito no domingo à meia noite na casa do presidente Hugo Motta”, disse.

O embate em torno do aumento do imposto gerou uma crise política entre governo e Congresso. Por um lado, o Planalto defende que se trata de uma questão de justiça tributária, ao aumentar a taxação dos ricos em benefício da parcela de baixa renda. O Legislativo, porém, informou que não tolera mais aumento de impostos sem que o governo concorde em rever gastos.

Lula, que embarca nesta quarta para reunião do Mercosul na Argentina, afirmou que pretende conversar com Motta e Alcolumbre após a cúpula do Brics, marcada para domingo (6) e segunda-feira (7) no Rio de Janeiro.

“Quando eu voltar, eu, tranquilamente, vou conversar com o Hugo, com o Davi Alcolumbre e vamos voltar à normalidade política nesse país”, afirmou.

Fonte: G1

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Política

O duro alerta de Hugo Motta ao governo Lula caso leve o IOF ao Supremo

por Redação 30 de junho de 2025

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), deu um recado duro a integrantes do governo Lula sobre as consequências de entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a derrubada do aumento do IOF.

Motta destacou que o gesto será visto como um enfrentamento claro e que só fará o Congresso querer dobrar a aposta nos embates com o Palácio do Planalto. A leitura da judicialização do caso, segundo ele, será que “o governo abriu mão de governar com os parlamentares e agora busca governar com o STF”.

A aliados, Motta faz a avaliação de que levar a questão para o Supremo só vai piorar a situação do Executivo, já que o problema que tem hoje não é jurídico, mas político. A falta de base no Congresso e a crescente insatisfação de parlamentares com o governo Lula são apontadas por Motta como fatores que podem levar à ingovernabilidade, caso o Palácio do Planalto não consiga mudar sua relação com os congressistas. Para o presidente da Câmara, judiciar o IOF é dobrar a aposta no enfrentamento sem colocar no radar as consequências que estão por vir.

Em conversas com representares do governo, o presidente da Câmara ainda se queixou que ele só recebeu contatos com queixas e que o Palácio ignorou as medidas positivas que ele pautou e que foram aprovadas no mesmo dia da derrubada do IOF.

Motta se refere à Medida Provisória (MP) que autoriza o uso de até R$ 15 bilhões do Fundo Social do pré-sal para habitação popular e que permite ao governo leiloar óleo e gás excedente, com potencial de arrecadar até R$ 20 bilhões, à MP que isenta do Imposto de Renda de quem ganha até dois salários mínimos e a outra que permite a contratação de crédito consignado por trabalhadores do setor privado.

Como informou a coluna, entre as ações que estão no radar do centrão, caso o embate com o Executivo continue, está escolher o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), um expoente da oposição, como relator da CPI do INSS.

Nesta segunda-feira, Hugo Motta foi às redes sociais defender a decisão do Congresso que invalidou o aumento do IOF e disse que não traiu o governo ao pautar o projeto.

Fonte: OGLOBO

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Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

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